28 de abril – Dia Mundial da Educação

Dia 28 de abril é o Dia Mundial da Educação. Nessa data, há 23 anos, durante o Fórum Mundial de Educação (FME) realizado em Dakar (Senegal), líderes de 164 países, inclusive o Brasil, assumiram uma série de compromissos a serem cumpridos até 2015. Depois, no FME de 2015, realizado em Seul (Coreia do Sul), essas metas foram atualizadas e o compromisso foi renovado.

Entre as metas estabelecidas nos Fóruns Mundiais de Educação, estavam a expansão do acesso à educação básica, o combate contundente ao analfabetismo e eliminação das disparidades de gênero. Essas metas só podem ser cumpridas com investimento e com vontade política. Mas vejamos:

Como construir uma sociedade justa e saudável se essa sociedade faz pouco caso de professor, prometendo em época de campanha “salário de juiz” ao magistério, e no governo oferece um reajuste que mal dá para cobrir o piso nacional?

Como aplicar as boas práticas pedagógicas com turmas superlotadas, concursos públicos cada vez mais raros e profissionais contratados em formato temporário, o que torna as relações de trabalho precárias?

Como formar cidadãos plenos e prontos para conviver em harmonia e respeito em meio a escolas militarizadas que tolhem a livre manifestação e o livre pensar de estudantes?

Como promover o livre e pleno pensar nos e nas jovens, se o novo Ensino Médio removeu da grade disciplinas como sociologia e filosofia, e incluiu matérias como “como se tornar milionário”?

Que tipo de sociedade percebe a escola como uma ameaça, e a trata como alvo de ataques, atentados terroristas?

A lista de afazeres para esse dia mundial da educação é longa, e bem extensa. Mas professor não é super-herói. Sem a contrapartida dos governos, não há como fazer milagres. Situações como essa levaram a categoria do magistério distrital a aprovar, em assembleia, greve a partir de 4 de maio.

Reivindicamos itens importantes como a incorporação de gratificações (Gase e Gaped, por exemplo) e melhorias no processo de progressão na tabela salarial. Além disso, melhores condições de trabalho, nomeação de todos os aprovados e aprovadas do último concurso público, e a valorização de todos os profissionais da educação, efetivos(as), temporários(as), aposentados(as) e da ativa.

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28 de abril – Dia Mundial da Segurança e Saúde no Trabalho

Em 28 de abril de 1969, a explosão em uma mina localizada no estado de Virginia, nos Estados Unidos, matou 78 mineiros. Desde então a fatalidade é lembrada em todo o mundo em memória às vítimas de acidentes e doenças relacionadas ao trabalho. Em 2003 a data foi instituída pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) como o Dia Mundial da Segurança e Saúde no Trabalho, data instituída oficialmente no Brasil por meio da Lei nº 11.121/2005.

Segundo dados da Previdência Social de 2018 (última estatística disponível), após uma queda de 4,78% nos acidentes de trabalho registrada de 2016 para 2017, passando de 585.626 para 557.626, o Brasil registrou um aumento de 3,47% nos acidentes de trabalho de 2017 para 2018, passando para 576.951. Neste cenário de adoecimento no ambiente de trabalho, os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais se colocam, infelizmente, entre os(as) mais atingidos(as).

O ambiente escolar, que deveria ser visto como centro de formação intelectual, de desenvolvimento e aprendizagem, um espaço construído para segurança, saúde e proteção, tem sido palco do descaso por parte dos governantes, fato que coopera para o adoecimento da categoria. Escolas sem acessibilidade, excesso de alunos(as) em sala de aula, naturalização de violências, discursos totalitários, entre outros problemas geram uma série de problemas de saúde no magistério público.

Para a psicóloga Luciene Kozicz, um ambiente de trabalho seguro e saudável como princípio é um direito fundamental no mundo do trabalho. Porém, os últimos dados do Ministério da Previdência revelam que ainda é preciso investir muito em prevenção para que esse direito seja garantido. “Prevenir significa impedir que professores, orientadores educacionais se sobrecarreguem pelo excesso de alunos em sala, disponibilizar equipes multidisciplinares na escola para atender as diversidades e realizar a inclusão social, que é muito diferente de jogar alunos para dentro de prédios, oferecer recursos didáticos como suporte experimental no desenvolvimento das aulas e na organização do processo de ensino e de aprendizagem dos educandos, propiciar espaços de diálogo para que machados e revólveres não matem diferenças”, ressalta.  

A coordenadora da Secretaria de Assuntos da Saúde do Sinpro, Elbia Pires, enfatiza que distúrbios osteomusculares e transtornos mentais e comportamentais continuam sendo os campeões em afastamento do ambiente laboral. “Vivemos um cenário de adoecimento dentro e fora da escola. Convivemos com um culto à violência, de propagação da intolerância, fato que reflete no ambiente escolar. Isto tem sido visto em atos terroristas que culminaram na morte de professores e alunos. Tudo isto coopera para o adoecimento da nossa categoria. Precisamos lutar para que esta realidade mude imediatamente”, comenta a diretora, complementando que o descaso do governo com os professores e orientadores educacionais é mais um motivo de adoecimento. “Estamos há oito anos sem reajuste salarial, convivemos com salas lotadas, falta de estrutura e com o descaso do GDF com a educação. Por isso entraremos em greve a partir do dia 4 de maio”, finaliza.

