Baile dos Aposentados | Ingressos limitados disponíveis para filiados(as)

A diretoria do Sinpro tem o prazer de avisar aos aposentados e às aposentadas da categoria que os ingressos para o Bailes das(os) Aposentadas(os) já estão disponíveis para retirada.

Essas informações também seguiram à categoria em carta impressa.

 

Ingressos limitados. Filiado(a) grátis; acompanhante a R$ 50,00

O ingresso das(os) aposentadas(os) filiadas(os) ao Sinpro é gratuito; caso você queira levar acompanhante, ele(a) deverá pagar pelo ingresso, ao custo de R$ 50,00. Seu acompanhante só poderá na festa entrar se estiver acompanhado(a) de você.

Os ingressos são nominais e intransferíveis. Na entrada da festa, todos os ingressos serão conferidos com um documento com foto.

Para adquirir os ingressos, dirija-se à sede ou às subsedes do sindicato a partir de hoje, das 8h às 12h ou das 13h às 17h. Leve contracheque e documento de identidade com foto ou a carteirinha do Sinpro. Os ingressos devem ser pagos em espécie. Não se aceitará cartão nem pix.

Mas não demore: por questões de segurança, o número de ingressos é limitado. Eles estarão disponíveis até o dia 28 de setembro ou até o último ingresso, o que acontecer primeiro.

 

SERVIÇO:

Baile das Aposentadas e dos Aposentados

29/9 às 21h no NET Live Brasília

Ingressos (limitados, nominais e intransferíveis):

– Gratuito para filiadas(os)

– R$ 50,00 para acompanhante que deverá entrar junto com o (a) filiado(a)

– Na entrada da festa, serão conferidos nome e foto. Levar documento de identidade.

 

Mais informações:

3343-4235 / 99994-6258 (SIG)

3562-4856 (Taguatinga)

3556-9105 (Gama)

3388-5144 (Planaltina)

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É possível fazer revisão da alíquota previdenciária para aposentados

A alíquota previdenciária imposta a servidores(as) aposentados(as) do GDF com a reforma da Previdência foi tema de audiência pública nesta segunda-feira (18/9), na Câmara Legislativa. No debate, a taxação que gerou verdadeiro rombo no orçamento de quem não está mais na ativa foi considerada parte do pacote de desmonte do serviço público e do Estado.

“Não podemos fazer esse debate das alíquotas da Previdência sem fazer debate do que está acontecendo com o serviço público aqui no DF e no Brasil. Temos, só na Educação, quase 40% de trabalhadores em contratação temporária. Daqui a pouco, não vamos conseguir sustentar as aposentadorias”, disse a diretora do Sinpro-DF Elineide Rodrigues, que foi uma das debatedoras da audiência de autoria do deputado João Cardoso (Avante).

Ela lembrou que a reforma da Previdência do DF foi enviada à CLDF em plena pandemia (2020), quando foi aprovada remotamente pela maioria dos deputados e deputadas da Casa. “Felizmente tivemos oito votos em defesa dos servidores públicos do DF”, considerou.

A sindicalista ainda alertou que os ataques aos serviços públicos voltaram a ser feitos pelo presidente da Câmara Federal, deputado Arthur Lira (PP), que retomou as discussões sobre a PEC 32, da reforma administrativa. “Com essa reforma, não teremos mais concurso público nem no DF nem no Brasil. A intenção é privatizar tudo. Isso é o desmonte do Estado”, afirma Elineide Rodrigues.

Elineide Rodrigues, diretora do Sinpro-DF

 

Durante o debate na CLDF, o deputado Gabriel Magno (PT) contestou o suposto déficit no Instituto de Previdência dos Servidores do DF (Iprev) apresentado na audiência pública.

“Em 2020, o aporte do Tesouro para cobrir o déficit do Iprev foi de R$ 133 milhões. Em 2022, foi de R$ 36 milhões. A diminuição do aporte do Tesouro aconteceu e isso mostra que é possível rever as alíquotas (previdenciárias), porque há capacidade de o próprio Estado arcar com o tal dito déficit”, afirma o deputado Gabriel Magno. Segundo ele, R$ 36 milhões representam 0,1% da arrecadação do GDF.

“É possível, necessário e urgente rever as alíquotas como outros estados já estão avançando. A capital da República não pode ter uma regra que penaliza os servidores, mais cruel, mais dura que a própria regra federal”, afirma o parlamentar.

Como encaminhamento da audiência pública, foi proposta a criação de uma Frente Parlamentar específica para tratar da revisão das alíquotas previdenciárias impostas com a reforma da Previdência no DF.

No DF
Aprovada em 2020, a reforma da Previdência de Ibaneis amplia a perversidade da reforma emplacada por Bolsonaro aos servidores federais. No DF, aposentados(as) e pensionistas passaram a ter desconto mesmo que o salário seja inferior ao teto do RGPS. Pela lei anterior, aposentados e pensionistas só eram taxados em 11% sobre o que excedesse o teto do Regime. Com a reforma da Previdência aprovada no DF, quem tem faixa salarial que vai de um salário mínimo até o teto do RGPS (atualmente R$ 7.507,49), é taxado em 11%. Aqueles que recebem além do teto do RGPS, têm desconto de 14% sobre o que exceder esse valor.

