Sinpro discute PEC de aposentadoria especial para orientadores educacionais
Jornalista: Letícia Sallorenzo
No próximo dia 17 de agosto, às 10h, no auditório Paulo Freire, sede do Sinpro no SIG, acontecerá o encontro para discutir a PEC 573/2006, que trata da inclusão como beneficiário da aposentadoria especial o orientador educacional e demais profissionais da educação básica. A reunião terá a presença de deputados que estão à frente da discussão, com a presença confirmada de Erika Kokay (PT-DF), Reginaldo Veras (PV-DF) e do relator da PEC 573/2006, o deputado Tarcísio Mota (Psol-RJ).
“Essa PEC trata de uma luta histórica dos orientadores educacionais pelo direito da extensão da aposentadoria especial. O Sinpro tem lutado pela ampliação desse direito, pela importância do trabalho e valorização desse profissional da carreira do magistério”, conta Luciano Matos, dirigente do Sinpro.
“Com essa emenda constitucional, o orientador educacional terá os mesmos direitos de aposentadoria de professores. É uma questão de justiça não só com orientadores, mas com toda a categoria do magistério”, disse o dirigente do Sinpro Chicão. “Por isso é muito importante a presença de todos os orientadores e todas as orientadoras educacionais na próxima quinta-feira”, completa.
Sinpro realiza reunião para iniciar turma básica de Formação Sindical
Jornalista: Maria Carla
O Sinpro convida os(as) sindicalizados(as) para reunião, no dia 31 de agosto, às 19h, no Auditório Paulo Freire, na sede do sindicato do Setor de Indústrias Gráficas (SIG), para constituir a 25ª turma do curso de Formação Sindical. A formação possui três módulos, com carga horária total de 72h e certificado aceito pela Secretaria de Estado da Educação do Distrito Federal (SEE-DF).
“Na formação, temos um percurso que resgata a organização da nossa categoria a partir da reflexão de conteúdos significativos, como o pertencimento classista, a disputa de classes, os princípios, a concepção e a estrutura da Central Única dos Trabalhadores (CUT), a Organização por Local de Trabalho (OLT), raça/etnia, a emancipação da mulher e o combate à violência doméstica, bem como outros temas que abrangem não só a luta da categoria, mas também a organização social sob a ótica dos trabalhadores (as) e, também, compreendendo o debate da diversidade nesse processo”, explica Vanilce Diniz, coordenadora da Secretaria de Formação Sindical do Sinpro-DF.
Margaridas marcham no centro de Brasília dia 16; veja programação
Jornalista: Vanessa Galassi
Dias 15 e 16 de agosto, mulheres do campo, da floresta, das águas e das cidades de todo o país realizarão a 7ª Marcha das Margaridas, em Brasília. O evento terá como lema a reconstrução do Brasil e o Bem Viver, sustentado em 13 eixos de luta, entre eles “Educação pública não sexista e antirracista e direito à educação do e no campo”.
A abertura político-cultural da Marcha será às 17h do dia 15, no Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade, onde as Margaridas ficarão alojadas. No palco principal, se reunirão representações políticas das mulheres, parlamentares e autoridades.
Antes da abertura política, serão realizadas várias atividades, que começam na parte da manhã. Qualquer pessoa poderá participar. Basta fazer a inscrição no endereço eletrônico http://www.contag.org.br/sistemas/eventos/inscricao.php
DIA 15
A partir das 8h do dia 15, estão programadas mostra de produtos; rodas de conversa; lançamento de livros; oficinas de batucada, dança, brincadeiras populares; práticas integrativas de saúde; exibição de fotos e vídeos; além de atividades culturais.
Ainda no dia 15 de manhã, às 9h, a Marcha das Margaridas será tema de sessão solene, no auditório Nereu Ramos da Câmara dos Deputados.
A Conferência Livre de Juventude também está programada para a manhã do dia 15. O horário ainda não foi definido.
Já na tarde do dia 15, serão realizadas atividades formativas, das 14h às 16h, também no Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade. Entre os temas, autodeterminação dos povos com soberania alimentar hídrica e energética; corpo e sexualidade; racismo e cultura.
Atividades culturais do dia 15 serão realizadas das 20h às 23h, no palco principal do Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade.
