A diretoria do Sinpro informa que devido a reunião administrativa/formativa interna não haverá expediente na sede e nas subsedes do sindicato no dia 28 de junho. O expediente voltará ao normal na segunda-feira, dia 1º de julho.
Laudo aponta que Ibaneis tem servido arroz de baixa qualidade a estudantes da rede pública
Jornalista: Alessandra Terribili
Há fortes indícios de que o GDF serve arroz de baixa qualidade aos estudantes das escolas públicas do DF. E pior que isso: paga por um arroz mais caro e recebe outro, mais barato.
Provocada pelo Conselho de Alimentação Escolar do DF (CAE), diante dos tantos problemas verificados na merenda – relembre abaixo os casos -, a Superintendência Regional do Ministério da Agricultura constatou que o arroz servido aos estudantes é de tipos 2 e 3, enquanto, segundo contrato, o GDF paga por arroz agulhinha tipo 1.
As amostras foram recolhidas no CEF 12 e no CEF 30 de Ceilândia. A uma emissora de TV, a Secretaria de Educação (SEE-DF) afirmou que vai solicitar um laudo da Vigilância Sanitária do DF e encaminhar o caso à Polícia Civil para investigação criminal.
Além de formalmente solicitar esclarecimentos e providências da SEE-DF, o CAE também acionou o Ministério Público, a Câmara Legislativa, o Tribunal de Contas, a Controladoria Geral e outros órgãos de controle. “O CAE realizou diversas fiscalizações, e foram encontrados carunchos e larvas no arroz entregue a escolas de diversas regionais; e agora o Ministério da Agricultura nos aponta que o arroz é de tipos 2 e 3”, explica Samuel Fernandes, membro do CAE e diretor do Sinpro-DF. “Estamos tomando providências, porque é esse o arroz que está chegando ao prato dos estudantes das escolas públicas do Distrito Federal”, conclui ele.
A diretoria do Sinpro considera inaceitável a crise da alimentação escolar no DF, ainda mais considerando o volume de recursos destinados a ela. A categoria tem debatido o tema em assembleias gerais e atividades regionalizadas, e o Sinpro segue atento aos encaminhamentos e cobrando providências da SEE-DF, ao lado do CAE.
Veja abaixo os laudos de classificação, feitos pela Empresa Nacional de Classificação e Análise a pedido do Ministério da Agricultura. Para acessar o contrato firmado para compra de arroz entre o GDF e a empresa Super Cesta Básica de Alimentos, clique AQUI.
IV Noite de Autógrafos do Sinpro apresenta 33 escritores e homenageia a sindicalista Maria Augusta
Jornalista: Maria Carla
IV Noite de Autógrafos do Sinpro 2024, que homenageou a professora aposentada e ex-sindicalista Maria Augusta Ribeiro. Foto: Deva Garcia
A Noite de Autógrafos do Sinpro tem se tornado, a cada ano, uma referência de defesa da cultura e da valorização de escritores(as) do Magistério Público do Distrito Federal. Nesta quarta edição, realizada na sexta-feira (21/6), 33 obras de autores(as) oriundos(as) da categoria de professores(as) e orientadores(as) educacionais da rede pública de ensino foram lançadas, ou relançadas, no Auditório Paulo Freire, na sede do Sinpro do Setor de Indústrias Gráficas (SIG). A edição deste ano foi mais um sucesso. Confira as fotos nas redes sociais do sindicato e prestigie os(as) autores(as): pratas da casa: https://www.facebook.com/share/p/goaCaydPgBYmDcBY/?mibextid=oFDknk
Após as saudações de boas-vindas e discursos dos(as) diretores(as) das Secretarias de Assuntos Culturais e Assuntos dos Aposentados, a festa começou com o anúncio dos nomes dos(as) autores(as) que se inscreveram. O evento contou, mais uma vez, com um delicioso coquetel inspirado em comidas típicas de festa junina. Houve sarau com apresentação musical do cantor Lucas Baraúna e recitação de poesias pelos(as) autores(as).
