SINPRO explica proposta do GDF no que tange os aposentados e aposentadas
Jornalista: sindicato
Aposentados e aposentadas do magistério público do DF poderão acompanhar ao vivo explicação, ponto a ponto, das propostas negociadas com o GDF.
Os diretores do Sinpro-DF Cláudio Antunes (Política Educacional) e Elineide Rodrigues (Assuntos dos Aposentados) estarão à frente da transmissão – nestasexta-feira (2/6), às 16h, noYoutube do Sinpro-DF.
ATENÇÃO: Dúvidas e solicitação de cálculos poderão ser enviadas pelo WhatsApp do telefone (61) 99991-0687.
Cobrança de multa da greve de 2017 está suspensa, mas não cancelada
Jornalista: Alessandra Terribili
Durante a greve deste ano, entre as ações que o governador Ibaneis Rocha tomou para reprimir o movimento, estava o pedido, ao Tribunal de Justiça do DF (TJDFT), de execução de uma multa de mais de R$ 3 milhões, referente à greve de 2017. Entretanto, o Sinpro já havia entrado com recurso contra essa multa, e ainda aguardava o julgamento final.
Foi com base nesse fato que o departamento jurídico do Sinpro-DF recorreu do pedido de execução, e obteve resultado favorável no STJ (Superior Tribunal de Justiça). O ministro Paulo Sérgio Domingos acatou o recurso do Sinpro e devolveu o processo ao TJDFT, para que ele cumpra os devidos trâmites até sua conclusão.
Isso quer dizer que a multa não está cancelada, mas sim, sua cobrança está suspensa até que o processo esteja concluído. Em sua decisão, o ministro reconhece que o pleito é legítimo.
“A decisão do Ministro Paulo Sérgio demonstra que o intuito da cobrança dos valores exorbitantes por parte do GDF era apenas o de asfixiar o movimento dos professores e o seu sindicato, em uma clara prática antissindical. Com o resultado, poderemos, agora dentro do rito do processo, demonstrar que a greve de 2017 foi legal e que não há justificativa para a aplicação da multa”, destaca o dr. Lucas Mori, advogado do Sinpro.
Quanto à multa de 2023, que resultou em R$ 3.900.000,00 pelos dias de paralisação, ela ainda vigora, ou seja, não foi retirada no processo de negociação para a suspensão da greve.
No dia do Sinpro no cinema, do Liberty Mall, quem ganha é você! Professores(as) e orientadores(as) educacionais, pagam 10 reais na entrada, com direito a um acompanhante que pagará o mesmo valor. Para aproveitar o benefício, é preciso ser sindicalizado(a) e apresentar a carteirinha válida, em versão física ou digital. Esqueceu a carteirinha? Não tem problema. Você pode apresentar o último contracheque com o desconto da contribuição sindical.
“Esse projeto, em forma de parceria, busca fomentar e incentivar o acesso ao cinema e proporciona à categoria a reaproximação a essa tão importante fonte histórica de cultura e lazer que foi tão dificultada em tempos de pandemia e dos governos atuais que lutam para inviabilizá-la”, afirma o diretor Bernardo Távora, coordenador da Secretaria de Assuntos Culturais do Sinpro.
Fique ligado(a)
Todas as quintas-feiras, publicaremos a programação com os filmes que estarão em cartaz no Liberty Mall, para que você possa aproveitar e se programar logo cedo.
Confira a versão diagramada do calendário de reposição
Jornalista: Alessandra Terribili
O Sinpro disponibiliza o calendário escolar com a reposição dos dias parados em virtude da greve da educação. A reposição destes dias começa no próximo sábado (03) e serão disponibilizados para reposição todos os sábados de junho e dos dias 1º a 22 de julho (incluindo sábados). Isso significa que o recesso escolar do meio do ano, que separa o segundo do terceiro bimestre, será reduzido para o período de 23 a 30 de julho.
A greve tomou 16 dias letivos, mas, para efeito de reposição, também são consideradas as paralisações de 14 de março e 26 de abril, além do ponto facultativo de 6 de abril. As escolas que não repuseram essas três datas deverão fazê-lo no segundo semestre – nesse caso, terão autorização para fechar o primeiro semestre letivo no dia 22 de julho com 97 dias. O segundo, então, terá 103.
Os 3 dias de reposição no segundo semestre terão que cumprir alguns requisitos: um desses dias deverá ocorrer no 3° bimestre (exceto nos sábados do dia 9/09 e 30/09) e os outros 2 dias deverão ocorrer no 4° bimestre, entre os meses de outubro ou novembro (exceto nos dias 14/10 e 04/11). Nenhum sábado de dezembro será disponibilizado para a reposição.