 

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Greve da Educação é tema de avatar; personalize o seu

Professores(as), orientadores(as) educacionais e todas as pessoas que defendem a educação pública poderão personalizar o avatar das redes sociais para mostrar que apoiam a greve da educação no DF. A ferramenta foi disponibilizada pelo Sinpro-DF é de fácil usabilidade.

A estratégia se soma a outras ações que fortalecem a greve do magistério público do DF, que iniciará no dia 4 de maio, por decisão da assembleia realizada no último dia 26.

O Sinpro orienta que toda a categoria e a sociedade em geral deem amplitude às ações desenvolvidas para fortalecer o movimento grevista. É fundamental que todos e todas mobilizem suas escolas, conversem com colegas e com a comunidade escolar para a construção da greve.

Veja como personalizar seu avatar:

1- Acesse o link https://twibbon.com/support/greve-professores-2023

2- Clique no botão verde (Login to Add Twibbon). Você precisará ter uma conta no Facebook ou no Twitter para prosseguir;

3- Escolha a rede por onde quer fazer o login (Facebook ou Twitter);

4- Você terá a opção de usar a imagem que aparece automaticamente ou usar uma outra. Para isso, clique em “trocar imagem” (change image);

5- Clique no botão verde grande, à direita, onde está escrito “criar Twibbon para o Facebook” (Create Twibbon for Facebook)

6- Faça o download da imagem clicando no botão verde (Download Image);

7- Pronto. É só aplicar a foto nos perfis das suas redes sociais.

Dica: caso você faça a personalização do seu avatar pelo celular e, ao clicar no link, der “página não encontrada”, desabilite a conexão wi-fi e utilize seus dados móveis.

Acesse a imagem em PNG aqui

Luta
A categoria do magistério público aprovou a greve a partir do dia 4 de maio devido ao descaso do GDF com a educação. A categoria está há 8 anos sem reajuste salarial, o que fez com que o vencimento básico desses profissionais fique abaixo do Piso Nacional do Magistério. Para mitigar as perdas impostas, a reestruturação da carreira se tornou um dos principais eixos da Campanha Salarial 2023.

Entre as possibilidades viabilizadas com a reestruturação da carreira estão a incorporação da Gaped/Gase, a garantia de melhorias para a progressão na tabela salarial, a implementação de benefícios para professores(as) de contrato temporário, a valorização de aposentados e aposentadas, e vários outros pontos.

Leia mais sobre a assembleia que aprovou a greve no link https://bit.ly/3AvYuNP

 

 

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Categoria aprova greve, que começa em 4 de maio

Sob arrocho salarial há oito anos, vendo sua qualidade de vida e suas condições de trabalho piorarem a cada dia, a categoria do magistério público do DF aprovou greve, que começa em 4 de maio, em assembleia geral realizada na manhã desta quarta (26). Ao final da assembleia, os e as participantes saíram em caminhada pelo Eixo Monumental até o Palácio do Buriti.

A greve começará dia 4 de maio, cumprindo os trâmites legais. Até lá, é fundamental que todos e todas mobilizem suas escolas, conversem com seus colegas e com a comunidade escolar para a construção da greve. Vamos ampliar a adesão ao movimento e pressionar o governo para que os resultados da negociação sejam positivos para a nossa categoria! Queremos reestruturação da carreira já!

A comissão de negociação informou que, em reunião com o Sinpro na segunda-feira (24), a Casa Civil, representando o GDF, assumiu o papel de coordenar a negociação sobre a reestruturação da carreira do magistério público. As secretarias de Economia e de Educação também participarão do processo. Uma nova reunião foi agendada para 3 de maio.

Na pauta, estarão itens importantes como a incorporação de gratificações (Gase e Gaped, por exemplo) e melhorias no processo de progressão na tabela salarial. Além disso, melhores condições de trabalho, nomeação de todos os aprovados e aprovadas do último concurso público, e a valorização de todos os profissionais da educação, efetivos(as), temporários(as), aposentados(as) e da ativa.

Essa reunião foi uma vitória importante da pressão que a categoria vem exercendo sobre o governo desde a assembleia de 14 de março, com mobilização nas cidades e debates dentro e fora das escolas. Além disso, a articulação com a Câmara Legislativa tem sido produtiva e contribui para que as reuniões de negociação aconteçam.

Professores(as) e orientadores(as) educacionais do DF reivindicam a manutenção da reunião agendada, e que o governo encontre uma saída para a greve! Sempre dissemos que a responsabilidade sobre a greve estava nas mãos do governo. Agora, o desfecho do movimento depende do governo!