DIA 16
As Margaridas começam a se concentrar para marchar a partir das 6h do dia 16, no Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade. Com faixas, cartazes, instrumentos musicas e cantos elas caminharão pela Esplanada dos Ministérios, até o Palácio do Planalto.
Há a expectativa de o presidente Lula fazer o anúncio das propostas à pauta das Margaridas ao final da caminhada, no Palácio do Planalto.
Em todas as edições, as Margaridas pautam eixos temáticos que orientam os processos formativos e debates políticos. Neste ano os eixos são:
Novo Ensino Médio e as proposições do MEC a partir de resultados das consultas públicas
Jornalista: Luis Ricardo
O Observatório de Educação Básica (ObsEB), vinculado à Faculdade de Educação da Universidade de Brasília (FE/UnB), entrou no debate sobre as proposições do MEC sobre o Novo Ensino Médio, com base em resultados das consultas públicas. Em face de elementos que expressam a fragilidade de conteúdo e forma da Reforma do Ensino Médio, o Observatório se posiciona pela revogação, acreditando que o diálogo instituído é um exercício coletivo e democrático em torno da construção do projeto de educação que as juventudes brasileiras merecem.
O ObsEB ainda ratifica a necessidade de se buscar, juntamente com os jovens e adultos, destinatários dessas proposições, estratégias que viabilizem os pressupostos das Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio, pela articulação do trabalho, ciência, tecnologia e cultura, afirmando a dimensão ontológica do trabalho como princípio educativo e superando a limitação instrumental que preconiza a contrarreforma do Ensino Médio.
Confira abaixo os posicionamentos do Observatório de Educação Básica:
a) Reconhecemos o avanço no restabelecimento do diálogo do Governo Federal/MEC com a sociedade, por meio de diferentes instrumentos/mecanismos de participação, conforme Portaria nº 399, de 8 de março de 2023, que institui a consulta pública para a avaliação e reestruturação da Política Nacional de Ensino Médio. Esse aspecto é relevante, tendo em vista a interdição a que foi submetida a comunidade científico-acadêmica nos últimos seis anos. Reconhecemos ainda, a necessidade de reformas nas políticas educacionais brasileiras, especialmente voltadas para o Ensino Médio.
b) O sumário executivo posiciona-se acerca dos seguintes aspectos do Novo Ensino Médio: i) Carga Horária; ii) Organização Curricular; iii) Exame Nacional do Ensino Médio; iv) Equidade educacional, direitos humanos e participação democrática dos estudantes v) Educação a Distância (EaD); vi) Infraestrutura; vii) Formação Técnica e Profissional; viii) Formação e valorização dos professores; ix) Política de permanência; x) Tempo Integral; xi) Avaliação. Embora reconheçamos o esforço do atual Governo em estabelecer o diálogo com a sociedade civil, faz-se necessário avançar no debate e em propostas para solucionar os problemas estruturais que assolam a educação básica no Brasil.
c) O posicionamento deste Observatório pauta-se no entendimento de que o Novo Ensino Médio, articulado com a Base Nacional Comum Curricular, como política alinhada aos interesses do mercado e patrocinada por organismos multilaterais a serviço do capital, transpõe para o campo educacional os pressupostos, as ideologias e as perspectivas de currículo e de gestão que atuam alinhavadas à lógica da internacionalização e da privatização. O governo anterior, para cumprir protocolos externos e defender os interesses econômicos e empresariais, inseriu a educação básica pública brasileira no âmbito das atividades mercantis lucrativas. Essa perspectiva é inconciliável com o projeto democrático de educação, vitorioso nas eleições de 2022. Portanto, as proposições do MEC, embora relevantes, não alteram esses fundamentos mercadológicos e neoliberais que embasam o Novo Ensino Médio.
d) Recordamos que as Diretrizes Curriculares Nacionais fixadas pelo Conselho Nacional de Educação, após amplo debate com entidades, universidades, estudantes, professores, sociedade civil, caracterizam-se como orientadores dos sistemas de ensino e de escolas na elaboração, articulação, desenvolvimento e avaliação das propostas pedagógicas e curriculares, preservando a autonomia didático-pedagógica, garantida na LDB 9.394/96. Portanto, a organização curricular do Ensino Médio deve garantir ao estudante o acesso ao conhecimento historicamente elaborado que, efetivamente, lhe dê condições para o desenvolvimento do pensamento crítico e não simplesmente a reprodução da lógica eficientista, conteudista e meritocrática que rege o mercado.
