Neste sábado, Arraiá do Sinpro traz música, comida típica e quadrilha

É amanhã!!! Neste sábado (10) vai ter Arraiá do Sinpro, sim senhor! Uma das festas mais esperadas do ano será realizada especialmente para professores(as) e orientadores(as) educacionais filiados(as) ao Sinpro, a partir das 18h, na Chácara do sindicato (veja aqui a localização). Para curtir a festança, basta apresentar a carteirinha de associado(a) na entrada do evento. Escolha seu par, pois é permitido levar um(a) acompanhante.

“O Arraiá do Sinpro é sempre um momento especial. É uma oportunidade de nos divertirmos e de lembrarmos a importância da nossa união. É um momento de festa, onde também celebramos a nossa luta por uma educação pública de qualidade e pela valorização da nossa categoria”, afirma o diretor do Sinpro Bernardo Távora.

Para animar a festa, o Arraiá do Sinpro traz o forró de Lucy Alves e de Rene Bomfim, o sertanejo de Pedro Paulo e Matheus e a Quadrilha Matingueiros do Sertão.

 

 

Se é arraiá, tem que ter comida típica. Canjica, churrasquinho, cachorro quente, bolo de milho, quentão e muitas outras delícias estarão à venda.

Para a diretora Leilane Costa, o Arraiá do Sinpro traz consigo “a importância de valorizar e preservar as tradições culturais regionais”. “As origens das festas juninas são de outro continente. Mas aqui no Brasil, demos características próprias, inserindo elementos indígenas e africanos, e representando, sobretudo, o Nordeste brasileiro. É uma festa que também celebra a nossa diversidade, a nossa cultura, a nossa alegria.”

“Festejar também é um ato revolucionário”, avalia a diretora Fatinha de Almeida. “A categoria do magistério público do DF vem sendo constantemente atacada por uma política de desvalorização. Entretanto, mostramos que estamos fortes para defender a educação pública e lutar pela nossa valorização. O Arraiá do Sinpro mostra essa força e determinação. Vamos todos e todas”, convida.

Feira Cultural
A 9ª Feira Cultural dos Aposentados e das Aposentadas do Sinpro será realizada durante o Arraiá. Essa é a primeira vez que os eventos serão realizados concomitantemente, no mesmo espaço.

“Escolhemos este novo formato para dar mais visibilidade aos trabalhos dos nossos aposentados e das nossas aposentadas. Além disso, queremos deixar o Arraiá do Sinpro ainda mais atrativo. Os trabalhos expostos são sempre maravilhosos; a categoria precisa prestigiar”, afirma a diretora do Sinpro Elineide Rodrigues.

A Feira Cultural dos Aposentados e das Aposentadas do Sinpro é um espaço para que professores(as) e orientadores(as) educacionais exponham trabalhos artesanais próprios. Nas edições anteriores, o evento foi um sucesso, e promete repetir a dose neste ano.

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Inscrições abertas para a Formação por Território para Aposentados

As inscrições para o curso de Formação por Território para Aposentados(as) sindicalizados(as) já estão abertas. Esta será uma edição de encerramento e ocorrerá na tarde de terça-feira (13/8), na sede do Sinpro-DF, no Setor de Indústrias Gráficas (SIG). Por ser a última formação, ela será ampliada, com inscrições abertas para todos(as) os(as) aposentados(as) sindicalizados(as) de todas as Regiões Administrativas (RAs).

O Sinpro informa que todas as pessoas que já participaram dessa formação em outras cidades-satélites e as que ainda não fizeram o curso, mas são sindicalizadas e têm o desejo de fazê-lo, devem fazer a inscrição no link a seguir. E alerta para o fato de que esta é a última oportunidade para quem deseja participar, pois se trata da última edição da formação.

Participe! Acesse o link a seguir e faça a sua inscrição!

 

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“Essa será também uma formação diferenciada porque se trata de uma edição de encerramento e vai contar com a participação especial de todos(as) os(as) cursistas que já fizeram a formação nas cidades-satélites, além da participação de convidadas e convidados especiais”, informa Elineide Rodrigues, coordenadora da Secretaria para Assuntos de Aposentados.

