A verdade sobre a greve da educação

A tentativa deste GDF de criminalizar os profissionais da educação pública sempre esteve explícita. Seja com o apoio a projetos que vetam a liberdade de cátedra e incentivam a vigilância ostensiva de professores, seja com a aplicação de multas milionárias à representação sindical da categoria, seja com a tentativa de impedir que o magistério exerça o direito constitucional à greve. Este, inclusive, é um direito usado como último recurso – como agora, frente à responsabilidade e ao compromisso dos profissionais da educação com a população do DF.

Abusividade, ilegalidade e desproporcionalidade passam longe do nosso movimento paredista, constituindo, sim, a natureza de uma política de total descaso com a educação pública, como a aplicada por este GDF. Um descaso que não recai apenas sobre as pautas financeiras da educação, mas também sobre questões estruturais para a consolidação de uma educação pública plural, inclusiva e de qualidade socialmente referenciada.

Não foi o Sinpro que descumpriu acordo firmado perante a Justiça Federal sobre a regularização do repasse das contribuições ao INSS de professores substitutos e, com isso, impediu milhares de docentes, inclusive com doenças graves, como câncer, de acessarem benefícios previdenciários.

Não é o Sinpro que nomeia professores e, portanto, também não é ele que resolve o déficit abismal de quadro efetivo nas escolas públicas. Tampouco é o Sinpro que autoriza a realização de concurso público.

Não foi o Sinpro que assinou acordo de greve e não cumpriu.

Não é o Sinpro que vem se recusando a negociar e a apresentar qualquer proposta mesmo com orçamento autorizado e com a previsão de um aumento de R$ 2,7 bilhões no Fundo Constitucional do DF 2026.

Também não é o Sinpro que escolhe utilizar bilhões do orçamento público em renúncia fiscal e perdão de dívida ao invés de investir em educação para a sociedade.

É lamentável, sobretudo em tempos de exposição dos graves prejuízos das fake news, que este GDF afirme, inescrupulosamente, que a greve da educação foi “convocada exclusivamente pelo sindicato”. O movimento paredista, necessariamente, tem que passar por assembleia geral, um espaço deliberativo. E foi isso que aconteceu no dia 27 de maio, quando milhares de professores e orientadores educacionais lotaram o estacionamento da Funarte e, em sistema de votação, decidiram paralisar os trabalhos.

Este GDF fala, sem respaldo, de “avanços concretos para a categoria”. O que não é mencionado é que o salário do magistério público é o penúltimo no ranking das remunerações das carreiras de nível superior do funcionalismo local.

Professores do DF já tiveram o piso salarial mais bem pago do Brasil, e, no atual governo, chegamos a ter vencimento-básico abaixo do piso nacional da educação. Nos cálculos deste GDF, não é mencionado que, de janeiro de 2019 a dezembro de 2025, a inflação acumulada prevista é de 47,40%, portanto, os 6% de reajuste pagos durante 3 anos é um percentual irrisório quando o tema são ganhos.

Também não é falado por este GDF que a própria Secretaria do Estado de Economia do DF mostrou, a partir da publicação do Relatório de Avaliação do Cumprimento das Metas Fiscais do 1º quadrimestre de 2025, que a despesa total com pessoal ficou R$ 3 bilhões abaixo do limite prudencial da Lei de Responsabilidade Fiscal. Segundo dados da pasta, desde o ano 1 da primeira gestão do atual governador, em 2019, foi atingido, sequer, o limite prudencial da LRF para investimento em pessoal.

Também não se fala da redução progressiva de investimento de recursos financeiros na educação do DF. Em 2019, o percentual da educação sobre o orçamento total era de 17,9%, e caiu para 14,4% em 2024.

Segundo o Portal da Transparência, em 2023, o este GDF empenhou mais de R$ 216,3 milhões do Tesouro em publicidade e propaganda. O valor pago foi ainda maior: ultrapassou R$ 219,5 milhões. No mesmo ano, o governo empenhou apenas R$ 134,5 milhões para alimentação escolar, e pagou ainda menos: R$ 128,3 milhões. Naquele ano – e em outros, os estudantes encontraram larva na merenda escolar.

Quem compromete o funcionamento regular da rede pública de ensino é este GDF. Aliás, não só por ter causado a greve da educação, mas por ter, desde 2019, atuado para sucatear o ensino público. É este GDF que gera o prejuízo para as famílias e nossas crianças e adolescentes.

