EC Cachoeirinha realiza chá literário e manhã de autógrafos nesta neste sábado (9)

A Escola Classe Cachoeirinha de São Sebastião (EC Cachoeirinha) irá realizar, neste sábado (9), entre 8h30 e 11h, o chá literário e a manhã de autógrafos dos(as) seus(as) estudantes. A escola convida a todos(as) para participar deste “momento único em que celebra a leitura, a escrita, o protagonismo infantil e o trabalho dos profissionais de educação que auxiliaram mais de 122 estudantes a se transformarem em autores de seus próprios livros”.

A escola destaca que o convite é extensivo a toda a comunidade escolar e que se trata de um dia fundamental para o encerramento de um projeto significativo para as crianças e para a comunidade escolar em São Sebastião. O chá literário e a manhã de autógrafos é o resultado final de um projeto literário, realizado pela primeira vez, neste ano letivo de 2023: o Projeto Estante Mágica, que a EC Cachoeirinha aderiu recentemente pelas mãos de Dayse Ulisses da Silva, professora de Atividades e do contrato temporário.

Leitura e escritura: instantes mágicos com viagem única a cada história lida

Há 10 anos ela atua na EC Cachoeirinha e, este ano, apesar de ser do contrato temporário, ou seja, sem a estabilidade necessária para desenvolver um projeto pedagógico, ela ousou a arriscar e, com o apoio da direção e dos(as) demais professores(as) conseguiu materializar a parceria com a Estante Mágica, o que resultou em 122 livros escritos pelos(as) estudantes das turmas e 5ª Série.

“A ideia surgiu com a experiência da minha filha, que estuda em uma escola particular e algumas vezes participou do projeto estante Mágica pela escola. Vendo a empolgação dela na realização do livro, onde ela escreveu o próprio livro e fez suas ilustrações, me despertou o interesse de tentar proporcionar essa experiência para os estudantes da escola que trabalho, que é uma escola rural que atende alunos oriundos dessa comunidade”, conta.

Após uma pesquisa na Internet, Dayse descobriu que o projeto Estante Mágica apoiava escolas públicas, dando a elas a oportunidade de inscrever os(as) estudantes para produzirem livros sem custo financeiros e proporcionando a eles(as) a chance de terem um livro digital. Ela cadastrou a EC Cachoeirinha, uma escola rural, que já possuía, no seu Projeto Político-Pedagógico (PPP) um subprojeto de leitura, o que casou perfeitamente com o Estante Mágica.

“Foi um sucesso e resultou em uma produção individual de escrita e ilustração de livros. Para a produção dos livros contamos com a participação das famílias para fazer biografia dos estudantes. O projeto culminou com os 122 livros escritos, todas as crianças têm seu livro digital, as turminhas da Educação Infantil 1º e 2º Período e o (BIA),1º, 2º e 3º Ano, fizeram as histórias, juntamente com as professoras da turma, e cada uma fez sua própria ilustração. Já os alunos das turmas de 4º e 5º Ano fizeram suas próprias histórias e ilustrações”, conta Dayse.

Ela informa que, depois dos livros prontos, os pais que quiseram comprar o livro físico do(a) seu(a) filho(a), tiveram a oportunidade de compra-lo diretamente no site da Estante Mágica. “Contudo, infelizmente, somente 55 dos 122 estudantes puderam comprar os livros. E, para que acontecesse o dia do chá literário e autógrafos dos livros, todos os estudantes precisariam de adquirir os livros físicos. Foi aí surgiu a ideia de imprimir os 67 livros restantes para que nosso projeto terminasse conforme planejamos”, disse.

Dayse afirma que o projeto contou com o comprometimento de todos e todas: professores e professoras, estudantes e suas famílias. “Todos estavam empolgados e felizes na produção desse trabalho. Enfim, nosso projeto já tem data marcada para o lançamento dos livros, que será o chá literário e autógrafos dos livros de todos os estuantes será dia 09/12/2023, das 8h às 11h30”.

A professora ensina que “o mundo da leitura proporciona ao leitor e à leitora uma viagem única a cada história lida, pois desenvolve a criatividade, a imaginação, a comunicação, o senso crítico e habilidade na escrita. A cada livro novo temos a oportunidade de conhecer não só a história criada, mas também um pouco sobre a vida de quem a criou. Pensando nisso, nada melhor que ser o próprio autor de suas histórias”, finaliza.

