Trabalho de educadores é um dos principais aliados no combate a discursos de ódio, aponta a Unesco

 

Em celebração ao Dia Internacional da Educação, comemorado em 24 de janeiro, a Unesco (Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura) destacou o papel crucial da educação e dos educadores no combate ao discurso de ódio nas sociedades. De acordo com a Agência, o fenômeno “cresceu como uma bola de neve nos últimos anos com a utilização das redes sociais”, e tem causado sérios prejuízos à população de vários países.

Na mensagem anual emitida pela organização, a Unesco reforçou que o mundo tem assistido uma onda de conflitos violentos, somada a um aumento preocupante da discriminação, xenofobia, racismo e discurso de ódio.

“A propagação acelerada do discurso de ódio é uma ameaça para todas as comunidades”, ressaltou a diretora-geral da Unesco, Audrey Azoulay. Além disso, ela destacou a necessidade de se ter a educação como o principal aliado na defesa e esforços pela paz.

“É nosso dever coletivo capacitar alunos de todas as idades para desconstruir o discurso de ódio e lançar as bases para sociedades inclusivas, democráticas e que respeitem os direitos humanos”, disse.

A secretária de Finanças da CNTE, Rosilene Corrêa, aponta que a trajetória natural da educação abrange a construção do respeito com os jovens, quando leva em conta a formação global dos cidadãos. No entanto, diante do cenário caótico vivido pela humanidade, o papel da educação tem sido ainda mais necessário.

“A educação passa, obrigatoriamente, a ter também essa função de uma forma mais crucial. É preciso ser um componente curricular das escolas, mas para isso, é claro que precisamos ter todo um sistema envolvido e direcionado”, afirma.

 

Ódio nas redes sociais

Uma pesquisa feita pela Unesco e pela empresa de pesquisa IPSOS, em 16 países, constatou que 67% dos usuários da internet já se depararam com discursos de ódio online. Cerca de 85% se mostraram preocupados com as consequências e a influência de desinformação, uma vez que esse fatores podem desestabilizar sociedades.

Um exemplo recente de ódio e preconceito em massa nas redes sociais foi constatado com manifestação de internautas em relação a conflitos internacionais. Segundo a Unesco, após um ataque do Hamas em 7 de outubro de 2023 contra Israel, a Liga Anti Difamação relatou um aumento de 337% em incidentes antissemitas nos Estados Unidos, 320% na Alemanha, 961% no Brasil e de 818% na Holanda.

O Instituto para o Diálogo Estratégico, do Reino Unido, também chegou a relatar que o volume de discursos anti-muçulmanos cresceu 43 vezes no YouTube, quando comparado a quatro dias antes e depois do acontecimento.

 

Educação para transformação

No enfrentamento de discursos extremistas e de ódio que tem reverberado entre os jovens, a organização reforçou o papel da educação como veículo importante de combate e promoção da paz. Segundo a Unesco, o ambiente educacional é capaz de proporcionar múltiplos modos de abordar causas profundas sobre ódio e sensibilizar estudantes de todas as idades, tanto online quanto offline.

“Mais do que nunca, nós não podemos ter uma educação meramente conteudista, ela, obrigatoriamente, precisa ser uma educação freiriana. Pautada na formação do ser humano, na perspectiva da convivência do respeito”, aponta Rosilene.

Mas para que se tenha sucesso nesse combate ao ódio, a Audrey enfatizou a importância da capacitação efetiva dos educadores que estão na linha de frente da superação do fenômeno.

Segundo a organização, o foco é conseguir transformar estudantes em pessoas competentes para reconhecer e responder ao ódio e à injustiça. Para isso, o processo de aprendizado deve ser capaz de capacitar os alunos com conhecimento, valores, atitudes, competências e conhecimentos necessários, que auxiliem esses a tornarem-se agentes da paz em suas comunidades.

“Prepará-los para respeitar o valor da diversidade e dos direitos humanos, e ensiná-los a reconhecer a diferença entre discurso de ódio e liberdade de expressão”, apontou a organização.