e) A recomposição da carga horária destinada à Formação Geral Básica (FGB) para 2.400 horas com possibilidade de ampliação até 3000 horas, é uma necessidade que se impõe, para superar a dualidade estrutural na formação da juventude brasileira, vitimada pela fragmentação e pelo aligeiramento do currículo com itinerários formativos desconexos com a realidade e com as concretas necessidades dos estudantes. Essa ação deve ser acompanhada de plano de carreira, salário, melhores condições de trabalho docente e valorização dos profissionais da educação.
f) Itinerários formativos ou percursos de aprofundamento e integração de estudos, devem ser decisões a serem tomadas por cada escola a partir de seus projetos político-pedagógicos. Urge investir na formação continuada dos profissionais da educação para que compreendam de forma autônoma, as possibilidades didáticas e curriculares, em favor de uma organização do trabalho pedagógico crítico, integrado e contextualizado às realidades das escolas e dos sujeitos em formação. Catálogos prescritos de itinerários ou percursos reforçam uma visão técnico-instrumental do trabalho docente.
g) A Educação a Distância, mesmo que restrita a 20% na oferta para a Educação Profissional Técnica, merece atenção, tendo em vista as diferentes realidades escolares no que concerne à estrutura física e tecnologias precárias. O Censo da Educação Básica (2022) revelou que escolas, estudantes e boa parte dos professores não têm acesso a equipamentos tecnológicos e à internet banda larga.
h) O notório saber, como critério para selecionar “professores”, é inadmissível na educação básica e superior públicas, pois precariza a formação docente, desvaloriza a carreira magistério. A defesa é pela autonomia e autoria docente que requer formação específica articulada à formação pedagógica.
i) É urgente e necessária a implantação de uma política de educação integral em tempo integral nas escolas brasileiras. Sob essa perspectiva, são depositadas expectativas no Programa Escola em Tempo Integral, sancionado pelo presidente Lula, visando o alcance da meta 6 do Plano Nacional de Educação (PNE), que visa oferecer educação em tempo integral em, no mínimo, 50% das escolas públicas.
O Observatório traz alternativas contra hegemônicas ao neotecnicismo, à pedagogia das competências e à formação ligada aos interesses do mercado. O Ensino Médio Integrado à Educação Profissional (4200 horas), vivenciado nos Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia, é uma destas alternativas. Já temos ampla literatura que atesta a viabilidade dessas experiências.
Avançar na construção de um projeto de formação das juventudes brasileiras requer avaliação das possibilidades das alternativas contra hegemônicas, que inclui rever as dimensões da avaliação da educação brasileira que revelam aspiração tecnicista contemporânea, a ênfase em resultados a todo custo. As medidas fracassaram em vários países.
Educação pública, gratuita, referenciada socialmente requer reflexão sobre a lógica de resultados que têm orientado as políticas educacionais brasileiras. Avaliar para qualificar processos e políticas é o caminho.
11 de agosto é o dia daqueles e daquelas que são o motivo e a razão do nosso trabalho: os estudantes.
São nossos parceiros e parceiras na luta pela valorização da escola pública, por uma educação pública, gratuita, de qualidade, emancipadora e socialmente referenciada. São aqueles e aquelas que não se acomodam diante da injustiça, do sucateamento e daqueles que subestimam seus sonhos e seu futuro.
Estudantes sempre foram protagonistas na história de nosso país! Nunca fugiram à luta em defesa da soberania nacional, como na campanha O Petróleo é Nosso; da democracia, como nas Diretas Já; do combate à corrupção, como no Fora Collor; e da educação pública, como na campanha por 10% do PIB e contra a mercantilização da educação.
Ocuparam ruas, escolas e parlamentos, ocuparam corações e mentes da população, e assim contribuíram para a construção de vitórias fundamentais, no passado e no presente, como o fim do Pecim (Programa Nacional das Escolas Cívico-Militares) e a revisão do Novo Ensino Médio. E outras virão!
