PARTICIPE DA PESQUISA SOBRE VIOLÊNCIA E PERSEGUIÇÃO A EDUCADORES(A)

O Observatório Nacional da Violência contra Educadoras(es) – ONVE -, projeto de extensão da Universidade Federal Fluminense, está realizando uma pesquisa para compreender e enfrentar os desafios diários enfrentados pelos profissionais da educação em relação à violência no ambiente de trabalho.

O estudo leva o título A violência contra educadores como ameaça à educação democrática: um estudo sobre a perseguição de educadores no Brasil, e é realizado em parceria com outras instituições de ensino da educação básica e do ensino superior, e com a Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão do MEC.

Ao participar, professores(as) e orientadores(as) educacionais contribuem para um mapeamento abrangente de situações de violência vivenciadas por educadores em todo o país. Os dados levantados serão importantes para dimensionar a extensão do fenômeno e sua distribuição geográfica, possibilitando a implementação de políticas e ações direcionadas para a proteção desses profissionais e para a promoção da liberdade de aprender e de ensinar.

A CNTE e o Sinpro apoiam essa iniciativa e incentivam que os profissionais do magistério público do DF participem, respondendo à pesquisa clicando no botão abaixo. Para mais informações, visite o site do ONVE.

 

Participe da Pesquisa

 

MATÉRIAS EM LIBRAS

Originalmente publicado em 1ª de julho de 2024.

05 de Agosto – Dia Nacional da Saúde

Com o intuito de conscientizar as pessoas sobre a importância da educação sanitária e do quão vital é ter um estilo de vida saudável, o Dia Nacional da Saúde no Brasil é comemorado no dia 5 de agosto, em homenagem ao médico Oswaldo Cruz que nasceu no mesmo dia, em 1872.

Além de médico, Oswaldo Cruz atuou como sanitarista e teve papel importante durante as epidemias de varíola, febre amarela e peste bubônica no final do século XIX e início do século XX. Ele adotou métodos de isolamento dos doentes, notificação dos casos positivos, captura dos vetores (mosquitos) e desinfecção das casas. Em 1900 fundou o Instituto Soroterápico Federal, que oito anos depois levou o nome do fundador. Ele também promoveu campanhas de vacinação em massa, com vacinas que começavam a ser produzidas no próprio país, apesar de movimentos contrários (já existiam os antivacinas em 1904).

Com o passar dos anos, houve a inovação científica, ocorreram significativos desenvolvimentos nos diagnósticos, tratamentos e prevenção de doenças.

Atualmente, a questão de ter saúde não significa simplesmente não estar doente. E sim em se alimentar bem, evitar alimentos processados, ingerir água em boa quantidade, praticar atividades físicas, descanso e lazer. De acordo com a Organização Mundial da Saúde, “saúde é um estado de completo bem-estar físico, mental e social, e não apenas na ausência de doenças”.

SUS

Os investimentos em saúde pública e campanhas de prevenção, informando corretamente com evidências científicas e todo o embasamento, podem reduzir o impacto de doenças e promover uma sociedade mais saudável. Para isso, além de uma comunicação precisa e profissional, é necessário investimento permanente do Poder Público no SUS (Sistema Único de Saúde), que tem uma capilaridade e estrutura para atender nas mais distantes localidades do país.O Sistema foi criado em 1990 e atende quase 200 milhões de brasileiros (as), sendo cerca de 80% deles (as) de forma exclusiva. Ele se baseia em três pilares: integralidade (considera as pessoas como um todo, atendendo todas as necessidades), a igualdade (ou equidade, que visa diminuir as desigualdades onde há maior carência) e a universalidade (pois a saúde é um direito de cidadania de todas as pessoas e cabe ao Estado assegurá-lo).

É preciso reafirmar, impulsionar e efetivar os princípios e diretrizes do SUS, para garantir a saúde como direito humano, com base em políticas que reduzam as desigualdades sociais e territoriais do Brasil.

“É um dia importante para que todos e todas possam reforçar a importância da saúde em nossas vidas e principalmente de se investir em políticas públicas, em fortalecer cada vez mais o SUS, em políticas de prevenção (como médicos da família), pois é investindo em nosso sistema de saúde e na atenção primária, que vamos economizar recursos futuramente e a população será melhor atendida”, diz Élbia Pires, Coordenadora da Diretoria para Assuntos do (a) Trabalhador (a) do Sinpro.

