Recolhimento das contribuições de professores(as) temporários(as) ao INSS está em dia

Professores e professoras em regime de contratação temporária notaram, nos aplicativos correspondentes, um erro referente ao recolhimento da contribuição ao INSS.

Procurada pelo Sinpro-DF, a Sugep (Subsecretaria de Gestão de Pessoas) explicou que o recolhimento das contribuições está sendo feito normalmente, e que todos os trabalhadores temporários estão em dia com o INSS. O problema é apenas na disponibilização da informação, por conta de uma incompatibilidade entre sistemas, que deve ser sanada até o final do ano.

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TV Sinpro desta quarta (28) transmite 1º Seminário de Formação do Caderno “É  Preciso Ser Antirracista”

O TV Sinpro desta quarta-feira (28) vai transmitir, na íntegra, o Primeiro Seminário do Caderno “É Preciso Ser Antirracista”, realizado no dia 11 de abril, no Auditório Paulo Freire, sede do sindicato SIG. O evento contou com a participação dos(as) organizadores(as) do caderno: professor Adeir Ferreira Alves e as professoras Aldenora Conceição de Macedo e Elna Dias Cardoso. Acesse o caderno no final desta matéria.

“Este seminário oferece uma boa oportunidade para todos(as) os(as) profissionais da educação desenvolverem a Educação Antirracista em seus espaços de trabalho, pois ele apresenta e discute uma excelente ferramenta de apoio às práticas pedagógicas elencadas no caderno”, informa Márcia Gilda Cosme, coordenadora da Secretaria de Raça e Sexualidade do Sinpro-DF.

O TV Sinpro desta quarta (28) é gravado e vai ao ar às 19h, nas redes digitais do Sinpro (YouTube e Facebook) e na TV Comunitária. Não perca! Participe do programa e fortaleça nossa luta por uma educação pública antirracista!

Clique no link a seguir e acesse o caderno “É Preciso Ser Antirracista”

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Comissão de Negociação se encontra com colégio de líderes da CLDF

Na tarde desta quinta-feira (22/6), a Comissão de Negociação do Sinpro esteve na Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) para conversar com o colégio de líderes da Casa Legislativa Distrital.

Na mesa de negociações, primeiro o agradecimento pelo apoio e a parceria durante os 22 dias de greve da educação. Em seguida, o pedido: urgência na aprovação da PL da Gaped/Gase.

O diretor do Sinpro Cleber Soares, um dos membros da Comissão de Negociação, fez questão de “agradecer a cada parlamentar desta casa que foi muito importante na solução de nossa greve”.

O deputado distrital Gabriel Magno (PT) informou o Colégio de Líderes que há uma minuta que foi construída em conjunto com as Secretarias Distritais da Casa Civil e de Educação. É importante que essa minuta seja convertida em Projeto de Lei, e enviada à CLDF até o início da semana que vem, para que seja possível sua apreciação e aprovação antes dos recessos parlamentar e escolar. “É importante que a categoria do magistério tenha essa segurança de saber que o PL da Gaped /Gase foi aprovada”, disse o deputado.

A diretora do Sinpro Berenice Darc, que também faz parte da comissão de negociação, lembrou ao Colégio de Líderes que é importante que os prazos sejam contemplados pois só assim “a negociação completa [ocorrida durante a greve da educação] será acatada pelo governo e apreciada por esta casa”, pontuou.

O presidente da CLDF, Deputado Wellington Luiz (MDB), entendeu que o trabalho agora está com a CLDF: “A Câmara Distrital deve fazer sua parte agora: pautar e votar esse projeto de lei”, declarou.

A Casa Civil do Distrito Federal ainda não informou quando envia o Projeto de Lei à CLDF. O presidente Wellingotn Luiz solicitou à liderança de governo na Casa que entre em contato com a Casa Civil.

O Sinpro reitera à categoria que fique em alerta para uma possível convocação, assim que o PL entrar em pauta.