Todos às escolas para ampliar a adesão, fortalecer o movimento e fazer uma assembleia histórica dia 4 de maio!

Quinta é dia de cinema

No dia do Sinpro no cinema, do Liberty Mall, quem ganha é você! Professores(as) e orientadores(as) educacionais, pagam 10 reais na entrada, com direito a um acompanhante que pagará o mesmo valor. Para aproveitar o benefício, é preciso ser sindicalizado(a) e apresentar a carteirinha válida, em versão física ou digital. Esqueceu a carteirinha? Não tem problema. Você pode apresentar o último contracheque com o desconto da contribuição sindical.

 

“Esse projeto, em forma de parceria, busca fomentar e incentivar o acesso ao cinema e proporciona à categoria a reaproximação a essa tão importante fonte histórica de cultura e lazer que foi tão dificultada em tempos de pandemia e dos governos atuais que lutam para inviabilizá-la”, afirma o diretor Bernardo Távora, coordenador da Secretaria de Assuntos Culturais do Sinpro.

 

Fique ligado(a)

Todas as quintas-feiras, publicaremos a programação com os filmes que estarão em cartaz no Liberty Mall, para que você possa aproveitar e se programar logo cedo.

 

Novo golpe na praça. Fique atento e não caia nessa

O Sinpro identificou uma nova modalidade de golpe aplicada por criminosos contra os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais. Nos últimos dias um professor foi contatado por um suposto funcionário do escritório Mendonça Neiva Advocacia informando que o processo do educador já estava classificado como Restituição de Direito Adquirido (RDA). A exemplo de outras tentativas de golpe praticadas, os golpistas solicitam contato imediato para a liberação do valor e o pagamento para os trâmites jurídicos. É golpe!

Em nenhum momento ou sob qualquer hipótese o sindicato pede dinheiro para a liberação de precatórios. Além da atenção redobrada em não enviar dinheiro para os criminosos, é importante ter cuidado e não clicar em links suspeitos, não baixar arquivos sem verificar a procedência e não enviar sua documentação a não ser que tenha certeza que é para o Sinpro. Em caso de dúvidas, ligue para o sindicato.

Confira abaixo algumas modalidades de golpe:

 

No exemplo a seguir, eles se apresentam como um advogado de um antigo escritório que não presta mais serviços ao Sinpro. Essas e outras abordagens fazem parte de uma série de mensagens enviadas a professores(as) e orientadores(as) educacionais negociando o recebimento de precatórios. Cuidado! O Sinpro e os escritórios de advocacia parceiros não pedem depósitos ou transferências para receber benefícios. Fique atento(a) às mensagens. Em caso de dúvidas, entre em contato pelos números: 3343-4200 / 3343-4201.

 

Confira a abordagem criminosa utilizada pelos golpistas:

 

Fique atento(a) aos tipos de golpes aplicados pelo WhatsApp

Em um novo formato de golpe para lesar a nossa categoria, criminosos têm procurado professores e professoras que têm precatórios a receber, apresentando-se como uma suposta funcionária do escritório Resende Mori Fontes chamada “Joana Vasconcelos”.

 

Em outros casos, uma mulher se apresenta como dra Luiza Franco de Castro, falsa advogada, e faz contato pelo WhatsApp (61) 9945-7295 e pelo (61) 9643-1866. O Sinpro e o escritório Resende Mori Fontes alertam que essas funcionárias não existem, e destacam, mais uma vez, que os(as) advogados(as) do Sinpro jamais pedirão dinheiro para liberação de precatórios, para se obter vantagens processuais e muito menos ameaçarão parar o processo caso não seja depositada alguma quantia em dinheiro. Isso é golpe!

 

Confira abaixo as mensagens que têm sido enviadas a professores(as) nessa nova abordagem:

 

 

Atenção: os golpistas estão informando um número de telefone fixo muito parecido com o contato verdadeiro do escritório Resende Mori Fontes. O telefone correto do escritório de advocacia é o (61) 3031-4400. Confira abaixo a mensagem com o número errado informado pelos criminosos.

 

Fique atento(a)! O Sinpro funciona nos endereços descritos no link a seguir e o telefone correto do escritório Resende Mori Fontes é o (61) 3031-4400.