Diante da violência que as escolas vêm sofrendo, seja em ataques como os verificados no início deste ano, seja no sucateamento promovido por alguns governos, ou na desqualificação do ato de ensinar e no espaço escolar – como em iniciativas como a Lei da Mordaça ou o homeschooling -, os estudantes não titubeiam: são personagens fundamentais da resistência e da defesa da educação como direito de todos.
Por tudo isso e pelo belo futuro que, certamente, construirão, o Sinpro-DF celebra o Dia do Estudante com carinho, com orgulho e com esperança. Pois, como disse Milton Nascimento, “há que se cuidar do broto, pra que a vida nos dê flor e fruto”. Viva os e as estudantes do DF e do Brasil!
O Sinpro convida os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais para reunião do Coletivo LGBTQIA+ do Sinpro no dia 28 de agosto, às 19h, na sede do sindicato (SIG). Durante a atividade discutiremos questões relacionadas aos desafios, enfrentamentos, além do orgulho e visibilidade lésbica.
Neste mês duas datas importantes marcam a luta das mulheres lésbicas por dignidade e direitos. No Dia 19 é celebrado o Dia do Orgulho Lésbico, em memória a uma grande manifestação promovida por ativistas lésbicas em 1983 pelo direito de se expressar livremente em um bar de São Paulo. Esse ato é considerado por algumas pessoas como o “Stonewall” brasileiro. Já o Dia da Visibilidade Lésbica, celebrado no dia 29, remete à data do 1º Seminário Nacional de Lésbicas, ocorrido em 1996. Além de propor uma reflexão sobre a invisibilidade de mulheres lésbicas, esta data também é usada para lutar por mais políticas e direitos.
Dentre os convidados para a reunião estão a coordenadora da Secretaria de Assuntos da Saúde do Trabalhador Élbia Pires, que falará sobre As mulheres Lésbicas e a luta por direitos e ocupação de espaços de poder; Anete Lobato, que abordará Maternagem Lésbica; Ana Artoni, falando do Currículo em Movimento, Legislação sobre a importância da formação/informação para o empoderamento e luta das mulheres/ trabalhadoras Lésbicas; da diretora do CEI Gavião, Andressa Vieira, que falará sobre a experiência/vivência diária de Gestora de Escola; e Melissa Navarro, da Coturno de Vênus, que finalizará dissertando sobre o Lesbocenso.
O Coletivo, ligado à Secretaria de Raça e Sexualidade do sindicato, é uma ferramenta construída pela entidade para contribuir e reafirmar a luta por direitos, contra o preconceito e a exclusão. Ainda reafirma o compromisso histórico do Sinpro com os direitos humanos de forma geral, e, de forma específica, reforça a luta pelo respeito aos professores(as) e orientadores(as) educacionais em toda a sua diversidade.
Inscrições para o XIII Concurso de Redação e Desenho do Sinpro são prorrogadas até 18 de agosto
Jornalista: Luis Ricardo
O período de inscrição para participar do XIII Concurso de Redação e Desenho do Sinpro-DF foi prorrogado até o dia 18 de agosto. O período de inscrição não será prorrogado novamente. A atividade, que este ano traz como tema “Educar para um mundo socialmente sustentável”, é gratuita e direcionada a estudantes da rede pública de ensino do Distrito Federal. Faça AQUI sua inscrição.
Nesta edição, é feita a reflexão de que um mundo sustentável vai muito além da coleta seletiva ou da reciclagem de materiais: engloba as pessoas e suas condições de vida, os recursos naturais do planeta, a produção, a distribuição e o consumo de bens e serviços.
“Dessa forma, a educação pública é peça-chave para que formemos pessoas que compreendam um mundo sustentável como um mundo com justiça e esperança. O espaço da escola é determinante para que essa formação ampla e crítica seja feita”, analisa a coordenadora de Imprensa e Divulgação do Sinpro-DF, Letícia Montandon.
O Concurso de Redação e Desenho do Sinpro-DF integra a campanha “Quem bate na escola maltrata muita gente”, idealizada pelo Sinpro-DF em 2008, com o objetivo de tornar o espaço escolar um espaço de paz e construção para uma sociedade equânime.
