Cerimônia do I Prêmio Paulo Freire de Educação ocorre nesta quinta (28)

Escolas, projetos, estudantes e profissionais da pedagogia vencedores(as) do I Prêmio Paulo Freire de Educação da Comissão de Educação, Saúde e Cultura (CESC), da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF), receberão seus reconhecimentos em Sessão Solene, nessa quinta-feira (28), a partir das 19h, no Plenário da Casa Legislativa. A CLDF informa que “os projetos inscritos e todos(as) os(as) responsáveis pelos mais de cem projetos inscritos serão apresentados(as) à sociedade e homenageados(as) durante cerimônia de premiação”.

 

O I Prêmio Paulo Freire de Educação é uma iniciativa do deputado distrital e presidente da CESC, Gabriel Magno (PT), idealizada para reconhecer e premiar, publicamente, profissionais de ensino, estudantes, estudiosos e ativistas que se destacaram por suas contribuições na promoção do direito à Educação, na gestão democrática, no Plano Distrital de Educação (PDE) e em projetos políticos-pedagógicos que influenciem de forma positiva as escolas públicas do Distrito Federal (DF).

Em entrevista à imprensa, o deputado Gabriel Magno disse que ficou muito satisfeito e surpreso com a quantidade de adesões e com a alta qualidade dos projetos que concorreram. Em nota pública, ele convida a todos(as) para comparecer à solenidade. Dentre os projetos premiados, está o do CEM 02 de Ceilândia, do CEMAB, EC 05 de Planaltina, dentre outros. Clique aqui e confira a lista dos(as) vencedores(as).

O Prêmio Paulo Freire da CLDF chegou a ser alvo de críticas e ataques de deputados bolsonaristas, que distorceram o pensamento de Paulo Freire, reconhecido internacionalmente como um dos melhores e maiores educadores do mundo.

Também vão receber a premiação o Projeto RAP (Ressocialização, Autonomia e Protagonismo), o programa de Formação de Professores em Educação Ambiental da Universidade Católica de Brasília (UCB) e o Museu Virtual de Ceilândia.

Segundo informações da imprensa, nessa primeira edição, os projetos se dividiram nas seguintes categorias, a saber: Educação para a Diversidade; Cidadania e Educação em e para os Direitos Humanos; Educação para a Sustentabilidade; Educação no Campo; e Tecnologia e Inovações. Os três primeiros colocados em cada uma delas receberão troféus.

Confira a lista de premiados no link abaixo

https://www.gabrielmagno.com.br/resultadopremiopaulofreire

 

MATÉRIA EM LIBRAS

Paulo Freire e a luta por uma educação pública de qualidade e um país soberano

(*) Por Raimundo Kamir

Se estivesse vivo, o Patrono da Educação Brasileira, Paulo Freire, faria 102 anos no dia 19 de setembro de 2023. A data de nascimento de Freire, reconhecido mundialmente como um dos maiores e mais profundos educadores do planeta, tornou-se momento importante para a reflexão sobre a importância e a necessidade de defendermos a educação pública, gratuita, democrática, popular, laica, inclusiva e de qualidade socialmente referenciada para o Brasil conseguir ser uma nação desenvolvida e soberana.

O legado de Paulo Freire é imenso e, entre o espólio de seu aporte literário, destaco a defesa da educação como um ato político e transformador, capaz de empoderar as pessoas e promover um modelo de sociedade livre de opressões. Quando pensamos a escola brasileira a partir de uma perspectiva freiriana, entendemos que é preciso existirem condições de vida e de trabalho favoráveis aos(às) educadoras(es), estudantes e trabalhadoras(es) da educação a promoverem as práticas pedagógicas com mais autonomia.

O problema é que, quando o neoliberalismo ataca a educação, como um todo, como aconteceu recentemente no Brasil, durante os governos federais entre 2016 e 2022, dificulta e, muitas vezes, impedem a construção do “ser mais” de Paulo Freire, limitando e impedindo, como está acontecendo, atualmente, no Estado de São Paulo, o desenvolvimento de uma educação voltada para capacitar as pessoas para a cidadania e a construir seres humanos sujeitos(as) críticos(as) que possam desfrutar de uma cidadania plena.

