Campanha Convoca Já continua nas ruas, nas escolas e na televisão

A campanha Convoca Já continua nas ruas do Distrito Federal em vários formatos. Uma série de ações tem sido realizadas e outras irão ocorrer. As escolas continuam tomadas pelo movimento.

A campanha também tem sido veiculada em rede local de televisão. No vídeo, o Sinpro cobra do Governo do Distrito Federal (GDF) a convocação imediata dos(as) aprovados(as), em vaga imediata e cadastro reserva, no último concurso realizado para o Magistério Público, em 2022. Confira no final desta matéria o conteúdo sobre a campanha na TV.

Os diretores e as diretoras do Sinpro têm visitado as unidades escolares da rede e recebem o apoio de docentes e estudantes, que entendem, no dia a dia, a importância da Campanha Convoca Já.

Não é aceitável que 2/3 dos profissionais em regência de classe na rede distrital de educação atuem sob regime de contratação temporária. São profissionais com as mesmas capacidades e demandas dos efetivos, mas eles não têm progressão de carreira – o que, com o passar do tempo, se traduz em achatamento salarial dentre outras precarizações.

São profissionais com as mesmas exigências dos efetivos, que são sistematicamente desvalorizados pelas políticas do GDF. São profissionais submetidos a ainda mais estresse devido às fragilidades no vínculo laboral, que adoecem com muito mais frequência.

A gestão da educação do GDF se traduz em 2/3 de profissionais em regime de contrato temporário, ante a quantidade de matrículas de estudantes que aumenta ano após ano e profissionais que se aposentam. E não há estudos ou projeções acerca da evolução desses números, o que se traduz em ausência de previsão de concurso público, que só sai mediante muita pressão dos sindicatos. É o caos.

Segundo pesquisa do Dieese, a região Centro-Oeste é a que mais apresenta número de profissionais com vínculos não estáveis de trabalho – mas esse quadro vem crescendo em todas as outras regiões.

“Desde 2016, está em curso um projeto político de Estado Mínimo para a Educação. Esse processo vem sendo respaldado por uma série de leis que desregulamentam e precarizam as relações de trabalho. Em nome da modernidade e do estado mínimo, acabou-se com direitos históricos que garantiam proteção ao trabalhador – no caso da educação pública, diminuiu o número de vagas efetivas em concursos público. Essa estratégia tipicamente neoliberal vem sendo questionada até mesmo nos Estados Unidos, com as greves do setor automotivo daquele país”, afirma a diretora do Sinpro Ana Bonina.

Uma das exigências do acordo para a suspensão da greve de 2023 foi a convocação de todas as pessoas aprovadas no concurso de 2022 – tanto em vagas imediatas quanto em cadastro reserva. Isso equivale a 2.870 pessoas contratadas (ante quase 16 mil atuais contratos temporários).

Campanha nas ruas

Em outras frentes de ação nas ruas do DF, uma série de outdoors estão em veiculação por toda a cidade pedindo a imediata convocação dos aprovados.

Na quarta-feira (27/9), diretores(a) do Sinpro e a comissão de aprovados(as) no Concurso 2022 fizeram vigília no Shopping ID, onde fica a sede da Sugep, durante reunião da Comissão de Negociação do sindicato com a Secretaria de Educação.

Na terça-feira (26/9), a diretoria colegiada do Sinpro, acompanhada da comissão de aprovados(as), visitou os gabinetes de parlamentares distritais para pedir apoio a duas pautas fundamentais à educação pública do DF: a nomeação imediata dos(as) aprovados(as) e a derrubada de vetos do governador Ibaneis Rocha (MDB) à Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), encaminhada no primeiro semestre.

No dia 25/9, os e as profissionais aprovados(as) no Concurso 2022 lotaram o auditório do Sinpro no Plano Piloto, para definir as estratégias da campanha.

Em breve, o Sinpro mobilizará os aprovados para acompanhar as discussões na Câmara Distrital a respeito da Lei Orçamentária Anual (LOA). Fiquem atentos!

