Veja tabelas salariais com incorporação da Gaped/Gase e reajuste salarial
Jornalista: Vanessa Galassi
Professores(as) e orientadores(as) educacionais podem verificar como ficarão suas remunerações com a incorporação da Gaped/Gase mais o reajuste salarial apresentado pelo Governo do Distrito Federal. As tabelas estão disponíveis no link https://sinpro25.sinprodf.org.br/tabelas/
O reajuste salarial do GDF é de 18%, dividido em três parcelas anuais de 6%, aplicadas sempre em julho. Já a Gaped/Gase, que representam 30% do vencimento básico doas(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais, serão incorporadas em seis parcelas de 5% cada, pagas a partir de outubro deste ano e, posteriormente, em janeiro e julho de cada ano.
Foram publicadas sete tabelas das titulações PQ3 (graduação), PQ4 (especialização), PQ5 (mestrado) e PQ6 (doutorado), para 40 horas e 20 horas semanais. As tabelas são apresentadas da seguinte forma:
As tabelas PQ1 (sem conclusão de graduação) e PQ2 (licenciatura curta) serão disponibilizadas posteriormente, após finalização da negociação do aporte para aproximação do Piso Nacional do Magistério.
Conquista histórica
A incorporação da Gaped/Gase é resultado da luta e da mobilização da categoria do magistério público do DF. Após 22 dias de greve unificada, o GDF, que se recusava a negociar, abriu diálogo com a Comissão de Negociação do Sinpro-DF e negociou a incorporação integral da Gaped/Gase, em seis parcelas de 5% cada.
A incorporação da Gaped/Gase ao vencimento resguarda qualquer ameaça de retirada desse valor da remuneração da categoria. Isso porque o Fundo Constitucional do DF foi mantido no arcabouço fiscal pelo relator da proposta na Câmara dos Deputados, Claudio Cajado (PP-BA). Com as novas regras fiscais, em dez anos, serão R$ 87 bi a menos para o Fundo. Com o impacto no FCDF, as gratificações ficam ameaçadas, podendo ser retiradas das diversas categorias. Com a incorporação da Gaped/Gase, elas passam a ser vencimento e, portanto, o valor não pode ser subtraído da remuneração da categoria do magistério público.
Nota de apoio à greve dos servidores técnico-administrativos da UnB
Jornalista: sindicato
O Sinpro-DF presta todo apoio e solidariedade à greve dos servidores e servidoras técnico-administrativos(as) da Universidade de Brasília (UnB), que iniciaram o movimento nesta sexta-feira, 2 de junho. A categoria foi surpreendida com decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes que, por meio de mandado de segurança, cassou o pagamento de 26% do salário dos trabalhadores e das trabalhadoras.
O percentual, que representa cerca de ¼ do salário dos técnico-administrativos, é referente à URP/89 (Unidade de Referência de Preço), devidos pela diferença de inflação não repassada aos servidores à época.
A URP/89 é paga em folha aos servidores técnico-administrativos da UnB, da ativa e aposentados, há mais de 30 anos. Em 2010, a ministra do STF Carmen Lúcia concedeu liminar para garantir o pagamento da URP à categoria até o julgamento definitivo do caso pela Corte. A ministra ainda determinou a devolução de parcelas eventualmente retidas desde o ajuizamento da ação impetrada pelo Sintfub, sindicato que organiza a categoria.
O ataque aos trabalhadores técnico-administrativos da UnB é inadmissível, inclusive por prejudicar também a educação superior prestada pela UnB. Isso porque esses trabalhadores e essas trabalhadoras são essenciais para que a garantia da qualidade do processo de aprendizado.
Por isso, o Sinpro-DF se soma à pauta do Sintfub contra a decisão do ministro Gilmar Mendes e pela manutenção do pagamento da URP/89 a todos os trabalhadores e trabalhadoras técnico-administrativos(as) da UnB.
SINPRO agradece parlamentares pelo apoio à greve da Educação
Jornalista: sindicato
Diversos parlamentares compreenderam as demandas do Magistério Público do DF e necessidade de o governador Ibaneis efetivamente negociar com a categoria em greve. O apoio desses parlamentares foi decisivo para o avanço da pauta de reivindicações e, consequentemente, para a suspensão do movimento paredista.
Por isso mesmo, o SINPRO-DF promoveu um café da na manhã, nesta sexta-feira (2/6), para reunir e agradecer o esforço e a pressão desses parlamentares sobre o GDF.