Nesta edição de encerramento, o Sinpro irá inaugurar a Praça Professora Holanda, situada em frente à sede da entidade no SIG, em homenagem à professora Maria Holanda L. de Carvalho. O curso vai contar, ainda, com a presença de Rosilene Corrêa, professora aposentada da Secretaria de Estado da Educação do Distrito Federal (SEE-DF), dirigente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) e ex-diretora do Sinpro-DF; Antônio Lisboa, professor aposentado da SEE-DF, dirigente da Central Única dos Trabalhadores (CUT Brasil), conselheiro da Organização Internacional do Trabalho (OIT) e ex-diretor do Sinpro-DF; e Rodrigo Rodrigues, professor da SEE-DF, presidente da CUT-DF e ex-diretor do Sinpro-DF.

Embora seja uma edição especial, por ser um evento de encerramento, o Sinpro informa também que a formação será realizada normalmente com o tema “O cuidado como um direito humano: que história é essa?”, ministrado por Edna Barroso e Kátia Franca, do Instituto Horizonte.

O curso faz parte de uma agenda de ações para os(as) aposentados(as) definida na 1ª Conferência para Aposentados(as) do Sinpro, realizada em março deste ano. Elineide comemora o sucesso das formações realizadas no primeiro semestre, em Planaltina, Taguatinga, Gama, Brazlândia e Formosa, e afirma que essa formação é importante para que os(as) aposentados(as) debatam em que contexto eles e elas estão vivendo e o que podemos traçar daqui para a frente”, afirma.

Acesse o link a seguir e faça a sua inscrição:

https://sinpro25.sinprodf.org.br/curso-de-formacao-por-territorio-para-aposentadosas-sede/

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MARIA DA PENHA E O PAPEL SOCIAL DA ESCOLA

Na noite da terça-feira, 7 de agosto, o auditório do Sinpro recebeu integrantes do Levante Feminista, líderes comunitárias e formadoras da Eape para discutir com professoras e orientadoras educacionais a importância da Lei Maria da Penha (que completou 18 anos) para o combate ao feminicídio e o papel social da escola nesse processo.

Organizado pela Secretaria de Mulheres do Sinpro, o debate durou cerca de três horas. Todas as participantes ressaltaram a importância das políticas públicas para o combate ao feminicídio. A coordenadora da secretaria de mulheres, Mônica Caldeira, informou que a ministra da Mulher, Cida Gonçalves, lançou no mesmo dia 7 de agosto a campanha Feminicídio Zero em todo o Brasil.

Mônica lembrou também do Pacto Nacional de Prevenção aos Feminicídios, criado pelo ministério das Mulheres no ano passado e que conta com a participação de diversos ministérios, inclusive o da Educação. “Cabe ao MEC a criação de um observatório de violência contra educadoras e de um caderno temático sobre direitos da mulher, além de encomendar pesquisas na área da educação sobre violências contra mulheres – dentre outros compromissos. E a nós, educadoras, cabe nos apropriarmos deste compromisso estabelecido entre o MEC e o ministério das mulheres”, apontou a coordenadora.

A diretora do Sinpro Silvana Fernandes mencionou a importância de ter mulheres de vários setores da sociedade debatendo esse tema com o Sinpro: “a relevância da lei Maria da Penha afeta o dia a dia da escola. As estudantes, professoras e orientadoras sofrem com a cultura do machismo e da misoginia no espaço escolar diuturnamente”.

Para a diretora Regina Célia, a Lei Maria da Penha é, antes de tudo, educativa, pois “hoje damos nomes a violências que, no passado, eram naturalizadas pela sociedade.” Diante de estudantes adultas e trabalhadoras, é importante tratar de proteção e dignidade na vida de uma mulher”. Regina chegou ao evento acompanhada por várias alunas da Educação de Jovens e Adultos (EJA) do CED 02 do Cruzeiro.

O Levante Feminista surgiu em 2021, a partir da necessidade de não se deixar cair no esquecimento situações de extrema violência sofridas por mulheres, que em inúmeras situações terminam em feminicídio. Suas integrantes se organizam nos espaços e territórios, sempre reivindicando o direito à vida das mulheres.

Essas mulheres de luta trouxeram para o debate os dados da violência contra mulheres no Distrito Federal. A conclusão: o machismo precisa ser combatido.

As convidadas da plenária trouxeram informações importantes para ajudar no debate. A professora Ana Liési Thurler apontou que temos 1 lei de fundamental importância para as mulheres, mas a cultura do machismo está enraizada a tal ponto que jovens reproduzem a mentalidade de seus avós.

