Ônibus para a Festa da Posse: confira os locais de partida

O Sinpro está disponibilizando ônibus para a Festa da Posse, que ocorre nesta sexta-feira (12/7) na Chácara do Sinpro. Os ônibus saem de cinco pontos da cidade, todos às 9h. As inscrições para participar da Festa da Posse já estão encerradas.

Atenção para os locais. Os três últimos ônibus farão rotas.

 

  • Sinpro (sede no SIG)
  • Taguá parque (Ao lado da administração)
  • Planaltina (CEE 01) –> Sobradinho ( CEM 01).
  • Sta Maria (CEE) –> Gama (CEM 02) –> Recanto das Emas (Regional de Ensino)
  • Samambaia (Feira 402) –> Ceilândia (Estacionamento BRB)

Na próxima sexta-feira (12/7), quem tomou posse entre dezembro de 2023 e junho de 2024. Acesse o localizador da Chácara do Sinpro clicando aqui. E não esqueça: leve seu cooler!

A Festa da Posse é um marco na história da categoria do magistério público do DF. Enfrentamos uma agenda política avessa ao investimento em educação pública e, com a greve de 2023, conquistamos 3.980 nomeações. E a luta não para. Continuamos firmes para que todos os(as) demais aprovados(as) também sejam nomeados(as). Esse é o momento de celebração de uma luta árdua e ininterrupta de toda a categoria, por meio da ação sindical.

Levantamento de gastos do GDF escancara prioridades de Ibaneis

Documentos oficiais e plataforma digital de pesquisa sobre gastos públicos trazem números impactantes sobre os investimentos que o Governo do Distrito Federal fez em 2023, e acende o alerta para este e os próximos anos. Embora esteja entre as principais responsabilidades de um governador garantir educação pública de qualidade, Ibaneis Rocha prefere incrementar em áreas que não têm impacto significativo – ou nenhum – no desenvolvimento socioeconômico da população do DF.

Segundo o Portal da Transparência, em 2023, o GDF empenhou mais de R$ 216,3 milhões do Tesouro em publicidade e propaganda. O valor pago foi ainda maior: ultrapassou R$ 219,5 milhões. No mesmo ano, o governo empenhou apenas R$ 134,5 milhões para alimentação escolar, e pagou ainda menos: R$ 128,3 milhões. O valor representa quase metade do que foi direcionado para, basicamente, promoção da imagem institucional, já que as peças publicitárias deixaram a desejar no cumprimento do caráter educativo, informativo ou de orientação social.

Como agravante, em 2023, parte do recurso aplicado em publicidade e propaganda pelo GDF teve como objetivo difamar professores(as) e orientadores(as) educacionais. A estratégia foi veicular, por diversas vezes, em horário nobre, propaganda que tentou colocar a população do DF contra a greve do magistério público, deflagrada em defesa de uma educação pública de qualidade para toda a sociedade.

 

 

O disparate fez com que o deputado Gabriel Magno (PT) entrasse com representação no Tribunal de Contas do DF (TCDF) para requerer a ilegalidade das campanhas publicitárias do governo local contra a Greve da Educação e a imediata suspensão de todos os anúncios contra o movimento paredista.

“O Governo do Distrito Federal teve por covarde, e desproporcional, iniciativa iniciar verdadeira campanha difamatória contra a categoria, utilizando-se, para tanto, de vultosos recursos públicos para, indevidamente, financiar campanha de desinformação”, afirmou o parlamentar na representação.

Enquanto o GDF aplicou para publicidade e propaganda cerca de R$ 88 milhões a mais do que para alimentação escolar em 2023, estudantes das escolas públicas do DF encontraram larvas na merenda. Com a repercussão negativa, a Secretaria de Educação (SEEDF) chegou a afirmar que havia tomado providências imediatas. Mas crianças e adolescentes relataram vários outros casos com o mesmo problema que atinge frontalmente um direito básico do(a) aluno(a).