Fale Conosco

 

Os golpistas também mandam falsas ordens de pagamento e documentos de arrecadação tributária, em PDF, fraudando a marca do TJDFT e do escritório Resende Mori Fontes. Confira os modelos abaixo e não caia em golpes:

Por e-mail

 

 

Diversas abordagens

Escutem os áudios a seguir e observem o modus operandi dos golpistas em outras situações:

 

Golpes pela Internet

O Sinpro pede a todos e todas para não se deixarem cair em golpes. Fiquem atentos(as) às “modalidades” de golpe de extorsão de dinheiro. A cada nova abordagem, os(as/es) bandidos(as/es) se aperfeiçoam e procuram facilitar e aligeirar o furto de dinheiro de quem tem processos a receber. É preciso ter cuidado e boa observação para não cair no golpe. Não é porque seu nome completo e CPF constam na mensagem, que ela é verdadeira (esses dados podem ser facilmente coletados na Internet). O Sinpro-DF recebe, diariamente, várias denúncias de professores(as/es) e orientadores(as/es) educacionais acusando o recebimento de mensagens que usam o nome do Dr. Lucas e do seu escritório. Nessa modalidade de golpe, uma pessoa diz, na mensagem, que foi autorizada a ordem de pagamento do processo e, em seguida, solicita que o(a) professor(a) ou orientador(a) educacional entre em contato com uma advogada pelos telefones 2626-5741 e 99859-9031. Tudo isso não passa de manobra criminosa para lesar pessoas com processos judiciais e financeiros movidos pelo sindicato. Preste atenção às mensagens! Não caia no golpe! Denuncie! O Sinpro e os escritórios de advocacia ligados a ele NÃO solicitam que sejam feitos depósitos para liberação de valores.

 

Para facilitar a compreensão de todos(as) sobre as estratégias utilizadas pelos(as) golpistas, seguem todas as versões usadas e denunciadas ao Sinpro:

 

Golpe 1

Criminosos entram em contato com professores(as) e orientadores(as) educacionais aposentados(as) informando sobre atualizações no processo de piso salarial e correções monetárias. Os golpistas, que se passam por funcionários do Escritório Resende Mori e Fontes, dizem que a suposta atualização, que na verdade é mais um golpe, diz respeito à cobrança de juros, correção monetária e pelo atraso do pagamento da folha salarial de 2015. Sob o argumento de liberar os valores das ações coletivas e repasse dos pagamentos em atraso, os criminosos pedem para que o(a) professor(a) ou orientador(a) educacional entre em contato com o suposto escritório. Ao ligar, o(a) aposentado(a) é informado que para receber o suposto valor deve depositar um valor na conta para o pagamento de custas advocatícias. O Sinpro volta a afirmar que nem o sindicato, nem os escritórios de advocacia ligados a ele, solicita que sejam feitos depósitos para liberação de valores. A Secretaria de Assuntos Jurídicos ainda ressalta que sindicato não tem processos referentes a piso salarial. Portanto, fique atento e não caia neste golpe.

 

Golpe 2

Uma mensagem enviada por WhatsApp, com foto de perfil com a marca do Sinpro, por um número que não é do sindicato, (61) 99872-4892, informa sobre o assunto: LIBERAÇÃO DO PRECATÓRIO EM FASE DE PAGAMENTO EM REGIME ESPECIAL, com os nomes dos advogados Drª Maria Rosali Barros ou Dr. Lucas Mori, indicando os números (61) 4042-0924 | WhatsApp: (61) 99840-3650 como contatos. Ao final, os golpistas colocam a observação falsa de que o sindicato não está atendendo presencialmente, em virtude os período pandêmico. Fique atento(a)! Isso é golpe! O Sinpro-DF está atendendo, normalmente, de forma presencial, das 8h às 17h, nas sedes e subsedes.

 

Golpe 3

Criminosos ligam para a casa de educadores(as) informando que foi liberado o alvará de precatório para pagamento. Em seguida, dizem que a vítima tem mais de R$ 100 mil para receber, pedem para ligar no número 99639-2111 e solicitam depósito de um valor na conta: NEXT 237 – AG: 3728 – CONTA 609240-3 (Anderson Fabio de Oliveira – CPF: 031.729.793-77). É importante ficar atento, pois a conversa é feita em aplicativo com perfil que leva a foto do logo do Sinpro-DF.

 

Golpe 4

Para o furto via telefone, usam vários nomes. O nome “Cláudia Maria Rodrigues”, que utiliza o telefone fixo 3181-0041 e o celular/WhatsApp, 96519820, é um dos denunciados pela categoria. O Sinpro-DF informa que o nome “Cláudia Maria Rodrigues”, utilizado pela quadrilha, pertence a uma advogada que também está sendo duramente prejudicada pelo bando. Ela avisou ao Sinpro-DF que já denunciou o caso à polícia e tem Boletim de Ocorrência para comprovar o uso indevido do nome dela. O outro nome usado é “Leonardo Mota” (Núcleo Bancário), com o telefone 3181-0285. Um terceiro nome identificado é “Dr. Marcelo Ricardo”, com o número de telefone 99849-7364.

 

Golpe 5

Para extorquir dinheiro das vítimas, a pessoa que realiza a chamada se passa por diretor, ex-diretor ou funcionário da Secretaria de Assuntos Jurídicos, Trabalhistas e Socioeconômicos do Sinpro-DF. Segundo denúncias realizadas ao Sindicato, em alguns casos, o golpista se apresenta como Dr. Daniel ou Dr. Dimas, e chega a utilizar em sua foto de perfil de WhatsApp a logomarca do Sinpro-DF. Em seguida, o farsante solicita depósito em conta bancária vinculada a uma suposta pessoa com nome de Priscila.

