Escolas que não tiveram eleição em 2023 elegem diretor, vice e conselho escolar nesta quarta (23)
Jornalista: Luis Ricardo
Escolas que não elegeram Diretor(a), Vice-Diretor(a) e Conselheiros Escolares, além das unidades escolares recém-inauguradas participaram do processo eleitoral nesta quarta-feira (23). As escolas recém-instaladas poderão participar do pleito desde que os membros da comunidade escolar cumpram os requisitos exigidos pela Lei no 4.751/2012; e cujos Conselhos Escolares não estejam constituídos ou que possuam vagas dentro do quantitativo estabelecido no Anexo Único da Lei nº 4.751, de 2012.
Este é um momento significativo e de representativa vitória dos(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais, pois foi por meio de muita luta que a gestão democrática da educação básica do DF foi regulada pela Lei n.º 4.751/2012 e instituiu o processo eleitoral para escolha dos(as) profissionais como forma de participação ativa da comunidade escolar na tomada de decisões, promovendo a transparência e a gestão responsável no ensino público.
“Quando bem definida, a Gestão Democrática preserva a autonomia de todos que compõem a comunidade escolar. Fortalece os vínculos dentro da escola, aproxima escola, responsáveis e a sociedade para promover uma educação de qualidade, e que estimule o exercício da cidadania. Por isto não abrimos mão esta conquista”, salienta a diretora do Sinpro Solange Buosi.
Guará, Planaltina, Recanto das Emas, Taguatinga e Samambaia tiveram plenárias contra PEC 66
Jornalista: Alessandra Terribili
A segunda rodada de plenárias regionais para debater a PEC da Morte (PEC 66) aconteceu nesta terça-feira, 22, nas cidades de Guará, Planaltina, Recanto das Emas, Taguatinga e Samambaia. Veja fotos dos encontros no final desta matéria.
Nas plenárias, o Sinpro debateu com professores(as) e educadores(as) educacionais os prejuízos que a PEC da Morte trará para a categoria. O sindicato avalia que a proposta transfere o peso do ajuste fiscal para os(as) trabalhadores(as), que são obrigados a contribuir mais e por mais tempo, recebendo menos no final. O resultado é um futuro de incertezas para a categoria do magistério público e demais servidores(as) do DF, estados e municípios que não adotaram a Reforma da Previdência de Jair Bolsonaro.
As próximas plenárias regionais – sempre em dois horários, 9h e 14h – serão:
29/10 (terça-feira): Gama (CEM 02), São Sebastião (CAIC Unesco) e Sobradinho (CEM 01).
31/10 (quinta-feira): Ceilândia (CEM 03) e Plano Piloto (sede do Sinpro/SIG).
Nesta quinta-feira, 24, um grande ato com paralisação contra a PEC 66 acontecerá em frente ao Anexo II da Câmara dos Deputados. É fundamental que a categoria participe em peso, em defesa da nossa aposentadoria!
O Sinpro disponibilizará transporte gratuito para professores(as) e orientadores(as) educacionais que aderirem ao ato com paralisação contra a PEC 66. Os ônibus sairão de 16 locais, às 13h.
As plenárias regionais são parte das mobilizações contra a PEC 66. O Sinpro tem realizado ações como outdoors pela cidade, campanha nas redes sociais, pressão sobre os parlamentares, participação da categoria na enquete do portal da Câmara, entre outras.
Você quer se aposentar? Vote contra a PEC 66 na enquete da Câmara dos Deputados!
Jornalista: Alessandra Terribili
Uma enquete aberta no Portal da Câmara dos Deputados quer saber qual a opinião da população sobre a PEC 66, mais conhecida como PEC da Morte. A proposta pode afetar de maneira catastrófica a aposentadoria dos(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais da rede pública de ensino do DF e de todo o conjunto do funcionalismo público estadual, distrital e municipal.
É importante que a categoria participe em peso, manifestando sua completa discordância com o desmonte da nossa aposentadoria! Para votar, clique no botão abaixo:
A tramitação da PEC 66 está a todo vapor na Câmara dos Deputados. Aprovada pelo Senado Federal em agosto, o projeto agora aguarda despacho do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL). Importante lembrar que o Governo Federal não tem poder de sanção ou veto sobre Proposta de Emenda à Constituição. Para ser aprovada na Câmara, a PEC 66 precisa de três quintos dos votos dos parlamentares (308).