O auge da Noite de Autógrafos foi a emocionante homenagem à professora Maria Augusta Ribeiro, professora aposentada da Secretaria de Estado da Educação (SEE-DF) e ex-sindicalista, com 17 anos de uma intensa trajetória de lutas em defesa da categoria à frente do Sinpro-DF. Além de um lindo buquê de flores, Augusta recebeu uma placa de acrílico com a homenagem do sindicato. Para a diretoria colegiada da entidade, ela é sinônimo de mulher forte e guerreira, que lutou, e luta até hoje, pela igualdade de gênero.
A causa feminista e a conquista das mulheres sempre foram um dos principais objetivos da vida de Augusta. Ela atuou na coordenação da Secretaria de Administração e na Secretaria de Imprensa, encerrando o seu último mandato em julho de 2013. Após a apresentação musical, o cerimonial anunciou a abertura do momento cultural para poetas e escritores que se inscreveram especificamente para esse momento.
Noite de Autógrafos para valorizar os(a) escritores(as) da categoria
A Noite de Autógrafos é uma parceria da Secretaria para Assuntos de Aposentados com a Secretaria para Assuntos Culturais do Sinpro e faz parte das atividades culturais e pedagógicas do sindicato, cujo objetivo é fortalecer a produção de conhecimento na categoria e valorizar os(as) profissionais do magistério público que também são escritores(as). O encontro é aberto ao público. As obras são de responsabilidade dos(as) autores(as).
Podem participar do evento professores(as) efetivos(as), de contrato temporário ou aposentados(as), e também orientadores(as) educacionais efetivos(as) ou aposentados(as). No ato da inscrição, é necessário preencher todos os campos e anexar, obrigatoriamente, release em PDF do livro que será apresentado. O(a) autor(a) deve ser sindicalizado(a) e estar em dia com o sindicato.
A IV Noite de Autógrafos 2024 lançou, e relançou, obras classificadas de escretores(as) da categoria do Magistério Público do DF em diversos gêneros, indo de contos e poesias a trabalhos acadêmicos, como pesquisas e ensaios, passando, também, pela literatura infanto-juvenil. Confira as obras e autores(as) inscritos(as):
As obras inscritas:
A Enfezada Melissa – Cilsa Tavares Universidade do Caminho – Francisco das Chagas Branda Brisa, Sertão de Maraiva, Escola de Joaninhas – Ana Magalhães Meu neto vai ganhar uma irmã e eu não sou avó – Márcia Lucindo Mundo Encantado das Dobraduras – Lair Franca Donatello O menino que mudava de cor – Magda Oliveira Investigações em ensino de matemática – Maria Dalvirene Control C Control Verso – Luis Felipe Vitteli Peixoto Manuela e as Borboletas Amarelas – Janilce Rodrigues Nós de de oito eus – Gilda Andrade Agrestina – José Sóter As sacolas enigmáticas de dona Emengarda – Débora Bianca Letras e Pedagogias – Um necessário enlace – Celina Cassal Poesias acres-doces – Paulo Palmerio De capa, máscara e boné – Rafael F. Souza Liberdade de ser, coragem para sentir – Rafaela Farias Os bem nascidos – Ruth Meyre Dona Bolota, a bolha de sabão – Sirlene Lopes Nascimento Putas e outras pátrias – Vicente de Melo Espaço de Recordações – Ana Paula de Rezende Navarro Esporte negócio: Uma estratégia de marketing esportivo – Antônio Donizete Educação geográfica: possibilidades e desafios contemporâneos – Maria Solange Melo Luz, uma canção em silêncio – Andréia Moreira A Creche da Dona Coruja – Alice de Sousa Garimpo: Uma verdade sobre a Chapada dos Veadeiros – Jorge Monicci O Menguinho Sapeca – Arlene Muniz Sem tempo para sentir medo – Carlos Simões dos Santos Faces de um velho punk – Gilberto Luiz Fios que atravessam o tempo – Hozana Costa O Sorriso de Eva – Natanael de Abreu “A gente só é, e pronto!” Uma análise linguístico-discursiva sobre os impactos da LGBTIfobia na escola – Leonardo Café Pés Descalços na Pandemia – Sônia Rodrih Poesia no Reino da Infância – Neila Vaz Flores
Momentos de decisão no IV Torneio de Futebol Paulo Freire
Jornalista: sindicato
A Chácara do Sinpro recebeu no último domingo (23) o quarto dia de jogos do IV Torneio de Futebol Paulo Freire. Ao todo, 27 equipes masculinas e femininas participaram da competição, que chegou na fase decisiva, com as partidas das semifinais, finais e disputa de terceiro lugar, para homens e mulheres.
