Sinpro participa de reunião da CESC que debateu os desafios do Sistema de Gestão da SEE-DF

O Sinpro-DF participou, na sexta-feira (25), de uma reunião pública da Comissão de Educação, Saúde e Cultura da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CESC-CLDF) para discutir os problemas enfrentados por professores(as) e orientadores(as) educacionais da rede pública com o sistema de gestão da Secretaria de Estado de Educação do DF (SEE-DF). No fim da reunião, foi decidido que um plano de melhorias para o sistema será apresentado à comissão, além de uma reunião com o Ministério Público para discutir soluções.

O deputado Gabriel Magno (PT), presidente da CESC, criticou a escolha de uma empresa privada para gerenciar o sistema Educa-DF, que substituirá o atual I-Educar. “Ouvimos muitos relatos sobre dificuldades na emissão de declarações devido a falhas e instabilidades do sistema. Isso não é um problema isolado, mas afeta toda a rede. Ao analisarmos o contrato da empresa responsável pelo Educa-DF, notamos algumas incongruências. Se temos servidores nomeados e um concurso aberto para a área de tecnologia da informação, por que contratar uma empresa para fazer o que os servidores poderiam? O valor do contrato poderia contratar até 450 servidores de TI, o que nos permite nomear todos os 42 aprovados e ainda sobrar dinheiro”, destacou Magno.

O deputado enfatizou também a necessidade de proteger os dados geridos pela empresa. “É vantajoso terceirizar o sistema? Devemos garantir a proteção dos dados, que hoje são uma commodity valiosa. A falta de proteção ou regulação pode trazer consequências negativas. Quais controles existem para gerenciar os dados dos nossos alunos e servidores por uma empresa privada?”, indagou.

O Sinpro apresentou um diagnóstico da realidade nas salas de aula, relatando como, durante todo o ano, acompanhou as dificuldades do sistema por meio de sua comissão de negociação. Mônica Caldeira, coordenadora da Secretaria de Mulheres do Sinpro-DF, destacou: “Um sistema que prometeu informatizar com alta tecnologia a educação pública trouxe precarização nas condições de trabalho e na entrega de documentações, declarações, boletins e históricos para a comunidade escolar”.

A luta do Sinpro para resolver esse problema tem sido constante. O sindicato realizou várias reuniões com a Subsecretaria de Planejamento, Acompanhamento e Avaliação (Suplav) e com a Subsecretaria de Operações em Tecnologia da Informação e Comunicação (Subtic) para resolver até para pressionar a SEE-DF a fornecer o suporte de escola em escola. Além disso, a entidade orientou as escolas a registrarem todos os problemas detectados no uso da ferramenta em dossiês, os quais otimizaram a comunicação com cada escola e  com as respectivas gerências responsáveis pelo sistema porque essa comunicação não estava acontecendo.

As escolas não estavam tendo suporte da SEE-DF, mas, a partir dessa intervenção do sindicato por meio da comissão de negociação e que gerou os dossiês, essa comunicação começou a acontecer para que esse sistema avançasse.No entanto, existe um problema estrutural no sistema, que é uma internet ineficiente e liberações dentro do próprio sistema para ele funcionar dentro do horário da jornada de trabalho dos(as) professores(as).  A diretora relatou que a instabilidade do sistema tem afetado a saúde mental dos(as) professores(as).

“Trabalhar com o diário eletrônico é complicado, pois o sistema não funciona. As informações inseridas desaparecem. Os professores conseguem acessar apenas de madrugada, e ao chegar na escola, descobrem que os dados não foram salvos. O sistema, que deveria ser moderno, está precarizando o trabalho docente”, criticou Caldeira. Ela também observou que professores(as) têm de acessar o sistema de madrugada em razão da sua incapacidade de funcionar durante o horário de trabalho, e os estudantes recebem declarações e boletins fora do sistema oficial da SEE-DF, pois o Educa-DF não está emitindo documentação oficial para a comunidade escolar.