Entre as respostas contra o ódio com que a educação pode contribuir, foram destacadas as seguintes:

  • 1-Formar professores e estudantes sobre os valores e práticas, para que se tornem cidadãos globais e digitais respeitosos;
  • 2-Adotar abordagens pedagógicas e que envolvam toda a escola para fortalecer a aprendizagem social e emocional; e
  • 3- Revisar e analisar currículos e materiais educacionais para torná-los responsivos em termos culturais e incluir conteúdos que identifiquem o discurso de ódio e promovam o direito à liberdade de expressão.

 

Por La Pública

Em defesa de uma educação pública de qualidade para todos, a Internacional da Educação reforçou, nesta quarta-feira (24), a luta contínua na campanha Por La Pública!, da qual a também CNTE participa. A campanha representa o desafio contra promotores da privatização e controle da educação pública.

Segundo a presidenta da Internacional da Educação, Susan Hopgood, o objetivo “é questionar os cortes orçamentários sofridos na educação em vários países, e defende a criação de um sistema educativo público inclusivo e de qualidade.”

 

Com informações do portal Unesco.org

26 de janeiro – Dia Mundial da Educação Ambiental

A promoção de instrumentos e mecanismos de conscientização sobre a importância da educação ambiental para o desenvolvimento sustentável tem sido uma das grandes tônicas dos debates mundiais. No dia 26 de janeiro, Dia Mundial da Educação Ambiental, é preciso reforçar a necessidade de incluir a educação ambiental nas escolas e outros espaços educativos, a fim de preparar as futuras gerações para enfrentar os desafios ambientais e mundiais.

A data é celebrada desde 1975, quando a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) realizou o Encontro Internacional de Educação Ambiental, em Belgrado, antiga Iugoslávia. Ao final do evento, a Carta de Belgrado foi elaborada, sendo o primeiro marco para o desenvolvimento da educação ambiental. O documento traz recomendações e orientações, ainda atuais, que destacam a relação entre os sistemas econômicos, políticos e sociais com o meio ambiente de forma a um proteger o outro.

Dentre as grandes preocupações em pauta estão a proteção do meio ambiente; a garantia de uma educação de qualidade e inclusiva para todos(as), incluindo a educação ambiental; assegurar padrões de produção e de consumo sustentáveis; medidas para combater as mudanças climáticas e proteger os ecossistemas; e a proteção das florestas, a biodiversidade e os ecossistemas.

A educação ambiental na escola tem a capacidade de fortalecer a consciência da preservação dos recursos naturais e desenvolvimento sustentável nos(as) estudantes. A degradação do meio ambiente está relacionada a constantes ações humanas que ameaçam a sobrevivência das espécies e que são capazes de provocar poluição do ar e solo, alterações climáticas, entre outras consequências. Com o debate do tema em sala de aula, os(as) alunos(as) crescem com a consciência voltada para o cuidado com o meio ambiente e, consequentemente, com a vida animal, vegetal e humana.

O Sinpro reforça o cuidado com o meio ambiente e a importância da educação ambiental na escola. Diante disto o sindicato lançou o projeto Meu planeta, nossa casa, na perspectiva de mudar o comportamento da sociedade para impedir o aprofundamento das mudanças climáticas, o aquecimento do planeta e evitar a extinção em massa de várias espécies. O projeto carrega dois grandes objetivos: colocar em curso ações que sensibilizem a sociedade sobre as atitudes que pioram o aquecimento global; e gerar emprego e renda às famílias catadoras de coleta seletiva.

Confira mais sobre o projeto clicando aqui.

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TV Sinpro desta semana é especial Dia do(a) Aposentado(a)

O TV Sinpro desta quarta-feira (31/01) é especial pelo Dia da Aposentada e do Aposentado! Para celebrar a data, o programa convidou as professoras aposentadas, escritoras e poetas Lúcia Boonstra e Almerinda Garibaldi; e a coordenadora da Secretaria de Aposentados do Sinpro-DF, Elineide Rodrigues.

