Sinpro e SEEDF debatem PLs da greve

A comissão de negociação do Sinpro-DF voltou a se reunir com a Secretaria de Educação (SEEDF) na tarde de terça-feira (06), para tratar de temas referentes às negociações de greve.

Os itens que necessitam da apresentação de PL (projeto de lei) à Câmara Legislativa estão em desenvolvimento. O compromisso da SEEDF é de que todos estarão finalizados até o final deste mês.

A comissão de negociação tem tratado com especial urgência o PL que define a incorporação da Gaped e da Gase ao vencimento básico, para que ele seja encaminhado à CLDF ainda neste semestre, uma vez que o recesso parlamentar se iniciará em 26 de junho.

Uma minuta já está em análise pelo departamento jurídico do Sinpro. O texto contempla todos e todas na categoria, inclusive quem se aposentou sem paridade. Segundo documento de final de greve assinado pelo Sinpro e pela SEEDF, a incorporação dessas gratificações deve começar a ser paga em outubro deste ano.

 

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Atenção educadores: novo golpe na praça

Mais uma modalidade de golpe está sendo aplicada contra os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais da rede pública de ensino do Distrito Federal. Mais uma vez os criminosos estão utilizando o nome do advogado Lucas Mori de Resende, que presta serviços ao Sinpro, para tentar lesar a categoria.

Os golpistas têm entrado em contato por WhatsApp com educadores(as) se passando pelo assessoria do dr. Lucas, do escritório Resende Mori e Hutchison Advocacia, informando sobre a liberação de pagamento de processo. O comunicado solicita que os(as) educadores(as) entrem em contato imediato, pois o susposto processo está “em fase liberação”.


A exemplo de outras tentativas de golpe praticados por esta rede, os criminosos informam que o valor já foi – ou está sendo – liberado, mas é preciso o pagamento de taxas para a liberação do valor. Cuidado, é golpe!

Em nenhum momento ou sob qualquer hipótese o sindicato pede dinheiro para a liberação de precatórios. Além da atenção redobrada em não enviar dinheiro para os criminosos, é importante ter cuidado e não clicar em links suspeitos, não baixar arquivos sem verificar a procedência e não enviar sua documentação a não ser que tenha certeza que é para o Sinpro. Importante frisar que os(as) advogados(as) somente entram em contato para agendar atendimentos, que ocorrem na sede e subsedes do Sinpro, ou de forma virtual, sem cobrar qualquer valor . Em caso de dúvidas, ligue para o sindicato ou para o escritório Resende Mori e Hutchison Advocacia (3031-4400 – WhatsApp).

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Sinpro disponibiliza cartaz com informações para retirada de atestado médico

O Sinpro está enviando para as escolas da rede pública de ensino do Distrito Federal um cartaz informativo para que os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais possam conferir as regras necessárias para a retirada de atestado médico. No material é possível conferir como educadores(as) efetivos(as) e em contrato temporário devem proceder.

É importante ficar atento às regras, pois elas mudam se você é um(a) professor(a) efetivo(a) ou em regime de contrato temporário.

Clique aqui e confira o cartaz.

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Sinpro reúne-se com gestores de escolas públicas

O Sinpro-DF promoveu um café da manhã e uma reunião com gestores(as) das escolas públicas do Distrito Federal, na última terça-feira (6/6).

No encontro foram debatidas questões relativas à avaliação da greve, às lutas que a categoria precisará travar, às reposições das aulas, aos repasses do PDAF, entre outros assuntos pertinentes.

Na avaliação do Sindicato, a reunião foi produtiva, pois os(as) gestores(as) puderam tirar diversas dúvidas e expor o seu ponto de vista em relação à atual conjuntura que cerca a Educação no DF.