 

Campanha na TV

 

Sinpro amplia luta pelo Convoca Já com vídeo na TV aberta

 

MATÉRIA EM LIBRAS

Sinproep: 18 anos de luta e compromisso com a educação particular

A luta por uma educação de qualidade para a população brasileira sempre esteve presente nas veias dos sindicatos ligados ao magistério. Esta história na capital federal teve início no dia 14 de março de 1979, com a criação do Sinpro-DF, uma entidade sindical que representava os(as) professores(as) das escolas públicas e privadas. Dezoito anos depois, mais precisamente no dia 22 de outubro de 2005, após um amplo debate com os(as) diretores(as), com a categoria e com muita maturidade política, nascia o Sindicato dos Professores em Estabelecimentos Particulares de Ensino no Distrito Federal (Sinproep-DF).

A decisão veio após observar que diante dos desafios que estavam acontecendo, era necessária uma representação mais específica para as escolas particulares, ponto que o Sinproep-DF tem trilhado de forma combativa. Desde então o sindicato tem travado uma luta incessante em defesa dos(as) educadores(as) de escolas privadas. Se os desafios das escolas públicas são grandes, os das escolas particulares são muito maiores pelo fato de se tratar de uma situação privada, com a existência de demissões em massa, assédio e tentativas de retirada de direitos. Diante de uma incessante luta o Sinproep-DF continua atuante e garantindo o direito destes(as) professores(as).

Em sua maioridade, a jornada do Sinproep-DF tem sido marcada por mudanças significativas, incluindo desafios como crises, retirada de diretos e uma pandemia global (Covid-19) que atingiu diretamente os(as) educadores(as). No entanto, o compromisso do sindicato permanece inabalável, continuando firme na dedicação em defesa de uma educação particular de qualidade, mas, também, da regulamentação do ensino privado, na crença que a educação é uma força transformadora que pode moldar pessoas e o mundo ao nosso redor. 

Durante sessão solene realizada na Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) na última quinta-feira (19), em homenagem aos 18 anos do Sinproep-DF, Rodrigo de Paula, da Secretaria de Assuntos Jurídicos da entidade, lembrou que quando o Sinproep-DF foi fundado, em 2005, poucos poderiam prever os desafios que o sindicato enfrentaria ao longo destes 18 anos de história. “Quando criamos o Sinproep-DF, tínhamos menos de 200 professores filiados, em um universo de quase 20 mil. De lá para cá foi muita luta. Temos quatro mil professores que são demitidos anualmente, todas as demissões passam pelo sindicato e nestes 18 anos fizemos 45 mil homologações, conferências de saída e de entrada, e deste total, 18 mil viraram ações trabalhistas movidas pelo sindicato. Representamos professores em mais de 800 estabelecimentos de ensino e o Sinproep é um regulador social da qualidade da educação. Vivemos em um desafio incessante e tudo é conquistado por muita luta. Parabéns ao Sinproep-DF pelos 18 anos de dedicação e aos professores que sempre foram protagonistas nesta história. Estamos prontos para enfrentar os desafios futuros”, Rodrigo.

O Sinpro parabeniza o Sinproep-DF por estes 18 anos de dedicação à educação privada. Como um sindicato irmão e dentro de uma relação de muito companheirismo e de muita luta, dentro das especificidades de cada um o Sinpro sempre estará junto na defesa de um Brasil soberano, de um Distrito Federal mais justo e de uma educação de qualidade.

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21 de outubro: Dia Nacional da Alimentação nas Escolas

O Dia Nacional da Alimentação nas Escolas é comemorado no dia 21 de outubro. Essa comemoração tem objetivo de chamar a atenção de toda a população para a importância de pensar e manter os bons hábitos alimentares para as crianças, jovens e adultos estudantes, sobretudo para os(as) estudantes das escolas públicas.

A boa alimentação é fundamental para o desenvolvimento da capacidade cognitiva dos(as) estudantes e proporciona rendimento escolar e outras melhorias na vida da criança e dos(as) jovens, tais como o aumento da qualidade do sono e da capacidade respiratória, além de prevenir o aparecimento de doenças cardiovasculares, dentre outras enfermidades causadas pela falta de alimentação de qualidade.

A escola pública é o local em que crianças e jovens das classes de baixa renda encontram para comer o que não têm em casa. Por causa disso, o Estado brasileiro criou, no ano de 1955, o Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae), que, desde os anos 50 do século 20 contribui para a construção e o fortalecimento de hábitos alimentares saudáveis entre estudantes da Educação Básica das redes públicas de ensino.