Seminário

Estão abertas as inscrições (até dia 27/08) para o Seminário Saúde do Trabalhador. O evento do Sinpro será realizado no Auditório Paulo Freire, na Sede do Sindicato (SIG), no dia 30/08 a partir das 19h e no dia 31/08 de 8h30 às 16h. As inscrições podem ser feitas aqui.

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9ª Feira Cultural dos Aposentados e das Aposentadas será no Arraiá do Sinpro, dia 10/8

Professores(as) e orientadores(as) educacionais aposentados(as) poderão expor trabalhos artesanais na 9ª Feira Cultural dos Aposentados e das Aposentadas. Nesta edição, o evento será realizado junto com o Arraiá do Sinpro, dia 10 de agosto, na Chácara do sindicato, a partir das 18h.

A diretora do Sinpro Elineide Rodrigues explica que a decisão de realizar a 9ª Feira Cultural dos Aposentados e das Aposentadas junto com o Arraiá do Sinpro tem como objetivo dar maior visibilidade aos trabalhos expostos. “Vamos juntar dois eventos muito esperados pela categoria. Dessa forma, o trabalho dos aposentados e das aposentadas será prestigiado por um público ainda maior que nos anos anteriores. Se nas edições passadas a atividade foi um sucesso, agora a promessa é de ser ainda melhor”, diz.

>> Leia também: Arraiá do Sinpro traz música, comida típica e quadrilha, dia 10/8

Consuelita Oliveira, que também integra a direção do Sinpro, lembra que a 9ª Feira Cultural dos Aposentados e das Aposentadas é “mais uma oportunidade de reencontrar amigos e fortalecer os laços de luta”. “A luta é fortalecida pela unidade. E essa união vem da nossa amizade, da nossa troca de experiências, do nosso senso de pertencimento”, afirma.

Já o diretor Chicão diz que “os trabalhos expostos refletem a sabedoria e a criatividade acumuladas ao longo dos anos”. “Este evento nos lembra da importância de permanecermos unidos e de continuarmos a apoiar uns aos outros, independentemente da fase da vida em que nos encontramos. Vamos todos e todas”, convida.

Expositores(as)
Para participar da 9ª Feira Cultural dos Aposentados e das Aposentadas como expositor(a) é necessário ser filiado(a) ao Sinpro e ter trabalhos exclusivamente artesanais, de produção própria. Interessados(as) devem entrar em contato com a Secretaria de Aposentados do Sinpro, pelo telefone (61) 9.9994-6258 (Elieuza), das 8h às 17h.

 

 

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Lei 14.945/24, que reforma o ensino médio, foi sancionada com um veto

A lei 14.945/24, que define uma nova reforma para o ensino médio, foi sancionada pelo presidente Lula nesta quinta-feira, 1º de agosto, com um veto, que se refere aos conteúdos do ENEM (Exame Nacional do Ensino Médio) e vestibulares, que manterão a referência somente na base nacional curricular comum, não os itinerários formativos.

O veto é positivo porque considera e dá a devida importância às desigualdades e diferenças regionais – e mesmo entre escolas – na construção desses itinerários. O restante do texto da lei continua o mesmo aprovado pelo Congresso Nacional em julho.

Muitas das mudanças positivas que tinham sido feitas pelo Senado foram descartadas quando a matéria voltou à Câmara dos Deputados, resultando numa lei que ameniza parcialmente os efeitos do Novo Ensino Médio (NEM) lançado no governo golpista de Michel Temer, mas fica aquém do que é necessário para fortalecer a educação pública e a igualdade de oportunidades para os estudantes em situação de maior vulnerabilidade.

A CNTE e seus sindicatos filiados, entre eles, o Sinpro, marcaram forte presença nos debates realizados para embasar a elaboração da lei, bem como, posteriormente na resistência ao projeto final relatado pelo deputado Mendonça Filho, ex-ministro da Educação de Temer e proponente do NEM. Ao apreciar a matéria, pesou a composição política do Congresso Nacional, que majoritariamente defende interesses privados e, portanto, uma visão privatista da educação brasileira.