O Sinpro-DF vem fazendo todos os esforços para anular um dos projetos mais severos do governo federal replicado pelo GDF.

Além da luta no campo político, no diálogo corpo a corpo com os parlamentes, o Sinpro-DF também atua no campo judicial. Através de mandado de segurança distribuído ao Conselho Especial do TJDFT, o Sinpro-DF garantiu liminar que proibia o GDF de implementar o reajuste da alíquota previdenciária sem que o tema passasse pela Câmara Legislativa. Isso não só garantiu que o desconto da alíquota previdenciária reajustado fosse feito precocemente, como, principalmente, acabou garantindo que a idade para aposentar e o tempo de contribuição não fossem implementados no DF naquele momento.

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Feira cultural e mais eventos do Sinpro agitam o Taguaparque

No último sábado (16/9), o Taguaparque recebeu uma série de eventos da secretaria de assuntos dos aposentados do Sinpro. Além da já tradicional Feira cultural, o parque de Taguatinga recebeu também um piquenique e um aulão de atividades físicas.

Durante uma hora, o personal trainer Marcelo Leite fez os aposentados e as aposentadas se movimentarem bastante, com dicas de saúde e bem-estar.

“Fizemos essa feira cultural com um formato novo. O aulão de atividades físicas ajudou a movimentar a feira, e muita gente que estava no parque fez compras nas barraquinhas de artesanato. Todo mundo saiu feliz!”, comemora Elineide Rodrigues, coordenadora da secretaria de assuntos dos aposentados do Sinpro.

Ano que vem tem mais feira cultural. Este ano, ainda tem baile e mais uma edição da oficina de redes sociais. Acompanhe nossas redes sociais que traremos mais informações sobre os próximos eventos. Porque inativo é quem não luta!

O álbum com todas as fotos do evento já está disponível no nosso Facebook.

VEJA O ÁLBUM

Você tem fome de quê?

Por Rodrigo Rodrigues, presidente da CUT-DF

Estudo do Dieese mostra que, para a maioria dos trabalhadores da capital federal,
a relação entre cesta básica e salário é uma conta que não fecha

Qual item de supermercado você deixou de comprar neste mês porque não coube no orçamento? Se você é trabalhador ou trabalhadora, o preço dos alimentos é um dos problemas da sua vida financeira. Para a maioria de nós, a relação entre cesta básica e salário do mês é uma conta que não fecha.

De um lado temos as estratégias de produção do agronegócio, voltadas ao mercado internacional. A atuação desse setor dificulta que as políticas públicas que garantam a segurança alimentar possam se consolidar. Além disso, ainda temos a enorme desigualdade social, gerada, sobretudo, com a concentração de renda nas mãos de muito poucos. Estes são fatores que refletem nos preços estampados nas gôndolas dos supermercados e vão contra os rumos da política socioeconômica adotada pelo governo federal; o outro lado dessa disputa entre o lucro e a segurança alimentar.

Para o povo do Distrito Federal, a situação vem se agravando. Estudo realizado pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) mostra que, em agosto deste ano, das 17 capitais pesquisadas, apenas uma apresentou aumento no valor da cesta básica: Brasília. Em todas as outras, o valor conjunto dos alimentos essenciais diminuiu.

No ranking das capitais do Brasil com a cesta básica mais cara, Brasília subiu mais uma posição em comparação com o mês de julho deste ano, e está em sexto lugar. Aqui, quem comprou (ou quis comprar) os 13 itens básicos para se alimentar durante um mês, teve (ou teria) que desembolsar R$ 689,98.

A variação do preço da cesta básica de julho para a gosto foi de 0,35%. Mas antes de afirmar que este é um percentual pequeno, é importante analisar a conjuntura colocada para as trabalhadoras e os trabalhadores do Distrito Federal.

Uma das principais características socioeconômicas do DF é a disparidade de renda. Em regiões administrativas como o Lago Sul, por exemplo, a renda mensal é uma das maiores do Brasil. Em comparação, no Sol Nascente, a maior favela do país, a renda de uma família no mês é menor que um salário mínimo.

É fato que aqui no DF há um número maior de servidores púbicos do que no resto do Brasil: 22% dos trabalhadores no emprego formal estão no funcionalismo, segundo a Companhia de Planejamento do DF (Codeplan). Mas a grande maioria ainda está no subemprego, na informalidade, atuando como autônomos em carrinhos de cachorro quente, em pequenas tendas ao lado de paradas de ônibus, vendendo bolo e marmita na rua.

A Pesquisa de Emprego e Desemprego no DF (PED-DF) ainda mostra que, em maio deste ano, eram 277 mil pessoas desempregadas, um número que tem em sua maioria, jovens e negros.

