Este ano tem Pitty na festa Sinpro Com Você, Por Você

A cantora Pitty é a atração principal da próxima festa Sinpro Com Você, Por Você, que ocorre este ano no dia 5 de outubro no Opera Hall, às 21h. A festa, que celebra o dia dos(as) professores(as), é exclusiva para filiados(as) do sindicato. A apresentação da carteirinha na entrada do show dá direito a um acompanhante.

No show, Pitty traz uma seleção dos maiores sucessos de seus 27 anos de carreira.

DJ Chikão e a Banda de Diego Azevedo (um dos participantes do The Voice Brasil 2012), também serão atrações da festa Sinpro Com Você, Por Você, e prometem não deixar ninguém parado.

O Projeto Ressocialização, Autonomia e Protagonismo (RAP), do Núcleo de Ensino da Unidade de Internação de Santa Maria (UISM), também confirmou presença na festa Sinpro Com Você, por você. Sob a mentoria do professor Francisco Celso, três moças e três rapazes – 2 DJs e 4 rappers – farão um pocket show durante a festa que celebra o dia dos(as) professores(as).

“Esse é o momento de celebrar a nossa data, o dia do professor e da professora. Este ano, o Sinpro traz toda a energia e o bom astral da cantora Pitty para alegrar nossa festa”, afirma o coordenador da secretaria de cultura do Sinpro, Bernardo Távora.

“Democracia se faz com muita luta, que a gente intercala com celebração para nos dar ainda mais energia pra luta”, lembra a diretora do Sinpro Fátima de Almeida.

“O Sinpro se orgulha de trazer uma cantora multipremiada para celebrar a festa dos professores e das professoras”, diz a diretora do Sinpro Leilane Costa.

A festa está imperdível! Compartilhe nas escolas, convide todos os seus colegas e suas colegas, e vamos celebrar mais uma vez a data da nossa categoria!

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Mais um golpe via WhatsApp tenta atingir professores(as)

Criminosos voltaram a encaminhar mensagem para a categoria se passando pelo Sinpro-DF. Na nova tentativa de golpe os estelionatários enviam uma mensagem via WhatsApp em nome de Camila Carnietto, secretária jurídica do escritório Resende Mori Hutchison, informando sobre a liquidação / cumprimento / execução do concurso de Credores, na área de direito processual civil e do trabalho. Segundo a mensagem fraudulenta, “o processo está em fase de liberação com data prevista para. [data ´próxima à data do envio da mensagem de golpe] se faz necessário o seu contato em caráter de urgência com a. DR. JULIO CESAR BORGES DE RESENDE. (OAB-DF 8.583). advogada responsável pelo seu processo, pois o mesmo está no tribunal recolhendo os alvarás em prol das liberações.”

O número telefônico do Jurídico do Sinpro é 3031-4400. Somente por este número o departamento jurídico do sindicato faz contato. qualquer outro número deve ser bloqueado e denunciado. Além disto, NUNCA deposite qualquer quantia em dinheiro. O sindicato não pede dinheiro para liberação de precatório nem de alvará.

É preciso ficar atento e não cair em mais esta tentativa de golpe. O Sinpro NUNCA solicita qualquer quantia em dinheiro para liberação de pagamento ou de alvará.

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Sinpro participa da discussão do PLOA 2025 na CESC da CLDF

O Sinpro-DF participou, na manhã desta segunda-feira (30), da reunião pública da Comissão de Educação, Saúde e Cultura (CESC) da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) que discutiu o Projeto de Lei de Orçamentária Anual (PLOA 2025) e outras questões pertinentes às suas competências, conforme o projeto PL 1.294/2024. Confira o vídeo da audiência pública no final desta matéria.

Convocada pelo presidente da CESC, deputado Gabriel Magno (PT), a reunião ocorreu na Sala de Comissões Pedro de Souza Duarte, onde houve uma apresentação detalhada sobre o percurso da Lei Orçamentária. Na abertura do encontro, Magno expressou sua preocupação com a proposta de orçamento do DF para o próximo ano, destacando a redução significativa nos recursos para educação e cultura, especialmente para o Fundo de Apoio à Cultura (FAC). “Isso não pode ser ignorado!”, afirmou.

O parlamentar alertou sobre o cronograma: “O parecer preliminar da Comissão de Economia, Orçamento e Finanças [CEOF] será apresentado no dia 15 de outubro. Temos apenas duas semanas, a partir de hoje, para nos mobilizarmos. A audiência pública da CEOF está marcada para o dia 6 de novembro. Temos pouco mais de um mês para organizar e estar presente. Convido todos a comparecerem na audiência pública da CEOF”, alerta. Ele também destacou que o parecer geral deve ser votado antes de ir ao Plenário, no dia 3 de dezembro, enfatizando a importância de estarmos preparados para esse debate.