Algumas vitórias parciais foram arrancadas, como a recomposição de 2.400 horas da carga horária para a formação básica; a reintrodução das demais disciplinas da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) na formação geral básica; a oferta de no mínimo dois itinerários por escola, que devem observar os conteúdos da BNCC; a regulamentação nacional dos itinerários através de diretrizes do Conselho Nacional de Educação.

Porém, a ação privatista de Lira e Mendonça Filho impediram que se revertessem questões importantes como: a não obrigatoriedade da oferta da disciplina língua espanhola; a carga horária de formação básica se manteve em 1.800 horas nos cursos técnicos – podendo chegar a 2.100 horas se houver convergência de conteúdos entre o itinerário e a BNCC -; a não proibição de EaD.

Entre os pontos que haviam sido aprovados pelo Senado e não foram acatados na Câmara, estavam a limitação em 30% da carga horária para os itinerários formativos nas escolas de tempo integral e a a regulamentação das contratações por Notório Saber para atuar na Educação Técnica e Profissional por meio de diretrizes nacionais.

As diretrizes curriculares para os itinerários formativos devem ser aprovadas pelo Conselho Nacional de Educação até o final deste ano. A nova estrutura do ensino médio passa a valer a partir de 2025.

MATÉRIAS EM LIBRAS

Heleno Araújo é eleito vice-presidente mundial para a América Latina da IE

notice
Eleição do professor e diretor da CNTE, Heleno Araújo, para a Vice-Presidência Mundia da IE

 

O professor e presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores da Educação (CNTE), Heleno Araújo, foi eleito, nessa terça-feira (30), a Vice-Presidente Mundial para a América Latina da Internacional da Educação (IE). Com isso, a CNTE mantém sua representação na América Latina. Araújo passa a ocupar o cargo que, anteriormente, era preenchido pelo secretário de Relações Internacionais da CNTE, Roberto Leão.

A eleição de Araújo ocorre durante o 10º Congresso Mundial da Internacional da Educação (IE), realizado em Buenos Aires, entre 26 de julho e 2 de agosto. “Já há muitos anos a CNTE contribui mundialmente com o debate, a elaboração, as lutas e conquistas das políticas educacionais, sobre o direito à educação, a gestão democrática, a organização sindical, o financiamento da educação pública e a valorização da nossa categoria profissional”, relata Heleno.

“Com mais um mandato na Internacional da Educação, pretendo dar continuidade aos trabalhos realizados pelos que passaram neste posto, buscando avançar nos processos de elaboração, lutas e conquistas dos nossos direitos e pelo fortalecimento da democracia no mundo”, ele garante.

Ele disse ao Sinpro-DF que a atuação da entidade vai favorecer a educação no Brasil. “Atuamos com outras entidades da educação da América Latina, então, a manutenção da CNTE na Vice-Presidência da Internacional da Educação, e mais três entidades da nossa região, fortalece a integração da América Latina com os debates e as lutas em defesa da educação pública no mundo”.

E acrescentou que: “Manter a CNTE na Vice-Presidência Mundial da IE impacta nas políticas educacionais aplicadas no Brasil, fortalece nossa atuação nacional para barrar os processos de privatizações da educação pública e nos ajuda a lutar pela aplicação de políticas educacionais que atendam às demandas de toda a comunidade escolar”.

Em matéria divulgada no seu site, a CNTE informa que, na ocasião, o secretário-geral da IE, David Edwards, destacou o direito à educação e apresentou um panorama sobre garantia de direitos dos trabalhadores. O discurso de Edwards indica para mais um período de resistência perante as crises impostas pelo capitalismo. 

Resistência perante crises

Apuração da CNTE mostra que a superação de dificuldades criadas por crises mundiais pautou o debate do 10º Congresso Mundial da Internacional da Educação. No primeiro dia oficial de atividades do evento, o secretário-geral da IE, David Edwards, refletiu sobre as conquistas dos movimentos sindicais globais nos últimos 5 anos e citou crises, como a provocada pela pandemia de covid-19, os problemas causados pelas emergências climáticas e as guerras decorrentes somadas ao crescente autoritarismo em todas as regiões do mundo.

Diante dessa situação, o desafio do próximo período, segundo análise de Edwards, é os(as) educadores(as) conseguiram avançar na garantia do direito à educação, dos direitos dos trabalhadores e à democracia em todo o mundo.