Diante dos dados, é possível vislumbrar quão prejudicial é qualquer variação para cima no preço da cesta básica. De acordo com o Dieese, os R$ 689,98 pagos em 13 itens alimentares básicos representam mais de 56% do total de um salário mínimo, ou seja, mais da metade do que recebem no mês milhares de trabalhadores e trabalhadoras do DF. E o mais assustador: pela pesquisa, os produtos adquiridos são suficientes para alimentar apenas um adulto durante 30 dias. A pesquisa do Dieese ainda mostra que, para comprar uma cesta básica (estamos falando de arroz, feijão, batata, tomate), o trabalhador e a trabalhadora do DF precisam trabalhar 115 horas: mais da metade de um mês de trabalho para quem tem jornada de 8 horas diárias.

É incontestável que a valorização do salário mínimo, com ganho real, como foi neste ano, é uma das chaves para garantir que o povo possa colocar comida no prato. Entretanto, há outras ações imprescindíveis para que se chegue a esse resultado.

Uma delas é a discussão sobre os estoques reguladores de alimentos, que são mecanismos de estabilização do preço dos itens da cesta básica, pois garantem o abastecimento de alimentos em situação de escassez ou de aumento de preços.

Também é urgente questionar e combater o atual modelo do agronegócio: altamente voltado para a exportação, o que diminui a oferta doméstica e eleva o preço dos alimentos no mercado interno; monopolizado; com alto custo de produção; monocultor. Tudo isso reflete na elevação do preço de alimentos básicos.

É preciso criar cadeias globais produtivas, criar tecnologias de produção de alimentos e, sobretudo, valorizar a agricultura familiar, que gera emprego, renda e dinamiza as economias locais.

Indigna ter a certeza através de prova numérica que o direito à alimentação vem sendo negado ao povo do DF e do Brasil, no país que é uma das maiores produções alimentares do mundo. O sentimento, entretanto, torna-se combustível para fazer a luta por emprego, renda, alimentação digna e saudável, lazer, saúde, educação, habitação.

A gente quer viver e não apenas sobreviver!

“A gente não quer só comida. A gente quer comida, diversão e arte.”

Vamos à luta!

Manifesto contra a votação da PEC 32/2020, em defesa dos serviços públicos e da população brasileira

A Frente Parlamentar Mista do Serviço Público foi criada em 2007, e atualmente está sob coordenação dos deputados Alice Portugal (PCdoB/BA) e Rogério Correia (PT/MG) e dos senadores Paulo Paim (PT/RS) e Zenaide Maia (PSD-RN). Em parceria com entidades representativas da sociedade civil, a frente atua em prol do fortalecimento do serviço público e da preservação dos direitos dos servidores.

Leia abaixo o manifesto lançado pela Frente no último dia 13 de setembro. Você também pode fortalecer o manifesto, assinando-o. “É importante que nossa categoria participe em peso dessa movimentação, em defesa do magistério público, dos concursados e concursadas, do serviço público e dos direitos da população, que precisa de atendimento e de servidores(as) comprometidos(as)”, destaca a diretora do Sinpro Márcia Gilda.

Para assinar o manifesto, clique AQUI.

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Manifesto contra a votação da PEC 32/2020 e em defesa dos serviços públicos e da população brasileira

As entidades e parlamentares que compõem a Frente Parlamentar Mista em Defesa do Serviço Público vêm mais uma vez trazer a público seu mais efetivo posicionamento em defesa do serviço público brasileiro, seus trabalhadores e, em especial, da população usuária dos serviços prestados pelo Estado brasileiro. Essa defesa, neste momento, se materializa no mais veemente repúdio à manifestações favoráveis de setores do empresariado, destacadamente do mercado financeiro, à possível inclusão na pauta de votações em plenário da Câmara dos Deputados da Proposta de Emenda Constitucional nº 32, de 2020 – PEC 32/2020, conhecida como “Reforma Administrativa”.

Os que assinam este manifesto repudiam veementemente todo o conteúdo nefasto e destrutivo da PEC 32/2020. A proposta em questão em nenhum momento reflete a atualidade das expectativas políticas e sociais, o que foi comprovado pela vitória de uma concepção diametralmente oposta ao que foi proposto pelo governo anterior ao encaminhar ao Congresso o que chamava de “Reforma Administrativa”.

A proposta em questão, em que pese chamada de “Reforma Administrativa”, em nenhum momento propõe que a administração pública venha passar por efetivas reformados, com a melhora de serviços e dos quadros funcionais, fatos não identificados em nenhuma parte dos textos. O que na verdade se apresenta, desde o texto original encaminhado pelo governo de então até o relatório aprovado pela Comissão Especial designada para análise e manifestação da referida proposta, busca a entrega de boa parte dos serviços à iniciativa privada, substituindo o serviço público gratuito pelo lucro das empresas que viessem a assumir a sua execução. Busca também, sob o argumento de “necessários” cortes de gastos públicos, a redução do quadro de servidores efetivos concursados, substituindo, onde remanescessem serviços públicos, por trabalhadores terceirizados ou temporários.

Em relação aos trabalhadores do serviço público, a PEC 32/2020 traz a total insegurança no exercício do trabalho, o fim da estabilidade para novos e a flexibilização da estabilidade para os ingressos antes da aprovação do texto proposto. Isso significa, entre outras consequências, a possibilidade de pressão política de chefias e governantes de plantão, interferindo nos trabalhos e decisões que devem ser exercidos com a garantia do Estado, com graves consequências para os servidores e a população.

