Setembro Amarelo é o destaque do TV Sinpro desta quinta (05)

O TV Sinpro desta quinta-feira (05), às 20h, vai tratar de um tema de grande importância para a população: a saúde mental. Trazendo como tema Setembro Amarelo: mensagem brutal para comunicar a impossibilidade de sustentar a vida, o programa terá a presença da coordenadora da Secretaria para Assuntos de Saúde do Trabalhador(a) do Sinpro, Elbia Pires; da mestre em Saúde Pública e especialista em Grupanálise e Psicoterapia Analítica de Grupos, Luciane Kozicz; e da doutora em Ciências Biológicas pela UnB, Daniele Scandiucci de Freitas.

 

 

Segundo o portal da Fiocruz de fevereiro deste ano, a taxa de suicídio cresceu 6% ao ano no Brasil entre 2011 e 2022. As autolesões, na faixa etária de 10 a 24 anos, aumentaram 29% a cada ano nesse mesmo período. Diante de índices tão preocupantes, a escola ocupa um lugar de grande destaque e importância na identificação deste problema, criando mecanismos para encaminhar essa criança ou adolescente para o tratamento adequado.

O TV Sinpro desta quinta-feira (05) é transmitido pela TV Comunitária de Brasília (Canal 12 da NET) e pelas redes sociais do sindicato (Facebook e Youtube). Não perca!

Inscrições para o XIV Concurso de Redação e Desenho do Sinpro vão até amanhã (06)

Estudantes da rede pública de ensino do DF têm até amanhã, 6 de setembro para se inscrever no XIV Concurso de Redação e Desenho do Sinpro. O prazo foi prorrogado para viabilizar a ampliação do número de participantes.

“A procura está sendo grande. Todos os dias recebemos dezenas de materiais. Mas muitas pessoas vêm nos procurando para dizer que não tiveram tempo hábil para finalizar o trabalho. Como nosso intuito é envolver o maior número possível de estudantes, decidimos ampliar o prazo de inscrição”, explica a diretora do Sinpro Letícia Montandon.

 

 

Ela explica que o Concurso de Redação e Desenho do Sinpro dá prosseguimento à campanha ‘Quem bate na escola maltrata muita gente’, iniciada pelo Sinpro em 2008. “A violência é gerada fora das escolas, por fatores como desigualdade social, falta de oportunidades e os mais diversos preconceitos. E se não tivermos uma escola fortalecida, com profissionais valorizados, com infraestrutura, com salas de aula sem superlotação, com merenda de qualidade, com atendimento especializado para estudantes com deficiência, a violência invade o ambiente escolar”, explica a diretora do Sinpro.

 

>> ACESSE AQUI O REGULAMENTO DO XIV CONCURSO DE REDAÇÃO E DESENHO DO SINPRO-DF

 

O XIV Concurso de Redação e Desenho do Sinpro traz duas atualizações neste ano. Para evitar dupla inscrição, a inscrição será feita com o CPF do(a) estudante interessado(a) em participar do concurso. Além disso, nesta edição, os trabalhos voltarão a ser entregues exclusivamente de forma presencial, na sede ou subsedes do Sinpro-DF.

“Adotamos a entrega online na época da pandemia da Covid-19, para prevenir a circulação do vírus. Foi uma medida necessária diante da conjuntura. Entretanto, acabamos tendo alguns problemas. Algumas redações foram enviadas de forma ilegível e, no caso de desenho, a técnica aplicada, que agrega valor ao material, ficava perdida. Então, o retorno da entrega de forma presencial é uma forma de valorizar o trabalho dos estudantes”, diz Letícia Montando.

Inscrições
Podem participar do XIV Concurso de Redação e Desenho do Sinpro-DF “Escola é lugar de ser feliz” estudantes de escolas públicas do ensino regular, ensino especial, Altas Habilidades e EJA (Educação de Jovens e Adultos), incluindo estudantes do Sistema Socioeducativo ou do Sistema Prisional.

As inscrições poderão ser realizadas de 18 de março a 31 de agosto. A inscrição poderá ser feita antes da entrega do trabalho. Entretanto, a entrega do trabalho também deverá ser feita, imprescindivelmente, até o último dia disponível para inscrição, indicado para 31 de agosto de 2024.