 

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Sinpro realiza encontro do Coletivo de PcD para Trabalhadores e Trabalhadoras do Magistério Público dia 29 de junho

O Sinpro convida os(as) trabalhadores e trabalhadoras com deficiência do Sinpro (Coletivo de PcDs) para um encontro na quinta-feira (29), a partir das 14h, no Auditório Paulo Freire (SIG). Para participar, os(as) integrantes devem fazer a inscrição clicando aqui

Trata-se do primeiro encontro do coletivo em 2023 e tem o objetivo de fomentar um reencontro dos(as) participantes. A reunião visa a discutir os seguintes temas: Lei Brasileira de Inclusão (LBI), aposentadoria especial para pessoas com deficiência (PcDs), reserva de vagas no concurso público, avaliação biopsicossocial, políticas que estão sendo desenvolvidas para pessoas com deficiência e dialogar para saber como ocorre o trabalho dos(as) PcDs na Secretaria de Estado da Educação (SEE-DF).

Carlos Maciel, diretor da entidade, informa que, com o encontro, o Sinpro vai retomar e fortalecer a organização do coletivo, que esteve com funcionamento precário nesses últimos anos da pandemia da covid-19. “A gente pretende dialogar e, a partir dessa conversa, vamos fazer um plano de ação para as próximas reuniões do coletivo, com algumas pautas escolhidas para o debate e mais conhecimento, falar da inclusão no próprio sindicato, a inclusão nos nossos espaços. Também vamos falar sobre como tem ocorrido a acessibilidade e sobre as atividades que a gente faz”.

“O encontro de PcDs é um momento de debate e de diálogo para estabelecermos estratégias e caminhos que garantam a este grupo da nossa categoria acesso pleno ao trabalho, respeitando as especificidades de cada um e de cada uma, de forma que a educação seja, de fato, inclusiva, de maneira que a educação seja o espaço que recebe, acolhe e inclui todos, todas e todes sem exceções”, finaliza Élbia Pires, coordenadora da Secretaria de Assuntos de Saúde do Trabalhador do sindicato.

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Feminicídio na imprensa: Sinpro promove debate de livro

O Sinpro recebe, na próxima quarta-feira (28/6) às 19h, as jornalistas Niara de Oliveira e Vanessa Rodrigues, autoras do livro “Histórias de Morte Matada Contadas Feito Morte Morrida – A narrativa de feminicídios na imprensa brasileira”. Elas participarão de um debate com Mônica Caldeira, coordenadora da secretaria de assuntos e políticas para mulheres educadoras sobre como a imprensa noticia crimes de feminicídio, e qual o papel da educação para mudar essa realidade.

No livro, lançado no ano passado pela Drops Editora, Niara e Vanessa demonstram como o machismo permeia não apenas os feminicídios, mas como a sociedade percebe e conta essas histórias.

“As histórias do livro da Niara e da Vanessa são chocantes não só por revisitarem crimes que chocaram o país, mas por jogar na nossa cara como o machismo permeia nossa visão de mundo e nossa percepção dos fatos. Esse debate se faz mais do que necessário. Qual o nosso papel enquanto educadoras de evidenciarmos o machismo estrutural? Como trabalhar esses termas em sala de aula?”, comenta Mônica Caldeira.

“Histórias de Morte matada(…)” analisa a narrativa adotada pela imprensa brasileira, especialmente a escrita, na cobertura dos casos de feminicídio no país. As autoras mergulharam em matérias publicadas, nos últimos 40 anos, sobre o assassinato de mulheres por motivações misóginas, incluindo casos como os de Ângela Diniz e Eliane de Grammont, até Sandra Gomide, Eloá Pimentel, Eliza Samudio, Viviane do Amaral, Viviane Sptinizer, Patrícia Accioli, Marielle Franco e outras vítimas de menos repercussão, mas com igual importância. O conteúdo levanta também uma discussão sobre temas ainda pouco abordados, como o feminicídio político e os órfãos do feminicídio.