O movimento dos professores(as) e orientadores(as) educacionais e seus sindicatos no País afora, com seu papel fundamental na luta em defesa dos direitos dos(as) trabalhadores(as) da educação por condições mais adequadas de trabalho e valorização profissional, corrobora a ampliação das condições materiais que vão ao encontro de uma prática pedagógica crítica e emancipadora. Esse compromisso com a luta em defesa do legado de Paulo Freire é de extrema importância para a garantia de uma educação pública de qualidade socialmente referenciada, democrática e inclusiva.

O fomento às formações sindicais na educação visa a fortalecer a ideia de uma educação como práxis emancipadora, contribuindo para a construção de uma consciência crítica para o enfrentamento das desigualdades presentes no sistema educacional. Esse processo só é possível quando todos(as) os(as) atores(as) da escola e ao redor dela estiverem construindo, como sujeitos e sujeitas, essa ruptura com o modelo de sociedade que produz e reproduz a lógica da miséria, da desigualdade social, do machismo, do racismo, da LGBTfobia, dentre outras opressões estruturais.

Nesta comemoração dos 102 anos de natalício do Patrono da Educação Brasileira, seus ensinamentos nos trazem reflexões preciosas para um período de reconstrução do País, que estamos vivendo agora, e para o fortalecimento da luta pela Educação libertadora. A conjuntura atual abre mais espaços para proposições que defendem a educação pública, contudo, isso não significa que a luta deve enfraquecer. O momento é de propor e de disputar um modelo de educação pública e gratuita, construído e forjado para transformar o mundo em um lugar mais justo, solidário e amoroso e nosso país em uma nação soberana.
Viva Paulo Freire!

(*) Raimundo Kamir é diretor do Sinpro-DF e professor de Artes na rede pública de ensino do Distrito Federal.

Inscrições abertas para o seminário “Setembro Amarelo – A vida é a melhor escolha”

Se você ainda não se inscreveu, clique aqui, ou no botão a seguir, e faça sua inscrição no seminário Setembro Amarelo – A vida é a melhor escolha. A iniciativa da Secretaria de Assuntos da Saúde do Sinpro será presencial, no dia 29 de setembro, das 14h às 17h, no Auditório Paulo Freire (SIG). O evento será realizado em parceria com o Instituto Olhos da Alma Sã com o intuito de abrir um espaço público para reflexão sobre as questões da saúde mental, de buscar descolonizar ocorrências preestabelecidas e de promover o pensamento crítico sobre experiências e sentimentos por meio de reflexão, desnaturalização dos discursos totalitários e normativos.

 

Aberta para toda a categoria, no fim da atividade os(as) participantes ganharão certificado. Os(as) interessados(as) podem fazer a sua inscrição até o dia 29 de setembro. 

 

Inscreva-se aqui

 

Dentre os temas presentes na programação estão O eu x o nós: máquinas fortes e corpos frágeis, com o professor do Departamento da Psicologia Social e do Trabalho do Instituto de Psicologia da Universidade de Brasília (UnB), Emílio Peres Facas; LGBTQIAN+ pensando a sexualidade na escola, com a também psicóloga Maria Isabel de Queiroz; Crise na esperança: reinventando inícios, com Ezequiel Nogueira Braga; Estratégias em Saúde Mental, com Luciane Kozicz Reis Araújo, além da participação da Doutora em Biologia pela Universidade de Brasília (UnB), Daniele Scandiucci de Freitas.

Luciane Kozicz reflete que hoje, pela linguagem supostamente humana, máquinas conversam com humanos e, por meio de humanos, conversam até com outras máquinas. “Não são mais humanos que se valem das máquinas para se comunicar, mas o inverso. No mundo da vida, da dor, do desespero, da falência racional a mídia digital não é capaz de acolher. Reunir pessoas, com falas singulares busca autorizar narrativas individuais de pertencimento a um coletivo”.