I FESTIVAL DE CURTAS DO SINPRO | Júri Popular: vote dias 6 e 7/12

A votação por Júri Popular dos curtas-metragens selecionados para o I Festival de Curtas do Sinpro-DF – Adélia Sampaio começa nesta quarta-feira (6/12) e vai até quinta-feira (7/12). Qualquer pessoa pode participar. Basta clicar no link https://sinpro25.sinprodf.org.br/votacao-i-festival-de-curtas-do-sinpro-df/

Na votação por Júri Popular, cada pessoa poderá escolher apenas um dos 22 curtas-metragens selecionados pela Comissão Julgadora do I Festival de Curtas do Sinpro-DF. Não será possível votar em mais de um curta, mesmo que sejam de categorias distintas. (Veja lista completa AQUI) Antes de escolher o curta predileto, a pessoa participante poderá assistir às obras no próprio ambiente digital de votação. Basta clicar em cima do nome do filme.

Os 22 curtas-metragens serão exibidos no dia 13 de dezembro, a partir das 14h, no Cine Cultura, quando será anunciado o melhor filme de cada categoria e o mais bem avaliado pelo Júri Popular. A cineasta Adélia Sampaio participará da solenidade de premiação.

Premiação
Nesta 1º edição do Festival de Curtas do Sinpro-DF – Adélia Sampaio, o tema escolhido foi: “Para ser libertadora, a educação precisa ser antirracista”. Por isso, um dos critérios considerados pela Comissão Julgadora na escolha dos filmes foi a correlação com a temática, além da originalidade e criatividade do roteiro; coerência da trama e sua capacidade de envolver o espectador; fotografia; ritmo e fluidez da edição.

Será premiado o melhor filme de cada uma das seguintes categorias: Ensino Fundamental; Ensino Médio; Educação de Jovens e Adultos (EJA); Educação do Sistema Socioeducativo ou do Sistema Prisional. Também terá premiação o curta mais votado pelo Júri Popular.

O prêmio para cada um dos(as) vencedores(as) será de R$ 2 mil e troféu. Também serão premiados(as) os(as) professores(as) ou orientadores(as) educacionais que acompanharam a produção do curta vencedor em cada categoria selecionada pela Comissão Julgadora e pelo Júri Popular. O prêmio será de R$ 1 mil.

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Dia Cultural do CEF 01 de Brasília e a culminância de 2023

O Centro de Ensino Fundamental 01 de Brasil (CEF 01 de Brasília) aproveitou o Mês da Consciência Negra para inaugurar um novo projeto: o Dia Cultural. Trata-se do momento da culminância dos trabalhos acadêmicos, desenvolvidos durante o ano letivo, e que tiveram como ponto focal a cultura antirracista. O Dia Cultural foi realizado no dia 29 de novembro.

“Foi pensado para materializar a culminância dos trabalhos desenvolvidos durante o ano letivo. Por isso não foi abordado somente o Dia da Consciência Negra, mas para trazer toda a questão dos valores antirracistas, culturais, sociais etc. Tudo o que foi trabalhado durante o ano letivo. O dia 29 de novembro foi marcado para a apresentação dos trabalhos selecionados, produzidos pelos professores e estudantes, tendo como ponto focal a cultura antirracista”, explica Deborah Orlandini, professora de biologia readaptada e supervisora da escola.

Segundo ela, esse projeto é inédito e faz parte da proposta pedagógica da escola. Com ele, a equipe de professores(as) trabalha os valores, os temas transversais do currículo em todas as disciplinas e, há também, uma parte diversificada: um projeto desenvolvido em parceria com o Ministério Público intitulado “Na Moral”, que também trabalha com o tema dos valores.

Além disso, tem também o objetivo de observar as práticas exitosas que os(as) professores(as) realizam em sala de aula, como, por exemplo, os pequenos projetos feitos nas disciplinas que resultaram no grande projeto apresentado nesse momento de finalização, que é uma mostra de trabalhos feita para mostrar à comunidade escolar o que tem sido feito na escola.

Todas as turmas de 6º, 7º, 8º e 9° Anos participaram e todos(as) os(as) estudantes apresentaram seu trabalho de alguma forma. A escola foi premiada e, no Dia Cultural, contou com o estande do projeto Na Moral, feito em parceria com o Ministério Público do Distrito Federal e Território (MPDFT) e a Secretaria de Estado da Educação (SEE-DF). O Na Moral também mostrou sua culminância.

“Trata-se de uma atividade incluída na Parte Diversificada 3 e desenvolvida, principalmente, pela disciplina educação física. Nesta edição do Dia Cultural, a professora de educação física trabalhou o projeto Na Moral com os(as) estudantes. O Na Moral é um projeto feito pelo MPDFT em parceria com a Secretaria de Estado da Educação do DF e trata dos valores e tem várias missões que os(as) estudantes devem cumprir dentro desse projeto”, explica a professora.