Mesmo aqueles(as) que não fizeram a greve terão de seguir o calendário de recomposição em alguns momentos: o dia 28 de julho, que era dia móvel, tornou-se dia de recesso para todos(as). Este dia deverá ser reposto em algum sábado no 3° bimestre (exceto nos dias 09/09 e 30/09). Os(as) professores(as) que fizeram a greve de forma parcial deverão concluir a reposição no primeiro semestre. Os(as) educadores(as) que atuam nas CREs e Sede deverão seguir o mesmo calendário de reposição/recomposição que os(as) demais professores(as) das escolas.
O encerramento do ano escolar está mantido conforme o calendário original (21/12), sendo o dia 22 de dezembro a data para aplicação de prova final. Durante a reposição, professores(as) e orientadores(as) educacionais terão seu direito a licenças garantido. O Sinpro sugere evitar a utilização de abonos (inclusive TRE) nesse período, no entanto, não está proibido.
Clique aqui e confira o calendário escolar com a reposição dos dias.
Vídeo do Sinpro leva a público reconhecimento da luta da categoria
Jornalista: Vanessa Galassi
Roda nas principais emissoras de TV aberta do DF vídeo do Sinpro que reconhece a luta, a unidade e a determinação dos(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais da rede pública de ensino durante a greve da Educação.
O material, de 1 minuto, também agradece os apoios de parlamentares e partidos políticos, movimentos sociais e sindical, estudantes e da sociedade, que foram essenciais para o resultado positivo do movimento.
No vídeo, ainda é lembrado que, embora a greve da Educação tenha sido suspensa, a mobilização da categoria do magistério público continua “pela garantia do cumprimento das propostas negociadas com o GDF” e pelo avanço “em mais conquistas”. “Seguimos ainda mais fortes”, finaliza a peça.
O vídeo será publicado também nas redes sociais do Sinpro.
Reposição de dias parados começa neste sábado (03)
Jornalista: Alessandra Terribili
A comissão de negociação do Sinpro se reuniu com a Secretaria de Educação na tarde desta segunda-feira (29) para tratar da recomposição do calendário escolar após a greve.
A reposição dos dias parados começa no próximo sábado, 3 de junho. Serão disponibilizados para reposição todos os sábados de junho e os dias 1º a 22 de julho (incluindo sábados). Isso significa que o recesso escolar do meio do ano, que separa o segundo do terceiro bimestre, será reduzido para 23 a 30 de julho.
A greve tomou 16 dias letivos, mas, para efeito de reposição, também são consideradas as paralisações de 14/03 e de 26/04, além do ponto facultativo de 6 de abril. As escolas que não repuseram essas três datas deverão fazê-lo no segundo semestre – nesse caso, terão autorização para fechar o primeiro semestre letivo dia 22/07 com 97 dias. O segundo, então, terá 103.
Os 3 dias de reposição no segundo semestre terão que cumprir alguns requisitos. Um desses dias deverá ocorrer no 3° bimestre (exceto nos sábados do dia 9/09 e 30/09) e os outros 2 dias deverão ocorrer no 4° bimestre, entre os meses de outubro ou novembro (exceto nos dias 14/10 e 04/11). Nenhum sábado de dezembro será disponibilizado para a reposição.
Mesmo quem não fez a greve terá de seguir o calendário de recomposição em alguns momentos: o dia 28 de julho, que era dia móvel, tornou-se dia de recesso para todos. E este dia deverá ser reposto em algum sábado no 3° bimestre (exceto nos dias 09/09 e 30/09).
Professores que fizeram a greve de forma parcial devem concluir a reposição no primeiro semestre.
Professores que atuam nas CREs e Sede deverão seguir o mesmo calendário de reposição/recomposição que os demais professores das escolas.
O encerramento do ano escolar está mantido conforme o calendário original, 21/12 – sendo 22/12 a data para aplicação de prova final. Durante a reposição, professores(as) e orientadores(as) educacionais terão garantido seu direito a licenças. Sugere-se evitar a utilização de abonos (inclusive TRE) nesse período, no entanto, não está proibido.
Um documento oficial da SEEDF com orientações sobre a reposição dos dias parados e a recomposição do calendário escolar está sendo produzido e será enviado às regionais de ensino. Para sanar dúvidas, procure o diretor ou diretora do Sinpro responsável por sua escola.
Clique AQUIpara ver o calendário escolar com as datas de reposição.