O trabalho deve ser entregue em folha específica disponível para download no link da inscrição, junto com autorização para utilização do trabalho concorrente em qualquer peça de comunicação do Sinpro-DF. O modelo de autorização também está disponível no link da inscrição.

O regulamento do concurso divide a apresentação de trabalhos em 11 categorias, nas modalidades redação e desenho. Para cada faixa etária/segmento há regras específicas, como, por exemplo, quantidade mínima e máxima de linhas para a redação.

Premiação
Serão premiados os três primeiros lugares de cada categoria. Em todas elas, o 1º lugar receberá um Tablet Samsung Galaxy Tab S7Fe Lite com 12,4″, Wi-Fi, Octa-Core e 128GB; o 2º será premiado com um aparelho Samsung Galaxy Tab S6 Lite com 10,4″, Wi-Fi, Android 13, Octa-Core e 64GB; e o 3º lugar ganhará aparelho Samsung Galaxy Tab A9 (Wi-Fi) 32GB, 4GB RAM, Tela de 11”.

Estudantes do Sistema Socioeducativo ou do Sistema Prisional receberão o prêmio convertido em dinheiro, no valor referente ao aparelho eletrônico indicado na sua colocação.

Também serão contemplados professores(as) ou orientadores(as) indicados(as) pelos(as) estudantes vencedores(as) de cada categoria, com premiações de R$ 1.200 para o 1º lugar, R$ 800 para o 2º lugar e R$ 500 para o 3º lugar.

FAÇA AQUI SUA INSCRIÇÃO PARA O XIIV CONCURSO DE DESENHO E REDAÇÃO DO SINPRO “ESCOLA É LUGAR DE SER FELIZ”

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Festival Parque Sucupira de MPB anuncia finalistas e shows em Planaltina

O Festival Parque Sucupira de Música Popular Brasileira (MPB), que está em sua quarta edição, anunciou os 20 artistas e grupos finalistas, que serão julgados pelo júri oficial nas apresentações que vão ocorrer nos dias 7 e 8 de setembro, no Complexo Cultural de Planaltina. O evento é gratuito e todos os artistas escolhidos se apresentarão e concorrerão ao prêmio de R$ 8 mil, que será entregue para cada um dos três vencedores. O evento é realizado pela Rádio Utopia FM, emissora comunitária de Planaltina e tem patrocínio do Fundo de Apoio à Cultura (FAC).

O Festival está chegando na reta final e também escolheu os vencedores da etapa júri popular, onde os artistas que mais receberam engajamento nas redes sociais vão receber a premiação. Na etapa de votação popular, a banda Strada Sertaneja, de Formosa-GO, ficou em terceiro lugar. O artista Juan Parada obteve o segundo lugar na colocação geral e Gilson Sena, que tem vasta carreira no mundo da música, ficou em primeiro lugar.

Os shows no Complexo Cultural de Planaltina começam às 14 horas do dia 7. Os 20 finalistas vão se apresentar e os jurados vão observar atentamente critérios como qualidade musical, letra, arranjo musical, presença de palco, entre outros requisitos e atribuir notas para cada uma das características avaliadas. No domingo, ocorre a escolha dos três grandes vencedores. A população poderá acompanhar todas essas etapas e apreciar as apresentações. Ônibus especiais vão circular em Planaltina nos dois dias levando gratuitamente a população até o local do evento. No complexo terá espaço para crianças, com brinquedos, pipoca e algodão doce gratuitos, além de fraldário e espaço para amamentação. As músicas serão interpretadas em libras e o público também contará com feira de artesanato na área externa, com artesãos de Planaltina. Todos os finalistas terão suas apresentações gravadas em vídeo, que vão ser entregues para uso dos grupos e artistas.