Ela também diz que “uma das coisas interessantes desse projeto é que o tema principal do Na Moral está dentro do conteúdo dos nossos temas transversais, mas ele ficou na Parte Diversificada. Resumindo, o nosso tema do Dia Cultural é a valorização da diversidade, das diferenças, pensar e refletir sobre isso, respeitar. É a questão de a gente trabalhar o bulliyng e entender, conhecer e respeitar. O projeto Na Moral veio somar a esse nosso objetivo. A gente tem uma escola inclusiva e o mais respeitoso para todos”.

Deborah informa que a mostra de trabalhos foi bem-sucedida e está prevista no PPP da escola. “É ação trabalhada durante todo o ano para abordar os valores, os temas transversais, o Currículo em Movimento, e, dentro de cada disciplina e de seus objetivos de ensino– aprendizagem, trabalhar também os temas de transversalidade”.

Nova gestão e nova experiência pedagógica

É a primeira vez que o CEF 01 de Brasília realiza o Dia Cultural. “A gente teve uma mudança de gestão e, com os novos gestores, Maria Carolino e Juliano Crispim, houve uma nova proposta para ser o Projeto Político-Pedagógico da escola e, com isso, inseriu o Dia Cultural no PPP. A partir desta primeira experiência, decidimos ampliar essa mostra para mais dias para dar tempo de a gente mostrar mais trabalhos e ter mais apresentações. Foi a primeira. A gente vai reformular, mas vamos manter o mesmo objetivo de trabalhar os temas transversais e antirracistas em todas as disciplinas com a participação de toda a escola”, afirma Deborah.

A professora diz também que a avaliação geral considerou o evento uma atividade muito boa. “Foi a primeira vez que fizemos um evento dessa envergadura, com a participação de toda a escola e chamando a comunidade escolar para vir prestigiar. A participação foi bem ampla e todos os estudantes participaram. A gente quer agora é ampliar e ter mais dias do Dia Cultural para dar conta de todos os trabalhos. Nesta primeira edição, tivemos de filtrar muito, selecionar bastante, para que tudo coubesse em um único dia. Mas, tudo bem, a gente entende que a aprendizagem ocorre assim: é movimento. A nossa avaliação é que a gente pode melhorar e ampliar, tendo sempre um tema principal como ponto focal do nosso Dia Cultural”.

Ela diz, ainda, que a escola queria mostrar uma parte do trabalho que realiza cotidianamente e, principalmente, colocar o Dia da Consciência Negra como foco. “A gente sempre vai ter um tema principal norteando nossos trabalhos, mas o nosso objetivo é trabalhar os temas transversais e nisso entra, além dos conteúdos antirracistas, a inclusão das pessoas com deficiência, e tudo o que envolve os valores da formação para a cidadania.

Clique no link a seguir e confira o álbum

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Amplia Já! 40 horas para quem precisa

O Sinpro continua com a campanha Amplia já! Para que o GDF cumpra com acordo de suspensão de greve e amplie a carga horária de algumas centenas de professores(as) e orientadores(as) educacionais que estão desde 2020 na fila para terem sua carga horária dobrada de 20 para 40 horas semanais. O cartaz em PDF está disponível no link abaixo.

Baixe o PDF aqui

Ampliação (ou redução) de carga horária é processo previsto no plano de carreira da categoria. Solicitar essa movimentação não deve ser motivo de desabono nem de punição para o(a) servidor(a) que o fizer.

Mas a realidade dos(as) servidores(as) que pedem movimentação de carga horária é outra: a  resposta padrão da Secretaria de Educação para quem pede redução para 20 horas é de que a rede hoje é de 40 horas; e quem pede a ampliação para 40 horas ouve da SEE-DF que a secretaria não tem autorização para ampliar as cargas horárias, pois depende de orçamento, e pede para aguardar a liberação.

Nessa toada, a SEE-DF trabalha, a princípio, com uma lista de algumas centenas de servidores e servidoras que solicitaram ampliação. A grande maioria entrou com processo no SEI nos anos de 2021 e 2022, mas há três processos de 2019 e um processo de 2018 que estão parados. Daniela Laender Caldeira é uma das quase 10 orientadoras educacionais que solicita ampliação, e está desde o início de 2021 aguardando alguma resposta da SEE-DF. “Entrei com o processo em fevereiro de 2021. Até agora espero alguma resposta”, conta.

Os motivos para um(a) profissional solicitar ampliação são variados, mas um é recorrente: aumento de rendimentos. O índice de endividamento de servidores(as) distritais é muito alto, resultado de uma combinação de 8 anos de salários congelados com taxas de juros exorbitantes praticadas pelo BRB.

Outra razão para solicitação de ampliação de carga horária tem a ver com a carência de profissionais na rede pública do DF. Edilsa Venâncio, por exemplo, é orientadora educacional do CIL, no turno noturno, e servidora readaptada. A diretora da escola lhe pediu que trabalhasse também no turno da tarde, pois há falta de profissionais na escola.

