Sinpro declara apoio à preservação do teatro e do legado de Dulcina de Moraes
Jornalista: Alessandra Terribili
A diretoria do Sinpro vem, por meio desta nota, manifestar seu apoio à Fundação Brasileira de Teatro na tarefa de preservação dos bens culturais materiais e imateriais representados e resguardados pelo Teatro Dulcina de Moraes. Este colegiado vê com preocupação o leilão do prédio e a consequente possibilidade de descaracterização do uso do espaço, que é um patrimônio cultural do DF e do Brasil.
O prédio em questão abriga o Teatro Dulcina de Moraes, a sala Conchita de Moraes, uma galeria de arte, a Faculdade de Artes Dulcina de Moraes e a sede da Fundação Brasileira de Teatro. Ele é também local de guarda dos acervos fotográfico, textual e cênico da atriz Dulcina de Moraes, considerada Grande Dama do teatro nacional e prestes a ter seu nome inscrito nos livros dos heróis e heroínas do Brasil.
Em situação financeiramente difícil por conta de dívidas, o prédio pode ser leiloado por decisão judicial. Para evitar esse, que seria um trágico desfecho para todas essas instituições ali sediadas, mas também para o teatro e a cultura brasileiros como um todo, o Sinpro apoia a iniciativa de arrecadação de recursos junto ao público voluntário, a fim de quitar as dívidas e salvar esse patrimônio.
Para contribuir para a suspensão do leilão, doe qualquer quantia para a vaquinha solidária para preservação da memória do teatro brasileiro e legado de Dulcina de Moraes. Os dados estão abaixo:
👉🏽META 600 mil BRB Pessoa Jurídica: Wellington José L. de Abreu Agência: 0252 C/C: 252012824-5 CNPJ: 17.420.149/0001-22 PIX: 17420149000122
Coletivo LGBTQIA+ do Sinpro debate visibilidade e orgulho lésbico em reunião formativa
Jornalista: Alessandra Terribili
Dia 28 de agosto, a Secretaria de Raça e Sexualidade do Sinpro realizou uma reunião ampliada do coletivo LGBTQIA+ com caráter formativo para celebrar os dias do Orgulho Lésbico e da Visibilidade Lésbica (respectivamente, dias 19 e 29 de agosto).
A mesa que apresentou os debates na reunião.
O encontro contou com a participação de Annete Lobato, professora aposentada da SEEDF e especialista em Educação e Direitos Humanos; Ana Artoni, formadora da Eape e especialista em estudos de Gênero e Diversidade Sexual; e Andressa Vieira, gestora.
Os trabalhos foram conduzidos pela diretora da Secretaria de Raça e Sexualidade do Sinpro, Ana Cristina Machado, que lembrou da importância da gestão democrática nesse processo: “A escola é um território em disputa, e nós precisamos fortalecer as ferramentas que permitem nos apropriarmos desse espaço para produzir a educação que a gente sonha”, disse ela.
Falando em disputa de espaço, Élbia Pires, coordenadora da Secretaria de Saúde do Sinpro, anunciou que o próximo seminário de sua secretaria abordará a saúde mental das pessoas LGBTQIA+: “Só vamos conseguir furar a bolha para que sejamos de fato respeitadas se fizermos a disputa”, destacou ela.
Os principais temas abordados no encontro foram: maternagem lésbica; Currículo em Movimento; legislação; formação/informação para o empoderamento e luta das trabalhadoras lésbicas; experiências e vivências diárias no chão da escola; a luta por direitos e pela ocupação de espaços de poder.
A palestrante Andressa Vieira entre as diretoras do Sinpro Ana Cristina Machado e Élbia Pires.
As convidadas trouxeram para o debate a necessidade de se desnaturalizarem as opressões, e a luta para que todas possam viver este novo tempo sem medo. Elas também lembraram que a escola é um espaço privilegiado para questionamento e reflexão, e portanto, de combate à exclusão e à marginalização da população LGBTQIA+, em especial, as mulheres: “Como dizia Mandela, a educação é a arma mais poderosa para mudar o mundo, e é pela educação que a gente vai mudar”, disse Márcia Gilda, coordenadora da Secretaria de Raça e Sexualidade do Sinpro.
