Aniversário do Sinpro terá Zélia Duncan, Olodum, Revelação e DJ Chokolaty
Jornalista: Letícia Sallorenzo
Atenção, sindicalizadas(os)! Os grupos Olodum e Revelação e a cantora Zélia Duncan, estarão em Brasília no dia 23 de março para celebrar o aniversário do Sinpro! A partir das 19h, o Pavilhão do Parque da Cidade recebe a festa dos 45 anos de fundação do Sindicato dos Professores no DF, com o esquenta do DJ Chokolaty! A entrada é gratuita para você e seu(sua) acompanhante, contanto que você apresente a carteirinha de sindicalizado(a).
“O trabalho do sindicato é um trabalho de luta, contínua e ininterrupta. Mas, tão importante quanto a luta, é o momento de celebrar as conquistas e vitórias. Vamos celebrar 45 anos de conquistas, união e de relevância de um dos maiores sindicatos de Magistério do Brasil. Os 45 anos do Sinpro devem ser comemorados por todos nós, e por cada um e cada uma de nós”, afirma Bernardo Távora, coordenador da secretaria de cultura do sindicato.
Leilane Costa, da Secretaria de cultura, complementa: “Está é uma data muito importante pra nossa categoria. É o aniversário do nosso sindicato. Sindicato combativo, de luta e que juntamente com a nossa categoria teve muitas conquistas. Por isso é uma grande alegria celebrar cada ano de existência com muita música e alegria. Venham com amigos e família assistir aos shows que organizamos com muito carinho!”
“Festejar e celebrar a vida também é uma forma de resistência! Dia 23 de março é a hora de celebrarmos os expoentes da música brasileira e dançar muito, porque a gente merece! Cultura também é luta!”, lembra a diretora Fátima de Almeida, da secretaria de cultura.
O Sinpro vem recebendo várias denúncias de uma nova modalidade de golpe bancário: o cartão digital. Professores(as) e orientadores(as) educacionais correntistas do BRB relataram perdas de até R$ 40 mil, e criticam a negligência do banco para brecar a situação.
Segundo relato de uma professora, o golpe se dá da seguinte forma: o falsário faz uma conta digital chamada Nação BRB Fla em nome do correntista, mas com documentação falsa, inclusive com divergência de email e telefone. O BRB, detentor da folha de pagamento, não faz o alerta da transação aos correntistas. Ao contrário, ele unifica o cadastro das duas contas, e os falsários passam a ter os dados do correntista. Dessa forma, eles conseguem demandar a criação de cartões digitais, ainda que o(a) correntista não tenha cartão de crédito.
A professora alvo do golpe ainda relata que responsáveis pela gestão do BRB se eximiram do dever de solucionar a questão. Ela afirma que tem arquivado protocolos de atendimento, boletim de ocorrência, registro de envio de folhas de contestação ao banco. Tudo em vão. A única opção foi acionar o Tribunal de Pequenas Causas, onde ganhou sentença favorável, mas ainda aguarda que o BRB cumpra a determinação judicial.
O Sinpro orienta que a categoria fique atenta às transações bancárias e, a qualquer sinal de alteração, entre, imediatamente, em contato com o BRB, de preferência pessoalmente. O Sindicato ainda afirma que cobrará da direção do banco fiscalização acirrada das transações bancárias de seus correntistas, evitando fraudes e prejuízos.
IRPF | GDFNET libera comprovante de rendimento; garanta prioridade na restituição
Jornalista: Vanessa Galassi
Já está disponível no portal do Servidor do Governo do Distrito Federal (https://gdfnet.df.gov.br/) o comprovante de rendimento 2024/2023 para declaração do Imposto de Renda de Pessoa Física. Neste ano, o início da declaração será dia 15 de março. Professores(as) e orientadores(as) educacionais que quiserem prioridade no recebimento da restituição do IRPF devem ficar atentos(as) ao prazo.
Pessoas cuja maior fonte de renda seja o magistério estão na lista de prioridade para recebimento da restituição do imposto de renda, após contribuintes idosos com idade igual ou superior a 80 anos, além de idosos com idade igual ou superior a 60 anos, pessoas com deficiência ou moléstia grave.
O calendário da restituição começará no final de maio e terá 5 lotes. O 1º lote será no dia 31 de maio; o 2º, dia 30 de junho. Já o 3º lote está agendado para 31 de julho. Em seguida, o 4º lote será no dia 31 de agosto. Por último, o 5º lote, programado para 29 de setembro.