Lúcia Boonstra realiza uma vernissage para duas exposições no próximo dia 2 de fevereiro, na Biblioteca Nacional, onde também haverá o lançamento da coletânea Laços Portugueses, da qual as duas participam. Almerinda é parceira de Lúcia em uma das exposições, Simbiose: Poemasfotos/Fotospoemas.

 

 

No programa, Lúcia e Almerinda contam um pouco sobre o evento e sobre sua trajetória, além de falarem da carreira que desenvolveram ao se aposentar da Secretaria de Educação.

O TV Sinpro Especial do Dia da Aposentada e do Aposentado vai ao ar nesta quarta, 31, às 19h. O programa será transmitido pela TV Comunitária; pelo Youtube e pelo Facebook do Sinpro-DF. Não perca!

 

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Novos profissionais do magistério tomam posse, e a luta continua pelas demais nomeações

Uma solenidade de posse dos novos profissionais do magistério público do DF aconteceu nesta terça-feira, 23 de janeiro. A cerimônia não tinha caráter obrigatório, e o prazo legal para a posse dos concursados e concursadas se encerra em 26 de janeiro.

Agora, para tomar posse oficialmente, novos(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais da rede devem efetuar o peticionamento eletrônico da documentação até 16h do dia 26/01. A escolha das carências se dará nos dias 25 e 26 de janeiro.

Clique no botão abaixo para ver as orientações gerais, bem como o cronograma retificado e a documentação exigida:

SAIBA MAIS

 

O Sinpro-DF parabeniza os novos e novas colegas pela sua posse, dando-lhes muito boas vindas à rede pública de ensino do DF e desejando um excelente novo ciclo de trabalho! As escolas públicas certamente ficam fortalecidas com a chegada de vocês!

Em fevereiro nos encontraremos nas escolas, e seguiremos lutando pela nomeação dos demais aprovados e aprovadas no concurso de 2022 (cadastro reserva), que foi o compromisso que o governador Ibaneis assumiu com a categoria no acordo de suspensão de greve. As carências na rede pública são muitas, e essas nomeações são mais do que necessárias.

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24 de Janeiro: Dia do Aposentado e da Aposentada

O Dia do Aposentado e da Aposentada é comemorado em 24 de janeiro. Este ano, ele acontece depois de completos os 20 anos do Estatuto da Pessoa Idosa.

Por que isso é importante?

É certo que nem toda pessoa que se aposenta está idosa, mas também é certo que boa parte dos aposentados tem mais de 60 anos, sendo, então, protegidos pelo Estatuto. E como os mais jovens também atingirão essa idade, o Estatuto da Pessoa Idosa é sim um tema importante para todos os que se aposentaram ou estão em vias de se aposentar.

Hoje, com a ampliação da expectativa de vida da população, sabemos que, depois dos 60, há muita vida e muitas possibilidades pela frente!

De acordo com o Censo 2022, cujos resultados foram divulgados em outubro de 2023, as pessoas com 60 anos ou mais formam 15,6% da população brasileira, um aumento substancial em relação a 2010, quando eram cerca de 10,8%. Outro dado importante revelado pelo Censo é que o índice de envelhecimento chegou a 80 em 2022, ou seja: considerando-se a população com 60 anos ou mais, temos 80 pessoas idosas para cada 100 crianças de 0 a 14 anos. Em 2010, esse índice era de 44,8.

Diante da evidente realidade de transição demográfica, é cada vez mais importante ter políticas dirigidas a esse segmento, bem como opções de lazer e de educação, atenção integral e específica à saúde, e assim por diante.

 

Parcela expressiva da população

O Brasil precisa atender a essas pessoas dentro das especificidades de sua faixa etária, como faz com as demais. E isso vai muito além de assegurar preferência em filas e atendimentos, reserva de vagas em estacionamentos e gratuidade no uso de transporte público. O Estatuto da Pessoa Idosa determina, por exemplo, rapidez na restituição do Imposto de Renda, prioridade no julgamento dos processos judiciais e direito a acompanhante em tempo integral nas internações hospitalares.