Para Ana Artoni, o mercado tenta se apropriar das reivindicações e ações dos movimentos para gerar seus próprios lucros. “Visibilidade importa, representatividade importa muito. Mas não descoladas de uma reflexão crítica”, apontou ela.
As palestrantes Ana Artoni e Annette Lobato.
Clique AQUIpara acessar o álbum completo no facebook.
Assista o vídeo abaixo e saiba mais como foi o encontro do coletivo LGBTQIA+.
A comemoração do Dia do Cerrado, em 11 de setembro, é uma conquista dos anos 1990 cuja importância aumenta à medida que a destruição do bioma aumenta. A data foi estabelecida por um Decreto de 20 de agosto de 2003 em homenagem ao ambientalista e um dos fundadores da Rede Cerrado, Ary José de Oliveira. O objetivo é o de conscientizar sobre a importância da conservação do segundo maior bioma da América do Sul — com área que se estende por pouco mais de dois milhões de quilômetros quadrados, e abrange cerca de 22% do território brasileiro.
O Cerrado é considerado o “berço das águas” no Brasil, onde estão as nascentes das maiores bacias hidrográficas, elementos necessários para garantir água para o país. No Senado, parlamentares têm se mobilizado para incentivar e informar sobre a necessidade de preservação do Cerrado. Além disso, ao estabelecer o Dia Nacional do Cerrado, o governo brasileiro tinha também em vista impulsionar a sociedade e os governantes a criar estratégias de conservação do domínio.
O uso sustentável e a conservação da vegetação devem caminhar juntos. Esse e outros são motivos para que a data tenha como foco a promoção da conscientização ambiental, econômica e social sobre os recursos naturais do Cerrado. No Distrito Federal, o Dia Nacional do Cerrado é a data que marca o encerramento da Semana do Cerrado, comemorada entre os dias 5 e 11 de setembro.
A Semana do Cerrado foi instituída no Distrito Federal pela Lei nº 1.417/1997, de autoria da ex-deputada distrital Lúcia Carvalho (PT). Quinze anos depois, a Lei nº 4.939/2012, de autoria do ex-deputado distrital Joe Valle (PDT), institui e inclui no calendário oficial de eventos do DF a Semana do Cerrado para ser realizada, anualmente, em setembro. Mais uma década se passou e, em 2022, foi sancionada a Lei nº 7.053, de autoria do deputado Chico Vigilante (PT), que incluiu a Semana do Cerrado no calendário letivo da rede de ensino do Distrito Federal.
Para o Sinpro, a data é importante porque leva às escolas a necessidade de apresentar esse tema desde os Anos Iniciais do Ensino Fundamental até o Ensino Médio. Com a valorização desse tema na educação, as crianças, os adolescentes, enfim, os jovens, terão, desde cedo, essa preocupação com a preservação do cerrado. Além de ser uma data de comemoração, é uma responsabilidade ter compromisso com a preservação desse bioma.
“As escolas são fundamentais para este trabalho de conscientização da importância do Bioma Cerrado, assim como de todos os biomas do Brasil. O trabalho com essas temáticas está previsto no Currículo em Movimento”. afirma Iolanda Rocha, ex-diretora do Sinpro, professora da Escola Classe Lajes da Jiboia, Ceilândia, e atuante na Educação do Campo, ela é ativista socioambiental.
No entendimento Iolanda, “precisamos cuidar do Bioma Cerrado e com certeza teremos jovens e adultos comprometidos com a preservação da natureza e com tudo que diz respeito à comunidade de vida no Planeta Terra”, finaliza.