 

Golpe 6

Outra modalidade é o golpe com transferência por PIX. Assim como os outros métodos, o golpista solicita um valor para liberar uma quantia à vítima. No caso de transferência por PIX, não há um sistema de retorno ou cancelamento do envio.

 

Golpe 7

Nesta modalidade, o golpista envia à vítima, via WhatsApp ou e-mail, documento simulando papel timbrado do Tribunal de Justiça do DF e Territórios (TJDFT). O documento ainda leva o nome de dirigentes do Sinpro-DF. No último relatado ao Sinpro-DF, constava o nome da dirigente Silvia Canabrava. O envio é feito posteriormente a uma ligação, em que o criminoso confirma vários dados da vítima, como nome completo, CPF e nome do pai e da mãe.

 

Golpe 8

O golpe mais recente consiste no envio de carta nominal, com logomarca de escritório de advocacia fantasma. O documento falso é enviado pelos Correios e traz uma série de argumentos jurídicos bem fundamentados, além de endereço de e-mail, telefones e assinatura com registro da OAB.

 

Golpe 9

O primeiro golpe de 2022 chega por WhatsApp e vem supostamente do “Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios, DF”. É nominal, informa que o pagamento do precatório referente ao processo da pessoa está liberado para a data de hoje, “primeira ou segunda parcela”. O titular deverá entrar em contato com uma “Dra. CHRYSTIANE MAIA GUERCO FARIA LUCAS MORI (OAB: 38015/DF)” para solicitação do recolhimento dos alvarás de liberação do precatório, nos telefones (061) 99687-2994 ou (061) 99667-9219 (outros números também são usados nesse golpe), e se a pessoa não entrar em contato até às 15h, deverá esperar “uma segunda chamada com carência de tempo de 5 a 10 anos”. Mas é golpe.

 

Golpe 10

Na nova modalidade criminosa, os bandidos ligam pelo telefone 3322-1515 – contato oficial do Banco de Brasília (BRB), mas clonado – informando que o banco fez um PIX por engano para a conta do(a) professor(a) ou orientador(a) educacional, solicitando a devolução do valor. Além deste procedimento, os estelionatários também ligam dizendo ser de uma empresa jurídica ligada ao BRB, fazendo a cobrança de tarifas não pagas. Na maioria das vezes, os falsários enviam um link ou pedem dados para “corrigir o problema” e até mesmo solicitando dinheiro. Não abra o link, não forneça dados ou transfira qualquer quantia em dinheiro. Trata-se de um golpe!

 

Golpe 11

Em mais uma versão utilizada pelos estelionatários, um professor foi contatado e informado que havia sido autorizado o pagamento de R$ 108 mil referente ao precatório do Ticket Alimentação, ação movida por um suposto escritório jurídico do Sinpro. Porém, para receber o dinheiro, o educador deveria pagar as taxas, valor totalmente indevido, uma vez que o sindicato nunca solicita nenhum tipo de transação bancária para que professores(as) e orientadores(as) educacionais recebam vantagens financeiras. Para identificar se a ligação é um golpe, basta ficar atento ao pedido de qualquer tipo de taxa/valor/dinheiro para recebimento de precatório. Caso a pessoa peça dinheiro, tenha a certeza que se trata de um golpe!

 

Golpe 12

No dia 11 de novembro, o Sinpro recebeu denúncias de que várias pessoas da categoria estão recebendo mensagem de WhatsApp sobre um falso pagamento de precatório. A pessoa da mensagem diz que é do escritório de advocacia e tenta aplicar o crime de extorsão. Uma das vítimas percebeu a tentativa de golpe e avisou o Sinpro que recebeu a mensagem pelo WhatsApp do próprio celular e também pelo da filha dela. “Desconfiei, pois o número era diferente do que eu tinha na Procuração do escritório dos advogados Resende – Mori Fontes –. Liguei para o escritório e a moça que me atendeu me disse ser golpe. O telefone era totalmente diferente dos telefones do escritório. Fiz o print da mensagem e enviei para o e-mail que ela me indicou”. A mensagem inicia com o nome do escritório e o da vítima e segue um texto dizendo que “a Câmara de conciliação de PRECATÓRIOS, informa o resultado do julgamento das propostas de acordo do ultimo loto, nos termos do edital (21/06/2021)”. É escrito assim mesmo, repleto de erros gritantes de português e, após isso, prossegue com um texto repleto de informações erradas.