>> Leia também: ESTUDANTES CONTINUAM COMENDO MERENDA COM LARVA

Outra comparação alarmante feita a partir do Portal da Transparência foi o gasto com a construção de viaduto e o investido para a reforma de unidade escolar em 2023. O governo pagou quase R$ 75 milhões para levantar o viaduto. Entretanto, para a reforma de escola, foram pagos menos de R$ 6 milhões.

Na outra ponta, avaliação do início do ano letivo de 2024 realizada pela Comissão Geral da Câmara Legislativa do DF mostrou que o Relatório Técnico de Auditoria do Tribunal de Contas constatou “inadequações em itens da infraestrutura escolar”, além de outros problemas. Entre eles, “fragilidade na definição e no acompanhamento dos percentuais de investimento em educação previstos no Plano Distrital de Educação, com redução do percentual investido em relação ao PIBDF”.

Outros gastos vultuosos em 2023 também podem ser constatados na Prestação de Contas Anual do Governador. De acordo com o documento, foram mais de R$ 5,3 bilhões com serviços de terceiros (pessoa jurídica), mais de R$ 1 bilhão com locação de mão de obra, mais de R$ 38,5 milhões com passagens e despesas com locomoção, mais de R$ 17 milhões com auxílio fardamento, entre outras despesas.

 

 

“São tantos gastos esdrúxulos que a pergunta que a gente faz é: para quem é o governo Ibaneis? Além da educação, outras áreas essenciais para a dignidade da pessoa humana, como a saúde, também estão desamparadas”, denuncia a diretora do Sinpro Márcia Gilda.

De acordo com a dirigente sindical, a estratégia política de Ibaneis visa ao Estado mínimo. “É uma política que gera uma redução drástica das funções governamentais e, consequentemente, leva à desigualdade social, à falta de acesso a serviços básicos como educação e saúde, ao prejuízo do bem-estar geral da população”, esclarece.

Para Márcia Gilda, além dos gastos desproporcionais, a política de Estado mínimo do governador Ibaneis Rocha é demonstrada com a desvalorização da categoria do magistério e demais servidores públicos do DF.

“Nós, professores e professoras, orientadores e orientadoras educacionais, estamos em Campanha Salarial, e nossa reivindicação é por 19,8% de reajuste salarial já, rumo à meta 17 do PDE (Plano Distrital de Educação). O índice repõe as perdas inflacionárias geradas de janeiro de 2019 a dezembro de 2023, quando tudo aumentou e, proporcionalmente, nossa remuneração diminuiu”, diz.

Segundo o Relatório Resumido de Execução Orçamentária, em 2023, o GDF quase zerou o mínimo constitucional para a educação. De acordo com a Constituição Federal, os estados, o Distrito Federal e os municípios devem aplicar anualmente pelo menos 25% “da receita resultante de impostos, compreendida a proveniente de transferências, na manutenção e desenvolvimento do ensino”. Em 2023, o GDF aplicou 25,32% dessa receita para a educação. Para se ter noção, em 2011, esse índice chegou a 30,27%.

Segundo a diretora do Sinpro, é urgente fortalecer a unidade e a consciência de classe para “recolocar o DF nos trilhos”. “Nossa categoria precisa estar firme nas lutas em defesa da educação pública. Participar dos atos, assembleias, mobilizações é imprescindível para avançarmos. Entretanto, também é tarefa nossa desenvolver a capacidade crítica de entendermos que somos classe trabalhadora. Estamos na mesma estrutura socioeconômica, de forma que enquanto uma só categoria de trabalhador sequer for explorada, todas as outras serão. É dessa forma que conseguiremos garantir um DF que seja governado para a sua população”, diz.

 

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Câmara rejeita alterações do Senado e aprova reforma do Ensino Médio que mantém cunho privatista

Frustrando as expectativas dos defensores da Educação de que era possível reverter alguns dos prejuízos acumulados pelo “Novo” Ensino Médio (NEM), a Câmara dos Deputados aprovou, na noite de terça-feira (9), o parecer do relator Mendonça Filho (União-PE) – ex-ministro da Educação no governo golpista de Michel Temer e proponente do NEM – para a reforma do Ensino Médio.

