Assembleia dia 22 de maio amplia Marcha da Classe Trabalhadora

Professores(as) e orientadores(as) educacionais realizarão assembleia geral com paralisação no dia 22 de maio, para dar andamento à Campanha Salarial 2024. A atividade, que será às 9h, no estacionamento do Teatro Nacional, se somará à Marcha da Classe Trabalhadora a Brasília.

A participação na ação que reunirá milhares de trabalhadores e trabalhadoras de todo Brasil na Esplanada dos Ministérios foi aprovada pela categoria do magistério público do DF na assembleia do dia 20 de março, que definiu a luta por reajuste de 19,8% já, rumo à meta 17.

A Marcha da Classe Trabalhadora a Brasília tem entre seus objetivos apresentar ao governo federal e ao Congresso Nacional uma agenda que garanta pleno emprego, melhores salários, além de desenvolvimento econômico e social para o país.

Para viabilizar as reivindicações, é essencial que a educação pública do DF e de todo o Brasil seja valorizada. Isso passa pela remuneração adequada de seus profissionais, salas de aula sem superlotação, merenda com alimentos variados e saudáveis, educação inclusiva com suporte técnico, alterações que garantam avanços no PL do Ensino Médio, além de várias outras questões, que também são pautas do Sinpro-DF.

A Marcha da Classe Trabalhadora ainda exige a revogação de leis que prejudicam a população, como a Reforma trabalhista, a lei da terceirização e a Reforma da Previdência.

Outra necessidade apresentada é a retirada da Reforma Administrativa (PEC 32) da pauta do Congresso Nacional. A proposta, apresentada pelo governo Bolsonaro, realiza o desmonte dos serviços públicos. Na resistência, o Sinpro, a Central Única dos Trabalhadores (CUT) e diversos sindicatos de servidores públicos barraram a tramitação da PEC em 2023. Entretanto, o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), vem fazendo ameaças constantes de dar andamento à proposta.

O Arcabouço Fiscal também é contestado pela Marcha da Classe Trabalhadora a Brasília. Segundo à CUT, o mecanismo de controle do endividamento que substitui o Teto de Gastos “coloca em prática o impedimento de novos recursos para a saúde, educação, saneamento e demais projetos sociais importantes para o desenvolvimento nacional”.

O Sinpro convoca toda a categoria à assembleia e à Marcha da Classe Trabalhadora a Brasília. O sindicato avalia que “a classe trabalhadora é uma só, e a categoria do magistério público é parte desse todo”. Além disso, o Sinpro ratifica que a construção de um país mais justo e igualitário passa necessariamente pela valorização da educação.

 

MATÉRIA EM LIBRAS

 

 

Publicado originalmente em 26/04/2024

Rumo a um Novo Ensino Médio: os desafios e perspectivas da reforma da reforma

A educação brasileira vem enfrentando um grande desafio, que é a reformulação do ensino médio. Vindo de uma imposição do governo do golpista Michel Temer, o novo ensino médio traz como chamariz a busca por uma melhoria e o fortalecimento da universalidade e da escola pública, de elevar a qualidade do ensino para os(as) alunos(as) mais pobres, que mais precisam de investimentos, mas, na verdade, contribui para precarizar as escolas públicas, retirar ou diminuir disciplinas que tragam conteúdo com abordagens de senso crítico para o estudante, que auxiliem na formação para a cidadania dos estudantes.

Em artigo, a senadora Professora Dorinha Seabra Rezende, presidente de honra da Frente Parlamentar Mista da Educação, aborda, além do novo ensino médio, o caminho a ser percorrido para garantir a universalização do ensino médio, a evasão escolar e a necessidade de políticas públicas mais eficazes para garantir o acesso e a permanência dos jovens na escola.

Confira abaixo o artigo na íntegra:

 

Rumo a um Novo Ensino Médio: os desafios e perspectivas da reforma da reforma

OPINIÃO | Em meio às transformações sociais e econômicas que marcam o início da terceira década do século XXI, o Brasil enfrenta um desafio crucial no campo da educação: a reformulação do ensino médio

O ensino médio é, de longe, o maior desafio da educação básica brasileira. Em 2021, apenas 74,5% da população de 15 a 17 anos frequentava o ensino médio ou já havia concluído a educação básica, um número ainda muito inferior à meta de 85%, estabelecida para 2024 no Plano Nacional de Educação. Apesar de representar um avanço significativo frente aos 63,5% de 2012, ainda há um longo caminho a ser percorrido para garantir a universalização do ensino médio.

O ensino médio, por um lado, oferece a promessa de preparar jovens para o ensino superior; por outro, é o último estágio formal de educação para muitos que já precisam entrar no mundo do trabalho. Esta dualidade mostra a urgência de uma reforma que equilibre essas funções, especialmente em um país marcado por profundas desigualdades socioeconômicas.

É importante reconhecer que a mera expansão da escolarização não garante a qualidade da educação e a inclusão. É necessário acolher aqueles que ainda não estão no sistema, a permanência dos que já estão matriculados, a aprendizagem satisfatória e a conclusão na idade certa.

Diante deste cenário, iniciada em 2016, sob o governo Temer, por meio da Medida Provisória convertida na Lei 13.415/2017, a reforma do ensino médio buscou adaptar essa etapa educacional às novas realidades e exigências do mercado de trabalho e da formação superior.

Contudo, a implementação dessa política enfrentou obstáculos significativos, como a pandemia da COVID-19 e a gestão fragmentada do Ministério da Educação, com alta rotatividade de ministros e falta de coordenação, impactando negativamente a implantação da reforma.

Neste contexto, surge o Projeto de Lei 5230/2023, conhecido como a “reforma da reforma” do Ensino Médio, aprovado pela Câmara dos Deputados e, atualmente, em análise no Senado sob minha relatoria. Essa proposição, embora represente um avanço importante na direção de aprimorar o ensino médio, ainda possui espaços para melhorias pontuais que podem garantir uma implementação mais alinhada às necessidades educacionais do país. Dentre as quais destaco a criação de mecanismos claros de monitoramento e avaliação para evitar as falhas observadas na reforma anterior, permitindo ajustes ágeis nas políticas educacionais e práticas pedagógicas.

Outro ponto deve ser a melhor estruturação de uma política de formação inicial e continuada dos professores, para que os educadores estejam mais preparados para implementar as novas diretrizes e metodologias da educação básica.

Além disso, a proposição requer ajustes para melhor regulamentar a contratação de profissionais com notório saber, de forma a assegurar que a flexibilidade, necessária para que os sistemas de ensino consigam ofertar ensino técnico e profissional em municípios menores, não comprometa a qualidade do ensino ofertado.

Ainda é preciso olhar com atenção para a carga horária da Formação Geral Básica (FGB), garantindo que ela seja um instrumento de combate às desigualdades e não um fator que as aprofunde. É fundamental que a FGB forneça aos alunos conhecimentos e habilidades essenciais para o exercício da cidadania, o desenvolvimento do senso crítico e a preparação para o mundo do trabalho, independentemente de sua origem social ou econômica.

Outro ponto a ser discutido é reforçar a possibilidade do espanhol ser ofertado como língua estrangeira, até como forma de favorecer o incremento de nossa integração comercial, cultural e socioeconômica com os países da América Latina.

Desse modo, a adoção de um processo de relatoria participativo no contexto da reforma da reforma do Ensino Médio no Brasil emergiu como estratégia fundamental para garantir uma legislação educacional robusta, alinhada às necessidades dos estudantes, educadores e da sociedade. Optamos por um caminho de diálogo aberto e colaborativo com a realização de audiências públicas para ouvir os diversos segmentos da educação.

Por fim, é importante destacar os limites dessa reforma. É preciso pensar em uma política pública focada na formação inicial desses professores e valorização de sua carreira. E ter em mente que, para além dos desafios educacionais, o ensino médio também é afetado por questões mais amplas, como desigualdades socioeconômicas, étnico-raciais e de gênero, e a inserção no mundo do trabalho. Tudo isso contribui para a complexa realidade do ensino médio brasileiro.