Afirmar ainda que a greve da educação tem “viés político-eleitoreiro” é outro disparate. O Sinpro tem luta! Quem costuma fazer estelionato eleitoral é o próprio governador Ibaneis Rocha, que, em campanha, disse que professor deveria ganhar igual a juiz e, agora, criminaliza e judicializa a greve da categoria.

Desde o início do ano aguardamos uma posição deste GDF. Foram realizadas assembleias com a categoria e inúmeras tentativas de negociação. Mas a resposta sempre foi “não”. O processo eleitoral do Sinpro é uma previsão estatutária do sindicato, que, em respeito aos profissionais da educação, sempre foi cumprida. Portanto, quem tenta utilizar da política para ter benefícios é o próprio governador, que foge à verdade para se eximir de cumprir com o que está constitucionalmente previsto.

Somos nós, a categoria do magistério público do DF, que batalhamos para arrancar os direitos que temos hoje. Nada foi implementado por benevolência. Portanto, é de total interesse do Sinpro, bem como de toda a categoria, manter a normalidade do ano letivo de 2025. Mas a garantia disso depende deste GDF.

Diretoria do Sinpro

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Os verdadeiros motivos da greve da educação na TV aberta

Em diálogo com a população, o Sinpro explica os verdadeiros motivos da greve da educação em propaganda veiculada na TV aberta. O material começou a ser exibido nesta quinta-feira (29/5).

No material, o sindicato explica que, há meses, tenta dialogar com o este GDF, mas que as respostas vêm sendo sempre “não”.

No vídeo, o Sinpro ainda afirma que as reivindicações do magistério público vão muito além de pautas financeiras. São citados os problemas de infraestrutura nas escolas, do impedimento de professores(as) em regime de contrato temporário acessarem benefício do INSS e do déficit de professores efetivos nas escolas públicas, mesmo com aprovados esperando serem nomeados.

Assista ao vídeo e compartilhe em suas redes sociais

Sinpro se solidariza com o deputado Gabriel Magno, em defesa da democracia e da educação pública

O Sinpro se solidariza com o deputado distrital Gabriel Magno e repudia a atitude do deputado distrital Roosevelt Vilela, que, de forma leviana, em sessão plenária da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF), levantou acusações sobre a conduta e dignidade do deputado Gabriel Magno.

Enquanto Magno, até mesmo como presidente da Comissão de Educação e Cultura da CLDF, tem a marca da ética, da transparência e da coragem diante dos desafios enfrentados pelas escolas do DF — incluindo as militarizadas —, Vilela usa a prática nefasta de defender um modelo de gestão escolar autoritária e antidemocrática, que soma violações dos direitos de professores e estudantes.

Em 2022, a 2ª Promotoria de Justiça de Defesa da Educação (ProEduc), do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), apontou repetidas violações à legislação praticadas nas escolas sob militarização e revogou sua legalidade. Em nota técnica, o MPDFT apresenta, como um dos embasamentos para revogar a legalidade do projeto de militarização, os direitos constitucionais, com destaque para o princípio da dignidade da pessoa humana e o pluralismo político.

As acusações infundadas do deputado Roosevelt contra o deputado Gabriel Magno revelam uma prática autoritária, na contramão da legitimidade e que busca calar vozes progressistas, deslegitimar o debate democrático para o fortalecimento de uma educação crítica e frear a fiscalização das políticas educacionais.

MATÉRIAS EM LIBRAS

Professores e orientadores educacionais entram em greve nesta segunda-feira, dia 2

Se não tem proposta, a resposta é greve! Essa foi a decisão que professoras, professores, orientadoras e orientadores educacionais tomaram na assembleia geral que aconteceu na manhã desta terça-feira (27). A greve terá início na segunda-feira, 2 de junho, em respeito à legislação que prevê 72 horas de antecedência na notificação da paralisação.

Foi aprovado, também, um calendário de mobilizações, com assembleias regionais, reunião do comando de greve – que será eleito – e uma nova assembleia geral no dia 5 de junho (veja calendário abaixo).

No final da manhã desta terça, a assembleia se converteu em ato público, e os participantes seguiram em passeata até o Palácio do Buriti, onde deram o recado: se a situação é grave, a resposta é greve! Em frente à sede do Executivo local, a categoria mostrou que está unida e mobilizada para garantir as pautas de reivindicações da Campanha Salarial 19,8% rumo à Meta 17 – reestruturação da carreira já!