 

Redução por questões pessoais

Há também servidoras que, ao ingressarem na carreira, o fizeram em 40h, e solicitaram redução posteriormente por questões pessoais. Ao resolverem as questões pessoais, solicitaram a volta ao regime original, e até agora nada.

Uma dessas servidoras é Valéria Mazzaro, professora de biologia do Gisno, no Plano Piloto. “Tenho 30 anos de serviço, dos quais 21 trabalhados com 40h semanais. Solicitei redução de carga horária por questões pessoais, que já se resolveram. Solicitei ampliação em 2021, pois gostaria de voltar à carga horária original.”

A professora de inglês do Caseb Márcia Bin está em situação similar: “durante cerca de 20 anos tive carga de 40 horas e, em 2019, pedi redução por conta de razões pessoais. Não existe mais a situação que me levou àquele pedido e, assim, gostaria de voltar a exercer a função de professora nos termos anteriores.” Márcia estranha a demora em atender à solicitação, pois antes de 2018 não havia problemas: “quando pedi redução de carga, imaginava que o retorno para o regime de 40 horas seria mais fácil, como costumava ser em anos anteriores.”

Genildo Alves Marinho, professor de Matemática no CEM 3 de Ceilândia, há 3 décadas na SEE-DF e vasta experiência na rede privada, solicitou ampliação de carga horária por três anos seguidos. “O último foi feito quando trabalhei na sede, tinha muita necessidade de profissionais com conhecimento técnico em razão da implantação do Novo Ensino Médio Noturno. São 3 anos seguidos de solicitações não atendidas, com total condição de colaborar com qualidade na Secretaria de Educação com mais tempo, como já o faço à noite.”

Mas qual o impacto de algumas centenas de ampliações de carga horária no orçamento da SEE-DF? Não há resposta. “A secretaria diz que fez essa estimativa, mas nunca nos mostrou a planilha”, explica Cleber Soares, diretor do Sinpro e um dos integrantes da Comissão de negociação do sindicato junto à secretaria. Mas verba para essas ampliações existe, tanto na Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2023 quanto na de 2024. “Basta a SEE-DF querer”, completa Cleber.

 

Amplia Já! 40 horas para quem precisa

Para pressionar a SEE-DF a cumprir o acordo de suspensão de greve, o Sinpro continua com a campanha Amplia já! 40 horas para quem precisa. Esse acordo prevê que a secretaria não só amplie as cargas horárias dessas centenas de servidores como também convoque todos os aprovados de vagas imediatas e cadastro reserva do Concurso de 2022, com vistas à ótima organização do ano letivo de 2024.

Imprima o cartaz em PDF (clique no botão abaixo), tire uma foto sua com o cartaz e envie para a gente no e-mail imprensa@sinprodf.org.br ou no telefone 99323-8131.

Você também pode publicar a foto nas suas redes sociais. Só não se esqueça de marcar o Sinpro, o governador Ibaneis Rocha e a secretária Hélvia Paranaguá.

Baixe o PDF aqui

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Publicado originalmente em 9 de outubro de 2023

I Festival de Curtas do Sinpro | Veja os filmes que vão para Júri Popular e prepare-se para votar

A Comissão Julgadora do I Festival de Curtas do Sinpro – Adélia Sampaio selecionou 22 filmes das cinco categorias previstas no regulamento do concurso. A seleção será avaliada também por Júri Popular, nesta quarta e quinta-feira (6 e 7/12), em link disponibilizado no site do Sindicato. Nesta etapa, qualquer pessoa poderá votar.

Os 22 curtas-metragens serão exibidos no dia 13 de dezembro, a partir das 14h, no Cine Cultura, quando será anunciado o melhor filme de cada categoria e o que mais bem avaliado pelo Júri Popular. A cineasta Adélia Sampaio participará da solenidade de premiação.

 

Nesta 1º edição, o festival traz como tema: “Para ser libertadora, a educação precisa ser antirracista”. Por isso, um dos critérios de escolha dos filmes é a correlação com a temática, além da originalidade e criatividade do roteiro; coerência da trama e sua capacidade de envolver o espectador; fotografia; ritmo e fluidez da edição.

Premiação
Será premiado o melhor filme de cada uma das seguintes categorias: Ensino Fundamental; Ensino Médio; Educação de Jovens e Adultos (EJA); Educação do Sistema Socioeducativo ou do Sistema Prisional. Também terá premiação o curta mais votado pelo Júri Popular.

O prêmio para cada um dos(as) vencedores(as) será de R$ 2 mil e troféu. Também serão premiados(as) os(as) professores(as) ou orientadores(as) educacionais que acompanharam a produção do curta vencedor em cada categoria selecionada pela Comissão Julgadora e pelo Júri Popular. O prêmio será de R$ 1 mil.