A CUT e o Plano de Lutas da classe trabalhadora no TV Sinpro, dia 13
Jornalista: Vanessa Galassi
O TV Sinpro da próxima quarta-feira (13/9) coloca em pauta os 40 anos da Central Única dos Trabalhadores, o Plano de Luta da classe trabalhadora aprovado no Congresso da CUT-DF e os desafios para o próximo quadriênio (2023/2027). O programa vai ao ar às 19h, na TV Comunitária (Canal 20 da Net), na página do Sinpro no Youtube e no perfil do Sindicato no Facebook.
Para debater o tema, foram convidados o presidente da CUT-DF, Rodrigo Rodrigues, que é professor de História da rede pública de ensino do DF; a vice-presidenta da Central, Leilane Costa, que é diretora do Sinpro-DF; e a diretora da CUT-DF Letícia Montandon, que também é diretora do Sinpro-DF.
O cenário que se apresenta à CUT ao completar 40 anos é tão desafiador quanto aquele do seu nascimento.
Se antes a Central contrapunha a ditadura, lutava pela redemocratização do país e por direitos humanos, agora atua em um país assolado pela retirada dos direitos trabalhistas, pelo negacionismo, pelo fascismo.
Aos 40 anos, a CUT, que é resultado da insistência da classe trabalhadora brasileira em ter direitos, democracia e justiça social, tem agora o desafio de reconstruir o Brasil e garantir a retomada da dignidade da classe trabalhadora.
Diante dessa conjuntura, a CUT-DF realizou seu Congresso Estadual, o CECUT-DF, nesse mês de agosto. Nele, foi aprovada uma pauta de lutas da classe trabalhadora com 21 eixos que abordam educação pública, comunicação, saúde pública, formação, trabalho no campo, servidores públicos, terceirização, entre outros.
Além disso, no CECUT-DF também foi eleita a nova diretoria da Central, gestão 2023-2027, que traz representantes de vários setores do mundo do trabalho. Entre eles, a educação pública.
Dia Nacional do Cerrado: Escolas de Brazlândia recebem web-exposição
Jornalista: Vanessa Galassi
A III Semana Integrada do Cerrado, que neste ano tem como tema “20 anos do Dia Nacional do Cerrado”, leva a três escolas da Regional de Brazlândia web-exposição, de 11 a 16 de setembro. Desenhos, pinturas, esculturas, objetos, fotografias, videoartes, performances, gravuras e instalações dialogarão com questões ambientais e culturais relativas ao bioma.
Com curadoria da professora da rede pública de ensino Luciany Osório e de Artur Cabral, a web-exposição traz as mostras “Rebrota”, que será lançada dia 11 de setembro, e “Regime de Fogo”, que está disponível no site www.medialab.unb.br.
“Será colocado um totem bem no centro do pátio do Centro de Ensino Médio 1, do Incra 8 e do Centro de Ensino Médio 2. Nele, os estudantes poderão acessar as exposições, os artistas, a biografia; ler o texto curatorial das obras. O totem ficará dois dias em casa escola”, conta Luciany Osório.
Ela explica que a ideia de uma web-exposição visa à “democratização do acesso a arte e ao amplo debate sobre o bioma Cerrado”. “A gente pensa em trazer a arte para mais perto. Há dificuldade em levar os estudantes aos locais de exposição; é distante, é oneroso”, afirma.
A exposição agrupa, ao todo, trabalhos de mais de 60 artistas de todo o Brasil. Entre eles, jovens artistas e nomes conhecidos, como o de Ricardo Stuckert.
Professora Luciany Osório diz que há projeto para ampliar o roteiro da web-exposição. “Nossa ideia é ativar mais um totem para a gente rodar as escolas do DF até o final do ano, em várias regionais”, conta. Fechado o circuito nas escolas, a mostra seguirá para o Museu Nacional, onde fica até 2 de outubro.
A Semana Integrada do Cerrado é realizada anualmente, desde 2021. O evento é organizado pelo Instituto Federal de Goiás (IFG) em parcerias com instituições de ensino e pesquisa, públicas e privadas, entre elas a Universidade de Brasília (UnB). A Semana conta com a adesão de 42 instituições de todos os estados da federação que têm o bioma do Cerrado, além de secretarias de governo e da sociedade civil.