O texto havia sido alterado ao passar pelo Senado, fruto de debates entre os poderes executivo, legislativo e os movimentos sociais da área da Educação. Embora as alterações não anulassem completamente os efeitos nocivos do NEM, elas resultaram em um texto menos prejudicial, especialmente no que se refere aos itinerários formativos e à formação técnico-profissionalizante.

Entretanto, ao retornar à Câmara, atropelos regimentais conduzidos pelo presidente da Câmara, deputado Arthur Lira (PP-AL), culminaram com a reversão daquelas vitórias. Infelizmente, o MEC não demonstrou compromisso com o texto que saiu do Senado; a ponto de o líder do governo orientar favoravelmente ao relatório de Mendonça Filho.

Com isso, algumas vitórias parciais foram arrancadas, como a recomposição de 2.400 horas da carga horária para a formação básica; a reintrodução das demais disciplinas da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) na formação geral básica; a oferta de no mínimo dois itinerários por escola, que devem observar os conteúdos da BNCC; a regulamentação nacional dos itinerários através de diretrizes do
Conselho Nacional de Educação.

Porém, a ação privatista de Lira e Mendonça Filho impediram que se revertessem questões importantes como: a não obrigatoriedade da oferta da disciplina língua espanhola; a carga horária de formação básica se manteve em 1.800 horas nos cursos técnicos – podendo chegar a 2.100 horas se houver convergência de conteúdos entre o itinerário e a BNCC -; a não proibição de EaD.

Entre os pontos que haviam sido aprovados pelo Senado e não foram acatados na Câmara, estavam a limitação em 30% da carga horária para os itinerários formativos nas escolas de tempo integral e a a regulamentação das contratações por Notório Saber para atuar na Educação Técnica e Profissional por meio de diretrizes nacionais.

O texto ainda vai para sanção presidencial. O Sinpro, a CNTE e demais movimentos da educação seguirão lutando para evitar o sucateamento da educação pública e para que ela seja oferecida com qualidade para todas e todos!

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5ª Conferência Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência começa neste domingo (14)

Convocada pelo Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC), a 5ª Conferência Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência ocorrerá nos dias 14, 15, 16 e 17 de julho de 2024, em Brasília (DF). O evento foi convocado por meio da Portaria nº 217/2023 e é coordenado pelo Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência (Conade), em parceria com a Secretaria Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência (SNDPD/MDHC), por meio das Comissões Organizadora, Técnico Científico, e de Infraestrutura.

De acordo com o site do governo federal, a conferência nacional reunirá representantes governamentais e da sociedade civil de todas as regiões do Brasil para mapear desafios, debater e decidir prioridades a fim de obter subsídios para elaboração de políticas direcionadas às pessoas com deficiência. O evento é, inegavelmente, um dos mais importantes espaços democráticos de diálogo e construção coletiva, fruto de mobilizações das comunidades, dos movimentos sociais e sindicais e da gestão pública.

Em nota no seu site, o MDHC ressalta que a 5ª edição o retorno dos processos conferenciais após um intervalo de 8 anos, quando o País foi dominado por forças de extrema direita, as quais não dialogam com a democracia e eliminam direitos conquistados. “A retomada dos espaços de participação cidadã representa o compromisso do Brasil com a democracia, a reconstrução do sistema dos direitos humanos e o respeito aos direitos da pessoa com deficiência”, afirma o site do MDHC.

O site do governo também informa que, com o tema “O cenário atual e futuro na implementação dos direitos da pessoa com deficiência: construindo um Brasil mais inclusivo”, a 5ª Conferência Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência tem o objetivo de realizar um diagnóstico das demandas principais dos estados e desenvolver políticas inclusivas para garantir o acesso aos direitos em todo território. A mesma temática orienta todas as etapas conferenciais, com debates estruturados em cinco eixos, a saber:

    1. Controle social e participação das pessoas com deficiência;
    2. Garantia do acesso das pessoas com deficiência às políticas públicas e avaliação biopsicossocial unificada;
    3. Financiamento da promoção de direitos da pessoa com deficiência;
  1. Cidadania e acessibilidade;
  2. Os desafios da comunicação universal.