Veja abaixo a lista com os nomes e os links dos 22 curtas-metragens selecionados pela Comissão Julgadora do I Festival de Curtas do Sinpro, que irão também para Júri Popular:

Educação de Jovens e Adultos (EJA)
Sobre Nós
Para ser libertadora, a educação precisa ser antirracista
Consagração

Educação do Sistema Socioeducativo ou do Sistema Prisional
Molecote de Rua
Projeto “Letras Livres”
O rap me resgatou

Ensino Fundamental
As palavras silenciosas de Carolina

Cade a Tutu?
Colorismo
Narrativas
Segundo Plano
Afrofashion
O combate ao racismo passa pelo caminho da escola

Ensino Médio
Sala preta
Quem foi Fabiana?
Entre cachos e lágrimas
Lágrimas Negras. Axé para quem é de axé
Nada é o que parece ser
E tudo culpa do Agostinho
Nossas falas
Isso tem nome
E agora, Vinicius?

 

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Reunião Amplia Já | Sinpro intensifica campanha

No último dia 27 de novembro, O Sinpro realizou reunião com os e as profissionais da rede distrital que aguardam o cumprimento de suspensão de greve para ter a carga horária ampliada de 20 para 40 horas semanais. A reunião ocorreu na sede do sindicato.

A ideia do encontro era discutir as estratégias para potencializar a campanha Amplia já! 40 horas para quem precisa. A reunião foi proveitosa para passar informes e organizar as estratégias de luta para o cumprimento de um dos pontos do acordo de greve.

Uma das resoluções tiradas foi a de intensificar a campanha Amplia Já! 40 horas para quem precisa: “a ideia é que todas as pouco mais de 200 pessoas que solicitaram ampliação de horário estejam com a carga horária ajustada já no início do ano letivo de 2024”, conta a dirigente do Sinpro, Elbia Pires, presente à reunião. Ademais, toda a categoria está mobilizada para o ato em defesa de recursos para a Educação na LOA 2024, a ser agendado a qualquer momento na CLDF.

Ampliação (ou redução) de carga horária é processo previsto no plano de carreira da categoria. Solicitar essa movimentação não deve ser motivo de desabono nem de punição para o(a) servidor(a) que o fizer.

Mas a realidade dos(as) servidores(as) que pedem movimentação de carga horária é outra: a  resposta padrão da Secretaria de Educação para quem pede redução para 20 horas é de que a rede hoje é de 40 horas; e quem pede a ampliação para 40 horas ouve da SEE-DF que a secretaria não tem autorização para ampliar as cargas horárias, pois depende de orçamento, e pede para aguardar a liberação.

Mas qual o impacto de algumas centenas de ampliações de carga horária no orçamento da SEE-DF? Não há resposta. “A secretaria diz que fez essa estimativa, mas nunca nos mostrou a planilha”, explica Cleber Soares, diretor do Sinpro e um dos integrantes da Comissão de negociação do sindicato junto à secretaria. Verba para essas ampliações existe, tanto na Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2023 quanto na de 2024. “Basta a SEE-DF querer”, completa Cleber.

 

Ato público em defesa de recursos para a educação na LOA 2024

O Sinpro-DF mobiliza a categoria a participar intensamente do ato público a ser realizado na CLDF em defesa de recursos para a educação na LOA 2024. Fique atento(a) para a convocação, que será feita a qualquer momento.

VEJA O ÁLBUM

Sinpro disponibiliza agendas 2024 e realiza atualização cadastral

A partir desta segunda-feira (4/12), os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais sindicalizados(as) podem buscar sua agenda 2024. O Sinpro informa que, em razão da atualização cadastral, a entrega da agenda será feita no ato do recadastramento diretamente ao(à) professor(a) e ao(à) orientador(a) educacional. Os(as) sindicalizados(as) também podem acessar o link a seguir e fazer sua atualização cadastral pelo site: https://sinpro25.sinprodf.org.br/atualize-seus-dados-cadastrais/

Tanto a entrega das agendas como a atualização cadastral serão feitos na sede e nas subsedes do Plano Piloto, Taguatinga, Planaltina e Gama no horário comercial, das 8h às 17h,  até o dia 22/12/2023. A entrega será suspensa durante o recesso de Natal e Ano Novo e retomada a partir do dia 02/01/2024.

“Escola é lugar de ser feliz”

A agenda traz uma nova temática, mas mantém o formato de planejador. Ou seja, em vez de uma simples e tradicional agenda, o Sinpro-DF oferece um planejador para ajudar a todos e todas a organizarem melhor todas as áreas de sua vida, tanto na escola como fora dela, num mesmo caderno. Disponibiliza espaços para anotações e planejamentos, além de outras informações, como calendários, telefones úteis da entidade e um histórico de lutas da categoria.