Após lembrar uma série de feminicídios ocorridos antes e depois da promulgação da lei, Ana Liési concluiu: “Em 18 anos de vida, a Lei Maria da Penha não conseguiu transformação nos valores e costumes da sociedade”.

A pedagoga Renata Parreira lembrou que toleramos demais os estereótipos sociais. A mulher negra torna-se vítima (ainda mais) potencial desses estereótipos contra mulheres, colocando-a sempre em subserviência e submissão. “Quanto mais pobres os estratos sociais, maior é o número de mulheres negras, consequência da falta de oportunidades sociais. Essas mulheres são as que mais sofrem com toda a carga de preconceito, estereótipos, e são as que menos têm condição de escapar desse círculo de violência sem rede de apoio.”

A professora Gisele Cristine Dantas trouxe sua experiência de formadora da Eape para o debate. Ela é a responsável pelo curso “Maria da Penha vai à escola”, e apresentou as possibilidades de ações a respeito do tema em vários momentos do calendário escolar: “temos a Semana Maria da Penha, no final de novembro; a semana escolar de combate à Violência Contra a Mulher, na última semana de agosto, dentre outros momentos. Muito embora é importante ressaltar que todo dia é dia de se combater a violência de gênero nas relações escolares”, ressaltou. Gisele trata dos tipos de violência contra a mulher e a abordagem técnica das situações de violência sexual no seu curso.

A líder comunitária Sônia Reis ilustrou a importância do combate ao machismo estrutural. Ela trouxe seu depoimento de mulher preta, pobre, trabalhadora e cigana, em meio à cultura patriarcal dos povos ciganos: “Nós não existimos nas estatísticas. Somos tão invisibilizadas em nossa existência que a violência que sofremos não aparece”.

A socióloga Raíssa Rossiter aprofundou o debate ao explicar o inexistente impacto de números, gráficos e dados da violência contra a mulher causam: “os números são dados frios. Não têm rostos. Não têm histórias, não geram sentimentos. De tão entremeados no cotidiano, acabam por dissolver a dura noção da realidade.” Ela relatou, ainda, que o percentual de mulheres que desconhecem a Lei Maria da Penha e os mecanismos de proteção já disponíveis na sociedade é muito alto, o que dificulta a possibilidade de ações em defesa dessas vidas e desses corpos.

VEJA O ÁLBUM

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Inscrições abertas para a Formação por Território para Aposentados

As inscrições para o curso de Formação por Território para Aposentados(as) sindicalizados(as) já estão abertas. Esta será uma edição de encerramento e ocorrerá na tarde de terça-feira (13/8), na sede do Sinpro-DF, no Setor de Indústrias Gráficas (SIG). Por ser a última formação, ela será ampliada, com inscrições abertas para todos(as) os(as) aposentados(as) sindicalizados(as) de todas as Regiões Administrativas (RAs).

O Sinpro informa que todas as pessoas que já participaram dessa formação em outras cidades-satélites e as que ainda não fizeram o curso, mas são sindicalizadas e têm o desejo de fazê-lo, devem fazer a inscrição no link a seguir. E alerta para o fato de que esta é a última oportunidade para quem deseja participar, pois se trata da última edição da formação.

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“Essa será também uma formação diferenciada porque se trata de uma edição de encerramento e vai contar com a participação especial de todos(as) os(as) cursistas que já fizeram a formação nas cidades-satélites, além da participação de convidadas e convidados especiais”, informa Elineide Rodrigues, coordenadora da Secretaria para Assuntos de Aposentados.

Nesta edição de encerramento, o curso vai contar com a presença de Rosilene Corrêa, professora aposentada da Secretaria de Estado da Educação do Distrito Federal (SEE-DF), dirigente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) e ex-diretora do Sinpro-DF; Antônio Lisboa, professor aposentado da SEE-DF, dirigente da Central Única dos Trabalhadores (CUT Brasil), conselheiro da Organização Internacional do Trabalho (OIT) e ex-diretor do Sinpro-DF; e Rodrigo Rodrigues, professor da SEE-DF, presidente da CUT-DF e ex-diretor do Sinpro-DF.

Embora seja uma edição especial, por ser um evento de encerramento, o Sinpro informa também que a formação será realizada normalmente com o tema “O cuidado como um direito humano: que história é essa?”, ministrado por Edna Barroso e Kátia Franca, do Instituto Horizonte.