Mobilização
O Sinpro tem se movimentado para combater a proposta, articulando com parlamentares, fazendo pressão nas redes sociais e dialogando com a categoria nas escolas e nas plenárias regionais que se iniciam dia 17 (saiba mais AQUI). A mobilização é fundamental para barrar a PEC 66!
No próximo dia 24 (quinta-feira), às 14h30, acontecerá um grande ato contra a PEC 66 em frente ao Anexo II da Câmara dos Deputados. A ação é chamada pela CNTE e pela CUT. Haverá compactação de horário, e o Sinpro disponibilizará ônibus para levar professores(as) e orientadores(as) educacionais até o local do ato. Locais de saída serão informados em breve.
Já baixou? Sinpro App está disponível nas lojas de aplicativos
Jornalista: Alessandra Terribili
A mais recente versão do Sinpro App está disponível nas lojas de aplicativos Google Play e App Store. Essa versão tem muito mais funcionalidades para facilitar a vida de professores, professoras, orientadores e orientadoras educacionais.
Mais dinâmico e interativo, o Sinpro App é rápido e muito fácil de usar. Entre suas principais funcionalidades, estão: agendamento com o departamento jurídico do sindicato, reserva de quiosques na chácara do Sinpro, atualização de cadastro, inscrição em eventos, e muito mais. Além disso, a carteirinha virtual do filiado e da filiada está sempre disponível pelo app.
Aqueles e aquelas que ainda não são sindicalizados podem fazer sua filiação diretamente pelo Sinpro App, com toda comodidade.
Se você ainda não baixou o aplicativo do Sinpro, não perca mais tempo! Baixe agora: para localizá-lo na App Store, busque por “SinproDF APP”; e, no Google Play, busque por “SinproDFAPP” (sem espaços).
Assista o vídeo abaixo, que apresenta um passo a passo de como baixar o aplicativo e mostra as principais funcionalidades do Sinpro App.
Sinpro dá boas-vindas aos novos nomeados e nomeadas do magistério público
Jornalista: Alessandra Terribili
O Sinpro-DF parabeniza e dá as boas-vindas aos novos professores, professoras, orientadores e orientadoras educacionais recém-nomeados(as) na rede pública de educação do DF!
A luta coletiva garantiu esse momento tão importante para o magistério público do DF. Que seja um caminho de realizações, amizade e aprendizado!
Vocês são fundamentais para mantermos nossos direitos e conquistarmos novas vitórias. Estaremos juntos em defesa de melhores condições de trabalho, valorização da carreira e qualidade da educação! A luta continua!
Convocada por Gabriel Magno, presidente da comissão de educação, saúde e cultura, a Câmara Distrital realizou sessão solene, na noite da segunda-feira (21/10) em homenagem ao dia dos professores e professoras.
Na abertura, o deputado declarou que a sessão é “uma oportunidade de reconhecer os esforços e desafios da categoria. “São os professores que trabalham incansavelmente por uma educação pública democrática, inclusiva, plural e de qualidade social para todos. Essa celebração não pode ser feita sem a luta e busca por valorização da categoria”, enfatiza.
A mesa da sessão solene foi composta por apenas dois homens: o deputado Gabriel Magno e o representante dos estudantes secundaristas do DF, Hugo Leopoldo.
Compuseram a mesa da sessão solene representantes de diversas entidades representativas de trabalhadores da educação, como o Sinpro-DF, a Associação dos Docentes da UNDF, CNTE e Adunb, além do representante da união dos estudantes secundaristas, a candidata à prefeitura de Planaltina e professora aposentada da SEE-DF, Eva Márcia, e a deputada Érika Kokay.
Na noite solene, a diretora do Sinpro, Márcia Gilda, contou que sua filha lhe perguntou quando foi que ela decidiu ser professora, e ela respondeu: “Desde quando eu aprendi a importância de ler, interpretar e desvelar o mundo, porque o sistema não teme o pobre que passa fome, mas o pobre q sabe pensar.”
Márcia lembrou que os sonhos de cada aluno e cada aluna são depositados nas mãos de seus professores e de suas professoras. “Mas nós somos mediadores dos saberes de nossos estudantes, pois damos autonomia a eles”.