“A decisão da assembleia reflete o esgotamento da categoria, que se vê obrigada a recorrer ao instrumento de luta mais enérgico para conseguir ser ouvida”, afirmou a diretora do Sindicato Márcia Gilda.

 

 

Reação

Na assembleia, a comissão de negociação do Sinpro recuperou o histórico recente que atesta que o sindicato vem tentando negociar com o governo Ibaneis Rocha desde início do ano. A pauta de reivindicações, debatida e aprovada pela categoria, foi levada à mesa e o GDF chegou a realizar estudos para iniciar a reestruturação da carreira, um dos pontos centrais da campanha salarial.

Entretanto, mais uma vez demonstrando nenhuma vontade política de acolher as demandas da categoria, o governo Ibaneis informou ao sindicato, na reunião de negociação em 21 de maio, que “não tem condições orçamentárias” para atender às pautas da Campanha Salarial do magistério público.

“Todo mundo sabe que Ibaneis Rocha abre mão de bilhões do orçamento do DF em renúncias fiscais e perdões de dívidas, então, não dá para aceitar o argumento de que não tem dinheiro”, afirmou a diretora do Sinpro Márcia Gilda. “O que está faltando a esse governo não é dinheiro, é vontade política, é tratar com prioridade a educação pública, a educação do seu povo”, completou.

 

Principais pontos de pauta

Uma das pautas prioritárias da campanha salarial do magistério é a reestruturação da carreira. Ao longo dos anos, a mudança tem se mostrado um mecanismo eficaz para a ampliação e a garantia dos direitos da categoria, principalmente na valorização do vencimento-base.

Entre os principais pontos da reestruturação da carreira estão o achatamento dos padrões de 25 para 15 e a chegada mais rápida ao topo da tabela salarial; a ampliação do percentual de mudança entre padrões, além de, no mínimo, dobrar os percentuais de titulação (especialização, mestrado e doutorado). Os pontos convergem na valorização profissional e, consequentemente, na promoção de uma educação pública socialmente referenciada.

>> Veja o ponto a ponto da reestruturação da carreira AQUI

 

Edição: Vanessa Galassi

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Sinpro pressiona e presidenta do Iprev se compromete a dar agilidade à concessão das aposentadorias

Nesta segunda-feira (26/5), diretores do Sinpro novamente se reuniram com representantes do Instituto de Previdência dos Servidores do Distrito Federal e da Secretaria de Educação do DF para garantir que haja rapidez na concessão das aposentadorias dos(as) profissionais do magistério público. No encontro, a presidenta do Iprev, Raquel Galvão, se comprometeu a agilizar os processos. Essa foi a primeira vez que Galvão participou de reunião sobre o tema.

No encontro, o Sinpro também solicitou flexibilização e transparência nas informações exigidas para a concessão das aposentadorias. Em resposta à reivindicação do sindicato, o Iprev e a SEEDF comunicaram que estão promovendo mutirões aos finais de semana para acelerar o andamento dos processos e que elaborarão material explicativo sobre o tema.

“A gente espera que eles cumpram o que o se comprometeram a fazer. Muitos profissionais da nossa categoria já alcançaram todos os requisitos e precisam ficar esperando, o que causa ansiedade e outros adoecimentos”, disse a diretora do Sinpro Elineide Rodrigues.

 

Diretores do Sinpro participaram de reunião com Iprev para garantir que haja rapidez na concessão das aposentadorias da categoria

 

A sindicalista destacou ainda que caso não sejam cumpridos os compromissos firmados na reunião, o Sinpro buscará outras medidas para resolver o impasse.

“Vamos continuar cobrando, e se não tiver nenhum avanço, buscaremos outros meios, como medidas judiciais ou via Ministério Público, por exemplo”, afirma.

Professores(as) e orientadores(as) educacionais filiados que estiverem enfrentando morosidade para ter o direito à aposentadoria, também poderão procurar o jurídico do Sinpro para serem orientados sobre o processo. “A aposentadoria é um direito, e o Sinpro seguirá atenta à essa demanda da categoria do magistério”, pontuou Elineide Rodrigues.

Também participaram da reunião com o Iprev e a SEEDF para cobrar medidas de celeridade na concessão das aposentadorias representantes do Sindicato dos Trabalhadores em Escolas Públicas (SAE).