“Esse investimento, no entanto, passou por momentos de extrema precariedade entre os anos de 2016 e 2022, sem o devido investimento público do Estado nacional. Após 6 longos anos de congelamento feito pelos governos de Michel Temer (MDB / golpe de Estado de 2016) e Jair Bolsonaro, do PL, (2019-2022), o governo Lula reajustou, em março de 2023, em até 39%, o valor destinado à compra de merenda escolar para estados e municípios”, destaca Ricardo Gama, diretor do Sinpro e membro do Conselho de Alimentação Escolar (CAE).

Ele lembra que a estimativa do governo Lula era a de investir R$ 5,5 bilhões no Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae) em 2023, um aumento de cerca de R$ 1,5 bilhão em relação ao orçamento anterior. O Pnae direciona ainda 30% dos recursos para a compra de alimentos da agricultura familiar. “Contudo, apesar do investimento do governo federal, no Distrito Federal, o governo local fez de conta que nada tinha chegado a seus cofres públicos”, diz o diretor.

Não só não investiu os percentuais determinados em lei para compra de alimentos da agricultura familiar, como não tem realizado a reposição de alimentos nas escolas. Essa atitude tem sido motivo de denúncia por parte do Sinpro-DF, das próprias escolas, do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) etc. No DF, a lista os produtos da agricultura familiar aparece nos documentos do GDF, mas o governo não efetiva a entrega nas escolas.

“O governo do DF apresenta um cardápio com diversos gêneros da agricultura familiar para preparação da merenda, mas não entrega os gêneros nas escolas! Fiscalizei escola que somente nesta semana não tinha no depósito, mas constava no cardápio, gêneros como inhame, beterraba, hortelã, tomate, pimentão,  couve flor, morango, vagem, espinafre, brócolis, repolho roxo e abóbora”, denuncia Samuel Fernandes, diretor do Sinpro-DF e membro do CAE.

O diretor afirma que isso “é uma forma de o governo enganar a população porque quem olha o cardápio pensa que os estudantes da rede pública estão tendo, de fato, uma alimentação de qualidade completa, o que não está acontecendo, pois o cardápio é fictício”. Fernadnes ressalta que o Governo do Distrito Federal (GDF) é obrigado a destinar no mínimo 30% dos recursos repassados da União para a compra de alimentos da agricultura familiar. Por que esses alimentos não estão chegando na escolas?”, cobra o diretor do Sinpro.

 

Em meados deste ano, o Sinpro divulgou várias matérias de denúncia sobre o problema da alimentação nas escolas do DF. Mas a situação continua, mesmo com as denúncias flagrantes. Confira algumas matérias deste ano que denunciam a situação.

Falta de merenda em escolas públicas do DF é questionada pelo Ministério Público

 

Sinpro e CAE denunciam falta de merenda

 

MATÉRIA EM LIBRAS

Sinpro amplia luta pelo Convoca Já com vídeo na TV aberta

Começa a ser veiculado em rede local de televisão vídeo que cobra do GDF a convocação imediata dos(as) aprovados(as), em vaga imediata e cadastro reserva, no último concurso realizado para o Magistério Público, em 2022.

O material de 1 minuto lembra que o compromisso do governador Ibaneis Rocha em nomear imediatamente todo o grupo foi um dos pontos que contribuíram para a suspensão da Greve da Educação. “Cumprimos nossa parte do acordo (…) Cabe ao senhor cumprir a sua parte do acordo”, traz o material.

O vídeo veiculado pelo Sinpro-DF é uma das peças da campanha “Convoca Já”, realizada pelo sindicato para pressionar o GDF a nomear imediatamente professores(as) e orientadores(as) educacionais aprovados no último concurso. A campanha também já percorreu as ruas do DF, em outdoors, panfletos e diálogo, e as unidades escolares, a partir da visita dos(as) diretores(as) do Sinpro.

Assista ao vídeo

 

MATÉRIA EM LIBRAS

GDF não paga PDAF e escolas públicas do DF apresentam todo tipo de problemas

“A segunda parcela do PDAF, destinada à compra de materiais pedagógicos básicos, manutenção, compra de gás, dentre outras coisas, está atrasada há quase 3 meses em, praticamente, todas as escolas do DF”, informa Samuel Fernandes, diretor do Sinpro-DF. Só na Ceilândia, cerca de 50 escolas não receberam o recurso financeiro do  Programa de Descentralização Financeira e Orçamentária (PDAF) e enfrentam todo tipo de problema.