“Além disso, enfrentamos o retrabalho, fazendo registros em planilhas elaboradas pelas próprias escolas, pois as informações registradas no Educa-DF somem, e a frequência não é salva, entre tantas outras dificuldades. O magistério tem tido de arcar com essas questões para atender à comunidade escolar, prejudicando, sobretudo, a saúde mental desses trabalhadores e trabalhadoras”, ressaltou a diretora do Sinpro. Professores(as) e gestores(as) de escolas públicas também relataram suas dificuldades na reunião.

Com informações da Agência CLDF

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2º Festival de Curtas: Etapa Júri Popular vai de 25/10 a 6/11

A partir desta sexta-feira (25/10), qualquer pessoa poderá participar da etapa de avaliação Júri Popular do 2º Festival de Curtas do Sinpro – Adélia Sampaio, que, nesta edição, tem como tema “Escola É Lugar de Ser Feliz”. O processo, feito de forma on-line, vai até dia 6 de novembro. Clique AQUI para participar.

 

>> Veja os filmes selecionados para o 2º Festival de Curtas 

 

Cada pessoa poderá escolher apenas um filme entre os 25 selecionados pela Comissão Julgadora do festival. Não será possível votar em mais de um curta, mesmo que sejam de categorias distintas. O filme mais votado será premiado com R$ 2 mil e troféu. O anúncio do curta eleito pelo Júri Popular será feito dia 13 de novembro, na cerimônia de premiação, que será no Cine Brasília.

A escolha do tema desta 2ª edição do Festival de Curtas do Sinpro, “Escola É Lugar de Ser Feliz”, tem como principal objetivo incentivar estudantes e toda a comunidade escolar a refletirem sobre os fatores geradores de violência dentro das escolas, além de analisar a quem se pode atribuir a responsabilidade desse fenômeno e as ações necessárias para garantir um ambiente escolar pavimentado na cultura de paz.

 

Sinpro e a defesa constante da livre docência da Educação Física

A união da categoria mobilizada por meio da ação sindical vem buscando ações em diversas frentes para garantir o livre exercício da docência de educação física nas escolas do Brasil, a despeito do que o CREF vem tentando fazer.

O movimento da luta, mobilização e pressão do Sinpro-DF, junto com outras entidades de classe como a CNTE e diversos setores da sociedade civil e das comunidades escolares de todo o Brasil conseguiu fazer com que o CREF seja alvo de CPI, auditoria das contas e contestação de ilegalidade do estatuto. Esses e outros encaminhamentos foram feitos na audiência pública na Câmara Federal ocorrida no início de julho deste ano.

Essas e várias outras ações, como a elaboração de folder e cartaz, fazem parte da campanha do Sinpro Fora CREF das Escolas. O material impresso pode ser baixado nos links abaixo, e traz informações a respeito da obrigatoriedade de registro de professores(as) de Educação Física no Conselho Regional de Educação Física (CREF).

Baixe o folder

Baixe o cartaz

 

Luta longa e histórica do Sinpro

Desde o final dos anos 1990, o Conselho Federal de Educação Física (Confef) vem tentando obter o registro de toda e qualquer pessoa com graduação em educação física, sob o argumento de que são “profissionais de educação física”, a despeito de atuarem em sala de aula ou em academias de ginástica.

O Conselho Regional de Educação Física é o único a exigir registro de docentes da educação básica. Não se vislumbra semelhante exigência vinda dos conselhos de outras disciplinas da educação básica. Até porque conselhos regionais não têm gerência sobre regência de classe na educação básica, que é regida pelo Ministério da Educação.

O Sindicato dos Professores entende que tal decisão é juridicamente inconsistente, e vem historicamente questionando na justiça a postura do CREF. Além de a LDB não prever qualquer obrigatoriedade de registro de docentes a órgãos ou autarquias reguladoras de profissões, o(a) professor(a) responde diretamente à SEE-DF, pois foi aprovado(a) em concurso público. O Conselho Nacional de Educação – CNE ratificou esse entendimento em pelo menos dois pareceres (CNE/CEB nº 12/2005 e nº 135/2002).