Ainda segundo o MDHC, o amplo processo de mobilização compartilhada entre a sociedade civil e representantes governamentais visa garantir que políticas públicas para as pessoas com deficiência no Brasil sejam ampliadas, de forma que o princípio “nada sobre nós, sem nós” seja discutido. Confira no texto do site do governo, a seguir, todas as informações sobre a realização da 5ª Conferência Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência

Identidade visual

A identidade visual criada para a 5ª Conferência Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência reflete o princípio supracitado. A marca é formada por um símbolo (o numeral) e uma parte textual. O número 5 é estilizado e remete a uma pessoa em uma cadeira de rodas, o símbolo da acessibilidade. A variedade de cores — laranja, amarelo, verde, azul claro, rosa e roxo — representam a diversidade e a pluralidade das pessoas com deficiência. O desenho sugere movimento e dinamismo, reforçando a ideia de que as pessoas com deficiência são ativas e participantes na sociedade. A combinação desses elementos visuais busca transmitir uma mensagem de inclusão, acessibilidade e respeito aos direitos das pessoas com deficiência.

Acesse o site da 5ª Conferência Nacional: < https://www.5cndpd.org/>

Conferências municipais, estaduais e distrital

O processo conferencial é realizado em etapas, iniciando nos municípios, passando pelos estados e pelo Distrito Federal, e finalizando na etapa nacional. Os conselhos locais são responsáveis por convocar as conferências em seus respectivos âmbitos e pelo controle social sobre as políticas voltadas às pessoas com deficiência.

Cada etapa ocorre em um período estabelecido para que o Conade receba e sistematize as propostas que serão discutidas na 5ª Conferência Nacional. As conferências municipais ocorreram em 2023, entre 1º de julho a 31 outubro, as estaduais e distrital entre fevereiro e maio deste ano.

Nos municípios, foram discutidas e formuladas propostas sobre as necessidades locais da população com deficiência, com a participação da sociedade civil, representantes de órgãos públicos e de organizações não governamentais. Nessa fase, foram eleitas pessoas delegadas, titulares e suplentes, como representantes para as etapas estaduais, seguindo a paridade entre as partes sociedade civil e governo municipal.

Na etapa intermediária — estadual e distrital —, as propostas enviadas de acordo com o tema e os subtemas foram avaliadas pelos representantes. Em seguida, ocorreu o processo de eleição dos(as) delegados(as) de suas regiões para a terceira e última etapa, a nacional.

Deste modo, a 5ª Conferência Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência debaterá as propostas fundamentadas em um processo amplo de diálogo e participação social de pessoas com deficiência, suas famílias e comunidades em todo país.

Novo Viver sem Limite

O Plano Nacional do Direitos da Pessoa com Deficiência — Novo Viver sem Limite foi apresentado em todas as conferências estaduais e distrital realizadas neste ano. Todos os cinco eixos temáticos listados anteriormente integram o conjunto de ações previstas nesta política pública do governo federal, lançada em novembro de 2023, para garantir mais dignidade às pessoas com deficiência.

Retomado após 12 anos, o plano nacional prevê R$ 6,5 bilhões de investimentos nas áreas de gestão, enfrentamento ao capacitismo, acessibilidade e promoção dos direitos sociais. A construção da política pública foi baseada em muito diálogo a partir de reuniões que ocorreram no ano passado em 12 capitais e de duas consultas públicas com mais de 2,5 mil contribuições.

Até o momento, o novo plano já concluiu 12 de 95 ações anunciadas e três estados já aderiram à política pública: Piauí, Bahia e Maranhão. Todas as informações sobre a iniciativa estão disponíveis no portal www.novoviversemlimite.mdh.gov.br, ambiente digital e acessível que funciona como um observatório inclusivo e participativo e garante a transparência e o monitoramento das ações.