A coordenadora da Secretaria de Saúde do Sinpro, Élbia Pires, afirma que “este seminário quer ampliar o debate com a categoria sobre os processos que causam adoecimento no espaço de trabalho, ampliar os debates sobre a prevenção dos adoecimentos e, principalmente, construir coletivamente propostas de políticas públicas que garantam o exercício da nossa profissão com a dignidade, a saúde e o bem-estar que a nossa categoria merece”.

Confira abaixo a programação:

O eu x o nós: máquinas fortes e corpos frágeis

Emílio Peres Facas

Professor do Departamento da Psicologia Social e do Trabalho do Instituto de Psicologia da Universidade de Brasília (UnB). Coordena o Núcleo de Trabalho, Psicanálise e Crítica Social no Laboratório de Psicodinâmica e Clínica do Trabalho da Universidade de Brasília, Doutor em Psicologia Social, do Trabalho e das Organizações (PSTO/UnB), com sandwich na Université Catholique de Louvain, Bélgica.

 

LGBTQIAN+ pensando a sexualidade na escola

Maria Isabel Amora de Queiroz

Psicóloga clínica na Coordenação de Atenção Psicossocial (CoaP) da Universidade de Brasília, onde promove o grupo Vozes LGBTQIA+; Co-criadora do Ambulatório Trans do HuB; Ex-mentora do Programa Transformação da ONU

 

Crise na esperança: reinventando inícios

Ezequiel Nogueira Braga

Psicólogo clínico e psicoterapeuta, mestre em psicologia clínica pela PUC – SP e candidato a analista junguiano pela Associação Junguiana do Brasil – AJB associada a International Association for Analytical Psychology – IAAP.

 

Estratégias em Saúde Mental

Luciane Kozicz Reis Araujo

Coordena a Clínica do Trabalho no Sinpro/DF. Mestre em Saúde Pública na ENSP/Fiocruz Brasília (2017). Especialista em “Grupanálise e Psicoterapia Analítica de Grupos” pelo Instituto de Pesquisa em Psicanálise e Psicopatologia de Brasília – IPePP-DF. Graduada em Psicologia pela Universidade de Brasília. Pesquisadora do Cnpq e pesquisadora convidada do Núcleo de Trabalho, Psicanálise e Crítica Social no Laboratório de Psicodinâmica e Clínica do Trabalho da Universidade de Brasília

Daniele Scandiucci de Freitas

Doutora em Biologia (UnB) especialização em Psicologia Analítica, imaginário e prática clínica; extensão em psicossomática, saúde mental em base analítica, terapia familiar e de casal. Atualmente, trabalha como psicóloga clínica, professora e supervisora junto ao Instituto Olhos da Alma Sã.

 

* Matéria publicada, originalmente, em 06 de setembro de 2023; e republicada, posteriormente, em 20 de setembro de 2023

 

MATÉRIA EM LIBRAS

CEF 10 do Gama volta de Olimpíadas Brasileiras com 5 pratas e 2 bronzes

Escola obteve três pratas na Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica,
e duas pratas e 2 bronzes na Olimpíada Brasileira de Geografia

 

Estudantes motivados, que têm prazer em ir para a escola, participam com interesse das aulas e buscam associar o conteúdo aprendido com a aplicação desse conhecimento. O CEF 10 do Gama descobriu as vantagens de inscrever os alunos em Olimpíadas Brasileiras. Em 2023, cerca de 90 alunos da escola participaram das Olimpíadas de Matemática, Geografia, Astronomia e Astronáutica e também participaram da Mostra Brasileira de Foguetes.