A população tem o direito de envelhecer de forma ativa e saudável, livre de preconceitos e de violência. O Estatuto versa sobre essas questões, com temas delicados como o abandono a que esses indivíduos estão mais vulneráveis que outros; estabelecendo mecanismos para prevenir, denunciar e punir esses tipos de abuso.

O Estatuto é produto da luta de movimentos sociais, entidades governamentais e não-governamentais de todas as esferas da federação, personalidades políticas e artísticas. Ele não apenas protege os direitos das pessoas com mais de 60 anos de idade, mas também reconhece a sua importância e valor na construção de uma sociedade justa e solidária.

Se há alguns limites físicos que antes não havia, continua havendo um caminho encantador pela frente, e os limites não podem ser obstáculos, muito menos impeditivos, para que as pessoas possam realizar o que bem entenderem. É por isso que os direitos específicos dessa população devem ser preservados.

 

Inativo é quem não luta

Para o Sinpro, nas palavras da saudosa Isabel Portuguez, inativo é quem não luta. Por isso, a Secretaria de Aposentados tem inúmeras iniciativas desenvolvidas para e com esse segmento.

Eventos como o Baile do Aposentado – um dos principais eventos da agenda anual do Sinpro – e a Feira Cultural dos Aposentados fortalecem a perspectiva de movimentar, valorizando os encontros, os momentos de lazer e também a produção artística e demais atividades profissionais de quem se aposentou. Nessa mesma direção, acontecem as oficinas, cursos e palestras dirigidos a aposentados e aposentadas, como houve, em 2023, as oficinas de ervas e hortas e a de redes sociais.

O Curso de Formação Sindical para Aposentadas e Aposentados em Caldas Novas já vai para sua 34ª turma, investindo na formação de professores(as) e orientadores(as) educacionais aposentados(as). “Esse é um espaço de formação política, de discussão coletiva de estratégias e também de confraternização”, explica Elineide Rodrigues, coordenadora da Secretaria de Aposentados do Sinpro-DF.

Assim, esse segmento da nossa categoria pode e deve se apropriar, tanto quanto os demais, dos debates e lutas que vêm sendo travados pelo sindicato, e que culminam em espaços de decisão coletiva, como, por exemplo, as assembleias gerais. Aposentados e aposentadas têm muito a contribuir nas formulações do movimento sindical, em especial, naquelas que se referem à sua condição, mas em todas as demais também. Afinal, a experiência de anos de secretaria é fundamental pra construir os próximos passos da categoria!

É por tudo isso que, neste 24 de janeiro, saudamos os aposentados e as aposentadas do magistério público do DF! Vocês são um orgulho para nossa categoria!

 

Clique aqui para a ler a íntegra do Estatuto

 

Assista abaixo ao vídeo preparado pela Secretaria de Aposentados do Sinpro:

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Vídeo mostra diálogo de criminoso tentando aplicar golpe do precatório pelo WhatsApp

Mais uma vez, o Sinpro-DF mostra, em vídeo e em tempo real, como um golpista aborda professores(as), orientadores (as) educacionais e demais servidores (as) públicos (as) pelo WhatsApp para tentar aplicar o golpe do precatório e alerta a categoria a não se deixar enganar por esses(as) criminosos(as).

Os(as) golpistas de precatório e outros direitos estão em ação diuturnamente e, só no início deste ano, muitos(as) servidores(as) perderam dinheiro porque caíram no golpe, simplesmente, por falta de atenção, uma vez que a Justiça e os escritórios de advocacia estavam de recesso.

Veja no vídeo um dos exemplos de abordagem.