Magno afirmou, ainda, que “essas políticas são fundamentais para garantir um desenvolvimento social e econômico justo. Educação e cultura precisam ser prioridades.” Durante a apresentação, ele expressou preocupação com o mínimo constitucional da educação, fixado em 25,32%, o menor da história do DF. O PLOA 2025 foi analisado em relação aos mínimos constitucionais que devem ser aplicados em saúde, educação e cultura, e também à previsão de provimento de cargos para essas áreas. Para a educação, o PLOA 2025 apresentou grandes reduções.

Além do Sinpro-DF e do SAE, estavam presentes várias entidades dos setores de cultura, saúde e educação. Na Mesa, estavam o deputado distrital Gabriel Magno, como mediador. E, além dele, estavam o deputado federal Professor Reginaldo Veras (PV-DF), representantes da Secretaria de Cultura, Secretaria de Saúde e Secretaria de Educação de Estado do Governo do Distrito Federal; e representantes do Conselho de Cultura, Conselho de Saúde, Conselho Regional de Medicina (CRM), Fórum Distrital de Educação (FDE), Comissão dos Aprovados da Educação.

 

Decréscimos na educação

Na área da educação, o deputado Gabriel Magno destacou que as reduções são preocupantes e comprometem o funcionamento do setor. Ele mencionou divergências nas metodologias de cálculo e discordâncias com pontos do PLOA enviado pelo Poder Executivo. As ações de manutenção e desenvolvimento do ensino sofreram quedas significativas, com a Educação de Jovens e Adultos (EJA) apresentando uma redução de 82%. Ele observou ainda o aumento de mais de 400% na renúncia fiscal: “Foram R$ 7,2 bilhões em renúncia fiscal e o desemprego no DF continua sendo um dos maiores do país”, disse.

O deputado federal Reginaldo Veras (PV-DF) expressou sua preocupação com as reduções. “Analisando as despesas, vemos aumento nos gastos com reformas, mas redução na manutenção. O que mantém as escolas hoje é praticamente emenda parlamentar, que agora estão dificultando a chegada dos recursos. Isso também se aplica ao PDPAS na saúde”, comentou.

Veras também notou que a Secretaria de Economia do DF tem celebrado o cumprimento da Lei de Responsabilidade Fiscal, mas apontou que o governo está investindo em estruturas, não em pessoas. “A flexibilidade da LRF deve ser usada para investimentos em recursos humanos. Há espaço fiscal para buscar aumento de salário e convocar novos servidores”, incentivou.

Júlio Barros, diretor do Sinpro-DF e coordenador geral do FDE, ressaltou a redução do orçamento para a educação e a falta de compromisso do governo. “Em todas as campanhas políticas, a educação é apresentada como prioridade. Esta audiência desnuda se realmente é uma prioridade, pois ela se revela no Orçamento”, afirmou. Barros mencionou que o governo Ibaneis e Celina impuseram uma redução de R$ 52,7 milhões nos recursos do Fundo Constitucional para a Educação, contrariando a perspectiva de incremento de R$ 300 milhões. “O orçamento total do DF cresceu R$ 5,94 bilhões, mas a educação teve um aumento de apenas 2,8%”, acrescentou.

Cleber Soares, diretor do Sinpro, elogiou e evidenciou a importância do debate. Na avalização do sindicalista, todos e todas ficaram negativamente impactados. “Nós da educação, percebemos que isso é um sintoma do que o governo Ibaneis-Celina está reservando para nós ao longo do próximo ano. Nós, do sindicato dos professores temos uma série de reivindicações que o governo se comprometeu a materializá-las, como a contratação de todos os aprovados em concurso, dentre outros pleitos”. Confira no vídeo e assista todo o debate pelo YouTube da CLDF.

O Sinpro-DF vem monitorando, analisando e propondo emendas ao PLOA 2025, que determinará o futuro da educação pública no DF, incluindo a convocação de novos concursos e a campanha salarial da categoria. A entidade alerta que é fundamental que toda a categoria esteja atenta e mobilizada para pressionar os deputados distritais.

A mudança de rumos é reflexo da luta de professores(as) e orientadores(as) educacionais, que intensificaram as ações de protesto nos últimos anos, culminando na Greve da Educação de 2023. O Sinpro destaca a importância de garantir que os pontos sancionados sejam contemplados no orçamento de 2025, ou que ao menos um cronograma para sua implementação seja estabelecido.

