Veja os filmes selecionados para o 2º Festival de Curtas

A Comissão Julgadora do 2º Festival de Curtas do Sinpro – Adélia Sampaio selecionou as 25 obras que concorrerão a melhor filme nas categorias Educação Infantil, Ensino Fundamental, Ensino Médio e Educação do Sistema Socioeducativo ou do Sistema Prisional. Veja abaixo a listagem completa e o link para assistir aos filmes.

 

A quantidade de curtas em cada uma das categorias previstas no edital do concurso foi reorganizada. O objetivo foi contemplar o maior número de obras possível, diante da ausência de inscrições para a categoria Educação de Jovens e Adultos (EJA) e do não cumprimento de requisitos em outros grupos. A categoria com mais inscrições foi a de Ensino Fundamental.

Nesta edição, o Festival de Curtas do Sinpro – Adélia Sampaio traz como tema “Escola é Lugar de Ser Feliz”. O principal objetivo é incentivar estudantes e toda a comunidade escolar a refletirem sobre os fatores geradores de violência dentro das escolas, além de analisar a quem se pode atribuir a responsabilidade desse fenômeno e as ações necessárias para garantir um ambiente escolar pavimentado na cultura de paz.

Entrega de documentação
Os(as) professores(as) ou orientadores(as) educacionais coordenadores(as) dos curtas selecionados deverão entregar pessoalmente o material e os termos de autorização, na sede ou subsedes do Sinpro-DF. O prazo vai de 18 a 24 de outubro.

No ato da entrega do curta, o filme deverá, obrigatoriamente, seguir a seguinte especificação: formato de tela: Widescreen (16:9); resolução Full HD 1920×1080; formato WMV, AVI, MOV ou MPEG-4.

Os filmes selecionados que não cumprirem esta etapa no prazo estabelecido serão desclassificados.

Acesse o regulamento do 2º Festival de Curtas – Adélia Sampaio: “Escola é lugar de ser feliz” 

Júri Popular
De 25 de outubro a 6 de novembro, será aberto o processo de avaliação dos curtas selecionados pela Comissão Julgadora, por Júri Popular. Das 25 obras, será premiada apenas uma. A votação será feita pelo site do Sinpro, por qualquer pessoa, que poderá registrar seu voto apenas uma vez.

 

FILMES SELECIONADOS

 

>> Educação Infantil

O Bruxinho que Atrasava o Conhecimento
Escola Classe 12 do Gama
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Escola é Lugar de Ser Feliz
Escola Classe 06 de Taguatinga
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A Turma Feliz
Escola Classe 12 do Gama
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Reflexões de um Diário: O Impacto do Bullying
Escola Classe 65 de Ceilândia
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Entramos na Trend
Escola Classe 416 Sul
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O Sorrir Faz Parte da Nossa Escola
Centro de Ensino Especial 02 de Brasília
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Ensino Fundamental

Epílogo

Centro Educacional Darcy Ribeiro
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Horinhas de Descuido
CEF Gan
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Valores
Centro Educacional Darcy Ribeiro
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Acolher
Centro de Ensino Fundamental 602 do Recanto das Emas
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A Luz que se Apaga
Centro Educacional Darcy Ribeiro
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Queremos Crescer
Centro Educacional Darcy Ribeiro
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Superprofessores: Como Eles Estão Mudando a Educação
Centro de Ensino Fundamental 35 de Ceilândia
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VHS
CEF 113 do Recanto das Emas
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Escola, Lugar de Paz: Um Olhar Revolucionário para a Educação
Centro de Ensino Fundamental 35 de Ceilândia
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O Segredo do Ambiente: Como o Lugar Onde Estamos nos Transforma
Centro de Ensino Fundamental 35 de Ceilândia
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>> Ensino Médio

 

Mundo de Papel
Centro Educacional do Lago Norte
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Bia e Tiago
Centro de Ensino Médio Elefante Branco
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O Voleibol como Ferramenta de Inclusão
Centro Educacional Dona América Guimarães – Arapoanga
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Pétalas do Ébano
CEMI Gama
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Vivências do RAP na Escola
Cemi – Gama
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gALIENhada
Centro de Ensino Médio 01 do Paranoá
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Vivendo com Altas Habilidades/Superdotação
Polo de Altas Habilidades – CAIC Santa Maria
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>> Educação do Sistema Socioeducativo ou do Sistema Prisional

 

Violência Nunca Mais!
Núcleo de Ensino da Unidade de Internação de Santa Maria
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Esperançar, Educar, Ressignificar
Núcleo de Ensino da Unidade de Internação da Santa Maria
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MATÉRIAS EM LIBRAS

Sinpro participa da 1ª Semana de Defesa dos direitos da Pessoa Idosa

Realizada por iniciativa do deputado Chico Vigilante (PT), aconteceu de 8 a 10 de outubro na Câmara Distrital (CLDF) a 1ª Semana de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa, com a promoção de ações voltadas à conscientização e valorização da população idosa.