Do sonho para a realidade, Márcia cobrou do governo a nomeação de todos os aprovados no concurso de 2022: “Queremos a garantia de que todos os aprovados no concurso de 2022 sejam contratados, e para isso vamos batalhar para que a LOA contemple esses contratações”
Da realidade para o pesadelo, Márcia Gilda também apontou o problema da PEC 66, a PEC da morte, que está em tramitação na Câmara Federal: “Estamos atentos e queremos que a CCJ retire imediatamente esses jabutis de nossa aposentadoria”, em alusão às inclusões feitas na Proposta de emenda Constitucional que, no caso do magistério do DF, aumenta em 7 anos a idade mínima de aposentadoria de uma professora / orientadora educacional, e em 5 anos a de um professor / orientador educacional. “Por isso, saímos do formato da compactação para paralisação das aulas”, explicou. “Temos que mostrar a força da categoria que transforma a sociedade!” completou.
Os docentes da Universidade do Distrito Federal, representados pela diretora do SindiUNDF, professora Kíssila Mendes, formam a agremiação mais recente do magistério distrital. Mas não há muito o que comemorar, com uma reitora autoritária, que se recusa a receber os professores, professores perseguidos (há denúncia da exoneração do professor Gunther Ribeiro Amorim, da Ciência da Computação, na véspera do dia dos professores). Kíssila apontou a falta de planejamento da universidade que é um dos sonhos da comunidade do Distrito Federal, mas está completamente precária, e não tem nem cantina.
“Queremos uma universidade decente, democrática, uma universidade que pague adequadamente seus docentes, que esteja em todos os territórios do Distrito Federal, e não apenas no Lago Norte”, declarou a professora da UNDF.
A representante da Adunb, Maria Luiza Pinho Pereira, arrancou risos da plateia ao contar que foi abordada por uma das homenageadas da noite, que lhe disse: “fui sua aluna, e já estou aposentada”. Maria Luiza lembrou que “a educação é um campo de disputa. Queremos uma educação pública emancipadora. Não basta ser pública, tem que ser libertadora e emancipadora. Por isso, lutamos, como sindicato, não só pela nossa categoria, mas também para manter a instituição que nos emprega enquanto servidores públicos. Estamos em busca de uma política de estado.”
Gabriel Magno e várias outras integrantes da mesa lembraram da importância de se eleger representantes do magistério para as várias casas legislativas municipais, distreital, estaduais e federal: “Nossa luta coletiva é muito importante aqui. Precisamos marcar a presença do magistério e da educação na Câmara distrital, realizar vários atos do magistério durante o ano todo, para lotar o plenário ou o auditório desta casa, para fazer com que professores e professoras ocupem, de fato, este espaço do povo”.
Para a representante da CNTE, Rosilene Corrêa, a sessão solene é um momento simbólico, “pois estamos aqui representando toda a categoria”. Rosi apontou a contradição de parlamentares não comprometidos com a educação, que liberam verba para uma comunidade escolar num dia e, no dia seguinte, votam projetos contra a educação e contra a própria comunidade que recebeu sua verba na véspera. Ela lembrou, ainda, que a precarização da educação é um projeto neoliberal, e mundial: “60% dos professores de todo o Brasil estão em regime de contrato temporário. E a formação principal do professor hoje é via Educação a Distância. Há poucas empresas à frente de plataformas de educação, que dominam o mercado e empregam 50 professores para administrarem uma plataforma com mais de 500 mil estudantes. É muito lucro, não?”. Rosi concluiu lembrando que “temos muita luta pela frente, e a luta é o que nos fortifica e o que nos engrandece, e o que faz com que cada um e cada uma daqui deste auditório continue nessa caminhada.”
A deputada Érika Kokay denunciou que o único projeto de vulto do último governo federla foi o homeschooling, que busca isolar crianças, sem que tenham acesso a diferentes visões de mundo. Ela lembrou que consciência crítica a gente adquire na sala de aula. “É na sala de aula que a gente vira cidadão e constrói uma nação. A escola territorializa. Ela cria tranças de saberes, de fazeres, de existências.” Para a deputada, “coragem é coisa de nascença de todos os professores. Os educadores e educadoras são os flamboyants de nossas cidades.”