Os jogos finais ocorrerão no dia 7 de julho na Chácara do Sinpro e todas as equipes participantes, mesmo as eliminadas, receberão medalha ao final do torneio. Para o coordenador da Secretaria de Cultura do Sinpro, Bernardo Távora, os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais sindicalizados(as), como de costume, promoveram momentos de confraternização e celebração durante estes dias. “O torneio já está na sua quarta edição e é um sucesso. Este ano tivemos recorde de inscrições, quase 600 participantes, e percebemos que o objetivo vem sendo alcançado. Além de um momento de confraternização e de arte, temos a oportunidade de utilizar este espaço de luta e de sustentabilidade que é a Chácara do Sinpro. O esporte é uma importante forma de resistência e luta”, afirma Bernardo.
Times classificados para a rodada final – 07/07
8h – Da Zoeira x Elzas FC – 3°lugar feminino
9h – Sub Óbito Girls x Fênix – final feminina
10h – Amigos do Rei x Lions FC – semifinal masculina
11h – Dinossauros x Sub Óbito – semifinal masculina
12h – disputa do 3º lugar masculino (perdedores dos jogos das 10h e 11h)
13h – final masculina (vencedores dos jogos das 10h e 11h)
Para ver as fotos no álbum do Facebook do Sinpro, clique aqui.
Novo PNE 2024-2034: Governo Lula envia projeto de lei para análise do Congresso
Jornalista: sindicato
O projeto de lei que institui o novo Plano Nacional de Educação (2024-2034) foi assinado e enviado ao Congresso pelo presidente Lula nesta quarta-feira (26). A cerimônia aconteceu no Palácio do Planalto, em Brasília (DF), com a presença do ministro da Educação, Camilo Santana, do presidente da CNTE, Heleno Araújo, e de outras autoridades.
Elaborado pelo Ministério da Educação (MEC) a partir de contribuições de um grupo de trabalho (GT) que discutiu a temática, o projeto foi construído conjuntamente por meio de debates com a sociedade e com representantes do Congresso Nacional, de estados, municípios, conselhos de educação, entre outros. Também foram consideradas as proposições da Conferência Nacional de Educação (Conae), realizada em janeiro.
O texto prevê 18 objetivos, compreendidos nas temáticas de educação infantil, alfabetização, ensino fundamental e médio, educação integral, diversidade e inclusão, educação profissional e tecnológica, educação superior, estrutura e funcionamento da educação básica.
Para cada objetivo, foram estabelecidas metas que os quantificam e permitem seu monitoramento ao longo do decênio. A proposta contém 58 metas, que são comparáveis com os 56 indicadores do plano vigente. Para cada meta, há um conjunto de estratégias que expressam as principais políticas, programas e ações envolvendo a União, os estados, o Distrito Federal e os municípios, para o alcance dos objetivos propostos.
Seminário PNE 10 anos
No mesmo dia, antes da cerimônia de assinatura do novo projeto do PNE pelo presidente Lula, a Frente Parlamentar Mista da Educação da Câmara dos Deputados realizou um seminário sobre os 10 anos do PNE. Parlamentares e especialistas convidados analisaram os resultados do PNE que encerra seu ciclo de 10 anos em 2024 e comentaram a nova proposta enviada ao Congresso.
De acordo com o secretário-executivo-adjunto do Ministério da Educação (MEC), Gregório Grisa, o novo PNE deverá ter 18 objetivos e 58 indicadores, com foco especial na qualidade nas áreas de infraestrutura, recursos humanos na educação infantil e na profissional, no ensino superior e na formação de professores.
“Uma segunda ênfase de inovação é a dimensão da aprendizagem com equidade. A gente vai ter novas metas para alfabetização no segundo ano do ensino fundamental, novas metas de aprendizagem para o ensino fundamental e o médio e metas específicas para a redução da desigualdade de raça, sexo, regional e urbana e rural”, afirmou Gregório.