Foram três dias de palestras e rodas de conversa sobre direitos e políticas públicas essenciais para a pessoa idosa, serviços de saúde com exames gratuitos, como aferição de pressão arterial e glicemia, além de cuidados de beleza para elevar a autoestima, como cortes de cabelo e manicure, além da emissão de documentos de identidade e suporte jurídico para tratar de questões que envolvem o bem-estar e a segurança legal dos idosos.

Cerca de 50 professores(as) aposentados(as) participaram do evento, a convite da secretaria de assuntos de aposentados do Sinpro. O encerramento da 1ª Semana de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa contou com uma feira de artesanato de idosos e a apresentação da banda Asforró.

A coordenadora da Secretaria de assuntos dos(as) aposentados(as) do Sinpro, Elineide Rodrigues, comemora o primeiro passo da CLDF para a valorização das pessoas idosas: “A 1ª Semana de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa foi uma iniciativa muito relevante, que mostra o deputado Chico Vigilante engajado na luta dos direitos da pessoa idosa”.

Elineide lembra que o parlamentar esteve presente na Conferência de Aposentados(as) promovida pelo Sinpro nos dias 26 e 27 de março, e ouviu a categoria, teve um olhar atencioso para a causa das questões da população idosa. “Esperamos que mais parlamentares se atentem para a importância e a relevância das questões das pessoas idosas. É necessário mais engajamento parlamentar, essa luta tem que ser de todos”, completa Elineide.

“Essa Semana dedicada à Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa quer mudar a realidade e mostrar que idoso não é velho, tem uma vida inteira pela frente, muito o que ensinar e quer viver bem e com qualidade de vida. O Distrito Federal está se estruturando com diversas ações e a participação de vários órgãos, todos comprometidos em garantir dignidade e honra para a pessoa idosa, assegurando que envelhecer seja sinônimo de respeito e qualidade de vida.”, diz o deputado Chico vigilante.

VEJA O ÁLBUM

MATÉRIAS EM LIBRAS

Na CLDF, Sinpro discute regulamentação e universalização do acesso às tecnologias nas escolas

Na manhã dessa quinta-feira (10), o Sinpro-DF participou de uma reunião pública na Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) para discutir a regulamentação do uso de celulares nas escolas e defendeu não somente a regulamentação, mas também a universalização do acesso à tecnologia para todas as classes sociais.  A proposta do debate partiu do deputado distrital Fábio Félix (PSOL), que enfatizou a importância de refletir sobre o impacto das tecnologias na educação, especialmente considerando a desigualdade social no acesso a esses recursos, e contou com a mediação dele e do deputado Gabriel Magno (PT).

Coordenadora da Secretaria para Assuntos de Raça e Sexualidade do Sindicato dos Professores do DF (Sinpro-DF), Márcia Gilda Moreira apresentou uma perspectiva crítica sobre o tema. Em sua fala, ela destacou que faria sua observação sobre o tema a partir do lugar de fala dela, ou seja, como professora da escola pública há 31 anos e como alguém que veio de uma realidade periférica, em que o acesso à tecnologia era limitado.

Márcia ressaltou também a pesquisa do Sinpro-DF, realizada durante a pandemia da covid-19, em que ficou evidente o abismo digital entre classes sociais e estudantes das escolas da rede pública de ensino: muitos alunos e alunas precisavam dividir um único celular entre si para realizar suas atividades escolares ou esperar a mãe deles(as) chegarem em casa para acessarem as atividades remotas enviadas pela escola.

“Hoje, o celular pode ser uma ferramenta valiosa, mas também é uma fonte de distração e alienação para nossos estudantes”, advertiu a sindicalista. Ela citou um relatório da Unesco, divulgado em julho de 2023, que alerta para o uso excessivo dos celulares em sala de aula. “Nesse relatório, a Unesco informa que um em cada quatro países já proibiu o uso de celulares nas escolas. Aqui no Brasil, a gente está ainda discutindo a regulamentação do uso enquanto a realidade do nosso País é que 82% dos nossos estudantes estão nas escolas públicas”, disse.