Vale lembrar que, segundo estudo realizado pela consultoria jurídica do Sinpro, na Lei Orçamentária Anual 2025 apresentada à Câmara Legislativa do DF no dia 15 de setembro, há recursos disponíveis, com previsão de crescimento de 6,24% na arrecadação tributária do GDF e um aumento projetado de 5,4% no Fundo Constitucional.

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Luta da categoria organizada pelo Sinpro garante nomeações

Foi publicado no Diário Oficial desta segunda-feira (30/9) a nomeação de 562 professores(as) e 28 orientadores(as) educacionais para a rede pública de ensino do DF. As nomeações, viabilizadas com a declaração das vagas sem efeito (não comparecimento para posse em tempo hábil) do concurso público de magistério de 2022, abrangem aprovados(as) para além das vagas imediatas e do cadastro reserva.

A diretora do Sinpro Ana Bonina destaca que a nomeação de aprovados(as) para além da vagas imediatas é uma conquista do Sinpro. “A nomeação dos aprovados fora das vagas imediatas é um ato discricionário do Governo do DF, ou seja, depende da vontade administrativa. No entanto, foi a mobilização incansável da nossa categoria, especialmente durante a histórica Greve da Educação, organizada pelo Sinpro, que tornou essa nomeação possível. Sem a força da nossa união e a firme atuação do sindicato, esse avanço não teria sido conquistado. A nossa luta coletiva mostrou que, quando trabalhadores se organizam, o que antes parecia uma escolha política pode se transformar em uma vitória para todos e todas nós”, avalia.

Prazos para entrega da documentação necessária e assinatura do termo de posse ainda não foram publicados pelo GDF. “Agora, é importante ir fazendo os exames admissionais”, lembra a diretora do Sinpro Ana Bonina. Esse tipo de exame verifica se o(a) candidato(a) está apto(a) para desempenhar as funções do cargo de forma segura e eficaz.

O Sinpro reforça que a luta pela nomeação de todos os(as) os(as) aprovados(as) tem como objetivo evitar a precarização da educação, já que, sem a condição de efetivo(a), professores(as) substitutos(as) são submetidos(as) a contrato de trabalho que traz direitos reduzidos. Além disso, a luta mira na continuidade do acompanhamento pedagógico e na ampliação da qualidade da educação pública, viabilizados com o fim da rotatividade de mão de obra.

Clique AQUI e acesse o DODF do dia 30 de setembro de 2024

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Aposentados e pensionistas nascidos em setembro têm até dia 30 para fazer sua prova de vida

A prova de vida para os(as) professores(as), orientadores(as) educacionais aposentados(as) e pensionistas que fazem aniversário no mês de setembro se encerra no dia 30. O Sinpro lembra que estes(as) educadores(as) devem ficar atentos(as) e realizar o procedimento no mês do seu aniversário, uma vez que é uma comprovação anual obrigatória e necessária para o pagamento regular de aposentadorias e pensões.

O procedimento pode ser realizado de forma presencial, ou seja, o(a) beneficiário(a) pode ir pessoalmente a qualquer Agência do BRB ou pode fazer virtualmente, por meio do aplicativo disponível nas lojas da iOS e Android. Confira o procedimento virtual no final desta matéria.

 

Aplicativo Prova de Vida GDF

Criado durante a pandemia da Covid-19, o aplicativo Prova de Vida GDF oferece agilidade no atendimento e comodidade nessa tarefa anual. Para realizar a prova de vida por meio digital, os(as) aposentados(as) e pensionistas precisam baixar o aplicativo Prova de Vida GDF, inserir o CPF e confirmar alguns dados. Após essa etapa, serão solicitadas a captura do documento do(a) beneficiário(a) e uma foto selfie, com boa qualidade, tirada em ambiente bem iluminado.

Para finalizar, o(a) usuário(a) deve informar endereço, número do telefone celular e e-mail. Após preencher e enviar todas as informações, os(as) aposentados(as) receberão um e-mail com a confirmação do resultado da criação dessa conta (login) no aplicativo da prova de vida.