 

 

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PEC 66 – Ato do Sinpro resulta em parecer do relator da CCJ excluindo artigos com prejuízos para a aposentadoria dos trabalhadores

A categoria magistério público teve, mais uma vez, a certeza de que quem luta com idealismo e transparência jamais deixará de sentir que a luta vale a pena. Ao final do ato promovido pelo Sinpro durante a tarde desta quinta-feira (24), em frente ao anexo II da Câmara dos Deputados, a assessoria parlamentar do deputado Darci de Matos (PSD/SC), relator da PEC 66 na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara, entregou para a diretoria do Sinpro um parecer retirando os artigos 1º e 3º da PEC 66, que obrigam todos os entes federativos a adotarem integralmente em seus Regimes Próprios de Previdência Social a reforma da Previdência de 2019 (Emenda Constitucional 103/2019), de Jair Bolsonaro, incluindo aumento da idade mínima para aposentadoria, tempo maior de contribuição e redução dos valores de benefícios. Confira o parecer do relator ao final da matéria.

A resposta dada pelo relator do projeto na CCJ é resultado da pressão que tem sido feita nas campanhas realizadas nas redes sociais do Sinpro, nas escolas da rede pública de ensino, somado ao ato conduzido pelo sindicato e pela mobilização dos(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais. “Isto mostra a importância da mobilização aqui (Congresso), onde as coisas acontecem, e das mobilizações feitas pelas entidades em seus estados, sendo importante que estas ações continuem em suas bases. O Brasil continua mobilizado contra esta PEC da Morte. Os deputados tiveram notícia do nosso Ato e este protocolo é a prova que a nossa mobilização deu resultado positivo. Agora é preciso continuar a luta contra qualquer tipo de ataque aos nossos direitos”, afirma a dirigente da CNTE, Rosilene Corrêa.

A luta continua mesmo, porque o caminho da PEC 66 na Câmara Federal ainda não terminou. Mesmo diante desta vitória, é preciso que a categoria mantenha a mobilização contra a PEC 66 ou enquanto persistir qualquer tipo de ameaça contra a nossa aposentadoria ou contra a retirada de direitos da classe trabalhadora.

A diretoria do Sinpro ainda tem uma reunião confirmada com o deputado Darci de Matos para a próxima semana, onde a PEC 66 estará no centro da pauta.

 

Ato contra a PEC 66

Durante a manhã vários(as) diretores(as) do Sinpro e professores(as) e orientadores(as) educacionais da base percorreram os gabinetes de deputados da CCJ e no período da tarde a categoria se uniu e mostrou que em direito trabalhista não se mexe. Em todas as falas dos(as) dirigentes sindicais presentes ao ato conduzido pelo Sinpro, o retrocesso não fazia parte do discurso. “Estamos sofrendo ameaças diversas. Ameaças à democracia, aos direitos trabalhistas, forçando milhares de professores a não se aposentarem. A nossa luta barrará esta PEC, que representa prejuízos diversos para o conjunto da classe trabalhadora”, analisa o presidente da CUT DF, Rodrigo Rodrigues.

A deputada federal Érika Kokay lembra que a PEC 66 foi bem apelidada de PEC da Morte, por retirar direitos de servidores(as). “Além de ser um golpe, é inconstitucional. Temos cláusulas pétreas e estas só podem ser retiradas com emendas constitucionais. Esta proposta não tem elementos de constitucionalidade e vamos lutar, na CCJ, para barrar estes artigos maléficos”, afirma a parlamentar.

Já o Secretário adjunto de Relações de Trabalho da CUT, Pedro Armengol, avisou que os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais não estão sozinhos(as) nesta luta. “A CUT tem programado uma série de ações e manifestações contra mais este ataque aos trabalhadores, principalmente aos professores e orientadores educacionais. Estamos juntos nesta luta e se for necessário, estaremos toda semana na porta do Congresso para mostrar nossas reivindicações”.