 

Golpe 13

Supostos parentes fazendo pedidos de envio de PIX de um telefone “provisório” parece não ter mais tanto efeito no mundo dos golpes bancários. Agora, a pergunta feita pelos golpistas é: reconhece esse PIX feito da sua conta bancária? A estratégia é a seguinte: é feita uma chamada telefônica supostamente do BRB, de um número que realmente coincide com o do banco (3322-1515). Na ligação, a funcionária fake pergunta se a vítima reconhece uma transferência via PIX realizada de sua conta bancária. Ao negar a transação, a vítima recebe um número de protocolo e é encaminhada para um pseudo “setor responsável pela segurança bancária”. O golpista que se passa pelo responsável do “setor” solicita que a vítima abra o aplicativo do BRB, mantenha-o aberto, vá até a loja de aplicativos e baixe a atualização do app do banco. Ao fazer a atualização, o golpista consegue todos os dados pessoais e bancários da vítima. Outra estratégia é pedir para que a vítima desligue e ligue de volta para o BRB, no número 3322-1515. Quando a pessoa realiza a chamada, o golpista intercepta a ligação e captura dados solicitados, como senha bancária numérica e dados como data de nascimento e CPF. É importante lembrar que os bancos não entram em contato por telefone com correntistas. Dados pessoais e bancários, de forma alguma, devem ser passados via telefone ou qualquer outra forma de comunicação não presencial. O Sinpro ainda reforça que não solicita qualquer depósito bancário para liberação de processos jurídicos.

 

Confira nas matérias, a seguir, as modalidades e o modus operandi:

Sinpro alerta categoria sobre os golpes de internet

 

Atenção, não caia no golpe!

 

Sinpro informa que criminosos continuam aplicando o golpe na categoria

 

 

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Audiência pública: Sinpro defende fortalecimento das escolas e de profissionais de educação

Na noite desta segunda-feira, 24 de abril, aconteceu audiência pública sobre a violência contra as escolas. De iniciativa do deputado distrital Gabriel Magno, a atividade aconteceu no auditório da Escola Parque 303/304 Norte, e debateu ações para defesa e fortalecimento das escolas, com políticas de convivência e cultura de paz.

A diretora do Sinpro-DF Luciana Custódio compôs a mesa de debates representando o sindicato. Também participaram da audiência: Gabriel Magno (deputado distrital); Erika Kokay (deputada federal); Tony Marcelo (coordenador do Plano de Paz da Secretaria de Educação do DF); José Sávio Ferreira (subsecretário de Prevenção à Criminalidade da Secretaria de Segurança Pública); Anderson Pereira de Andrade (Proeduc); Professora Dra. Liliane Campos Machado (diretora da Faculdade de Educação da UnB); Lucas Cruz (União dos Estudantes Secundaristas do DF); Tamara Levy (Sindicato dos Psicólogos do DF); e Rejane Pitanga (ex-deputada distrital, ex-presidenta da CUT-DF e ex-diretora do Sinpro-DF).

Para Luciana, evitar violência contra escolas depende de investimento em educação pública e valorização daqueles e daquelas que nela atuam: “Precisamos de medidas preventivas que só políticas públicas podem garantir”, disse ela. “Precisamos de concurso público, de nomeações, porque quando o profissional tem estabilidade, pode construir a continuidade do seu trabalho e o seu pertencimento àquela comunidade. Assim, torna-se mais possível identificar riscos e vulnerabilidades”, completou ela.

O Sinpro-DF aproveitou a atividade para relançar a campanha Quem bate na escola maltrata muita gente, ampliando-a para diversos motes. Um deles afirma que escola não é lugar de ter medo, escola é lugar de ser feliz. “Os professores e professoras vivenciaram um processo de institucionalização da criminalização da sua atividade. Isso também faz parte do recrudescimento da violência”, pontuou Luciana.

Ela também exaltou a importância do trabalho de professores(as), orientadores(as) educacionais, psicólogos(as) e demais profissionais em atividade na escola, e destacou que a valorização desses profissionais é fundamental para fortalecer a escola. Outro aspecto citado foi a importância do oferecimento de condições adequadas para a aprendizagem.

 

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Governo Lula amplia vacina bivalente contra covid-19 para todos acima de 18 anos

Toda a categoria do Magistério Público, estudantes e servidores(as) técnico-administrativos(as) com idade a partir dos 18 anos já podem tomar o reforço contra a covid-19 com a vacina bivalente. A boa notícia foi anunciada pelo Ministério da Saúde (MS) nessa segunda-feira (24).

O MS destaca que a dose bivalente deve ser tomada por quem está com o esquema vacinal, praticamente, em dia. Segundo dados do MS, essa ampliação da campanha de vacinação contra covid-19 com a dose de reforço bivalente para toda população acima de 18 anos de idade vai favorecer cerca de 97 milhões de brasileiros poderão ser vacinados.

Quem pode tomar a bivalente?

Só pode tomar a dose bivalente quem recebeu, pelo menos, duas doses de vacinas monovalentes (Coronavac, Astrazeneca ou Pfizer; ou, ainda, a dose única, no caso da Janssen) no esquema primário e teve o primeiro reforço há, no mínimo, 4 meses. Ou seja, a dose mais recente deve ter sido tomada há 4 meses. Quem está com dose em atraso, pode procurar também as unidades de saúde.