Edicação: Vanessa Galassi

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Categoria responderá coletivamente ao descaso de Ibaneis-Celina com a educação

Em comunicado à população do DF, veiculado na TV aberta, o Sinpro explica a atual situação da educação pública diante do governo Ibaneis-Celina e informa que o GDF “empurra a categoria para a greve”. Sem proposta do governo local para as pautas essenciais à valorização dos(a) profissionais da educação e para uma educação pública de qualidade, o sindicato lembra: “nossa resposta será coletiva”.

Na peça, o Sinpro ainda convoca professores(as) e orientadores(as) educacionais para a assembleia com paralisação e indicativo na greve terça-feira (27/5), às 9h, na Funarte. Assista ao comunicado.

 

BASTA de violência nas escolas

O Sinpro repudia todo e qualquer tipo de violência contra os(as) profissionais da educação dentro e fora das escolas da rede pública de ensino do Distrito Federal. A mais recente agressão foi registrada nessa quinta-feira (22/5), contra um professor do Centro de Ensino Médio Ave Branca de Taguatinga Sul (Cemab). Para o sindicato, esse e os outros casos do tipo são reflexo direto do descaso do governo Ibaneis Rocha-Celina Leão e da secretária de Educação, Hélvia Paranaguá, com a educação pública.

No caso do Cemab, o professor foi brutalmente agredido por um estudante, dentro e fora da escola, em um episódio que escancara a ausência de políticas de valorização do exercício do magistério e desnuda a ausência de atuação da secretária de Educação por melhorias das condições de trabalho dos(as) profissionais, proteção e respeito para quem atua na escola pública.

O caso registrado na quinta-feira não é isolado. Este ano, já foram registradas agressões em outras escolas, como o Centro Educacional Vale do Amanhecer de Planaltina, a Escola Técnica de Santa Maria e em outras escolas. Para o Sinpro, a violência nas escolas é resultado de um projeto de sucateamento da educação pública, que também é promovido com a criminalização do magistério público e a negligência da realidade das comunidades escolares, sobretudo quanto à juventude.

Reafirmamos nosso compromisso com a defesa da vida, da dignidade e da valorização dos(as) educadores(as). Assim como em todos os outros casos – os quais efetivamente garantimos a segurança e integridade dos professores, estamos atuando pela proteção do docente agredido no Cemab, com o protocolo “Sinpro com você contra a violência”, que oferece apoio jurídico, psicológico e institucional.

O protocolo está alinhado à Convenção 190 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), que trata da eliminação da violência e do assédio no mundo do trabalho. O Sinpro também trabalha na prevenção da violência, com a realização de campanhas e a oferta de serviços para defender a categoria, além da cobrança insistente pela adoção de ações efetivas pela Secretaria de Educação e das Coordenações Regionais de Ensino.

É urgente que haja o compromisso do governo local com a promoção de uma educação de qualidade nas unidades escolares, a valorização profissional e a realização de ações pedagógicas de acompanhamento de estudantes, especialmente os(as) do Ensino Fundamental II, etapa marcada por intensas transformações psicológicas, físicas, sociais, emocionais e comportamentais dos(as) jovens.

É preciso, ainda, investir o dinheiro público no fortalecimento da educação e na melhoria de vida das comunidades onde as escolas estão inseridas. Proteger os(as) educadores(as) é proteger toda a sociedade. A luta do Sinpro contra qualquer tipo de violência na escola é permanente: está nas campanhas salariais, nas mesas de negociação, no atendimento diário a professores(as) e orientadores(as) educacionais e na defesa intransigente de uma educação pública, gratuita, laica, democrática e de qualidade para todos e todas.

Basta! Pelo fim de todas as violências, exigimos a imediata valorização do exercício do magistério público.

Diretoria Colegiada do Sinpro-DF

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GDF não apresenta proposta; resposta da categoria será coletiva na assembleia geral do dia 27

A Comissão de Negociação do Sinpro manteve, desde a última assembleia geral em 23 de abril, uma série de reuniões com a Secretaria de Educação do DF. Em todas essas reuniões, o governo apresentou estudos sobre o impacto orçamentário do reajuste vertical (redução dos padrões de 25 para 15) e do reajuste horizontal (dobrar, no mínimo, o percentual de titulação) na carreira do magistério. Os números estavam sobre a mesa.

Mas na reunião desta quarta-feira (21/05), marcada justamente para a apresentação formal da proposta, o governo alegou que o GDF “não teria condições financeiras” para formalizar a minuta e que a SEEDF dependia, também, de aval da Secretaria de Orçamento para isso.