Ano passado, foi uma participação modesta na Olimpíada de Astronomia e Astronáutica, com alguns estudantes de 8º e 9º anos. Voltaram com uma medalha de prata e os(as) professores(as) perceberam os efeitos colaterais: “Os estudantes se viram representados, viram os resultados e isso foi bom pra autoestima deles. Eles passam a se ver de outra maneira, e a escola teve papel fundamental nesse processo”, conta Eric de Sales, que junto com a professora Natállia Orrú, coordena a escola.

 

Geografia premiada

Este ano, a participação em Olimpíadas Brasileiras passou a fazer parte do projeto pedagógico da escola, e os resultados já começam a aparecer: a primeira participação da escola nas Olimpíadas de Geografia rendeu às 4 equipes inscritas do CEF 10 do Gama duas medalhas de prata e duas de bronze.

Cada equipe contava com três integrantes, todos dos nonos anos, todos submetidos a uma maratona de questões. “Fomos o único CEF a ter medalhas de prata”, comemora a coordenadora Natállia. “E por 2 décimos não conquistamos o ouro, a nota de corte foi 9,2 e nosso estudante tirou 9!”, lamenta a coordenadora.

“A inscrição foi mais pra fazer um teste, ver como os estudantes se comportariam, e já trouxemos medalhas para casa”, explica o professor Tom.

E no meio do caminho ainda havia algumas pedras. A escola não tinha computadores suficientes para os estudantes participarem das competições de Geografia, que eram todas online. “O professor Wellington mobilizou todo o corpo docente da escola, e conseguimos juntar notebooks para montar, ainda que precariamente, uma estrutura para os estudantes fazerem a prova”, lembra Eric, que completa: “Nenhuma dessas ideias e projetos seriam possíveis sem a intensa adesão do corpo docente”.

 

Astronomia e foguetes

A professora Auristela de Siqueira Vasconcelos, de ciências, foi quem percebeu o uso da Olimpíada de Astronomia como uma forma de unir o conhecimento adquirido em sala de aula com a prática da confecção de um foguete para ser lançado. “O pessoal do sétimo ano ficou a cargo do lançamento do foguete, e os mais velhos fizeram as provas. Eles viram os resultados: três medalhas de prata na OBA”. A professora Carolina Rodrigues de Souza esteve à frente da equipe do lançamento de foguetes.

Os alunos orientados por Auristela e Carolina lançaram um foguete movido a ar pressurizado no Parque do Gama. Veja o vídeo.

 

Teoria e prática

O corpo docente do CEF 10 percebeu, então, uma das melhores funções pedagógicas das Olimpíadas Brasileiras: “A Olimpíada Brasileira vem justamente fazer com que os alunos participem com o conhecimento.” E é para transmitir esse conhecimento que servem as outrora chatas e enfadonhas aulas: “Os estudantes percebem que o conhecimento não é apenas aquele conteúdo aparentemente sem sentido. É um conteúdo vivo que é aplicado à prática, e os resultados desse casamento entre teoria e prática são extremamente interessantes: quando ganham as medalhas, eles se vêem de outra maneira.”

 

Raciocínio de técnico

Para o ano que vem, o corpo docente planeja a preparação das turmas como verdadeiros técnicos de equipes olímpicas: trabalhar o amadurecimento psicológico e do conhecimento das turmas é a chave para se trazer resultados.

“Começamos com o pessoal do sétimo ano participando do lançamento do foguete. Eles ficam estimulados, gostam dos resultados e, nos anos seguintes, se esforçam e se empenham nas provas, que têm um conteúdo mais denso”, raciocina Eric. “Ano que vem queremos ter todos os oitavos e nonos anos fazendo as provas da OBA, e todos os sétimos anos com equipes no lançamento de foguetes”.

Assim, ao chegar ao nono ano, os alunos já têm a experiência necessária para obterem melhores resultados.

Professor Tom quer, em 2024, 10 equipes de geografia, e as turmas devem entrar também nas Olimpíadas de História.