Ainda para servidores, podemos destacar no texto aprovado pela Comissão Especial alguns pontos, como:

– Possibilidade de redução da jornada de trabalho em até 25%, com a igual redução da remuneração em caso de “necessidade” de redução de gastos públicos;

– Demissão nas seguintes situações:

– Processo judicial com decisão por órgão judicial colegiado (2ª instância). Hoje, somente após conclusão do processo transitado em julgado;

– Processo Administrativo Disciplinar – PAD;

– Avaliação de desempenho com resultado insatisfatório;

– Extinção do cargo, em razão do reconhecimento de que se tornou desnecessário ou obsoleto, na forma de lei específica, resguardado o direito à indenização para os servidores com ingresso posterior à data de publicação da emenda Constitucional) e ser colocado em disponibilidade com remuneração proporcional ao tempo de serviço, sem possibilidade de evolução na carreira para os atuais servidores.

Essas situações se aplicariam principalmente em casos de terceirização e/ ou privatização dos serviços ou de instituições públicas:

– Contratação de trabalhadores temporários por até dez anos, sem exigência de processo seletivo, para o exercício de atividades hoje exercidas por servidores concursados.

– Substituição de servidores efetivos por trabalhadores temporários em caso de paralisação ou greve, com grave restrição à atividade sindical.

– Apenas os servidores ingressos até a aprovação do texto seriam regidos pelos atuais regimes jurídicos federal e dos demais entes federados. Os contratados posteriormente seriam por outras formas de contrato, em regime administrativo.

Retirada de direitos hoje garantidos em lei.

Também podemos destacar:

– Aumento da concentração de competência na União, limitando o poder de normatização e regulamentação em pontos específicos por estados e municípios, como contratação, concursos públicos, políticas remuneratórias e outras questões que envolvem servidores públicos;

– Privatização de serviços públicos através de contratos de gestão, com a entrega de serviços públicos federais, estaduais e municipais, inclusive unidades inteiras, a organizações sociais ou empresas privadas;

– Vedação da concessão de estabilidade a empregados de empresas estatais por meio de normas de convenção e acordo coletivo nas empresas estatais e sociedades de economia mista;

A reforma, se aprovada atingirá diversos serviço a saúde do básico ao mais complexo, a educação da creche à universidade, mas também atingirá negativamente áreas como a pesquisa científica, a defesa e a proteção do meio ambiente.

Também são atingidas de maneira a fragilizar outras áreas, de responsabilidade exclusiva do Estado, como fiscalização, controle, arrecadação e cobrança de tributos, segurança pública, serviço exterior, advocacia e defensoria públicas, orçamento, entre outras. Isso, porque não basta que nessas áreas as atividades fins sejam exercidas por servidores responsáveis por atividades exclusivas de Estado, já que outra atividades das mesmas instituições poderiam ser exercidas por trabalhadores temporários, terceirizados ou servidores sem estabilidade e outras garantias.

As entidades e parlamentares componentes da Frente Parlamentar Mista em Defesa do Serviço Público, e que assinam este manifesto, concordam com a necessidade de atualização e modernização e melhor aparelhamento dos serviços públicos, suas instituições e seus quadros, com foco no desenvolvimento da Nação e no atendimento às necessidades da sociedade brasileira, com um corpo funcional bem preparado, remunerado e organizado, além de instituições bem estruturadas e em condições de melhor atender à população usuária e de exercício das atividades dos servidores.

Para isso, propomos reforçar o debate com a participação de parlamentares, representantes dos servidores e da sociedade usuária dos serviços públicos, assim como da representação do atual governo sobre o serviço público brasileiro, suas necessidades e perspectivas e como podemos juntos buscar o melhor para todos os envolvidos – população, servidores e administração pública brasileira.

Brasília, 13 de setembro de 2023.

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Audiência pública debate desconto previdenciário para aposentados, dia 18

Audiência pública na Câmara Legislativa do DF, agendada para a próxima segunda-feira (18/9), tem como tema a contribuição de servidores aposentados e beneficiários de pensão ao Regime Próprio de Previdência Social do Distrito Federal (RPPS/DF). O debate será às 10h, no plenário da Casa. A diretora do Sinpro-DF Elineide Rodrigues estará presente na atividade.

De autoria do deputado João Cardoso (Avante), a audiência pública aborda uma das questões financeiras mais relevantes para professores(as) e orientadores(as) educacionais que não estão mais na ativa. Isso porque, com a reforma da Previdência, aposentados(as) do magistério público do DF passaram a ter desconto de até R$ 800 no salário líquido.

“É importante participar dessa atividade para mostrar que continuamos na luta para suspender essa questão absurda. Temos um número altíssimo de aposentados e aposentadas com empréstimo consignado e com mais da metade da renda comprometida. Isso porque viemos de anos de desvalorização salarial”, lembra Elineide Rodrigues.