Universalização

A sindicalista continuou refletindo sobre a necessidade de universalizar o acesso a essas tecnologias, afirmando que “quando falamos em regulamentação, também precisamos abordar a universalização. Precisamos garantir que todos os alunos tenham acesso aos equipamentos para que possamos discutir como utilizá-los pedagogicamente”.

Márcia expressou sua preocupação com a falta de interação social entre os alunos. “No recreio, vejo muitos deles isolados, cada um com seu celular. Isso é alarmante, pois a interação interpessoal é essencial para a vida em sociedade. A geração Z enfrenta dificuldades em lidar com o ‘não’ e em desenvolver habilidades sociais”.

A professora destacou a periculosidade do uso do aparelho celular por crianças, adolescentes e adultos jovens e revelou situações preocupantes que observou no cotidiano. “Recentemente, vi uma criança em um shopping passando por uma crise de abstinência ao ter o celular retirado pela mãe durante o almoço. Essa situação ilustra o impacto que a dependência do celular tem até nas crianças pequenas”.

Ela também alertou sobre a “síndrome da mente acelerada”, que resulta do consumo rápido e superficial de conteúdos. “Estamos criando uma geração impaciente, que não consegue se concentrar em leituras mais longas. Precisamos ter um currículo que integre a tecnologia, mas que não substitua a interação humana”.

Márcia ressaltou que a regulamentação poderia proporcionar mais segurança para os professores, que muitas vezes se sentem intimidados pelo uso dos celulares em sala de aula. “Um colega meu recentemente sofreu ataques nas redes sociais após um aluno filmar uma situação de aula. Isso se agrava com a pressão social e as campanhas contra os educadores”.

A professora também mencionou preocupações sociais mais amplas, como a descoberta de células nazistas em Ceilândia, alertando que “o celular tem sido um instrumento de alienação, levando alguns estudantes a se envolverem em grupos extremistas”.

Outras participações

Durante a reunião, a necessidade de um movimento coletivo para lidar com o uso de celulares foi destacada. Andrea Galassi, representante do Movimento Desconecta, falou sobre a iniciativa de adiar a entrega de celulares às crianças. “Os pais estão firmando um pacto para adiar a entrega dos celulares até os 14 anos e o acesso às redes sociais até os 16. É fundamental que a responsabilidade pela entrega do celular seja da família, não da escola”.

A professora Rayanne Oliveira também enfatizou que “retirar o celular sem viabilizar o acesso à tecnologia e à educação digital não resolve o problema. Precisamos de um currículo que ensine os alunos a navegar no mundo digital com consciência”. A advogada Taty Daiane Manso, representando o Sinepe-DF, defendeu a autonomia das escolas na regulamentação do uso de celulares, enquanto Claudimary Pires de Oliveira, da Secretaria de Educação, sinalizou a disposição do governo em rever a legislação sobre o uso de celulares nas escolas.

Ricardo Lins Horta, do Ministério da Justiça, anunciou que em breve será proposto um projeto de lei sobre a utilização de celulares nas escolas, que incluirá recomendações para restringir o acesso de crianças até 12 anos. Por fim, a discussão sobre o uso de celulares nas escolas reforçou a importância de incluir os próprios estudantes no debate.

Rodrigo Nejm, do Instituto Alana e especialista em educação digital, lembrou que “é fundamental ouvir os jovens, pois eles também estão preocupados com os conteúdos violentos e inadequados que consomem online”. Essa discussão, como enfatizou Márcia Gilda, é apenas o início de um debate mais amplo sobre como avançar com segurança e qualidade na utilização dessas ferramentas em sala de aula.

Confira o álbum de fotografias a seguir: https://www.facebook.com/share/p/frgnMb3ct6MHaVgZ/

Assista também ao vídeo:

MATÉRIAS EM LIBRAS

Artigo | Dia do Professor e da Professora: A luta pela educação pública de qualidade no DF

Leia artigo de Rosilene Corrêa, professora aposentada da rede pública de ensino do Distrito Federal, diretora da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) e vice-presidenta do PT-DF, sobre o Dia do Professor e da Professora e a necessidade urgente de valorização da profissão.

