Observatório de Educação Básica (ObsEB) se solidariza à luta dos professores e educadores educacionais

O Observatório de Educação Básica (ObsEB) é mais uma entidade a defender a greve dos(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais do DF. Com base em uma educação pública, gratuita, laica, de qualidade social e democrática, o ObsEB se solidariza aos(às) educadores(as) da rede pública de ensino da capital federal, em greve desde o dia 04 de maio por melhores salários, reestruturação do plano de carreira, melhores condições de trabalho e valorização profissional.

Em nota, a entidade afirma que os(as) educadores(as) lutam pelo cumprimento da Meta 17 do Plano Distrital de Educação (2014-2024), que prevê a valorização dos(as) profissionais da educação da Rede Pública de Educação Básica, ativos(as) e aposentados(as), de forma a equiparar seu vencimento básico, no mínimo à média da remuneração das demais carreiras de servidores públicos do Distrito Federal, com nível de escolaridade equivalente, Meta esta que deveria ter sido cumprida até o sexto ano do Plano.

A educação pública, gratuita e de qualidade social é direito constitucional de milhares de crianças, jovens e adultos e deve ser garantida pelo respeito, salário digno e valorização dos profissionais da educação básica pública. 

Professores(as) e orientadores(as) educacionais do DF realizarão assembleia geral nesta quinta-feira (11), às 9h30, no estacionamento da Funarte. A atividade discutirá as próximas ações da greve iniciada no dia 4 de maio. Nossas vitórias só serão materializadas com uma greve forte, com a participação e a união da nossa categoria.

Clique aqui e confira a nota na íntegra.

VI Feira Cultural dos Aposentados vira ato político da greve e será na Ceilândia

Com  o tema “Cultura e aposentados juntos pela reestruturação da carreira e em apoio à greve da educação”, a VI Feira Cultural das Aposentadas e dos Aposentados deste ano será realizada, nesta sexta-feira (12), das 9h às 17h, na CNM 2 – praça pública ao lado da Feira Central da Ceilândia, em conjunto com o projeto Cultura nas Cidades. Esta edição é duplamente especial porque, pela primeira vez, é uma parceria da Secretaria para Assuntos dos Aposentados com a Secretaria para Assuntos Culturais e também porque se tornou um ato político da greve do Magistério Público do Distrito Federal, que começou dia 4 de maio.

“Esta diretoria colegiada trabalha com parcerias entre suas secretarias. Este ano, de forma mais consolidada, a Secretaria de Aposentados, juntamente com a Secretaria de Assuntos Culturais, faremos a feira como um ato político da luta. Estamos numa greve da categoria que quer mostrar para a população, além de outras atividades que faremos neste dia especial, para o governador Ibaneis, para a Secretaria de Educação, o quanto estamos sendo maltrados, principalmente, na questão do salário da categoria, há 8 anos sem reajuste”, afirma Elineide Rodrigues, coordenadora da Secretaria de Aposentados.

Ela diz que a categoria não aguenta mais tanto descaso e ser maltratada. “Neste dia, estaremos na praça mostrando, a partir da arte e da cultura, a nossa indignação, levando a nossa luta para a população vê que, a partir da luta e de pessoas que estão aposentadas, que ajudaram a construir esta entidade e a conquistar tudo que essa categoria tem hoje e que também, aos poucos, está perdendo, há um descaso muito grande do governador Ibaneis com a educação”.

A diretora ressalta que o descaso passa, dentre outras coisas, por salários baixos, desvalorização dos profissionais da educação, superlotação das salas de aula, violência nas escolas, enfim, pela precarização. “Temos, hoje, uma categoria em que dois terços de quem está no chão da escola, dando aula, é de contratação temporária. São profissionais de excelência, mas que têm uma instabilidade muito grande no seu contrato de trabalho. Além de lutarmos para melhorar nossos salários, lutamos por melhores condições de trabalho, por concursos públicos e por uma educação de qualidade”.

Na VI Feira Cultural das Aposentadas e dos Aposentados haverá apresentações de artistas da cidade, “contações” de histórias com professoras da categoria, além dos trabalhos manuais e artesanais, feitos pelos(as) próprios(as) aposentados(as) sindicalizados(as). “Vale ressaltar a Feira dos Aposentados faz parte de um calendário e de um projeto da Secretaria de Aposentados e desse colegiado do Sinpro e visa a promover uma aposentadoria ativa para a categoria em que os aposentados e as aposentadas se sentem pertencentes, capazes de ainda produzirem e de participarem de outras formas da luta”, ressalta Elineide.