O Sinpro continua com a campanha permanente em defesa da vida e contra o negacionismo e alerta para o fato de que a covid-19 continua fazendo vítimas. Dados do MS dessa segunda-feira (24/4), indicam que Brasil registra 37.407.232 casos confirmados de Covid-19. Desses, 49.140 foram registrados nos sistemas nacionais durante a Semana Epidemiológica (SE) 15.

O MS também informa que os dados da covid-19 dessa segunda (24/4) foram atualizados por meio de dados enviados ao ministério pelas Secretarias de Saúde estaduais, municipais e do Distrito Federal. Em relação aos óbitos, o País tem, hoje, 701.215 mortes por coronavírus. Na SE 15, foram registrados 404 óbitos nos sistemas oficiais. 

Vacina salva vidas

O ministério ressalta que as vacinas têm segurança comprovada, são eficazes e evitam complicações decorrentes da covid-19. A ampliação das doses bivalentes, segundo o site da Pasta, tem “o objetivo de reforçar a proteção contra a doença e ampliar a cobertura vacinal em todo País”.

Segundo dados da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) de 19 de abril, “globalmente, até 11h04 do dia 19 de abril de 2023, houve 763.740.140 casos confirmados de covid-19, incluindo 6.908.554 mortes, relatadas à Organização Mundial de Saúde (OMS). Até 16 de abril de 2023, um total de 13.321.463.740 doses de vacina foram administradas”.

No início de abril, por ocasião do 75º ano da OMS, o site Metrópoles informou que haverá uma nova reunião do Comitê de Emergência da OMS no início de maio, “quando especialistas do grupo vão avaliar se a covid-19 ainda representa uma emergência internacional de saúde pública, o nível mais alto de alarme da entidade”. Somente após essa reunião, a OMS poderá decretar ou não o fim da pandemia do novo coronavírus. Enquanto isso, é preciso vacinar para acabar com esta pandemia.

Movimento Nacional pela Vacinação com a bivalente

Informações da Agência Brasil indicam que a campanha de imunização com a vacina bivalente foi iniciada em fevereiro com foco nos(as) idosos(as) de 60 anos ou mais, pessoas que vivem em instituições de longa permanência, pessoas imunocomprometidas, indígenas, quilombolas, ribeirinhos, gestantes e puérperas, profissionais de saúde, pessoas com deficiência permanente, presos e adolescentes em medidas socioeducativas e funcionários de penitenciárias.

“Até o dia 20 deste mês, mais de 10 milhões de pessoas já tinham tomado o reforço bivalente, sendo 8,1 milhões idosos, conforme dados divulgados pelo ministério”, afirma a Agência Brasil. A vacinação com a bivalente faz parte da campanha Movimento Nacional pela Vacinação, deflagrada em 27 de fevereiro deste ano, pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB). O evento que iniciou a campanha ocorreu na Unidade Básica de Saúde (UBS) 1, no Guará (DF), e contou com a presença da ministra da Saúde, Nísia Trindade.

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Saúde mental | Ataques às escolas ampliam debate sobre investimento em suporte psicológico

O país ainda discute formas de prevenção e o combate a atos de violência contra as comunidades escolares que cresceram nos últimos 21 anos. De acordo com estudo do Instituto de Estudos Avançados da Unicamp, ao menos 23 escolas do Brasil foram vítimas de ataques desde 2002, com 36 mortes e a perda de 24 estudantes, cinco professores, outros dois profissionais de educação e cinco alunos e ex-alunos, responsáveis pelos ataques. 

Ao mesmo tempo em que buscam por repostas, organizações em defesa das escolas públicas, como a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) cobram medidas imediatas.  Entre elas, a ampliação do investimento em programas que oferecem apoio psicológico tanto para tratar casos em que se identifica um potencial agressor, quanto para cuidar dos estudantes e profissionais dos colégios que seguirão a conviver no ambiente onde houve um ato terrorista.

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Segundo mapeamento realizado pela Secretaria da Educação do Estado de São Paulo e pelo Instituto Ayrton Senna apresentado em 2022, 70% dos estudantes e das estudantes da rede estadual apresentam sintomas de depressão e ansiedade. Ainda de acordo com a pesquisa, 5,7% apontaram conviver com situações de violência psicológica frequentemente e 3,8% disseram presenciar violência física em casa com muita frequência.

Alerta contra ataques

O cenário de violência pode ser ainda pior, caso não exista uma resposta imediata. De acordo com a Polícia Civil do Estado de São Paulo, houve um aumento no número de planos de possíveis ataques após o atentado contra a Escola Estadual Thomazia Montoro, na capital paulista, no último dia 27, e aos menos 279 planos de ataques foram identificados em apenas uma semana.

A corporação frustrou dezenas de possíveis atos violentos em escolas em 11 e 12 de março, quando agentes cumpriram sete mandados de busca e apreensão nos municípios de São José dos Campos, Caçapava e Tupã, com a prisão de três adolescentes e a apreensão de celulares, facas, máscara e chips de telefonia.