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Inscrições abertas para o Seminário Nacional do Ensino Médio

A Universidade de Brasília (UnB) e o Instituto Federal de Brasília (IFB) realizam, entre terça e quinta-feira da próxima semana (26 a 28/9), o Seminário Nacional do Ensino Médio, com o tema “Por uma política nacional para o Ensino Médio: dilemas e perspectivas”. O seminário será uma das mais de mil atividades da “23ª Semana Universitária da UnB – O futuro é feminino”, a ser realizada entre os dias 25 e 29 de setembro em vários locais dos campi da universidade.

Com apoio da Associação dos Docentes da UnB (ADUnB) e do Sindicato dos Professores no Distrito Federal (Sinpro-DF), o seminário é destinado a estudantes, professores(as), orientadores(as) educacionais, técnicos(as), gestores(as), pesquisadores(as) e organizações sociais, que podem se inscrever pelo link: acesse o botão a seguir:

 

 

O evento é híbrido, ou seja, será presencial e transmitido on-line. “O objetivo do seminário é apresentar resultados de pesquisas sobre o processo de implementação da reforma do Ensino Médio e perspectivas para a construção de uma política nacional e democrática para a última etapa da Educação Básica pública brasileira”, informa Adilson Cesar de Araújo, assessor de Políticas Institucionais do IFB e um dos organizadores.

A abertura será na noite de terça-feira (26), às 19h, no auditório da ADUnB, com uma conferência do professor Daniel Cara, da Universidade de São Paulo (USP), e Fernando Cássio, da UFABC/REPU), intitulada “Por uma política nacional para o Ensino Médio”.  A Mesa de Abertura é formada por representantes da UnB, IFB, Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), Fórum Distrital de Educação (FDE) e SETEC/MEC.

A partir de quarta-feira (27) até quinta-feira (28), haverá várias atividades, como palestras, mesas redondas com apresentação de resultados de pesquisas no âmbito das redes estaduais e dos Institutos Federais de Educação sobre as consequências da adoção da reforma no contexto educacional brasileiro. Haverá ainda a elaboração da Carta Brasília com contribuições para a construção de uma política nacional e democrática para o Ensino Médio.

 

Inscrições

O Seminário Nacional de Ensino Médio acontece dentro da programação da  Semana UnB 2023 – O FUTURO É FEMININO!

O acesso às atividades do seminário é  gratuito, e os interessados em participar e receber certificados precisam se inscrever via Sistema Integrado de Gestão de Atividades (SIGAA-UnB) e preencher as listas de frequência que estarão disponíveis durante as ações.

Para realizar a inscrição, basta se cadastrar no sistema, acessar a lista de atividades gerais, buscar as ofertas de cada uma das unidades e, após escolher as que mais interessam, realizar a inscrição tanto na atividade geral quanto na oferta. Para mais informações, clique aqui e acesse.

 

Confira a programação a seguir:


SEMINÁRIO NACIONAL DO ENSINO MÉDIO 
| Por uma política nacional para o Ensino Médio: dilemas e perspectivas

Dias: 26, 27 e 28 setembro de 2023

 

26 de setembro (Auditório da ADUnB)

19h | Conferência de abertura: Por uma política nacional para o Ensino Médio

Convidados: Daniel Cara (USP) e Fernando Cássio (UFABC/REPU)

 

27 de setembro (Anfiteatro 9 – ICC Sul)

9h | Mesa: O que as pesquisas dizem sobre a Reforma do Ensino Médio

Convidados: Monica Ribeiro (UFPR) e Fernando Cássio (UFABC/ REPU)

Mediação: Catarina de Almeida Santos (FE-UnB)

14h | Palestra: A Reforma do EM no contexto dos Institutos Federais de Educação

Convidados: Adilson Cesar de Araujo (IFB), Dante Moura (IFRN) e Lucas Pelissari (UNICAMP)

Mediação: Rosa Amélia (IFB)

  

28 de setembro (Anfiteatro 9 – ICC Sul)

9h | Mesa: Percepções e olhares sobre o processo de implementação da reforma no EM no contexto escolar