As autoras autografarão exemplares do livro após o debate.

Imperdível!

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Senado exclui Fundeb e Fundo Constitucional do novo Arcabouço Fiscal. Luta deve continuar até sanção do presidente Lula

Após intensa mobilização realizada nas últimas semanas por trabalhadores(as) em geral e por movimentos sindicais, dentre eles o Sinpro-DF, o Senado Federal retirou do limite de gastos as despesas da União com a complementação do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), com o Fundo Constitucional do Distrito Federal (FCDF) e com as áreas de ciência, tecnologia e inovação. A retirada do Fundeb do novo Arcabouço Fiscal pelo Senado é uma vitória, mas o Sinpro pede a categoria que mantenha a mobilização uma vez que o projeto de lei complementar que trata do novo Arcabouço Fiscal (PLP 93/2023) retornará à Câmara dos Deputados (casa iniciadora), que tem a palavra final sobre a versão a ser levada à sanção do presidente Lula.

Desde a inclusão do Fundeb no substitutivo do relator Cláudio Cajado (PP-BA), na Câmara dos Deputados, o Sinpro se coloca intransigentemente contrário a essa medida, que poderia gerar uma série de consequências negativas para a educação e seus profissionais, bem como para o conjunto das políticas públicas que não contam com vinculação de impostos. Além disto, em caso de aprovação o texto pioraria ainda mais o programa de Michel Temer, ampliando a dificuldade de investimentos no ensino público e na execução do Plano Nacional de Educação (PNE).

A mesma preocupação se refere aos problemas que podem acarretar com o congelamento do Fundo Constitucional. O Fundo não é um privilégio do Distrito Federal, mas um recurso aplicado na capital federal, uma vez que arca com custos específicos pelo fato de ser a capital do país. O Fundo Constitucional existe para que o DF possa arcar com a segurança das sedes dos três poderes, das embaixadas e das representações estaduais, por exemplo.

Para a diretora do Sinpro Luciana Custódio, apesar da aparente vitória, a luta continua até a sanção do presidente Lula. “O Fundeb é a principal fonte de financiamento da educação. Não podemos encará-lo como despesa e colocar limites em seus investimentos. Da mesma forma, o Fundo Constitucional é necessário para o custeio de pontos da obrigação da capital federal. A diminuição desta verba acarreta diretamente na educação, que perde investimento. Essa é uma luta que deve ser de todos nós, e por isso tem o apoio irrestrito do sindicato e do conjunto da categoria magistério público do DF”, afirma.

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Vídeo do Sinpro celebra Dia Internacional do Orgulho LGBTQIA+

A Secretaria de Raça e Sexualidade do Sinpro-DF produziu um vídeo para marcar o Dia Internacional do Orgulho LGBTQIA+, celebrado em 28 de junho. No vídeo, que circulará também nos cinemas do Cine Cultura Liberty Mall, integrantes do Coletivo LGBTQIA+ do Sinpro falam sobre a importância da resistência e da educação para combater a intolerância e o preconceito. Pelo direito de ser, na vida e no trabalho!

Assista o vídeo abaixo.

>> Clique aqui e saiba como foi a última reunião do Coletivo LGBTQIA+. 

 

Inscrições para pós-graduação no Ciência é 10 vão até 15 de julho

A Universidade de Brasília (UnB) está com inscrições abertas, até 15 de julho, para o curso de pós-gradução lato sensu em Ensino de Ciências para Anos Finais do Ensino Fundamental, denominado “Ciência é 10” (C10), na modalidade Educação a Distância (EaD). As inscrições estão disponíveis no SIGAA – Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas. Confira no link a seguir: http://bit.ly/ciencia10

A especialização é destinada a professores(as) da rede pública de ensino graduados(as) em Ciências, Biologia, Física, Química que ministram aulas de ciências no Ensino Fundamental II (6º ao 9º Ano). A especialização é ofertada por meio do Instituto de Física (IF) e da Coordenação Institucional do Sistema Universidade Aberta do Brasil (UAB), com apoio operacional do Centro de Educação a Distância (CEAD/UnB). 