O prazo para declaração do Imposto de Renda de 2024 vai até o dia 31 de maio.
Veja como baixar o informe de rendimentos no Portal do Servidor.
3) Ao entrar no portal, no menu à esquerda você vai ver a opção “Comprovante de rendimentos”, escrita duas vezes. Clique no link de baixo.
4) Clique em “Consultar”.
5) Uma nova aba vai se abrir no seu navegador. Nessa aba, estará o documento com o seu informe de rendimentos. Clique em imprimir ou em salvar como PDF.
APÓS PRESSSÃO DO SINPRO-DF, GDF ANUNCIA NOVO CONCURSO E NOMEAÇÕES DE 2022
Jornalista: sindicato
A campanha dos professores(as) e orientadores(as) educacionais do ensino público do Distrito Federal fez o governo agir. Em entrevista ao CB.Poder nesta terça(20), a secretária de Educação do Distrito Federal (SEE-DF), Hélvia Paranaguá, disse que o governo convocará os 3,2 mil docentes do cadastro reserva aprovados no último concurso, realizado em 2022, e realizará novo certame, ainda em 2024, para a seleção de mais servidores efetivos para o ensino público do DF.
Desde a suspensão da greve de 2023 a categoria está mobilizada pelo pleno cumprimento dos compromissos estabelecidos pelo GDF no acordo que suspendeu a greve em 2023. Entre as reivindicações, destaca-se a nomeação de todos os aprovados e aprovadas no concurso de 2022, tanto para as vagas imediatas quanto para o cadastro reserva. O ano letivo de 2024 teve início com ato que reuniu mais de 2 mil pessoas na Rodoviária de Brasília, a campanha está presente nas ruas, nas redes sociais e na TV aberta, fortalecendo a pressão pela efetivação dos direitos dos(as) trabalhadores da educação.
Ao CB.Poder, a secretária de Educação afirmou ainda que o cronograma de nomeação dos aprovados em 2022 foi encaminhado nesta segunda (19) para a Secretaria de Economia, e que serão nomeados 3.224 mil servidores (aprovados e cadastro reserva). A apresentação do cronograma é resultado de pressão do Sinpro-DF, que, entre outras ações, acionou o Tribunal de Contas do DF para que a pasta se manifestasse quanto à contratação de professores(as) temporários e à falta de cronograma de nomeações dos(as) aprovados(as). O cronograma prevê a nomeação dos aprovados a partir de março e nos meses de maio e junho.
Outros pontos do acordo que ainda não foram cumpridos pelo GDF são a autorização para pagamento de pecúnia; a incorporação do auxílio-saúde para aposentados(as) sem paridade; o pagamento de acordo com a formação acadêmica para professores em contrato temporário; a ampliação de carga horária; e o aproveitamento do tempo de serviço dos(as) professores(as) em contrato temporário, ao assumirem uma vaga efetiva. O ano de 2024 começou para o Governador Ibaneis Rocha com a quebra de um dos itens do acordo de greve: a garantia de participação remunerada dos professores em regime de contrato temporário na Semana Pedagógica.
A falta de compromisso do governo com a categoria e com o ensino público se reflete nos problemas enfrentados pela comunidade escolar neste ano letivo, que se deparam com salas de aula superlotadas, escolas com a necessidade de reformas urgentes, ameaça de falta de merenda. O ensino público vive o colapso na Educação de Jovens e Adultos, a ausência de garantias para atendimento de estudantes especiais e a falta de vagas em creches.
Em pauta, estão o cumprimento dos acordos de greve; a atualização da pauta de reivindicações; o calendário de lutas 2024; e a educação pública de qualidade. É fundamental a participação de todos e todas: profissionais efetivos e em contrato temporário, da ativa e aposentados(as), além dos(as) que aguardam nomeação.
Participe da pesquisa do Sinpro para atualizar o perfil da categoria
Jornalista: Luis Ricardo
O Sinpro está fazendo uma pesquisa que tem o objetivo de atualizar o perfil da categoria magistério público do Distrito Federal. Além dos(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais filiados(as) ao sindicato, todos(as) aqueles(as) que tiverem interesse em participar podem fazê-lo clicando abaixo:
A pesquisa também poderá ser feita por telefone, WhatsApp ou e-mail. Aqueles(as) que forem contatados, seja profissional efetivo(a) ou em contrato temporário; da ativa ou aposentado(a); afastado(a) para estudos ou por atestado médico; lotado(a) nas coordenações regionais ou outros órgãos administrativos, colabore respondendo o questionário.