Recepcionados por diretores do Sindicato, estiveram presentes os deputados federais Érika Kokay (PT-DF) e Reginaldo Veras (PV-DF), assim como os distritais Chico Vigilante (PT), Gabriel Magno (PT) e Max Maciel (Psol). Assessorias presentes representaram os mandatos dos distritais Wellington Luiz (MDB, presidente da CLDF), Ricardo Vale (PT), Paula Belmonte (Cidadania), Dayse Amarilio (PSB), Jorge Viana (PSD) e Fábio Félix (Psol).
“A imortalidade dos educadores e educadoras vem pelo exemplo. Daqui a muito tempo estaremos falando desta greve de 2023. Tenho muito orgulho de cada um de vocês, orgulho deste Sindicato, orgulho das construções que foram feitas com o comando de greve, orgulho das conquistas que vocês arrancaram, e da possibilidae e capacidade de uma categoria que não sai ferida e não sai fazendo com que a greve não acabe dentro da escola, mas em uma assembleia soberana. Podem olhar nos espelhos das suas casas e dizer ‘eu sou professor, eu sou professora, eu sou orientador, eu sou orientadora, e nós construímos a política pública mais generosa e mais potencialmente transformadora na sala de aula”, destacou a deputada federal Érika Kokay (PT-DF).
Para o deputado federal Reginaldo Veras (PV-DF) “foi muito bonito o que aconteceu nesse movimento grevista porque tinham muitos educadores jovens nas assembleias, o que fortaleceu significativamente o movimento, somado ao foto de termos agregado os professores substitutos. É muito importante continuar este trabalho de mobilização, principlamente trazendo novos adeptos para o Sindicato”.
O deputado distrital Chico Vigilante (PT) enfatizou a tentativa do GDF em utilizar o Judiciário para interromper a greve. “Houve a ameaça do corte de ponto, como também a multa diária ao Sinpro. Mas esta diretoria é de luta. Não se curvou em nenhum momento e buscou todos os apoios possíveis”, disse.
“Não foi toda a vitória necessária, mas foi um passo fundamental mais uma vez. Uma verdadeira aula de cidadania”, afirmou o deputado Max Maciel (Psol).
Já o deputado distrital e professor Gabriel Magno (PT) enfatizou a absoluta confiança na atual direção do Sinpro para conduzir a luta e de conduzir uma categoria tão grande como a nossa. Pela ação, organização e mobilização de vocês, o Legislativo local ficou três semanas sem votar nada. Com tanta mobilização, Ibaneis fez o impensável, teve que negociar com uma categoria em greve – coisa que afirmou, inclusive na televisão, que jamais faria. A proposta apresentada não é a ideal, nunca é, mas avançamos muito nos direitos e no fortalecimento da carreira e na valorização dos educadores”.
Dirigentes Sindicais e professoras recebem moção de louvor da CLDF
Jornalista: Vanessa Galassi
A 4ª edição da Semana Legislativa pela Mulher da Câmara Legislativa encerrou as atividades nesta quinta-feira (1/6) com a entrega de moções honrosas a mulheres do DF com destaque na sociedade e na política. Entre as mais de 40 homenageadas, estão a diretora do Sinpro-DF Luciana Custódio, a diretora da CNTE (Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação) Rosilene Corrêa e a professora da rede pública de ensino do DF Patrícia Ramiro.
As proposições de moção honrosa às professoras foram feitas pelos deputados Gabriel Magno (PT), Fábio Félix (Psol) e João Cardoso (Avante).
“A entrega dessa moção é uma das demonstrações da importância da educação para a construção de um DF e um mundo com equidade de gênero. Essa é uma pauta histórica do Sinpro e da CNTE. Isso porque a democracia só será realmente efetiva quando mulheres e homens tiverem os mesmos direitos e as mesmas oportunidade”, afirma Luciana Custódio.
Rosilene Corrêa, diretora da CNTE, lembra que “a educação é uma das ferramentas mais efetivas para consolidar a equidade de gênero em todas as esferas da sociedade”. “É no chão das escolas que colaboramos para a formação de seres sociais. A educação é transformadora. E a transformação que a gente quer exige o fim do machismo, do racismo e da misoginia. Isso significa, também, ter mulheres nos espaços de poder, sobretudo, na política”, afirma.
Na Semana Legislativa Pela Mulher, realizada de 30 de maio a 1º de junho, foram realizadas uma série de debates e oficinas sobre mulheres, sociedade e política, além do tema da promoção da equidade entre homens e mulheres em todos os seus aspectos.