Com informações da Agência Gov e do MDHC

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TV Sinpro desta semana traz o projeto Vivendo a Vida do CEM 03 de Ceilândia

O TV Sinpro desta semana (quarta-feira, 10/7, as 19h) traz o projeto Vivendo a Vida, do CEM 03 de Ceilândia. Realizado no início de maio deste ano, o projeto Vivendo a Vida tem foco em educação para a vida, e com a colaboração de toda comunidade escolar. Foram dias repletos de apresentações culturais, oficinas, aprendizados e convivência.

O Vivendo a Vida faz parte de um projeto maior, o “Keep Calm”, e consiste em ações pedagógicas que acionam arte, cultura e protagonismo estudantil. Essas ações foram desenvolvidas com base no calendário escolar, e envolveram a imensa maioria dos 1.100 alunos do ensino médio do turno matutino da escola.

Além do Vivendo a Vida, o projeto “Keep Calm” inclui intervalos culturais, shows de talentos, Cine Escola, palestras, rodas de conversas. Ele foi idealizado pela pedagoga Regina Inácio e pela psicóloga Celilian Mendonça, do Serviço Especializado de Apoio à Aprendizagem (SEAA), com apoio das professoras Andreia Strini e Viviane Espíndola, e o objetivo de fortalecer a saúde mental de estudantes e professores.

O TV Sinpro vai ao ar na quarta-feira, 10 de julho, às 19h na TV Comunitária de Brasília (Canal 12 da NET) e nas redes sociais do Sinpro (Facebook e Youtube).

 

Festa da Posse é nesta sexta-feira (12); inscrições até 9 de julho (hoje)

É com grande alegria que o Sinpro recebe os(as) novos(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais do magistério público do DF. Ampliar a nossa categoria é fortalecer a luta por uma educação pública de qualidade, capaz de construir uma sociedade mais justa, onde todos e todas tenham oportunidades.

Esse momento é para ser celebrado! É por isso que o Sinpro convida todos(as) os(as) empossados(as) em dezembro/2023 e junho/2024 deste ano para a Festa da Posse, sexta-feira (12/7), às 10h, na Chácara do Sinpro.

Para participar, basta se inscrever pelo link https://x.gd/vFj7E. A inscrição é gratuita, e pode ser feita até 9/7. E não esqueça: leve seu cooler!

Para animar, muita música, cultura, comida boa e piscina. Sim, prepare sua roupa de banho para aproveitar as piscinas de água corrente da Chácara do Sinpro. Para que ninguém fique de fora, o sindicato disponibilizará ônibus saindo de vários locais do DF. A lista completa será disponibilizada em breve.

A Festa da Posse é um marco na história da categoria do magistério público do DF. Enfrentamos uma agenda política avessa ao investimento em educação pública e, com a greve de 2023, conquistamos 3.980 nomeações. E a luta não para. Continuamos firmes para que todos os(as) demais aprovados(as) também sejam nomeados(as).

 

Veja como chegar

 

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Nova versão do app do Sinpro disponível nas lojas de aplicativos

(Texto originalmente publicado em 13/5/24)

Google Play

 

Acabou de chegar ao Google Play e à App Store a nova versão do Sinpro App, que foi lançada na sequência das comemorações aos 45 anos do Sindicato. A nova versão do Sinpro App tem muito mais funcionalidades para professores, professoras, orientadores e orientadoras educacionais. A nova versão do app do Sinpro está muito mais dinâmica e interativa. Está fácil e rápido de usar, e traz uma série de facilidades e funcionalidades: é possível fazer agendamentos, reservar quiosques na chácara do Sinpro, tem a carteirinha virtual sempre disponível, e muito mais!

App Store

 

Para localizar a nova versão do app nas lojas de aplicativos, busque na App Store por “SinproDF APP”. E, no google Play, busque por “SinproDFAPP” (sem espaços).

Ou, então,


A coordenadora da secretaria de Imprensa, Letícia Montandon, preparou junto com os diretores da secretaria de Organização de Informática do Sinpro, Ritinha Olly e Anderson Corrêa, um vídeo com o passo a passo de como baixar, se cadastrar e usar o Sinpro App.