 

Outras formas de fazer a prova de vida

Aposentados(as) e pensionistas impedidos(as) de comparecer presencialmente em qualquer agência do BRB ou que não tenham acesso ao aplicativo, podem solicitar a visita domiciliar para fazer a prova de vida. O(a) mesmo(a) deverá anexar atestado médico comprovando a impossibilidade. Para beneficiário(a) com mais de 90 anos, também pode ser feita a solicitação pelo e-mail agendamento@iprev.df.gov.br. Brasileiros(as) que residem no exterior, a prova de vida deve ser encaminhada por meio de consulado ou da representação diplomática do Brasil no país em que reside. Basta encaminhar ao Iprev correspondência com declaração de comparecimento emitida pela representação do País com cópia dos documentos autenticados. Se o país onde reside não tiver representação, a pessoa deve acessar o Formulário Específico de Atestado de Vida disponível no site do Iprev: https://www.iprev.df.gov.br/prova-de-vida/

 

CLIQUE AQUI PARA BAIXAR O APLICATIVO PARA CELULARES ANDROID

https://play.google.com/store/search?q=prova+de+vida+gdf&c=apps&pli=1 

 

CLIQUE AQUI PARA BAIXAR O APLICATIVO PARA CELULARES iOS

https://apps.apple.com/br/app/prova-de-vida-gdf/id1614842989 

 

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CLDF premia vencedores do II Prêmio Paulo Freire de Educação

A última quinta-feira (26) foi de festa para a educação do Distrito Federal. Contando com um auditório totalmente lotado, a Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF), por meio da Comissão de Educação, Saúde e Cultura (CESC), realizou a cerimônia de entrega dos prêmios da segunda edição do Prêmio Paulo Freire de Educação, homenageando os projetos educacionais de escolas públicas e privadas que se destacaram por suas práticas inovadoras e transformadoras no ensino da capital federal.

Ao todo, 264 projetos foram premiados, além de 25 destaques, 839 moções individuais de autores e coautores e 35 Instituições e várias unidades escolares. Presidente da CESC, o deputado distrital Gabriel Magno ressalta que a premiação é uma forma de reconhecer e valorizar profissionais da área da Educação, como professores(as), estudantes, familiares de estudantes, estudiosos(as) da educação, ativistas pelo direito à Educação e comunidades escolares, além de homenagear pessoas que se destacaram por suas contribuições na promoção do direito à educação, na gestão democrática, no Plano Distrital de Educação e em projetos político-pedagógicos que impactam as escolas públicas, a vida de seus estudantes e suas regiões.

O parlamentar lembra que quando o prêmio foi pensado, a ideia era unir as pessoas e celebrar o legado deixado por Paulo Freire. “A ideia deste prêmio é mobilizar uma série de potencialidades que nós temos aqui na capital federal. Quando a gente olha a rede pública, vemos muitos desafios e vários desses projetos são fruto do esforço coletivo da escola. Precisamos de mais estrutura para a rede pública, de valorização para a carreira magistério público e que tenhamos uma educação pública de qualidade. Para isto, precisamos ter mais dinheiro para a rede pública e para os professores. É inadmissível que na capital do país os educadores ocupem a rabeira de salários quando falamos das carreiras de nível superior”, ressalta Gabriel Magno.

A diretora do Sinpro Márcia Gilda lembrou que a educação transforma e é uma arma poderosa no processo de mudança que o mundo precisa. “Eu sou instrumento de transformação da educação. A educação transformou a minha vida, da minha família e até hoje trago os nomes de algumas professoras, que me educaram para o protagonismo, para a autonomia, como esta educação transformadora que se propõe e prega Paulo Freire. É por isso que todos nós somos tão atacados e perseguidos desde 2016, com o advento da Lei da Escola sem Partido. Como diz Paulo Freire, ‘o sistema não teme o pobre que passa fome. O sistema teme o pobre que não sabe pensar’. Temos que educar para a autonomia e precisamos trabalhar isto nas escolas públicas. Projetos como este revitalizam a proposta de Paulo Freire, que é educar para o protagonismo dos nossos estudantes e para o Esperançar. Nós vamos resistir sempre”.

Para Rosilene Corrêa, diretora da CNTE e ex-diretora do Sinpro-DF, presenciar o auditório da CLDF totalmente lotado mostra que a educação é resistência. “Diante de tantos ataques que a educação está sofrendo, este auditório lotado mostra que nos identificamos com o legado que Paulo Freire deixou para nós. Que nunca desistamos de esperançar, sonhar e fazer projetos como este com muito amor. O que precisamos é fazer, de fato, que a educação seja de mudanças”, comemora Rosilene, complementando que “a educação é responsável por transformar o mundo e nós, professores, temos esta responsabilidade”.

Todos os projetos foram reconhecidos e apresentados ao público, permitindo a troca de experiências e o compartilhamento de ideias que podem contribuir para a melhoria da educação no Distrito Federal. Clique aqui e confira a lista completa dos(as) vencedores(as).