Estão previstas ainda metas específicas para a educação indígena, do campo e quilombola.“Construir educação indígena e quilombola não custa a mesma coisa que garantir a educação urbana no Brasil”, salientou Grisa. Além disso, o novo PNE deve incluir metas relacionadas à cidadania digital, à educação ambiental e aos direitos humanos.
Justiça social
O presidente da CNTE e coordenador do Fórum Nacional da Educação, Heleno Araújo, presente no Seminário, refletiu sobre o PNE atual e criticou a falta de implementação das políticas previstas no documento de 2014.
“Passamos dez anos sem o Sistema Nacional de Educação, sem a regulamentação do Custo Aluno Qualidade (CAQ), sem leis específicas para a gestão democrática. Com a ausência dessas políticas e dessas leis, nós tivemos, novamente, o direito da educação negado pelo estado brasileiro”, afirmou Heleno, que também lembrou que o Brasil tem 68 milhões de brasileiros que não concluíram a educação básica.
Heleno espera que o novo PNE deve ser comprometido com a justiça social e o desenvolvimento socioambiental sustentável.
“A educação é um direito objetivo. E ela mesmo é um poderoso instrumento para a justa compreensão e consciente atuação nos processos sociopolíticos, para garantir a realização da dignidade humana que está inscrita na Constituição Federal, disse.
“A educação tem que ser reconhecida como uma prática social histórica constitutiva e constituinte das relações sociais, que se vincula às novas exigências e demandas do mundo do trabalho e da produção, ao desenvolvimento científico e tecnológico, ao enfrentamento e superação das desigualdades, da pobreza, combate ao racismo e proteção das diferentes formas de vida, tendo como base uma economia solidária”, concluiu Heleno.
Para o deputado Rafael Brito (MB-AL), coordenador da Frente Parlamentar da Educação, para a elaboração do novo PNE será importante fazer um debate despolitizado em comissão especial a ser criada.
“Não falta dinheiro no Brasil. Essa é a oitava economia do mundo. Um PIB de mais de R$ 10 trilhões. Sinto falta de quando virá o pacote da educação, para que a gente possa transformar verdadeiramente a educação do nosso país”, comentou Brito.
Redação CNTE, com informações da Agência Câmara de Notícias e Agência Brasil
Descaso e negligência de Ibaneis e Celina se traduzem em superlotação de salas de aula no DF
Jornalista: Letícia Sallorenzo
A superlotação de salas de aula atinge em cheio todas as regionais de ensino do Distrito Federal. O descaso de Ibaneis e Celina para com políticas educacionais estabelecidas em âmbito nacional e distrital é evidente.
O Sinpro-DF destaca a necessidade latente de se reduzir o número de estudantes por sala de aula. Houve um enorme retrocesso na estratégia de matrícula quando o GDF decidiu, unilateralmente, ampliar em até 60% o número de estudantes por turma na rede pública de ensino.
Os atuais números praticados pela SEE-DF contrariam o Plano Distrital de Educação, que prevê que o número de crianças por sala de aula deve seguir o disposto pela Conferência Nacional de Educação de 2010. A instância indica turmas com até 13 crianças de 3 anos e, no caso de estudantes de 4 e 5 anos, turmas com, no máximo 22 crianças.
O Sinpro intensifica a luta contra a superlotação nas salas de aula. Convidamos professores e professoras (efetivos(as) e do contrato temporário), além de orientadores(as) educacionais a, juntos, denunciarmos o descaso de Ibaneis e Hélvia com a educação, em mais uma etapa de sua campanha.
Foram confeccionadas placas para denunciar a superlotação nas salas de aula. Solicite à diretora ou ao diretor do Sinpro que atende a sua escola uma placa, escreva com pincel de lousa o número ideal de alunos da sua turma e quantos existem de fato. Tire uma foto da placa presa perto da porta da sua sala de aula e envie a imagem (com o nome da escola, regional, e a turma em que você leciona) para imprensa@sinprodf.org.br
Assembleia se torna ato e vai ao Buriti exigir sanção da LDO
Jornalista: Alessandra Terribili
Mais uma vez, os profissionais do magistério da rede pública do DF deram uma aula de determinação e luta! Na manhã desta quarta-feira, 26 de junho, professores(as) e orientadores(as) educacionais transformaram a assembleia geral em ato público, e saíram em passeata até a Praça do Buriti. A manifestação teve o objetivo de exigir do governador Ibaneis Rocha a sanção do projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) sem vetos às emendas aprovadas para a educação.