Com o tema “Escola é lugar de ser feliz”, a Agenda 2024 traz a defesa, intransigente, da paz na escola. “Recuperamos o conceito de uma campanha antiga e permanente do Sinpro intitulada ‘Quem bate na escola maltrata muita gente’, com a qual o sindicato combate todo tipo de violência que afeta a escola, mostrando que, para além de ser um lugar de construção do conhecimento acadêmico, é o locus da formação cidadã e de interação social”, afirma Letícia Montandon, coordenadora da Secretaria de Imprensa do Sinpro-DF.

No texto de apresentação da agenda, o sindicato afirma que a “Escola é lugar de afeto […]. Escola é lugar de fazer amigos, de construir caminhos de compartilhar desafios; de sonhar. Escola é lugar de ser feliz! E é direito de todas as crianças, adolescentes e adultos que não se escolarizaram na idade ideal, com ou sem deficiência, ter acesso à educação pública, gratuita e de qualidade”. Com essa proposta, o Sinpro entende e expressa no texto introdutório da agenda que, para o mundo ser feliz, “a escola também deve se manter, para sempre, um lugar de ser feliz”.

 

Venha buscar a sua agenda e faça a sua atualização cadastral!

 

Clique no link a seguir e acesse a matéria “Atualize seus dados cadastrais!”

Atualize seus dados cadastrais!

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CNTE realiza live para apresentar o Relatório do GT sobre Violência nas Escolas

Nesta quarta-feira (6), às 19h30, a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) fará uma live para apresentar o Relatório do GT sobre Violência nas Escolas.

Além de representantes da Confederação – Rosilene Corrêa e Heleno Araújo –, participam do debate o coordenador Executivo do Grupo de Trabalho do Ministério da Educação (GT/MEC) Yann Evanovick, e o especialista convidado Gabriel Medina.

Assista pelo Facebook ou YouTube da CNTE:

🔗YouTube: https://www.youtube.com/@CNTEBrasil 

🔗Facebook: https://www.facebook.com/cntebrasil

#Educação #CNTE

 

 

 

Nota de pesar: Morre Nêgo Bispo, intelectual quilombola criador do “contracolonialismo”

 

 

Fogo!… Queimaram Palmares, Nasceu Canudos

Fogo!… Queimaram Palmares,

Nasceu Canudos.

Fogo!… Queimaram Canudos,

Nasceu Caldeirões.

Fogo!… Queimaram Caldeirões,

Nasceu Pau de Colher.

Fogo!… Queimaram Pau de Colher…

E nasceram, e nasceram tantas outras comunidades que os vão cansar se continuarem queimando.  

Porque mesmo que queimam a escrita,

Não queimarão a oralidade.

Mesmo que queimem os símbolos,

Não queimarão os significados.

Mesmo queimando o nosso povo

Não queimarão a ancestralidade.

(Antônio Bispo dos Santos. Este é um dos poemas de Nêgo Bispo para repensar a colonização)

 

 

O Sinpro-DF lamenta a falecimento de Antônio Bispo dos Santos, ocorrido nesse domingo (3/12),  no Quilombo Saco-Curtume, em São João do Piauí (PI), aos 63 anos, vítima de uma parada cardíaca. O velório acontece nesta segunda-feira (4) e o sepultamento está previsto para as 17h, no quilombo onde ele viveu, no Piauí.

Mais do que um símbolo da resistência negra, o Brasil perdeu um de seus maiores intelectuais quilombolas. Conhecido também como Nêgo Bispo, ele passou mal durante à tarde e foi levado ao Hospital Estadual Teresinha Nunes de Barros, localizado na cidade de São João do Piauí — a 450 km da capital Teresina. Lá, teve duas paradas cardíacas e não resistiu. A causa ainda não foi revelada.

O Sinpro lembra que Bispo deixa um legado imenso no campo do conhecimento e da sabedoria. Ele que semeou a contracolonização e sempre se posicionou como um mensageiro e embaixador do povo quilombola. Intelectual nordestino e quilombola, Bispo se alfabetizou para defender a sua comunidade e cultivou semeou em todo o País a semente do anticolonialismo e da soberania nacional.

Bispo se autodenominava “lavrador de palavras” e traduzia, em sua obra, o olhar de quem nasceu em um quilombo sobre os modos de habitar e de se relacionar com a terra. Filósofo, poeta, escritor, pensador, professor e ativista social e político. Ele ganhou notoriedade em movimentos sociais, na década de 1990, quando chegou a se filiar a partidos políticos, que abandonou anos depois. Desde então, se voltou para a defesa dos povos quilombolas.