 

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Sub Óbito Girls e Sub Óbito são os times campeões do IV Torneio de Futebol Paulo Freire

O Sinpro-DF encerrou, nesse domingo (7/7), o IV Torneio de Futebol Paulo Freire. Nesta rodada, os times Sub Óbito Girls (feminino) e Sub Óbito (masculino) foram os campeões. No segundo lugar do feminino, o time vencedor foi o Fênix; e, o terceiro lugar, o Elzas FC; o segundo lugar do masculino foi o Amigos do Rei; e, o terceiro, Dinossauros. Nesta edição, foram premiados também o(a) Melhor Goleiro(a) e Melhor Artilheiro(a).

Na modalidade feminina, as duas melhores goleiras foram Rose, do Sub Óbito Girls, e Luiza, da Elzas FC;  e, a artilheira, Leidiane, do Elzas FC.  Já na modalidade masculina, o melhor goleiro foi Guilherme,  do Sub Óbito; e, o melhor artilheiro, Léo, do Lions FC. O torneio terminou com a realização da semifinal masculina e das finais feminina e masculina, bem como com a disputa dos terceiros lugares feminino e masculino. Confira a tabela no final desta matéria.

A edição de 2024 consolidou o torneio de futebol como uma das atividades político-culturais do Sinpro-DF, com o maior número de participação da categoria: mais de setecentas pessoas, entre professores(as) e orientadores(as) educacionais filiados(as) ao sindicato envolvidos(as).

Com número recorde de inscritos, esta edição contou com 27 times, sendo 18 times masculinos e, nove, femininos. Além disso, o campeonato durou mais de 30 dias. Foram cinco domingos, sendo quatro deles seguidos, e, um domingo, o dia 30 de junho, pausa. A retomada foi nesse domingo, 7 de julho, com a fase final.

Na avaliação de Bernardo Távora, coordenador da Secretaria para Assuntos Culturais do Sinpro-DF, este ano o campeonato de futebol não só inovou com mais dias de torneio (antes eram dois dias; este ano, foram cinco dias);  transmissão vivo, com câmera exclusiva no árbitro para pegar todos os lances; narração e arbitragem exclusivamente feminina para a modalidade feminina,  como também consolidou a atividade que já está na sua quarta edição. O Torneio de Futebol Paulo Freire do Sinpro foi interrompido pela pandemia da covid-19, mas voltou com toda a força em 2022.

“O torneio é um sucesso. Mais de setecentas pessoas envolvidas e todos os espaços de lazer disponíveis da Chácara do Sinpro ficaram ocupados pela categoria. Teve interação e integração por parte da categoria e esse é o principal objetivo do torneio: integrar, socializar e utilizar o espaço sustentável da chácara pelos professores, professoras, orientadores e orientadoras sindicalizados e sindicalizadas”, finaliza o diretor.

A quinta edição será realizada em 2025. Na ocasião, o Sinpro irá informar a categoria dos procedimentos para participação. Fique ligado(a)!

Veja os melhores momentos no canal do Sinpro no YouTube:

 

 Acesse as redes sociais do Sinpro para assistir ao vídeo e ver as fotos do campeonato:

 

Clique no link abaixo para acessar o álbum:
https://www.facebook.com/share/p/HHJBPgYANgEmBYB1/?mibextid=oFDknk

 

Confira também as matérias anteriores sobre o IV Torneio de Futebol:

 

Sinpro realiza reunião para organização do IV Torneio de Futebol Paulo Freire

Já estão abertas as inscrições para o IV Torneio de Futebol Paulo Freire

IV Torneio de Futebol Paulo Freire chega na fase final

Momentos de decisão no IV Torneio de Futebol Paulo Freire

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Campanha “Juventude trabalhadora na educação” visa a traçar perfil da categoria

A campanha intitulada “Juventude trabalhadora na educação” visa a traçar o perfil de jovens trabalhadores(as) da educação do Distrito Federal. Essa campanha tem o objetivo de estimular todos(as) os(as) professores(as), orientadores(as) educacionais e técnicos-administrativos(as) da rede pública de ensino da capital do País a participarem a uma pesquisa da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) e da Escola Nacional Paulo Freire (ENPF) que busca traçar o perfil desse(as) jovens trabalhadores(as) brasileiros(as).