 

Assista:

https://sinpro25.sinprodf.org.br/wp-content/uploads/2024/01/WhatsApp-Video-2024-01-16-at-08.52.20.mp4

O número de telefone que aparece no vídeo é o do golpista e não do sindicato.  O número do Sinpro-DF é o (61) 3343-4200 e o do escritório RMH, que atua para o sindicato, é (61) 3031-4400. Além desses, outros números estão disponíveis no site da entidade, confira no link: https://sinpro25.sinprodf.org.br/fale-conosco/

Nas mensagens, os(as) criminosos(as) costumam dizer que a transferência do dinheiro da vítima é para pagamento das chamadas custas processuais ou para quaisquer outros tipos de despesas judiciais. O Sinpro informa que, em qualquer processo movido pelo sindicato, as custas processuais já estão pagas pela entidade e ninguém precisa de efetuar nenhum tipo de pagamento prévio para receber qualquer valor oriundo de ações judiciais.

Os golpistas sempre pedem esse pagamento prévio ou pagamento adiantado para liberação de suposto processo. Observe, no vídeo, que o(a) golpista(a) tenta descobrir o quanto, em dinheiro, que a vítima tem disponível para “negociar” a extorsão. O golpe se torna evidente quando o(a) criminoso(a) pergunta: “Qual valor você teria?” Repetimos: o sindicato alerta que não tem de pagar nenhum tipo de valor adiantado. Qualquer dúvida, entrar em contato com a entidade ou com algum(a) diretor(a).

 

Pagamento de precatórios

O Sinpro informa que esse e outros tipos de golpes aumentam consideravelmente em época de pagamentos de precatórios. Há muitos precatórios em vias de liberação e pagamento e é justamente neste momento que servidores(as) públicos(as), incluindo aí professores(as) e orientadores(as) educacionais, vivem o perigo de perder todo o dinheiro esperado para um bando de golpistas, pois é neste momento que os(as) criminosos(as) aumentam suas ações, agem com rapidez e empregam todo tipo de criatividade.

Por isso, não passem informações pessoais e bancárias, não transfiram dinheiro, não autorizem nada e não deem conversa para esse tipo de mensagem. Denuncie-as! Em caso de telefonema, repita o mesmo procedimento: não passem nenhuma informação, nunca transfira dinheiro e jamais autorizem qualquer ação em seu nome. Todo cuidado é pouco!

Vale lembrar que os(as) golpistas são ágeis e criativos(as) e acompanham de perto o andamento dos precatórios e outros direitos financeiros pelos sites e por intermédio de informantes que atuam nos órgãos públicos. No caso do pagamento de precatórios, eles(as) acompanham as decisões e liberações no Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) porque se trata de uma informação pública, divulgada no site do tribunal. Não esqueça que todo ladrão fica 24 horas por dia na espreita, esperando o momento certo de atacar a vítima. O Sinpro pede à categoria para não ser incauta e ter cuidado com telefonemas, mensagens e outras formas de abordagem.

O Sinpro pede à categoria que, caso atenda algum telefonema desse tipo, avise à pessoa que irá ligar para o sindicato para confirmar as informações. Caso desconfie de golpe, não atenda e, sempre, denuncie os números de telefone que tenham entrado em contato. Faça como a professora do vídeo acima: entre em contato com o Sinpro ou fale com algum diretor(a) da entidade e denuncie.

Ligue para o sindicato em qualquer hipótese para denunciar e para confirmar informações.

Confira as duas matérias divulgadas nos primeiros 10 dias de janeiro deste ano na íntegra a seguir:

Nova tentativa de golpe. Fique atento e não caia nessa

 

Fique atento à nova modalidade de golpe e não caia nessa

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Sinpro realiza Semana Pedagógica em fevereiro. Fique atento e participe!

Às vésperas do início das aulas na rede pública de ensino do Distrito Federal, o Sinpro vai realizar, no mês de fevereiro, a Semana Pedagógica para a categoria magistério público. Nos dias 7, 8 e 9, e nos dias 15 e 16 de fevereiro os(as) professores(as) da ativa, os(as) aposentados(as) e aqueles(as) que estão em regime de contratação temporária, além dos(as) orientadores(as) educacionais poderão participar desta importante programação. As inscrições poderão ser feitas desta terça-feira (23) até o dia 8 de fevereiro. Clique aqui e faça já a sua.