A pesquisa é uma ferramenta importante para que o sindicato atualize suas informações sobre a categoria, que, nos últimos anos, sofreu alterações significativas em sua composição. Com isso, o Sinpro será mais capaz de atender às necessidades e anseios de professores(as) e orientadores(as) educacionais no DF.
Ensino na língua materna facilita aprendizagem e preserva a diversidade cultural
Jornalista: sindicato
Neste 21 de fevereiro, o mundo celebra o Dia Internacional da Língua Materna, uma data que destaca a importância da diversidade linguística e cultural, bem como a necessidade de preservação das línguas em face do risco de extinção. Segundo a Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura (Unesco), mais de 7 mil línguas foram registradas em todo o mundo, das quais 6.700 são faladas por povos indígenas.
O Atlas Mundial das Línguas em Perigo, produzido e publicado pela organização, revela que aproximadamente 2,5 mil línguas correm o risco iminente de desaparecimento, a maior parte delas, indígenas. De acordo com a documentação, existem 180 línguas indígenas faladas no Brasil. Em 2022, apenas 10 municípios brasileiros possuíam línguas indígenas reconhecidas como co-oficiais, segundo levantamento do Instituto de Investigação e Desenvolvimento em Política Linguística (IPOL).
Para a Unesco, a educação multilíngue, baseada na língua materna ou primeira língua, especialmente na educação infantil, é a melhor ferramenta para garantir a preservação e valorização das diversas línguas e culturas entre os povos. Apesar da Constituição Federal assegurar aos indígenas o direito ao ensino em português e em suas línguas maternas, o ensino bilíngue não é uma realidade no país, que conta com uma população de 1.6 milhões de pessoas indígenas (Censo IBGE/2022).
A carência de escolas indígenas e bilíngues ficou evidente no Censo Escolar de 2022. Das 178,3 mil escolas de ensino básico, 1,9% (3.541) estão localizadas em terra indígena; e 2% (3.597) oferecem educação indígena por meio das redes de ensino. Voltadas ao ensino fundamental, são 1,95% (3.484 escolas) em territórios dos povos originários. Diante do cenário, em 2023 o Ministério da Educação (MEC) anunciou que vai adaptar suas metodologias estatísticas sobre os povos e comunidades no Censo Escolar, com o objetivo de criar políticas públicas que deem mais equidade à educação pública do país.
O Distrito Federal enfrenta desafios significativos em relação à preservação das línguas e culturas indígenas, como ressaltado pelo advogado indígena Arão da Providência Guajajara, da comunidade do Bananal, localizada no setor Noroeste. Em entrevista ao Sinpro-DF, ele destacou as dificuldades no aprendizado em outra língua. “A escolarização convencional em português é extremamente difícil para quem domina só a língua tupi-guarani. Uma tortura. A falta da escolarização na língua materna indígena significa que se fala, mas não se escreve.”, lamentou, na semana nacional dos povos indígenas. No Distrito Federal não existem escolas bilíngues em tupi-guarani.
Para a Unesco, o ensino no idioma, que se fala, facilita acesso e inclusão na aprendizagem de pessoas que se expressam em línguas não dominantes, de grupos minoritários e línguas indígenas, aponta a Unesco. A organização destaca que é uma ferramenta fundamental para capacitar os indivíduos em situações vulneráveis, como povos refugiados, e promover um futuro inclusivo e sustentável.
De acordo com a Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal (SEE-DF), em 2023, foram atendidos 120 estudantes de povos indígenas matriculados na rede pública de ensino do DF, sendo 51 da etnia Guajajara e 69 da etnia Warao, refugiados da Venezuela. Até o ano passado, as crianças a etnia foram acolhidas em escolas da rede pública no Paranoá e em São Sebastião e receberam o apoio linguístico de universitários do Departamento de Linguística da UnB, professores de espanhol da rede de ensino e, além de educadores sociais voluntários da comunidade.
Quantos alunos tem na sua sala? Basta de superlotação! Participe da campanha
Jornalista: Letícia Sallorenzo
Nesta semana em que se iniciam as aulas do ano letivo de 2024, mais uma vez não se vislumbra, por parte do governador Ibaneis Rocha, nenhuma iniciativa para resolver o problema da superlotação das escolas da rede distrital. Continuamos com aumento no número de alunos por sala de aula em até 60% do recomendado pelo PDE. Ou seja: salas superlotadas, com crianças e jovens amontoados em espaços mal ventilados.