São finalistas da edição de 2024 do Festival Parque Sucupira: Hizaian Shock, Saulo Fagundes, Márcia Tauil, Dayane Reis, Petrus Cuesta, Diga How, íRis Inaiê E, Gusta Preto, Samuka, Enoque, Baião De 2, Lara Rios, O Drama Rap, Flor Furacão E O, Forró Jazz Do Cerrado, Lucas Lope,s Prethaís, Máximo Mansur, Tribawe Mmarrul, Anéis De Marte e Tambores Do Amanhecer.

Christine Santos, diretora de operações da Utopia FM, destaca que os finalistas representam a diversidade do cenário musical brasileiro e da própria população do país. “Na etapa do júri oficial, a equipe técnica, que também é muito diversa em gênero, raça, idade e etc, analisou uma gama extraordinária de musicalidade e que imprime as características marcantes de canções que cantam sobre o Cerrado, a biodiversidade, as vivências sociais, as lutas e os preconceitos sofridos no cotidiano. É incrível ver um conjunto tão variado de artistas e bandas sendo contemplados nessa etapa. Estamos animados para ouvi-los e garanto que vai ter de tudo: são talentos de todos os lugares do DF, de muitas cores, gêneros e vivências cantando rap, modão, MPB clássica, regional, trap, reggae e muito mais”, diz.

A diretora lembra que o festival chama atenção para a preservação ambiental. “O Festival Parque Sucupira de MPB é uma oportunidade única e especial para a população do DF experimentar e conhecer a pluralidade de música, humana e social aqui do nosso quadrado e Entorno. Além disso, uma porta aberta para que todos conheçam a história e a importância do Parque Sucupira e das Águas Emendadas para quem vive aqui. Vamos celebrar com música, artesanato, história e diversão no berço da cultura da nossa cidade que é o Complexo Cultural de Planaltina e nos conscientizar sobre o que está acontecendo neste momento tão difícil do nosso Cerrado com a ação dos incêndios, da criminalidade ambiental e da falta de suporte dos órgãos e indústrias que deveriam contribuir para a preservação dos nossos parques, das nossas águas”, completa.

O projeto prevê ainda a realização de oficinas de comunicação para estudantes da rede pública de ensino, com oferecimento de bolsas e passeios dos alunos por pontos turísticos da cidade mais antiga do DF.

 

Sobre o festival e a Rádio Utopia – A Rádio Utopia existe há 26 anos, transmitindo pela frequência 98,1 FM. O festival surgiu em 2009 para chamar atenção para a preservação ambiental e a necessidade de efetiva implantação do Parque Ecológico Sucupira, à época abandonado, e que atualmente é um dos mais frequentados do DF. O parque fica localizado próximo ao campus da UnB de Planaltina. A cidade tem outros oito parques ecológicos que ainda precisam de infraestrutura e cuidados. Além da Estação Ecológica de Águas Emendadas – que sofre com frequentes invasões e avanço da área urbana.

 

 

Serviço:

Festival Parque Sucupira de MPB 2024

Evento: 7 e 8 de setembro (sábado e domingo)

Local: Complexo Cultural de Planaltina

Hora: começa às 14 horas nos dois dias

Instagram: @radioutopiafm

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CED 416 de Santa Maria adota projetos pedagógicos e supera desafios

Após anos enfrentando desafios e uma série de avaliações negativas, o Centro Educacional 416 de Santa Maria (CCMDF – CED 416 de Santa Maria) implantou diversos projetos pedagógicos em conjunto com a comunidade escolar para transformar a qualidade de ensino e melhorar a imagem da escola perante a sociedade.

Essas iniciativas têm feito da escola um exemplo de sucesso e superação. Uma das principais medidas adotadas para elevar a qualidade do ensino foi fomentar uma preocupação coletiva com a eficácia educacional, atribuindo a responsabilidade por essa qualidade não apenas às disciplinas com maior carga horária, como matemática e língua portuguesa, mas a todos os envolvidos na educação, desde o Ensino Fundamental até o Ensino Médio.

Jades Daniel Nogalha de Lima, professor de história e atual supervisor pedagógico, com mestrado em gestão, educação e tecnologias, relata que a escola superou grandes desafios para, recentemente, alcançar boas avaliações em competições externas, como as Olimpíadas de Matemática, Ciências, Astronomia e uma boa nota no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) em 2023. “Temos nos dedicado intensamente a melhorar a qualidade da educação, e isso, sem dúvida, levou aos resultados positivos que agora se refletem na nossa nota do Ideb”, afirma Jades.