E os desafios não terminam com a aprovação desse Projeto de Lei. A construção de um sistema educacional mais justo exige um esforço conjunto do governo, da sociedade civil e das instituições educacionais, não apenas no que diz respeito a mudanças legislativas. É preciso que continuemos atuando em outras frentes, pois políticas públicas de diferentes áreas com vistas a contribuir para a oferta de uma educação de qualidade para todos os brasileiros e para o desenvolvimento de nossa nação.

*Senadora Professora Dorinha Seabra Rezende é presidente de honra da Frente Parlamentar Mista da Educação

MATÉRIA EM LIBRAS

Sinpro distribui folders e cartazes sobre a questão do CREF

O Sinpro acaba de elaborar um folder e um cartaz que fazem parte da campanha Fora CREF das Escolas. O material, que está sendo distribuído nas escolas, traz informações a respeito da obrigatoriedade de registro de professores(as) de Educação Física no Conselho Regional de Educação Física (CREF). Além do folder e do cartaz, foram produzidos também adesivos (melequinhas) que serão distribuídos durante a Assembleia desta quarta-feira (22/5, às 9h no estacionamento do Teatro Nacional).

As publicações trazem também orientações a respeito de como professores(as) de educação física, em regência ou não, devem proceder com relação à obrigatoriedade do registro no CREF.

 

BAIXE O FOLDER

 

BAIXE O CARTAZ

 

A elaboração desse material e a campanha Fora CREF das Escolas são parte dos encaminhamentos indicados em reunião na sede do sindicato no último dia 2 de maio entre dirigentes e o advogado do Sinpro com professores(as) de educação física da rede distrital.

Além da elaboração do folder e do cartaz, estão previstas ações em diversas outras frentes, como audiências com a Proeduc e o ministro da Educação, ações no STF e com o STF.

Entidades sindicais buscam Legislativos e STF para impedir CREF nas escolas

O departamento jurídico do sindicato orienta quem estiver em regência de classe, e recebeu a notificação da SEE-DF via SEI, a buscar o registro e informar à secretaria; quem está aposentado(a), sem atividade em sala de aula, designado(a) para funções nas Regionais de Ensino ou em cargos de gestão não precisam fazer o registro, bastam informar de sua situação à SEE-DF. Quem ainda não recebeu notificação da SEE-DF só deve tomar providências caso a receba.

 

Luta histórica do Sinpro

Desde o final dos anos 1990, o Conselho Federal de Educação Física (Confef) vem tentando obter o registro de toda e qualquer pessoa com graduação em educação física, sob o argumento de que são “profissionais de educação física”, a despeito de atuarem em sala de aula ou em academias de ginástica.

O Conselho Regional de Educação Física é o único a exigir registro de docentes da educação básica. Não se vislumbra semelhante exigência vinda dos conselhos de outras disciplinas da educação básica. Até porque conselhos regionais não têm gerência sobre regência de classe na educação básica, que é regida pelo Ministério da Educação.

O Sindicato dos Professores entende que tal decisão é juridicamente inconsistente, e vem historicamente questionando na justiça a postura do CREF. Além de a LDB não prever qualquer obrigatoriedade de registro de docentes a órgãos ou autarquias reguladoras de profissões, o Conselho Nacional de Educação – CNE ratificou esse entendimento em pelo menos dois pareceres (CNE/CEB nº 12/2005 e nº 135/2002).

 

MATÉRIA EM LIBRAS

Falsários criam novos golpes via WhatsApp na tentativa de lesar a categoria. Fique atento!

Se você, professor(a) e orientador(a) educacional, for contactado(a) via WhatsApp para falar sobre qualquer processo movido pelo Sinpro, fique atento(a): pode ser um golpe! Nos últimos dias o sindicato foi informado de duas novas modalidades de golpe.

No primeiro caso os(as) golpistas têm enviado uma “Carta de informação de ajuizamento de ação” para alguns educadores(as) informando sobre uma suposta autorização e liberação de pagamento do processo. Os(as) criminosos(as) inclusive utilizam o nome do advogado Lucas Mori de Resende, que presta serviços para o sindicato, para tentar passar mais credibilidade. Mas atenção: não caia neste golpe.

A mensagem fraudulenta informa sobre a autorização e liberação de pagamento do processo, informando inclusive o número do documento. Em seguida pedem para entrar em contato nos números 61 9928-1235 / 61 9917-2031 (falsos, pertencentes à quadrilha de criminosos) ou pelo e-mail: contato@resendemh.com.br “para solicitar o recolhimento dos alvarás de liberação”.

No segundo caso os criminosos informam que foi autorizado o pagamento do processo, inclusive com o suposto valor corrigido monetariamente até a data de hoje. Em seguida os golpistas lembram que do valor informado serão descontados 20% sobre os serviços prestados pelo escritório, solicitando o pagamento dos alvarás no valor de R$ 4.992,12 por meio de TED, Transferência ou PIX. A falsa nota ainda diz que os supostos beneficiados terão isenção no Imposto de Renda sobre o valor recebido da causa.

O Sinpro orienta a bloquear o número que entrou em contato e denunciá-lo. Além disto, NUNCA deposite qualquer quantia em dinheiro. O sindicato não pede dinheiro para liberação de precatório.

O escritório de advocacia do Sinpro usa apenas um número para entrar em contato com a categoria – inclusive por WhatsApp: 3031-4400. Os números do Sinpro estão no site do sindicato. NÃO SE DEIXE ENGANAR!

Confira a seguir uma lista de mensagens falsas que vêm sendo enviadas à categoria por golpistas e estelionatários:

 

Golpe 1

Criminosos entram em contato com professores(as) e orientadores(as) educacionais aposentados(as) informando sobre atualizações no processo de piso salarial e correções monetárias. Os golpistas, que se passam por funcionários do Escritório Resende Mori e Fontes, dizem que a suposta atualização, que na verdade é mais um golpe, diz respeito à cobrança de juros, correção monetária e pelo atraso do pagamento da folha salarial de 2015. Sob o argumento de liberar os valores das ações coletivas e repasse dos pagamentos em atraso, os criminosos pedem para que o(a) professor(a) ou orientador(a) educacional entre em contato com o suposto escritório. Ao ligar, o(a) aposentado(a) é informado que para receber o suposto valor deve depositar um valor na conta para o pagamento de custas advocatícias. O Sinpro volta a afirmar que nem o sindicato, nem os escritórios de advocacia ligados a ele, solicita que sejam feitos depósitos para liberação de valores. A Secretaria de Assuntos Jurídicos ainda ressalta que sindicato não tem processos referentes a piso salarial. Portanto, fique atento e não caia neste golpe.

 

Golpe 2

Uma mensagem enviada por WhatsApp, com foto de perfil com a marca do Sinpro, por um número que não é do sindicato, (61) 99872-4892, informa sobre o assunto: LIBERAÇÃO DO PRECATÓRIO EM FASE DE PAGAMENTO EM REGIME ESPECIAL, com os nomes dos advogados Drª Maria Rosali Barros ou Dr. Lucas Mori, indicando os números (61) 4042-0924 | WhatsApp: (61) 99840-3650 como contatos. Ao final, os golpistas colocam a observação falsa de que o sindicato não está atendendo presencialmente, em virtude os período pandêmico. Fique atento(a)! Isso é golpe! O Sinpro-DF está atendendo, normalmente, de forma presencial, das 8h às 17h, nas sedes e subsedes.

 

Golpe 3

Criminosos ligam para a casa de educadores(as) informando que foi liberado o alvará de precatório para pagamento. Em seguida, dizem que a vítima tem mais de R$ 100 mil para receber, pedem para ligar no número 99639-2111 e solicitam depósito de um valor na conta: NEXT 237 – AG: 3728 – CONTA 609240-3 (Anderson Fabio de Oliveira – CPF: 031.729.793-77). É importante ficar atento, pois a conversa é feita em aplicativo com perfil que leva a foto do logo do Sinpro-DF.