Convidados: Matheus Costa – Diretor de escola (SEDF), Jade Beatriz (Presidente da UBES), Represetação dos professores (CNTE) e Ricardo Pacheco (SEDF)

Mediação: Eliene Novaes Rocha (ADUnB) 

14h | Mesa: Contribuições para a construção de uma política nacional e democrática para o EM

Convidados: Marise Ramos (UERJ-FIOCRUZ) e Carlos Artexes (CEFET-RJ)

Mediação: Adilson Cesar de Araujo (IFB) 

16h | Aprovação da Carta Brasília “Por uma política nacional do EM”

 

Publicado em 21de setembro de 2023 às 10h50

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Reunião com aprovados e aprovadas define próximas estratégias da campanha “Convoca Já”

Com o auditório do Sinpro lotado na noite de segunda-feira, 26, a reunião do sindicato com aprovados e aprovadas no concurso de 2022 discutiu estratégias para fortalecer a campanha “Convoca Já” e a luta por nomeações imediatas.

O encontro contou com a participação da economista e supervisora do Escritório Regional DF do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), Mariel Angeli; do presidente da Central Única dos Trabalhadores do DF (CUT-DF), Rodrigo Rodrigues; e da diretora da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) Rosilene Corrêa.

Os convidados proporcionaram um momento formativo que abordou o projeto político colocado em curso nos últimos anos pelo GDF e pelo governo federal anterior, que teve como consequência o aumento brutal do número de contratos temporários no magistério público, bem como o contexto geral de precarização das relações de trabalho e as perspectivas com a disputa em torno da reforma administrativa. O advogado do Sinpro, Lucas Mori, também participou do encontro e tirou dúvidas sobre o processo de concurso e nomeações. Entre outras questões, ele destacou que não há mais nem um entrave judicial que impeça a convocação de aprovadas e aprovados.

O Sinpro-DF apresentou um calendário de mobilização e, junto com os aprovados(as), a decisão foi de intensificar a campanha “Convoca Já”. Nesta terça-feira, 26, o movimento vai percorrer os gabinetes de deputados e deputadas distritais solicitando apoio para a reivindicação por nomeações imediatas na rede pública de educação do DF e à derrubada do veto de Ibaneis à LDO, limitando o número de convocações para 2024.

>> Saiba mais: CAMPANHA “CONVOCA JÁ” VISITA PARLAMENTARES DA CLDF NESTA TERÇA (26)

Haverá faixaço nas escolas para fazer o debate direto com a categoria e ampliar o movimento. Os outdoors nas principais vias do DF continuarão sendo uma ferramenta importante de diálogo com a população. A convocação e nomeação dos aprovados é uma pauta prioritária da nossa categoria.

>> Saiba mais: SINPRO REALIZA AÇÃO NAS REDES PELA NOMEAÇÃO IMEDIATA DE APROVADOS EM CONCURSO

>> Saiba mais: “CONVOCA JÁ” VAI PARA OUTDOORS DAS PRINCIPAIS VIAS DO DF

Fotos: Palloma Barbosa

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Comunicado | Convites para Baile dos(as) Aposentados(as) acabaram

A diretoria colegiada do Sinpro-DF informa aos(às) professores(as) e orientadores(as) educacionais aposentados(as) que, conforme foi avisado pela entidade, os convites para o Baile dos(as) Aposentados(as) eram limitados por questões de segurança e já acabaram desde esta terça-feira (26).

No entanto, no dia 7 de outubro, o Sinpro realiza uma festa para homenagear professores(as) e orientadores(as) educacionais do DF, intitulada “Sinpro Com Você, Por Você”. A festa é para aposentados(as) e ativos(as) e celebra o Dia dos(as) Professores(as). Será realizada a partir das 21h, no Net Live. O evento é exclusivo para filiados(as) ao sindicato. 

No show, Diogo Nogueira apresentará uma seleção de seus maiores sucessos, além de releituras de clássicos da MPB. DJ Chokolaty e a Banda Terminal Zero também serão atrações do “Sinpro Com Você, Por Você”, e prometem não deixar ninguém parado.