Ele conta que, em primeiro lugar, houve muita dedicação e comprometimento dos(as) professores(as) no sentido de observar e identificar as dificuldades de cada estudante de forma individual e adotar ações coletivas para superação dessas dificuldades. “Por exemplo, se percebêssemos que determinado aluno estava com dificuldade de leitura e de interpretação, a ação coletiva era para que esse aluno pudesse ler um texto de história, de geografia, e não só de língua portuguesa, e conseguisse entender que cada texto tem como objetivo o aprimoramento do conhecimento do estudante de forma pontual. Essas adequações, nas ações coletivas, fizeram com que cada estudante pudesse superar as dificuldades individuais. Acreditamos que essa foi uma ação muito importante”.

Em segundo lugar, a escola implantou uma ação que, na opinião do professor, foi crucial para transformar o ambiente violento e desmotivador da escola. “Focamos em preparar os estudantes para as avaliações externas, incluindo resoluções de questões do PAS [Programa de Avaliação Seriada] e do Enem [Exame Nacional do Ensino Médio]. Os professores passaram a trazer essas avaliações para a sala de aula, não só as da Universidade de Brasília, mas principalmente as do Saeb [Sistema de Avaliação da Educação Básica], para que os alunos dos 9º e 3º Anos, e de outras séries, soubessem o que esperar dessas provas. Os alunos foram incentivados a realizar essas provas, e sem essas ações, um bom resultado seria, praticamente, impossível de ser alcançado. Além disso, esse foco em avaliações externas ajudou a combater a violência, criando um ambiente mais pacificado, engajado e motivado. Houve uma preparação coletiva do corpo docente para capacitar os alunos a lidarem melhor com essas provas, além de reforços positivos, como premiação pela participação e desempenho”, explica.

Na opinião do supervisor pedagógico, a comunidade do CED 416 também tem passado por mudanças que podem ter influenciado nos resultados da escola. Ele destaca que a escola tem recebido alunos de novas áreas, como o recente setor de condomínios Total Ville, um bairro de classe média em Santa Maria.

Violência

Jades conta, ainda, que todo esse empenho é resultado de uma sucessão de avaliações negativas da escola. “Antes da pandemia da covid-19, a escola enfrentava dificuldades pedagógicas e outros tipos de problemas, como o tráfico de drogas dentro dela e a violência externa, que repercutia internamente. Houve um enfrentamento coletivo a essas violências, com palestras, ações junto à comunidade, projetos pedagógicos desenvolvidos pelo corpo docente e pelo SOE [Serviço de Orientação ao Estudante]”.

A escola ainda enfrenta várias dificuldades que não foram resolvidas, como problemas com a infraestrutura inadequada, salas de aula superlotadas e a necessidade de atender aos alunos de diferentes níveis de ensino, já que é um CED. “A defasagem de aprendizagem no pós-pandemia fez com que muitos alunos apresentassem déficits educacionais significativos, dificultando o processo de ensino regular. Já lidávamos com a desmotivação, a falta de perspectiva e o baixo engajamento dos alunos em relação à educação, e esses problemas persistiram. Esses desafios eram enormes, e aos poucos estamos adotando projetos, palestras e trabalhando em conjunto com o SOE, corpo docente e coordenadores para levarmos os alunos a outros ambientes, oferecendo atividades externas que os motivem. Acredito que isso tem gerado resultados positivos”, destaca o professor.

Jades acredita que, aos poucos, essas dificuldades, cada vez mais, serão sanadas, porque o corpo pedagógico está voltado para unificação e alinhamento do ensino, com o envolvimento de todas as disciplinas e de todos os setores da escola em projetos pedagógicos com o objetivo de superação dos desafios. “O grande desafio é envolver toda a comunidade escolar e fazer com que todos — disciplinas, professores e comunidade — abracem a ideia de que a escola pertence à comunidade do 416. Estamos conseguindo mostrar aos estudantes que a escola é um patrimônio de todos e faz parte de toda a comunidade. Nós, professores e equipe de gestão pedagógica, também abraçamos essa comunidade, que é nossa. Dessa forma, os alunos e, por consequência, os pais e toda a comunidade, também se envolvem com a escola. Graças a esse engajamento, conseguimos uma nota no Ensino Médio que nos colocou em sexto lugar no ranking das 10 melhores escolas, junto com o CED 08 do Gama”.