Basta de descaso! Reduzir o número de estudantes por turma e encaminhar com urgência as nomeações do concurso de 2022 é fundamental para fortalecer a escola pública! A qualidade do ensino para investir no futuro das nossas crianças e adolescentes depende disso!
Mais uma etapa da campanha contra a superlotação
O Sinpro fortalece a luta contra a superlotação nas salas de aula, e convida professores e professoras (efetivos(as) e do contrato temporário), além de orientadores(as) educacionais a, juntos, denunciarmos o descaso de Ibaneis e Hélvia com a educação, em mais uma etapa de sua campanha.
Foram confeccionadas placas para denunciar a superlotação nas salas de aula. Solicite à diretora ou ao diretor do Sinpro que atende a sua escola uma placa, escreva com pincel de lousa o número ideal de alunos da sua turma e quantos existem de fato. Tire uma foto da placa presa perto da porta da sua sala de aula e envie a imagem (com o nome da escola, regional, e a turma em que você leciona) para imprensa@sinprodf.org.br
Se preferir baixar o arquivo e imprimir você mesmo a placa, o PDF está disponível no botão abaixo
Sua turma está lotada? Sua escola está acima da capacidade? Entre em contato conosco pelo imprensa@sinprodf.org.br e conte-nos a situação.
Descaso absoluto
Não se faz educação de qualidade sem condições de trabalho, no mínimo, adequadas para professores e professoras. Turmas superlotadas causam prejuízos para o processo de aprendizagem de estudantes e para a saúde física e psíquica de profissionais em sala de aula. Por isso, o Sinpro-DF vem insistindo em rediscutir a estratégia de matrícula adotada por Ibaneis e Hélvia, que nitidamente, não é bem-sucedida. A negligência com estudantes da rede pública de ensino, que têm seus direitos à educação de qualidade, laica, inclusiva e socialmente referenciada sucessivamente negados pelo Poder Executivo, faz com que o GDF retroceda 17 anos em política educacional.
As queixas de escolas e professores(as) por superlotação de turmas se estende por todas as regionais de ensino. Mas há casos ainda mais graves, como São Sebastião, com uma população que cresceu muito e o Estado não se fez presente nesse crescimento.
“Praticamente todas as turmas estão extrapolando o máximo de alunos estabelecidos na estratégia de matrícula 2024”, conta a gestora do CEI 01 de São Sebastião, Cleyde Cunha Sousa, que completa: a composição das integrações inversas e classes especiais também estão atendendo estudantes além do previsto. E, mesmo assim, faltam vagas e salas para dar conta da demanda na região. “São Sebastião teve um aumento significativo no número de moradores sem a construção de novas escolas dentro da cidade. Diariamente, seja na escola presencialmente ou no meu WhatsApp, recebo pessoas da comunidade à procura de vagas e sem saber o que fazer por não conseguir em nenhuma escola de educação infantil”, conta Cleyde.
A gestora do CEI 01 aponta o descaso com alunos(as) especiais: “Mesmo com fundamentação pedagógica de uma equipe que conviveu ao longo do ano com o estudante (professor regente, Equipe de apoio, sala de recursos, coordenação pedagógica, equipe gestora) tivemos casos significativos indeferidos e as crianças sumariamente “jogadas” em classes de integração inversa com mais alunos do que o previsto e sem a quantidade adequada de profissionais para acompanhamento.
“Tenho colegas com três alunos especiais em sala. Tivemos turmas fechadas no ano passado, e hoje há turmas com 20 alunos pequenos, em alguns casos com 3 crianças com de Transtorno do Espectro do Autismo (TEA) numa única turma”, conta Ana Paula Aguiar, professora da EC 01 do Lago Sul.
É lei!
A lei que rege o número de alunos que cada turma deve ter é o Plano Distrital de Educação. Foi aprovado na CLDF, após intenso debate de professores(as), alunos(as) e governantes. A Lei 5.499/2015 prevê que o número de crianças por sala de aula deve seguir o disposto pela Conferência Nacional de Educação de 2010. A instância indica turmas com até 13 crianças de 3 anos e, no caso de estudantes de 4 e 5 anos, turmas com, no máximo 22 crianças.
“É imperativo que o governador Ibaneis Rocha respeite a capacidade máxima das salas de aula. O excesso de estudantes nas salas de aula compromete o processo pedagógico, dispersa crianças e jovens, deixa nossos e nossas profissionais com sobrecarga de demandas e, nos dias mais quentes, submete seres humanos a condições degradantes, que sofrem com o calor e a baixa ventilação.”, aponta a diretora do Sinpro, Márcia Gilda.