Aprovada em 2020, a reforma da Previdência de Ibaneis amplia a perversidade da reforma emplacada por Bolsonaro aos servidores federais. No DF, aposentados(as) e pensionistas passaram a ter desconto mesmo que o salário seja inferior ao teto do RGPS. Pela lei anterior, aposentados e pensionistas só eram taxados em 11% sobre o que excedesse o teto do Regime. Com a reforma da Previdência aprovada no DF, quem tem faixa salarial que vai de um salário mínimo até o teto do RGPS (atualmente R$ 7.507,49), é taxado em 11%. Aqueles que recebem além do teto do RGPS, têm desconto de 14% sobre o que exceder esse valor.

Alguns estados garantiram, via Assembleia Legislativa, a suspensão do desconto previdenciário de servidor(a) aposentado(a), como é o caso de São Paulo. Na CLDF, existem propostas nessa perspectiva, como a do deputado Chico Vigilante (PT). Entre as justificativas da mudança, está a condição não deficitária do Instituto de Previdência dos Servidores do Distrito Federal (Iprev). Isso porque um dos argumentos para aprovar a reforma da Previdência no DF com ainda mais prejuízos aos(às) aposentados(as) foi um suposto déficit no Iprev.

Sinpro na luta
O Sinpro-DF vem fazendo todos os esforços para anular um dos projetos mais severos do governo federal replicado pelo GDF.

Além da luta no campo político, no diálogo corpo a corpo com os parlamenters, o Sinpro-DF também atua no campo judicial. Através de mandado de segurança distribuído ao Conselho Especial do TJDFT, o Sinpro-DF garantiu liminar que proibia o GDF de implementar o reajuste da alíquota previdenciária sem que o tema passasse pela Câmara Legislativa. Isso não só garantiu que o desconto da alíquota previdenciária reajustado fosse feito precocemente, como, principalmente, acabou garantindo que a idade para aposentar e o tempo de contribuição não fossem implementados no DF naquele momento.

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1º Piquenique dos Aposentados e das Aposentadas com Feira Cultural

No dia 16 de setembro, o Sinpro-DF realizará o 1º Piquenique dos Aposentados e das Aposentadas. A atividade vai acontecer junto com a Feira dos Aposentados e das Aposentadas no Taguaparque (Taguatinga), das 9h às 16h.

Durante o piquenique, haverá um aulão de atividades físicas e alongamento.

“Será uma oportunidade para trocar ideias, reunir os amigos, planejar a luta e descontrair. Pode trazer isoporzinho com bebidas e lanches, e não esqueça a toalha e os copos e talheres recicláveis, além de prestigiar as pessoas que estarão expondo na feira cultural”, convida a coordenadora da pasta de Assuntos dos Aposentados do Sinpro-DF, Elineide Rodrigues.

Para participar do piquenique é só chegar. Todos os aposentados e todas as aposentadas do magistério público do DF estão convidados.

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TV Sinpro debate carreira dos Orientadores Educacionais nesta quarta (20)

A próxima edição do TV Sinpro, nesta quarta-feira (20), às 19h, vai explicar, ponto a ponto, as propostas negociadas no acordo de suspensão de greve com o Governo do Distrito Federal (GDF) relativamente aos(às) orientadores(as) educacionais. Os diretores do Sinpro-DF Cláudio Antunes, Luciano Matos e Chicão estarão à frente do programa, que será transmitido ao vivo pela TV Comunitária e pelo Youtube e Facebook do sindicato.

 

O objetivo do programa é dialogar com os(as) orientadores(as) educacionais sobre a situação desses(as) profissionais no pós-greve da educação, com a incorporação da GASE e o reajuste da campanha salarial, além de explicar, cada ponto, detalhadamente, das propostas negociadas no acordo de suspensão de greve com o GDF. Todas as dúvidas poderão ser enviadas para o WhatsApp do telefone (61) 99677-1501.


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Invisibilizados | Exposição fotográfica com temática racial, étnica e social

 

A exposição fotográfica Invisibilizados, do fotógrafo brasiliense Marco Mota, continua no saguão da sede do Sinpro-DF do Setor de Indústrias Gráficas (SIG). A mostra começou no dia 24 de agosto e prossegue até o dia 5 de outubro. Trata-se de um trabalho artístico relacionado à temática racial, étnica e social. A atividade é gratuita e os(as) interessados(as) poderão conferir o trabalho de 8h às 18h. Venha conhecer e prestigiar o trabalho de Mota. 

O projeto exibirá uma coleção com 21 fotografias autorais, tratadas em múltiplos processos de sobreposição de imagens, colagens e intervenções digitais. Desse total, 14 delas têm como base reproduções de registros históricos digitalizados e disponibilizados pelo Arquivo Público do DF e pelo Instituto Moreira Sales. “Os trabalhos têm como objetivo principal ampliar o debate sobre temas ainda tão presentes em nossa sociedade, e retratam situações de preconceito, privação de direitos, falta de acesso e de exclusão, em diferentes momentos da nossa história”, afirma Marco Mota.

A abertura da exposição marca o Dia Mundial da Fotografia, celebrado em todo o mundo em 19 de agosto. Nessa data, em 1839, a Academia Francesa de Ciências anunciava a invenção do daguerreótipo, o antecessor das câmeras fotográficas.