Viver Cerrado
Além da web-exposição, estudantes do Centro de Ensino Médio 02 de Brazlândia terão acesso à exposição fotográfica “Viver Cerrado”. O evento também integra a III Semana Integrada do Cerrado, e será inaugurada nos dias 15 e 16 de setembro.
As fotografias selecionadas para a exposição serão dos próprios estudantes da unidade escolar que participarem do Concurso de Fotografia Viver Cerrado. As inscrições serão de 5 a 12 de setembro, via formulário virtual. Veja mais informações no link https://forms.gle/CUgfSEsxGm35cw5Z6
O Dia Mundial da Alfabetização foi definido pela ONU (Organização das Nações Unidas) em 1967. Embora, os índices de alfabetização tenham melhorado no mundo desde então, é inadmissível a desigualdade que se expressa nesses dados: mulheres são menos alfabetizadas que homens; negros são menos alfabetizados que brancos; e, enquanto em alguns países a taxa de alfabetização é de mais de 95% da população, em outros, ela é inferior a 35%.
A PNAD (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) Contínua revelou que, em 2022, a taxa de analfabetismo no país recuou para 5,6%. Parece pouco, mas esse número significa que, em pleno 2023, o Brasil ainda tem quase 10 milhões de pessoas com 15 anos ou mais que não sabem ler nem escrever. E aquela desigualdade que se verifica em âmbito mundial também está presente no Brasil: aqui, o analfabetismo também é maior entre as pessoas pretas ou pardas. São 7,4%, mais que o dobro da taxa encontrada entre as pessoas brancas, de 3,4%. Entre os idosos pretos ou pardos, esse índice chega a mais de 23%.
A desigualdade tem recorte também regional. Os estados do nordeste, historicamente menos favorecidos por investimentos privados nos próprios habitantes e recursos públicos. As maiores taxas de analfabetismo estão no Piauí, em Alagoas e na Paraíba; enquanto o DF, São Paulo e Rio figuram entre os estados com menores índices.
Portanto, para combater o analfabetismo, é preciso investir na população mais pobre, e considerar a dinâmica desigual que também atinge o acesso à educação. Por isso, a EJA – Educação de Jovens e Adultos – é de fundamental importância e deve ser fortalecida através da ampla divulgação das turmas e da facilitação do acesso e permanência dos e das estudantes nessa modalidade de ensino.
Neste Dia Mundial da Alfabetização, o Sinpro-DF tem certeza de que é possível erradicarmos o analfabetismo do Brasil, para que todos e todas tenham as mesmas condições de se educar, de se inserir no mercado de trabalho e de contribuir para a construção de um país melhor e mais justo.
CUT é central para a reconstrução do Brasil, avalia diretora da CNTE
Jornalista: Vanessa Galassi
A diretora da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) Rosilene Corrêa afirmou que a conscientização política da população brasileira é tarefa imprescindível da Central Única dos Trabalhadores (CUT) para reconstruir o Brasil. A avaliação da dirigente sindical foi feita em sessão solene na Câmara Legislativa do DF, nessa segunda-feira (4/9), em homenagem aos 40 anos da Central.
“Temos um Executivo com vontade fazer, uma classe trabalhadora que precisa de muitas mudanças, mas um Congresso Nacional que não está do nosso lado. Precisamos mudar essa correlação de força. Cabe a nós eleger representantes da classe trabalhadora. Se olharmos para dentro do Congresso, não são os trabalhadores rurais que estão lá, são os latifundiários; quem está lá, em sua maioria, são os grandes empresários; quem está lá pela educação, são donos de escolas ou quem tem relação próxima com a educação privada. É papel nosso mudar essa realidade”, avalia Rosilene Corrêa, que também é dirigente da CUT Nacional.