 

Fernandes verificou, pessoalmente, a situação e afirma que a responsabilidade por essa crise é toda do Governo do Distrito Federal (GDF) e não dos(as) gestores(as) porque as prestações de contas foram todas entregues em dia. “Esse dinheiro está fazendo falta. As escolas não têm papel para imprimir as atividades para os estudantes, precisam de dinheiro para a manutenção dos ventiladores e ares-condicionados, redes elétricas, resolver problemas nos telhados e até falta de gás, que sem ele vai afetar também o preparo da merenda escolar para os alunos”, alerta o diretor.

 

A denúncia foi feita por gestores(as) durante a reunião ordinária do Coletivo da Gestão Democrática, realizada, de forma virtual, nessa terça-feira (17). Na ocasião, além dos problemas gerados pelo não pagamento da segunda parcela do PDAF pelo Governo do Distrito Federal (GDF), os(as) gestores(as) apresentaram várias situações de demandas administrativas, pedagógicas e financeiras para a pauta sindical.

 

 

Os problemas nas escolas pela falta da segunda parcela do PDAF foram denunciados no jornal DF TV 1ª Edição, da Rede Globo, desta sexta-feira (20). Na reportagem, o DF TV mostrou que quase 50 escolas da Ceilândia estão sem o dinheiro do PDAF. Clique no link a seguir e confira a reportagem. https://g1.globo.com/df/distrito-federal/df1/video/gestores-de-escolas-publicas-reclamam-de-atraso-no-repasse-do-pdaf-12046005.ghtml

 

Em vídeos, o Sinpro mostra o exemplo do que ocorre em três escolas, lembrando que estas e outras situações são recorrentes em todas as Coordenações Regionais de Ensino (CRE) do DF.

 

EC 27 de Ceilândia

 

A partir das denúncias feitas na reunião dos(as) gestores(as), o Sinpro foi visitar algumas escolas e constatou problemas de todo tipo, como, por exemplo, na Escola Classe 27 de Ceilândia (EC 27 de Ceilândia), em que os bebedouros estão desligados, apesar do clima extremamente quente que o Distrito Federal está vivendo.

 

Em vídeo, a seguir, o diretor Samuel Fernandes mostra que os bebedouros “estão desligados porque estão dando choque e a escola não tem dinheiro para manutenção porque não recebeu a verba do PDAF. Inclusive as torneiras foram adaptadas porque não são próprias desse bebedouro”, destaca. Clique aqui e veja.

 

 

Além dos bebedouros, Fernandes informa que a EC 27 de Ceilândia está enfrentando outros problemas por falta de recurso financeiro, como, por exemplo, problemas em toda a sua parte elétrica. O diretor do Sinpro informa que, nas salas de aula, os ventiladores pararam de funcionar. “E o dinheiro do PDAF é de fundamental importância para esses reparos”, ressalta.

 

Situação de um banheiro em escola pública de Ceila

 

 

CEF 33 de Ceilândia

No Centro de Ensino Fundamental 33 de Ceilândia (CEF 33 de Ceilândia), verificou-se a uma situação perigosa nos ares-condicionados. Em vídeo e fotos, o diretor do Sinpro mostra a situação dos filtros do equipamento.

 

Diretor Samuel Fernandes mostrando o problema da sujeira dos ares-condicionados

 

Também no CEF 33, o diretor, Tadeu, mostra que está usando as últimas resmas de papel compradas com dinheiro arrecadado em festa junina. “Estamos com as últimas resmas de papel em uso, que foram compradas com o restinho de dinheiro que conseguimos na festa junina e estamos com alguns ventiladores estragados aguardando manutenção. Tudo isso depende da verba do PDAF que neste segundo semestre ainda não foi depositada na conta da escola”, afirma.

EC 13 de Ceilândia

Fernandes também registrou imagens de problemas com o gás na Escola Classe 13 de Ceilândia (EC 13 de Ceilândia). No vídeo, observa-se que a escola está usando o último botijão de gás e, segundo a gestora, não dura nem 10 dias. “Se a verba do PDAF não sair, a segunda parcela, não tenho como repor o gás para garantir a merenda das crianças”, alerta a gestora. Confira no vídeo.