    

 

Depois de encerrada a exibição de Invisibilizados, a inciativa, que tem como apoiador principal o Sinpro-DF, terá ainda um desdobramento direcionado à educação. Serão realizadas visitas a escolas públicas do Distrito Federal, a serem definidas posteriormente, para a apresentação do trabalho. O fotógrafo Marco Mota participará destas visitas e detalhará aos(às) alunos(as) os processos de concepção e de produção, além das técnicas utilizadas.

 

 

Até 5 de outubro escolas que queiram levar suas turmas para visitar a exposição poderão agendar a visitação pelo e-mail secretaria.cultura@sinprodf.org.br. Informações: (61) 3343-4202. “Em 2023, com o apoio imprescindível do Sinpro, estabelecemos uma parceria com o professor Marco Antônio Mota, que realiza um trabalho fotográfico sensível e denso, cujos temas apresentados nessa exposição estão em sintonia com a agenda política-cultural do sindicato e com os anseios da nossa população brasileira, que vive um momento de resgate de suas identidades. A exposição irá surpreender os visitantes com a beleza das obras e, com certeza, despertará sentimentos pela profundidade com que são construídas”, ressalta o professor Luis Guilherme.

 

 

SERVIÇO

Invisibilizados – exposição fotográfica

Local: Sinpro-DF (SIG Quadra 6 Lote 2260)

Abertura: 24 de agosto (quinta-feira), às 19h

Data: 24/8 a 5/10/2023

Horário de funcionamento: comercial, 8h às 18h

Informações: (61) 3343-4202

 

 

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Estelionatários criam mais um golpe contra professores e orientadores

São vários os textos de mensagens falsas de WhatsApp que professores(as) e orientadores(as) educacionais vêm recebendo de golpistas. Todas as mensagens informam falsamente sobre liberação de precatórios. As mais recentes falam em nome de funcionários do escritório Resende Mori

A mais recente mensagem falsa, com vários erros de português, traz o seguinte texto:

Olá, Bom Dia Sr(a). Sou Andressa Vidal secretária do escritório Resende Mori Hutchison Advogados Associados.
Estou entrando em contato em nome do escritório para notificar sobre a liberação do processo N: X DISTRITO FEDERAL.
Precatório autorizado para pagamento em virtude (MP)(Medida Provisória) para maiores informações entre em contato com os Advogados citados á baixo. Dr. Lucas Mori de Resende (OAB/DF 38.015) ou com o Dr. Julio Cesar Borges de Resende (OAB/DF 85.83) Através do Whatsapp ou ligações.

Telefone Móvel
061 9 9679-3262
Telefone Fixo
061 3235-2340
horário de Atendimento
(Segunda a sexta-feira)
09:00 – 18:00
Endereço
Ed. Denasa, SCS Q. 1 BL K Sala 601/603 – Asa Sul, Brasília – DF, 70398-900.
(Ramal 013)

Por isso, fique atento(a) para não cair no golpe. Se você receber uma mensagem de WhatsApp ou até mesmo uma ligação telefônica informando sobre uma possível liberação de pagamento de precatório, pode ser uma tentativa de estelionato. O Sinpro orienta a bloquear o número que entrou em contato e a denunciá-lo.

 

Confira a seguir uma lista de mensagens falsas que vêm sendo enviadas à categoria por golpistas e estelionatários

 

No novo golpe, estelionatários têm utilizado o nome do escritório Resende, Mori e Hutchison Advocacia, de funcionários do escritório e até mesmo do advogado Lucas Mori para tentar aplicar golpes na categoria.

Na nova modalidade, os golpistas entram em contato com professores(as) e orientadores(as) educacionais, identificam-se como funcionários(as) do escritório ou como o próprio advogado Lucas Mori, que presta serviços ao Sinpro, com informações sobre o último lote de precatórios. Esses dados não procedem.

Após informar alguns dados e dizer que o(a) educador(a) já tem direito a resgatar o valor do precatório, os criminosos solicitam o pagamento de taxas para que a quantia seja disponibilizada. Não caia nessa! Isso é golpe. Confira, a seguir, outras mensagens golpistas que chegaram nos celulares de educadores(as) recentemente.

O Sinpro JAMAIS pede qualquer quantia em dinheiro para a liberação de precatórios ou solicita qualquer depósito bancário para a liberação de processos jurídicos.

É importante também saber que os(as) advogados(as) somente entram em contato para agendar atendimentos, que ocorrem na sede e subsedes do Sinpro, ou de forma virtual, sem cobrar qualquer valor. Em caso de dúvidas, ligue para o sindicato ou para o escritório Resende Mori e Hutchison Advocacia (3031-4400 – WhatsApp).