 

Golpe 4

Para o furto via telefone, usam vários nomes. O nome “Cláudia Maria Rodrigues”, que utiliza o telefone fixo 3181-0041 e o celular/WhatsApp, 96519820, é um dos denunciados pela categoria. O Sinpro-DF informa que o nome “Cláudia Maria Rodrigues”, utilizado pela quadrilha, pertence a uma advogada que também está sendo duramente prejudicada pelo bando. Ela avisou ao Sinpro-DF que já denunciou o caso à polícia e tem Boletim de Ocorrência para comprovar o uso indevido do nome dela. O outro nome usado é “Leonardo Mota” (Núcleo Bancário), com o telefone 3181-0285. Um terceiro nome identificado é “Dr. Marcelo Ricardo”, com o número de telefone 99849-7364.

 

Golpe 5

Para extorquir dinheiro das vítimas, a pessoa que realiza a chamada se passa por diretor, ex-diretor ou funcionário da Secretaria de Assuntos Jurídicos, Trabalhistas e Socioeconômicos do Sinpro-DF. Segundo denúncias realizadas ao Sindicato, em alguns casos, o golpista se apresenta como Dr. Daniel ou Dr. Dimas, e chega a utilizar em sua foto de perfil de WhatsApp a logomarca do Sinpro-DF. Em seguida, o farsante solicita depósito em conta bancária vinculada a uma suposta pessoa com nome de Priscila.

 

Golpe 6

Outra modalidade é o golpe com transferência por PIX. Assim como os outros métodos, o golpista solicita um valor para liberar uma quantia à vítima. No caso de transferência por PIX, não há um sistema de retorno ou cancelamento do envio.

 

Golpe 7

Nesta modalidade, o golpista envia à vítima, via WhatsApp ou e-mail, documento simulando papel timbrado do Tribunal de Justiça do DF e Territórios (TJDFT). O documento ainda leva o nome de dirigentes do Sinpro-DF. No último relatado ao Sinpro-DF, constava o nome da dirigente Silvia Canabrava. O envio é feito posteriormente a uma ligação, em que o criminoso confirma vários dados da vítima, como nome completo, CPF e nome do pai e da mãe.

 

Golpe 8

O golpe mais recente consiste no envio de carta nominal, com logomarca de escritório de advocacia fantasma. O documento falso é enviado pelos Correios e traz uma série de argumentos jurídicos bem fundamentados, além de endereço de e-mail, telefones e assinatura com registro da OAB.

 

Golpe 9

O primeiro golpe de 2022 chega por WhatsApp e vem supostamente do “Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios, DF”. É nominal, informa que o pagamento do precatório referente ao processo da pessoa está liberado para a data de hoje, “primeira ou segunda parcela”. O titular deverá entrar em contato com uma “Dra. CHRYSTIANE MAIA GUERCO FARIA LUCAS MORI (OAB: 38015/DF)” para solicitação do recolhimento dos alvarás de liberação do precatório, nos telefones (061) 99687-2994 ou (061) 99667-9219 (outros números também são usados nesse golpe), e se a pessoa não entrar em contato até às 15h, deverá esperar “uma segunda chamada com carência de tempo de 5 a 10 anos”. Mas é golpe.

 

Golpe 10

Na nova modalidade criminosa, os bandidos ligam pelo telefone 3322-1515 – contato oficial do Banco de Brasília (BRB), mas clonado – informando que o banco fez um PIX por engano para a conta do(a) professor(a) ou orientador(a) educacional, solicitando a devolução do valor. Além deste procedimento, os estelionatários também ligam dizendo ser de uma empresa jurídica ligada ao BRB, fazendo a cobrança de tarifas não pagas. Na maioria das vezes, os falsários enviam um link ou pedem dados para “corrigir o problema” e até mesmo solicitando dinheiro. Não abra o link, não forneça dados ou transfira qualquer quantia em dinheiro. Trata-se de um golpe!

 

Golpe 11

Em mais uma versão utilizada pelos estelionatários, um professor foi contatado e informado que havia sido autorizado o pagamento de R$ 108 mil referente ao precatório do Ticket Alimentação, ação movida por um suposto escritório jurídico do Sinpro. Porém, para receber o dinheiro, o educador deveria pagar as taxas, valor totalmente indevido, uma vez que o sindicato nunca solicita nenhum tipo de transação bancária para que professores(as) e orientadores(as) educacionais recebam vantagens financeiras. Para identificar se a ligação é um golpe, basta ficar atento ao pedido de qualquer tipo de taxa/valor/dinheiro para recebimento de precatório. Caso a pessoa peça dinheiro, tenha a certeza que se trata de um golpe!

 

Golpe 12

No dia 11 de novembro, o Sinpro recebeu denúncias de que várias pessoas da categoria estão recebendo mensagem de WhatsApp sobre um falso pagamento de precatório. A pessoa da mensagem diz que é do escritório de advocacia e tenta aplicar o crime de estelionato. Uma das vítimas percebeu a tentativa de golpe e avisou o Sinpro que recebeu a mensagem pelo WhatsApp do próprio celular e também pelo da filha dela. “Desconfiei, pois o número era diferente do que eu tinha na Procuração do escritório dos advogados Resende – Mori Fontes –. Liguei para o escritório e a moça que me atendeu me disse ser golpe. O telefone era totalmente diferente dos telefones do escritório. Fiz o print da mensagem e enviei para o e-mail que ela me indicou”. A mensagem inicia com o nome do escritório e o da vítima e segue um texto dizendo que “a Câmara de conciliação de PRECATÓRIOS, informa o resultado do julgamento das propostas de acordo do ultimo loto, nos termos do edital (21/06/2021)”. É escrito assim mesmo, repleto de erros gritantes de português e, após isso, prossegue com um texto repleto de informações erradas.

 

Golpe 13

Supostos parentes fazendo pedidos de envio de PIX de um telefone “provisório” parece não ter mais tanto efeito no mundo dos golpes bancários. Agora, a pergunta feita pelos golpistas é: reconhece esse PIX feito da sua conta bancária? A estratégia é a seguinte: é feita uma chamada telefônica supostamente do BRB, de um número que realmente coincide com o do banco (3322-1515). Na ligação, a funcionária fake pergunta se a vítima reconhece uma transferência via PIX realizada de sua conta bancária. Ao negar a transação, a vítima recebe um número de protocolo e é encaminhada para um pseudo “setor responsável pela segurança bancária”. O golpista que se passa pelo responsável do “setor” solicita que a vítima abra o aplicativo do BRB, mantenha-o aberto, vá até a loja de aplicativos e baixe a atualização do app do banco. Ao fazer a atualização, o golpista consegue todos os dados pessoais e bancários da vítima. Outra estratégia é pedir para que a vítima desligue e ligue de volta para o BRB, no número 3322-1515. Quando a pessoa realiza a chamada, o golpista intercepta a ligação e captura dados solicitados, como senha bancária numérica e dados como data de nascimento e CPF. É importante lembrar que os bancos não entram em contato por telefone com correntistas. Dados pessoais e bancários, de forma alguma, devem ser passados via telefone ou qualquer outra forma de comunicação não presencial. O Sinpro ainda reforça que não solicita qualquer depósito bancário para liberação de processos jurídicos.

 

Golpe 14

⚖️RESENDE MORI HUTCHISON ADVOCACIA⚖️

Olá Boa Tarde  Sr.(a):

CPF

Processo:

Devedor(a): DISTRITO FEDERAL

Nosso comunicado é referente a liberação dó seu precatório que se encontra em fase de pagamento.

Entre em contato com Dr. Lucas Mori De Resende, para solicitar o recolhimento dos alvarás de liberação, que estão sendo solicitados e exigidos no processo mencionado acima.

Entre em contato diretamente com o advogado responsável para maiores informações.

WHATSAPP (61) 996789224

Horários de atendimento!