A nota de destaque da escola foi 4.7, em 2023, depois de uma nota 4.0, em 2021. “Esse resultado reflete o esforço coletivo de todo o corpo docente, com cada área contribuindo com projetos para melhorar a qualidade da aprendizagem dos alunos. Além do Ideb, o CED 416 participa de várias outras avaliações externas, não com o objetivo de ranqueamento, mas para que os estudantes conheçam e entendam o que há além dos muros da escola, como destaca a disciplina projeto de vida. Os alunos são incentivados a explorar essas oportunidades, que ajudam a perceber o mundo fora da escola e a entender que o conhecimento não se limita ao ambiente escolar. A escola abre portas para diferentes tipos de avaliações e conhecimentos, proporcionando aos alunos uma visão mais ampla.”, explica o Supervisor Pedagógico.

Projetos

Atualmente, o CED 416 está com vários projetos voltados para a manutenção desse conhecimento do estudante e seu aprimoramento, como o projeto NAmoral, uma parceria entre o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), criado para difundir o conceito de cidadania plena, o valor da honestidade e colaborar na formação de cidadãos responsáveis. A escola foi contemplada, recentemente, com o projeto “Programadores de Futuro”, que é uma formação dentro da Unidade Escolar em formato de eletiva com o objetivo de formar estudantes em futuros profissionais de programação.

Há o projeto “Estrelas – Guiando o Caminho para o Sucesso”. “Trata-se de um projeto liderado pelos coordenadores da escola, para que possamos pegar aqueles estudantes que se destacam pelas notas e por sua conduta disciplinar, para que sejam monitores de outros estudantes que estão precisando de melhorar seu desempenho escolar. É uma ação em que os melhores estudantes apoiam os que estão com dificuldades acadêmicas. Ele está sendo iniciado. Há o projeto “Saindo da Rotina”, que visa retirar o aluno do ambiente escolar tradicional e, constantemente, oferecemos possibilidades para ele reconhecer a importância da aprendizagem prática por meio do contato com diversos contextos e realidades fora da escola. De alguma forma, esse projeto propõe ampliar os horizontes dos estudantes, ao mesmo tempo que promove uma educação mais holística e significativa”, informa o professor.

Outros projetos estão sendo iniciados, como o “Projeto PASso a PASso”, que surgiu para preparar os nossos estudantes para as avaliações externas, principalmente para o PAS e o Enem. Esse é um projeto que temos procurado desenvolver com as eletivas da nossa escola. Outro projeto é o “Horta e Ciência – Semeando Saberes e Colhendo Conhecimentos”, que surge com a compreensão de que a horta escolar não é apenas um espaço para cultivo de plantas, mas também uma ferramenta valiosa para promover aprendizado significativo interdisciplinar. Com ele, a escola busca unir os conceitos da horta, da ciência, do meio ambiente, para que o estudante possa explorar e aplicar os conhecimentos em diversas áreas científicas, além do desenvolvimento de suas habilidades práticas e socioemocionais.

“Dessa maneira, com o esforço de todos, estamos fazendo com que o nosso aluno entenda e perceba que a escola tem ainda muito a oferecer dentro e também fora do ambiente escolar.  Com dedicação e empenho, acreditamos que o futuro reserva ainda mais conquistas e oportunidades para todos nós, é o que deseja a nossa equipe pedagógica”, finaliza.

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Sinpro participa de audiência pública contra o confisco das aposentadorias

Na tarde desta terça-feira, 3 de setembro, uma audiência pública convocada pela deputada federal Carla Ayres (PT-SC) reuniu representantes de diversas categorias para debater as PECs 006/2024 e 555/2006, que tratam da extinção das contribuições previdenciárias de aposentados e pensionistas. A audiência aconteceu por meio da Comissão de Legislação Participativa.