Confira abaixo a nominata das homenageadas:
ÉRIKA JUKA KOKAY
MARIA DE JESUS DE OLIVEIRA
MAURA ALVES DE MIRANDO FEITOSA
EDILAMAR DE SOUZA
FERNANDA MATEUS COSTA MELO
IZABEL CRISTINA CAVALCANTE GONÇALVES
INÊS ARAUJO DOS SANTOS
ÍSIS MARIA QUESADO SOARES MAGALHÃES
NEILA MEDEIROS
CLEO BOHN DE LIMA
LUCIANA VITOR DIAS BOTÃO
SAMARA FURTADO CARNEIRO
ANDREA GALLASSI
JAMILA ZGIET RODRIGUES SANTOS
PATRÍCIA RAMIRO
ARLETE AVELAR SAMPAIO
MARIA LAURA SALES PINHEIRO
ROSILENE CORREA
ELAINE CRISTINA FARIAS DE SOUSA
KELLI CARDOSO FERNANDES
VANESSA DE ARAUJO SANTOS
LEILA GUIMARÃES DE ABREU
MARIA STUANI DE ALMEIDA MATSUI
ROSÂNGELA BATISTA DE OLIVEIRA
ROSÂNGELA GRAVIA
CRISTIANE KARLA CONCEIÇÃO
GILVANDA PEREIRA ELVAS
MARIA FEITOSA DE OLIVEIRA
LUCIANA CUSTÓDIO
MARIA DEL PILAR DE LA PLAZA ILARI
MONICA DE MESQUITA MIRANDA
ALINE CHAVE MARINHO E SILVA
MONICA CRISTINO PEREIRA XAVIER
VIRGÍNIA ANGÉLICA SANTOS CASTRO
ELIANE NUVEM
FERNANDA MATEUS COSTA MELO
MONIZE MARQUES
ANA FLÁVIA MAGALHÃES PINTO
MARIA JOSÉ DA CONCEIÇÃO
MARIA MADALENATORRES
DORCA DE SOUSA COSTA CAMPOS
GLAÍSA DA CUNHA MELO DE CASTRO
NOÊMIA DE ALMEIDA FONSECA DIAS
MARIA DE JESUS AGUIAR ALVES
SANDRA MARIA RODRIGUES
SANDRA SOARES COSTA
Sinpro lança campanha contra o PL 490, do marco temporal. Pressione agora!
Jornalista: Maria Carla
O Sinpro lança, nesta sexta-feira (2), uma campanha para pressionar todos(as) os(as) 81 senadores(as) a votarem contra o Projeto de Lei nº 490/2007 (PL 490/07), que extingue os direitos de povos originários e legaliza a grilagem em Terras Indígenas (TIs). Participe!Pressione agora! Com alguns cliques, você pode pressionar TODOS os(as) senadores(as) a dizerem não ao PL do Genocídio: https://marcotemporalnao.org.br/
O sindicato adota a hashtag #PL490Não e se engaja na campanha nacional contra esse novo extermínio de povos indígenas. Ele foi aprovado, nesta semana, na Câmara dos Deputados e seguiu para o Senado Federal. Se for modificado no Senado, volta à Câmara, sua Casa Legislativa de origem, para revisão. Caso não tenha alteração no Senado, o PL segue para a sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Se Lula vetá-lo, ele volta ao Congresso Nacional e os parlamentares podem derrubar o veto do Presidente, transformando-o em lei.
A campanha do Sinpro contra o PL do marco temporal visa a disponibilizar às comunidades escolares e à população do Distrito Federal a possibilidade de pressionarem os(as) senadores(as) a rejeitar totalmente a legalização do extermínio de indígenas e comece a ser defenestrado da pauta do dia a dia e do Congresso Nacional já no Senado.
O que é o PL 490/2007
O PL 490 cria o chamado marco temporal da ocupação de terras por povos indígenas, alterando o artigo 231 da Constituição, dos direitos indígenas, e a Lei nº 6.001, de 19 de dezembro de 1973, que descola atribuição de demarcação de terras indígenas para o Poder Legislativo. Foi apresentado, em 2007, pelo ex-deputado federal da bancada ruralista e representante da Federação da Agricultura do Mato Grosso (Famato), Homero Pereira (PSD-MT), para atender aos seus próprios interesses e aos do latifúndio rural.
O documento traz uma profusão de problemas sociais ao País já superados pela Constituição Federal. A aprovação dele, na semana passada, pela bancada ruralista e de extrema direita, retoma uma discussão pública já superada sobre a viabilidade, ou não, de modificação do artigo 231 da Constituição.
Inconstitucionalidade e genocídio
Vale destacar ainda que, apesar de o Congresso Nacional seguir debruçado sobre o tema, o Supremo Tribunal Federal (STF) retomará a análise da constitucionalidade do marco temporal na próxima semana. Não é a primeira vez que que esse tema é discutido no STF. A inconstitucional já foi apontada pelo Supremo. Em abril de 2021, o ministro Roberto Barroso, em entrevista concedida ao Jornal O Globo, afirmou que “o direito dos povos originários à terra é cláusula pétrea”. Mesmo assim, Arthur Lira (PL-AL) o colocou em votação.