Segunda a Sexta-feira

08:00 as 17:00hr

Atenciosamente Lais Chaves Assessora Jurídica

 

Golpe 15

No novo golpe, estelionatários têm utilizado o nome do escritório Resende, Mori e Hutchison Advocacia, de funcionários do escritório e até mesmo do advogado Lucas Mori para tentar aplicar golpes na categoria.

Na nova modalidade, os golpistas entram em contato com professores(as) e orientadores(as) educacionais, identificam-se como funcionários(as) do escritório ou como o próprio advogado Lucas Mori, que presta serviços ao Sinpro, com informações sobre o último lote de precatórios. Esses dados não procedem.

Após informar alguns dados e dizer que o(a) educador(a) já tem direito a resgatar o valor do precatório, os criminosos solicitam o pagamento de taxas para que a quantia seja disponibilizada. Não caia nessa! Isso é golpe. Confira, a seguir, outras mensagens golpistas que chegaram nos celulares de educadores(as) recentemente.

O Sinpro JAMAIS pede qualquer quantia em dinheiro para a liberação de precatórios ou solicita qualquer depósito bancário para a liberação de processos jurídicos.

É importante também saber que os(as) advogados(as) somente entram em contato para agendar atendimentos, que ocorrem na sede e subsedes do Sinpro, ou de forma virtual, sem cobrar qualquer valor. Em caso de dúvidas, ligue para o sindicato ou para o escritório Resende Mori e Hutchison Advocacia (3031-4400 – WhatsApp).

 

Golpe 16

Olá, Bom Dia Sr(a). Sou Andressa Vidal secretária do escritório Resende Mori Hutchison Advogados Associados.

Estou entrando em contato em nome do escritório para notificar sobre a liberação do processo N: X DISTRITO FEDERAL.

Precatório autorizado para pagamento em virtude (MP) – (Medida Provisória) para maiores informações entre em contato com os Advogados citados á baixo. Dr. Lucas Mori de Resende (OAB/DF 38.015) ou com o Dr. Julio Cesar Borges de Resende (OAB/DF 85.83) Através do Whatsapp ou ligações.

 

Telefone Móvel

061 9 9679-3262

Telefone Fixo

061 3235-2340

horário de Atendimento

(Segunda a sexta-feira)

09:00 – 18:00

Endereço

Ed. Denasa, SCS Q. 1 BL K Sala 601/603 – Asa Sul, Brasília – DF, 70398-900.

(Ramal 013)

 

Golpe 17

⚖️ Escritório Resende Mori e Hutchison Advocacia

Me chamo Amanda Peçanha, secretária do Dr. Lucas Mori De Resende (OAB: 38.633/DF).

Sr. (a)

A câmara de conciliação informa o resultado do julgamento das propostas de acordo do lote (03), nos termos do edital (21/06/2021).

As propostas deferidas poderão ser objeto de recurso administrativo, prazo de dez (10) dias úteis, em petição física direcionada a câmara de conciliação de precatório, com protocolo no posto de atendimento da procuradoria Geral do Município, (Estado) localizado Edifício-sede da Codeplan (ao lado do edifício-sede da PGDF) – Térreo Endereço: SAM, Bloco “H”, Térreo – Entrada independente, à direita da portaria principal SAM Ed. Sede – Asa Norte, DF, 70620-000

Dr.Lucas Mori solicita contato o mais breve possível.

Entrar em contato nos telefones abaixo:
☎️ (61) 99640-8379 (Whatsapp) Atenção: número falso! Não atenda! Bloqueie!

 

Golpe 18

Criminosos voltaram a encaminhar mensagem para a categoria se passando pelo Sinpro-DF. Na nova tentativa de golpe os estelionatários enviam uma mensagem via WhatsApp informando sobre uma suposta liberação do processo movido pelo departamento jurídico do sindicato, onde foi solicitada a entrega e a correção dos valores referente às ações ajuizadas, requerendo o pagamento do vale alimentação do período em que ficou suspenso.

Os fraudários ainda relatam que processo está em fase de liberação com data prevista para esta quarta-feira (10), pedindo para entrar em contato com o escritório de assessoria jurídica do Sinpro-DF, Roberto Gomes Ferreira Advogado Associados para dar finalidade ao processo e expedição do alvará de pagamento através do telefone (61) 99834-9759. É preciso ficar atento e não cair em mais esta tentativa de golpe. O Sinpro NUNCA solicita qualquer quantia em dinheiro para liberação de pagamento.

O Sinpro orienta a bloquear o número que entrou em contato e a denunciá-lo. Além disto, NUNCA deposite qualquer quantia em dinheiro. O sindicato não pede dinheiro para liberação de precatório.

MATÉRIA EM LIBRAS

Convoca Já – Diante da luta da categoria, 1.600 professores e 40 orientadores educacionais serão nomeados em maio

A história do magistério público do Distrito Federal mostra que a luta nunca é em vão, e a vitória conquistada nesta segunda-feira (20) é mais um exemplo disto. Diante da reivindicação feita por professores(as) e orientadores(as) educacionais, amparada pela Campanha Convoca Já, 1.600 professores(as), sendo 1.255 de Atividades, e 40 orientadores(as) educacionais serão nomeados(as) até o dia 29 de maio, com previsão de que os(as) demais aprovados(as) sejam nomeados até o fim de agosto.

As nomeações representam o realizar de um sonho e a resposta para anos de estudo de todos(as) aqueles(as) que aguardavam pela nomeação, mas, também, uma importante vitória para a educação pública do Distrito Federal. A nomeação é uma das questões centrais da pauta de reivindicações atualizada da categoria, uma vez que fortalece a carreira do magistério público e combate a precarização imposta aos(às) professores(as) em regime de contratação temporária. “A luta e a resistência contra a precarização continuam com a unidade e a mobilização da categoria. É importante ressaltar que o chamamento do cadastro reserva faz parte da pauta do acordo que suspendeu a greve e mostra a importância da luta na conquista dos direitos”, ressalta a diretora do Sinpro Ana Bonina.

O magistério público continuará lutando para que mais nomeações aconteçam.

MATÉRIA EM LIBRAS

Sinpro disponibiliza ônibus para a Assembleia Geral desta quarta (22)

A diretoria do Sinpro-DF informa que vai disponibilizar ônibus para os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais participarem da Assembleia Geral com paralisação desta quarta-feira (22), às 9h, no estacionamento do Teatro Nacional. A assembleia dará andamento à Campanha Salarial 2024 e se somará à Marcha da Classe Trabalhadora em Brasília.

Confira os locais dos ônibus. Saída às 8h.

 

Lista dos ônibus:

Riacho Fundo II (CED 01do Riacho Fundo II), Riacho Fundo I (CETELB) e Núcleo Bandeirante (CEMUB)

BRAZLÂNDIA – Praça do Laço

RECANTO DAS EMAS – Regional de Ensino

PARANOÁ – Praça Central

FORMOSA – Ao lado da Matriz

SOBRADINHO – CEM 01 (Ginásio)

SANTA MARIA – CEE e EC 215

SÃO SEBASTIÃO – CAIC Unesco, passando por dentro do Mangueiral

GAMA – CEM 02

CEILÂNDIA – Estacionamento do BRB, Ceilândia centro

GUARÁ – CED 03 Guará II, passando no GG (Guará I)

PLANALTINA – CEE 01 de Planaltina

SAMAMBAIA – Estacionamento da Feira Permanente da 202

TAGUATINGA – Estacionamento ao lado da Administração do Taguaparque

ÁGUAS LINDAS – Estacionamento do Dia a Dia

Mirian Ervilha/EC Buritis

 

Todos à assembleia geral

Professores(as) e orientadores(as) educacionais realizarão assembleia geral com paralisação no dia 22 de maio, para dar andamento à Campanha Salarial 2024. A atividade, que será às 9h, no estacionamento do Teatro Nacional, se somará à Marcha da Classe Trabalhadora a Brasília.

A participação na ação que reunirá milhares de trabalhadores e trabalhadoras de todo Brasil na Esplanada dos Ministérios foi aprovada pela categoria do magistério público do DF na assembleia do dia 20 de março, que definiu a luta por reajuste de 19,8% já, rumo à meta 17.