Inscrições
Podem participar do XIII Concurso de Redação e Desenho do Sinpro-DF “Educar para um mundo socialmente sustentável” os estudantes de escolas públicas do ensino regular, ensino especial, Altas Habilidades e EJA (Educação de Jovens e Adultos), incluindo estudantes do Sistema Socioeducativo ou do Sistema Prisional.
Nesta edição, foram criadas duas novas categorias na modalidade redação, específicas para estudantes do Sistema Socioeducativo e do Sistema Prisional. A demanda, feita pelos profissionais que atuam no setor, tem como objetivo é proporcionar que esses estudantes, que, majoritariamente, enfrentam um abismo educacional, possam participar do XIII Concurso de Desenho e Redação do Sinpro em condições de igualdade com os demais estudantes da rede pública de ensino. Na categoria desenho, os estudantes do Sistema Socioeducativo e do Sistema Prisional participarão juntamente com os demais estudantes inscritos(as), de acordo com a etapa/modalidade de ensino.
As inscrições, que começaram dia 6 de junho, podem ser realizadas até 11 de agosto. O(a) participante poderá fazer a inscrição e entregar o trabalho posteriormente, desde que não extrapole o prazo de 11 de agosto. Para fazer o upload do trabalho, basta clicar em “anexar documentos”. Embora as inscrições possam ser feitas apenas pela internet, a entrega do trabalho poderá ser feita digital ou presencialmente, na sede ou em uma das subsedes do Sinpro-DF.
O trabalho deve ser entregue em folha específica disponível para download no link da inscrição, junto com autorização para utilização do trabalho concorrente em qualquer peça de comunicação do Sinpro-DF. O modelo de autorização também está disponível no link da inscrição.
O regulamento do concurso divide a apresentação de trabalhos em 12 categorias, nas modalidades redação e desenho. Para cada faixa etária/segmento há regras específicas, como, por exemplo, quantidade mínima e máxima de linhas para a redação.
Premiação
Serão premiados os três primeiros lugares de cada categoria. Em todas elas, o 1º lugar receberá um tablet Samsung Galaxy Tab S6 Lite; o 2º será premiado com um aparelho Tablet Galaxy Tab A8; e o 3º lugar ganhará um Tablet Samsung Galaxy Tab A7 Lite. Estudantes do Sistema Socioeducativo ou do Sistema Prisional poderão optar pela conversão do prêmio em dinheiro.
Também serão contemplados professores(as) ou orientadores(as) indicados(as) pelos(as) estudantes vencedores(as) de cada categoria, com premiações de R$ 1.200 para o 1º lugar, R$ 700 para o 2º lugar e R$ 500 para o 3º lugar.
Sinpro e Centcoop assinam acordo de cooperação para promoção de educação ambiental
Jornalista: Maria Carla
Este ano, o Sinpro deu mais um passo para materializar sua luta cidadã pela melhoria da qualidade de vida da população do Distrito Federal e a defesa do meio ambiente na capital do País. No dia 3 de abril, assinou um Acordo de Cooperação Técnica (ACT) com a Central de Cooperativas de Trabalhadores em Material Reciclável (Centcoop) para, juntas, construírem ações de sensibilização da população com vistas a ampliar os indicadores da coleta seletiva.
O acordo tem duração de 36 meses e foi assinado durante um evento realizado Complexo Integrado de Reciclagem (CIR) da Centcoop com a presença de vários(as) diretores(as) do Sinpro-DF, representantes da Central e do Observatório da Inclusão Social dos Catadores. Durante 3 anos, o Sinpro e a Centcoop colocarão prática, em parceria com o Observatório, ações de esclarecimento da população acerca da importância de sua escolha na consumação de produtos, adotando os princípios da redução, reaproveitamento e reciclagem, bem como o adequado tratamento dos resíduos pós-consumo e a separação de materiais dos resíduos gerados.
Outro objetivo dessa mobilização é garantir a geração de emprego e renda por meio da coleta seletiva e reciclagem de resíduos. No ACT estão definidos os compromissos que as duas entidades terão de executar para a materialização de uma educação ambiental capaz de conscientizar a população do Distrito Federal da importância da mudança de atitude ao consumir produtos e ao descartar seus resíduos a fim de minimizar o aquecimento global. Na ocasião da assinatura, Gilza Camilo, coordenadora da Secretaria de Administração do Sinpro-DF, reconheceu a importância do acordo e disse que foi um prazer para o Sinpro fazer a visita guiada e ver como funciona uma central de coleta seletiva e reciclagem.