A diretora do Sinpro Márcia Gilda lembra que a categoria compareceu ao ato para mostrar a nossa força, a nossa coragem e para dizer não à PEC 66. “Precisamos dizer para todos que ocupam estas 513 cadeiras que eles devem representar o interesse do povo. E representar este interesse significa valorizar o serviço público e os servidores públicos, pois somos nós que entregamos todo serviço de qualidade para a nossa população. Colocaram um jabuti no meio do caminho, mas vamos dar um chute neste jabuti e dizer não à PEC 66”, finaliza a diretora.

Clique aqui e confira o parecer.

Veja o álbum completo do ato clicando AQUI.

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Quadro Negro 209 detalha a PEC 66/2023: a PEC da Morte

O Sinpro-DF lançou, neste mês de outubro, a edição nº 209 do Quadro Negro, dedicada a explicar os detalhes da Proposta de Emenda à Constituição nº 66/2023 (PEC 66/2023). Nesta edição do informativo, o sindicato destaca a grave ameaça que a PEC, conhecida como “PEC da Morte”, representa para os(as) servidores(as) públicos(as), especialmente para professores(as) e orientadores(as) educacionais do Distrito Federal (DF).

Clique no título do QN e entenda o que é a PEC 66/23 e como essa proposição irá prejudicar a sua vida:

Quadro Negro nº 209 

Originalmente voltada para o parcelamento de débitos municipais com a Previdência, a proposta foi alterada com emendas que impõem mudanças drásticas nas regras de aposentadoria. As emendas, de autoria do senador Alessandro Vieira (MDB-SE), vinculam as regras previdenciárias do Distrito Federal às diretrizes da reforma da Previdência do governo Jair Bolsonaro (PL), promovida pelo banqueiro e ex-ministro Paulo Guedes. Isso resulta em um aumento da idade mínima para aposentadoria, maior tempo de contribuição e redução de proventos.

Essas alterações não apenas ameaçam direitos conquistados pela classe trabalhadora, mas também retiram a autonomia de estados e municípios para definir suas próprias regras previdenciárias, desrespeitando o pacto federativo e a legislação brasileira. Além disso, a PEC 66 agrava a situação financeira dos(as) servidores(as) ao prolongar o tempo de espera para recebimento de precatórios, permitindo pagamentos em até 300 parcelas, o que representa mais um calote na vida dos(as) servidores(as) públicos(as).

Esse tipo de trapaça é sempre oriundo de políticos ligados à direita e à extrema direita, cujos partidos atuam em favor do mercado financeiro e de seus próprios interesses. Um deles e principal articulistas dessas medidas contrárias aos interesses da classe trabalhadora é deputado federal e presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL). O Sinpro tem denunciado as decisões antipopulares dele e, juntamente com isso, tem intensificado sua mobilização contra a PEC.

Lira persegue qualquer pessoa que enfrente seu projeto político privatista e mercantilista e contra os direitos dos(as) trabalhadores(as). Tem o hábito de cassar mandatos de parlamentares da esquerda que questionem seu comportamento. É ele que tem se empenhado em acelerar a análise dessa proposta, que inviabilizará a aposentadoria de professores, orientadores educacionais e demais servidores públicos do DF. A resposta da categoria do magistério tem sido firme.

Nesta quinta-feira (24), após uma visita ao Congresso Nacional, onde uma carta foi entregue aos parlamentares pedindo que votem contra a PEC da Morte e em defesa dos direitos trabalhistas, a categoria participou de um ato público. A manifestação, que começou às 14h30 em frente ao Anexo II da Câmara dos Deputados, foi marcada por uma paralisação das atividades.