Clique aqui e confira o álbum do Facebook.

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Sinpro leva mobilização contra a PEC 66 a escolas da rede pública do DF

A diretoria colegiada do Sinpro está levando a mobilização contra a PEC 66, conhecida como PEC da Morte, começando pela regional de ensino do Plano Piloto. Durante toda a semana diretores e diretoras do sindicato têm conversado com professores(as) e orientadores(as) educacionais sobre a proposta que, caso seja aprovada, trará uma série de prejuízos para o conjunto do magistério público. O objetivo é levar o debate para todas as regionais de ensino do Distrito Federal.

A PEC da Morte impõe uma regra previdenciária cruel, obrigando que professoras tenham pelo menos 57 anos para aposentar, e professores, 60 anos. Já orientadoras educacionais precisarão ter, no mínimo, 62 anos de idade, e orientadores, 65 anos. Atualmente, a regra previdenciária prevê idade mínima de aposentadoria de 50 anos para professoras e 55 para professores. Já para orientadoras educacionais devem ter idade mínima de 55 anos, e orientadores, 60 anos.

Articulada na marcha dos prefeitos em Brasília, a PEC 66 obriga todos os entes federativos a adotarem integralmente em seus Regimes Próprios de Previdência Social a reforma da Previdência de 2019 (Emenda Constitucional 103/2019), de Jair Bolsonaro. Isso inclui não só o aumento da idade mínima para aposentadoria, mas também mais tempo contribuição, redução dos valores de benefícios e aumento das alíquotas de contribuição para servidores ativos e aposentados.

A PEC 66 foi aprovada pelo Senado Federal no mês de agosto e, agora, está em tramitação na Câmara dos Deputados. Ela aguarda despacho do presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL). Em seguida, irá para a Comissão de Constituição e Justiça e, se analisado que a proposta está dentro dos princípios constitucionais, a PEC seguirá para uma Comissão Especial, que tem o papel de analisar o mérito da proposta. Se aprovada, ela é promulgada pelo próprio parlamento. O Executivo federal não tem qualquer poder de sanção ou veto sobre Proposta de Emenda à Constituição.

Clique aqui e confira o álbum do Facebook.

 

Os cartazes estão sendo levados às escolas pela diretoria do Sinpro. Caso haja interesse, o material pode ser baixado AQUI.

Para que seja aprovada na Câmara dos Deputados, a PEC 66 precisa de três quintos dos votos dos parlamentares (308).

>> Leia mais sobre a luta do Sinpro contra a PEC 66

>> Comissão de negociação atua para barrar a PEC 66 em encontro com senador Izalci 

>> Sinpro articula apoio de parlamentares contra PEC 66

>> Sinpro busca apoio de parlamentares contra PEC 66

>> PEC 66 | PEC da Morte promete enterrar de vez direito à aposentadoria

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PRAZO PARA SE INSCREVER NO SEMINÁRIO EDUCAÇÃO PARA A DIVERSIDADE EM TEMPOS DE RESISTÊNCIA TERMINA QUINTA (26)

Termina nesta quinta-feira (26) o período de inscrições para o Seminário Educação para a Diversidade em Tempos de Resistência, que acontece nos dias 27 e 28 de setembro no auditório Paulo Freire, na sede do sindicato no SIG. Com este tema, o evento se propõe a discutir as questões referentes à inclusão de trabalhadoras, trabalhadores e estudantes LGBTQIAPN+ na sala de aula e na comunidade escolar. Veja a programação no final da matéria.

O seminário abordará temas importantes como saúde da população LGBTQIAPN+, direitos humanos no currículo em movimento e educação para a diversidade. O objetivo do evento é aprofundar os debates relativos à atuação e aos desafios das e dos profissionais do magistério público que fazem parte dessa população e refletir estratégias de luta para garantia de um ambiente escolar capaz de promover o respeito às diversidades.

E uma novidade: será lançada nessa ocasião a carteirinha LGBTQIAPN+ do Sinpro, personalizadas com as cores do Orgulho LGBTQIAPN+. A carteirinha será disponibilizada aos educadores e educadoras sindicalizados(as) que a solicitarem no ato da inscrição para o seminário.

As inscrições estão abertas até dia 26 de setembro. Para se inscrever, clique no botão abaixo.