Acordo de Cooperação Técnica e a educação ambiental
“Hoje a gente assina o acordo de cooperação entre o Sinpro-DF e a Centcoop. O Sindicato dos Bancários já é parceiro e a sede deles vai ser um EcoPonto (Eco .). A gente quer fazer isso no Sinpro e atuar em algumas escolas para implantar esse projeto piloto de educação ambiental e incentivar, no DF, a coleta seletiva para o nosso bem e o bem das próximas gerações, também para que a gente tenha um meio ambiente equilibrado e que possa gerar renda. Algumas escolas já se colocaram à disposição, como o Setor Oeste e Centro Educacional Agrourbano Ipê (CED Agrourbano Ipê) do Caub 1, perto do Gama, em que já existe um projeto de educação ambiental em curso, que envolve agrofloresta e outras experiências de proteção às nascentes e mantém um trabalho de preservação ambiental”, disse Gilza.
No evento, Aline Sousa, presidente da central, conta um pouco dos 14 anos de história da entidade, que já chegou a ter 30 empreendimentos associados. “Atualmente, temos 21 empreendimentos. Agregados a essas 21 cooperativas, há mil catadores, dos quais 70% são mulheres”, informou. Ela também contou que a luta pelo espaço do CIR durou 10 anos e contou com o apoio do segundo governo Lula para aquisição de um espaço 160 mil metros para instalação dos dois galpões e uma sede que acolhe os escritórios de cada uma das cooperativas associadas.
“Na época, a Fundação Banco do Brasil fez a primeira estrutura e, por meio de uma carta emitida pelo Governo do Distrito Federal, recebemos ajuda do BNDES para construir dois galpões e uma central de comercialização. Atualmente, temos uma gestão compartilhada deste espaço com o GDF, por meio da Secretaria do Meio Ambiente e o Serviço de Limpeza Urbana. Por mês, entra um total de 1.100 toneladas de resíduos domiciliares, mas não conseguimos aproveitar 60% deles”, informa.
Segundo Aline, as empresas que coletam os resíduos domiciliares misturam com o lixo tornando a maior parte dos resíduos inapropriados para a reciclagem porque chegam muito contaminados. “Das 14 cooperativas com contrato de coleta seletiva de ponta a ponta, a gente tem nove, que têm 90% de eficiência na coleta. Ou seja, dos resíduos que vêm das empresas, a gente só consegue aproveitar 40%, já a coleta de nossas cooperativas gera apenas 3% de rejeito”.
O projeto conta com a parceria do Observatório da Inclusão Social dos Catadores. Márcia Kumer, integrante do Observatório, também participou do evento de assinatura do ACT. “As ações do Observatório são no sentido de viabilizar a consolidação do Complexo de Integrado de Reciclagem e a principal ação é a sensibilização das famílias para a correta separação dos resíduos. Os resíduos precisam chegar limpos ao complexo. Resíduo sujo é lixo e acaba no aterro sanitário. Se fizermos a nossa parte dentro de casa, o material chegará com qualidade e possibilitará seja aproveitado, gerando renda para as famílias. Por isso, é tão importante a educação ambiental nas escolas”, explica.
A escola e o sindicato são instrumentos da preservação da vida
O primeiro passo para a materialização do Acordo de Cooperação Técnica (ACT), assinado pelo Sinpro-DF e a Central de Cooperativas de Trabalhadores em Material Reciclável (Centcoop), foi o lançamento do projeto de educação ambiental “Meu planeta, nossa casa”, realizado no Centro Educacional Agrourbano Ipê do Caub I (CED Agrourbano Ipê), no Riacho Fundo, na segunda-feira (7/8), com a presença do Sinpro, Centcoop, Observatório e várias escolas da rede pública de ensino.
Rosilene Corrêa, dirigente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), participa do projeto e está otimista. “Tem tudo para dar certo, mas precisamos de envolver toda a sociedade. Essa é uma tarefa de todo mundo. Por isso, fomos à Câmara Legislativa e buscamos o apoio dos deputados para garantir emendas às escolas para elas terem recursos para executarem o projeto”.