Assim, o Sinpro convida a todos(as) os(as) jovens, com idade entre 18 a 35 anos, e que exerçam atividades remuneradas na rede pública de ensino do Distrito Federal a participarem da “Pesquisa Nacional da CNTE: Juventude Trabalhadora da Educação”. São apenas 10 minutos para responder. Opine e contribua para a construção do perfil da juventude trabalhadora na educação. Além de traçar o perfil da categoria, os dados coletados no DF vão se somar aos das demais unidades federativas do País e, com isso, a CNTE e a ENPF vão construir o perfil da juventude trabalhadora brasileira na educação.

A pesquisa vai ficar disponível para respostas até o último dia de agosto deste ano. O Sinpro orienta a categoria a divulgar a pesquisa e a estimular a juventude trabalhadora da rede a participar, respondendo ao questionário on-line. “Traçar o perfil e conhecer a juventude trabalhadora é fundamental para os sindicatos construírem uma política sindical que dialogue com as necessidades desse grupo”, afirma a diretora do Sinpro, Ana Bonina.

Realizada pelo Coletivo da Juventude da CNTE, essa pesquisa é um instrumento que busca compreender e identificar o perfil dos(as) jovens trabalhadores(as) em educação e como se relacionam com as entidades sindicais. “As respostas vão nos dar subsídios para construir um quadro da situação e do sentimento da juventude trabalhadora em educação de todo o Brasil. Queremos saber como pensa essa juventude para podermos atuar melhor e em maior sintonia com os e as jovens”, afirma Bruno Vital, professor de inglês da rede estadual de educação do Rio Grande do Norte (RN), coordenador do Departamento de Juventude da CNTE, coordenador Geral do Sindicato dos(as) Trabalhadores(as) em Educação da Rede Pública do RN (SINTE-RN).

O sindicalista destaca ainda que, outra vantagem de responder a essa pesquisa, é ela dar ao movimento sindical os subsídios necessários para a construção de uma luta em defesa da juventude trabalhadora e contra a precarização do trabalho. “Cabe destacar que a juventude é o segmento mais precarizado no mundo do trabalho e não tem se identificado com os seus sindicatos. Precisamos estabelecer esse laço e entender o que a juventude quer para si”.

Acesse o link da campanha e preencha a pesquisa < https://ee.kobotoolbox.org/x/C0wmPymt>

Contextualização e importância

Em abril, o Coletivo de Juventude da CNTE lançou a pesquisa “Juventude Trabalhadora em Educação”,  em parceria com a Escola Nacional Paulo Freire (ENPF), com o intuito de coletar dados para compreender qual o perfil dos(as) jovens trabalhadores(as) em educação e como  se relacionam com o sindicato.

Segundo a CNTE, “atualmente, os(as) profissionais da educação mais jovens correspondem ao menor número entre filiados e filiadas aos sindicatos. Segundo justifica a pesquisa da CNTE, a falta de acesso às memórias das lutas, de uma maior compreensão sobre os direitos trabalhistas, a ameaça dos gerentes e patrões, e a redução de renda pelo desconto da sindicalização são causas comuns que podem dificultar essa aproximação”.

Luiz Felipe Krehan, coordenador do Coletivo de Juventude da CNTE, explica que o objetivo é conseguir traçar o perfil desses(as) jovens trabalhadores(as) em educação em suas mais variadas formas de atuação, sejam esses(as) professores(as), orientadores(as) educacionais, funcionários(as) técnico-administrativos(as) de escolas, efetivos(as) ou contratados(as). “Compreender a juventude hoje não é algo de curto prazo. Mas tê-los nos sindicatos é a garantia de que nos próximos 40 anos teremos lideranças em uma luta que não está fácil. Esperamos que, a partir dos resultados dessa pesquisa, possamos dar luz para a situação da docência no nosso país, e dos trabalhadores e trabalhadoras em educação”, finaliza.

