LIVE – Recomposição dos dias letivos nas rede pública do DF: tire suas dúvidas
Jornalista: Letícia Sallorenzo
A recomposição dos dias letivos paralisados acontecerá durante o mês de julho e mais cinco sábados do segundo semestre, conforme a circular 78, de 27 de junho de 2025. O Sinpro realiza uma live nesta segunda-feira (30/6), às 19:30h, para auxiliar na organização das escolas com relação à recomposição do calendário letivo.
Participam dessa live Cláudio Antunes e Vanilce Diniz, diretores do Sinpro, que vão tirar as dúvidas de professores(as) e orientadores(as) educacionais durante a Live.
A Live será transmitida ao vivo pelo Youtube e Facebook do Sinpro.
Prazo final para a prova de vida de aposentados e pensionistas nascidos em junho
Jornalista: Letícia Sallorenzo
O Sinpro lembra aos(às) professores(as), orientadores(as) educacionais aposentados(as) e pensionistas que fazem aniversário no mês de junho que o prazo para fazer a prova de vida termina nesta segunda-feira (30). Estes(as) educadores(as) devem ficar atentos e realizar o procedimento no mês do seu aniversário, uma vez que é uma comprovação anual obrigatória e necessária para o pagamento regular de aposentadorias e pensões.
O procedimento pode ser realizado de forma presencial, ou seja, o(a) beneficiário(a) pode ir pessoalmente a qualquer Agência do BRB ou pode fazer virtualmente, por meio do aplicativo disponível nas lojas da iOS e Android. Confira o procedimento virtual no final desta matéria.
Aplicativo Prova de Vida GDF
Criado durante a pandemia da Covid-19, o aplicativo Prova de Vida GDF oferece agilidade no atendimento e comodidade nessa tarefa anual. Para realizar a prova de vida por meio digital, os(as) aposentados(as) e pensionistas precisam baixar o aplicativo Prova de Vida GDF, inserir o CPF e confirmar alguns dados. Após essa etapa, serão solicitadas a captura do documento do(a) beneficiário(a) e uma foto selfie, com boa qualidade, tirada em ambiente bem iluminado.
Para finalizar, o(a) usuário(a) deve informar endereço, número do telefone celular e e-mail. Após preencher e enviar todas as informações, os(as) aposentados(as) receberão um e-mail com a confirmação do resultado da criação dessa conta (login) no aplicativo da prova de vida.
Outras formas de fazer a prova de vida
Aposentados(as) e pensionistas impedidos(as) de comparecer presencialmente em qualquer agência do BRB ou que não tenham acesso ao aplicativo, podem solicitar a visita domiciliar para fazer a prova de vida. O(a) mesmo(a) deverá anexar atestado médico comprovando a impossibilidade. Para beneficiário(a) com mais de 90 anos, também pode ser feita a solicitação pelo e-mail agendamento@iprev.df.gov.br. Brasileiros(as) que residem no exterior, a prova de vida deve ser encaminhada por meio de consulado ou da representação diplomática do Brasil no país em que reside. Basta encaminhar ao Iprev correspondência com declaração de comparecimento emitida pela representação do País com cópia dos documentos autenticados. Se o país onde reside não tiver representação, a pessoa deve acessar o Formulário Específico de Atestado de Vida disponível no site do Iprev: https://www.iprev.df.gov.br/prova-de-vida/
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28 de junho: Dia Internacional do Orgulho LGBTQIAPN+
Jornalista: Maria Carla
A principal luta da população LGBTQIAPN+ em todos os tempos é pelo direito de existir. A violência de gênero resulta em outras formas de violência, como a física, psicológica, patrimonial, política, dentre outras. Este ano, no Dia Internacional do Orgulho LGBTQIAPN+, comemorado em 28 de junho, o Sinpro reforça ainda mais a necessidade da reflexão sobre o direito humano à diversidade e a violação dos direitos humanos decorrente das desigualdades e discriminações de gênero.
“Este é um dia de muita reflexão e de muita luta pela garantia de direitos individuais e coletivos da população LGBTQIAPN+ — pelo direito de ser e de viver, pelo direito de existir, ter saúde, trabalho, família. O dia 28 de junho, para nós, é simbólico da nossa resistência em favor da nossa existência”, afirma Élbia Pires, diretora do Sinpro-DF.
A data foi instituída para incentivar e promover o respeito à diversidade. Com isso, além de celebrar as conquistas da população, ela também lembra que a luta pelo respeito às dissidências de identidades e de gênero, pelos direitos civis fundamentais e por políticas de combate à discriminação é permanente.