O PL 490 legaliza o genocídio e, ao impulsionar a tese do marco temporal, abre precedente para o contato forçado com povos indígenas isolados, porque acaba com a proteção desses povos em relação a contatos externos, e possibilita a anulação de TIs. A tese política do marco temporal dificulta a demarcação de novas TIs porque, segundo o entendimento dos ruralistas, só podem ser demarcadas as terras de comunidades que ocupavam a terra reivindicada na data de promulgação da Constituição, em 5 de outubro de 1988.
“Nessa visão, é como se o Brasil tivesse começado naquele dia e não tivesse havido conflitos agrários com comunidades expulsas à bala e a tiros de suas próprias terras pela grilagem dos latifundiários”, explica o jornalista Leonardo Sakamoto em seu blog. Esse PL visa também, dentre outros problemas, a abrir os territórios tradicionais para a exploração de recursos hídricos, energéticos, minerais e de instalação de infraestrutura pela iniciativa privada.
Não é à toa que ele é chamado de PL do genocídio: afeta os povos indígenas e a economia brasileira. O PL 490/07 coloca o Brasil na contramão da nova dinâmica ambiental do planeta, contra a sustentabilidade e impede o País de ser uma nação desenvolvida. Com apenas alguns cliques, você pode pressionar TODOS os(as) 81 senadores(as) por #PL490Não. É só ir em https://marcotemporalnao.org.br/
APOSENTADOS E PENSIONISTAS: ANIVERSARIANTES DO MÊS DE JUNHO JÁ PODEM FAZER A PROVA DE VIDA
Jornalista: Danielle Freire
Aposentados(as) e pensionistas que fazem aniversário durante o mês de junho já podem realizar a prova de vida. O procedimento é a comprovação anual obrigatória e necessária para o pagamento regular de aposentadorias e pensões. A prova de vida pode ser realizada de forma presencial, ou seja, com o comparecimento do(a) beneficiário(a) a qualquer Agência do BRB, ou on-line, por meio do aplicativo já disponível nas lojas da iOS e Android.
Aplicativo Prova de Vida GDF
Criado durante a pandemia, o aplicativo Prova de Vida GDF oferece agilidade no atendimento e comodidade nessa tarefa anual. Para realizar a prova de vida por meio digital, os(as) aposentados(as) e pensionistas precisam baixar o aplicativo Prova de Vida GDF, inserir o CPF e confirmar alguns dados. Após essa etapa, serão solicitadas a captura do documento do(a) beneficiário(a) e uma foto selfie, com boa qualidade, tirada em ambiente bem iluminado. Para finalizar, o(a) usuário(a) deve informar endereço, número do telefone celular e e-mail. Após preencher e enviar todas as informações, os(as) aposentados(as) receberão um e-mail com a confirmação do resultado da criação dessa conta (login) no aplicativo da prova de vida.
Outras formas de fazer a prova de vida
Aposentados(as) e pensionistas impedidos(as) de comparecer presencialmente em qualquer agência do BRB ou que não tenham acesso ao aplicativo, podem solicitar a visita domiciliar para fazer a prova de vida. O(a) mesmo(a) deverá anexar atestado médico comprovando a impossibilidade. Para beneficiário(a) com mais de 90 anos, também pode ser feita a solicitação pelo e-mail agendamento@iprev.df.gov.br. Brasileiros(as) que residem exterior, a prova de vida deve ser encaminhada por meio de consulado ou da representação diplomática do Brasil no país em que reside. Basta encaminhar ao Iprev correspondência com declaração de comparecimento emitida pela representação do País com cópia dos documentos autenticados. Se o país onde reside não tiver representação, a pessoa deve acessar o Formulário Específico de Atestado de Vida disponível no site do Iprev: https://www.iprev.df.gov.br/prova-de-vida/
“Covid na Carreira Magistério: transformando o luto em luta” é tema do TV Sinpro desta quarta-feira (7/6)
Jornalista: sindicato
Edição do TV Sinpro será realizada, nesta quarta-feira (7/6), às 19h, com o tema “Homenagem às vítimas de Covid na Carreira Magistério do DF – transformando o luto em luta”.
Esta edição conta com a participação de Luciana Custódio, coordenadora da Secretaria de Finanças do Sinpro; João Braga e Rodrigo Teixeira, diretores da Secretaria de Assuntos de Saúde do Trabalhador do Sinpro, e Isabel Gomes, Coordenadora Executiva da Associação Vida e Justiça pelas Vítimas da COVID- seccional DF, além de Luciane Kozicz, psicóloga do Sinpro.