O Sinpro-DF esteve presente, como parte da luta contra o confisco das aposentadorias e pensões. O presidente da CUT-DF, Rodrigo Rodrigues, professor da SEE-DF, integrou da mesa de debates.

A principal reivindicação dos movimentos sindicais é que a PEC 006/2024 seja apensada à 555/2006 e sejam apreciadas pelo plenário da Câmara. A primeira prevê o fim gradativo das contribuições ao longo de dez anos, enquanto a PEC 555/06 prevê sua extinção imediata.

“Nós defendemos justiça para aposentados, aposentadas e pensionistas que já contribuíram durante a vida toda. O que acontece hoje é um confisco, uma bitributação”, afirma Rodrigo Rodrigues. “A extinção dessa bitributação poderia ser compensada com a inclusão de outras categorias de trabalhadores da ativa no sistema previdenciário, como os motoristas de aplicativo. Isso colocaria imediatamente 1,5 milhão de trabalhadores dentro de um sistema de seguridade social”, destacou ele.

Foto: Elineide Rodrigues

 

A cobrança da contribuição previdenciária sobre a remuneração de aposentados(as) e pensionistas do serviço público começou com a Emenda Constitucional 41, de 2003. A reforma da previdência de 2019 incluiu nessa tributação aposentados(as) e pensionistas de regimes próprios.

Para a coordenadora da Secretaria de Aposentados do Sinpro, Elineide Rodrigues, essa taxação de aposentados e pensionistas faz parte de um projeto de desmonte do serviço público: “A longevidade está aumentando no nosso país, e a população idosa tende a aumentar. São pessoas que precisam ter cuidados especiais com a saúde, com alimentação saudável, têm mais gastos médicos”, lembra Elineide. “Com a bitributação, aposentados e aposentadas perdem seus salários e têm seus direitos reduzidos”, afirma.

O Sinpro, através da Secretaria de Aposentados, continua acompanhando a tramitação das PECs e participando do debate e das lutas pelo fim do confisco das aposentadorias e pensões. Acompanhe o site e as redes do Sinpro para participar das mobilizações e da pressão aos parlamentares e ministros do STF, que devem apreciar essa questão em breve.

Foto: CUT-DF

 

Com informações da Agência Câmara de Notícias.

Veja o álbum completo no facebook.

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Grito dos Excluídos deste 7 de Setembro relaciona crise ambiental e vulnerabilidade social

Com 30 anos de história, o Grito dos Excluídos realiza mais uma edição neste 7 de setembro, Dia da Independência. A concentração para o ato será na Praça Zumbi dos Palmares, no Conic, às 10h. De lá, os manifestantes realizarão passeata até a Rodoviária do Plano Piloto.

O lema da 30ª edição do Grito dos Excluídos é “Todas as formas de vida importam. Mas, quem se importa?”. A pergunta é uma crítica ao sistema econômico vigente que, segundo os organizadores do ato, também é responsável pela crise climática, que atinge, principalmente, as pessoas em vulnerabilidade social.

“Gritamos pelo direito à vida, que está diretamente ligado ao direito ao meio ambiente sadio: um direito humano fundamental. São várias as formas de violência contra os excluídos. E a destruição da natureza, uma imposição desse sistema econômico, é uma das violências que matam. É preciso que a sociedade compreenda que a forma de preservar todas as vida é preservando cada uma delas”, afirma o diretor do Sinpro Cleber Soares, que integra a organização do Grito dos Excluídos no DF.

Raimundo Kamir, que também é diretor do Sinpro-DF, ressalta que, embora a crise climática atinja toda a sociedade, os primeiros e mais prejudicados são as pessoas pobres e pretas, e exemplifica com caso do DF. “Com a fumaça decorrente de queimadas, a Secretaria de Saúde do DF recomendou permanecer em ambiente com portas e janelas fechadas, ingerir bastante água e se proteger contra a poeira. Mas como as famílias da periferia vão seguir essas orientações, se a maioria mora em barracos de um quarto, em terrenos sem pavimentação e sem acesso a água potável?”, questiona.