Nos próximos dias, o Sinpro inicia uma série de posts denunciando os casos de superlotação das escolas. Envie o seu depoimento!
Pagamento: professor(a) de contrato temporário acompanhe as orientações
Jornalista: sindicato
Para garantir o recebimento de seus salários e benefícios, é imprescindível que os professores temporários estejam atentos às diretrizes estabelecidas pela Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal (SEEDF). Em particular, o Sinpro-DF ressalta a importância de os profissionais confirmarem junto às suas escolas se o pedido de exercício foi efetivamente registrado.
A escola deve entrar no sistema que gerencia a contratação temporária e fazer o procedimento de dar o exercício para os(as) professores(as) na instituição. Caso a escola entre no sistema e não faça a solicitação, o(a) professor(a) não estará incluído e não receberá o pagamento. Este é um dos principais motivos que levam o(a) professor(a) temporário(a) a não receber o pagamento.
Veja, abaixo, outros procedimentos imprescindíveis para não ter problemas relacionados à carência, auxílio alimentação, pagamento e das respectivas cargas horárias.
Carência
Assim que o(a) professor escolher e assinar a carência na Regional de Ensino, ele(a) deve comparecer na escola e verificar se de fato a carência que ele bloqueou, existe.
Deixar os dados e contatos (telefone, whatsapp) na escola. Se alguma coisa mudar na modulação da escola, que ela possa assim avisá-lo(a), pois às vezes a carência deixa de existir com a alteração na modulação. Portanto o(a) professor(a) precisa ser imediatamente avisado(a), para ir o quanto antes na Regional de Ensino e tentar outra carência.
Auxílio-alimentação
O Sinpro-DF pede que os(as) professores(as) em regime de contratação temporária fiquem atentos(as) à solicitação do pagamento do auxílio alimentação. Aqueles(as) que já bloquearam a carência devem solicitar o benefício através do novo sistema eletrônico, o SISPE. O valor do benefício é de R$ 640.
O Sinpro-DF orienta os(as) professores(as) temporários(as) a confirmarem se a escola fez a solicitação. Apenas nesse caso, não será necessário abrir uma nova demanda no Sistema.O Sindicato destaca ainda a importância de realizar o procedimento para garantir o recebimento do subsídio.
O acesso será feito utilizando as credenciais do Gov.br para garantir a autenticidade da solicitação, dispensando a necessidade de solicitar acesso externo ao SEI.
Instruções para a solicitação do Auxílio Alimentação:
*Apenas para professores(as) temporários(as) que já bloquearam carência
É essencial que o(a) professor(a) olhe no Khronos qual é a carga/grade horária em que ele(a) está lançado(a). Por exemplo, se tem uma carga horária (na área específica) de 26 aulas, lá tem que ter exatamente, bem desenhadas, as 26 aulas na grade. Se não estiver lançado de forma adequada, o pagamento virá errado.
Se o(a) professor(a) tiver alguma alteração a qualquer momento do ano (por exemplo, aumentou de 26 para 30 aulas), se não colocar no Khronos as 30 aulas, ele(a) não recebe pelas 30 aulas.
Primeiro dia de trabalho
O(a) professor(a) precisa se apresentar e entrar em exercício no primeiro dia de trabalho. Caso isso não ocorra, ele vai pro final da fila. E o(a) professor(a) também não pode apresentar atestado médico neste primeiro dia, senão ele(a) também perde a carência.
Planilha de Cálculo de Remuneração
O Sinpro já disponibilizou a planilha que calcula a remuneração de contrato temporário de 2024 com as atualizações para a nova tabela salarial (que entrou em vigor em janeiro de 2024). Na mesma planilha, ela também vai calcular o salário a partir de julho, com as alterações que ocorrerão na folha).
Ala da Educação do Sinpro desfila no sábado no Cruzeiro
Jornalista: Letícia Sallorenzo
O Sinpro convida a categoria para o desfile de rua da Associação Recreativa Unidos do Cruzeiro (Aruc). O desfile, na tarde do sábado de carnaval (10/2), terá a ala da Educação. A partir das 15h, a Avenida das Mangueiras vai receber o grande carnaval de rua da Escola de Samba do Distrito Federal. Professores(as) e orientadores(as) estão convidados para desfilarem o tema-enredo: “Dinâmico R, o super-herói do Cruzeiro encontra Garuquinho, a mascote da ARUC”
Venha e garanta seu abadá exclusivo para junto da população do DF lutarmos por educação pública, gratuita, democrática e de qualidade social e denunciar o descaso de Ibaneis com professores(as) e orientadores(as) educacionais – e, de quebra, com estudantes.