30 de maio – dia do trabalhador e da trabalhadora rural
Jornalista: Letícia Sallorenzo
O alimento que chega nas mesas dos brasileiros e das brasileiras todos os dias e noites é fruto do trabalho dessa categoria cujo dia é comemorado neste 30 de maio. Os trabalhadores e trabalhadoras rurais são responsáveis pela comida que, de fato, nós consumimos: arroz, feijão, farinha, batata, mandioca, tomate, cenoura, salada, café, leite, açúcar, queijo. A maioria das comidas que vem à mente quando se pensa na alimentação básica brasileira é produzida pela agricultura familiar, que representa 76,8% dos estabelecimentos rurais no país.
Os pequenos produtores rurais do Brasil são pessoas que trabalham e produzem – ao contrário dos grandes produtores latifundiários, que plantam commodities para exportar sem pagar tributos. A maior luta dos pequenos produtores é não perder área plantável para os produtores de commodities, como a soja – cuja produção mal chega à mesa do brasileiro.
O Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST) lidera há mais de dez anos a maior produção de arroz orgânico da América Latina. A avaliação é do Instituto Riograndense de Arroz (Irga). Nesta safra 2022/2023, estima-se que os assentamentos devem colher mais de 16 mil toneladas plantadas numa área total de 3,2 mil hectares 100% livres de agrotóxicos e de transgênicos é simbólico e reforça o compromisso do MST com a vida
A produção de arroz orgânico do MST envolve 352 famílias e 7 cooperativas. Sua plantação é feita em 22 assentamentos localizados em nove municípios das regiões Metropolitana, Sul, Centro Sul e Fronteira Oeste do estado. A cidade de Viamão, na região metropolitana de Porto Alegre, é a maior produtora do grão, e as principais variedades plantadas são de arroz agulhinha e cateto.
Mas nem só de arroz vivem os e as (ex-)sem-terra deste Brasil. As cadeias produtivas mais consolidadas nos assentamentos do MST são também de leite, carne, café, cacau, sementes, mandioca, cana-de-açúcar e grãos. Todavia, a diversidade de alimentos produzidos em cada região do país está na casa das diversas centenas. São alimentos que abastecem feiras locais e regionais, cestas e cooperativas de consumo, mercados locais e, principalmente, a alimentação escolar e de outros entes públicos, como asilos, presídios, quartéis.
O MST reúne 450 mil famílias assentadas. Conta com 160 cooperativas e 190 associações, que juntas possuem 120 agroindústrias de pequeno e médio porte. Essas empresas sociais atuam em diferentes níveis, da produção, agroindustrialização até a comercialização de alimentos. O amadurecimento dessas formas organizativas conduziu a criação de cadeias produtivas da Reforma Agrária, com produção em diferentes estados.
Para produzir essa diversidade de alimentos as famílias Sem Terra vêm trabalhando na consolidação da Agroecologia nos assentamentos, a partir de novas relações ser humano-natureza, produzindo formas saudáveis de manejar a produção ao mesmo tempo em que se cuida dos bens comuns dos povos (água, terra, biodiversidade, ar). Mais de 50 mil famílias Sem Terra implementam, atualmente, práticas agroecológicas.
Para além da redistribuição de terra no Brasil, a Reforma Agrária Popular é importante para também assumir a missão de produzir alimento saudável para o povo brasileiro; conservar os bens comuns dos povos; criar territórios de enfrentamento a toda forma de violência e com novas relações sociais, fundamentadas nos valores humanistas.
Vídeo: reveja a explicação das propostas do GDF negociadas com a categoria
Jornalista: sindicato
O Sinpro-DF deixou disponível para a categoria, no YouTube, vídeo no qual professores(as) e orientadores(as) educacionais do magistério público do DF poderão rever a explicação, ponto a ponto, das propostas do GDF negociadas com a categoria.
A live, realizada na quinta-feira (25), foi conduzida pelos diretores do Sindicato Cláudio Antunes e Letícia Montandon.
Síndrome de Burnout atinge um a cada três professores, aponta estudo
Jornalista: sindicato
O magistério é atingido em cheio pela Síndrome de Burnout ou Síndrome do Esgotamento Profissional, um distúrbio emocional com sintomas de exaustão extrema, estresse e esgotamento físico resultante de situações de trabalho desgastante, que demandam muita competitividade ou responsabilidade. A principal causa da doença é justamente o excesso de trabalho.
De acordo com a coordenadora de Assuntos de Saúde do Trabalhador do SINPRO-DF, Élbia Pires, “os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais estão cada vez mais desmotivados(as), frustrados(as) e depressivos(as), pois a Síndrome de Burnout é frequentemente causada pelo acúmulo de estresse crônico no ambiente de trabalho, especialmente quando o(a) educador(a) se sente sobrecarregado(a), submetido(a) a pressões constantes ou enfrenta condições de trabalho desfavoráveis. E isso precisa mudar”, alerta.