A exemplo do ano passado, a Semana Pedagógica do Sinpro poderá ser acompanhada tanto de forma presencial, na sede do sindicato (SIG), quanto de forma online (a transmissão será feita pelo Youtube do Sinpro). No momento da inscrição é importante ficar atento(a) à modalidade de participação: se presencial ou no formato remoto. Na modalidade remota, apenas os responsáveis pela organização da coordenação pedagógica (diretor, vice-diretor, supervisor ou coordenador(a) pedagógico(a)) podem fazer a inscrição de sua unidade de ensino, e assim garantir o certificado aos(às) profissionais que assistirem remotamente aos debates na escola.

Para facilitar a participação de todos e todas, o Sinpro montou vários horários e sugerimos que todos(as) participem. Aqueles(as) que não puderem participar de toda a Semana Pedagógica podem participar dos temas que têm mais a ver com a sua área de atuação. As atividades serão realizadas nos períodos da manhã, tarde e noite.

 

Temáticas da Semana Pedagógica

Este ano a atividade trará temas atuais e necessários, que serão dados por importantes nomes da educação brasileira. Dentre os temas estão Área da didática; Educação; Direito dos(as) trabalhadores(as); Educação inclusiva, que vai tratar da questão do Transtorno do Espectro Autista (TEA); além de Diversidade sexual e de gênero.

 

Sinpro vai disponibilizar ônibus

Caso a escola tenha interesse em transporte para levar o(a) professor(a) e orientador(a) educacional para a Semana Pedagógica, o Sinpro disponibilizará ônibus até a sede do sindicato (SIG). A quantidade de ônibus é limitada às primeiras escolas que mostrarem interesse. O agendamento do transporte deverá ser feito pelo telefone 99323-8140 (Joelma).

Os(as) educadores(as) que participarem da atividade de forma presencial deverão solicitar a emissão da certificação pelo mesmo telefone. Para aqueles(as) que optarem pelo modelo remoto, a própria escola deverá solicitar o documento diretamente com o Sinpro. A unidade escolar escolhe o tema que os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais participarão, envia os nomes e o sindicato envia o certificado para a escola.

Participe!

 

Confira os(as) palestrantes que participarão da Semana Pedagógica:

Inscreva-se

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Aulão de redação para o vestibular 60+ da UnB

Na tarde da próxima sexta-feira (26 de janeiro), os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais aposentados(as) terão direito a um aulão de redação com a professora da rede distrital Danielle Mendonça Sousa. O evento, oferecido pela Secretaria de Assuntos de Aposentados(as) do Sinpro, é aberto a toda a categoria com mais de 60 anos.

Inscreva-se

Danielle é mestra em educação pela UnB, e professora de redação discursiva para concursos, vestibulares e para o Enem. O aulão acontece no auditório do Sinpro no SIG, dia 26/1, das 14 às 18h.

A aula está cheia de dicas sobre como fazer uma redação discursiva para o Vestibular: como estruturar o texto, como explorar os temas, organização de parágrafos, conectores e repertório. Durante a aula, todo mundo vai fazer uma redação.

“É uma excelente oportunidade, pois o vestibular 60 + da UnB ocorre no final do mês. É uma política pública importante de democratização do acesso à universidade pública para pessoas idosas, e faz parte de uma série de projetos e programas da UnB para inclusão, valorização e respeito à dignidade das pessoas idosas, o enfrentamento ao etarismo e o envelhecer como direito. São ofertadas 136 vagas em 37 cursos presenciais de graduação nos quatro campi da UnB (Darcy Ribeiro, Gama, Planaltina e Ceilândia), e para participar, basta ter mais de 60 anos e ter cursado o ensino médio. A prova será apenas a redação”, conta Elineide Rodrigues, da secretaria de assuntos dos(as) aposentados(as) do sindicato.

As inscrições para o vestibular da UnB se encerraram no dia 10 de janeiro, mas as inscrições para o aulão de redação do Sinpro vão desta terça-feira, 23 de janeiro, até o dia 25 às 23:59.

A aula será gravada, e posteriormente disponibilizada no canal do Sinpro no Youtube.