Saiba mais:

Educadores(as) suspendem greve com vitórias importantes

Confira a versão diagramada do calendário de reposição

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Quinta é dia de cinema

No dia do Sinpro no cinema, do Liberty Mall, quem ganha é você! Professores(as) e orientadores(as) educacionais, pagam 10 reais na entrada, com direito a um acompanhante que pagará o mesmo valor. Para aproveitar o benefício, é preciso ser sindicalizado(a) e apresentar a carteirinha válida, em versão física ou digital. Esqueceu a carteirinha? Não tem problema. Você pode apresentar o último contracheque com o desconto da contribuição sindical.

“Esse projeto, em forma de parceria, busca fomentar e incentivar o acesso ao cinema e proporciona à categoria a reaproximação a essa tão importante fonte histórica de cultura e lazer que foi tão dificultada em tempos de pandemia e dos governos atuais que lutam para inviabilizá-la”, afirma o diretor Bernardo Távora, coordenador da Secretaria de Assuntos Culturais do Sinpro.

 

Fique ligado(a)

Todas as quintas-feiras, publicaremos a programação com os filmes que estarão em cartaz no Liberty Mall, para que você possa aproveitar e se programar logo cedo.

 

Dia Nacional da Liberdade de Imprensa e a importância do combate às fake news

Depois de pagar caro e quase se afundar num abismo econômico por causa de um golpe de Estado construído, aplicado em 2016 e continuado nas eleições de 2018, com largo uso de fake news (notícias falsas) e tramas ideológicas veiculadas pela imprensa liberal, o Brasil se desperta, em 2023, para o significado da expressão “liberdade de imprensa”.

Nesta quarta-feira (7), o País celebra o Dia Nacional da Liberdade de Imprensa com reflexões sobre a importância do combate às fake news e do fortalecimento da democracia. Uma breve análise do papel da fake news na recente história do País mostra que liberdade de imprensa não é liberdade de empresa.

O acordar para as notícias falsas

O Brasil demorou de 2016 a 2022 para acordar dos malefícios das fake news e dar um passo firme, nas eleições de outubro do ano passado, para sair do abismo econômico e político a que foi jogado pelo golpe de Estado de 2016. Foram 6 anos debaixo de um virulento e sistemático jogo de fake news e de doutrinação ideológica veiculado, diariamente, pela chamada “grande” mídia.

As notícias falsas quase destruíram a democracia e serviram para encobrir uma sequência de golpes contra a economia do País, que, pode ser resumida na expressão “passar a boiada”, utilizada, sem constrangimento, pelo governo Bolsonaro.  O Sinpro destaca que a recente história do Brasil mostrou que combater as fake news é um exercício diário de reflexão sobre a situação do País que todo brasileiro deve de fazer diante do noticiário das mídias liberais.

Também ressalta a importância do fortalecimento dos canais de transparência dos governos nas três esferas da União, do acesso à informação de qualidade pela sociedade e de todas as garantias para a população ter o direito à informação real, sem notícias falsas (fake news). A mídia que não publica fake news tem compromisso com sua nação. É preciso também estar alerta para as novidades e o uso ideológico, por exemplo, da chamada “Inteligência Artificial”.

Liberdade de imprensa é fundamental para a democracia

Atualmente, recém-saído de um golpe de Estado, o Brasil precisa estar atento(a) para não confundir liberdade de imprensa com a divulgação de ideologias belicosas. Este ano, como em toda edição do Dia Nacional da Liberdade de Imprensa, as entidades defensoras da democratização da comunicação social reforçam a luta contra as fake news e ressaltam que o País foi exemplo mundial de como as notícias falsas são criadas para enfraquecer a democracia e desviar dinheiro público para esquemas privados de apropriação indevida das riquezas nacionais.

“A liberdade de imprensa é fundamental para o fortalecimento da democracia. Mas a liberdade de imprensa não pode ser restrita a veicular a opinião ou interesses particulares ou corporativos do dono da empresa de comunicação. É diferente. A liberdade de imprensa tem de significar uma possibilidade que cada cidadão e cidadã terá de conhecer o que está acontecendo a sua volta, na sua conjuntura, nos seus universos humanos, econômicos, políticos, sociais. Essa é a liberdade de imprensa”, alerta Cleber Soares, diretor do Sinpro.