2º Festival de Curtas: Etapa Júri Popular vai de 25/10 a 6/11
Jornalista: Vanessa Galassi
A partir desta sexta-feira (25/10), qualquer pessoa poderá participar da etapa de avaliação Júri Popular do 2º Festival de Curtas do Sinpro – Adélia Sampaio, que, nesta edição, tem como tema “Escola É Lugar de Ser Feliz”. O processo, feito de forma on-line, vai até dia 6 de novembro. Clique AQUI para participar.
Cada pessoa poderá escolher apenas um filme entre os 25 selecionados pela Comissão Julgadora do festival. Não será possível votar em mais de um curta, mesmo que sejam de categorias distintas. O filme mais votado será premiado com R$ 2 mil e troféu. O anúncio do curta eleito pelo Júri Popular será feito dia 13 de novembro, na cerimônia de premiação, que será no Cine Brasília.
A escolha do tema desta 2ª edição do Festival de Curtas do Sinpro, “Escola É Lugar de Ser Feliz”, tem como principal objetivo incentivar estudantes e toda a comunidade escolar a refletirem sobre os fatores geradores de violência dentro das escolas, além de analisar a quem se pode atribuir a responsabilidade desse fenômeno e as ações necessárias para garantir um ambiente escolar pavimentado na cultura de paz.
TV Sinpro reprisa programa sobre a luta contra a PEC da Morte
Jornalista: Luis Ricardo
Devido ao Ato (com paralisação) contra a PEC 66 desta quinta-feira (24), às 14h30, em frente ao Anexo II da Câmara dos Deputados, o Sinpro vai reprisar nesta quarta-feira (23), às 19h, o último TV Sinpro, que abordou toda mobilização e luta que o sindicato e a categoria magistério público vêm realizando contra a PEC da Morte. Participam do programa a diretora do Sinpro Márcia Gilda, a diretora da CNTE Rosilene Corrêa e o presidente da CUT DF, Rodrigo Rodrigues.
A PEC aplica a Reforma da Previdência de 2019, do governo Bolsonaro, nos regimes próprios de previdência que não aderiram às regras graças à luta da categoria organizada pelo Sinpro, como é o caso do DF. Como manobra para ludibriar em enganar os(as) trabalhadores(as), a PEC esconde em alguns artigos informações desfavoráveis ao consumidor. Um dos pontos é o tempo reduzido de contribuição, que embute redução dos proventos de aposentadoria e tempo de contribuição que, ao fim e ao cabo, passa a ser de 40 anos. Para o Sinpro, a PEC 66 traz artigos que vão na contramão da garantia de uma aposentadoria digna.
O TV Sinpro desta quinta-feira (23), às 19h, é transmitido pela TV Comunitária de Brasília (Canal 12 da NET) e pelas redes sociais do sindicato (Facebook e Youtube). Não perca!
Você quer se aposentar? Pressão nas ruas e nas redes!
Jornalista: Vanessa Galassi
Com a PEC 66 de volta à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara Federal, a plataforma digital Educação Faz Pressão centra o foco nos integrantes dessa comissão na Câmara; e também nos deputados e deputadas federais do DF. Atuar por meio da plataforma Educação Faz Pressão é simples. Basta clicar na campanha “Diga Não à PEC da Morte” e, em seguida, definir por qual rede social deseja fazer o contato com o(a) parlamentar. (Acesse AQUI a plataforma)
Sugerimos o seguinte texto para pressionar o parlamentar ou a parlamentar:
Senhor(a) deputado(a), a PEC 66/23, já aprovada pelo Senado Federal, está tramitando na Câmara Federal. Eu gostaria que o senhor(a) apoiasse a Emenda Supressiva que irá retirar desta PEC os artigos que migram obrigatoriamente Estados e Municípios para a Reforma da Previdência de 2019 ( EC 103/19). A migração obrigatória retira a autonomia dos Estados e Municípios e prejudica servidores municipais, estaduais e do DF. A migração obrigatória ameaça a nossa aposentadoria de pelo menos duas formas graves: atrasa a data de aposentadoria e reduz fortemente a remuneração! Contamos com seu apoio.
A plataforma Educação faz Pressão já está calibrada para enviar as mensagens direto para os parlamentares titulares e suplentes da CCJ, bem como os deputados e deputadas federais do DF.