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CEM 03 de Taguatinga aprova 21 alunos na UnB

A semana que passou foi de muitas alegrias para as turmas do terceiro ano do Centro de Ensino Médio (CEM) 03 de Taguatinga. A escola viu o nome de 14 alunas e 7 alunos aprovados no vestibular da UnB, num total de 21 estudantes.

O trabalho de todo o corpo docente está apresentando os resultados, mas uma professora se destaca entre os demais: Regina Cotrim. Professora da SEDF há 20 anos, saiu de sala de aula por restrição de voz. Mas criou, no ano passado, um projeto para atender os e as jovens que se preparam para o vestibular. Surgiu o NAVE, Núcleo de Apoio aos Vestibulandos do CEM03 de Taguatinga.

“Estou acompanhando os nossos estudantes. Tenho uma planilha com as notas de cada um, do PAS 2 e 3, além das notas do vestibular da UnB e do Enem”, conta, orgulhosíssima.

Para ajudar vestibulandos(as), Regina chegou a fazer uma rifa que arrecadou dinheiro para pagar 20 inscrições de alunos(as) de baixa renda nos processos seletivos de Brasília.

Por seu trabalho à frente do NAVE, Regina foi agraciada, em setembro, com menção honrosa do 1º Prêmio Paulo Freire de Educação, concedido pela Câmara Distrital.

 

Da baixa expectativa para a euforia total

O site do Sinpro conversou com dois alunos e duas alunas do CEM 03 aprovados(as) no vestibular da UnB. As histórias foram muito parecidas: expectativas baixas, provas muito difíceis e cansativas, mas o nome apareceu na lista de aprovados. A alegria de todos é sempre partilhada com a professora Regina.

“O vestibular foi a prova mais difícil da minha vida. Ela é muito cansativa, requer muita atenção”, conta Beatriz Bertini. “Não achava que eu iria ser aprovada logo de primeira. Quando eu vi o meu nome no site da UnB, fiquei em choque, mas muito emocionada. Uma sensação indescritível. Eu cheguei aonde eu queria, e vou chegar em lugares muito mais altos. Antes eu não tinha essa confiança toda, mas quando eu me vi aprovada, me senti muito confiante e inspirada”, contou a mais nova caloura de Pedagogia da UnB.

Henrique Pedrosa foi à UnB pessoalmente, mais para reencontrar os amigos do que pra conferir o resultado. “Eu vi meu nome primeiro no site. Minha amiga (Luzia Gonçalves, aprovada em Arquitetura) chegou de ônibus, chorando, pois também tinha visto no site que nós havíamos sido aprovados no vestibular. Então, nós corremos pro Teatro de Arena, onde estava o Listão dos Aprovados. Nessa hora, meu corpo todo tremia. Vimos nossos nomes no Listão, e encontramos com a professora Regina, que também estava chorando de felicidade. Foi surreal, não fazia sentido pra mim ver meu nome naquela lista, fiquei muito surpreso na hora!”, conta o calouro da Faculdade de Administração, Contabilidade, Economia e Gestão pública (FACE) da UnB.

Veja o momento no vídeo abaixo.

 

Daniel Pereira conta que só fez o vestibular da UnB por incentivo dos professores, principalmente da professora Regina. “Admito que não estava exatamente preparado para o vestibular pois o foco era mais o PAS, mas o conteúdo até que era relacionado e consegui fazer a prova de forma tranquila. Quando vi meu nome na lista de aprovados pela internet, fiquei muito feliz, muito eufórico. Chamei minha mãe, minha avó e todo mundo comemorou e chorou. É uma sensação única de vitória e recompensa, afinal não foi um caminho fácil, foi um ano longo de estudos.” Daniel já se matriculou no curso de Teoria Crítica e História da Arte.