Faça sua inscrição

“Discutir as pautas LGBTQIAPN+ de forma orgânica é tarefa do movimento sindical. Percorremos um longo caminho, com importantes avanços, mas há muitos entraves aos(às) trabalhadores(as) no ambiente escolar, como a exclusão e o assédio moral, impedindo-os de atuar. O desafio é intensificar a nossa presença com formação e educação para a diversidade nas escolas”, afirma Ana Cristina Machado, diretora da Secretaria de Raça e Sexualidade do Sinpro. “Precisamos olhar, acolher e defender os educadores e educadoras LGBTQIAPN+ para que se sintam representados. Para além da luta por melhores salários e por carreira, é fundamental que possamos garantir condições dignas de trabalho e inclusão”, completa ela.

 

Participe!

O seminário é uma realização da Secretaria de Raça e Sexualidade e do Coletivo LGBTQIAPN+ do Sinpro. Será um espaço de formação e reflexão para apontar caminhos na construção de uma outra escola possível, com educação para a diversidade e inclusão de estudantes e trabalhadoras/es LGBTQIAPN+.

As escolas têm a obrigação de coibir discriminações e assédios por gênero, identidade de gênero e orientação sexual, e outras formas de ataque aos direitos das pessoas LGBTQIAPN+.

Sua participação é de grande importância- professoras(es) e orientadoras(es) educacionais – para a construção coletiva e para assegurar direitos para trabalhadoras/es LGBTQIAPN+ que atuam nas escolas públicas do DF.

 

Programação:

27/09 (sexta feira) às 19h.

Local: Auditório do Sinpro.

Mesa de Abertura: Educação para a diversidade em tempos de resistência

Palestrantes:

Adriana Sales – Adriana Sales, graduada em letras pela Universidade Federal de Mato Grosso (2000). Estágio em cultura e civilização em Paris/França. Mestre pelo Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal de Mato Grosso, campus de Rondonópolis. Doutora em Psicologia pelo Programa de Pós-Graduação em psicologia da UNESP, Campus de assis/SP. Professora efetiva da Educação Básica na Secretaria de Estado de Educação de Mato Grosso. Pesquisadora do grupo de pesquisa PsiCuQueer – Grupo de Estudos e Pesquisas em Psicologia e Cultura Queer, UNESP/Assis; Colaboradora do Grupo de Estudos em Gênero, sexualidade e (m) interseccionalidades, GENI, na UERJ. Ativista social do movimento trans brasileiro desde 1998, atuando junto a Associação Nacional de Travestis e Transexuais – ANTRA.

Abra T é psicóloga e acadêmica cuja trajetória abrange trabalho junto ao governo federal na construção de políticas públicas de diversidade sexual e de gênero, atuação como pesquisadora no terceiro setor e docência no ensino superior. Colaborou ainda para a construção de marcos éticos na regulação da profissão sobre diversidade sexual e de gênero e ética laica (Conselho Federal de Psicologia). Além de ter exercido à docência, dialoga com educadoras e educadores da educação básica sobre laicidade e ética democrática no ensino. Tem se dedicado à reflexão sobre as violências institucionais e estratégias de cuidado para sofrimentos coletivos.

 

28/09 (sábado)

8h30h – Café da manhã de Boas-Vindas aos participantes.

9h30 – Currículo em movimento e a População LGBTQIAPN+ 

Palestrantes:

Anderson Neves dos Santos é professor da educação básica na Secretaria de Estado de Educação do DF, faz parte da Associação Brasileira de Currículo e da Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação, integra o Grupo de Estudos e Pesquisas Políticas dos Corpos, Cotidianos e Currículos (POC’s-UFPel), Mestre em Educação pela Universidade Federal do Tocantins e Doutorando em Educação na Universidade Federal de Pelotas).

Leonardo Café é professor da Secretaria de Estado de Educação do DF, Mestre em Linguística e Doutorando no PPGL/UnB.  Pesquisa gênero e diversidade em interface com Estudos Críticos do Discurso. É autor do livro “A gente só é gente e pronto!” Obra publicada pela editora Appris em 2020.

Professora Ana Artoni é bióloga, especialista em diversidade sexual e professora com mais de 10 anos de experiência na Secretaria de Estado de Educação do DF. Atualmente, atua como formadora na EAPE, onde desenvolve e oferece formações focadas em gênero e diversidade sexual. Além disso, participa ativamente de outros projetos que abordam essa temática, contribuindo para a promoção da inclusão e compreensão dessas questões na educação.

 

11h30 – Famílias LGBTQIAPN+ na Escola: da invisibilidade à negligência

Palestrantes:

Monica Monteiro – Mães Pela Diversidade – Musicista, licenciada em música, especialista em educação e mestra em psicologia do desenvolvimento humano no contexto sócio-cultural. Professora aposentada do CEP/Escola de Música de Brasília. Coordenadora Regional da ONG Mães pela Diversidade do DF e Entorno.