O Sinpro abriu mais um espaço de atuação contra a Proposta de Emenda à Constituição 66/2023, a PEC da Morte. Por meio da plataforma digital Educação Faz Pressão, qualquer pessoa poderá, com poucos cliques, cobrar o compromisso dos(as) deputados(as) federais de barrar a PEC 66. As emendas impostas à proposta trazem alterações catastróficas nas regras previdenciárias aplicadas a professores(as), orientadores(as) educacionais e demais servidores públicos do DF, estados e municípios.
“Há tempos que a luta on-line vem fazendo diferença e definindo cenários. Não podemos desconsiderar a importância das ferramentas digitais de mobilização e luta. Ao contrário, temos que utilizá-las e dominá-las cada vez mais. Isso não quer dizer que não temos que atuar nas ruas”, considera a diretora do Sinpro Letícia Montandon.
Ela explica que o objetivo da ação é enviar o maior número possível de mensagens para deputados(as) federais(as) via redes sociais, mostrando as injustiças da PEC 66 e a necessidade das fim à proposta na Câmara.
“Quanto mais mensagens, mais certeza os parlamentares terão de que a categoria está mobilizada pelo direito à aposentadoria. Além disso, mostramos que estamos atentos e atentas aos passos dados na Casa Legislativa, e que lembraremos disso nas próximas eleições”, analisa Letícia Montandon.
PEC da Morte
Caso a PEC 66 seja aprovada com o atual texto, o DF – e todos os entes federativos – deverão aplicar integralmente a reforma da Previdência de 2019 aos Regimes Próprios de Previdência Social. No requisito idade mínima para aposentadoria pela regra permanente, por exemplo, professoras e orientadoras educacionais terão aumento de 7 anos na idade mínima, e os professores e orientadores, 5 anos.
A PEC 66 aguarda despacho do presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL). Em seguida, ela irá para a Comissão de Constituição e Justiça e, se analisado que a proposta está dentro dos princípios constitucionais, ela seguirá para uma Comissão Especial, que tem o papel de analisar o mérito da PEC. Se aprovada, ela é promulgada pelo próprio parlamento. O Executivo federal não tem qualquer poder de sanção ou veto sobre Proposta de Emenda à Constituição.
CEMTN participa da MOBFOG com o projeto Exploradores do Cerrado
Jornalista: Letícia Sallorenzo
A turma de robótica do CEMTN partiu esta semana para Barra do Piraí (RJ) para competir, com seu projeto Exploradores do Cerrado, na 18ª Mostra Brasileira de Foguetes Mobfog. A competição, entre escolas públicas e particulares de todo o Brasil, acontece de 21 a 24 de outubro.
O projeto Exploradores do Cerrado surgiu a partir do trabalho do professor Ediney Alves Barreto (área de experimentos científicos) e da professora Brenda Medeiros Santos (Robótica), do Centro de Ensino Médio de Taguatinga Norte (CEMTN), para articular os conhecimentos práticos dos estudantes em diversas áreas, com a construção e lançamento de foguetes de garrafa PET.
Brenda e Ediney orientam os alunos Davi Barcelos Leite e Kauam Rocha Ribeiro Alves e a aluna Érika Maryanna de Sousa Aguiar. O processo começa na escolha dos materiais reciclados, colagem e ajustes, e se conclui nos testes de lançamentos. O objetivo é traçar uma trajetória oblíqua e alcançar as maiores distâncias possíveis.
“Do planejamento ao lançamento de um foguete de garrafa PET, os estudantes podem aprofundar os conhecimentos adquiridos em Matemática, Física e Química, e então aplicam conceitos de função quadrática, equação de segundo grau, Leis de Newton, elaboração e testagem de propelentes químicos, escrita científica, mecânica, dentre outras áreas”, conta o professor Ediney.
Pelo bom desempenho dos estudantes no Ensino Médio em Tempo Integral do CEMTN, os professores orientadores inscreveram os estudantes em olimpíadas do conhecimento ligadas aos foguetes e à astronomia e, com muita alegria, a equipe “Exploradores do Cerrado” foi convidada a participar da 18ª Mostra Brasileira de Foguetes (18ª MOBFOG).
“A jornada de foguetes é uma competição entre escolas públicas e particulares, que acontece esta semana no Rio de Janeiro. a turma do CEMTN está realizando um grande sonho ao participar desta competição”, comenta a professora Brenda.
“Buscamos patrocínio em vários locais. Conseguimos em cima da hora a verba totalde custeio, que veio de várias fontes”, comemora a supervisora do CEMTN, Katiuscia Balduíno.