Bernardo Távora, coordenador da Secretaria de Cultura, explica que, em razão da greve, diversas atividades promovidas pelo Sinpro para a categoria, como, por exemplo, o torneio de futebol e a noite de autógrafos, foram suspensas. “No entanto, decidimos manter atividades quem envolvem a cultura pela ligação que a cultura tem com a política. Decidimos aproveitar o momento de união dos aposentados com a cultura e com o debate político com o momento da greve dos professores. Por isso, a VI Feira Cultural das Aposentadas e dos Aposentados se tornou um ato da greve”.

Tradicionalmente, a feira acontece duas vezes por ano em esquema de rodízio entre as Regiões Administrativas (RA) do Distrito Federal. A última edição, no ano passado, ocorreu no Gama. O rodízio pelas cidades-satélites é uma forma de contemplar expositores(as) como a própria população, afinal, o DF tem cidades bem distantes umas das outras, o que é um impeditivo para a população visualizar os artesanatos dos(as) aposentados(as) da categoria.

Ela já foi realizada na Praça do Relógio em Taguatinga, em Planaltina, no Setor Comercial Sul, no Gama. Apenas professores(as) e orientadores(as) educacionais aposenados(as) e sindicalizados(as) podem participar. Na feira, eles e elas fazem exposição e vendem seus produtos artesanais.

 

Confira a programação:

VI Feira Cultural das Aposentadas e dos Aposentados – “Cultura e aposentados juntos pela reestruturação da carreira e em apoio à greve da educação”

 

Data: 12/5 – 9h às 17h

Local: CNM 2 – Praça pública ao lado da Feira Central da Ceilândia

 

Artistas Locais:

 

Mirian Marques e trio, Mirian Rocha e Simone Carneiro, Zheni Rainha, Fuzuê Candango, DREE-k e Diogo Loko.

Artesãs(ãos) de fabricação própria:

No total serão 25 artesãos que levarão à feira os turbantes, bordados, costuras criativas, tricô, roupas customizadas, tecidos reciclados, artesanatos, bijuterias, pinturas, bordados a mão, crochês, sabonetes artesanal, aromatizantes e jogos pedagógicos.

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Sindicato dos Urbanitários manifesta total apoio à greve dos educadores do DF

A diretoria do Sindicato dos Urbanitários no DF (STIU-DF) também manifestou seu total apoio à luta dos(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais do Distrito Federal, que estão em greve desde o dia 4 de maio. A entidade repudia a ação inflexível do governador Ibaneis Rocha, que tenta judicializar o movimento grevista da categoria.

Em nota a entidade lembra que a greve tem como objetivo lutar contra as condições de trabalho precárias, que resultaram da política de sucateamento do governo Ibaneis, turmas superlotadas, desmonte da EJA (Educação de Jovens e Adultos) e do ensino especial, atrasos no repasse do PDAF, comprometimento das atividades pedagógicas por falta de estrutura e de pessoal, além da desvalorização dos profissionais da educação, que estão com seus salários congelados há 8 anos.

O STIU-DF reconhece a importância da luta do Sinpro-DF e de toda a categoria profissional para a garantia de melhores condições de trabalho e o fortalecimento da educação pública.

Professores(as) e orientadores(as) educacionais do DF realizarão assembleia geral nesta quinta-feira (11), às 9h30, no estacionamento da Funarte. A atividade discutirá as próximas ações da greve iniciada no dia 4 de maio. Nossas vitórias só serão materializadas com uma greve forte, com a participação e a união da nossa categoria.

Clique aqui e confira a nota na íntegra.

Escola Centro-Oeste de Formação Sindical da CUT manifesta apoio à greve da educação do DF

A Escola Centro-Oeste de Formação Sindical da CUT (ECO/CUT) manifesta apoio e solidariedade à greve dos(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais do Distrito Federal. A ECO/CUT apoia o movimento grevista por entender que educação de qualidade se faz com educadores(as) e demais profissionais da educação, respeitados(as) e valorizados(as).

A greve é um instrumento legal de luta por direitos, da qual os(as) trabalhadores(as) só se utilizam quando as negociações com os governos não avançam. Por essa razão, entendemos que o Sinpro e a categoria magistério público do DF estão utilizando o seu legítimo direito de greve. Ao mesmo tempo, a ECO/CUT repudia as decisões do governador Ibaneis Rocha e da Procuradoria-Geral do DF (PGDF) em declarar ilegal o movimento grevista e multar o sindicato em R$ 300 mil por dia de paralisação.

Clique aqui e confira a nota completa.