A Marcha da Classe Trabalhadora a Brasília tem entre seus objetivos apresentar ao governo federal e ao Congresso Nacional uma agenda que garanta pleno emprego, melhores salários, além de desenvolvimento econômico e social para o país.

Para viabilizar as reivindicações, é essencial que a educação pública do DF e de todo o Brasil seja valorizada. Isso passa pela remuneração adequada de seus profissionais, salas de aula sem superlotação, merenda com alimentos variados e saudáveis, educação inclusiva com suporte técnico, alterações que garantam avanços no PL do Ensino Médio, além de várias outras questões, que também são pautas do Sinpro-DF.

A Marcha da Classe Trabalhadora ainda exige a revogação de leis que prejudicam a população, como a Reforma trabalhista, a lei da terceirização e a Reforma da Previdência.

Outra necessidade apresentada é a retirada da Reforma Administrativa (PEC 32) da pauta do Congresso Nacional. A proposta, apresentada pelo governo Bolsonaro, realiza o desmonte dos serviços públicos. Na resistência, o Sinpro, a Central Única dos Trabalhadores (CUT) e diversos sindicatos de servidores públicos barraram a tramitação da PEC em 2023. Entretanto, o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), vem fazendo ameaças constantes de dar andamento à proposta.

O Arcabouço Fiscal também é contestado pela Marcha da Classe Trabalhadora a Brasília. Segundo à CUT, o mecanismo de controle do endividamento que substitui o Teto de Gastos “coloca em prática o impedimento de novos recursos para a saúde, educação, saneamento e demais projetos sociais importantes para o desenvolvimento nacional”.

O Sinpro convoca toda a categoria à assembleia e à Marcha da Classe Trabalhadora a Brasília. O sindicato avalia que “a classe trabalhadora é uma só, e a categoria do magistério público é parte desse todo”. Além disso, o Sinpro ratifica que a construção de um país mais justo e igualitário passa necessariamente pela valorização da educação.

 

 

MATÉRIA EM LIBRAS

Mesa Permanente de Negociação indica data para nomeações e outros avanços

A Comissão de Negociação do Sinpro formalizou nesta segunda-feira (20/5) a entrega da pauta de reivindicações atualizada da categoria do magistério público. A reunião, resultado da Mesa Permanente de Negociação – conquista da Greve da Educação de 2023 –, trouxe avanços. Entre eles, a indicação de data para nomeação dos(as) aprovados(as) no último concurso do magistério público.

No encontro desta segunda, representantes da Secretaria de Educação, da Secretaria de Orçamento e da Secretaria de Relações Institucionais reafirmaram que serão nomeados(as) 1.600 professores(as) e 40 orientadores(as) educacionais até dia 29 de maio. A previsão é de que os(as) demais aprovados(as) sejam nomeados até o fim de agosto.

 

 

As nomeações são uma das questões centrais da pauta de reivindicações atualizada da categoria, que engloba também os pontos firmados no acordo de greve. Isso porque elas fortalecem a carreira do magistério público e combatem a precarização imposta aos(às) professores(as) em regime de contratação temporária. Para se ter uma ideia, atualmente, a rede pública de ensino tem cerca de 17 mil professores(as) em regência sob regime de contratação temporária, mais que o total de professores(as) efetivos(as).

Outro ponto de avanço firmado na Mesa da Negociação Permanente foi quanto à ampliação da carga horária de 20 horas para 40 horas. No acordo de greve, foi feito o compromisso de ampliação para 221 professores(as) e orientadores(as) educacionais. Como esse total não foi preenchido, profissionais da categoria que tiverem interesse na ampliação da carga horária poderão solicitá-la até o fim deste ano, respeitado o limite de 221 ampliações.

Na reunião desta segunda-feira, também foi anunciado que será realizado o pagamento de mais um lote dos exercícios findos para servidores(as) da carreira magistério público que tiverem direito aos valores devidos, sejam efetivos(as) ou em regime de contratação temporária.

>> Leia também: LUTA HISTÓRICA DO SINPRO, PAGAMENTO DE EXERCÍCIOS FINDOS É INDICADO

Ainda na Mesa Permanente de Negociações, a Comissão de Negociação do Sinpro ressaltou a urgência da valorização de formação da categoria – o que incide na progressão horizontal da tabela salarial – e do pagamento imediato de reajuste salarial de 19,8%, rumo à meta 17 do Plano Distrital de Educação.

Este último ponto é o mote da Campanha Salarial 2024 da categoria do magistério público. O índice de 19,8% repõe as perdas inflacionárias geradas de janeiro de 2019 a dezembro de 2023. Já a meta 17 do PDE equipara o vencimento básico de professores(as) e orientadores(as) educacionais à média da remuneração das demais carreiras de servidores públicos do DF de escolaridade equivalente.

 

 

O Sinpro reforça que é essencial a continuidade do processo de negociação com o GDF e alerta que é urgente dar celeridade ao encaminhamento dos pontos reivindicados pela categoria.

O Sindicato ainda convoca toda a categoria do magistério público para a assembleia geral com paralisação, nesta quarta-feira (22/5), às 9h, no estacionamento do Tetro Nacional. Unidade e mobilização são fundamentais para nossa vitória.

>> Leia também: ASSEMBLEIA DIA 22 DE MAIO AMPLIA MARCHA DA CLASSE TRABALHADORA

 

MATÉRIA EM LIBRAS

Dia do físico e da física

Neste dia 19 de maio, há 119 anos, Albert Einstein publicava seu artigo sobre a teoria da relatividade. Por conta disso, a data de hoje é reconhecida nacional e internacionalmente como o dia da física e do físico, as pessoas que estudam as propriedades gerais dos corpos e das leis que alteram seu estado ou movimento.

Com o “Novo” Ensino Médio, a disciplina de Física não é mais obrigatória para o currículo. Mas é uma área do conhecimento humano em que as mulheres brasileiras apresentam inúmeros estudos relevantes, e são destaque até mesmo na Nasa.

Na foto abaixo, oito brasileiras de destaque no universo da Física. São elas:

Elisa Frota Pessoa (1921-2018) – Uma das pioneiras da ciência no país. Fundadora do Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas (CBPF) e a segunda mulher a se formar em física no Brasil, em 1942 (a primeira, Sonja Ashauer, graduou-se pela USP no mesmo ano. Também está nesta lista). Elisa se destacou pelos estudos de radioatividade ligados a emulsões nucleares.

Sônia Guimarães (1957- ) – Essa paulistana é a primeira mulher negra e brasileira a ser doutora em Física, e a primeira negra a lecionar no ITA (Instituto Tecnológico da Aeronáutica). Foi a primeira pessoa da família a ingressar em um curso superior. Seu me4strado, na Universidade Federal de São Carlos, é sobre Desenvolvimento da Técnica Elipsométrica para Caracterização Ótica de Filmes Finos.

Katemari Rosa (1979-) – Gaúcha de Porto Alegre, Katemari formou-se em Física e fez mestrado em Ensino, Filosofia e História da Ciência. No doutorado, especializou-se em Educação Científica.  Atualmente, integra o Grupo de Trabalho de Minorias na Física, dentro da sociedade brasileira de física, onde ela desenvolve o projeto “Contando nossa história atual: negra e negros nas Ciências, Tecnologias de Engenharias no Brasil”.

Chien-Shiung Wu (1912-1997) – Conhecida como “A Primeira Dama da Física”, ela batiza o “experimento de Wu”, que refutou a lei de conservação da paridade na física de partículas. Nasceu em Xangai, numa época em que não se permitia a todas as meninas estudar. Ela frequentou a escola para meninas que seus pais conseguiram fundar.

Vivian Miranda (1986) – Carioca da gema, ela mora nos Estados Unidos. É a primeira mulher trans brasileira à frente do desenvolvimento de um satélite avaliado em US$ 3,5 bilhões, em parceria com a Nasa. Tem pós-doutorado em astrofísica pela Universidade do Arizona, onde trabalha com pesquisa atualmente.