Ele lembra que, no Brasil, há sempre um debate enviesado que confunde liberdade de imprensa com liberdade de empresa, que confunde liberdade de imprensa com a liberdade e o direito de ter informações reais sobre o fato verdadeiro com a veiculação de interesses particulares e corporativos daqueles que controlam os meios de comunicação.

“No Brasil, depois dessa onda absurda de fake news que corroeu a nossa democracia, essa situação não pode mais voltar a acontecer. Notícias falsas que naturalizaram e estimularam desvios de dinheiro público, apropriações indevidas de riquezas nacionais, preconceitos, mortes e todo tipo de discriminações, gerando violências, deturpando consciências e fragilizando as políticas públicas sociais e emancipatórias, como educação, saúde, segurança, não podem mais acontecer. Por isso, é fundamental que continuemos a exigir uma imprensa livre, democrática, que respeite as pessoas, a diversidade humana, que sirva para fortalecer a democracia”, finaliza o diretor.

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Reunião do Coletivo LGBTQIA+ dia 14 de junho

O Sinpro convida os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais para reunião do Coletivo LGBTQIA+ do Sinpro no dia 14 de junho, às 19h, na sede do sindicato (SIG). Durante a atividade trataremos da reorganização do Coletivo e da construção do dia 28 de junho, Dia Internacional do Orgulho LGBTQIA+.

O Coletivo, ligado à Secretaria de Raça e Sexualidade do sindicato, é uma ferramenta construída pela entidade para contribuir e reafirmar a luta por direitos, contra o preconceito e a exclusão.  Ainda reafirma o compromisso histórico do Sinpro com os direitos humanos de forma geral, e, de forma específica, reforça a luta pelo respeito aos professores(as) e orientadores(as) educacionais em toda a sua diversidade.

Para a coordenadora da Secretaria de Raça e Sexualidade do Sinpro, Márcia Gilda, a luta contra todo tipo de preconceito e de desrespeito deve estar em todos os espaços, inclusive no ambiente escolar. “A defesa do direito à diversidade é uma importante ferramenta para uma sociedade mais justa e humana, garantindo direitos iguais, tratamento justo e mais respeitoso em todos os ambientes, inclusive o escolar”, ressalta.

Participe!

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Inscrições abertas para a Noite de Autógrafos

Professores(as) e orientadores(as) educacionais sindicalizados(as) que têm obras autorais publicadas poderão participar da Noite de Autógrafos do Sinpro. O evento será dia 23 de junho, às 19h, na sede do sindicato (SIG). As inscrições começam nesta terça (6) e vão até dia 16 de junho. Para se inscrever

Podem participar do evento professores(as) efetivos(as), de contrato temporário ou aposentados(as), e também orientadores(as) educacionais efetivos(as) ou aposentados(as). No ato da inscrição, é necessário preencher todos os campos e anexar, obrigatoriamente, release em PDF do livro que será apresentado. O autor ou a autora deve ser sindicalizado(a) e estar em dia com o sindicato. Serão convidados e convidadas para a Noite de Autógrafos os(as) primeiros(as) 25 inscritos(as). Mais informações pelo WhatsApp 99924-3398.

A Noite de Autógrafos é uma atividade cultural-pedagógica que tem o objetivo de valorizar os profissionais do magistério público que também são escritores(as). O encontro é aberto ao público. As obras são de responsabilidade dos(as) autores(as).

 

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MEC prorroga consulta pública do NEM

A pedido de diversas entidades educacionais, o Ministério da Educação prorrogou por mais 30 dias a consulta pública sobre o Novo Ensino Médio (NEM). Prevista para terminar nesta terça-feira (6/6), a consulta se estenderá até julho, com audiências nos estados, realização de pesquisas e um circuito com especialistas em educação.

Segundo o ministério, a discussão do NEM ocorrerá de forma descentralizada, com audiências em todas as regiões do país. Até agora a consulta pública recebeu 7.881 sugestões.