“O Dia Internacional do Orgulho LGBTQIAPN+ é uma data de reflexão sobre o direito humano à inclusão e ao respeito das dissidências de identidades e de gênero, estando diretamente ligada à promoção de uma educação inclusiva e cidadã que valorize a diversidade e combata todas as formas de preconceito”, destaca Ana Cristina Machado, diretora do Sinpro-DF.
Dados do Observatório de Mortes Violentas de LGBT+ no Brasil indicam que, em 2024, o Brasil continuou como o país com mais mortes violentas de pessoas LGBT+: 291 casos — sendo 273 homicídios e 18 suicídios, uma morte a cada 30 horas. O dado representa aumento de 8,83% em relação a 2023 e foi divulgado pelo Grupo Gay da Bahia (GGB), que realiza o levantamento há 45 anos.
Histórico
A origem do Dia Internacional do Orgulho LGBTQIAPN+ remonta a um episódio de repressão brutal contra pessoas homossexuais, transexuais, travestis e drag queens que frequentavam o bar Stonewall Inn, no bairro de Greenwich Village, em Nova York (EUA). O local era alvo frequente de batidas policiais que resultavam em agressões e prisões arbitrárias, até que, no dia 28 de junho de 1969, um episódio marcou um ponto de ruptura.
O confronto desencadeou uma série de manifestações que se estenderam por dias e ficaram conhecidas como a Revolta de Stonewall — símbolo da resistência e do início da luta organizada por direitos civis e igualdade para a população LGBTQIA+. O episódio também é lembrado como o Dia da Libertação da Rua Christopher e se tornou uma data histórica e emblemática para o movimento. O evento é celebrado anualmente em diversos países como o Dia do Orgulho LGBTQIAPN+.
Nota sobre o encerramento da greve da educação no DF
Jornalista: sindicato
A greve da educação pública do Distrito Federal começou sob ataque. O Governo do Distrito Federal tentou impedir o nosso direito legítimo de greve, buscando na Justiça a declaração de ilegalidade do movimento e impondo ao sindicato uma multa de R$ 1 milhão por dia.
Mas a categoria não se intimidou. Não aceitamos as ameaças de corte de ponto. Nos unimos, mais fortes do que nunca, para exigir respeito à educação e a apresentação de uma proposta que representasse avanços concretos para o conjunto do magistério.
Essa união foi nossa força. A adesão em massa, a presença nas ruas, os piquetes, as aulas públicas e os atos em defesa da educação mostraram o tamanho e a coragem de uma categoria que luta com consciência e determinação.
Na assembleia que aprovou o encerramento da greve, companheiros e companheiras aguerridos, de longa trajetória de luta, defenderam a continuidade do movimento. Essa divergência é legítima — e faz parte da vida democrática de uma categoria que pensa, debate e decide coletivamente.
Mas, por maioria, a assembleia compreendeu que recusar o acordo apresentado colocaria em risco avanços importantes arrancados com muita luta. O encerramento da greve foi aprovado com responsabilidade histórica, como um passo necessário para garantir as vitórias que seguem listadas:
– Envio à CLDF do projeto de lei com novos percentuais de titulação, dobrando os valores atuais: 10% para especialização, 20% para mestrado e 30% para doutorado, com efeitos salariais a partir de janeiro de 2026;
– Pelo menos 3 mil nomeações até dezembro de 2025, priorizando as áreas mais carentes da rede. Isso significa 3 mil vagas efetivas;
– Prorrogação do atual concurso público, que venceria em 27/07/2025;
– Novo concurso público para o magistério, com edital previsto para o primeiro semestre de 2026;
– Pagamento integral dos dias descontados, com lançamento de folha suplementar junto ao pagamento de julho;
– Reposição das aulas ainda no primeiro semestre, garantindo o recesso escolar do dia 28 de julho a 3 de agosto;
– Criação de uma mesa permanente de negociação, para discutir a reestruturação da carreira e outras pautas da categoria;
– Reconhecimento do atestado de acompanhamento para contratados(as) temporários(as) — conquista histórica da luta coletiva.
Esses avanços não foram dados: foram conquistados. Cada ato, cada cartaz, cada palavra de apoio, cada professor e professora, orientador e orientadora educacional que esteve conosco foi essencial para que esse acordo se tornasse possível.