Nesse contexto, é essencial que a indignação se transforme em ação, impedindo o avanço de políticos que atuam em benefício próprio e do sistema financeiro. A luta pela manutenção de uma aposentadoria digna e pelos direitos dos trabalhadores é mais necessária do que nunca. Na edição, você encontrará uma análise detalhada da PEC 66 e suas implicações. Junte-se a nós na luta pela justiça previdenciária! A aposentadoria é um direito!

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Sinpro visita gabinetes parlamentares contra a PEC 66

Em ação conjunta com a CUT, a CNTE e outras entidades sindicais, a diretoria do Sinpro-DF visitou, nesta quinta-feira (24), os gabinetes de deputados e deputadas federais membros da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) – instância que apreciará a PEC 66, a PEC da Morte, a qualquer momento. Professores e professoras em paralisação também se somaram à atividade.

Na ação, diretoras e diretores do sindicato dialogaram com os parlamentares sobre o desrespeito ao pacto federativo que o projeto, como um todo, representa; mas sobretudo sobre o quão nocivos são os artigos 1º e 3º, que se referem diretamente às aposentadorias dos servidores. Foi entregue uma carta com a argumentação contrária à PEC, e chamando a responsabilidade dos parlamentares em defesa da democracia e dos direitos das trabalhadoras e trabalhadores brasileiros.

“Essa foi uma das muitas ações de debate e de mobilização que o Sinpro tem encaminhado no enfrentamento à PEC 66”, destaca Márcia Gilda, diretora do Sinpro. “Precisamos derrotar esse projeto que tira nosso direito a uma aposentadoria digna. O serviço público precisa ser tratado com dignidade”, afirma ela.

Às 14h30, acontecerá um grande ato contra a PEC 66 em frente ao Anexo II da Câmara dos Deputados. Acompanhe ao vivo pelo vídeo abaixo.

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Mobilização: Sinpro leva a luta contra a PEC 66 às ruas do DF com outdoors impactantes

O Sinpro-DF popularizou a campanha contra a Proposta de Emenda à Constituição 66/2023 (PEC 66/23), conhecida como PEC da Morte, no Distrito Federal. Outdoors com imagens e mensagens do sindicato estão expostos nas principais vias da capital do País e, além de denunciar a PEC, convida a população a fortalecer a luta em defesa da aposentadoria. O texto dos outdoors enfatiza que a aposentadoria é um direito e que a proposta em tramitação no Congresso Nacional sugere regras mais rígidas para a aposentadoria em estados e municípios.

A campanha chama a população a se opor a mais esse ataque de políticos representantes de banqueiros e empresários no Poder Legislativo federal. O sindicato também lançou a edição 209, de outubro de 2024, do Quadro Negro , seu jornal impresso, totalmente dedicada a elucidar o que é a PEC 66 e a explicar os motivos pelos quais a entidade está mobilizada contra mais esse ataque a direitos trabalhistas.

No jornal, o Sinpro explica que o sistema financeiro tem pressionado, continuamente, para o Brasil se tornar um Estado mínimo com arrecadação de impostos máxima, resultando em ataques aos serviços e servidores públicos e aprofundando a desigualdade social. A PEC da Morte exemplifica essa tendência. Apresentada pelo senador Jader Barbalho (MDB-PA), a proposta prejudica severamente professores(as) e servidores(as) públicos(as) ao retirar a data limite para o pagamento de precatórios e ao igualar as regras de aposentadoria do Regime Próprio ao Regime Geral, sob as diretrizes da reforma da Previdência do governo neoliberal de Jair Bolsonaro (PL).

Essas mudanças foram aprovadas sem discussão pública e favorecem apenas os mais ricos e banca financeira privada. As emendas da PEC 66 impõem mais tempo de trabalho para todos e todas, principalmente para educadores e educadoras, aumentando em até 7 anos a permanência dos(as) profissionais no serviço público, além de exigir 40 anos de contribuição para evitar condições precárias na aposentadoria.