“O fervor, o empenho e a dinâmica entre as nossas organizações membros são inegáveis, porque sabemos que este é o nosso tempo. Sabemos que sistemas educativos de qualidade, gratuitos e com bons recursos não são inevitáveis. Sabemos que professores altamente qualificados, equipe de apoio educativo e outros educadores não estão garantidos para todos os alunos em todas as turmas. É preciso lutar por isso e defendermos essa garantia. Mas posso dizer, nesta nossa quarta década como federação, que construímos o reconhecimento, a reputação e o poder ao mais alto nível para sermos uma força não só para a educação, mas para os valores dos direitos humanos e da democracia em todo o mundo”, afirmou Edwards.

Internacional da Educação

A CNTE ressalta que, dentre as principais realizações da IE nos últimos anos, David Edwards destacou o trabalho da federação durante o período de pandemia de covid-19 e sua solidariedade além das fronteiras. Campanhas como a Go Public! Fund Education, a Teach for the Planet, as recomendações das Nações Unidas sobre a profissão docente, a mobilização global para a educação e justiça climática, além de outros compromissos firmados pela organização para a igualdade de gênero, equidade, e diversidade na educação foram enaltecidos na cerimônia.

Solidariedade em todas as crises

A Confederação também destacou que, em seu discurso, Edwars disse que “em memória à ação dos educadores no mundo no período da pandemia, Edwards elogiou, reforçando que “tudo fechou, mas nós não. Mantemos viva a visão que defendemos todos os dias como professores e trabalhadores da educação – um lugar chamado escola; o símbolo vivo da resiliência e da ambição no coração das nossas comunidades”.

À altura dos desafios impostos pela pandemia, a união solidária para além das fronteiras também se fez presente. “Em mais de 300 ocasiões, desde 2021 até hoje, nós nos reunimos virtualmente online, tanto com encontros individuais, em pequenos grupos, quanto em conferências regionais e globais, nos mantendo próximos em nossa missão e objetivo. Nenhuma organização global fora do setor da saúde primária esteve mais empenhada na resposta global à Covid do que a nossa federação”, destacou o dirigente sindical.

Segundo o dirigente, a mesma solidariedade se fez presente nos momentos em que os trabalhadores tiveram seus direitos negados. “Quando os direitos trabalhistas dos professores são retirados, os nossos valores de dignidade, humanidade, solidariedade, nos obrigam a defender a sua restauração”, disse ele, destacando as diversas ações de solidariedade em apoio aos profissionais da educação em Mianmar, Israel, Gaza, Ucrânia, Essuatíni, Turquia, Hong Kong, Bielorrússia, Filipinas, Uganda, Mali, Irã, Tanzânia, Argentina, Haiti e Afeganistão realizadas desde 2019.”

“Aqui na Argentina, acabamos de manifestar solidariedade para com os nossos colegas, os nossos anfitriões trabalhadores e acolhedores. Eles enfrentam uma inflação desenfreada, cortes salariais, pobreza crescente e, quando se manifestam, são confrontados com repressão, mentiras e ameaças pessoais. Mas eles não desistem, defendem os seus alunos, as suas comunidades e a sua nação. La patria no se vende!”, expressou David Edwards.

 

Clique aqui e confira a matéria da CNTE na íntegra.

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Projeto do Sinpro é referência em Educação Antirracista nas escolas públicas do DF

O Sinpro, por meio da Secretaria de Raça e Sexualidade, foi convidado pela Coordenação Regional de Ensino do Recanto das Emas a integrar o projeto Educação Antirracista o Ano Todo, que tem o objetivo de propor uma educação antirracista, com a construção de uma educação diversa, plural e equânime para as relações étnico-raciais. O projeto Circuito Permanente de Debate Antirracista nas escolas tem se tornado um referencial para diversas escolas públicas do Distrito Federal na busca pelo desenvolvimento de um conjunto de ações educativas de combate ao racismo e promoção da equidade racial.

A atividade propõe abordar, junto aos(às) professores(as), temáticas sobre conceitos antirracistas; desconstrução de preconceitos; representatividade no material didático; como ser educador antirracista; corpo negro; racismo na infância e prática pedagógica antirracista. Além disto, reforçar ideias que impactem internamente em cada unidade escolar, fortalecendo o empoderamento, a autoestima dos estudantes na construção de suas identidades e em uma prática educativa democrática e inclusiva, que enxergue na diversidade cultural uma oportunidade de ampliação de horizontes culturais.