O TV Sinpro é transmitido nas redes do Sindicato e na TV Comunitária. Não perca!
Criminosos usam nome de advogado do Sinpro para aplicar golpe
Jornalista: Luis Ricardo
Mais uma modalidade de golpe está sendo aplicada contra os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais da rede pública de ensino do Distrito Federal. Desta vez os criminosos estão utilizando o nome do advogado Lucas Mori de Resende, que presta serviços ao Sinpro, para tentar lesar a categoria.
Os golpistas têm entrado em contato com educadores(as) se passando pelo Dr. Lucas, do escritório Resende Mori e Hutchison Advocacia, informando sobre a liberação de pagamento do processo. O comunicado informa que a Câmara de Conciliação de Precatórios liberou o resultado do julgamento das propostas de acordo do último lote, nos termos do edital, e ainda ressalta que as propostas indeferidas poderão ser objeto de recurso administrativo pelo prazo de cinco dias úteis em petição física direcionada à Câmara, com protocolo no posto de atendimento da Procuradoria Geral do Município.
A exemplo de outras tentativas de golpe praticados por esta rede, os criminosos informam que o valor já foi liberado, mas é preciso o pagamento de taxas para a liberação do valor. Cuidado, é golpe!
Em nenhum momento ou sob qualquer hipótese o sindicato pede dinheiro para a liberação de precatórios. Além da atenção redobrada em não enviar dinheiro para os criminosos, é importante ter cuidado e não clicar em links suspeitos, não baixar arquivos sem verificar a procedência e não enviar sua documentação a não ser que tenha certeza que é para o Sinpro. Importante frisar que os(as) advogados(as) somente entram em contato para agendar atendimentos, que ocorrem na sede e subsedes do Sinpro, ou de forma virtual, sem cobrar qualquer valor . Em caso de dúvidas, ligue para o sindicato ou para o escritório Resende Mori e Hutchison Advocacia (3031-4400 – WhatsApp).
Confira abaixo algumas modalidades de golpe:
No exemplo a seguir, eles se apresentam como um advogado de um antigo escritório que não presta mais serviços ao Sinpro. Essas e outras abordagens fazem parte de uma série de mensagens enviadas a professores(as) e orientadores(as) educacionais negociando o recebimento de precatórios. Cuidado! O Sinpro e os escritórios de advocacia parceiros não pedem depósitos ou transferências para receber benefícios. Fique atento(a) às mensagens. Em caso de dúvidas, entre em contato pelos números: 3343-4200 / 3343-4201.
Fique atento(a) aos tipos de golpes aplicados pelo WhatsApp
Em um novo formato de golpe para lesar a nossa categoria, criminosos têm procurado professores e professoras que têm precatórios a receber, apresentando-se como uma suposta funcionária do escritório Resende Mori Fontes chamada “Joana Vasconcelos”.
Em outros casos, uma mulher se apresenta como dra Luiza Franco de Castro, falsa advogada, e faz contato pelo WhatsApp (61) 9945-7295 e pelo (61) 9643-1866. O Sinpro e o escritório Resende Mori Fontes alertam que essas funcionárias não existem, e destacam, mais uma vez, que os(as) advogados(as) do Sinpro jamais pedirão dinheiro para liberação de precatórios, para se obter vantagens processuais e muito menos ameaçarão parar o processo caso não seja depositada alguma quantia em dinheiro. Isso é golpe!
Confira abaixo as mensagens que têm sido enviadas a professores(as) nessa nova abordagem:
Atenção: os golpistas estão informando um número de telefone fixo muito parecido com o contato verdadeiro do escritório Resende Mori Fontes. O telefone correto do escritório de advocacia é o (61) 3031-4400. Confira abaixo a mensagem com o número errado informado pelos criminosos.
Fique atento(a)! O Sinpro funciona nos endereços descritos no link a seguir e o telefone correto do escritório Resende Mori Fontes é o (61) 3031-4400.