A PEC 66 busca aliviar o Orçamento dos governos locais por meio do uso de recursos economizados para cobrir déficits fiscais criados por isenções a setores privilegiados, como o agronegócio. A proposta também ameaça conquistas históricas, como a manutenção da idade mínima e do tempo de contribuição. Diante disso, a mobilização social se torna essencial para resistir a essas mudanças e recuperar direitos previdenciários. A luta por uma aposentadoria digna é um direito fundamental a ser defendido.

Confira a seguir o Quadro Negro 209 de outubro de 2024.

https://sinpro25.sinprodf.org.br/quadro-negro/

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Confira os locais de saída dos ônibus para o ato com paralisação contra a PEC 66, nesta quinta (24)

O Sinpro disponibilizará transporte gratuito para professores(as) e orientadores(as) educacionais que aderirem ao ato com paralisação contra a PEC 66, nesta quinta-feira (24/10), em frente ao anexo II da Câmara dos Deputados. Os ônibus sairão de 16 locais, às 13h. Confira abaixo:

 

Águas Lindas – Estacionamento do Dia a Dia
Brazlândia – Praça do Laço
Ceilândia – Estacionamento do BRB (Ceilândia Centro)
Formosa – Ao lado da Matriz
Gama – CEM 01 (CG)
Guará I – CEM 01 (GG)
Myriam Ervilha/EC Buritis
Núcleo Bandeirantes – Cemub
Paranoá – Praça Central
Planaltina – CEE 01
Recanto das Emas – Regional de Ensino
Santa Maria – CEE e EC 215
Samambaia – Estacionamento da Feira Permanente da 202
São Sebastião – Caic Unesco, passando por dentro do Mangueiral
Sobradinho – CEM 01 (Ginásio)
Taguatinga – Estacionamento ao lado da Administração do Taguaparque

 

Diante das demonstrações do presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AP), que indicam empenho em dar celeridade à apreciação da PEC que pode inviabilizar a aposentadoria da categoria do magistério público e de todos(as) os(as) servidores(as) públicos(as) do DF, o ato contra a PEC 66 será com paralisação das atividades, e não mais com compactação de horário. A mobilização está agendada para 14h30.

Para intensificar a pressão contra a PEC 66, a diretoria do Sinpro-DF também realizará nesta quinta-feira visita aos gabinetes dos(as) deputados(as) que compõem a Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados, onde tramita a proposta. A ação é aberta a toda a categoria. Concentração às 10h, no anexo II da Câmara.

Na última semana, Arthur Lira enviou a PEC 66 à CCJ, mesmo diante da pressão nacional contra a alteração na Constituição. Pelo Regimento Interno da Câmara dos Deputados, uma PEC, quando aprovada pela CCJ, deve ter o mérito analisado por uma comissão especial, em um prazo máximo de 40 sessões. Entretanto, com a Casa sob a presidência de Lira, isso não vem sendo seguido. Admitidas pela Comissão, as propostas de emenda à constituição seguem direto para o Plenário. Com isso, a PEC 66 pode ser votada antes de dezembro.

 

Leia mais sobre a luta do Sinpro contra a PEC 66

>> Sinpro leva mobilização contra a PEC 66 a escolas da rede pública do DF

>> Reforma da Previdência é jabuti na PEC 66

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>> Sinpro articula apoio de parlamentares contra PEC 66

>> Sinpro busca apoio de parlamentares contra PEC 66

> PEC 66 | PEC da Morte promete enterrar de vez direito à aposentadoria

 

Acompanhe ao vivo o ato desta quinta-feira (24):

PEC 66 avança e pode ser votada a qualquer momento; ato desta quinta (24) será com paralisação

As decisões do presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), intensificaram o calendário de lutas contra a Proposta de Emenda à Constituição 66/2023. Lira vem demonstrando empenho em dar celeridade à apreciação da PEC que pode inviabilizar a aposentadoria dos(as) professores(as), orientadores(as) educacionais do DF e todos(as) os(as) servidores(as) públicos(as) do DF. A resposta da categoria do magistério público do DF será na mesma proporção.