Confira abaixo:
Aproximadamente um terço dos professores da educação básica sofre da síndrome de Burnout. É o que aponta um estudo feito na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).
Salários defasados, violência nas escolas e pressão por resultados estão entre os fatores que contribuem para a aumentar o estresse no exercício da docência. A pesquisa avaliou 397 professores, de vários estados, de colégios públicos e privados.
“Professor lida com violência física e verbal na escola, falta de estrutura, sofre pressão da gestão escolar e da exigência dos pais”, diz Raphaela Gonçalves, que conduziu o levantamento durante o mestrado em Ciências da Saúde.
Ela, que atua como professora e tem licenciatura em Biologia e Pedagogia, ainda destaca a falta de valorização. “A baixa remuneração exige carga horária cada vez maior para se manter financeiramente, fora o acúmulo de função, tendo um papel de psicólogo, de assistente social e na família”, diz.
No estudo, foi distribuído entre professores um formulário online, com três questionários. Um deles era sobre a prevalência de Burnout, com 25 perguntas de quatro dimensões: esgotamento pessoal (exaustão não relacionada a aspectos laborais); Burnout relacionado ao trabalho (exaustão e frustração ligadas ao trabalho); Burnout ligado aos alunos (influência da relação professor-aluno no entusiasmo profissional); Burnout relacionado aos colegas (sentimentos frente à equipe com a qual o profissional lida).
Após perguntas sobre cada variável (por exemplo “sente-se exausto logo pela manhã quando pensa em mais um dia de trabalho?”), o professor assinalava a frequência com que se identificava com a frase.
O segundo formulário era sobre satisfação no trabalho, com 66 perguntas. Entre os tópicos, salário, responsabilidades, colegas, condições de trabalho e reconhecimento. O outro questionário era sobre dados sociodemográficos. Em 32,75% dos participantes, havia sinais de Burnout.
Homens e mulheres
Segundo a pesquisa, a prevalência dos sintomas de esgotamento entre homens e mulheres era parecida. “Não teve um mais afetado que o outro. Mas, quando cruzamos os dados, vimos que fatores demográficos e a satisfação no trabalho afetavam esses grupos de maneira distinta”, diz Raphaela.
Segundo o estudo, maiores salários conferem diminuição das chances de esgotamento pessoal entre homens. Já para mulheres, quanto maior o salário, maior o risco de esgotamento.
“Para ganhar mais, ela tem de trabalhar mais, sofre mais cobrança. Em casa, ela continua trabalhando. Para mulher, fatores positivos no trabalho a deixam mais propensa ao Burnout.”
O mesmo vale para as mães. Quanto maior o número de filhos, a mulher tem mais risco de esgotamento pessoal. Já no homem, o número de filhos é inversamente proporcional ao risco de desenvolver o transtorno.
“Provavelmente para o homem, filho traz mais satisfação. Não que a mulher não se sinta realizada com os filhos, mas é um trabalho a mais, uma responsabilidade além.”
Outro ponto que chama a atenção foi a maior satisfação entre professores da rede pública. “Pode ter a ver com o fato de que professores da rede pública entendem sua função como propósito, meio de mudança. É um pouco diferente do professor na rede particular, que tem cobrança muito maior. Os pais, como pagam pelo ensino, estão muito mais presentes e exigem mais.”
“Medo absurdo”
Foi justamente a baixa satisfação com o emprego numa escola particular que levou Vanessa Paula Teixeira, de 47 anos, ao quadro de Burnout há quase dez anos. A pedagoga, que atua na área há 20 anos, antes lecionava para pessoas com deficiência (PcD), mas aceitou ir para a rede privada pelo salário ser mais alto. “Foi a pior coisa que fiz. Tudo que eu ganhava gastava em remédio”, relembra.
Segundo Vanessa, o esgotamento estava atrelado a fatores como pressão psicológica por parte da gestão e dos pais, prazos incompatíveis, sobrecarga e assédio moral. “Não conseguia dormir. Porque dormir significava virar o outro dia”, diz.
“Começava a dar o horário de ir trabalhar, me dava uma falta de ar que parecia que eu ia morrer. Era um medo absurdo do horário de estar naquele lugar”, relata Vanessa, que também diz ter emagrecido por falta de apetite.
Ela buscou auxílio de psicólogo e de psiquiatra e tomou remédios. Após dois anos, a escola a demitiu quando ela voltou de licença, justamente por questões de saúde mental. Vanessa então deixou de lado a educação por alguns anos e depois retornou como professora infantil na rede pública. “Hoje vivo em outra realidade.”