Escreveu com uma profunda produção em todos os campos das letras, ele escreveu poesias, artigos e livros sobre a história de luta do povo negro e propôs o conceito de contracolonialismo, uma atitude de reforçar a cultura, práticas, organização social, todas as manifestações coletivas de povos colonizados contra os esforços de imposição dos colonizadores. Segundo o conceito criado por ele, a contracolonização seria o “antídoto” contra a colonização, que definia como “veneno”.

ele atuou em organizações como a Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas (Conaq) e em movimentos sociais do Piauí e, em seu pensamento, fazia uma comparação entre o modo de vida dos quilombos e o da sociedade nacional em seu último livro “A Terra Dá, A Terra Quer” (Ubu, 2023). Nessa obra, ele também propôs um novo modo de viver, a contracolonização, em resposta a problemas atuais ligados à ecologia, ao clima, ao trabalho e à alimentação.

“Colonizar um povo é como adestrar um boi. Ambas ações consistem na remoção da identidade, mudança de território e condenação do modo de vida alheio”: essa é a associação que o pensador fez em seu livro. O contracolonialismo, segundo ele, seria a recusa de um povo à colonização, o que seria praticado há séculos por africanos, indígenas e quilombolas.

Em uma entrevista à Folha de S. Paulo, o pensador chegou a dizer que não via diferença entre a esquerda e a direita na relação com os quilombolas. “A direita e a esquerda são maquinistas que dirigem o mesmo trem colonialista. Escolher o vagão permite decidir os passageiros com quem você vai viajar. Mas a viagem é a mesma, vai para o mesmo caminho”, disse.

Segundo informações o jornal, a editora Companhia das Letras prepara um novo livro que reúne o pensamento do líder quilombola. “Colonização e Quilombo, Milagres e Feitiços”, trabalhado com a editora há 2 anos e meio e deverá sair em 2024. O Sinpro lamenta e se solidariza com a família, amigos, todos(as) os(as) quilombolas e toda a população negra e todos(as) os(as) brasileiros(as) que tem em Nêgo Bispo uma referência.

 

Nêgo Bispo, presente!

 

Com informações Folha de S. Paulo, G1 e USP.

 


Vida e obra de Nêgo Bispo

 

A Enciclopédia de Antropologia da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (FFLCH-USP) apresenta um breve currículo de Antonio Bispo dos Santos. Confira e conheça a importância deste nordestino quilombola para o Brasil e o mundo.

 

AUTOR | Antonio Bispo dos Santos

 

Antonio Bispo dos Santos nasceu em 1959, no Vale do Rio Berlengas, Piauí. Formou-se pelos ensinamentos de mestras e mestres de ofício do quilombo Saco-Curtume, município de São João do Piauí; completou o ensino fundamental, tornando-se o primeiro de sua família a ter acesso à alfabetização. Nego Bispo, como também é conhecido, é autor de artigos, poemas e dos livros Quilombos, modos e significados (2007) e Colonização, Quilombos: modos e significados (2015). Como liderança quilombola, atuou na Coordenação Estadual das Comunidades Quilombolas do Piauí (CECOQ/PI) e da Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas (CONAQ). Destaca-se por sua atuação política e militância, que estão fortemente relacionadas à sua formação quilombola, evidenciada por uma cosmovisão a partir da qual os povos constroem, em defesa de seus territórios tradicionais, símbolos, significações e modos de vida.

O pensamento de Bispo constrói-se a partir da experiência e concepções das comunidades quilombolas e dos movimentos sociais de luta pela terra. Dessa perspectiva, desenvolveu algumas proposições epistemológicas a partir dos saberes tradicionais dos povos “afro-pindorâmicos”, segundo a sua expressão para referir-se aos descendentes africanos e indígenas/pindorâmicos em substituição às designações empregadas pelo colonizador. Seu pensamento vem despertando debates dentro e fora da academia, sobretudo a partir do conceito de “contracolonização”, que postula uma relação entre regimes sociopolíticos e cosmológicos. O autor compreende a colonização como um processo etnocêntrico que busca substituir uma cultura pela outra, por meio de práticas de invasão, expropriação e etnocídio. Como sugere o pensador quilombola, o conceito de “contracolonização” inscreve no processo colonial a ressignificação da matriz cultural dos povos e de suas práticas tradicionais, de modo a ancorar a enunciação e as formas de resistência à colonização.