A concentração será atrás do SuperVeneza (Q. 811) a partir das 15h. O desfile começa às 16h, seguindo pela contramão da via que separa o Cruzeiro Velho do Cruzeiro Novo até a Feira Permanente.
Além da ala da educação, vai ter de tudo: bateria e cantores, passistas, corte, casais de Mestre-Sala e Porta-Bandeira. A ARUC vem com tudo para o carnaval em seu território. Viva o Cruzeiro!
Na tarde desta terça-feira, (6/2), o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Alexandre de Moraes, deu posse à jurista Vera Lúcia Santana Araújo como a segunda mulher negra a assumir uma cadeira de ministra da Suprema Corte Eleitoral. Ela passa a ocupar, como ministra substituta, uma das duas vagas destinadas à classe de juristas, durante um biênio, podendo ser reconduzida por igual período.
“É para nós todos, do Tribunal Superior Eleitoral, e para mim, como presidente, um grande orgulho poder dar posse a Vossa Excelência, na nossa gestão compartilhada, minha e da ministra Cármen Lúcia, como vice-presidente. Tivemos a possibilidade histórica de dar posse às duas primeiras ministras negras do TSE. Nós temos certeza que Vossa Excelência muito engrandecerá a atuação do TSE, que está muito feliz com sua posse”, lembrou o ministro Alexandre de Moraes.
Com a nomeação de Vera Araújo, o TSE passa a contar com duas ministras negras substitutas, pertencentes à classe dos juristas. Além de Vera, a doutora Edilene Lôbo havia tomado posse no dia 8 de agosto de 2023.
Junto com Vera, também tomou posse Ricardo Villas Bôas Cueva, da cota de ministros substitutos do Superior Tribunal de Justiça.
Lista tríplice 100% feminina
O nome de Vera Araújo foi escolhido pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em dezembro do ano passado, a partir de uma lista composta também por Marilda de Paula Silveira e Daniela Lima de Andrade Borges. A indicação de ministras e ministros juristas ao TSE cabe à Presidência de República, que escolhe um dos nomes que constam de lista tríplice aprovada pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
Vera Lúcia Santana Araújo é da Executiva Nacional da ABJD e também compõe a Frente de Mulheres Negras do Distrito Federal e Entorno (FMNDFE). Filha de professora e neta de lavadeira, Vera Araújo afirma que educação foi a chave para que pudesse buscar objetivos maiores num contexto em que a população negra é quase sempre excluída.
Durante a faculdade de Direito, fez estágio na defensoria pública, o que deu fôlego e desenvoltura necessários para seguir em frente como advogada. Desde o início de sua atuação, denuncia e faz enfrentamento ao racismo na sociedade e à falta de representatividade de negras e negros no Judiciário.
Para ela, a luta contra o racismo vai além da militância e é obrigação de toda a sociedade brasileira. Se não for assim, o país não terá uma verdadeira democracia.
“Vermos duas mulheres negras compondo a mais alta corte eleitoral do país é motivo de alegria e esperança, pois temos duas pessoas capazes de se sensibilizarem com relação às questões inerentes ao gênero”, lembra a coordenadora da Secretaria de Assuntos e Políticas para Mulheres educadoras do Sinpro, Mônica Caldeira. Márcia Gilda, da secretaria de Assuntos de Raça e Sexualidade do Sinpro completa: “também temos dois exemplos em quem as meninas negras podem se espelhar, e podem desejar: se eu quiser, eu posso ser ministra do Tribunal Superior Eleitoral”.
O Tribunal Superior Eleitoral é atualmente composto por cinco ministros e duas ministras titulares. Três são provenientes do STF (ministros Alexandre de Moraes, o presidente, mais a vice-presidente Carmem Lúcia e o ministro Kássio Nunes Marques); outros dois vêm do Superior Tribunal de Justiça (ministro Raul Araújo, atual corregedor eleitoral, e ministra Isabel Galotti), e outros dois são advogados (Floriano de Azevedo Marques e André Ramos Tavares).
Nessa mesma proporção, existe uma lista de ministros substitutos oriundos do STF (André Mendonça, Dias Toffoli e Gilmar Mendes), do STJ (Antonio Carlos Ferreira e, a partir de ontem, Ricardo Cueva) e da advocacia (Edilene Lobo e, a partir desta terça-feira, Vera Lúcia Araújo).