Sonja Ashauer (1923-1948) – Primeira mulher brasileira a se formar em física pela USP, ela também é a primeira brasileira a concluir o doutorado em física, pela Universidade de Cambridge (Inglaterra). Pesquisou vários problemas relacionados à mecânica quântica. Morreu precocemente, aos 25 anos.

Yvonne Mascarenhas – (1931) – Paulista de Pederneiras. Yvonne foi a primeira mulher presidente da Sociedade Brasileira de Física (SBF) e a primeira a receber a Medalha de Ouro da Sociedade Brasileira de Física. Seu trabalho ajudou a impulsionar a pesquisa em física de materiais no país.

Amélia Império Hamburger – (1932-2011) – Outra paulistana, graduou-se pela USP em 1954 e foi trabalhar com os físicos Philip Smith e Oscar Sala no acelerador de partículas Van der Graaf. Em 1958, publicou um artigo no primeiro número da recém-criada revista Physical Review Letters sobre reações nucleares no C14 e C13. Um segundo trabalho, mais completo, foi publicado na Physical Review em 1960, ano em que conclçuiu seu mestrado em Pittsburgh e voltou ao Brasil.

 

 

MATÉRIA EM LIBRAS

Educação sexual nas escolas para combater o abuso infantil

Em julho do ano passado o governo federal anunciou a retomada do ensino da educação sexual, uma das ações prioritárias do programa Saúde na Escola. Imediatamente após o anúncio, as redes sociais e os aplicativos de mensagens instantâneas sofreram uma enxurrada de desinformação (fake news) sobre a iniciativa. Neste 18 de maio, Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, é flagrante que a reação injustificadamente avessa à educação sexual nas escolas permanece viva, e impõe sérios riscos a crianças e adolescentes.

Para a diretora do Sinpro Mônica Caldeira, o ensino sobre sexualidade não deve ser um dever apenas da família. “Para combater qualquer crime, é preciso conhece-lo antes. Educação sexual não é estimular crianças e adolescentes à atividade sexual. Educação sexual é ensinar sobre o corpo humano, conscientizar sobre as partes íntimas, para que as crianças e os adolescentes possam identificar possíveis casos de abuso e se defender, denunciar. Isso também é fazer bonito”, esclarece, se remetendo à campanha Faça Bonito, que conscientiza e luta pelo combate à exploração e ao abuso sexual de crianças e adolescentes (veja mais sobre a campanha no fim da matéria).

Em entrevista ao Aos Fatos, a professora e coordenadora do Gecimas (Grupo de Estudos e Pesquisa em Educação em Ciências, Matemática e Sexualidade) da UFABC (Universidade Federal do ABC), Mirian Pacheco, defende a abordagem da educação sexual em sala de aula, e mostra que o centro da questão é respeitar as limitações de maturidade dos(as) estudantes. “A forma de abordagem, que é fundamental, é aquela respeitando sempre o nível de desenvolvimento cognitivo e emocional dos alunos”, afirma.

Dados do Ministério da Saúde mostram que, de 2015 a 2021, foram notificados 202.948 casos de violência sexual contra crianças e adolescentes no Brasil. Desse total, 83.571 contra crianças e 119.377 contra adolescentes. Nesse período, o ano com maior registro desses casos foi 2021: 35.196.

“Foi justamente de 2015 a 2021 que teve início o ataque à educação, à liberdade de cátedra, à função da escola como formadora de cidadãos e cidadãs críticos”, lembra a diretora do Sinpro Márcia Gilda. Segundo ela, “começamos a mudar os rumos dessa história, mas é preciso ainda muita luta”. “Essa postura antidemocrática, arcaica, persecutória, atrasada e contrária aos direitos humanos, infelizmente, ainda vigora no nosso país. Quem está em sala de aula, mais que ninguém, sabe muito bem disso. Cabe a nós unirmos forças para firmamos que educação é para ser emancipadora.”

Em 2019, a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) em conjunto com outros organismos internacionais, lançou o documento “Orientações técnicas internacionais de educação em sexualidade”. No estudo, foram analisados programas de educação em sexualidade em diversos países. A conclusão foi de que em nenhum deles a abordagem da educação sexual nas escolas acarretou na antecipação da iniciação sexual de crianças e adolescentes.

Os locais com maior frequência de casos de abuso e violência sexual contra crianças e adolescentes é a residência da vítima e do suspeito. Diante do cenário, as escolas apresentam-se não só como espaços de conscientização e prevenção, mas também de acolhimento às vítimas.

“Nós, educadores e educadoras, também podemos ter o papel de escuta. E para isso, também precisamos de formação. Precisamos saber como lidar com essas vítimas, como acolhê-las, como orientá-las. Aliás, essa formação é importante, inclusive, para observarmos comportamentos que podem indicar que aquela criança ou aquele adolescente está sofrendo abuso”, diz a diretora do Sinpro Mônica Caldeira.

Segundo o Estatuto da Criança e do Adolescente, educadores(as) que suspeitem ou tenham confirmação de maus-tratos de estudantes, devem comunicar, imediatamente, ao Conselho Tutelar. O primeiro passo, entretanto, é acolher a vítima.

O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) orienta que, quando for abordar ou escutar o(a) estudante vítima de violência, o(a) professor(a) ou o(a) orientador(a) educacional deve:

  • Demonstrar disponibilidade para conversar e buscar um ambiente apropriado para tanto;
  • Ouvir atentamente, sem interrupções, e não pressionar para obter informações;
  • Levar a sério tudo o que ouvir, sem julgar, criticar ou duvidar do que a criança/adolescente diz;
  • Manter-se calmo(a) e tranquilo(a), sem reações extremadas ou passionais;
  • Fazer o mínimo de perguntas necessário, utilizando linguagem acessível à criança ou ao adolescente;
  • Anotar tudo que lhe foi dito, assim que possível, pois isso poderá ser utilizado em procedimentos legais posteriores;
  • Expressar apoio, solidariedade e respeito, e reforçar que a criança/adolescente não tem culpa do que aconteceu;
  • Explicar à criança ou ao adolescente que será necessário conversar com outras pessoas para protegê-lo(a);
  • Evitar que muitas pessoas saibam dos acontecimentos, para minimizar comentários desagradáveis e inapropriados, e a estigmatização da criança/adolescente;
  • Se for entrar em contato com a família, é preciso ouvir anteriormente quais são as pessoas que a criança/adolescente aprova como interlocutores;
  • Mostrar-se disponível para novas conversas, sempre que a criança/adolescente precisar.

Como e onde notificar os casos de violência sexual contra crianças e adolescentes?

 

Faça Bonito
A lei 9.970, de 17 de maio de 2000, institui o dia 18 de maio como o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. A lei foi instituída em memória de Araceli Cabrera Sánchez Crespo.

Com apenas oito anos de idade, Araceli Cabrera Sanches foi sequestrada em 18 de maio de 1973. Ela foi drogada, espancada, estuprada e morta por membros de uma tradicional família capixaba. O caso foi tomando espaço na mídia. Mesmo com o trágico aparecimento de seu corpo, desfigurado por ácido, em uma movimentada rua da cidade de Vitória (ES), poucos foram capazes de denunciar o acontecido. O silêncio da sociedade capixaba acabaria por decretar a impunidade dos criminosos.

A partir desse evento chocante, o 18 de maio foi estabelecido como uma data para conscientização e mobilização da sociedade brasileira contra a exploração e o abuso sexual de crianças e adolescente. A Campanha Faça Bonito – proteja nossas crianças e adolescentes é uma das principais iniciativas com esse intuito.

MATÉRIA EM LIBRAS

Em novo golpe via WhatsApp, números falsos usam foto de diretora do Sinpro

A mais recente modalidade de golpe contra a categoria se vale de um número de WhatsApp que usa a imagem da dirigente do Sinpro Luciana Custódio. A mensagem, repleta de erros de digitação e ortografia, também cita o Coordenador da diretoria de Assuntos Jurídicos do Sindicato, Dimas Rocha. O SINPRO ALERTA: OS NÚMEROS USADOS NÃO PERTENCEM A NENHUM DIRETOR OU DIRETORA DO SINDICATO.