Agora, é fundamental que nossa categoria se mantenha unida. Divergências fazem parte da luta, mas não podemos permitir que isso se transforme em divisão. O que nos une é maior: a defesa da nossa carreira, da escola pública e do direito de ensinar com dignidade.
Seguimos juntos e juntas, nas escolas e nas ruas. A luta continua.
Sinpro-DF – Em defesa da educação pública e de quem educa.
LIVE – Carreira Magistério será reestruturada: confira e tire suas dúvidas sobre a proposta
Jornalista: Luis Ricardo
O Sinpro realizará uma Live nesta sexta-feira (27/6), às 19h, para falar sobre a proposta de início da reestruturação da carreira do magistério público do Distrito Federal. Trazendo como tema Carreira Magistério será reestruturada: confira e tire suas dúvidas sobre a proposta, os diretores do Sinpro Cláudio Antunes e Letícia Montandon vão tirar as dúvidas de professores(as) e orientadores(as) educacionais durante a Live.
A Live será transmitida ao vivo pelo Youtube e Facebook do Sinpro.
Confira como ficam as reposições dos dias de greve
Jornalista: Leandro Gomes
Em reunião hoje (26/6) o Sinpro e a Secretaria de Educação (SEEDF) definiram os parâmetros para a reposição dos dias letivos utilizados durante a greve.
A recomposição do calendário será feita ao longo do mês de julho, em dias de semana, liberando os sábados, exceto o 5 de julho, que deverá ser utilizado como dia de reposição.
Os dias 7 e 8 de julho (dias móveis) também poderão ser utilizados para essa finalidade. No entanto, as unidades escolares que já tiverem usado essas datas deverão fazer a reposição em dois sábados: 12 e 19 de julho. Essa configuração visa garantir que os 16 dias letivos sejam compensados ainda no primeiro semestre.
A data do recesso escolar também foi alterada para os profissionais que fizeram greve: vai do dia 28 de julho a 3 de agosto. No entanto, o semestre letivo começa no dia 4 de agosto para toda a rede. Isso significa que os cinco dias letivos utilizados para o recesso deverão ser repostos por toda a categoria no segundo semestre: três no terceiro bimestre, e dois no quarto bimestre. A escolha das datas ficará a cargo de cada escola.
O restante do calendário escolar permanece sem alterações, terminando no dia 19 de dezembro.
Concurso público de 2022 é prorrogado. Vitória do movimento grevista
Jornalista: Luis Ricardo
Mais um ponto importante da proposta arrancada durante a greve da educação foi confirmado nesta quinta-feira (26/6) com a assinatura do Edital nº 23, que prorroga o prazo de validade do concurso público/2022 para o provimento de vagas e formação de cadastro reserva para os cargos da carreira magistério público e assistência à educação por mais dois anos. O prazo do certame venceria no dia 27 de julho.
Este é um item significativo na luta da carreira do magistério público por uma educação pública de qualidade.
Para o diretor do Sinpro Cléber Soares, a prorrogação do concurso público é importante para o fortalecimento da carreira, alcançada graças à unidade e mobilização dos(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais durante os 23 dias de movimento grevista. “Nossa luta é pelo respeito aos direitos da nossa categoria. A prorrogação do concurso de 2022 significa valorizar os professores, garantindo condições dignas e permanência no trabalho”, ressalta.
Além da concretização de pelo menos 3 mil nomeações conquistadas durante a greve, a prorrogação do concurso público por mais dois anos garante a possibilidade de avançar em mais nomeações durante este período.
Magistério em luta garante nomeações e afasta contingenciamento do GDF
Jornalista: Maria Carla
Por conta da luta da categoria, as 3 mil nomeações previstas no acordo de fim de greve do magistério público estão garantidas e não sofrerão os efeitos do decreto de contingenciamento de receitas públicas, divulgado pelo governado Ibaneis Rocha (MDB) nessa quarta-feira (25). A homologação do acordo de fim de greve no Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT), também nessa quarta, confirma as nomeações previstas para ser realizadas até dezembro deste ano.
O Sinpro confirma, mais uma vez, que se a categoria não tivesse unida na luta e na greve, hoje estaria entre as carreiras do serviço público que tiveram nomeações suspensas pelo decreto. A manutenção das nomeações no orçamento é uma das vitórias diretas dos 24 dias de movimento paredista. Além disso, é resultado da mobilização constante, forte, firme e contínua de uma categoria experiente, que tem histórico de luta diária em defesa de uma educação pública, gratuita e de qualidade e contra a precarização do trabalho docente.