Marcia Sousa de Abreu – Mães da Resistência – Pedagoga, professora de educação básica na SEE-DF, ensino fundamental/séries iniciais. Possui Especialização em Educação Básica e Direitos Humanos na Perspectiva Internacional pela Universidade de Brasília/UnB e Educação, democracia e gestão escolar pela Universidade de Tocantins/UNITINS. Vice coordenadora das Mães da Resistência DF. Ativista feminista, antifascista, anticapacitista, antilgbtfobica, antimanicomial e militante sindical da educação e dos Direitos Humanos.

 

12h30 – Almoço

 

14h – O novo PDE e a defesa da diversidade na escola+

Palestrantes:

Alexandre Bortolini – Pedagogo e Comunicador Social. Mestre e Doutor em Educação. Certificado em Estudos Afrolatinoamericanos pela Harvard University. Atuou como consultor da Organização dos Estados Iberoamericanos e Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento. Coordenou o Projeto Diversidade Sexual na Escola da Universidade Federal do Rio de Janeiro, voltado à formação continuada de profissionais de educação em gênero e sexualidade no âmbito do Programa Brasil Sem Homofobia. Integrou a equipe da Coordenação-Geral de Direitos Humanos do Ministério da Educação. Foi Professor Substituto do Núcleo de Estudos em Políticas Públicas em Direitos Humanos da UFRJ. Atua no Programa de Pós-Doutorado para Pesquisadores Negros e Negras da Universidade de São Paulo. É Presidente da Associação Brasileira de Estudos da Trans-Homocultura.

 

16h – Experiências exitosas na educação para a diversidade

Palestrantes:

Leonardo Café é professor da Secretaria de Estado de Educação do DF, Mestre em Linguística e Doutorando no PPGL/UnB.  Pesquisa gênero e diversidade em interface com Estudos Críticos do Discurso. É autor do livro “A gente só é gente e pronto!” Obra publicada pela editora Appris em 2020.

Ana Artoni é bióloga, especialista em diversidade sexual e professora com mais de 10 anos de experiência na Secretaria de Estado de Educação do DF. Atualmente, atua como formadora na EAPE, onde desenvolve e oferece formações focadas em gênero e diversidade sexual. Além disso, participa ativamente de outros projetos que abordam essa temática, contribuindo para a promoção da inclusão e compreensão dessas questões na educação.

 

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Pesquisa conversa com educadores sobre a necessidade de se falar sobre as questões do meio ambiente  

Diante da preocupação cada vez maior com o meio ambiente e com o aumento no número de queimadas no Brasil e no mundo, o que coloca em xeque vários biomas espalhados pelo planeta, a escola ocupa um espaço crucial na educação ambiental e na preservação do bioma. Com o objetivo de mapear as atividades desenvolvidas na rede pública de ensino do Distrito Federal sobre a Semana do Cerrado, que oconteceu no dia 11 de setembro, o Sinpro, em parceria com a ONG A Vida no Cerrado (AVINC), realiza a pesquisa Onde está o Cerrado no eixo pedagógico?. A pesquisa foi tema do TV Sinpro do dia 11 de setembro, que também abordará as preocupações com o meio ambiente. Clique aqui e confira o TV Sinpro.

Desde a implementação da Lei n.º 7.053/2022, que institui a Semana do Cerrado no calendário letivo da rede pública do Distrito Federal, as unidades escolares do DF têm difundido a importância de se preservar o bioma, assim como mostrar aos(às) alunos(as) toda riqueza do Cerrado. Visando conhecer e divulgar essas atividades pedagógicas, entender as dificuldades encontradas pelos(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais no desenvolvimento das atividades e até mesmo se eles têm conhecimento da previsão desta semana no calendário escolar, a pesquisa se coloca como uma importante ferramenta na preservação do meio ambiente.

A pesquisa ouvirá os(as) educadores(as) sobre quais os maiores desafios na realização de atividades sobre o bioma Cerrado, ajudando a compreender melhor o contexto, necessidades e potências da educação com o Cerrado no Distrito Federal. Raimundo Kamir, coordenador da Secretaria de Políticas Sociais do Sinpro, ressalta que a ideia é fazer um panorama das atividades desenvolvidas na Semana do Cerrado e ao fazer este panorama, promover um diagnóstico destas atividades em uma tentativa de divulgar e ampliar o alcance de atividades desenvolvidas.