Categoria vai às feiras do DF para explicar os motivos da greve à população

A greve da educação continua firme. No último fim de semana (6 e 7 de maio), a categoria participou da atividade aprovada pelo Comando de Greve na Torre de TV e nas principais feiras livres de 14 cidades-satélites do Distrito Federal para dialogar com a população sobre os motivos da greve dos(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais da rede pública de ensino.

O objetivo da atividade foi o de conscientizar a sociedade sobre a luta da categoria para melhorar o salário e as condições de trabalho. Essa ação também é uma forma de a categoria mostrar à população do Distrito Federal que o governador Ibaneis Rocha (MDB) está divulgando informações erradas nas mídias do Governo do Distrito Federal (GDF), na imprensa e nas próprias redes digitais dele, tentando jogar a população contra um movimento legítimo da categoria.

Importante destacar que o diálogo com a população foi acompanhado de distribuição de panfletos, jornais, cartilha e material didático, elaborados pelo Sinpro, nos quais a entidade explica as razões da luta da categoria para melhorar também a educação pública da capital do País.

 

Torre de TV

No sábado (6), a atividade começou no elevador da Torre de TV e seguiu para dentro da Feira da Torre, local em que a categoria conversou com feirantes e população e distribuiu material impresso em que o Sinpro explica a situação do Magistério Público.

 

Principais feiras das cidades

No domingo (7), categoria visitou as principais feiras de 14 cidades-satélites. Também houve diálogo e muita distribuição de material impresso produzido pelo Sinpro aos feirantes e à população.

 

Confira as fotos nas redes digitais do Sinpro: álbum do Facebook e carrossel do Instagram.

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Educadores(as) em greve realizam grande ato na Rodoviária do Plano Piloto

Professores(as) e orientadores(as) educacionais em greve realizaram um belíssimo ato na Rodoviária do Plano Piloto no final de tarde desta segunda-feira, 8 de maio. Piquetes de todo o Distrito Federal participaram dessa ação tão importante.

Erguendo cartazes que expressavam a luta da categoria e com muita disposição, centenas de educadores e educadoras percorreram a rodoviária dialogando com a população, distribuindo Sinpro Cidadão e afirmando que a greve é responsabilidade do governador! “O professor na rua, Ibaneis a culpa é sua”, gritavam os manifestantes.

A comissão de negociação levou os informes da reunião que acabara de acontecer na Câmara Legislativa, com deputados distritais que ajudaram a intermediar uma reunião com o GDF, que acontecerá nesta quarta. “Essa reunião é fruto da nossa capacidade de mobilização”, disse a diretora do Sinpro Luciana Custódio.

Veja abaixo vídeo do ato na rodoviária:

 

CLDF intermedeia, e GDF se reúne com Comissão de Negociação nesta quarta (10)

Representantes de pastas-chave do GDF se reunirão com a Comissão de Negociação (durante a greve, formada por 5 representantes da diretoria do Sinpro e 5 representantes da base que componham o Comando de Greve), nesta quarta-feira (10), às 10h. O encontro foi articulado por parlamentares da Câmara Legislativa (CLDF), e indica a reabertura do processo de negociação da greve da Educação, iniciada no último dia 4 de maio.

A reunião foi anunciada nesta segunda-feira (8/5), pelo líder do governo na Casa, deputado Robério Negreiros (PSD), durante encontro da Comissão de Negociação com o presidente da CLDF, deputado Wellinton Luiz (MDB), e parlamentares. Segundo Negreiros, para a reunião desta quarta, está confirmada a participação do Chefe da Casa Civil, Gustavo Rocha; do secretário de Planejamento, Orçamento e Administração, Ney Ferraz; da secretária de Educação, Hélvia Paranguá; e do secretário-executivo de Finanças, Thiago Rogério Conde.

“Nossa expectativa é de que cheguemos à reunião com os representantes do GDF e que eles tenham propriedade sobre a nossa proposta. Nós valorizamos o diálogo, sempre optamos pela negociação, mas não abrimos mão de avançar”, disse a dirigente do Sinpro-DF e integrante da Comissão de Negociação Luciana Custódio.

Judicialização da greve é erro

O presidente da CLDF, deputado Wellington Luiz (MDB), abriu a reunião desta segunda-feira com a Comissão de Negociação pedindo desculpas pela judicialização da greve da Educação. Segundo ele, na semana passada, foi construído acordo com o governador do DF, Ibaneis Rocha, para que não se judicializasse o movimento grevista, não houvesse corte de ponto e nem qualquer tipo de perseguição a professores(as) em regime de contrato temporário, o que foi descumprido pelo Executivo.

“Isso é um desrespeito com a Câmara (Legislativa). Fiquei muito decepcionado”, disse o deputado Wellington Luiz. Publicamente, ele afirmou que a “judicialização (da greve) não ajudou em nada”.