A UnB informa que o curso é estruturado em quatro eixos temáticos (“Vida”, “Ambiente”, “Universo” e “Tecnologia”) e propõe formar docentes com uma visão crítica e investigativa. Os(as) estudantes terão encontros presenciais no polo de apoio escolhido no momento da inscrição. São 200 vagas disponíveis, distribuídas nos seguintes polos UAB: Águas Lindas de Goiás (GO), Anápolis (GO), Brasília/Asa Norte (DF), Formosa (GO), Gama (DF), Luziânia (GO), Planaltina (GO) e Santo Antônio do Descoberto (GO).

Não perca! As inscrições poderão ser feitas até o dia 15 de julho, por meio do link: http://bit.ly/ciencia10

 

Objetivos

 O objetivo do curso é oferecer ferramentas que contribuam para uma ação dinâmica do(a) educador(a) no enfrentamento dos desafios do cotidiano de suas escolas e de suas salas de aula, de forma conectada à realidade da sociedade tecnológica e globalizada.

Esta ação acompanha uma visão questionadora e investigativa em que a observação, a experimentação, a proposição de hipóteses e a análise de resultados são estimuladas tanto para o docente como para os(as) estudantes, na compreensão de que o ensino e o aprendizado em Ciências são muito mais do que o acúmulo de informações a se expor e a se reter. Além disso, o curso se propõe a dialogar com a sala de aula, com o material didático, a prática docente, com os recursos didático-tecnológicos existentes e, sobretudo, com a escola.

O Ciência é 10 tem por eixo norteador o redimensionamento da prática docente dentro e no entorno das situações cotidianas das salas de aula de Ciências, e ainda está estruturado em quatro eixos temáticos: Vida, Ambiente, Universo e Tecnologia.

 

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Sinpro oferece primeira oficina de redes sociais a aposentados(as) da categoria

Foi realizada na tarde desta quarta-feira (21) a primeira oficina de redes sociais para aposentados e aposentadas da categoria do magistério. O curso ocorreu apenas entre pré-inscritos.

“Essa era uma demanda da categoria aposentada, que conseguimos realizar após o fim da greve. São pessoas que perceberam, principalmente durante a pandemia, a necessidade de usar mais as redes sociais, mas muitos tiveram dificuldades”, conta Elineide Rodrigues, coordenadora da secretaria de Assuntos dos Aposentados.

Há previsão de outras turmas para essa oficina. Quem se interessar pode ligar para o sindicato (99994-6258) ou mandar WhatsApp, e deixar o nome com a Elieuza. Assim que houver número suficiente para outra turma, o sindicato entrará em contato.

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PL da GAPED e GASE pode ser votado a qualquer momento

A diretoria do Sinpro acompanha a discussão do Projeto de Lei da incorporação da GAPED e da GASE e o PL pode ser lido e votado no plenário da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) a qualquer momento. O PL foi encaminhado para a Casa Civil no dia 15 de junho e com a chegada na CLDF, pode entrar em votação caso o Colégio de Líderes aprove. O sindicato pede aos(às) professores(as) e orientadores(as) educacionais que fiquem em alerta para uma possível convocação, caso o PL entre em pauta.

A luta do sindicato, em conjunto com a categoria, é que o projeto de lei que define a incorporação da GAPED e da GASE ao vencimento básico seja votado pela CLDF ainda neste semestre, uma vez que o recesso parlamentar se iniciará em 26 de junho. O texto contempla todos(as) os(as) educadores(as). Segundo o documento de final de greve assinado pelo Sinpro e pela Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF), a incorporação dessas gratificações deve começar a ser paga em outubro de 2023.

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