Kamir acrescenta enfatizando que as informações são imprescindíveis para facilitar a participação da sociedade civil no acompanhamento de políticas públicas relativas à educação. “Acreditamos que uma semana dedicada ao Cerrado não apenas amplia o conhecimento dos alunos sobre a biodiversidade do bioma, mas também os capacita a atuarem como defensores ativos do meio ambiente em suas vidas cotidianas. A programação também os preparará para ações de adaptação relacionadas às mudanças do clima e aos desastres socioambientais, bem como ao estancamento da perda de biodiversidade, que também está previsto na Lei 14.926, que modifica a Política Nacional de Educação Ambiental”, sinaliza.

O vice-presidente da ONG A Vida no Cerrado, Bruno Eduardo Pires de Camargos Lopes, finaliza dizendo que “acreditamos que a educação é a chave para mantermos nosso bioma em pé, e o Distrito Federal tem papel fundamental na proteção do bioma Cerrado, uma vez que está totalmente imerso nele. Desta forma, sua proteção deveria estar no rol das estratégias mais relevantes do Governo do Distrito Federal.”

Para participar, preencha o formulário clicando no link abaixo:

 

 

 

 

 

CLDF: Sinpro alerta categoria para movimentações da LOA

Com o Projeto de Lei Orçamentária de 2025 (PLOA) em tramitação na Câmara Distrital, o cronograma está correndo. Neste momento, é fundamental que toda a categoria esteja em alerta para lotar as galerias da CLDF e pressionar deputados e deputadas distritais, além de discutir pontos importantes do orçamento para a educação do Distrito Federal no ano de 2025. Para que o orçamento do ano que vem comece a ser votado no próximo dia 10 de dezembro (por lei, ele deve ser aprovado na última sessão legislativa do ano), uma série de etapas devem ser cumpridas.

A votação do orçamento 2025 vai determinar o futuro das próximas nomeações do concurso de 2022, a própria convocação de novos concursos públicos e a campanha salarial da categoria do Magistério Público, dentre outros investimentos para a educação pública do Distrito Federal, que sofre com superlotação de salas de aula e carência de novas escolas, para citar apenas alguns exemplos.

 

Educação no orçamento 2025: audiência dia 30/9

Na próxima segunda-feira, 30 de setembro, o presidente da Comissão de Educação, Saúde e Cultura, deputado Gabriel Magno (PT), convoca uma Audiência Pública destinada à apresentação e discussão do Projeto de Lei Orçamentária Anual (LOA) para o exercício financeiro de 2025. O encontro será na Sala de Comissões Pedro de Souza Duarte, na CLDF, às 10h.

 

 

Tramitação do PLOA: emendas e audiências públicas

Há outras datas importantes para a tramitação do orçamento 2025, às quais a categoria deve ficar em alerta.

No dia 15 de outubro, às 10h, haverá apreciação do parecer preliminar do orçamento 2025 na Sala de Reunião das comissões, na CLDF. As emendas à LOA devem ser apresentadas pelos deputados e deputadas na segunda quinzena de outubro, entre os dias 16 e 30.

No dia 6 de novembro, haverá audiência pública, com a apresentação do parecer geral do relator da LOA, que é o presidente da Comissão de Economia, Orçamento e Finanças (CEOF), Eduardo Pedrosa (União Brasil).

O parecer geral do relator deverá ser votado na Comissão de Orçamento da CLDF no dia 3 de dezembro, e seguir para o plenário a partir de 10 de dezembro.

 

Orçamento 2025: obras em primeiro plano, educação lá embaixo

O governo do Distrito Federal enviou à Câmara Legislativa o Projeto de Lei Orçamentária de 2025 (PLOA) com redução de R$ 52,7 milhões nos recursos do Fundo Constitucional do Distrito Federal para a educação. A proposta, que chegou à Casa legislativa no último dia 15, contraria a perspectiva de incremento de mais de R$ 300 milhões apresentada pelo próprio governo durante a discussão da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) 2025, no primeiro semestre deste ano.

O orçamento total do DF teve aumento de R$ 5,94 bilhões. Para a educação, entretanto, o percentual de crescimento ficou abaixo do geral: apenas 2,8%, enquanto outras áreas tiveram acréscimo de quase 21%.

O presidente da Comissão de Educação Saúde e Cultura da Câmara Legislativa, deputado Gabriel Magno (PT), enviou ao secretário de Estado de Economia do DF, Ney Ferraz Junior, ofício solicitando o reestabelecimento do investimento adequado à educação por meio dos recursos do Tesouro local. A indicação, segundo o documento, tem como objetivo “evitar inadequações orçamentárias na política pública de educação no Distrito Federal”.

 

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