O curso faz parte de uma agenda de ações para os(as) aposentados(as) definida na 1ª Conferência para Aposentados(as) do Sinpro, realizada em março deste ano. Elineide comemora o sucesso das formações realizadas no primeiro semestre, em Planaltina, Taguatinga, Gama, Brazlândia e Formosa, e afirma que essa formação é importante para que os(as) aposentados(as) debatam em que contexto eles e elas estão vivendo e o que podemos traçar daqui para a frente”, afirma.

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Pé-de-Meia da EJA entra na fase de adesão de municípios, estados e Distrito Federal

Estudantes jovens, adultos e idosos do Distrito Federal que não concluíram os estudos e precisam da Educação de Jovens e Adultos (EJA) para finalizar ou iniciar a educação básica poderão ser contemplados(as) com o Pé-de-Meia da EJA, uma bolsa que visa a garantir sua permanência na escola. Segundo informações da  Secretaria de Educação de Jovens e Adultos do Ministério da Educação MEC), até o fim de agosto, o link para adesão dos estados e municípios estará disponível no site do ministério.

O Sinpro-DF vê, nessa oportunidade, uma das raras chances de a Secretaria de Estado da Educação do Distrito Federal (SEE-DF) melhorar a situação da EJA na capital do País, incluir mais estudantes e retirar a modalidade do pleno sucateamento, como vem acontecendo. De um lado, o Pé-de-Meia da EJA é mais um dos vários investimentos financeiros que o atual governo federal destina a essa modalidade de educação em estados, municípios e Distrito Federal.

De outro lado, a bolsa vai contribuir para a permanência, como já visto em momentos anteriores, quando as turmas da EJA estavam incluídas na formação profissional por meio de cursos de Formação Inicial e Continuada (FIC) e os estudantes recebiam bolsa. Os cursos FIC eram organizados para preparar os(as) estudantes para a vida produtiva e social, promovendo a inserção e reinserção de trabalhadores(as) no mundo do trabalho.

Yann Evanovick, coordenador-Geral de Juventude Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão do Ministério da Educação (Secadi/MEC), informa que o Pé-de-Meia da EJA foi lançado dentro do Pacto Nacional pela Superação do Analfabetismo e, em breve, o governo federal irá disponibilizar o link para adesão dos entes federados. O Pé-de-Meia EJA visa a beneficiar cerca de 540 mil estudantes em todo o País.

“E importante considerar que após a pandemia de covid-19, entre 2020-2022, as matrículas na EJA diminuíram muito, pois muitos estudantes trabalham na informalidade e não tiveram, e nem têm, escolha entre sustentar a família e estudar. Sem escolarização, as chances no mundo do trabalho são muito restritas. Hoje a gente vê fortemente a substituição humana por máquinas automatizadas e não se tem lugar para pessoas sem escolarização. Até mesmo quem possui curso superior no Distrito Federal tem enfrentado a falta de emprego, que é uma tendência no Brasil e no mundo”, completa a professora da SEE-DF, Dorisdei Valente Rodreigues, doutora em Educação e pesquisadora da EJA, arte e tecnologia digital, metodologia ativa, pesquisa-ação, aprendizagem colaborativa, formação de professores, currículo integrado e integração da EJA/EP e integrande do Grupo de Trabalho Pró-Alfabetização do Distrito Federal e do Fórum EJA (GTPA/Fórum EJA).

Dados do governo federal dão conta de que todo o público-alvo da EJA será beneficiado pelo Pacto pela Superação do Analfabetismo e Qualificação na Educação de Jovens e Adultos, que investe, nos sistemas públicos de ensino, inclusive entre os estudantes privados de liberdade, 3,3 milhões de novas matrículas da EJA e da oferta integrada à educação profissional.

Segundo informações do governo, “além dessas, o Programa Brasil Alfabetizado (PBA), criado em 2003, será retomado com a oferta de 900 mil vagas para estudantes e de 60 mil bolsas para educadores populares. O PBA oferece a alfabetização para pessoas com mais de 15 anos com flexibilidade e diversidade dos locais de funcionamento e dos horários das aulas. As turmas podem ser instaladas em espaços da comunidade, facilitando o acesso ao programa para os jovens, adultos e idosos que não sabem ler e escrever”.