No evento, o presidente da CUT-DF, Rodrigo Rodrigues, afirmou que a Central “tem o desafio de reconstruir o Brasil onde o bolsonalrismo ainda existe”. Para ele, essa reconstrução deve ser pavimentada na geração de empregos; no resgate dos direitos roubados; na valorização dos sindicatos; no fortalecimento dos serviços e empresas públicas; na regulação das novas formas de contratação trabalhista; na garantia dos direitos previdenciários e da seguridade social para todos e todas.
Segundo Rodrigo Rodrigues, essa reconstrução passa, necessariamente, pelo respeito aos princípios da CUT, de “autonomia, independência, liberdade de organização, defesa da democracia e, sobretudo, solidariedade de classe”.
O deputado Chico Vigilante (PT), que foi o primeiro presidente da CUT-DF, resgatou a história da Central nessas quatro décadas e comparou o momento do nascimento da CUT aos dias de hoje, na perspectiva dos desafios. Ele lembrou que, há 40 anos, a CUT surgiu para defender a classe trabalhadora e garantir os direitos às diversas categoria. Agora, 40 anos depois, a Central, para o parlamentar, precisa se manter “alerta e vigilante” para barrar a investida contra a organização da classe trabalhadora, realizada pelos mesmos setores reacionários que insistem em dar um golpe no Brasil desde 1964.
“A Central nasceu para combater tudo isso, e é por isso que todos nós temos que continuar acreditando na Central Única dos Trabalhadores: o mais perfeito e potente instrumento de luta de classe neste país. Vida longa à CUT”, discursou o deputado Chico Vigilante.
Ainda participaram da sessão solene em homenagem aos 40 anos da CUT a deputada federal Erika Kokay (PT-DF), os deputados distritais Gabriel Magno (PT) e Max Maciel (PSol), a supervisora do Dieese em Brasília, Mariel Angeli Lopes, o atual presidente do Iphan, Leandro Grass, João Vicente Goulart (PCdoB) e lideranças sindicais de várias categorias de trabalhadores.
Sinpro cobra agilidade e dignidade no atendimento da Subsaúde
Jornalista: Maria Carla
Diretores da Secretaria para Assuntos de Saúde do Trabalhador do Sinpro-DF se reuniram, nessa terça-feira (5), com representantes da Subsaúde para apresentar uma pauta de situações que dificultam a vida dos(as) profissionais de educação que estão em adoecimento e discutir soluções para esses problemas.
“O objetivo é minimizar as dificuldades que professores(as) e orientadores(as) educacionais encontram ao precisarem dos serviços da Subsaúde”, explica Élbia Pires, coordenadora da Secretaria de Saúde do Trabalhador.
Na pauta estavam problemas, como o da readaptação funcional, o trato dos peritos com a categoria, os prazos para resultados das homologações de atestados até 10 dias, a lentidão nos processos de solicitação de horário especial em razão de pessoa PCD na família ou o(a) próprio(a) servidor(a) ser PCD. A dirigente informa que está prevista a realização e nova reunião em dezembro.
Ela afirma, ainda, que “essa reunião com a equipe da Subsaúde é um esforço que estamos fazemos para diminuir os problemas enfrentados pela categoria ao precisar daquela subsecretaria. Estaremos atentas ao processo e continuaremos cobrando melhorias no atendimento a nossa categoria”.
No encontro, decidiram marcar uma nova reunião para dezembro para verificação do que foi avançado. “A ideia é marcar reuniões trimestrais para irmos avançando no diálogo e irmos conseguindo diminuir os problemas que a categoria tem com a Subsaúde”, afirma a diretora.
A reunião contou a presença dos(as) representantes do Sinpro, Élbia Pires, Rodrigo Teixeira e João Braga, e, da subsaúde, participaram a subsecretária Luiza Carolina Carneiro Barreiros, e os assessores Douglas e a Gilvana.