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Prorrogada etapa de envio da lista de prioridades do Remanejamento Interno

O Sinpro informa que a etapa de envio da lista de prioridades do Remanejamento Interno prorrogado até sábado (21). O edital que anuncia a prorrogação será publicado no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta sexta-feira (20), mas a Subsecretaria de Gestão de Pessoas (SUGEP) já confirmou com o sindicato que será preciso fazer a prorrogação da data. Fique atento e não perca os prazos!

 

TV Sinpro debate a importância da doação de órgãos

Diagnosticada com hepatite autoimune em 2007, a professora aposentada Maria Alice Oliveira se deparou com a necessidade de um transplante de fígado para continuar a viver. Após muita luta a educadora deu a volta por cima, superou a doença e agora levanta a bandeira sobre a importância da doação de órgãos. Debatendo esta temática tão necessária o TV Sinpro fala um pouco sobre a história da educadora nesta quarta-feira (18), às 19h, com a participação da diretora do Sinpro Elineide Rodrigues.

 

Com mais de 200 competições no currículo, hoje a educadora treina diariamente e administra um grupo de corredores do Distrito Federal chamado Bora Ser Feliz. Desde 2022 foi admitida como membro da Liga de Atletas TX do Brasil. O programa vai ao ar às 19h na TV Comunitária, no Youtube e no Facebook do Sinpro-DF.

 

*Matéria publicada no dia 16 de outubro de 2023.

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Gaped/Gase: Veja como ficarão as tabelas salariais a partir de outubro/2023

A folha de pagamento de outubro, recebida por professores(as) e orientadores(as) educacionais no quinto dia útil de novembro, trará a incorporação da primeira parcela da Gaped e da Gase, conforme conquista da greve de 2023.

A incorporação da Gaped/Gase aumenta o vencimento, o que traz um efeito cascata que implica maior valor para o anuênio (adicional por tempo de serviço); para as gratificações de exercício (cujos novos valores também estão disponíveis nas tabelas salariais); para o 13º salário; e outros direitos.

Além disso, a incorporação da gratificação ao vencimento resguarda a categoria de qualquer ameaça de retirada desse valor.

Para conferir como ficam as tabelas salariais a partir da primeira etapa dessa incorporação clique no botão:

Tabela Outubro/2023

 

Importante lembrar que a tabela de outubro vigora para folhas de 10, 11 e 12 de 2023. Em janeiro (folha 01/2024, paga no quinto dia útil de fevereiro), já haverá a segunda etapa de incorporação da Gaped/Gase e uma nova tabela.

No botão abaixo, você confere como ficarão as tabelas salariais em cada uma das etapas seguintes da incorporação, que se conclui em janeiro de 2026.

Tabelas

 

Aposentados com paridade

Aqueles e aquelas que se aposentaram com paridade mas, ao se aposentar, tiveram prejuízos financeiros pela redução do pagamento da Gaped e da Gase, passarão a receber o valor integral referente a essas gratificações, conforme as etapas da incorporação. Profissionais da ativa que teriam esse prejuízo ao se aposentar, estão protegidos dessa possibilidade.

 

Profissionais atuando fora da escola

Da mesma forma, quem atua em áreas não pedagógicas, na estrutura e organização da SEEDF nos níveis intermediário e central, que tinham prejuízos por não perceber o pagamento dessas gratificações, passarão a recebê-lo incorporado ao vencimento, como toda a categoria – conforme as etapas da incorporação.

 

Histórico

A Gaped nasceu em 1991, com o nome de Gratificação de Regência de Classe (GRC), conhecida como Pó de Giz (A Gase nasceu anos depois). Ela foi uma resposta de curto prazo e paliativa aos ataques trazidos com a crise econômica dos anos 90. Em 2007, tornou-se Gratificação de Atividade em Regência de Classe (Garc) e, em 2013, a Gaped. Embora a essência fosse a mesma, a gratificação passou por mudanças estruturais e de nome para ampliar o número de profissionais da categoria com direito ao valor que, ao longo dos anos, também aumentou de 20% para 30% do vencimento básico.

A incorporação da Gaped/Gase é resultado da luta e da mobilização da categoria do magistério público do DF. Após 22 dias de greve unificada, o GDF, que se recusava a negociar, abriu diálogo com a Comissão de Negociação do Sinpro-DF e negociou a incorporação integral da Gaped/Gase, em seis parcelas.

Clique no botão abaixo e acesse o Quadro Negro que detalha as conquistas da greve de 2023.