A LDO aprovada pela CLDF na noite de terça-feira (25) trouxe emendas importantes, todas aprovadas por unanimidade: medidas que buscam o cumprimento da Meta 17 do PDE; recurso para 11.867 novas nomeações para a educação pública do DF, sendo 8.517 para a carreira magistério público; recomposição inflacionária como valor mínimo para reajuste das transferências realizadas por meio do PDAF; isonomia entre as gratificações de gestores(as) escolares; incremento nas tabelas salariais com titulações (especialista, mestre e doutor); entre outras.
Essas emendas são uma vitória da categoria, que se manteve mobilizada ao longo de todo o semestre em assembleias, paralisações, atos públicos e ações regionalizadas, pela garantia de uma educação pública de qualidade. Nesse percurso, é preciso ainda destacar as constantes visitas da diretoria do Sinpro aos 24 gabinetes da Câmara Legislativa para dialogar com os(as) parlamentares e sensibilizá-los(as) quanto à necessidade de garantir Orçamento para a educação.
Outras conquistas importantes foram resultado dessa luta, como a nomeação de 3.104 professores(as) e 80 orientadores(as) educacionais – e há o compromisso assumido pelo GDF de uma nova leva de nomeações em agosto.
A luta continua e vai se fortalecer, porque há muitos pontos a serem garantidos em defesa da educação pública – que deve ser uma luta de toda a sociedade! Por isso, a assembleia aprovou a Jornada em Defesa da Educação, que buscará dialogar com a população sobre a importância da educação na vida de todos e todas; e vai pressionar o GDF a cumprir com seu dever constitucional de valorizar a educação pública.
Dentro desse calendário, no dia 22 de agosto, haverá um grande ato público na CLDF, pelo cumprimento da meta 17 e para exigir a nomeação de todas e todos os aprovados no concurso de 2022.
Confira abaixo o calendário completo da Jornada em Defesa da Educação, aprovado pela assembleia geral. Abaixo, também, estão as prioridades, dentro da pauta de reivindicações, aprovadas pela assembleia.
NOSSAS PRIORIDADES
– 19,8% Já! Rumo à Meta 17; – Nomeação de todos os aprovados e aprovadas no concurso de 2022; – Redução da alíquota previdenciária dos(as) aposentados(as); – Fim do sistema de pagamento horista para professores(as) CTs; – Achatamento dos padrões da tabela salarial de 25 para 15, com aumento dos percentuais entre os padrões; – Dobrar o percentual de titulação para especialização, mestrado e doutorado, com pagamento de forma cumulativa. Criação da tabela para pós-doutorado; – Isonomia da gratificação para gestores(as), independente da modalidade e etapa de ensino. Equiparação da gratificação dos(as) gestores(as) de educação com demais cargos comissionados de outras estruturas do GDF; – Equiparação do valor do auxílio-alimentação ao pago pela CLDF; – Garantia do pagamento da Gratificação de Atividade de Ensino Especial (GAEE) aos(às) professores(as) e orientadores(as) educacionais de escolas regulares que atuem com estudantes com transtorno ou com deficiência; – Não fechamento da EJA; – Defesa do Ensino Médio; – Fim da cobrança do CREF; – Garantia de uma política com protocolo de ações de combate a todos os tipos de violência física e virtual contra professores(as), orientadores(as) educacionais e estudantes; – Cumprimento integral do acordo de greve (2023).
Clique no botão abaixo e acesse a pauta de reivindicações completa:
Professores(as) e orientadores(as) educacionais se reunião em assembleia geral com paralisação no próximo dia 26 de junho. O encontro será às 9h, no estacionamento da Funarte. Essa será a quarta e última assembleia do semestre, que antecede o recesso escolar do meio do ano. A categoria do magistério público intensificará a luta da Campanha Salarial, que traz a reivindicação de reajuste salarial imediato de 19,8%, rumo a meta 17.