Segundo informações da Cartilha do Pacto pela Superação do Analfabetismo e Qualificação na Educação de Jovens e Adultos, serão alocados cerca de R$ 4 bilhões para investimentos em diferentes ações para a superação do analfabetismo e a qualificação da EJA. Apuração do site Agência Gov informa apenas 16% das redes municipais de ensino não aderiram ao Pacto Nacional pela Superação do Analfabetismo e Qualificação da Educação de Jovens e Adultos (Pacto EJA).

O governo alerta para o fato de que “a iniciativa busca a superar o analfabetismo e a elevar a escolaridade de jovens e adultos no País. Os estados com menor participação entre os seus municípios são Espírito Santo (51,3%), Mato Grosso ( 56,7%) , Tocantins ( 56,8%), Rondônia (59,6%) e São Paulo (60,3%)”.

O MEC prorrogou até domingo (12/8) o prazo para adesão ao Pacto e reforça a importância da participação de todos os municípios na luta para ampliar a oferta de matrículas da EJA nos sistemas públicos de ensino, inclusive entre os estudantes privados de liberdade. Confira aqui a matéria da Agência Gov.

Seminário “Desafios da Educação de Jovens e Adultos” acontece no Sinpro dia 28 de agosto

No dia 28 de agosto, às 19h, a Secretaria de Políticas Educacionais do Sinpro-DF realiza o seminário “Desafios da Educação de Jovens e Adultos (EJA) no Distrito Federal”. O evento ocorrerá na sede do sindicato no SIG e é aberto a toda a categoria. Haverá certificação.

O Sinpro informa que, embora aberto a todos(as), é necessário se inscrever. O período de inscrições vai de 5 a 27 de agosto. Clique aqui e acesse o link da inscrição.

Passo a passo para a adesão

Confira na imagem, o passo a passo para a adesão. Em seguida, acesse a Cartilha Pacto EJA para mais informações.

Confira no site outras matéria da campanha permanente do Sinpro em defesa da EJAIT

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Campanha “Juventude trabalhadora na educação” visa a traçar perfil da categoria

A campanha intitulada “Juventude trabalhadora na educação” visa a traçar o perfil de jovens trabalhadores(as) da educação do Distrito Federal. Essa campanha tem o objetivo de estimular todos(as) os(as) professores(as), orientadores(as) educacionais e técnicos-administrativos(as) da rede pública de ensino da capital do País a participarem a uma pesquisa da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) e da Escola Nacional Paulo Freire (ENPF) que busca traçar o perfil desse(as) jovens trabalhadores(as) brasileiros(as).

Assim, o Sinpro convida a todos(as) os(as) jovens, com idade entre 18 a 35 anos, e que exerçam atividades remuneradas na rede pública de ensino do Distrito Federal a participarem da “Pesquisa Nacional da CNTE: Juventude Trabalhadora da Educação”. São apenas 10 minutos para responder. Opine e contribua para a construção do perfil da juventude trabalhadora na educação. Além de traçar o perfil da categoria, os dados coletados no DF vão se somar aos das demais unidades federativas do País e, com isso, a CNTE e a ENPF vão construir o perfil da juventude trabalhadora brasileira na educação.

A pesquisa vai ficar disponível para respostas até o último dia de agosto deste ano. O Sinpro orienta a categoria a divulgar a pesquisa e a estimular a juventude trabalhadora da rede a participar, respondendo ao questionário on-line. “Traçar o perfil e conhecer a juventude trabalhadora é fundamental para os sindicatos construírem uma política sindical que dialogue com as necessidades desse grupo”, afirma a diretora do Sinpro, Ana Bonina.

Realizada pelo Coletivo da Juventude da CNTE, essa pesquisa é um instrumento que busca compreender e identificar o perfil dos(as) jovens trabalhadores(as) em educação e como se relacionam com as entidades sindicais. “As respostas vão nos dar subsídios para construir um quadro da situação e do sentimento da juventude trabalhadora em educação de todo o Brasil. Queremos saber como pensa essa juventude para podermos atuar melhor e em maior sintonia com os e as jovens”, afirma Bruno Vital, professor de inglês da rede estadual de educação do Rio Grande do Norte (RN), coordenador do Departamento de Juventude da CNTE, coordenador Geral do Sindicato dos(as) Trabalhadores(as) em Educação da Rede Pública do RN (SINTE-RN).

O sindicalista destaca ainda que, outra vantagem de responder a essa pesquisa, é ela dar ao movimento sindical os subsídios necessários para a construção de uma luta em defesa da juventude trabalhadora e contra a precarização do trabalho. “Cabe destacar que a juventude é o segmento mais precarizado no mundo do trabalho e não tem se identificado com os seus sindicatos. Precisamos estabelecer esse laço e entender o que a juventude quer para si”.