 

Dia do Professor e da Professora: A luta pela educação pública de qualidade no DF

 

O Dia do Professor e da Professora é um momento de reflexão sobre a importância da educação e do papel essencial que esses profissionais desempenham na formação de cidadãos críticos e conscientes. No contexto do Distrito Federal, a luta do sindicato dos professores se destaca, reivindicando uma educação pública, gratuita, laica, libertadora e de qualidade socialmente referenciada. Essa batalha não é recente; suas raízes se entrelaçam com as lutas históricas por uma educação que realmente liberte.

 

Desafios e ataques à profissão

Nos últimos anos, a profissão de professor tem sido alvo de ataques sistemáticos que visam desqualificar não apenas a imagem do educador, mas também a própria educação pública brasileira. O desmonte das estruturas educacionais e a propagação de narrativas que desvalorizam o magistério refletem um projeto que não começou com o governo Bolsonaro, mas que se insere em uma longa trajetória histórica, desde a ditadura militar. Essa era buscou limitar o pensamento crítico e transformar o direito à educação em mercadoria, contribuindo para a formação de um país dependente e subserviente.

Essa desqualificação da educação e dos educadores se conecta a um projeto mais amplo da elite financeira e empresarial brasileira, que visa manter o Brasil em uma condição de colônia agrícola, servindo aos interesses do primeiro mundo. Ao desvalorizar a profissão docente, busca-se desarticular a capacidade dos educadores de formar consciências, transmitindo conhecimento e gerando novas ideias que poderiam desafiar essa ordem estabelecida.

 

A necessidade de valorização

É fundamental reconhecer que, para que a educação no Brasil alcance os resultados desejados, é imprescindível investir nos profissionais que a fazem acontecer. Centro do processo educativo, o estudante depende de professores valorizados para adquirirem conhecimento, pensamento crítico e terem uma formação cidadã. Por isso, é fundamental transformar esta ideia em realidade: sem uma valorização adequada, tanto em termos salariais quanto em reconhecimento e estrutura de trabalho, a categoria se torna desmotivada e desiludida.

Atualmente, muitos jovens se afastam da carreira docente, motivados pela percepção de desvalorização e pelas condições precárias de trabalho. Essa desmotivação é reflexo de um sistema que não investe no profissional, levando a uma queda na autoestima do professor e, consequentemente, na qualidade da educação oferecida.

 

Uma educação de qualidade

Para que o Brasil rompa com esse ciclo de desvalorização e se distancie do papel de fornecedor de recursos para o primeiro mundo, é vital que se construa uma escola pública e gratuita, equipada com infraestrutura adequada e que valorize seu corpo docente. É preciso garantir que os professores tenham não apenas salários dignos, mas também condições de trabalho que permitam o desenvolvimento profissional contínuo e a valorização de sua expertise.

Inspirando-se em pensadores como Paulo Freire, que defendeu uma educação que emancipe e liberte, devemos lutar por um sistema educacional que reconheça e valorize o papel do professor. A luta pela educação pública de qualidade é, portanto, uma luta pela dignidade de uma profissão que, embora fundamental para o desenvolvimento social e intelectual do país, tem sido historicamente menosprezada.

Neste Dia do Professor e da Professora, é essencial reafirmar a importância da valorização dos educadores e a necessidade de uma educação pública que realmente atenda às demandas da sociedade. O fortalecimento do magistério é um passo crucial para garantir que o Brasil não apenas se destaque no cenário global, mas também promova a justiça social e a equidade. É a hora de reconhecer que a valorização do professor e da educação pública é um investimento no futuro do nosso país.

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15 de outubro | Dia do professor e da professora

Neste 15 de outubro, o Sinpro parabeniza professores e professoras por sua bravura, coragem e dedicação em defesa da educação pública de qualidade, formadora do pensamento crítico e libertador.

Somos nós que ajudamos a construir o futuro de vidas e sonhos de crianças e jovens do Distrito Federal. Por isso, nossa luta é a luta de toda a sociedade. Nossa categoria é de resistência e esperança.

Unidos, exigimos respeito, salário digno, nomeações, concurso público e melhores condições de trabalho.

Queremos valorização profissional, escolas com infraestrutura adequada, turmas sem superlotação, num ambiente seguro e livre de violência. Queremos que nossos estudantes com acesso a merenda de qualidade.