Quadro Negro

 

Incorporação do auxílio saúde

O auxílio saúde foi incorporado ao vencimento em abril de 2022. No entanto, a linha “auxílio saúde” continuou aparecendo nos contracheques sob novo código, atualmente no valor de R$ 212,00. Segundo a Secretaria de Educação, essa linha deixará de existir na folha de outubro/2023, porque esse valor – que já faz parte do vencimento há um ano e meio – migrará definitivamente para a linha do vencimento no contracheque.

MATÉRIA EM LIBRAS

Temporários(as): atenção para novas orientações sobre perícia médica

Segundo orientações da Subsaúde, profissionais em regime de contrato temporário não precisarão mais marcar horário para perícia médica, em nenhum caso.

Em casos de atestado de até 10 dias, servidores(as) que não tem acesso ao SEI (Sistema Eletrônico de Informações); e em casos de atestado de mais de 10 dias, profissionais temporários devem comparecer presencialmente à Subsaúde (Setor Comercial Sul, Quadra 09, Edifício Parque Cidade Corporate, Torre A, 1º Subsolo), sem agendamento, às segundas, terças ou quartas-feiras, de 14h a 18h.

Sessão solene na CLDF faz justa homenagem a professores e professoras

A Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) realizou na última segunda-feira (16) uma sessão solene em homenagem ao Dia do(a) Professor(a). O evento, de iniciativa do deputado distrital Gabriel Magno (PT), foi realizado no Plenário da CLDF e enalteceu a importância da categoria magistério público na construção de uma sociedade mais justa e com sujeitos críticos com vistas a um mundo novo. O evento contou com a participação da secretária de Finanças da CNTE, Rosilene Corrêa, diretores(as) do Sinpro, da deputada federal Érika Kokay, dentre outros(as).

A diretora do Sinpro Márcia Gilda fez parte da mesa e ressaltou a luta dos(as) educadores(as) por um país melhor e mais justo. “Ser professor é lutar constantemente por uma educação pública de qualidade para todos e pela busca por mais valorização para a educação. Temos um papel fundamental no desenvolvimento individual e social, bem como na vida das pessoas e da comunidade”.

Ao final do evento vários(as) educadores(as) foram homenageados(as) pelos serviços prestados à educação do Distrito Federal. Confira a lista:

ADRIANA CASCAES PEREIRA
ALBERTO RIBEIRO
ALEXANDRE MEDEIROS DE MELO
ALZIRA TATSCH LINHARES
ANA BONINA
ANA CLAUDIA RODRIGUES FERNANDES
ANA CRISTINA MACHADO
ANA KÁTIA DOS ANJOS PINHEIRO
ANA MARIA ALVES SANTIAGO
ANA PAULA CORRÊA ACCIOLY
ANDERSON BATISTA SALLES
ANDERSON CORRÊA
ANDRÉ LÚCIO BENTO
ANDRÉA LIMA MADUREIRA
ANDREIA FERREIRA ALVES
ÂNGELA JORBA WATHIER
BARTOLOMEU SOUSA LIMA
BERENICE DARC
BERNARDO TÁVORA
BETÂNIA TARGINO FERREIRA
CARLOS ALBERTO MENNA B. FRANCO NETO
CARLOS CIRANE NASCIMENTO
CARLOS FERNANDES
CARLOS MACIEL
CARMEN LÚCIA MENDES P. DE FREITAS
CÁTIA NÚBIA DE PAULA
CÉLIA APARECIDA DE OLIVEIRA SOARES
CHARLES LEMOS COSTA
CLAUDIA ADJUTO DE ARAÚJO DE ASSUNÇÃO
CLAUDIA BRAGA DE MOURA
CLÁUDIA LIMA SILVA
CLAUDIA MARIA FRANCISCO FERREIRA
CLÁUDIO ALVES IRINEU
CLÁUDIO ANTUNES
CLAUDIO FERNANDES PIMENTA
CLEBER SOARES
CLEISON LEITE FERREIRA
CONSUELITA OLIVEIRA
CYNARA MARTINS DE SOUSA
DAIANE CAPRINE DOS SANTOS
DANIELLE PASSOS DOS SANTOS
DENISE MOTA PEREIRA DA SILVA
DIMAS ROCHA
DOMANE TEIXEIRA DE SOUZA
DORCAS DE CASTRO
EDICARLOS ALVINO DA SILVA
EDILENE NUNES PEREIRA.
EDNEI BEZERRA PIMENTEL
EDVANIA DOMINGOS GOMES
ELAINE AMANCIO RIBEIRO
ELAINE CARVALHO DO NASCIMENTO
ÉLBIA PIRES
ELIENE NOVAES ROCHA
ELINEIDE RODRIGUES
ELIZABETE FERREIRA DA CUNHA DE SOSS
ENITA MARIA DE ARAÚJO
ERIVAN DE SOUSA PEDROSA
ESTHEL DUARTE DE FREITAS
EVA FABIOLA ANTUNES BARROS
FABIANA PEREIRA CAPISTRANO
FABÍOLA DA SILVA LIMA
FÁTIMA ALMEIDA
FERNANDA MOURA DA SILVA
FERNANDO REIS
FIRMINIA MOREIRA DE QUEIROZ
FLAVIANE ANTUNES BARROS
FRANCIENE PEREIRA DAS CHAGAS OLIVEIRA
FRANCISCO RAIMUNDO ALVES
FRANCISCO VALDEVINO SOBRINHO
FRANCISCO VALDEX MARQUES RAMALHO
GARDENIA MARIA DA SILVA
GERLUCE DE SOUZA DA SILVA
GILDENOR DE ARAÚJO SOUSA
GILMA AREDA VASCONCELOS
GILVACI RODRIGUES AZEVEDO
GILZA LÚCIA
GISELE DE CASTRO SILVA
GISELE FERNANDES CASTRO
HAMILTON CAIANA
IEDA DE SOUZA MAGALHÃES
IÊDA MARIA COSTA MELO
IRACY GOMES NUNES
IRIS MARLEI LOPES DOS REIS
JACY BRAGA RODRIGUES
JANAÍNA LUIZA RIBEIRO DE MELO
JEFFERSON FERREIRA TELES
JOANA DARC
JOANA FREITAS CERQUEIRA
JOÃO BRAGA.
JOSÉ FERNANDO LUJAN ALBERCA
JOSE LUCIO PINHEIRO
JOSÉ MARIA FERREIRA DE FARIAS
JOSÉLIA ARAÚJO DA COSTA
JUCIMEIRE BARBOSA DA SILVA
JÚLIO BARROS
JUSCENILCE MARQUES DO NASCIMENTO
KATIA GARCIA CÂNDIDO
KELEN APARECIDA DE SOUZA
KELMA KATIA SILVA CAVALCANTE
KEYLA DA SILVA CAIANA CARVALHO
LÂNIA MARIA ALVES
LEILA MARIA DE JESUS OLIVEIRA
LEILANE COSTA
LETÍCIA MONTANDON
LEVI PORTO
LILIANE RAKEL RODRIGUES DA COSTA
LÚCIA DE CARVALHO BRANDÃO
LUCIA NUNES DE OLIVEIRA
LUCIANA CUSTÓDIO
LUCIANO MATOS
LUCIANY OLIVEIRA OSÓRIO BORGES
LUCILENE KÁTIA
LUCILENE VEIGA CARDOSO AMARAL
LUIZ CARLOS DA SILVA
LUIZ CARLOS RODRIGUES DE SOUZA
MAÍRA DE SOUZA GUERRA F. DE CASTRO
MANOEL DE SOUSA ROCHA
MARCELO QUIDUTE NOBELINO
MÁRCIA LUCINDO LAGES
MÁRCIA GILDA MOREIRA COSME
MARCIA SOUSA DE ABREU
MARCOS BRAZ PEIXOTO
MARIA ADALZENIR VITORIANO PINHEIRO
MARIA ALICE PIRES DE OLIVEIRA.
MARIA DAS DORES DE SOUSA BOTELHO
MARIA DE FÁTIMA TARGINO DOS SANTOS
MARIA DO SOCORRO F. DA PAIXÃO
MARIA DO SOCORRO T. FAGUNDES
MARIA JOSÉ LEITÃO DE S. GONÇALVES
MARIA JOSÉ OLIVEIRA DE MACEDO PINTO
MARIA LÚCIA ALVES DA SILVA
MARIA LUIZA PINHO PEREIRA,
MARIA NEIDE CARDOSO MOTA
MARIA NILDA LUCAS RIBEIRO
MARIANA VIANA BORGES
MARIANE MEIRA SOARES RIBEIRO
MARILANGE DA SILVA VIANA
MÁRIO BISPO DOS SANTOS
MATHEUS COSTA
MAURITÂNIA LINO DE OLIVEIRA
MILTON CARLOS FACCHINETTI L. FILHO
MÔNICA CALDEIRA
MONICA LUCAS VIEIRA RIBEIRO
NARA NARDONES PEIXOTO
NEIDIMAR OLIVEIRA DA SILVA SOUZA
NEIRE DOS SANTOS S. NASCIMENTO
NEUMA DE OLIVEIRA SILVA
NILZA CRISTINA GOMES DOS SANTOS
ORLANDO PEREIRA DOS SANTOS
ORLANDO SANTANA LIMA JUNIOR
PALMIRA TOBIO Y PORTELA
PAOLA SOARES ARAGÃO
PATRÍCIA COELHO RODRIGUES
PRESILINA SPINDOLA DE ATAIDES
PRISCILA HENRIQUE SENA
RAFAELA FARIAS PEREIRA
RAIMUNDO KAMIR
REGINA CÉLIA.
REJANE APARECIDA RIBEIRO DURÃES
REJANE FREITAS ROCHA.
REJANE PITANGA
RICARDO GAMA
RITINHA OLLY.
RODRIGO ARAÚJO MAGALHÃES
RODRIGO TEIXEIRA
RONALDO ALVES MOUSINHO
ROSSANA MARIA DE ARRUDA CORREIA
SAMUEL FERNANDES.
SANDRA CRISTINA LUSTOSA
SANDRA MARA MENEZES FRANCO
SANDRA NEIVA
SEBASTIÃO TEIXEIRA DE V. FILHO
SELASSIE DAS VIRGENS JÚNIOR
SELMA NUNES DE ANDRADE
SILVANA FERNANDES
SILVIA CAIRES SILVA
SÍLVIA GONÇALVES DE ANDRADE SOUZA
SIMONE ALVES DA SILVA
SIMONE ESTELA DE OLIVEIRA DO BRASIL
SIMONE FERNANDES FERREIRA DIAS
SIRLENE ALVES DE SOUZA
SOLANGE BUOSI
STELA RODRIGUES PEREIRA
STEPHANIE MARINA C. ARAUJO DUARTE
TÂNIA ANDRÉIA GENTIL G. FERREIRA
TEREZINHA BARBOSA FARIAS VIEIRA
VANILCE DINIZ
VANY MARIA DOS RAMOS
VERA LÚCIA BRAZ DE QUEIROZ MELO
VITÓRIA CRISTINA PEREIRA GOMES
WALLACE DE OLIVEIRA FERNANDES
WANDA DOS REIS CLEMENTE
WELLINGTON ALVES CARDOSO
WELLINGTON BATISTA GONÇALVES
ZALDO BORGES