 A decisão pela ampliação do prazo atende a uma solicitação de instituições quem colaboram com o Ministério da Educação (MEC) na realização da consulta: o Conselho Nacional de Educação (CNE), o Fórum Nacional de Educação (FNE), o Fórum Nacional dos Conselhos Estaduais e Distrital de Educação (Foncede) e o Conselho Nacional dos Secretários de Educação (Consed).

Com a prorrogação, haverá outros três webinários com especialistas, nos dias 12, 19 e 26 de junho. A ideia é ampliar algumas ações e criar novas oportunidades de ouvir manifestações dos diferentes segmentos da comunidade escolar. O Consed também pretende promover, em 23 e 24 de junho, em Brasília, um encontro de trabalho envolvendo técnicos da etapa de todas as 27 secretarias estaduais e do Distrito Federal.

Segue em processo a realização de uma consulta on-line com estudantes, professores e gestores. A ideia é utilizar recursos de comunicação rápida para ouvir os três segmentos da comunidade escolar, buscando entender seu conhecimento e expectativas sobre a reestruturação do ensino médio. É possível enviar propostas para o Novo Ensino Médio a partir da plataforma Participa+ Brasil. Clique aqui. 

Alvo de críticas de entidades educacionais como a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), o NEM, na prática, não cumpriu a proposta de trazer um caráter mais dinâmico às escolas e não ofereceu alternativas aos estudantes que buscam uma preparação voltada ao ingresso no mercado de trabalho.

O Novo Ensino Médio segue a cartilha do neoliberalismo, propõe uma formação que foge da base para construção do acesso ao trabalho decente, do ingresso à universidade, de estímulo ao pensamento crítico e de um projeto de país, segundo educadores ouvidos pela CNTE.

 

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Antiviolência | CNTE apresenta ao MEC casos bem-sucedidos de redução de conflitos nas escolas

Como promover a cultura de paz nas escolas e prevenir situações de violência? Bons exemplos existem e a CNTE convidou trabalhadores/as de escolas públicas e especialistas para compartilhá-los com o Ministério da Educação (MEC), em encontro realizado na manhã desta segunda-feira (5). 

A reunião faz parte do Grupo de Trabalho Executivo do MEC para o Enfrentamento e Prevenção às Violências nas Escolas e Universidadesinstituído pela atual gestão do Ministério para ouvir a sociedade e construir uma política nacional sobre o tema.

A oitiva da CNTE foi coordenada pela professora Rosilene Corrêa, Secretária de Finanças da entidade. Além de apresentar a Campanha Pública da Confederação (Saber Amar é Saber Respeitar), ela trouxe exemplos de ações preventivas. A CNTE também abriu espaço para a apresentação de propostas do Observatório da Educação Básica (clique aqui para conhecer) da Universidade de Brasilia. 

Para Edileuza Fernandes, da UnB, doutora em educação e especialista em gestão escolar e formação de professores/as, a solução para o problema passa por políticas de fortalecimento da gestão democrática, como o incentivo à formação de conselhos escolares e grêmios estudantis. 

“A escola é a instituição da sociedade fisicamente mais próxima das comunidades e das famílias, e ela precisa ter opções de lazer, cultura, esporte e acesso às tecnologias. Para isso, tem que haver investimento em estrutura física e realizar campanhas de valorização do ambiente escolar”, defendeu a educadora. 

O coordenador-geral de Políticas Educacionais para a Juventude da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão (Secadi) do MEC, Yann Evanovick, que também participou da reunião, parabenizou a CNTE pela mobilização das pessoas que estiveram no encontro. 

“As experiências educativas apresentadas hoje são impressionantes porque têm profissionais muito comprometidos com esta agenda. O novo MEC tem procurado dialogar mais e tudo o que foi dito aqui vai nos ajudar na elaboração de estratégias”, disse Yann. 

Conheça os exemplos mostrados no encontro:

“SABER AMAR É SABER RESPEITAR”

O primeiro caso foi apresentado por Rosilene Corrêa. Ela mostrou a campanha “Saber Amar é Saber Respeitar”, disseminada em todo o país pela CNTE,  em 2017. 