O primeiro passo já foi dado. O ato contra a PEC 66 agendado para esta quinta-feira (24/10) será com paralisação das atividades, e não mais com compactação de horário. A hora e o local do ato estão mantidos: 14h30, em frente ao Anexo II da Câmara dos Deputados. O Sinpro disponibilizará ônibus até o local (divulgação em breve).

Para intensificar a pressão contra a PEC 66, a diretoria do Sinpro-DF também realizará nesta quinta-feira visita aos gabinetes dos(as) deputados(as) que compõem a CCJ. A ação é aberta a toda a categoria. Concentração às 10h, no anexo II da Câmara dos Deputados.

 

 

Na última semana, Arthur Lira enviou a PEC 66 à Comissão de Constituição e Justiça, mesmo diante da pressão nacional contra a alteração na Constituição. Pelo Regimento Interno da Câmara dos Deputados, uma PEC, quando aprovada pela CCJ, deve ter o mérito analisado por uma comissão especial, em um prazo máximo de 40 sessões. Entretanto, com a Casa sob a presidência de Lira, isso não vem sendo seguido. Admitidas pela CCJ, as propostas de emenda à constituição seguem direto para o Plenário. Com isso, a PEC 66 pode ser votada antes de dezembro.

A composição da CCJ também não é favorável à luta em defesa dos serviços e dos(as) servidores(as) públicos. A presidência e a vice-presidência da são do PL. O partido vem se posicionando, de forma obstinada, em defesa de projetos e propostas que visam à implementação de um Estado mínimo. Dos 64 titulares, cerca de 10 parlamentares têm posição convicta em defesa dos serviços e dos servidores públicos.

O Sinpro alerta que, diante da conjuntura apresentada, é urgente a mobilização da categoria e a participação massiva nas atividades desta quinta-feira (24).

Pressão total
A luta contra a PEC 66 é nacional. Isso porque, além dos professores(as) e orientadores(as) educacionais do DF, todos os servidores(as) que não tiveram a Reforma da Previdência de 2019 aplicadas ao Regime Próprio de Previdência Social serão atingidos.

No caso da categoria do magistério público do DF, entre os prejuízos, está o aumento de 7 anos na idade mínima para professoras aposentarem pela regra permanente. Além disso, nesse mesmo sistema, tanto professoras como professores e orientadoras(es) educacionais precisarão ter tempo de contribuição de 40 anos para aposentar com 100% da média de todos os salários recebidos desde julho 1994 (ou desde o início da contribuição).

Articulada na marcha dos prefeitos em Brasília, a PEC 66 obriga todos os entes federativos a adotarem integralmente em seus Regimes Próprios de Previdência Social a reforma da Previdência de 2019 (Emenda Constitucional 103/2019), de Jair Bolsonaro.

Acompanhe o ato ao vivo:

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Parabéns, nomeados: a luta coletiva vale a pena!

Em meio a tantas lutas, hoje foi mais um dia de comemoração de vitórias. Na manhã desta quarta-feira, novos aprovados e aprovadas do concurso do magistério de 2022 foram à EAPE escolher a CRE.

O Sinpro-DF esteve presente na acolhida, recebendo essas pessoas que hoje se tornam servidores e servidoras públicas do Distrito Federal. Diretoras do sindicato tiraram dúvidas e auxiliaram com novas filiações, celebrando junto esse momento tão importante para o magistério público.

“Esse momento é fruto da luta coletiva da categoria por meio da ação sindical, e a luta continua por mais nomeações. Cada passo dado, cada nomeação feita, é uma vitória da luta contra a precarização do ensino público, contra o desmonte da carreira do magistério implementados por projetos neoliberais. Mais nomeações significa mais qualidade de ensino, significa profissionais valorizados e valorizadas. “É com muito orgulho e satisfação que damos as boas-vindas a todas as pessoas nomeadas na manhã desta terça-feira”, celebra a diretora do Sinpro Ana Bonina.

 

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