Segundo a neuropsicóloga Carolina Garcia, que estuda a saúde mental na docência, entre os sintomas do Burnout estão o desejo de se afastar do trabalho, pensamentos negativos sobre sua atuação e mudança no comportamento alimentar e do sono. O tratamento deve ter acompanhamento psicológico e psiquiátrico e, em muitas situações, é necessário afastamento do trabalho, no mínimo, por seis meses. “É difícil se recuperar no mesmo ambiente que a gente acabou adoecendo”, pondera.
Sinpro alerta para o prazo final da prova de vida de aposentados e pensionistas nascidos em maio
Jornalista: Maria Carla
O Sinpro-DF alerta os(as) aposentados(as) e pensionistas que fazem aniversário no mês de maio e ainda não fizeram a prova de vida que faltam apenas dois dias para terminar o mês. Essa comprovação deve ser feita até 31 de maio. A prova de vida é uma comprovação anual obrigatória e necessária para o pagamento regular de aposentadorias e pensões.
O procedimento pode ser realizado de forma presencial, ou seja, o(a) beneficiário(a) por ir, pessoalmente, a qualquer Agência do BRB e fazê-la. Ou pode fazer virtualmente, on-line, por meio do aplicativo disponível nas lojas da iOS e Android. Confira o procedimento virtual no final desta matéria.
Ampliação do prazo para nascidos em janeiro
O sindicato informa que o Instituto de Previdência dos Servidores do Distrito Federal (Iprev-DF) ampliou por poucos dias o prazo dessa comprovação de vida para atender os(as) nascidos(as) em janeiro que não fizeram a prova de vida no mês correto. Clique aqui e confira matéria do Iprev: https://www.iprev.df.gov.br/ultimos-dias-para-nascidos-em-janeiro-se-recadastrarem-no-iprev/
Segundo o instituto, aposentados(as) e pensionistas(as) do Governo do Distrito Federal (GDF) nascidos em janeiro têm uma última chance para fazer a prova de vida. O Iprev estendeu o prazo do cadastramento até 9 de junho. No site da autarquia, o instituto explica que a medida foi necessária para atender às 657 pessoas aniversariantes do primeiro mês do ano que ainda não realizaram a prova.
O Sinpro apela a todos(as) os(as) aposentados(as) e pensionistas da Secretaria de Estado da Educação (SEE-DF) nascidos em maio a realizarem a prova de vida até o dia 31 de maio para evitarem o transtorno da suspensão do benefício. Reforça ainda que a extensão do prazo até 9 de junho para os nascidos em janeiro que não fizeram a comprovação à época é a última chance de não ter o benefício bloqueado.
Aplicativo Prova de Vida GDF
Criado durante a pandemia da covid-19, o aplicativo Prova de Vida GDF oferece agilidade no atendimento e comodidade nessa tarefa anual. Para realizar a prova de vida por meio digital, os(as) aposentados(as) e pensionistas precisam baixar o aplicativo Prova de Vida GDF, inserir o CPF e confirmar alguns dados. Após essa etapa, serão solicitadas a captura do documento do(a) beneficiário(a) e uma foto selfie, com boa qualidade, tirada em ambiente bem iluminado. Para finalizar, o(a) usuário(a) deve informar endereço, número do telefone celular e e-mail. Após preencher e enviar todas as informações, os(as) aposentados(as) receberão um e-mail com a confirmação do resultado da criação dessa conta (login) no aplicativo da prova de vida.
Outras formas de fazer a prova de vida
Aposentados(as) e pensionistas impedidos(as) de comparecer presencialmente em qualquer agência do BRB ou que não tenham acesso ao aplicativo, podem solicitar a visita domiciliar para fazer a prova de vida. O(a) mesmo(a) deverá anexar atestado médico comprovando a impossibilidade. Para beneficiário(a) com mais de 90 anos, também pode ser feita a solicitação pelo e-mail agendamento@iprev.df.gov.br. Brasileiros(as) que residem exterior, a prova de vida deve ser encaminhada por meio de consulado ou da representação diplomática do Brasil no país em que reside. Basta encaminhar ao Iprev correspondência com declaração de comparecimento emitida pela representação do País com cópia dos documentos autenticados. Se o país onde reside não tiver representação, a pessoa deve acessar o Formulário Específico de Atestado de Vida disponível no site do Iprev: https://www.iprev.df.gov.br/prova-de-vida/
CLIQUE AQUI PARA BAIXAR O APLICATIVO PARA CELULARES ANDROID