“O objetivo foi inspirar práticas escolares em prol do respeito e a convivência. Para executar qualquer ação, é importante ouvir quem está no dia a dia da escola, pois cada uma tem uma realidade”, contou Rosilene. 

Saiba mais sobre a campanha: https://campanhasaberamar.com.br/ 

Clique aqui para baixar a apresentação da Rosilene. 

“PROJETO R.A.P”

Realizado desde 2015, o Projeto R.A.P (Ressocialização, Autonomia e Protagonismo) oferece saraus, cine-debates, festival de música e rodas de conversa com artistas dentro da Unidade de Internação de Santa Maria (DF), CED 310, onde jovens cumprem medidas socioeducativas. 

“Hoje, temos quase 100% de não reincidência de atos infracionais entre as meninas. Entre os meninos, o percentual é menor, mas evoluiu. Esse projeto pode ser replicado em outras escolas, de Brasília e do país, como é o caso de Londrina, no Paraná, que replicou a experiência do R.A.P por lá”, disse o responsável pela iniciativa, o professor de História Francisco Celso, agraciado por diversos prêmios pela iniciativa.

O educador foi selecionado, por exemplo, para concorrer ao Prêmio “Global Teacher Prize 2020“, considerado o “Nobel da Educação”. 

Clique aqui para saber mais. 

“PROJETO ACOLHER”

Programa de educação emocional que ensina crianças a lidarem com as dificuldades do dia a dia, o “Acolher” foi implementado na Escola Classe Córrego do Arrozal, na zona rural do Distrito Federal. 

Entre as diversas ações, a iniciativa estimula as crianças a identificar sentimentos, resolver conflitos e fazer escolhas mais saudáveis.  “A escola está próxima de 9 acampamentos rurais e dois assentamentos do MST. Percebemos como é importante estimular as crianças e jovens a falarem sobre o que estão vivendo e sentindo”, apresentou a educadora Anete Aparecida Silva.

Clique aqui para conhecer mais o Projeto Acolher 

Clique aqui para ver o perfil da escola nas redes sociais. 

“ERRADICANDO A VIOLÊNCIA COM MUNIÇÃO DIFERENTE”

Desenvolvido no Centro de Ensino Fundamental 11, do Gama (DF), o projeto atende uma comunidade escolar localizada em uma região muito violenta. Aulas de esporte, música e circuitos de ciência e cultura estão dentro do escopo do projeto e foram os instrumentos para, ao longo de 20 anos da iniciativa, os responsáveis pela diminuição drástica desses índices de violência. 

Thiago Silva, responsável pela apresentação da iniciativa, lembra que a escola era foco de muitos conflitos, mas reverteu a situação. “Conseguimos trazer as famílias e contribuímos com o desenvolvimento social e individual do aluno”, comemora. 

Clique aqui para conhecer o projeto. 

“PROJETO CORRENTE DO BEM”

Após triplicar o número de alunos, a Escola Municipal Valdir Arantes, de Caldas Novas (GO), viu aumentar também os casos de violência com a presença de gangues rivais que existiam na cercania da unidade educacional. 

Foi então que a educadora Juliana de Faria promoveu uma reunião entre trabalhadores/as de todos os setores da escola – do porteiro à merendeira, mobilizando também todos/as os/as educadores/as. Nesse grupo, surgiu o projeto “Corrente do Bem”, que trabalhou ações para o estímulo ao desenvolvimento sócio emocional dos/as estudantes. 

“Fizemos parceria com psicólogos/as, rodas de conversa com alunos/as e ciclos de palestras com pessoas da comunidade que eram referência para os/as estudantes. Com o tempo, percebemos que os indicadores relacionados a movimentos pacíficos melhoraram em 90%”, relata a professora. 

Clique aqui para mais o projeto Corrente do Bem

YANN

FOTO: LARA ELI PADILHA (SECADI/MEC)

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