O Sinpro orienta a participação de todos(as) os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais no Grito dos Excluídos 2024. Para o Sindicato, a conscientização sobre o direito ao meio ambiente e sobre os agentes causadores da crise climática passa, sobretudo, pela sala de aula.

História
O primeiro Grito dos Excluídos e Excluídas foi realizado em 7 de setembro de 1995, tendo como lema “A vida em primeiro lugar”, e aconteceu em 170 localidades. Em Aparecida, São Paulo, aconteceu junto à Romaria dos Trabalhadores e Trabalhadoras, parceria que continua até hoje.

Em 1993, em Montes Claros (MG), já havia acontecido o “Clamor dos Sem Teto”, encontro posteriormente identificado como precursor do Grito dos Excluídos. A mobilização ocorreu após visitas às ocupações urbanas durante a Campanha da Fraternidade daquele ano.

O tema era “Onde Moras?” e, como tudo ocorreu próximo ao 7 de setembro, foi realizada uma parada cívica durante o desfile oficial. As famílias organizadas, os jovens e todos os simpatizantes àquela causa tomaram as ruas, com cartazes que manifestavam a indignação com a situação dos moradores das favelas de Montes Claros.

A partir de 1996, o Grito dos Excluídos e Excluídas foi assumido pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), que o aprovou em sua Assembleia Geral como parte do Projeto Rumo ao Novo Milênio (PRNM).

Com informações do BdF Minas Gerais

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GDF lança 14º edital para leilão de precatórios

A Procuradoria-Geral do Distrito Federal (PGDF) inicia a partir desta segunda-feira (02) a 14ª Rodada de Acordo Direto para pagamento de até R$ 300 milhões em precatórios comuns e alimentares expedidos pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT). O(a) professor(a) e orientador(a) educacional interessado(a) deve apresentar a proposta de acordo até o dia 4 de outubro de 2024 e o protocolo do requerimento deve ser feito pelo credor, procurador ou advogado no endereço www.acordoprecatorio.pg.df.gov.br.

Podem participar os titulares de precatórios expedidos até 1º de setembro contra o Distrito Federal, suas autarquias, fundações ou entidades da administração indireta, como o Metrô DF e a Companhia Ambiental de Saneamento do Distrito Federal (Caesb). O Sinpro lembra que a adesão ao processo não é feita pelo departamento jurídico do sindicato, cabendo a cada professor(a) e orientador(a) educacional credor(a) a iniciativa. Além disso, diante do alto número de golpes aplicados, o Sinpro orienta cautela no desenrolar do processo.

A antecipação do pagamento do precatório impõe um deságio de 40% sobre o valor devido, além de 10% de honorários advocatícios, ou seja, o pagamento final, caso aprovado o leilão, é de metade do que o credor tem a receber. Além disso, ainda há uma ordem devida aos leilões. Têm prioridade, nesta ordem, processos de quem tem doenças graves (devidamente reconhecida pelo órgão competente); maiores de 60 anos, e pessoas com deficiência. Os dois últimos critérios são: ordem crescente de valores e ordem alfabética do nome do credor.

Após apresentar pedido de antecipação, o processo passará por análise, que leva em consideração, entre outros fatores, a anexação dos documentos devidos e classificação. Depois disso, a Coordenadoria de Conciliação de Precatórios do TJDFT realizará a atualização de valores do precatório devido (já com o deságio de 40% e os 10% de honorários). Em seguida será feita a intimação do credor. Ela será feita pelo WhatsApp, pela Coordenadoria de Conciliação de Precatórios do TJDFT, para ciência do valor a ser recebido, devolução de certidão de crédito que eventualmente tenha sido solicitado perante a COORPRE e demais providências que se fizerem necessárias à formalização final do ajuste.

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Seminário de Saúde do Sinpro reúne trabalhadores(as) da Educação Distrital

O auditório do Sinpro recebeu, no fim de semana dos dias 30 e 31 de agosto de 2024, o Seminário de saúde do(a) trabalhador(a) do Sinpro. A abertura do evento foi na sexta-feira (30/8), e contou com a participação dos integrantes da secretaria de assuntos da saúde do trabalhador do Sinpro, Élbia Pires, João Braga e Rodrigo Teixeira, e também da secretária de saúde da CNTE, Francisca Pereira.