“Não tenho dúvidas de que é a educação, portanto, é a escola que pode mudar as pessoas para que elas possam transformar o mundo. Não vejo um espaço mais rico e de maior alcance de mudanças do que as escolas”, completa a sindicalista. Ela ressalta, ainda, o papel dos sindicatos na construção desse novo comportamento social para minimizar as mudanças climáticas”, afirma a sindicalista.
Ela diz que os sindicatos também são instrumento de mudança social. “Lidam com os trabalhadores que, por sua vez, influenciam positivamente suas famílias e são repercussores(as) de novos comportamentos etc. Daí a ideia de transformar os sindicatos, locais de trabalho e outros espaços em ambientes dessa transformação”.
Sinpro convida os gestores para café da manhã nesta segunda (14/8)
Jornalista: Maria Carla
O Sinpro-DF convida todos(as) os(as) gestores(as) para uma reunião com café da manhã, na próxima segunda-feira (14/8), 9h, no Auditório Paulo Freire, na sede do sindicato do Setor de Indústrias Gráficas (SIG). O encontro visa a dar continuidade aos debates e à manutenção do canal de comunicação e diálogo entre o Sinpro e os(as) gestores(as), principalmente para discussão permanente do tema da gestão democrática.
No café da manhã desta segunda (14), todos esses temas e outros desafios da categoria estão na pauta. Compareça. A sua presença é fundamental. Não perca! O café da manhã com gestores(as) será nesta segunda-feira (14/8), 9h, no Auditório Paulo Freire, na sede do Sinpro do SIG.
Sinpro DF presente nas mobilizações desta quarta-feira
Jornalista: Letícia Sallorenzo
A diretoria colegiada do Sinpro esteve presente em diversos atos ocorridos em Brasília ao longo desta quarta-feira (9/8), seja em defesa da educação pública, seja em defesa da Previdência Social Pública. Professoras e orientadoras aposentadas estiveram presentes em todos os eventos.
CNTE convoca ato em defesa da educação pública
Uma série de atos convocados pela Central Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) ocorreram hoje em Brasília. Cerca de 2 mil educadores de norte a sul do país reuniram-se na capital federal no Ato Nacional em Defesa da Educação Pública para exigir mais qualidade para a educação pública e a valorização dos profissionais. A diretoria colegiada do Sinpro esteve presente nos eventos.
A manifestação foi dividida em duas etapas, e iniciou por volta das 10h da manhã, em frente ao Ministério da Educação, em Brasília, com a entrega de um ofício pedindo a revogação do Novo Ensino Médio e outras pautas como a aplicação da Lei do Piso Salarial Nacional para Profissionais do Magistério Público, financiamento para o setor e valorização da carreira para os funcionários e professores, além de melhores condições para a formação os trabalhadores. A segunda etapa da manifestação aconteceu às 15h, em frente à Câmara dos Deputados.
Durante o ato no MEC, o presidente da CNTE, Heleno Araújo, e uma comitiva composta por representantes do Fórum Nacional Popular de Educação (FNPE) e outras entidades, foram recepcionados pelo secretário executivo adjunto do MEC, Leonardo Barchini; a secretária de Educação Superior, Denise Carvalho; o secretário de Educação Profissional e Tecnológica, Getúlio Marques; o chefe de gabinete do ministro da Educação Camilo Santana, Vinicius Roda; e o diretor de Programa da Secretaria Executiva, Gregório Grisa. Heleno entregou um ofício com os principais pontos de melhoria exigidos pela classe.
À tarde, a manifestação foi em frente ao Anexo II da Câmara dos Deputados. Lá, os manifestantes foram recebidos por deputados e simpatizantes, que discursaram em prol da revogação do NEM e das melhorias na classe dos educadores do Brasil.
Frente Parlamentar defende Previdência Social Pública
Também hoje, a diretoria colegiada do Sinpro esteve presente no auditório Nereu Ramos da câmara dos deputados, onde foi lançada uma Frente Parlamentar Mista cujo objetivo é ampliar o debate acerca da Previdência Social Pública e sobre as estratégias para o seu fortalecimento. Durante o lançamento, foi realizado um debate sobre como enfrentar e reverter as maldades da reforma previdenciária.