Importante destacar que o Decreto nº 47.386, publicado em edição extra do Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) nessa quarta, prevê o contingenciamento de R$ 1 bilhão em despesas públicas e afeta diversas áreas do serviço público, notadamente as nomeações de pessoas aprovadas em concurso público. Graças ao acordo judicial fruto da greve, as nomeações do magistério foram resguardadas. Essa vitória significa reestruturação e valorização da carreira porque irá trazer profissionais efetivos(as) para o quadro de servidores(as) do magistério público, que, atualmente, resiste fortemente à precarização, com 60% da categoria formada por profissionais do contrato temporário.
Vale destacar que as 3 mil nomeações até dezembro deste ano garantirão estabilidade e demais garantias que a carreira no serviço público proporciona a professores(as) efetivos(as), que, há anos, aguardam a nomeação e que, inclusive, se submetem à contratação temporária para sua subsistência. Com as nomeações, esses(as) profissionais irão reforçar a continuidade da luta pela reestruturação da carreira, que inicia agora com a dobra dos percentuais de titulação para especialistas, mestres e doutores. Contudo, para assegurarmos a reestruturação na sua totalidade, a nomeação de mais professores(as) e orientadores(as) educacionais é, sem dúvida, um reforço fundamental.
Dentre os avanços deste movimento paredista, destacamos o compromisso assumido no acordo de fim de greve de realização de novo concurso público em 2026. Esse pleito encontrou forte resistência do governo Ibaneis. O Sinpro destaca que os resultados desta greve são frutos da ação coletiva da categoria, que enfrentou a intransigência inicial do governo Ibaneis com apoio da comunidade escolar, parlamentares e da sociedade do DF, e, dia após dia, numa demonstração de unidade, experiência e maturidade, garantiu avanços. A categoria segue, de agora em diante, o calendário de mobilização para acompanhar o cumprimento do acordo e aprofundar os debates e as ações pela restruturação da carreira.
Sinpro convida à solidariedade: doe sangue e ajude Daniel Gaio
Jornalista: Maria Carla
O Sinpro apela à solidariedade da categoria em favor da vida de Daniel Gaio, diretor nacional da Central Única dos Trabalhadores (CUT), que enfrenta um momento delicado de saúde e precisa, com urgência, de doações de sangue.
O sindicato convida a todos e todas a unirem forças e mostrar que a solidariedade é um dos maiores valores que professores(as) e orientadores(as) educacionais compartilham. Uma única doação pode salvar até quatro vidas — e, hoje, Daniel precisa de todos(as) nós.
A luta pela vida também se faz com pequenos grandes gestos de solidariedade e doação. Contamos com você!
Onde doar:
As doações devem ser feitas no Banco de Sangue de Brasília, localizado na SGAS 915 – Asa Sul, dentro do Centro Clínico Advance I (próximo ao Hospital DF Star).
No local, o(a) doador(a) deve informar o código 10491906 e nome do paciente: Daniel Machado Gaio.
Informações importantes:
Antes de doar, verifique os requisitos necessários. Todos os detalhes estão disponíveis no material informativo da campanha, ou diretamente no local da doação.
Categoria realiza assembleia geral nesta quarta (25)
Jornalista: Vanessa Galassi
Professores(as) e orientadores(as) educacionais se reunirão novamente em assembleia geral nesta quarta-feira (25/6), às 9h, no estacionamento da Funarte. Em greve desde o dia 2 de junho, a categoria avaliará as ações do movimento paredista até agora e definirá os próximos passos.
A greve tem recebido apoio de entidades sindicais, lideranças políticas e organizações da sociedade civil. A mobilização e a legitimidade do movimento grevista abriram caminho para negociação com o governador do DF, Ibaneis Rocha.
Nesta segunda (23/6), o chefe do Executivo se reuniu com a Comissão de Negociação do Sinpro. O encontro foi anunciado na própria segunda, após o deputado distrital Chico Vigilante participar de reunião com Ibaneis. Até o fechamento desta matéria, a reunião entre o governador e a Comissão de Negociação do Sinpro ainda não havia sido finalizada.
Arrecadação de agasalho
A assembleia desta quarta-feira (25/6) será também local de doação de agasalhos. A iniciativa integra a campanha Doação que aquece a luta, realizada pelo Sinpro-DF.
Casacos, blusas de frio, luvas, gorros, meias de qualquer tamanho poderão ser depositadas em uma caixa grande próxima ao local onde são retirados os cartões de votação.