ALESSANDRA SILVA DE SOUSA NEVES,
ANDRESA CRISTINA DE ANDRADE
ANITA PEREIRA FERRAZ
DILMAR ANUNCIAÇÃO DE OLIVEIRA
ELIENE NOVAES ROCHA
ELIZABETE FERREIRA DA CUNHA DE SOUSA
ÉRIKA DANIELLA FELIPE DE MOURA,
GERMANO TEIXEIRA CRUZ
NILTON NÉLIO COMETTI
OLGAMIR AMANCIA FERREIRA
RAFAELA FERNANDES DO PRADO
ROBSON CALDAS DE OLIVEIRA
ROSILENE CORRÊA LIMA
SIMONE PEREIRA COSTA BENCK
SIMONE SILVA COSTA
VERA LUCIA RIBEIRO DE CARVALHO BUENO
VERUSKA RIBEIRO MACHADO
ZULMIRA PIRES DE SOUZA
CHRISTINE REBOUÇAS LOURENÇO
ANDRESA CRISTINA DE ANDRADE
ADILSON CÉSAR DE ARAÚJO
GABRIEL QUEIROZ NEGRÃO
GERMANO TEIXEIRA CRUZ
GIANO LUIS COPETTI
PAULO HENRIQUE SALES WANDERLEY
PAULO HENRIQUE SILVA RIBEIRO

 

Confira abaixo as fotos postadas no Facebook do Sinpro.

VEJA O ÁLBUM

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