Também queremos a Educação de Jovens e Adultos funcional, e não sucateada. Queremos a educação do Distrito Federal realmente inclusiva, mais nomeações e mais concursos que acabem de vez com o déficit histórico de 9 mil professores.

Nossa batalha é por um DF mais justo e inclusivo – e com o Sinpro, consolidamos nossa unidade.

Nosso salário pode e deve ser equiparado à média da remuneração das demais carreiras de servidores públicos do DF de escolaridade equivalente – basta o governo cumprir a meta 17 do Plano Distrital de Educação. É lei!

Cuidar do professor e da professora é construir o futuro. Porque a educação muda as pessoas. E as pessoas mudam o mundo.

Confira o vídeo produzido pelo Sinpro em comemoração ao 15 de outubro, que está sendo veiculado na TV aberta e nas telas do Liberty Mall

12 de outubro | Dia da criança

Hoje é dia daquela turminha barulhenta que a gente ama. Que enchem nossas escolas de vida e alegria, mudam nossas vidas e, ao final do ano, também terão suas vidas mudadas por nós.

São eles e elas que brincam, estudam, aprendem, questionam. Alguns são, também, os que buscam na escola, além da educação, a merenda.

Hoje é o dia da criança. É o dia dos pequenos cidadãos e pequenas cidadãs que estamos formando para a sociedade, que são o motivo e a razão por que saímos de casa todos os dias e por que exigimos sempre escolas com infraestrutura adequada e merenda de qualidade.

Que o Dia das Crianças seja repleto de risos contagiantes, abraços apertados, muita diversão e a formação da cidadania crítica e libertadora.

ATS para quem já atuou como Contrato Temporário: atenção ao retroativo

Se você já atuou no Magistério do DF como Contrato Temporário antes de se tornar efetivo, você pode contar o período de serviço como CT para efeito de revisão de anuênio (adicional de tempo de serviço, ou ATS), mas é preciso atenção à cobrança dos retroativos.

Em novembro de 2023, o site do Sinpro explicou o procedimento e quem está apto a solicitá-lo. A solicitação é feita em processo SEI e, quando a resposta é enviada, a orientação do Sinpro é verificar se o cálculo retroativo foi efetuado. Até 2023, a SEE-DF não pagava retroativamente a solicitação, entendimento que foi alterado este ano.

O Sinpro orienta professores(as) e orientadores(as) educacionais efetivos(as) que já atuaram em regime de contrato temporário e abriram procedimento solicitando revisão de ATS a verificarem se foi feito o cálculo retroativo. A SEE-DF deve efetuar esse cálculo retroativo a até 5 anos da data de solicitação do procedimento. Em caso negativo, é necessário solicitar reconsideração do cálculo.

“Também é importante fazer o pedido de reconsideração dentro do próprio processo de revisão de ATS. Quem não tiver acesso ao SEI, caso dos aposentados, deve citar o número do processo de revisão de ATS e pedir autorização de acesso externo ao processo, para acompanhar o andamento”, explica o diretor do Sinpro Cláudio Antunes.

 

 

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Sinpro mantém visitas às escolas para mobilizar categoria contra a PEC 66

Para fortalecer a luta contra a Proposta de Emenda à Constituição 66/2023, as visitas da diretoria do Sinpro às escolas seguem a todo vapor. O trabalho, iniciado em setembro, percorrerá todas as regionais de ensino. A ação compõe o calendário de luta do sindicato em defesa da aposentadoria dos(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais.

Nas visitas, diretores(as) explicam que, caso a PEC 66 seja aprovada, as regras para aposentadoria serão ainda mais rígidas. Entre as maldades, professoras e orientadoras educacionais terão aumento de 7 anos na idade mínima, e professores e orientadores, 5 anos. Além disso, o tempo de contribuição será de 40 anos.

Além de esclarecer os prejuízos da proposta, o objetivo das visitas é mobilizar a categoria para a luta contra a proposta. O texto da PEC 66 já foi aprovado no Senado e, agora, tramita na Câmara dos Deputados. A pressão sobre os parlamentares é decisiva, já que é o responsável por promulgar ou não propostas de emenda à Constituição é o Congresso Nacional.

Originalmente, a PEC 66, conhecida como PEC da Morte, trata da ampliação de prazo de parcelamento especial de débitos dos municípios com a Previdência. Mas quando seguiu para votação no Plenário do Senado, em agosto deste ano, recebeu emendas determinando que as regras previdenciárias da União (Emenda Constitucional 103/2019) fossem aplicadas ao DF, estados e municípios.

