Vídeo mostra diálogo de criminoso tentando aplicar golpe do precatório pelo WhatsApp

O Sinpro-DF mostra, em vídeo e em tempo real, como um golpista aborda professores(as), orientadores (as) educacionais e demais servidores (as) públicos (as) pelo WhatsApp para tentar aplicar o golpe do precatório e alerta a categoria a não se deixar enganar por esses(as) criminosos(as).

Os(as) golpistas de precatório e outros direitos estão em ação diuturnamente e, só no início deste ano, muitos(as) servidores(as) perderam dinheiro porque caíram no golpe, simplesmente, por falta de atenção, uma vez que a Justiça e os escritórios de advocacia estavam de recesso.

Veja no vídeo um dos exemplos de abordagem.

 

Assista:

https://sinpro25.sinprodf.org.br/wp-content/uploads/2024/01/WhatsApp-Video-2024-01-16-at-08.52.20.mp4

O número de telefone que aparece no vídeo é o do golpista e não do sindicato.  O número do Sinpro-DF é o (61) 3343-4200 e o do escritório RMH, que atua para o sindicato, é (61) 3031-4400. Além desses, outros números estão disponíveis no site da entidade, confira no link: https://sinpro25.sinprodf.org.br/fale-conosco/

Nas mensagens, os(as) criminosos(as) costumam dizer que a transferência do dinheiro da vítima é para pagamento das chamadas custas processuais ou para quaisquer outros tipos de despesas judiciais. O Sinpro informa que, em qualquer processo movido pelo sindicato, as custas processuais já estão pagas pela entidade e ninguém precisa de efetuar nenhum tipo de pagamento prévio para receber qualquer valor oriundo de ações judiciais.

Os golpistas sempre pedem esse pagamento prévio ou pagamento adiantado para liberação de suposto processo. Observe, no vídeo, que o(a) golpista(a) tenta descobrir o quanto, em dinheiro, que a vítima tem disponível para “negociar” a extorsão. O golpe se torna evidente quando o(a) criminoso(a) pergunta: “Qual valor você teria?” Repetimos: o sindicato alerta que não tem de pagar nenhum tipo de valor adiantado. Qualquer dúvida, entrar em contato com a entidade ou com algum(a) diretor(a).

 

Pagamento de precatórios

O Sinpro informa que esse e outros tipos de golpes aumentam consideravelmente em época de pagamentos de precatórios. Há muitos precatórios em vias de liberação e pagamento e é justamente neste momento que servidores(as) públicos(as), incluindo aí professores(as) e orientadores(as) educacionais, vivem o perigo de perder todo o dinheiro esperado para um bando de golpistas, pois é neste momento que os(as) criminosos(as) aumentam suas ações, agem com rapidez e empregam todo tipo de criatividade.

Por isso, não passem informações pessoais e bancárias, não transfiram dinheiro, não autorizem nada e não deem conversa para esse tipo de mensagem. Denuncie-as! Em caso de telefonema, repita o mesmo procedimento: não passem nenhuma informação, nunca transfira dinheiro e jamais autorizem qualquer ação em seu nome. Todo cuidado é pouco!

Vale lembrar que os(as) golpistas são ágeis e criativos(as) e acompanham de perto o andamento dos precatórios e outros direitos financeiros pelos sites e por intermédio de informantes que atuam nos órgãos públicos. No caso do pagamento de precatórios, eles(as) acompanham as decisões e liberações no Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) porque se trata de uma informação pública, divulgada no site do tribunal. Não esqueça que todo ladrão fica 24 horas por dia na espreita, esperando o momento certo de atacar a vítima. O Sinpro pede à categoria para não ser incauta e ter cuidado com telefonemas, mensagens e outras formas de abordagem.

O Sinpro pede à categoria que, caso atenda algum telefonema desse tipo, avise à pessoa que irá ligar para o sindicato para confirmar as informações. Caso desconfie de golpe, não atenda e, sempre, denuncie os números de telefone que tenham entrado em contato. Faça como a professora do vídeo acima: entre em contato com o Sinpro ou fale com algum diretor(a) da entidade e denuncie.

Ligue para o sindicato em qualquer hipótese para denunciar e para confirmar informações.