Veja abaixo outras modalidades de golpe que criminosos procuram aplicar na nossa categoria:

>>> Saiba mais: CRIMINOSOS USAM NOME DE ADVOGADO DO SINPRO PARA APLICAR GOLPE

 

Golpe 1

Criminosos entram em contato com professores(as) e orientadores(as) educacionais aposentados(as) informando sobre atualizações no processo de piso salarial e correções monetárias. Os golpistas, que se passam por funcionários do Escritório Resende Mori e Fontes, dizem que a suposta atualização, que na verdade é mais um golpe, diz respeito à cobrança de juros, correção monetária e pelo atraso do pagamento da folha salarial de 2015. Sob o argumento de liberar os valores das ações coletivas e repasse dos pagamentos em atraso, os criminosos pedem para que o(a) professor(a) ou orientador(a) educacional entre em contato com o suposto escritório. Ao ligar, o(a) aposentado(a) é informado que para receber o suposto valor deve depositar um valor na conta para o pagamento de custas advocatícias. O Sinpro volta a afirmar que nem o sindicato, nem os escritórios de advocacia ligados a ele, solicita que sejam feitos depósitos para liberação de valores. A Secretaria de Assuntos Jurídicos ainda ressalta que sindicato não tem processos referentes a piso salarial. Portanto, fique atento e não caia neste golpe.

 

Golpe 2

Uma mensagem enviada por WhatsApp, com foto de perfil com a marca do Sinpro, por um número que não é do sindicato, (61) 99872-4892, informa sobre o assunto: LIBERAÇÃO DO PRECATÓRIO EM FASE DE PAGAMENTO EM REGIME ESPECIAL, com os nomes dos advogados Drª Maria Rosali Barros ou Dr. Lucas Mori, indicando os números (61) 4042-0924 | WhatsApp: (61) 99840-3650 como contatos. Ao final, os golpistas colocam a observação falsa de que o sindicato não está atendendo presencialmente, em virtude os período pandêmico. Fique atento(a)! Isso é golpe! O Sinpro-DF está atendendo, normalmente, de forma presencial, das 8h às 17h, nas sedes e subsedes.

 

Golpe 3

Criminosos ligam para a casa de educadores(as) informando que foi liberado o alvará de precatório para pagamento. Em seguida, dizem que a vítima tem mais de R$ 100 mil para receber, pedem para ligar no número 99639-2111 e solicitam depósito de um valor na conta: NEXT 237 – AG: 3728 – CONTA 609240-3 (Anderson Fabio de Oliveira – CPF: 031.729.793-77). É importante ficar atento, pois a conversa é feita em aplicativo com perfil que leva a foto do logo do Sinpro-DF.

 

Golpe 4

Para o furto via telefone, usam vários nomes. O nome “Cláudia Maria Rodrigues”, que utiliza o telefone fixo 3181-0041 e o celular/WhatsApp, 96519820, é um dos denunciados pela categoria. O Sinpro-DF informa que o nome “Cláudia Maria Rodrigues”, utilizado pela quadrilha, pertence a uma advogada que também está sendo duramente prejudicada pelo bando. Ela avisou ao Sinpro-DF que já denunciou o caso à polícia e tem Boletim de Ocorrência para comprovar o uso indevido do nome dela. O outro nome usado é “Leonardo Mota” (Núcleo Bancário), com o telefone 3181-0285. Um terceiro nome identificado é “Dr. Marcelo Ricardo”, com o número de telefone 99849-7364.

 

Golpe 5

Para extorquir dinheiro das vítimas, a pessoa que realiza a chamada se passa por diretor, ex-diretor ou funcionário da Secretaria de Assuntos Jurídicos, Trabalhistas e Socioeconômicos do Sinpro-DF. Segundo denúncias realizadas ao Sindicato, em alguns casos, o golpista se apresenta como Dr. Daniel ou Dr. Dimas, e chega a utilizar em sua foto de perfil de WhatsApp a logomarca do Sinpro-DF. Em seguida, o farsante solicita depósito em conta bancária vinculada a uma suposta pessoa com nome de Priscila.

 

Golpe 6

Outra modalidade é o golpe com transferência por PIX. Assim como os outros métodos, o golpista solicita um valor para liberar uma quantia à vítima. No caso de transferência por PIX, não há um sistema de retorno ou cancelamento do envio.

 

Golpe 7

Nesta modalidade, o golpista envia à vítima, via WhatsApp ou e-mail, documento simulando papel timbrado do Tribunal de Justiça do DF e Territórios (TJDFT). O documento ainda leva o nome de dirigentes do Sinpro-DF. No último relatado ao Sinpro-DF, constava o nome da dirigente Silvia Canabrava. O envio é feito posteriormente a uma ligação, em que o criminoso confirma vários dados da vítima, como nome completo, CPF e nome do pai e da mãe.

 

Golpe 8

O golpe mais recente consiste no envio de carta nominal, com logomarca de escritório de advocacia fantasma. O documento falso é enviado pelos Correios e traz uma série de argumentos jurídicos bem fundamentados, além de endereço de e-mail, telefones e assinatura com registro da OAB.

 

Golpe 9

O primeiro golpe de 2022 chega por WhatsApp e vem supostamente do “Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios, DF”. É nominal, informa que o pagamento do precatório referente ao processo da pessoa está liberado para a data de hoje, “primeira ou segunda parcela”. O titular deverá entrar em contato com uma “Dra. CHRYSTIANE MAIA GUERCO FARIA LUCAS MORI (OAB: 38015/DF)” para solicitação do recolhimento dos alvarás de liberação do precatório, nos telefones (061) 99687-2994 ou (061) 99667-9219 (outros números também são usados nesse golpe), e se a pessoa não entrar em contato até às 15h, deverá esperar “uma segunda chamada com carência de tempo de 5 a 10 anos”. Mas é golpe.