Acesse o link da campanha e preencha a pesquisa < https://ee.kobotoolbox.org/x/C0wmPymt>

Contextualização e importância

Em abril, o Coletivo de Juventude da CNTE lançou a pesquisa “Juventude Trabalhadora em Educação”,  em parceria com a Escola Nacional Paulo Freire (ENPF), com o intuito de coletar dados para compreender qual o perfil dos(as) jovens trabalhadores(as) em educação e como  se relacionam com o sindicato.

Segundo a CNTE, “atualmente, os(as) profissionais da educação mais jovens correspondem ao menor número entre filiados e filiadas aos sindicatos. Segundo justifica a pesquisa da CNTE, a falta de acesso às memórias das lutas, de uma maior compreensão sobre os direitos trabalhistas, a ameaça dos gerentes e patrões, e a redução de renda pelo desconto da sindicalização são causas comuns que podem dificultar essa aproximação”.

Luiz Felipe Krehan, coordenador do Coletivo de Juventude da CNTE, explica que o objetivo é conseguir traçar o perfil desses(as) jovens trabalhadores(as) em educação em suas mais variadas formas de atuação, sejam esses(as) professores(as), orientadores(as) educacionais, funcionários(as) técnico-administrativos(as) de escolas, efetivos(as) ou contratados(as). “Compreender a juventude hoje não é algo de curto prazo. Mas tê-los nos sindicatos é a garantia de que nos próximos 40 anos teremos lideranças em uma luta que não está fácil. Esperamos que, a partir dos resultados dessa pesquisa, possamos dar luz para a situação da docência no nosso país, e dos trabalhadores e trabalhadoras em educação”, finaliza.

Metodologia

Enquanto trabalhadores jovens, a pesquisa identifica aqueles que estão na faixa etária até 35 anos de idade. Ao longo do período de levantamento dos dados, até novembro de 2024, a pesquisa buscará identificar dois aspectos:

I- A situação desses trabalhadores (Quantidade; em quais condições de trabalho; qual a remuneração média; e tipo de vínculos trabalhistas); e

II- Quais os seus interesses (Quem são; como veem o sindicato; como se relacionam com a política, etc.).

“Que essa próxima etapa da pesquisa possa nos ajudar a alterar esse perfil da nossa categoria – em que os jovens ainda representam uma parcela pequena dos sindicalizados – e trazer a juventude para a nossa profissão, com muita garra, disposição e disponibilidade para fazer valer o direito de cada cidadão e cidadãs à educação pública em nosso país, com os enfrentamentos necessários”, considerou o presidente da CNTE, Heleno Araújo.

Além das representações da CNTE, o lançamento da pesquisa contou com a participação da deputada estadual por Goiás, Bia Lima, da senadora Teresa Leitão (PT-PE), da deputada estadual por São Paulo, Professora Bebel, da secretária de Juventude da CUT, Cristiane Paiva, e dos representantes da Escola Nacional Paulo Freire, Rafael Versolato e Vitor Alcântara.

Clique aqui e confira matéria da CNTE na íntegra.

Matéria publicada, originalmente, no dia 05/07/2024

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Curso de Formação Continuada – confirmação de matrícula chega por e-mail hoje (7/8)

A Secretaria de Políticas Educacionais, responsável pelo Curso de Formação Continuada do Sinpro, divulga hoje, quarta-feira 7 de agosto, os nomes das pessoas selecionadas para os cursos de Elaboração de Projetos de Pesquisa e de Educação Especial na Perspectiva Inclusiva.

Quem fez a inscrição para o curso deve receber um e-mail informando se conseguiu ou não a vaga para o curso desejado. Se você não recebeu nenhum e-mail, verifique sua caixa de spam ou a lixeira. Para sanar dúvidas, entre em contato com Joelma pelo WhatsApp 99323-8140.

A primeira aula do Curso de Formação Continuada será presencial, e ocorre na próxima quarta-feira, 14 de agosto, na sede do Sinpro no SIG, às 19h. A presença é obrigatória, e a falta acarretará a perda da vaga.

Dia 15 de agosto, haverá uma segunda chamada para preenchimento das vagas que remanescerem por desistência ou por falta na primeira aula.