O argumento central foi de que a Certidão Orçamentária do TCDF, que identifica a relação entre a receita corrente líquida e a despesa de pessoal, indica o limite prudencial ultrapassado. Contudo, ao se tratar da matemática dos gastos públicos, o GDF pode fazer escolhas: há opções, por exemplo, de redução da renúncia fiscal, do perdão de dívidas e outras decisões que não ampliem a desvalorização dos profissionais do magistério público. Não atender às pautas dos(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais das escolas públicas é uma opção política do governo Ibaneis-Celina.

Diante deste cenário, o Sinpro convoca todos os profissionais do magistério para:

• Assembleias regionais nesta quinta (22/05), às 9h e 14h, em todas as cidades e, no Plano Piloto, às 9h, 14h e 19h;

• Assembleia geral com paralisação e indicativo de greve no dia 27 de maio, às 9h, no estacionamento da Funarte.

Este não é apenas um debate sobre números. É uma disputa pelo futuro da educação pública do DF. A desvalorização da nossa categoria não é inevitável – é uma opção. E nossa resposta será coletiva na assembleia geral do dia 27.

Diretoria do Sinpro-DF

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13º CTE | Sinpro disponibiliza ata para registro de eleição de delegados

Entre os critérios de participação do 13º Congresso de Trabalhadores em Educação (CTE) Professor Carlos Mota – Luta, coragem e resistência está o registro em ata simplificada dos(as) delegados(as) eleitos. O documento deverá ser entregue de forma física ou digital até dia 20 de junho. CLIQUE AQUI e baixe a ata.

 

CLIQUE AQUI E BAIXE A ATA

 

Caso a opção seja pela entrega física, a ata poderá ser deixada na sede ou subsedes do Sinpro (Veja endereços aqui). Se a entrega da ata for digital, o envio do documento deve ser feito para o e-mail joelma@sinprodf.org.br.

O 13º CTE será realizado nos dias 27, 28 e 29 de junho, no Centro Comunitário Athos Bulcão da Universidade de Brasília (UnB), e reunirá professores(as) e orientadores(as) educacionais de toda a rede pública do Distrito Federal.

No congresso, serão debatidos temas específicos da categoria do magistério público e elaboradas políticas voltadas à educação. Outra tarefa importante tarefas do 13º CTE, aprovada durante assembleia geral extraordinária, é a atualização do estatuto do Sinpro.

 

CLIQUE AQUI e veja mas informações sobre o 13º CTE, como critérios de participação, inscrições de teses e resoluções e programação.

 

Edição: Vanessa Galassi

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Gaped e Gase | Sinpro oferece serviço gratuito para revisão da aposentadoria

O Sinpro orienta professores(as) e orientadores(as) educacionais que se aposentaram nos últimos cinco anos a procurarem o Sindicato para revisão da aposentadoria. O objetivo é avaliar a incorporação da Gratificação de Atividade Pedagógica (Gaped) e da Gratificação de Atividade de Suporte Educacional (Gase) ao vencimento. O serviço é oferecido de forma totalmente gratuita para filiados(as).

Nos planos de carreira de 2007 e 2013, a Gaped foi estendida a um número maior de professores(as). Com isso, além dos(as) que estavam em regência, aqueles(as) que exerciam outras atividades passaram a receber a gratificação.

Mesmo com a ampliação da lista de atividades com direito à Gaped, o GDF passou a negar a incorporação dos períodos anteriores à alteração no cálculo da aposentadoria. Entendimento equivalente é aplicado à Gase, direcionada aos(às) orientadores(as) educacionais.

Luta do Sinpro, conquista da categoria

O Sinpro ajuizou aproximadamente 6 mil ações para questionar valores referentes à Gape/Gase que não foram incluídos no benefício da aposentadoria. Por meio da luta do sindicato, milhares de professores(as) e orientadores(as) educacionais tiveram suas aposentadorias corrigidas. Os valores foram pagos, inclusive, com retroativo.

“É fundamental que os(as) aposentados compareçam ao Sinpro para correção das aposentadorias. Além de corrigir uma grande injustiça contra professores, professoras, orientadores e orientadoras educacionais, que durante anos serviram de forma exemplar o ensino público do DF,  a iniciativa do Sinpro garante o respeito à categoria do magistério público”, disse a diretora do Sinpro Elineide Rodrigues.

 

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