Os golpistas também mandam falsas ordens de pagamento e documentos de arrecadação tributária, em PDF, fraudando a marca do TJDFT e do escritório Resende Mori Fontes. Confira os modelos abaixo e não caia em golpes:
Por e-mail
Diversas abordagens
Escutem os áudios a seguir e observem o modus operandi dos golpistas em outras situações:
Golpes pela Internet
O Sinpro pede a todos e todas para não se deixarem cair em golpes. Fiquem atentos(as) às “modalidades” de golpe de extorsão de dinheiro. A cada nova abordagem, os(as/es) bandidos(as/es) se aperfeiçoam e procuram facilitar e aligeirar o furto de dinheiro de quem tem processos a receber. É preciso ter cuidado e boa observação para não cair no golpe. Não é porque seu nome completo e CPF constam na mensagem, que ela é verdadeira (esses dados podem ser facilmente coletados na Internet). O Sinpro-DF recebe, diariamente, várias denúncias de professores(as/es) e orientadores(as/es) educacionais acusando o recebimento de mensagens que usam o nome do Dr. Lucas e do seu escritório. Nessa modalidade de golpe, uma pessoa diz, na mensagem, que foi autorizada a ordem de pagamento do processo e, em seguida, solicita que o(a) professor(a) ou orientador(a) educacional entre em contato com uma advogada pelos telefones 2626-5741 e 99859-9031. Tudo isso não passa de manobra criminosa para lesar pessoas com processos judiciais e financeiros movidos pelo sindicato. Preste atenção às mensagens! Não caia no golpe! Denuncie! O Sinpro e os escritórios de advocacia ligados a ele NÃO solicitam que sejam feitos depósitos para liberação de valores.
Para facilitar a compreensão de todos(as) sobre as estratégias utilizadas pelos(as) golpistas, seguem todas as versões usadas e denunciadas ao Sinpro:
Golpe 1
Criminosos entram em contato com professores(as) e orientadores(as) educacionais aposentados(as) informando sobre atualizações no processo de piso salarial e correções monetárias. Os golpistas, que se passam por funcionários do Escritório Resende Mori e Fontes, dizem que a suposta atualização, que na verdade é mais um golpe, diz respeito à cobrança de juros, correção monetária e pelo atraso do pagamento da folha salarial de 2015. Sob o argumento de liberar os valores das ações coletivas e repasse dos pagamentos em atraso, os criminosos pedem para que o(a) professor(a) ou orientador(a) educacional entre em contato com o suposto escritório. Ao ligar, o(a) aposentado(a) é informado que para receber o suposto valor deve depositar um valor na conta para o pagamento de custas advocatícias. O Sinpro volta a afirmar que nem o sindicato, nem os escritórios de advocacia ligados a ele, solicita que sejam feitos depósitos para liberação de valores. A Secretaria de Assuntos Jurídicos ainda ressalta que sindicato não tem processos referentes a piso salarial. Portanto, fique atento e não caia neste golpe.
Golpe 2
Uma mensagem enviada por WhatsApp, com foto de perfil com a marca do Sinpro, por um número que não é do sindicato, (61) 99872-4892, informa sobre o assunto: LIBERAÇÃO DO PRECATÓRIO EM FASE DE PAGAMENTO EM REGIME ESPECIAL, com os nomes dos advogados Drª Maria Rosali Barros ou Dr. Lucas Mori, indicando os números (61) 4042-0924 | WhatsApp: (61) 99840-3650 como contatos. Ao final, os golpistas colocam a observação falsa de que o sindicato não está atendendo presencialmente, em virtude os período pandêmico. Fique atento(a)! Isso é golpe! O Sinpro-DF está atendendo, normalmente, de forma presencial, das 8h às 17h, nas sedes e subsedes.
Golpe 3
Criminosos ligam para a casa de educadores(as) informando que foi liberado o alvará de precatório para pagamento. Em seguida, dizem que a vítima tem mais de R$ 100 mil para receber, pedem para ligar no número 99639-2111 e solicitam depósito de um valor na conta: NEXT 237 – AG: 3728 – CONTA 609240-3 (Anderson Fabio de Oliveira – CPF: 031.729.793-77). É importante ficar atento, pois a conversa é feita em aplicativo com perfil que leva a foto do logo do Sinpro-DF.
Golpe 4
Para o furto via telefone, usam vários nomes. O nome “Cláudia Maria Rodrigues”, que utiliza o telefone fixo 3181-0041 e o celular/WhatsApp, 96519820, é um dos denunciados pela categoria. O Sinpro-DF informa que o nome “Cláudia Maria Rodrigues”, utilizado pela quadrilha, pertence a uma advogada que também está sendo duramente prejudicada pelo bando. Ela avisou ao Sinpro-DF que já denunciou o caso à polícia e tem Boletim de Ocorrência para comprovar o uso indevido do nome dela. O outro nome usado é “Leonardo Mota” (Núcleo Bancário), com o telefone 3181-0285. Um terceiro nome identificado é “Dr. Marcelo Ricardo”, com o número de telefone 99849-7364.