O deputado Gabriel Magno (PT), que vem atuando firmemente para que o Executivo apresente saída para a greve da Educação, lembrou que “o (Poder) Legislativo vem agindo para abrir canal de negociação com o GDF, e que o governo é quem precisa apresentar propostas à categoria do magistério público”.

Ele ainda anunciou que a Comissão de Educação, Saúde e Cultura da CLDF aprovou, nesta segunda-feira (8/5), “moção de apoio às reivindicações dos(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais das escolas do Distrito Federal por melhores condições de trabalho, plano de carreira e salários”. O texto será levado ao plenário da CLDF nesta terça-feira (9/5).

Os deputados Ricardo Vale e Chico Vigilante, ambos do PT, também disseram estar surpresos com a judicialização da greve da educação. “Não se resolve greve na Justiça. Quem faz a greve é a base. Foi o governador que radicalizou. Além de não dar nada, ainda que humilhar a categoria”, disse o deputado Chico Vigilante.

Diretor do Sinpro-DF e integrante da Comissão de Negociação, Samuel Fernandes reafirmou que é “lamentável a judicialização da greve”. “Estamos fazendo greve porque estamos há oito anos sem reajuste salarial, além de questões de condições de trabalho”, ressaltou.

Os deputados João Cardoso (Avante) e Jorge Vianna (PSD) também enxergam a judicialização da greve da educação como desproporcional. “Peço que governo abra negociação o mais rápido possível”, disse Cardoso.

Sinpro dentro da lei

Durante a reunião com o presidente da CLDF e demais parlamentares da Casa, a dirigente do Sinpro e integrante da Comissão de Negociação Luciana Custódio lembrou que desde o início das tratativas para a construção de propostas à categoria do magistério, ainda no ano passado, a posição do Sindicato foi de diálogo e negociação. “Foram sete ofícios tentando dialogar com o governo. Nenhum deles foi respondido pelo governador”, destacou.

Luciana ainda ressaltou que todas as propostas levantadas para serem inseridas na reestruturação da carreira do magistério foram consensuadas em grupo de trabalho (GT) criado pelo próprio GDF, e inseridas em minuta ainda em dezembro de 2022.

Cléber Soares, que também é dirigente do Sinpro-DF e integrante da Comissão de Negociação, esclareceu que as propostas levantadas no GT levam, inclusive, a assinatura da secretária de Educação, Hélvia Paranaguá. “Essa proposta dialoga com os anseios da categoria, não pode ser negligenciada”, afirma.

“Se estamos desde dezembro na tratativa, por que o governo não avançou na proposta? Por que não houve contraproposta?”, questionou o deputado Max Maciel (Psol), indicando a indisposição do GDF em dialogar e negociar com a categoria do magistério.

Solidário à greve da educação, o deputado Fábio Félix (Psol) afirmou que a categoria do magistério não é a única que enfrenta a indisposição do GDF em avançar nas negociações. “Muitos dos processos (de negociação) de categorias distintas estão parados, mesmo o governo dizendo que está em diálogo”, denunciou.

“Queremos respeito. Queremos que cada um seja valorizado na sua profissão”, disse com ênfase a professora aposentada Célia Luz, que integra a Comissão de Negociação.

Assembleia e ações

Professores(as) e orientadores(as) educacionais do DF realizarão assembleia geral nesta quinta-feira (11/5), às 9h30, no estacionamento da Funarte. A atividade discutirá próximas ações da greve iniciada no dia 4 de maio. Leia mais AQUI.

Antes, nos dias 9 e 10 de maio, serão realizados piquetes. Também no dia 10, será realizada reunião do Comando de Greve. Na sexta-feira, dia 12, será atividade cultural coordenada pelos(as) aposentados(as), na Feira Central de Ceilândia.

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Judicialização da greve é tema do TV Sinpro especial desta terça-feira (9/5)

Uma edição especial do TV Sinpro será realizada, nesta terça-feira (9/5), às 19h30, sobre a judicialização da greve pelo governador Ibaneis Rocha (MDB). Esta edição conta com a participação de Luciana Custódio, coordenadora da Secretaria de Finanças do Sinpro; Dimas Rocha, coordenador da Secretaria de Assuntos Jurídicos, Trabalhistas e Socioeconômicos do Sinpro; e dr. Lucas Mori, advogado do sindicato.