Para o diretor do Sinpro Carlos Fernandez, foi com muita alegria que a Secretaria de Raça e Sexualidade do sindicato recebeu o convite para interagir e integrar o projeto Educação antirracista o ano todo, da Regional de Ensino do Recanto das Emas. “O Sinpro vem trabalhando nos últimos anos com o nosso circuito de debates antirracistas nas escolas de todo o DF. É de suma importância que este trabalho ganhe a integração com propostas da Secretaria de Educação, uma vez que o Estado é responsável pelas condições de trabalho dos professores e na escola”, ressalta.

Dentre as ações previstas está a etapa do Circuito de Formação, que tem como proposta levar formações às unidades escolares que compõem a CRE do Recanto das Emas. O planejamento realizado prevê um total de 18 formações sobre a educação das relações étnico-raciais, realizadas nos turnos de coordenação pedagógica, não se limitando somente às quartas-feiras, mas respeitando os documentos regulamentadores dos períodos destinados à coordenação pedagógica da SEEDF.

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Pré-inscrição para cursos de formação continuada se encerra hoje

A pré-inscrição para os cursos de Formação Continuada do Sinpro se encerra nesta sexta-feira. Os cursos começam no próximo dia 14.

O Sinpro passa a oferecer a professores(as) (efetivos(as) ou do contrato temporário) e orientadores(as) educacionais sindicalizados(as) os Cursos de Formação Continuada. Neste projeto pioneiro, os cursos serão oferecidos numa exclusiva plataforma online, e estarão disponíveis para quem for filiado ao sindicato.

Inscreva-se aqui

Educação Inclusiva e Elaboração de Projeto de Pesquisa na grade de 2024

Neste segundo semestre de 2024 serão oferecidos dois cursos: Elaboração de Projeto de Pesquisa e Educação Especial na Perspectiva Inclusiva.

Ambos terão duração de 120h, e se estenderão de agosto a dezembro de 2024. As aulas de abertura e encerramento serão presenciais, no Sinpro, e as demais serão oferecidas na plataforma online do sindicato, de forma síncrona, de acordo com cronograma disponibilizado no AVA.

Não será permitida a inscrição nos dois cursos, pois ambos serão ofertados concomitantemente. Você deve optar por apenas um dos cursos disponíveis.

Os dois primeiros Cursos de formação Continuada estarão sob a coordenação da professora Olga Freitas, Pedagoga, Doutora em Educação e Mestra em Neurociência do Comportamento, dentre outras qualificações.

Inscreva-se aqui

Curso 1 – Elaboração de Projetos de Pesquisa – 25 vagas

Neste curso, ministrado pelo professor Robson Camara, as pessoas inscritas aprenderão a elaborar projetos de pesquisa. A ideia é promover o encontro entre o pensar científico e a problematização da sala de aula. “Quem está na sala de aula sabe da realidade cotidiana de nossas turmas e nossos alunos e alunas. A ideia do curso é fazer com que os e as profissionais à frente das classes interpretem de forma científica o dia a dia das salas de aula, e assim consigam elaborar projetos de pesquisa que se tornem trabalhos de pós-graduação ou mesmo cursos de extensão nas universidades brasileiras. O objetivo então é promover a junção entre o fazer docente e o pensar acadêmico”, explica a professora Olga Freitas, coordenadora do curso.

“Esse curso é voltado para as pessoas que têm interesse em fazer mestrado nas Universidades”, conta Cláudio Antunes, que completa: “para 2025, buscaremos oferecer um curso voltado para quem tem interesse em fazer doutorado”.

 

Curso 2 – Educação Especial na Perspectiva Inclusiva – 50 vagas

Oferecido pela professora Olga Freitas, este curso trará a perspectiva social da Inclusão. “Não vamos tratar estudantes pelo viés médico ou psicológico. Temos que pensar essas crianças e jovens como cidadãos e cidadãs em formação. A(o) profissional que lida com essas pessoas devem ser preparadas(os) para promover a inclusão dessas crianças e jovens a partir da perspectiva da educação cidadã. Vamos, então, pensar em estratégias pedagógicas, aspectos legais, boas práticas de inclusão e deficiência, sem deixar de abordar as categorias de deficiências e altas habilidades. Vamos buscar entender o máximo possível as possibilidades político-pedagógicas”, conta a professora Olga Freitas.