O índice de 19,8% repõe as perdas inflacionárias geradas de janeiro de 2019 a dezembro de 2023. Já a meta 17 do PDE (Plano Distrital de Educação) equipara o vencimento básico de professores(as) e orientadores(as) educacionais à média da remuneração das demais carreiras de servidores públicos do DF de escolaridade equivalente. Com isso, o reajuste da remuneração da categoria superaria o índice de 67%.
Também estão na pauta da assembleia o cumprimento integral do acordo de greve, assinado em 2023, e da pauta de reivindicação atualizada da categoria (Acesse aqui a pauta de reivindicações).
Na assembleia do dia 26 de junho, professores(as) e orientadores(as) educacionais, novamente, denunciarão e exigirão soluções para situações inaceitáveis que fazem parte do dia a dia das escolas públicas. Entre elas, merenda com larvas e cardápio sem variedade de produtos alimentícios; superlotação das salas de aula; ensino inclusivo sem qualquer suporte; escolas sem condições mínimas de infraestrutura; pane no sistema que dá acesso ao Diário de Classe; omissão à violência contra professores(as) e orientadores(as) educacionais em exercício.
A categoria do magistério público avalia que a política antieducação do governador Ibaneis Rocha e de sua vice, Celina Leão, já ultrapassou todos os limites. Professores(as) e orientadores(as) educacionais não tolerarão mais o descaso e os desmandos com a categoria e com o povo do DF.
O Sinpro reafirma que a unidade e a mobilização da categoria são imprescindíveis para avançar em mudanças e conquistas. Para o sindicato, o momento é descaso com a educação: ao mesmo tempo que mostra o caos na educação, impõe à categoria um governador que tem como legado a menor despesa total de pessoal da história.
Para que professores(as) e orientadores(as) educacionais de todo DF possam participar em peso da assembleia, o Sinpro disponibilizará ônibus saindo de várias regiões administrativas. Lista será divulgada em breve.
Participe do piquenique do Coletivo LGBTQIA+ do Sinpro no domingo, dia 30
Jornalista: Alessandra Terribili
Todas, todos e todes estão convidades para o Piquenique do Coletivo LGBTQIA+ da Secretaria de Raça e Sexualidade do Sinpro! Vai ser no próximo domingo, 30/06, às 9h no Eixão do Lazer, na 106 Sul. O piquenique vai celebrar o Dia Internacional do Orgulho LGBTQIA+, comemorado em 28 de junho, com o mote: “Pelo direito de ser, na vida e no trabalho”.
Além de ser um encontro de confraternização, também será um espaço para proporcionar diálogo e reflexões sobre a luta das pessoas LGBTQIA+ no mundo do trabalho, em especial, na educação. A estrutura será acolhedora para as famílias e haverá apresentações culturais de música, poesia e outras expressões artísticas.
Traga sua toalha ou canga e seu lanchinho e participe do Piquenique do Orgulho LGBTQIA+!
TV Sinpro mostra um pouco mais sobre o Instituto Horizonte
Jornalista: Luis Ricardo
O TV Sinpro desta quarta-feira (26), às 19h, mostrará um pouco mais da história do Instituto Horizonte, organização que realiza uma parceria com a Secretaria de Assunto dos Aposentados do Sinpro na realização de um curso de formação na área de direitos humanos. Para debater o tema: Instituto Horizonte – Mover-se para transformar foram convidadas a presidenta do Instituto, Nair Cristina da Silva Tuboiti, além das diretoras do Sinpro Elineide Rodrigues e Consuelita Oliveira.
O Instituto Horizonte é uma organização compromissada com os direitos humanos e a cidadania, tendo como pilares a educação, cultura e o meio ambiente. Na última quinta-feira (20) a organização participou do curso de Formação por Território para Aposentados(as) Sindicalizados(as), onde trabalhou o tema Aposentadoria ativa e saudável: um direito humano, com as palestrantes Edna Barroso e Kátia Franca. “Essa formação é importante para que os(as) aposentados(as) debatam em que contexto eles e elas estão vivendo, e o que podemos traçar daqui para a frente”, aponta Elineide Rodrigues, coordenadora da Secretaria para Assuntos de Aposentados.
O TV Sinpro começa às 19h na TV Comunitária de Brasília (Canal 12 da NET) e nas redes sociais do sindicato (Facebook e Youtube).