A mensagem fraudulenta informa de um suposto processo contra “Vale Alimentação”, e solicita que se entre em contato em dois números de telefone (falsos, pertencentes à quadrilha de criminosos) “para que seja feito o pagamento e a liberação”.

O Sinpro orienta a bloquear o número que entrou em contato e a denunciá-lo. Além disto, NUNCA deposite qualquer quantia em dinheiro. O sindicato não pede dinheiro para liberação de precatório.

O escritório de advocacia do Sinpro usa apenas um número para entrar em contato com clientes – inclusive por WhatsApp. É o 3031-4400. Os números do Sinpro estão no site do sindicato. NÃO SE DEIXE ENGANAR!

Confira a seguir uma lista de mensagens falsas que vêm sendo enviadas à categoria por golpistas e estelionatários:

 

Golpe 1

Criminosos entram em contato com professores(as) e orientadores(as) educacionais aposentados(as) informando sobre atualizações no processo de piso salarial e correções monetárias. Os golpistas, que se passam por funcionários do Escritório Resende Mori e Fontes, dizem que a suposta atualização, que na verdade é mais um golpe, diz respeito à cobrança de juros, correção monetária e pelo atraso do pagamento da folha salarial de 2015. Sob o argumento de liberar os valores das ações coletivas e repasse dos pagamentos em atraso, os criminosos pedem para que o(a) professor(a) ou orientador(a) educacional entre em contato com o suposto escritório. Ao ligar, o(a) aposentado(a) é informado que para receber o suposto valor deve depositar um valor na conta para o pagamento de custas advocatícias. O Sinpro volta a afirmar que nem o sindicato, nem os escritórios de advocacia ligados a ele, solicita que sejam feitos depósitos para liberação de valores. A Secretaria de Assuntos Jurídicos ainda ressalta que sindicato não tem processos referentes a piso salarial. Portanto, fique atento e não caia neste golpe.

 

Golpe 2

Uma mensagem enviada por WhatsApp, com foto de perfil com a marca do Sinpro, por um número que não é do sindicato, (61) 99872-4892, informa sobre o assunto: LIBERAÇÃO DO PRECATÓRIO EM FASE DE PAGAMENTO EM REGIME ESPECIAL, com os nomes dos advogados Drª Maria Rosali Barros ou Dr. Lucas Mori, indicando os números (61) 4042-0924 | WhatsApp: (61) 99840-3650 como contatos. Ao final, os golpistas colocam a observação falsa de que o sindicato não está atendendo presencialmente, em virtude os período pandêmico. Fique atento(a)! Isso é golpe! O Sinpro-DF está atendendo, normalmente, de forma presencial, das 8h às 17h, nas sedes e subsedes.

 

Golpe 3

Criminosos ligam para a casa de educadores(as) informando que foi liberado o alvará de precatório para pagamento. Em seguida, dizem que a vítima tem mais de R$ 100 mil para receber, pedem para ligar no número 99639-2111 e solicitam depósito de um valor na conta: NEXT 237 – AG: 3728 – CONTA 609240-3 (Anderson Fabio de Oliveira – CPF: 031.729.793-77). É importante ficar atento, pois a conversa é feita em aplicativo com perfil que leva a foto do logo do Sinpro-DF.

 

Golpe 4

Para o furto via telefone, usam vários nomes. O nome “Cláudia Maria Rodrigues”, que utiliza o telefone fixo 3181-0041 e o celular/WhatsApp, 96519820, é um dos denunciados pela categoria. O Sinpro-DF informa que o nome “Cláudia Maria Rodrigues”, utilizado pela quadrilha, pertence a uma advogada que também está sendo duramente prejudicada pelo bando. Ela avisou ao Sinpro-DF que já denunciou o caso à polícia e tem Boletim de Ocorrência para comprovar o uso indevido do nome dela. O outro nome usado é “Leonardo Mota” (Núcleo Bancário), com o telefone 3181-0285. Um terceiro nome identificado é “Dr. Marcelo Ricardo”, com o número de telefone 99849-7364.

 

Golpe 5

Para extorquir dinheiro das vítimas, a pessoa que realiza a chamada se passa por diretor, ex-diretor ou funcionário da Secretaria de Assuntos Jurídicos, Trabalhistas e Socioeconômicos do Sinpro-DF. Segundo denúncias realizadas ao Sindicato, em alguns casos, o golpista se apresenta como Dr. Daniel ou Dr. Dimas, e chega a utilizar em sua foto de perfil de WhatsApp a logomarca do Sinpro-DF. Em seguida, o farsante solicita depósito em conta bancária vinculada a uma suposta pessoa com nome de Priscila.

 

Golpe 6

Outra modalidade é o golpe com transferência por PIX. Assim como os outros métodos, o golpista solicita um valor para liberar uma quantia à vítima. No caso de transferência por PIX, não há um sistema de retorno ou cancelamento do envio.

 

Golpe 7

Nesta modalidade, o golpista envia à vítima, via WhatsApp ou e-mail, documento simulando papel timbrado do Tribunal de Justiça do DF e Territórios (TJDFT). O documento ainda leva o nome de dirigentes do Sinpro-DF. No último relatado ao Sinpro-DF, constava o nome da dirigente Silvia Canabrava. O envio é feito posteriormente a uma ligação, em que o criminoso confirma vários dados da vítima, como nome completo, CPF e nome do pai e da mãe.

 

Golpe 8

O golpe mais recente consiste no envio de carta nominal, com logomarca de escritório de advocacia fantasma. O documento falso é enviado pelos Correios e traz uma série de argumentos jurídicos bem fundamentados, além de endereço de e-mail, telefones e assinatura com registro da OAB.

 

Golpe 9

O primeiro golpe de 2022 chega por WhatsApp e vem supostamente do “Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios, DF”. É nominal, informa que o pagamento do precatório referente ao processo da pessoa está liberado para a data de hoje, “primeira ou segunda parcela”. O titular deverá entrar em contato com uma “Dra. CHRYSTIANE MAIA GUERCO FARIA LUCAS MORI (OAB: 38015/DF)” para solicitação do recolhimento dos alvarás de liberação do precatório, nos telefones (061) 99687-2994 ou (061) 99667-9219 (outros números também são usados nesse golpe), e se a pessoa não entrar em contato até às 15h, deverá esperar “uma segunda chamada com carência de tempo de 5 a 10 anos”. Mas é golpe.

 

Golpe 10

Na nova modalidade criminosa, os bandidos ligam pelo telefone 3322-1515 – contato oficial do Banco de Brasília (BRB), mas clonado – informando que o banco fez um PIX por engano para a conta do(a) professor(a) ou orientador(a) educacional, solicitando a devolução do valor. Além deste procedimento, os estelionatários também ligam dizendo ser de uma empresa jurídica ligada ao BRB, fazendo a cobrança de tarifas não pagas. Na maioria das vezes, os falsários enviam um link ou pedem dados para “corrigir o problema” e até mesmo solicitando dinheiro. Não abra o link, não forneça dados ou transfira qualquer quantia em dinheiro. Trata-se de um golpe!

 

Golpe 11

Em mais uma versão utilizada pelos estelionatários, um professor foi contatado e informado que havia sido autorizado o pagamento de R$ 108 mil referente ao precatório do Ticket Alimentação, ação movida por um suposto escritório jurídico do Sinpro. Porém, para receber o dinheiro, o educador deveria pagar as taxas, valor totalmente indevido, uma vez que o sindicato nunca solicita nenhum tipo de transação bancária para que professores(as) e orientadores(as) educacionais recebam vantagens financeiras. Para identificar se a ligação é um golpe, basta ficar atento ao pedido de qualquer tipo de taxa/valor/dinheiro para recebimento de precatório. Caso a pessoa peça dinheiro, tenha a certeza que se trata de um golpe!