Os cursos terão duração de 120h, e se estenderão de agosto a dezembro de 2024. As demais aulas serão oferecidas na plataforma online do sindicato, de forma síncrona, de acordo com cronograma disponibilizado no AVA.

18 anos da Lei Maria da Penha

Neste 7 de agosto de 2024, o Brasil entende a urgência, a importância e a necessidade de leis como a Lei Maria da Penha, que protejam e amparem mulheres vítimas de violência doméstica. E quem nos demonstra isso, mais uma vez, é a farmacêutica Maria da Penha Maia Fernandes.

Por conta do suposto documentário sobre a vida de Maria da Penha, publicado por uma produtora de vídeos desinformativos, a farmacêutica precisou ser incluída, no início de junho, no Programa de Proteção aos Defensores dos Direitos Humanos do governo do Ceará.  Ela se tornou vítima de diversos ataques de extremistas da direita.

A ministra das Mulheres, Cida Gonçalves, pediu pessoalmente ao governador cearense Elmano de Freitas a inclusão de Maria da Penha no programa de proteção.

Uma vez que a escola é uma pequena amostra da sociedade, faz parte do trabalho que os educadores e educadoras levam para a escola o debate sobre a violência contra as mulheres, e assim tornar meninas conscientes da violência de que são vítimas, e meninos da importância de não normalizarem a violência contra meninas/mulheres.

O Sindicato dos Professores no Distrito Federal tem uma secretaria especializada em levar às escolas discussões para promover a conscientização de gênero, combate à exploração e ao abuso sexual infantil. A Secretaria de Assuntos e Políticas para Mulheres Educadoras faz esse trabalho, como o projeto Faça Bonito, que luta contra o abuso e a exploração sexual de crianças e adolescentes.

Atualmente, a legislação brasileira prevê, por meio do art. 26 da Lei nº 14.164 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), a aplicação de conteúdos relativos aos direitos humanos e à prevenção de todas as formas de violência contra crianças, adolescentes e mulheres, de modo adequado em cada nível de ensino.

A lei 11.342 de 2006, conhecida como Lei Maria da Penha, além de focar em punição a agressores, dá ênfase à prevenção e à proteção às vítimas. Essas características fizeram da Lei Maria da Penha referência mundial no combate à violência contra as mulheres.

Aqui no Distrito Federal, só em 2023 foram 78 tentativas de feminicídio e 34 casos fatais.

O documentário desinformativo dá voz ao agressor de Maria da Penha, seu ex-marido, que foi condenado, sentenciado, passou por todo o processo legal e teve direito a defesa. À agredida, vítima de duas tentativas de feminicídio, foram concedidos apenas 15 minutos.

É gritante o contraste entre a vanguarda da legislação brasileira e a mentalidade machista, ultrapassada e criminosa de certos setores da sociedade brasileira que insistem em diminuir, destruir e calar a existência das mulheres.

Dezoito anos depois, a Lei Maria da Penha se revela fundamental para a proteção das cidadãs brasileiras.

Hoje às 19h, o auditório do Sinpro recebe integrantes do Levante Feminista Contra o Feminicídio para debater esse importante marco na defesa dos direitos – e das vidas – das mulheres brasileiras. Não perca!

 

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Secretaria de Mulheres debate 18 anos da Lei Maria da Penha

A Secretaria de Assuntos e Políticas para mulheres educadoras do Sinpro realiza, no dia 7 de agosto às 19h, uma plenária com as integrantes do Levante Feminista Contra o Feminicídio para comemorar os 18 anos da Lei Maria da Penha.

As inscrições para a plenária começam dia 1º de agosto, e vão até o dia 7 de agosto, ao meio-dia, abertas a quem quiser participar.

A plenária contará com a diversas lideranças feministas para debaterem o assunto:

Gisele Cristine da Silva Dantas, Professora-formadora da rede educacional pública, nos Cursos Maria da Penha vai à Escola – SEE-DF/TJDFT, Psicóloga, Mestre e Doutora em Psicologia Clínica e Cultura pela Universidade de Brasília.

Sonia Reis, líder da Comunidade Cigana Romani Lovara do DF, servidora da SEE-DF, diretora da frente de Mulheres do Campo, do Cerrado e Entorno pela União Brasileira de Mulheres – DF, e coordenadora da Cufa em Brazlândia.