Inscreva-se aqui

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Seminário “Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva” acontece dias 2 e 3 de agosto no Sinpro

Nos dias 2 e 3 de agosto, a Secretaria de Políticas Educacionais do Sinpro realiza o seminário “Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva”, na sede do sindicato no SIG. O evento é dirigido a professores(as) e orientadores(as) educacionais da rede pública do DF que têm interesse no tema. Haverá certificação.

É necessário se inscrever através do botão abaixo. O período de inscrições vai de 8 de julho a 1º de agosto.

Inscreva-se aqui

A abertura acontece dia 2, sexta-feira, às 19h; e em seguida, uma palestra sobre o tema do seminário. No sábado, 3, de 9h a 13h, a palestra será sobre Problemáticas na Rede e Capacitismo. Veja, no final da matéria, a programação completa do evento.

Hoje, quase todas as turmas nas escolas públicas do DF contam com estudantes da educação inclusiva. O seminário tem o objetivo de contribuir para movimentar esse debate dentro das escolas, para aprimorar a atuação dos profissionais do magistério e para apontar respostas para os graves problemas que vêm sendo identificados.

O Sinpro intensificou a campanha por mais investimento na educação inclusiva, diante do atual cenário de turmas superlotadas, falta de monitores(as), de professores(as) e orientadores(as) educacionais no quadro efetivo, do desmonte das salas de recurso. Assim, o seminário também será um instrumento de luta em defesa da educação inclusiva no DF.

Seminário
Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva

2 de agosto
sexta-feira
19h

– Apresentação da Fanfarra dos alunos do CEE 01 de Taguatinga

– Mesa de abertura: CNTE, SINPRO, Dep. Distrital Gabriel Magno

– Palestra: Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva

Palestrantes convidadas:

Liliane Garcez
Psicóloga, mestra em Educação e especialista em Políticas Públicas para a Igualdade na América Latina. Atualmente está como Coordenadora-Geral de Estruturação do Sistema Educacional Inclusivo da Diretoria de Políticas de Educação Especial na Perspectiva Inclusiva.

Olga Freitas
Pedagoga, professora aposentada da SEEDF, doutora em Educação, mestra em Neurociência do Comportamento, especialista em Neuropsicologia, Neuropsicopedagogia, Gestão Escolar, Libras e em Educação Inclusiva e Consultora da Unesco.

3 de agosto
sábado
9h

– Palestra: Problemáticas na Rede e Capacitismo

Palestrantes convidados:

Andréa Medrado
Ativista, integrante da Frente Parlamentar em Defesa da Educação Inclusiva do DF, mãe típica e atípica, membro do grupo Pitt-Hopkins Brasil.

Alexandre Mapurunga
Diretor de Políticas de Educação Especial na Perspectiva Inclusiva do Ministério da Educação.

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Aposentados e pensionistas nascidos em agosto já podem fazer sua prova de vida

A prova de vida para os(as) professores(as), orientadores(as) educacionais aposentados(as) e pensionistas que fazem aniversário no mês de agosto terá início na próxima quinta-feira (01). O Sinpro lembra que estes(as) educadores(as) devem ficar atentos(as) e realizar o procedimento no mês do seu aniversário, uma vez que é uma comprovação anual obrigatória e necessária para o pagamento regular de aposentadorias e pensões.

O procedimento pode ser realizado de forma presencial, ou seja, o(a) beneficiário(a) pode ir pessoalmente a qualquer Agência do BRB ou pode fazer virtualmente, por meio do aplicativo disponível nas lojas da iOS e Android. Confira o procedimento virtual no final desta matéria.

 

Aplicativo Prova de Vida GDF

Criado durante a pandemia da Covid-19, o aplicativo Prova de Vida GDF oferece agilidade no atendimento e comodidade nessa tarefa anual. Para realizar a prova de vida por meio digital, os(as) aposentados(as) e pensionistas precisam baixar o aplicativo Prova de Vida GDF, inserir o CPF e confirmar alguns dados. Após essa etapa, serão solicitadas a captura do documento do(a) beneficiário(a) e uma foto selfie, com boa qualidade, tirada em ambiente bem iluminado.