 

Golpe 12

No dia 11 de novembro, o Sinpro recebeu denúncias de que várias pessoas da categoria estão recebendo mensagem de WhatsApp sobre um falso pagamento de precatório. A pessoa da mensagem diz que é do escritório de advocacia e tenta aplicar o crime de estelionato. Uma das vítimas percebeu a tentativa de golpe e avisou o Sinpro que recebeu a mensagem pelo WhatsApp do próprio celular e também pelo da filha dela. “Desconfiei, pois o número era diferente do que eu tinha na Procuração do escritório dos advogados Resende – Mori Fontes –. Liguei para o escritório e a moça que me atendeu me disse ser golpe. O telefone era totalmente diferente dos telefones do escritório. Fiz o print da mensagem e enviei para o e-mail que ela me indicou”. A mensagem inicia com o nome do escritório e o da vítima e segue um texto dizendo que “a Câmara de conciliação de PRECATÓRIOS, informa o resultado do julgamento das propostas de acordo do ultimo loto, nos termos do edital (21/06/2021)”. É escrito assim mesmo, repleto de erros gritantes de português e, após isso, prossegue com um texto repleto de informações erradas.

 

Golpe 13

Supostos parentes fazendo pedidos de envio de PIX de um telefone “provisório” parece não ter mais tanto efeito no mundo dos golpes bancários. Agora, a pergunta feita pelos golpistas é: reconhece esse PIX feito da sua conta bancária? A estratégia é a seguinte: é feita uma chamada telefônica supostamente do BRB, de um número que realmente coincide com o do banco (3322-1515). Na ligação, a funcionária fake pergunta se a vítima reconhece uma transferência via PIX realizada de sua conta bancária. Ao negar a transação, a vítima recebe um número de protocolo e é encaminhada para um pseudo “setor responsável pela segurança bancária”. O golpista que se passa pelo responsável do “setor” solicita que a vítima abra o aplicativo do BRB, mantenha-o aberto, vá até a loja de aplicativos e baixe a atualização do app do banco. Ao fazer a atualização, o golpista consegue todos os dados pessoais e bancários da vítima. Outra estratégia é pedir para que a vítima desligue e ligue de volta para o BRB, no número 3322-1515. Quando a pessoa realiza a chamada, o golpista intercepta a ligação e captura dados solicitados, como senha bancária numérica e dados como data de nascimento e CPF. É importante lembrar que os bancos não entram em contato por telefone com correntistas. Dados pessoais e bancários, de forma alguma, devem ser passados via telefone ou qualquer outra forma de comunicação não presencial. O Sinpro ainda reforça que não solicita qualquer depósito bancário para liberação de processos jurídicos.

 

Golpe 14

⚖️RESENDE MORI HUTCHISON ADVOCACIA⚖️

Olá Boa Tarde  Sr.(a):

CPF

Processo:

Devedor(a): DISTRITO FEDERAL

Nosso comunicado é referente a liberação dó seu precatório que se encontra em fase de pagamento.

Entre em contato com Dr. Lucas Mori De Resende, para solicitar o recolhimento dos alvarás de liberação, que estão sendo solicitados e exigidos no processo mencionado acima.

Entre em contato diretamente com o advogado responsável para maiores informações.

WHATSAPP (61) 996789224

Horários de atendimento!

Segunda a Sexta-feira

08:00 as 17:00hr

Atenciosamente Lais Chaves Assessora Jurídica

 

Golpe 15

No novo golpe, estelionatários têm utilizado o nome do escritório Resende, Mori e Hutchison Advocacia, de funcionários do escritório e até mesmo do advogado Lucas Mori para tentar aplicar golpes na categoria.

Na nova modalidade, os golpistas entram em contato com professores(as) e orientadores(as) educacionais, identificam-se como funcionários(as) do escritório ou como o próprio advogado Lucas Mori, que presta serviços ao Sinpro, com informações sobre o último lote de precatórios. Esses dados não procedem.

Após informar alguns dados e dizer que o(a) educador(a) já tem direito a resgatar o valor do precatório, os criminosos solicitam o pagamento de taxas para que a quantia seja disponibilizada. Não caia nessa! Isso é golpe. Confira, a seguir, outras mensagens golpistas que chegaram nos celulares de educadores(as) recentemente.

O Sinpro JAMAIS pede qualquer quantia em dinheiro para a liberação de precatórios ou solicita qualquer depósito bancário para a liberação de processos jurídicos.

É importante também saber que os(as) advogados(as) somente entram em contato para agendar atendimentos, que ocorrem na sede e subsedes do Sinpro, ou de forma virtual, sem cobrar qualquer valor. Em caso de dúvidas, ligue para o sindicato ou para o escritório Resende Mori e Hutchison Advocacia (3031-4400 – WhatsApp).

 

Golpe 16

Olá, Bom Dia Sr(a). Sou Andressa Vidal secretária do escritório Resende Mori Hutchison Advogados Associados.

Estou entrando em contato em nome do escritório para notificar sobre a liberação do processo N: X DISTRITO FEDERAL.

Precatório autorizado para pagamento em virtude (MP) – (Medida Provisória) para maiores informações entre em contato com os Advogados citados á baixo. Dr. Lucas Mori de Resende (OAB/DF 38.015) ou com o Dr. Julio Cesar Borges de Resende (OAB/DF 85.83) Através do Whatsapp ou ligações.

 

Telefone Móvel

061 9 9679-3262

Telefone Fixo

061 3235-2340

horário de Atendimento

(Segunda a sexta-feira)

09:00 – 18:00

Endereço

Ed. Denasa, SCS Q. 1 BL K Sala 601/603 – Asa Sul, Brasília – DF, 70398-900.

(Ramal 013)

 

Golpe 17

⚖️ Escritório Resende Mori e Hutchison Advocacia

Me chamo Amanda Peçanha, secretária do Dr. Lucas Mori De Resende (OAB: 38.633/DF).

Sr. (a)

A câmara de conciliação informa o resultado do julgamento das propostas de acordo do lote (03), nos termos do edital (21/06/2021).

As propostas deferidas poderão ser objeto de recurso administrativo, prazo de dez (10) dias úteis, em petição física direcionada a câmara de conciliação de precatório, com protocolo no posto de atendimento da procuradoria Geral do Município, (Estado) localizado Edifício-sede da Codeplan (ao lado do edifício-sede da PGDF) – Térreo Endereço: SAM, Bloco “H”, Térreo – Entrada independente, à direita da portaria principal SAM Ed. Sede – Asa Norte, DF, 70620-000

Dr.Lucas Mori solicita contato o mais breve possível.

Entrar em contato nos telefones abaixo:
☎️ (61) 99640-8379 (Whatsapp) Atenção: número falso! Não atenda! Bloqueie!

 

Golpe 18

Criminosos voltaram a encaminhar mensagem para a categoria se passando pelo Sinpro-DF. Na nova tentativa de golpe os estelionatários enviam uma mensagem via WhatsApp informando sobre uma suposta liberação do processo movido pelo departamento jurídico do sindicato, onde foi solicitada a entrega e a correção dos valores referente às ações ajuizadas, requerendo o pagamento do vale alimentação do período em que ficou suspenso.

Os fraudários ainda relatam que processo está em fase de liberação com data prevista para esta quarta-feira (10), pedindo para entrar em contato com o escritório de assessoria jurídica do Sinpro-DF, Roberto Gomes Ferreira Advogado Associados para dar finalidade ao processo e expedição do alvará de pagamento através do telefone (61) 99834-9759. É preciso ficar atento e não cair em mais esta tentativa de golpe. O Sinpro NUNCA solicita qualquer quantia em dinheiro para liberação de pagamento.

O Sinpro orienta a bloquear o número que entrou em contato e a denunciá-lo. Além disto, NUNCA deposite qualquer quantia em dinheiro. O sindicato não pede dinheiro para liberação de precatório.

MATÉRIA EM LIBRAS

Acessar o conteúdo