No sábado (31/8), ocorreram quatro mesas de debate. A primeira foi sobre o direito à saúde no exercício do magistério público, com a participação das dirigentes da CNTE Rosilene Corrêa e Francisca Pereira. A seguir, o assunto em debate foi saúde mental e comunidade LGBTQIAPN+ no mundo do trabalho, com a psicóloga Daniela Garcia. Após o almoço, foi discutida a readaptação funcional: perspectivas de e3xercício pleno da capacidade laborativa, com a professora readaptada da rede Érika Teodora, e legislação, normas e procedimentos da SEE-DF, com advogados e advogadas do escritório Resende Mori Hutchinson Advogados, que atende ao Sinpro-DF.

Quem participou do evento recebeu a versão impressa de todas as cartilhas com temas atinentes à saúde do(a) trabalhador do Sinpro: pensão por morte, readaptação funcional, suicídio, adicional de insalubridade, acidente de trabalho, aposentadoria por invalidez, assédio moral no trabalho, proteção à infância, Prioridade no pagamento do precatório, Licenças médicas em geral, isenção de imposto de renda e abertura de processos administrativos da saúde – SEI GDF. Essas cartilhas estão todas disponíveis online, neste link aqui:

“O seminário foi um momento de troca de experiências e conhecimentos, retirada de dúvidas e acúmulo de informações de extrema importância para a nossa categoria. Um encontro de escuta ativa e aprofundamento de nosso fazer sindical na busca de instrumentalizar nossa categoria na prevenção e cuidado com o adoecimento em razão do trabalho e no exercício do magistério público”, avaliou a coordenadora da secretaria de assuntos de saúde do trabalhador, Élbia Pires.

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Nova versão do app do Sinpro disponível nas lojas de aplicativos

Google Play

 

Já está disponível no Google Play e na App Store a nova versão do Sinpro App, que foi lançada na sequência das comemorações aos 45 anos do Sindicato. A nova versão do Sinpro App tem muito mais funcionalidades para professores, professoras, orientadores e orientadoras educacionais. A nova versão do app do Sinpro está muito mais dinâmica e interativa. Está fácil e rápido de usar, e traz uma série de facilidades e funcionalidades: é possível fazer agendamentos, reservar quiosques na chácara do Sinpro, tem a carteirinha virtual sempre disponível, e muito mais!

App Store

 

Para localizar a nova versão do app nas lojas de aplicativos, busque na App Store por “SinproDF APP”. E, no Google Play, busque por “SinproDFAPP” (sem espaços).

Ou, então,


Veja abaixo o vídeo com o passo a passo de como baixar, se cadastrar e usar o Sinpro App.

(Publicado originalmente em 13 de maio)

 

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Participe da pesquisa sobre violência e perseguição a educadores(as)

O Observatório Nacional da Violência contra Educadoras(es) – ONVE -, projeto de extensão da Universidade Federal Fluminense, está realizando uma pesquisa para compreender e enfrentar os desafios diários enfrentados pelos profissionais da educação em relação à violência no ambiente de trabalho.

O estudo leva o título A violência contra educadores como ameaça à educação democrática: um estudo sobre a perseguição de educadores no Brasil, e é realizado em parceria com outras instituições de ensino da educação básica e do ensino superior, e com a Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão do MEC.

Ao participar, professores(as) e orientadores(as) educacionais contribuem para um mapeamento abrangente de situações de violência vivenciadas por educadores em todo o país. Os dados levantados serão importantes para dimensionar a extensão do fenômeno e sua distribuição geográfica, possibilitando a implementação de políticas e ações direcionadas para a proteção desses profissionais e para a promoção da liberdade de aprender e de ensinar.

A CNTE e o Sinpro apoiam essa iniciativa e incentivam que os profissionais do magistério público do DF participem, respondendo à pesquisa clicando no botão abaixo. Para mais informações, visite o site do ONVE.

Para participar, clique aqui.

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