Para finalizar, o(a) usuário(a) deve informar endereço, número do telefone celular e e-mail. Após preencher e enviar todas as informações, os(as) aposentados(as) receberão um e-mail com a confirmação do resultado da criação dessa conta (login) no aplicativo da prova de vida.

 

Outras formas de fazer a prova de vida

Aposentados(as) e pensionistas impedidos(as) de comparecer presencialmente em qualquer agência do BRB ou que não tenham acesso ao aplicativo, podem solicitar a visita domiciliar para fazer a prova de vida. O(a) mesmo(a) deverá anexar atestado médico comprovando a impossibilidade. Para beneficiário(a) com mais de 90 anos, também pode ser feita a solicitação pelo e-mail agendamento@iprev.df.gov.br. Brasileiros(as) que residem no exterior, a prova de vida deve ser encaminhada por meio de consulado ou da representação diplomática do Brasil no país em que reside. Basta encaminhar ao Iprev correspondência com declaração de comparecimento emitida pela representação do País com cópia dos documentos autenticados. Se o país onde reside não tiver representação, a pessoa deve acessar o Formulário Específico de Atestado de Vida disponível no site do Iprev: https://www.iprev.df.gov.br/prova-de-vida/

 

CLIQUE AQUI PARA BAIXAR O APLICATIVO PARA CELULARES ANDROID

https://play.google.com/store/search?q=prova+de+vida+gdf&c=apps&pli=1 

 

CLIQUE AQUI PARA BAIXAR O APLICATIVO PARA CELULARES iOS

https://apps.apple.com/br/app/prova-de-vida-gdf/id1614842989 

 

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Não deixe para a última hora. Prazo final para prova de vida de aposentados e pensionistas nascidos em julho

Atenção professores(as) e orientadores(as) educacionais aposentados(as) e pensionistas que fazem aniversário no mês de julho: o prazo para realização da prova de vida termina no dia 31 de julho. O procedimento é de grande importância para cada aposentado(a) e pensionista, uma vez que é uma comprovação anual obrigatória e necessária para o pagamento regular de aposentadorias e pensões.

A prova de vida pode ser realizada de forma presencial, ou seja, o(a) beneficiário(a) pode ir pessoalmente a qualquer Agência do BRB ou pode fazer virtualmente, por meio do aplicativo disponível nas lojas da iOS e Android. Confira o procedimento virtual no final desta matéria.

 

Aplicativo Prova de Vida GDF

Criado durante a pandemia da Covid-19, o aplicativo Prova de Vida GDF oferece agilidade no atendimento e comodidade nessa tarefa anual. Para realizar a prova de vida por meio digital, os(as) aposentados(as) e pensionistas precisam baixar o aplicativo Prova de Vida GDF, inserir o CPF e confirmar alguns dados. Após essa etapa, serão solicitadas a captura do documento do(a) beneficiário(a) e uma foto selfie, com boa qualidade, tirada em ambiente bem iluminado.

Para finalizar, o(a) usuário(a) deve informar endereço, número do telefone celular e e-mail. Após preencher e enviar todas as informações, os(as) aposentados(as) receberão um e-mail com a confirmação do resultado da criação dessa conta (login) no aplicativo da prova de vida.

 

Outras formas de fazer a prova de vida

Aposentados(as) e pensionistas impedidos(as) de comparecer presencialmente em qualquer agência do BRB ou que não tenham acesso ao aplicativo, podem solicitar a visita domiciliar para fazer a prova de vida. O(a) mesmo(a) deverá anexar atestado médico comprovando a impossibilidade. Para beneficiário(a) com mais de 90 anos, também pode ser feita a solicitação pelo e-mail agendamento@iprev.df.gov.br. Brasileiros(as) que residem no exterior, a prova de vida deve ser encaminhada por meio de consulado ou da representação diplomática do Brasil no país em que reside. Basta encaminhar ao Iprev correspondência com declaração de comparecimento emitida pela representação do País com cópia dos documentos autenticados. Se o país onde reside não tiver representação, a pessoa deve acessar o Formulário Específico de Atestado de Vida disponível no site do Iprev: https://www.iprev.df.gov.br/prova-de-vida/

 

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