 

Golpe 10

Na nova modalidade criminosa, os bandidos ligam pelo telefone 3322-1515 – contato oficial do Banco de Brasília (BRB), mas clonado – informando que o banco fez um PIX por engano para a conta do(a) professor(a) ou orientador(a) educacional, solicitando a devolução do valor. Além deste procedimento, os estelionatários também ligam dizendo ser de uma empresa jurídica ligada ao BRB, fazendo a cobrança de tarifas não pagas. Na maioria das vezes, os falsários enviam um link ou pedem dados para “corrigir o problema” e até mesmo solicitando dinheiro. Não abra o link, não forneça dados ou transfira qualquer quantia em dinheiro. Trata-se de um golpe!

 

Golpe 11

Em mais uma versão utilizada pelos estelionatários, um professor foi contatado e informado que havia sido autorizado o pagamento de R$ 108 mil referente ao precatório do Ticket Alimentação, ação movida por um suposto escritório jurídico do Sinpro. Porém, para receber o dinheiro, o educador deveria pagar as taxas, valor totalmente indevido, uma vez que o sindicato nunca solicita nenhum tipo de transação bancária para que professores(as) e orientadores(as) educacionais recebam vantagens financeiras. Para identificar se a ligação é um golpe, basta ficar atento ao pedido de qualquer tipo de taxa/valor/dinheiro para recebimento de precatório. Caso a pessoa peça dinheiro, tenha a certeza que se trata de um golpe!

 

Golpe 12

No dia 11 de novembro, o Sinpro recebeu denúncias de que várias pessoas da categoria estão recebendo mensagem de WhatsApp sobre um falso pagamento de precatório. A pessoa da mensagem diz que é do escritório de advocacia e tenta aplicar o crime de estelionato. Uma das vítimas percebeu a tentativa de golpe e avisou o Sinpro que recebeu a mensagem pelo WhatsApp do próprio celular e também pelo da filha dela. “Desconfiei, pois o número era diferente do que eu tinha na Procuração do escritório dos advogados Resende – Mori Fontes –. Liguei para o escritório e a moça que me atendeu me disse ser golpe. O telefone era totalmente diferente dos telefones do escritório. Fiz o print da mensagem e enviei para o e-mail que ela me indicou”. A mensagem inicia com o nome do escritório e o da vítima e segue um texto dizendo que “a Câmara de conciliação de PRECATÓRIOS, informa o resultado do julgamento das propostas de acordo do ultimo loto, nos termos do edital (21/06/2021)”. É escrito assim mesmo, repleto de erros gritantes de português e, após isso, prossegue com um texto repleto de informações erradas.

 

Golpe 13

Supostos parentes fazendo pedidos de envio de PIX de um telefone “provisório” parece não ter mais tanto efeito no mundo dos golpes bancários. Agora, a pergunta feita pelos golpistas é: reconhece esse PIX feito da sua conta bancária? A estratégia é a seguinte: é feita uma chamada telefônica supostamente do BRB, de um número que realmente coincide com o do banco (3322-1515). Na ligação, a funcionária fake pergunta se a vítima reconhece uma transferência via PIX realizada de sua conta bancária. Ao negar a transação, a vítima recebe um número de protocolo e é encaminhada para um pseudo “setor responsável pela segurança bancária”. O golpista que se passa pelo responsável do “setor” solicita que a vítima abra o aplicativo do BRB, mantenha-o aberto, vá até a loja de aplicativos e baixe a atualização do app do banco. Ao fazer a atualização, o golpista consegue todos os dados pessoais e bancários da vítima. Outra estratégia é pedir para que a vítima desligue e ligue de volta para o BRB, no número 3322-1515. Quando a pessoa realiza a chamada, o golpista intercepta a ligação e captura dados solicitados, como senha bancária numérica e dados como data de nascimento e CPF. É importante lembrar que os bancos não entram em contato por telefone com correntistas. Dados pessoais e bancários, de forma alguma, devem ser passados via telefone ou qualquer outra forma de comunicação não presencial. O Sinpro ainda reforça que não solicita qualquer depósito bancário para liberação de processos jurídicos.

Golpe 14

⚖️RESENDE MORI HUTCHISON ADVOCACIA⚖️

 

Olá Boa Tarde  Sr.(a):

CPF:

Processo:

Devedor(a): DISTRITO FEDERAL

Nosso comunicado é referente a liberação dó seu precatório que se encontra em fase de pagamento.

 

Entre em contato com Dr. Lucas Mori De Resende, para solicitar o recolhimento dos alvarás de liberação, que estão sendo solicitados e exigidos no processo mencionado acima.

 

Entre em contato diretamente com o advogado responsável para maiores informações.

 

WHATSAPP (61) 996789224

 

Horários de atendimento!

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  • 08:00 as 17:00hr

 

Atenciosamente Lais Chaves Assessora Jurídica

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