Confira as duas matérias divulgadas nos primeiros 10 dias de janeiro deste ano na íntegra a seguir:

Nova tentativa de golpe. Fique atento e não caia nessa

 

Fique atento à nova modalidade de golpe e não caia nessa

DF teve um dos maiores aumentos de feminicídios no Brasil, e 2024 já começa mal

O ano de 2024 já começou com novos casos de feminicídio: uma mulher de apenas 26 anos foi assassinada pelo ex-marido no Gama, menos de um mês depois de colocar um fim no relacionamento, dia 10 de janeiro. No segundo caso registrado na capital federal neste ano, nesta segunda-feira (15), uma mulher de 37 anos foi encontrada morta no chão do banheiro da casa onde morava. O assassino confesso era seu companheiro, e está preso.

Em 2023, o número de feminicídios dobrou em relação a 2022 no DF: foram 31 casos confirmados e há mais 3 em apuração, segundo o painel de monitoramento de feminicídios da Secretaria de Segurança Pública do GDF. O DF foi uma das unidades da federação onde esse tipo de crime mais cresceu no ano passado.

Ainda segundo o painel do GDF, a maior parte dos feminicídios de 2023 aconteceu no interior de residências e com as chamadas “armas brancas”, como facas, por exemplo. Cerca de 67% já tinham sofrido violência anterior por parte do assassino. As maiores motivações dos assassinos são ciúmes e término de relacionamento.

Os dados indicam que a maioria dos feminicídios é praticada pelo companheiro ou ex-companheiro da vítima. Em muitos casos, chega-se à violência fatal depois de outros atos de violência sexista cometidos antes.

Algumas analistas acreditam que os números da violência aumentam porque hoje há mais ferramentas e mais consciência das mulheres para efetuar a denúncia do que antes, por exemplo, da promulgação da Lei Maria da Penha. Mas também é verdade que a violência sexista, como mecanismo de controle social que é, tende a endurecer diante de uma realidade em que as mulheres buscam sua autonomia e liberdade.

O poder da educação

Os setores fundamentalistas dos parlamentos procuram impedir que a escola seja um espaço de debate sobre as desigualdades de gênero, dentre outras. Entretanto, é preciso um espaço em que a opressão é questionada para que as crianças e adolescentes entendam que a situação de violência não é natural, e pode e deve ser interrompida.

Muitas vezes, é na escola que a criança se sente à vontade para expressar situações de assédio, abuso ou violência doméstica. Os profissionais da educação são aqueles e aquelas que contatam o conselho tutelar em diversas ocasiões.

Mas, para além disso, é preciso educar nossas crianças e adolescentes a não naturalizarem a violência, que os meninos não a pratiquem, que as meninas não a aceitem. Trazendo esse tema para a sala de aula, muitas vidas podem ser salvas, através da geração de conhecimento e de consciência.

Mais que o combate, a prevenção

Iniciativas que envolvam a escola podem ser muito importantes para o combate e, especialmente, a prevenção da violência. É importante construir e fortalecer mecanismos para que a violência sequer chegue a acontecer.

A Lei Maria da Penha, promulgada em 2006, é produto do acúmulo dos movimentos de mulheres nessa direção. A lei tipifica os casos de violência e prevê que o poder público tome as iniciativas necessárias para coibi-la através da assistência à mulher em situação de violência doméstica e familiar, medidas integradas de prevenção, atendimento pela autoridade policial e assistência social às vítimas.

Aprofundando esse debate com trabalhadoras e trabalhadores, o movimento sindical busca contribuir nessa perspectiva. Segundo Mônica Caldeira, coordenadora da Secretaria de Mulheres do Sinpro, quando o discurso da intolerância e do ódio são acentuados, as mulheres ficam ainda mais vulneráveis. “O aumento dos casos de feminicídio se dá também como reflexo dessa construção de ódio e de misoginia que vemos nos últimos anos”, aponta ela. “O mundo do trabalho influencia diretamente o modelo de sociedade. O debate pelo local de trabalho é um grande aliado. Quando o sindicato vai ao local de trabalho exercer seu papel de formação, também está ajudando a reconstruir a sociedade para que ela seja livre da intolerância e fortaleça as mulheres”, completa Mônica.

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JANEIRO BRANCO: A importância de dar atenção à saúde mental

Um novo ano começa, e esse é um bom momento de se repensarem as próprias atitudes e se estabelecerem novos compromissos rumo a uma vida saudável e feliz. O Janeiro Branco é uma campanha que visa a destacar a importância de dar atenção à saúde mental, emocional e psíquica.