Laura Diniz também reclamou da prova do vestibular da UnB, difícil e cansativa. Ela resolveu tirar um cochilo na tarde da última terça-feira para não ficar ansiosa. “Quando deu a hora da divulgação dos resultados e eu vi meu nome no site, não acreditei. Eu pedia pra professora conferir o meu nome, porque eu lia e não acreditava que meu nome estava naquela lista. Contei pra minha mãe, e tanto ela quanto eu choramos de felicidade. Agora é aquele sentimento de realização, a gente sabe o quanto estudou e se empenhou para isso. Estamos muito felizes.” Ela começa a cursar Fonoaudiologia no início do semestre na UnB.

 

Alunos adultos

No Latim, o verbo alēre significa crescer, nutrir, alimentar. Do particípio passado desse verbo (altus), originou-se a palavra alto; aquele que percorreu um caminho e chegou ao estado de nutrido / alimentado, é um ad altus, ou adulto; quem está no meio do processo de nutrição pode ser um adult escere ou um alumnus (palavras que chegaram ao português como adolescente e aluno). E, finalmente, ao juntarmos a primeira pessoa do singular de alēre (alō) com o sufixo –mentum, temos alimento, ou a ferramenta / instrumento da nutrição.

A diretoria colegiada do Sinpro parabeniza todas as escolas públicas de ensino médio que, nesta época do ano, comemoram o sucesso e a conclusão de um trabalho árduo, porém gratificante: a mudança de estado dos “alunos” (e alunas) para “adultos” (e adultas). Que todos e todas aproveitem ao máximo a oportunidade única de estudarem na 9ª melhor universidade federal do país.  O futuro é logo ali. E os resultados do PAS estão virando a esquina.

A sua escola também aprovou jovens na UnB? Envie um e-mail para a imprensa do Sinpro (imprensa@sinprodf.org.br) contando!

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Veja como ficam as tabelas salariais com a segunda etapa da incorporação da Gaped e da Gase

Nos próximos dias, já estará disponível o contracheque de janeiro (pago no quinto dia útil de fevereiro), que contempla a segunda etapa da incorporação da Gaped e da Gase. Nele, a categoria poderá conferir o acréscimo no seu vencimento, configurando, agora, a incorporação de 1/3 da gratificação.

A incorporação da Gaped e da Gase foi uma conquista da greve de 2023, e se completará em seis etapas. As próximas serão em julho de 2024, janeiro de 2025, julho de 2025 e janeiro de 2026.

Além de anular o risco de a categoria perder o valor da gratificação, a incorporação gera um efeito cascata que aumenta os valores do anuênio (adicional por tempo de serviço); das gratificações de exercício (cujos novos valores também estão disponíveis nas tabelas salariais); do 13º salário; e de outros direitos.

Confira como ficam as tabelas salariais a partir da segunda etapa da incorporação da Gaped e da Gase, clicando no botão abaixo:

TABELAS SALARIAIS

 

Acompanhe o passo a passo para acessar essa e as demais tabelas salariais para as próximas etapas da incorporação:

Na página principal do site do Sinpro, clique em Mural.

 

Depois, clique em Tabelas Salariais.

 

Lá estão disponíveis todas as tabelas, referentes a cada etapa da incorporação.

 

Histórico

A Gaped nasceu em 1991, com o nome de Gratificação de Regência de Classe (GRC), conhecida como Pó de Giz. Ela foi uma resposta de curto prazo e paliativa à crise econômica dos anos 90 e o arrocho salarial que a categoria enfrentava. Em 2007, ela se tornou Gratificação de Atividade em Regência de Classe (Garc) e, em 2013, Gaped. A Gase surgiu poucos anos depois da GRC.

Embora, ao longo desse caminho, a essência fosse a mesma, a gratificação passou por mudanças estruturais e de nome para ampliar o número de profissionais da categoria com direito ao valor que, ao longo dos anos, também aumentou de 20% para 30% do vencimento básico.

A incorporação da Gaped e da Gase é resultado da luta e da mobilização da categoria do magistério público do DF. Após 22 dias de greve unificada, o GDF, que se recusava a negociar, abriu diálogo com a Comissão de Negociação do Sinpro-DF e aceitou incorporar integralmente a Gaped e a Gase ao vencimento básico, em seis parcelas.

 

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