Golpe 5
Para extorquir dinheiro das vítimas, a pessoa que realiza a chamada se passa por diretor, ex-diretor ou funcionário da Secretaria de Assuntos Jurídicos, Trabalhistas e Socioeconômicos do Sinpro-DF. Segundo denúncias realizadas ao Sindicato, em alguns casos, o golpista se apresenta como Dr. Daniel ou Dr. Dimas, e chega a utilizar em sua foto de perfil de WhatsApp a logomarca do Sinpro-DF. Em seguida, o farsante solicita depósito em conta bancária vinculada a uma suposta pessoa com nome de Priscila.
Golpe 6
Outra modalidade é o golpe com transferência por PIX. Assim como os outros métodos, o golpista solicita um valor para liberar uma quantia à vítima. No caso de transferência por PIX, não há um sistema de retorno ou cancelamento do envio.
Golpe 7
Nesta modalidade, o golpista envia à vítima, via WhatsApp ou e-mail, documento simulando papel timbrado do Tribunal de Justiça do DF e Territórios (TJDFT). O documento ainda leva o nome de dirigentes do Sinpro-DF. No último relatado ao Sinpro-DF, constava o nome da dirigente Silvia Canabrava. O envio é feito posteriormente a uma ligação, em que o criminoso confirma vários dados da vítima, como nome completo, CPF e nome do pai e da mãe.
Golpe 8
O golpe mais recente consiste no envio de carta nominal, com logomarca de escritório de advocacia fantasma. O documento falso é enviado pelos Correios e traz uma série de argumentos jurídicos bem fundamentados, além de endereço de e-mail, telefones e assinatura com registro da OAB.
Golpe 9
O primeiro golpe de 2022 chega por WhatsApp e vem supostamente do “Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios, DF”. É nominal, informa que o pagamento do precatório referente ao processo da pessoa está liberado para a data de hoje, “primeira ou segunda parcela”. O titular deverá entrar em contato com uma “Dra. CHRYSTIANE MAIA GUERCO FARIA LUCAS MORI (OAB: 38015/DF)” para solicitação do recolhimento dos alvarás de liberação do precatório, nos telefones (061) 99687-2994 ou (061) 99667-9219 (outros números também são usados nesse golpe), e se a pessoa não entrar em contato até às 15h, deverá esperar “uma segunda chamada com carência de tempo de 5 a 10 anos”. Mas é golpe.
Golpe 10
Na nova modalidade criminosa, os bandidos ligam pelo telefone 3322-1515 – contato oficial do Banco de Brasília (BRB), mas clonado – informando que o banco fez um PIX por engano para a conta do(a) professor(a) ou orientador(a) educacional, solicitando a devolução do valor. Além deste procedimento, os estelionatários também ligam dizendo ser de uma empresa jurídica ligada ao BRB, fazendo a cobrança de tarifas não pagas. Na maioria das vezes, os falsários enviam um link ou pedem dados para “corrigir o problema” e até mesmo solicitando dinheiro. Não abra o link, não forneça dados ou transfira qualquer quantia em dinheiro. Trata-se de um golpe!
Golpe 11
Em mais uma versão utilizada pelos estelionatários, um professor foi contatado e informado que havia sido autorizado o pagamento de R$ 108 mil referente ao precatório do Ticket Alimentação, ação movida por um suposto escritório jurídico do Sinpro. Porém, para receber o dinheiro, o educador deveria pagar as taxas, valor totalmente indevido, uma vez que o sindicato nunca solicita nenhum tipo de transação bancária para que professores(as) e orientadores(as) educacionais recebam vantagens financeiras. Para identificar se a ligação é um golpe, basta ficar atento ao pedido de qualquer tipo de taxa/valor/dinheiro para recebimento de precatório. Caso a pessoa peça dinheiro, tenha a certeza que se trata de um golpe!
Golpe 12
No dia 11 de novembro, o Sinpro recebeu denúncias de que várias pessoas da categoria estão recebendo mensagem de WhatsApp sobre um falso pagamento de precatório. A pessoa da mensagem diz que é do escritório de advocacia e tenta aplicar o crime de extorsão. Uma das vítimas percebeu a tentativa de golpe e avisou o Sinpro que recebeu a mensagem pelo WhatsApp do próprio celular e também pelo da filha dela. “Desconfiei, pois o número era diferente do que eu tinha na Procuração do escritório dos advogados Resende – Mori Fontes –. Liguei para o escritório e a moça que me atendeu me disse ser golpe. O telefone era totalmente diferente dos telefones do escritório. Fiz o print da mensagem e enviei para o e-mail que ela me indicou”. A mensagem inicia com o nome do escritório e o da vítima e segue um texto dizendo que “a Câmara de conciliação de PRECATÓRIOS, informa o resultado do julgamento das propostas de acordo do ultimo loto, nos termos do edital (21/06/2021)”. É escrito assim mesmo, repleto de erros gritantes de português e, após isso, prossegue com um texto repleto de informações erradas.