A cor branca, além da paz – necessária para a saúde mental -, também pode significar uma folha em branco, onde se podem escrever novas palavras ou se produzirem novos desenhos. O convite do Janeiro Branco é a que as pessoas renovem seus hábitos de modo a priorizar a saúde: sempre podemos recomeçar!

Ao longo do ano, trabalhadores e trabalhadoras são acometidos por diversas modalidades de adoecimento psíquico advindas da dinâmica de trabalho à qual estão submetidos. O estresse causado por sobrecarga de trabalho; o medo e a ansiedade que assolam aqueles que estão expostos a situações de violência e outros tipos de risco; as vítimas de assédio moral; as más condições de trabalho que conduzem a um esgotamento físico e mental; entre outras possibilidades.

Professores, professoras, orientadores e orientadoras educacionais vivenciam muitas dessas situações com muita frequência. Por isso, no fim de 2021, a psicóloga Luciane Kozicz, que coordena a Clínica do Trabalho do Sinpro, elaborou o estudo “Novas formas de trabalhar, novos modos de adoecer”, realizado com 714 trabalhadores da educação. Ela descobriu que a categoria do magistério público do DF sofre com prejuízos nas pregas vocais, distúrbios osteomusculares, lesões por esforço repetitivo e doenças do aparelho respiratório. Entre os danos psicológicos, destacam-se o estresse crônico, ansiedade, depressão e síndrome de Burnout. Os danos sociais que se sobressaíram relacionam-se a sobrecarga, hiperatividade, solidão e assédio moral.

É muito importante identificar o processo de adoecimento – por isso a importância da campanha de conscientização – e procurar ajuda para superá-lo. A Clínica do Trabalho do Sinpro foi criada em 2018 com essa finalidade. “Tem sido mais importante do que nunca dar atenção às questões da saúde mental, olhando com carinho para nós mesmos e também para os colegas ao nosso redor”, enfatiza Élbia Pires, coordenadora da Secretaria de Saúde do Sinpro. “A solidariedade também é uma ferramenta fundamental para combater o adoecimento psíquico que leva tantos de nós a nos afastarmos de nossas atividades”, completa ela.

A Clínica do Trabalho promove atendimento psicológico individual para professores (as) e orientadores(as) educacionais e realiza palestra nas escolas. Para saber mais, clique no botão abaixo:

Clínica do Trabalho

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Publicada originalmente no dia 03 de janeiro de 2024. 

Como fica a aposentadoria do magistério público do DF a partir de fevereiro

Professores(as) e orientadores(as) educacionais do Magistério Público do Distrito Federal aposentados(as) por média salarial e com remunerações acima de um salário mínimo terão as aposentadorias reajustadas em 3,71%, com base nos novos valores divulgados pelo governo federal nessa quinta-feira (11). Os novos valores também afetam os(as) pensionistas do Governo do Distrito Federal (GDF).

 

Segundo informações da mídia, a partir de 1º de fevereiro, aposentados(as) e pensionistas do Regime Geral de Previdência Social (RGPS), do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que recebem acima do salário mínimo terão o benefício reajustado em 3,71%.

A correção equivale ao Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) registrado de janeiro a dezembro de 2023. O índice mede o aumento do custo de vida para as famílias com renda de até cinco salários mínimos. Quem começou a receber o benefício acima do piso a partir de fevereiro de 2023 terá um reajuste proporcional à variação do INPC no período.

Esses valores também determinam o valor das aposentadorias de professores(as) e orientadores(as) educacionais aposentados(as) por média salarial.

 

Aposentadorias por média salarial

 

O Sinpro explica que os(as) servidores(as) aposentados(as) da carreira do magistério público têm reajuste dos benefícios toda vez que novos valores do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (IPCA) são atualizados e que, em 2024, será de 3,71%. Esse percentual corresponde à inflação do ano de 2023.

 

Mesmo sendo servidor(a) do GDF, esse é o índice de referência para o reajuste. Ou seja: esse índice é o que irá reajustar as aposentadorias e pensões para quem tem aposentadoria por média salarial a partir de 1º de fevereiro de 2024.

 

Teto da Previdência e a sua aposentadoria

 

Outro número importante divulgado, nessa quinta-feira (11), pelo governo federal e que determina o valor do benefício de servidores(as) aposentados(as) e pensionistas do GDF é o aumento do teto da Previdência, que, até janeiro deste ano, era R$ 7.507,49, e, a partir de 1º de fevereiro, será R$ 7.786,01.