Renata Parreira é pedagoga, professora da SEE-DF, especialista em história e cultura Africana e Afrobrasileira e também em Direitos Humanos e Diversidade, com ênfase na EJA; é coordenadora do Movimento Março por Marielle – DF e entorno, dentre outros.

Ana Liési Thurler, Mestra em Filosofia, Doutora em Sociologia. Organizou, pelo Fórum de Mulheres do DF e Entorno, Ato em Memória de Thaís Mendonça, aluna da UnB, vítima de feminicídio, em julho 1987. Integrante do Levante Feminista Contra o Feminicídio-DF.

 

Levante Feminista presente

Durante a plenária, o coletivo Levante Feminista contra o Feminicídio apresentará dados, estatísticas e informações sobre os feminicídios no DF.

Para o Levante Feminista Contra o Feminicídio, as mortes violentas de mulheres mobilizam, movem, escandalizam, indignam. O feminicídio é um fenômeno social que manifesta toda a face perversa, cruel, letal da violência de gênero que recai sobre as mulheres ao longo de suas vidas. O feminicídio viola, mutila, aniquila corpos femininos e feminizados em um contexto social misógino, LGBTQIAPN+fóbico, racista, classista, capitalista, patriarcal.

A lei 11.342 de 2006, conhecida como Lei Maria da Penha, além de focar em punição a agressores, dá ênfase à prevenção e à proteção às vítimas. Essas características fizeram da Lei Maria da Penha referência mundial no combate à violência contra as mulheres.

O termo feminicídio surgiu no Tribunal Internacional sobre Crimes Contra a Mulher, em março de 1976, em Bruxelas. Somente em 2015, o Brasil aprovou a Lei do Feminicídio. Foi necessário inscrever o termo feminicídio no texto da lei, mas a lei, agora, precisa se enraizar, se incorporar à cultura e à vida social. Feminicídio é o descarte, é a expulsão da mulher de espaços vitais no âmbito da intimidade e, também, no âmbito dos espaços públicos, como feminicídios políticos de mulheres líderes comunitárias, casos de Dorothy Stang, Margarida Alves, Marielle Franco – dentre tantas outras.

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CEESAM 01 de Samambaia recebe visita dos Kamayurá

O Centro de Ensino Especial 01 de Samambaia (CEESAM 01 de Samambaia) recebeu a visita especial do povo originário da etnia Kamayurá, da Terra Indígena (TI) Parque Nacional do Xingu, localizada em Mato Grosso. A visita faz parte do projeto “Indígenas nas escolas”, idealizado pelas professoras Rosemeyre Maria Cruz de Medeiros, Claudimere Paulino e Cláudia Braga, e o professor Márcio Tenório. O projeto foi criado no CED Casa Grande do Gama em 2014.

Em consonância com o Dia 19 de Abril, o projeto reforça os ideais do Dia dos Povos Indígenas, em que, além de representar a resistência dos povos indígenas, celebra a ascensão à diversidade cultural.  “A visita às escolas elucida uma reflexão acerca das condições dos indígenas no nosso País e sobre a luta para a manutenção dos seus direitos. Os povos originários recebidos no CEESAM 01, são residentes da ONG Atini, localizada na Zona Rural do Gama, e a migração dessas quatro famílias ocorreu devido à necessidade de atendimento hospitalar de seus filhos, que nasceram com necessidades específicas”, informa a professora Rosemeyre Medeiros.

Recentemente, o CEESAM 01 de Samambaia prestou uma homenagem significativa aos povos indígenas do Xingu, em consonância com a Lei 11.645/2008. Os indígenas foram, calorosamente, recebidos na escola e compartilharam suas danças e outros aspectos culturais. Em gratidão, os(as) professores(as), orientadores(as) educacionais e funcionários(as) organizaram uma sexta-feira especial, promovendo uma ação solidária em reconhecimento à riqueza cultural dos povos originários.

Ela afirma que “a vivência ofertada [à escola] proporcionou aos estudantes e à comunidade escolar um momento riquíssimo, regado de conhecimentos que transcendem os conceitos estruturais, abordados nos livros didáticos e demarcados por essa sociedade, que [em sendo] excludente, desconhece as reais necessidades e a violência que essa população sofre”.

Rosemeyre informa, ainda, que a atividade representou um convite para conhecer a diversidade cultural indígena. “Na oportunidade, eles e elas relataram sobre suas vivências, danças, manejo e cultivo de alimentos, educação e arte, aspectos presentes na essência do povo brasileiro”, finaliza.

 

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