Filiados(as) ao Sinpro-DF têm direito a levar um(a) acompanhante à festa-show. É necessário apresentar a carteirinha de associação ao Sinpro (física ou virtual) ou contracheque com desconto referente à filiação na entrada do evento. Clique abaixo e confira!

Diogo Nogueira é atração principal da festa Sinpro Com Você, Por Você

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Campanha “Convoca Já” visita parlamentares da CLDF nesta terça (26)

Na tarde desta terça-feira, 26 de setembro, professores(as) e orientadores(as) educacionais aprovados(as) no concurso de 2022 estarão com a diretoria do Sinpro percorrendo os gabinetes da Câmara Legislativa (CLDF). A ação visa a solicitar o apoio dos e das parlamentares a duas pautas de fundamental importância para a educação pública do DF: a reivindicação por nomeações já e a derrubada de vetos de Ibaneis à LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias), encaminhada no primeiro semestre.

Ambos os pontos integram a carta que será entregue a deputados e deputadas distritais, pedindo compromisso com as pautas da educação. A convocação dos aprovados e aprovadas do último concurso público para vagas imediatas e cadastro reserva foi um dos itens do acordo de suspensão da greve, em maio deste ano. Essa é uma pauta prioritária para a categoria.

Além disso, a LOA (Lei Orçamentária Anual) chegou à CLDF com vetos aplicados por Ibaneis à LDO aprovada no primeiro semestre. Um desses vetos compromete decisivamente as convocações para 2024: “O governador prevê, na LOA, 630 nomeações para o ano que vem, o que configura um cenário desastroso para a educação no DF, diante das muitas carências e do número abusivo de profissionais em contrato temporário”, destaca a diretora do Sinpro Ana Bonina.

A ação desta terça na CLDF faz parte do calendário de mobilização aprovado na reunião do Sinpro com aprovados e aprovadas do último concurso. A campanha Convoca Já deve se intensificar e o Sinpro seguirá cobrando do governo o cumprimento de todos os pontos do acordo de suspensão da greve.

É importante que todos os aprovados e aprovadas venham à CLDF participar dessa ação! Será muito importante demonstrar a força da campanha!

Para ler na íntegra a carta que será entregue aos parlamentares, clique AQUI.

>>> Saiba mais: SINPRO REALIZA AÇÃO NAS REDES PELA NOMEAÇÃO IMEDIATA DE APROVADOS EM CONCURSO

>>> Saiba mais: “CONVOCA JÁ” VAI PARA OUTDOORS DAS PRINCIPAIS VIAS DO DF

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Saiba como votar nas eleições de conselheiros tutelares

Dia 1º de outubro é dia de votar no conselheiro ou na conselheira tutelar da sua região administrativa. Embora o voto não seja obrigatório, é essencial participar da escolha dos guardiões e guardiãs dos direitos das nossas crianças e adolescentes.

Se você tem 16 anos ou mais, está em exercício pleno dos seus direitos políticos e tem domicílio eleitoral no DF, você está apto(a) a votar.

Consulte antes a lista dos(as) candidatos(as) ao conselho da sua região administrativa, confira seu local de votação e não esqueça o documento oficial de identificação com foto ou o e-título.

Confira aqui o seu local de votação.
Consulte aqui a lista de candidatos por Região Administrativa.
Encontre aqui informações sobre os mesários.

Veja o passo a passo

QUE DIA SÃO AS ELEIÇÕES?

1º de outubro (domingo)
Das 8h às 17h

QUEM PODE VOTAR?

Qualquer pessoa brasileira maior de 16 anos, com domicílio eleitoral no DF, em exercício pleno dos seus direitos políticos.

É necessário estar cadastrado na justiça eleitoral até dia 7 de junho de 2023.


QUAIS DOCUMENTOS NECESSÁRIOS PARA VOTAR?