Metodologia

Enquanto trabalhadores jovens, a pesquisa identifica aqueles que estão na faixa etária até 35 anos de idade. Ao longo do período de levantamento dos dados, até novembro de 2024, a pesquisa buscará identificar dois aspectos:

I- A situação desses trabalhadores (Quantidade; em quais condições de trabalho; qual a remuneração média; e tipo de vínculos trabalhistas); e

II- Quais os seus interesses (Quem são; como veem o sindicato; como se relacionam com a política, etc.).

“Que essa próxima etapa da pesquisa possa nos ajudar a alterar esse perfil da nossa categoria – em que os jovens ainda representam uma parcela pequena dos sindicalizados – e trazer a juventude para a nossa profissão, com muita garra, disposição e disponibilidade para fazer valer o direito de cada cidadão e cidadãs à educação pública em nosso país, com os enfrentamentos necessários”, considerou o presidente da CNTE, Heleno Araújo.

Além das representações da CNTE, o lançamento da pesquisa contou com a participação da deputada estadual por Goiás, Bia Lima, da senadora Teresa Leitão (PT-PE), da deputada estadual por São Paulo, Professora Bebel, da secretária de Juventude da CUT, Cristiane Paiva, e dos representantes da Escola Nacional Paulo Freire, Rafael Versolato e Vitor Alcântara.

Clique aqui e confira matéria da CNTE na íntegra.

 

Sinpro participa da Conferência da ONU sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência

Pela primeira vez, o Sinpro teve um dirigente na delegação brasileira da Conferência da ONU sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência (COSP), que aconteceu entre 11 e 13 de junho na cidade de Nova Iorque. O professor Carlos Maciel, que também é integrante da Coddede (Conselho de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência do Distrito Federal), participou do evento representando a CUT.

Além da CUT, a delegação brasileira foi composta pelas entidades: Apae Brasil, ONG Escola de Gente, APABB (Associação de Pais, Amigos e Pessoas com Deficiência, de funcionários do Banco do Brasil), Feapaes (Federação das Apaes) e Instituto Simbora Gente.

O tema desta 17ª edição da conferência era “Repensar a inclusão das pessoas com deficiência na atual conjuntura internacional e antes da Cúpula do Futuro”. Dele, se desdobraram os seguintes subtemas:

> Cooperação internacional para promover inovações e transferências tecnológicas para um futuro inclusivo;
> Pessoas com deficiência em situações de risco e emergências humanitárias;
> Promover os direitos das pessoas com deficiência ao trabalho digno e a meios de subsistência sustentáveis.

A COSP17 reuniu Estados signatários da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, caso do Brasil. No encontro, foram apresentadas as políticas desenvolvidas pelos países no sentido de garantia da convenção, debate muito rico que possibilitou muitas trocas de experiências e de impressões.

No Brasil, marcos importantes das conquistas desse segmento são a Lei Brasileira de Inclusão e a Lei de Cotas. Após um período de trevas em que as pessoas com deficiência ou transtorno estiveram desassistidas pelo Governo Federal, a volta de Lula ao Palácio do Planalto significou a retomada dessas políticas.

Em novembro de 2023, foi lançado o novo plano Viver Sem Limite, com cerca de cem ações para as pessoas com deficiência e investimentos de mais de R$ 6 bilhões. O programa abarca a diversidade que há entre pessoas com deficiência e transtorno, e assegura uma abordagem transversal, articulando áreas como educação, saúde, segurança pública, e outras.

Para Carlos Maciel, a presença do movimento sindical brasileiro, representado por ele, na COSP17, foi muito importante para contribuir com relatos da experiência brasileira desde a perspectiva do mundo do trabalho, e também para aprender com as experiências de outros países. “No terceiro subtema pudemos contribuir com os debates que temos desenvolvido, como no monitoramento e aprimoramento da aplicação da Lei de Cotas”, disse ele. “Também pudemos relatar que a CUT trabalha a acessibilidade e o enfrentamento a todas as barreiras nos espaços sindicais, visando a uma maior e melhor inserção das pessoas com deficiência no movimento sindical”, conclui.

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