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Apesar da gravidade da situação, em muitos estados, como São Paulo, o suporte psicológico foi encerrado, como ocorreu no início da gestão de Tarcísio de Freitas (Republicanos), que suspendeu em fevereiro, na rede estadual paulista, o programa Psicólogos na Educação, que prestava serviços de assistência a saúde mental. Em muitos estados e cidades este tipo de programa nunca existiu.

Para a editora do site El Coyote, Letícia Oliveira, que monitora grupos de extrema direita há 11 anos, o combate aos discursos e aos grupos que incentivam discursos de ódio precisa ocorrer em várias frentes para que se obtenha sucesso.

“Quando falamos sobre cooptação, devemos considerar não só os grupos organizados de extrema-direita, mas também o discurso, que já é uma forma de enredar esses adolescentes que se sentem acolhidos. Há um componente de saúde mental forte, mas é um problema que é multifatorial. Isso vai desde a ampliação do acesso de crianças e adolescentes ao discurso durante o período da pandemia, quando a socialização diminuiu e perdemos mediadores presenciais que poderiam rebater esses valores, até o processo de imitação que ocorrer a partir da divulgação de vídeos e das terroristas que podem contribuir para pessoas que tenham gatilhos emocionais e psiquiátricos para a violência”, analisa.

Saúde mental em destaque

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), saúde mental é “um estado de bem-estar mental que permite às pessoas lidar com os momentos estressantes da vida, desenvolver todas as suas habilidades, aprender e trabalhar bem e contribuir para a melhoria de sua comunidade”.

Uma situação contrária ao que se tem visto nas escolas a partir da desvalorização dos profissionais da educação e da introdução de projetos como o Escola Sem Partido, que persegue professores e ataca a autoridade em sala de aula, que enfrenta dificuldades de discutir questões como o respeito à diversidade.

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Dados do Departamento de Análise de Dados do Sistema Único de Saúde (Datasus), apontam que o total de óbitos por lesões autoprovocadas dobrou nos últimos 20 anos, passando de 7 mil para 14 mil. Dados anteriores à pandemia já indicavam episódios depressivos como a principal causa de pagamento de auxílio-doença não relacionado a acidentes de trabalho, correspondendo a 30,67% do total, seguida de outros transtornos ansiosos (17,9%).

Uma pesquisa realizada pela Universidade Federal de Pelotas (UFPel), no Rio Grande do Sul, com 2,6 mil pessoas, revelou em outubro de 2022 cenários elevados de insuficiência de atividade física (67,2%), depressão (19%), ansiedade (30%), insegurança alimentar (33,3%) e persistência de sintomas pós-infecção (75%), a Covid longa. 

SOS

O primeiro passo para descobrir o melhor caminho para o atendimento e obter ajuda é procurar uma unidade de atendimento médico no bairro por meio de Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e Unidades Básicas de Saúde (UBSs).

Em muitos estados, as universidades públicas prestam serviços gratuitos de atendimento psicológico. 

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Assembleia Geral dia 26/4, às 9h30, no estacionamento da Funarte

O Sinpro informa que a Assembleia Geral da categoria com paralisação e indicativo de greve será realizada no dia 26 de abril (quarta-feira), às 9h30, no estacionamento da Funarte.

 

A Assemblei Geral faz parte do calendário de mobilização. “Todas as atividades estão no calendário de mobilização aprovado na Assembleia Geral do dia 14 de março, que aprovou indicativo de greve”, lembra Luciana Custódio, coordenadora da Secretaria de Finanças do Sinpro-DF.

 

Ela também destaca os princípios da Campanha Salarial 2023: “Isonomia e paridade são princípios da nossa campanha. Nossa pauta atinge toda a categoria: efetivos e contratos temporários, ativos e aposentados”, explica a diretora.

 

A Campanha Salarial 2023 da categoria do magistério público do DF está a todo vapor nas ruas, nas TVs, nas redes sociais e na categoria. Para o público brasiliense, o Sinpro divulgou vídeos da campanha na TV, em outdoors em toda a cidade e nas redes digitais. Clique na matéria a seguir e confira:

 

Assembleia Geral dia 26/4 com paralisação e indicativo de greve: acesse os materiais da Campanha Salarial 2023

Confira os locais de saída dos ônibus

 

O Sinpro-DF disponibilizará transporte aos(às) professores(as) e orientadores(as) educacionais para participarem da Assembleia Geral com paralisação e indicativo de greve, nesta quarta-feira (26/4). Os ônibus sairão às 8h, de Águas Lindas, Planaltina de Goiás, Planaltina, Sobradinho, Paranoá, São Sebastião, Núcleo Bandeirante, Santa Maria, Gama, Recanto das Emas (CRE e CED Mirian Ervilha), Samambaia, Taguatinga, Ceilândia, Brazlândia, Formosa, Guará. Confira locais e horários das saídas dos ônibus.

 

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