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Homologação de atestados para contratos temporários poderá ser feita via Portal Gov.br

O Sinpro informa que o procedimento para homologação das licenças médicas de professores(as) em contrato temporário que não têm acesso ao Sistema Eletrônico de Informações (SEI) mudou. A partir de outubro, os(as) interessados(as) poderão fazer todo o processo pelo portal Gov.br, que apreciará os atestados de até 10 dias desses(as) servidores(as).

A Subsecretaria de Segurança e Saúde no Trabalho (SUBSAÚDE/Seec) informa que a medida visa beneficiar professores(as) temporários(as), que antes eram obrigados(as) a passar pela perícia presencial. O principal objetivo é alinhar os processos à legislação vigente e simplificar a homologação dos atestados que necessitam passar pela unidade pericial. Todo o processo será realizado de forma eletrônica, por meio do portal Gov.br, que automaticamente criará um processo no SEI para avaliação dos peritos da unidade.

Os documentos deverão ser encaminhados por meio do Sistema de Peticionamento Eletrônico, disponível no site https://sistemas.df.gov.br/SPE/Peticionamento?FormularioId=192, utilizando o login e senha do Portal Gov.br. O peticionamento será direcionado a Diretoria de Perícias Médicas (DIPEM), no caso de licença para tratamento da própria saúde ou à Gerência de Promoção à Saúde do Servidor (GPSS), no caso de licença por motivo de doença em pessoa da família.

Para a diretora do Sinpro Élbia Rocha, esse é mais um passo para a equidade no tratamento aos profissionais do magistério em Regime de Contratação Temporária. “Continuaremos na luta para avançar na qualidade do atendimento prestados pela SEDF a nós, profissionais do Magistério Público do Distrito Federal”. A opinião é compartilhada pela diretora do Sinpro Ana Bonina. “A mudança é importante no sentido de encurtar caminhos e promover meios para facilitar a vida dos professores temporários, principalmente em momentos de doença. Com o novo procedimento, podem evitar deslocamento e outros transtornos à medida que elimina a necessidade de comparecimento à SUBSAÚDE”.

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2º Festival de Curtas | Seleção da Comissão Julgadora será publicada dia 16

As 25 produções selecionadas pela Comissão Julgadora do 2º Festival de Curtas do Sinpro – Adélia Sampaio, com o tema “Escola É Lugar de Ser Feliz”, serão anunciadas dia 16 de outubro, no site do Sinpro. A mudança da data, prevista para dia 15 no regulamento do concurso, se deve ao feriado em homenagem ao Dia dos Professores.

 

 

Para a escolha dos curtas inscritos no 2º Festival de Cinema, a Comissão Julgadora levará em consideração a originalidade e a criatividade do roteiro; a coerência da trama e sua capacidade de envolver o espectador; a correlação da obra com o tema “Escola É Lugar de Ser Feliz”, a fotografia da obra; e o ritmo e a fluidez da edição.

Dos 25 curtas selecionados, será indicado o melhor filme, em cada categoria prevista no regulamento (Educação Infantil; Ensino Fundamental; Ensino Médio; EJA; Educação do Sistema Socioeducativo ou do Sistema Prisional). A premiação será dia 13 de novembro, no Cine Brasília.

Júri Popular
De 25 de outubro a 6 de novembro, será aberto o processo de avaliação dos curtas selecionados pela Comissão Julgadora, por Júri Popular. Das 25 obras, será premiada apenas uma. A votação será feita pelo site do Sinpro, por qualquer pessoa, que poderá registrar seu voto apenas uma vez.

Prazo para entrega de documentos
Professores(as) ou orientadores(as) educacionais coordenadores(as) das obras fílmicas selecionadas pela Comissão Julgadora deverão entregar pessoalmente o curta que lidera, na sede ou subsedes do Sinpro. O prazo vai de 18 a 24 de outubro.

No ato da entrega do filme, o(a) professor(a) ou orientador(a) educacional coordenador(a) deverá entregar também os termos de autorização de uso de imagem e voz de concorrentes maiores e menores de idade. No caso de menores de 18 anos, é necessária ainda a entrega do termo de autorização de participação devidamente assinado pelo pai, pela mãe ou por responsável legal.

>> Acesse aqui o regulamento do 2º Festival de Curtas – Adélia Sampaio, “Escola É Lugar de Ser Feliz”

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