– Documento de identidade original com foto (carteira de identidade, habilitação, passaporte e etc) ou

– Aplicativo e-título, da Justiça Eleitoral

ONDE VOTAR?

Apenas em locais destinados pela Comissão Especial do Processo de Escolha.

Consulte seu local de votação em eleicao.sejus.df.gov.br/?consulta

 

COMO SABER OS(AS) CANDIDATOS(AS) DA MINHA REGIÃO?

Acesse eleicao.sejus.df.gov.br/?consulta-candidato e veja a lista completa de candidatos e candidatas ao conselho tutelar da sua região administrativa.

POSSO FAZER BOCA DE URNA?

No dia da votação, é proibido aglomeração de pessoas portando instrumento de propaganda.

Camisetas e ou bandeiras, desde que usadas de forma individual, são permitidas.

 

O VOTO É OBRIGATÓRIO?

Não. Mas é essencial a participação de todos e todas na escolha dos guardiões e das guardiãs dos direitos das crianças e adolescentes.

 

ONDE VEJO MAIS INFORMAÇÕES SOBRE AS ELEIÇÕES?

Acesse o site conselhotutelar.sejus.df.gov.br

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Convoca Já! e concurso pautados no debate sobre a LOA 2024

A Comissão de Educação, Saúde e Cultura (CESC) da Câmara Legislativa realizou nessa segunda-feira (25/9) audiência pública para discutir o projeto de Lei Orçamentária Anual (LOA) para 2024. O encontro foi marcado por uma série de críticas de representantes de setores essenciais à dignidade da população do DF, como a educação.

No debate, a diretora do Sinpro-DF Luciana Custódio lembrou que, assim como outros setores do serviço público distrital, a educação vem sendo precarizada com um número sem precedentes de contratos temporários. Segundo ela, mais de 2/3 da categoria que atua em sala de aula tem regime de contratação temporária.

“São 23 mil professores que atuam em sala de aula. Desses, 15 mil estão em regime de contração temporária. Obviamente pela ausência de realização de concurso público. Isso traz prejuízos enormes à educação. E não estamos falando dos profissionais, que são profissionais de excelência, mas de uma condição de descontinuidade do trabalho pedagógico. Em muitas escolas, apenas a equipe gestora é do quadro efetivo”, denuncia. Para a diretora do Sinpro, essa é uma forma de privatizar o serviço público através de seus profissionais.

Luciana Custódio ainda ressaltou que a convocação imediata dos aprovados e aprovadas no último concurso público para o magistério, realizado em 2022, foi um acordo feito com GDF na Greve da Educação. Entretanto, até agora, esse acordo não foi cumprido. Ela afirma que, diante disso, é provável que a categoria do magistério público organize assembleia para discutir estratégias de luta.

O presidente da CESC, deputado Gabriel Magno (PT), destacou alguns pontos do projeto de lei enviado pelo Poder Executivo no dia 15 de setembro. Entre eles, a falta de investimento do governo na educação.

“Está prevista redução no programa de alimentação escolar. Além disso, o valor previsto para construção de unidades escolares cai 82%. Para a construção de creches, não há previsão nenhuma. O governo ainda reduziu o valor para reforma de unidades escolares em 78%. Enquanto isso, há um aumento de 1690% na transferência para as creches conveniadas. Isso demonstra qual é a opção do governo”, afirmou.

Diante da proposta, que prejudica também as áreas de saúde e segurança pública, a diretora do Sinpro Luciana custódio prevê um futuro “caótico”. “É lamentável que a gente tenha um governo que não tem um olhar para essas estruturas (educação, saúde e segurança). Sobretudo porque as oportunidades que a maioria dos filhos e filhas da classe trabalhadora têm vêm com o funcionamento adequado dos aparelhos públicos”, denuncia a sindicalista.

Como encaminhamento, as organizações dos diversos setores presentes na audiência pública que discutiu a LOA 2024 se comprometeram a buscar, juntas, alterações ao projeto.

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