Colonização, quilombos: modos e significações (2015) propõe um novo ponto de vista acerca dos estudos decoloniais, ainda que não dialogue diretamente com essa literatura. A obra, que traz ensaios e poemas, elabora uma perspectiva própria sobre as formações “orgânicas” – como Bispo nomeia esse regime de subjetivação – das comunidades tradicionais, retomando a história da resistência de Palmares, Canudos, Caldeirões e Pau de Colher. A crítica epistemológica que o livro apresenta é engendrada pela cosmovisão dos povos contracolonizadores, indissociável de suas práticas. A contracolonização localiza-se, portanto, no âmbito de um debate teórico e prático, oferecendo instrumentos para examinar os modos de resistência de povos negros e indígenas que não se permitiram colonizar. A perspectiva crítica do autor repousa na experiência “orgânica” e política do povo quilombola, de forma que o pensamento contracolonialista mostra-se uma prática que se dá por meio da cosmovisão afro-pindorâmica.

Outro pilar que constitui o conceito de contracolonização é a relação entre discurso e prática, permitindo o que o autor chama de “confluência”, isto é a convivência entre elementos diferentes entre si e que, ainda assim, se aproximam em suas cosmovisões. Segundo ele, a confluência é o que tem mobilizado o pensamento dos povos tradicionais, oriundo da cosmovisão pluralista dos povos politeístas. A “transfluência”, em contrapartida, rege as “relações de transformação dos elementos da natureza”, estando associada a processos, discursos e práticas derivados da concepção monista, vinculados a um pensamento eurocêntrico e monoteísta. Esses dois pontos são importantes para a compreensão do que o autor denomina “pensamento orgânico” e “pensamento sintético”: o orgânico se refere ao saber constitutivo do desenvolvimento do ser, à organicidade advinda do processo de subjetivação e potência empírica da trajetória dos povos afro-pindorâmicos; o sintético seria o saber canonizado na academia, caracterizado por uma prática colonialista, constituindo-se pela ênfase no “ter.” Enquanto o orgânico é o saber da confluência, o sintético seria o da transfluência.

O pensamento de Nego Bispo busca oferecer contribuições políticas e acadêmicas aos movimentos de luta pela terra, com destaque para as organizações político-sociais dos povos indígenas e quilombolas. Ao reforçar as manifestações coletivas e ao colocar o acento político na oralidade, vem ocupando um lugar na reestruturação conceitual dos estudos decoloniais. Impulsionando o debate acadêmico, Bispo realiza palestras, conferências e cursos, tendo participado como professor e mestre convidado do projeto Encontro de Saberes (UNB/INCT). Ministrou aulas no Programa de Formação Transversal em Saberes Tradicionais da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais).

Como citar este verbete: PORFÍRIO, Iago & OLIVEIRA, Lucas Timoteo de. 2021. “Antonio Bispo dos Santos”. In: Enciclopédia de Antropologia. São Paulo: Universidade de São Paulo, Departamento de Antropologia. Disponível em: https://ea.fflch.usp.br/autor/antonio-bispo-dos-santos ISSN: 2676-038X (online). Ficha catalográfica de Antônio Bispo dos Santos. FFLCH. Acesse: https://ea.fflch.usp.br/autor/antonio-bispo-dos-santos

 

No card de divulgação da nota de pesar, o Sinpro traz um trecho do poema a seguir:


Não fomos colonizados


“Quando nós falamos tagarelando

E escrevemos mal ortografado

Quando nós cantamos desafinando

E dançamos descompassado

Quando nós pintamos borrando

E desenhamos enviesado

Não é por que estamos errando

É porque não fomos colonizados”.

Clique no link a seguir e acesse algumas obras de Antônio Bispo dos Santos:  < https://livroecafe.com/2023/07/3-poesias-de-antonio-bispo-dos-santos-para-repensar-a-colonizacao/>

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Sinpro-DF realiza atividade de vivência e formação com mulheres, dia 09/12

Como parte das ações dos 21 Dias de Ativismo Pelo Fim da Violência Contra as Mulheres, o Sinpro-DF realizará atividade de vivência e formação neste 9 de dezembro (sábado), das 9h às 16h30, na Chácara do Sinpro. A atividade é exclusiva para filiadas ao sindicato. Faça sua inscrição AQUI

Nomeada “Imersão de Mulheres no Dia Internacional de Combate à Violência Contra as Mulheres”, a atividade do dia 9 de dezembro debaterá temas como feminismo, e realizará momentos de integração das participantes.

“É importantíssimo que todas as professoras e orientadores educacionais participem da atividade. As escolas devem ser espaços centrais na formação da conscientização dos futuros – e atuais – adultos quanto aos direitos e à dignidade das mulheres”, afirma a secretária de Mulheres do Sinpro Mônica Caldeira.

Outras ações, que contam com a parceria do Sinpro, já foram realizadas como parte do calendário de lutas.

A CUT ainda exibirá o filme “Verde-Esperanza”, seguido de debate. A atividade será dia 8 de dezembro, às 19h, no auditório da Central.

 

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