Confira como foi a discussão e alguns itens da pauta
Item 1 – Readaptação funcional – Foi discutido o atual procedimento adotado pela Subsaúde, que, em constatando que o(a) servidor(a) se encontra de atestado e apresenta condição laboral, mas não de regência, o(a) médico(a)-perito(a) encaminha o retorno ao trabalho com restrição temporária (geralmente, por 60 dias) e o(a) orienta a solicitar uma Avaliação de Capacidade Laborativa, a qual deve ser encaminhada a DIPEM/GPSS para continuidade do processo de restrição/readaptação.
Item 2 – Trato dos(as) peritos(as) com a categoria. Nesse tema, foram cobradas atitudes para solucionar problemas de falta de urbanidade/ destrato/ indiferença, dentre outros comportamentos dos(as) profissionais que atendem na Subsaúde. A pasta informou que já vem dando atenção para essa questão e sinalizou que irá buscar novos mecanismos para resolver esse problema.
Item 3 – Prazos para resultados das homologações de atestados de até 10 dias – Os(as) dirigentes do Sinpro apontaram as dificuldades dos prazos muito alargados, entre eles, a necessidade de agilidade da perícia e da licença para fechar a folha de ponto do(a) servidor(a).
Nesse item, a subsecretária informou que esse prazo, hoje, é de cerca de 12 dias e que, de fato, já foi muito maior, mas que foi feita uma força tarefa para reduzir a demora entre o dia que o(a) servidor(a) faz a inserção dos dados no sistema SEI e a data que ele(a) recebe a resposta no site da SIAPMED.
Ainda segundo a Subsaúde, as perícias presenciais estão com prazo entre a data em que o professor(a) e o(a) orientador(a) educacional entram no site da SIAPMED para marcar e a data da perícia está em torno de 30 dias, que a Subsaúde pretende fazer uma força tarefa também nas perícias presenciais para diminuir esse lapso de tempo.
Item 4 – Lentidão nos processos de solicitação de Horário Especial em razão de pessoa PCD na família ou o(a) próprio(a) servidor(a) ser PCD – A informação é a de que o processo segue um trâmite de mais ou menos 60 dias e que, nesse prazo, passa por análises administrativas, após essa fase, o(a) servidor(a) é convocado(a) para a perícia médica presencial, que segue o fluxo das Perícias de Licenças Médicas e entrarão na força tarefa para redução do prazo de espera.
Sinpro repudia decisão do GDF que reduz número de supervisores
Jornalista: Alessandra Terribili
Sem diálogo com a categoria, como tem sido a tônica da relação estabelecida pelo GDF, a Secretaria de Educação publicou no Diário Oficial de terça-feira, 5 de setembro, a portaria 906, alterando os critérios para a distribuição de supervisores(as) nas escolas do Distrito Federal. A decisão vincula o número de supervisores(as) – ou mesmo a existência deles(as) na escola ou não – ao número de turmas de cada unidade escolar.
A consequência da portaria é uma drástica redução no número de profissionais com essa função, o que impacta negativamente o trabalho das equipes gestoras e o próprio funcionamento da escola, tanto do ponto de vista organizativo quanto pedagógico. Segundo o novo modelo, muitos CILs (Centros Interescolares de Línguas), por exemplo, deixarão de contar com um supervisor – principalmente os das periferias.
As escolas devem comunicar a Coordenação Regional (CRE) as alterações sofridas no número de supervisores até dia 20 (15 dias após a publicação da portaria). Ou seja, o impacto fica amplificado porque as escolas sequer terão tempo hábil para se adaptar à nova realidade que as prejudica, e que foi imposta de um dia para outro.
O Sinpro repudia tal decisão, tomada de forma unilateral, e mais uma vez questiona a não disposição para o diálogo por parte do governo Ibaneis, bem como o descaso desse governo com a qualidade da educação pública.
Sinpro informa que não haverá expediente dias 7 e 8 de setembro
Jornalista: Alessandra Terribili
A diretoria colegiada do Sinpro informa que, em virtude o feriado do Dia da Independência dia 7 de setembro, não haverá expediente na sede e nas subsedes da entidade nesta quinta e sexta-feira (07 e 08).
As atividades voltarão ao normal na segunda-feira, 11 de setembro.