 

Em nota divulgada nesse domingo (7/5), o comando de greve dos(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais afirma que quem está na ilegalidade é o governador Ibaneis, que não cumpre a Lei do Piso Nacional do Magistério, nem a Meta 17 do Plano Distrital de Educação (PDE). O documento, veiculado em todas as redes e no site do Sinpro, também mostra que, além de cometer o erro de judicializar a greve, o governador age com truculência, atitude que, por sinal, não é novidade.

 

“Seu governo tem sido marcado por imposições e pela ausência de diálogo: “Enquanto enfrentamos 8 anos de congelamento salarial e a degradação crescente das nossas condições de trabalho, esta é a primeira vez em quatro anos e meio de governo Ibaneis que a categoria recorre à greve”, diz a nota. Clique aqui e confira a nota do comando de greve.

 

O TV Sinpro especial vai ao ar nesta terça-feira, 9 de maio, às 19h30, nas redes do Sinpro e na TV Comunitária. Não perca! Participe do programa e fortaleça nossa greve!

 

Nossas vitórias só serão materializadas com uma greve forte, com a participação e a união da nossa categoria!

Em greve, categoria realiza assembleia nesta quinta (11)

Professores(as) e orientadores(as) educacionais do DF realizarão assembleia geral nesta quinta-feira (11/5), às 9h30, no estacionamento da Funarte. A atividade discutirá próximas ações da greve iniciada no dia 4 de maio. 

Durante a assembleia, um dos temas discutidos será a judicialização do movimento grevista, acionada pelo governador Ibaneis Rocha, através da Procuradoria-Geral do DF (PGDF), e aprovada pelo Tribunal de Justiça do DF e Territórios (TJDFT). 

“O desembargador se apoiou na alegação do GDF de que as negociações não estariam concluídas, ignorando o fato de que o Sinpro protocolou sete ofícios solicitando audiência só em 2023, mas não foi recebido pelo governador – o que mostra que não havia negociação em curso”, apresenta trecho na nota da Diretoria Colegiada do Sinpro-DF, publicada nesse domingo (7/5). Leia nota completa AQUI

Sem qualquer respaldo, o governador ainda diz que a categoria do magistério está na ilegalidade. Entretanto, quem não cumpre as leis é o próprio Ibaneis Rocha, que descumpre a Lei do Piso Nacional do Magistério e o Plano Distrital de Educação.

Enquanto o governador ataca a categoria do magistério público, a população, consciente da importância da educação pública, vem apoiando o movimento iniciado no dia 4 de maio.

O Sinpro avalia que professores(as) e orientadores(as) educacionais estão no caminho certo, e ressalta que as avaliações sobre término ou continuidade do movimento paredista são exclusivamente da categoria.

>> Leia também: IBANEIS JUDICIALIZA GREVE PARA, MAIS UMA VEZ, NÃO TER QUE DIALOGAR COM A NOSSA CATEGORIA

> CONFIRA OS MATERIAIS DA GREVE E SAIBA COMO RETIRAR OS SEUS

 

Colaboração: Letícia Sallorenzo

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Imprensa propaga desinformação: Sinpro se reúne com distritais

O Sinpro foi surpreendido na tarde desta segunda-feira com a “notícia” de que “distritais estão negociando com o Sinpro o fim da greve”.

Cumpre-nos explicar que:

– O Sinpro está sempre em busca do diálogo. Desde o início deste ano, o sindicato vem buscando apoio de deputados distritais.

– Desde fevereiro, já foram visitados todos os gabinetes distritais, pedindo a mediação dos deputados para que consigam sensibilizar o Palácio do Buriti quanto à necessidade de se reunir e negociar com o sindicato a reestruturação da carreira do magistério. Confira nas fotos e nas matérias abaixo, publicadas no site do Sinpro.

Deputados distritais apoiam reestruturação da carreira do magistério público

Parlamentares participam do Café da Manhã do Sinpro e declaram apoio à luta pela reestruturação

– Estamos, mais uma vez, buscando o apoio de deputados e deputadas distritais para que estes, mais uma vez, busquem mediar, junto ao governo, o início da negociação com o sindicato.

– O sindicato está sempre em busca de diálogo. De nossa parte, estamos buscando que o Palácio do Buriti nos escute e venha conversar desde 2019.

– O governador Ibaneis Rocha espalha na imprensa que “quer receber o sindicato a qualquer momento”. Lembramos ao governador que desde o início deste ano já protocolamos sete ofícios solicitando reunião do governo com o sindicato. Basta o senhor atender a uma desses ofícios.

– O Sinpro lembra que a greve é legal. Seu fim não será obtido por deputados, nem pelo governador, nem pela justiça.

– A greve é direito constitucional dos trabalhadores, e seu fim ou continuidade será decidido pela assembleia da categoria.

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