Golpe 13
Supostos parentes fazendo pedidos de envio de PIX de um telefone “provisório” parece não ter mais tanto efeito no mundo dos golpes bancários. Agora, a pergunta feita pelos golpistas é: reconhece esse PIX feito da sua conta bancária? A estratégia é a seguinte: é feita uma chamada telefônica supostamente do BRB, de um número que realmente coincide com o do banco (3322-1515). Na ligação, a funcionária fake pergunta se a vítima reconhece uma transferência via PIX realizada de sua conta bancária. Ao negar a transação, a vítima recebe um número de protocolo e é encaminhada para um pseudo “setor responsável pela segurança bancária”. O golpista que se passa pelo responsável do “setor” solicita que a vítima abra o aplicativo do BRB, mantenha-o aberto, vá até a loja de aplicativos e baixe a atualização do app do banco. Ao fazer a atualização, o golpista consegue todos os dados pessoais e bancários da vítima. Outra estratégia é pedir para que a vítima desligue e ligue de volta para o BRB, no número 3322-1515. Quando a pessoa realiza a chamada, o golpista intercepta a ligação e captura dados solicitados, como senha bancária numérica e dados como data de nascimento e CPF. É importante lembrar que os bancos não entram em contato por telefone com correntistas. Dados pessoais e bancários, de forma alguma, devem ser passados via telefone ou qualquer outra forma de comunicação não presencial. O Sinpro ainda reforça que não solicita qualquer depósito bancário para liberação de processos jurídicos.
Confira nas matérias, a seguir, as modalidades e o modus operandi:
A Câmara dos Deputados não pode ser contra a vontade do povo brasileiro
Jornalista: Alessandra Terribili
A ação do chamado “centrão” na votação da MP dos Ministérios (medida provisória) na Câmara dos Deputados causa profunda preocupação a todos aqueles e aquelas que prezam pelos valores democráticos e pela igualdade prevista na própria Constituição Federal, em seu artigo 5º.
A vitória dada pelo povo a Lula foi para reverter os retrocessos do período anterior. Infelizmente, parte expressiva da Câmara dos Deputados não acompanha esse sentimento de mudança, e a ala mais fisiológica desse setor, fortalecida no governo Bolsonaro, se movimenta para arrancar do governo vantagens anti-republicanas em qualquer situação.
A chantagem feita por esses setores, do qual Arthur Lira é a principal expressão, combinada com o ultraconservadorismo da extrema direita, resultou em derrotas não do governo, mas do povo brasileiro: o esvaziamento dos Ministérios do Meio-Ambiente e dos Povos Indígenas, para onde toda a comunidade internacional olha com preocupação, é lastimável e precisa ser revertido o mais urgente possível.
Felizmente, a gana de destruição do centrão e da direita não prevaleceu em tudo. Algumas propostas apresentadas pelo PL (Partido Liberal) não prosperaram, como pela extinção de estruturas de políticas para a população LGBTQIA+, idosos, população de rua, crianças e adolescentes e pessoas com deficiência dentro do Ministério dos Direitos Humanos; pela extinção do Ministério do Desenvolvimento Agrário, responsável pelas políticas de reforma agrária e promoção da agricultura familiar; e pela interferência nas atribuições do Ministério das Mulheres.
Da mesma forma, a emenda do relator para mudança no Fundo Constitucional, que prejudicará, e muito, o Distrito Federal, é defendida por parlamentares que vão na contramão da visão de orçamento e investimento público vitoriosa nas urnas em 2022.
A diretoria colegiada do Sinpro-DF repudia as iniciativas parlamentares que visam a deixar ainda mais desassistidos segmentos da população historicamente vulnerabilizados, como os citados acima, e à restrição do investimento público, que prejudica, em especial, esses mesmos segmentos. A eleição de Lula representou a vontade do povo brasileiro de mudança, e é lamentável que parte da Câmara dos Deputados se coloque contra a vontade do povo brasileiro.
Hoje (01/06) é dia do Sinpro no cinema, no Liberty Mall. Toda quinta-feira, você, professor(a) e orientador(a) educacional, paga 10 reais na entrada, com direito a um acompanhante que pagará também o mesmo valor. Para aproveitar o benefício, é preciso ser sindicalizado(a) e apresentar a carteirinha válida, em versão física ou digital. Esqueceu a carteirinha? Não tem problema. Você pode apresentar o último contracheque com o desconto da contribuição sindical.