 

O reajuste do teto da Previdência influencia na remuneração de professores(as) e orientadores(as) no Distrito Federal, que têm como referência esse valor do teto da Previdência para fixar, eventualmente, novas aposentadorias e pensões, vinculadas ao regime de média salarial, bem como para quem está em quaisquer dos regimes de aposentadoria, o valor do desconto da Previdência de aposentados(as).

 

Ou seja, o valor do teto da Previdência influencia nos valores de aposentadorias por média salarial e também por paridade. Importante lembrar que, no Distrito Federal, até o valor de R$ 1.412,00, que é o novo valor do salário mínimo, é também mais um elemento que define quanto será a remuneração. Quando o salário mínimo se moveu de R$ 1.320,00 para R$ 1.412,00, também gerou uma pequena faixa maior de isenção de Previdência para quem está aposentado(a), com paridade ou sem paridade, na capital do País.

 

O aumento do teto da Previdência de R$ 7.507,49 para R$ 7.786,01 gera um aumento da faixa de alcance do desconto de 11% da Previdência local, diminuindo a incidência e, a partir desse valor, quem tem aposentadoria acima dos R$ 7.786,01, que incide a alíquota de 14%, porque o DF tem três faixas de desconto aplicado na mesma pessoa. Assim, quando os valores do teto da aposentadoria e do salário mínimo se mexem causam impactos na remuneração líquida local e no cálculo da Previdência dessas pessoas.

 

Para quem está na ativa, o Sinpro recomenda acompanhar esses dados, principalmente para quem está perto de se aposentar. A aposentadoria dessas pessoas será influenciada por esses

 

Ativos, PrevCom e aposentadorias a partir de 2029

 

A diretoria colegiada do Sinpro destaca a importância de a categoria estar atenta aos novos valores das aposentadorias, teto do INSS e salário mínimo porque todos esses valores alteram a vida dos(as) aposentados(as) em qualquer regime de aposentadoria. Também altera, principalmente, a vida de quem está aposentado(a) no regime de média salarial, regime que é, basicamente, o mesmo do INSS (RGPS), apesar de ser servidor(a) do GDF.

 

Diante disso, a diretoria do sindicato explica que sempre se esforça para explicar à categoria como ocorrem os reajustes salariais para quem está aposentado(a) por média salarial porque, a partir de 2029, a maioria das aposentadorias serão todas feitas por média salarial.

 

Vale destacar também outros detalhes importantes. Por exemplo: qual é o(a) servidor(a) do GDF que paga a DF PrevCom, que é a Previdência complementar do Distrito Federal? Quem paga são os(as) servidores(as) que ganham acima do teto da Previdência e que ingressaram no serviço público a partir de 1° de março de 2019.

 

Os índices e seus reajustes também controlam quem vai pagar a DF PrevCom. O Sinpro alerta a categoria a estar atenta, anualmente, a esses dados para organizar sua vida, uma vez quem a remuneração, seja ela de ativos(as), aposentados(as) e pensionistas, define a vida de cada um(a).

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Resultado da pesquisa Aposentadoria Ativa é destaque do TV Sinpro desta quarta (17)

Em homenagem ao mês dos(as) aposentados(as), comemorado no mês de janeiro, o TV Sinpro desta quarta-feira (17), às 19h, será especial. No ano passado, o Sinpro, por meio da Secretaria de Assuntos dos Aposentados, divulgou o resultado da pesquisa Aposentadoria Ativa, cujo objetivo foi o de abrir um canal de comunicação com os(as) educadores(as) aposentados(as). O resultado foi um importante mecanismo para a orientação da categoria.

O estudo, feito de 04 de abril a 22 de maio de 2023 em parceria com o Laboratório de Psicodinâmica e Clínica do Trabalho da UnB, conheceu um pouco sobre o processo de aposentadoria na Secretaria de Educação do DF; a vida financeira; saúde e vida social destes(as) educadores(as). A pesquisa é importante para a promoção de ferramentas que melhorem a vida dos(as) aposentados(as).

O programa será transmitido às 19h pela TV Comunitária e pelo Youtube e Facebook do Sinpro-DF. Confira!

 

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Artigo | “Longe do meu lado”

Por Cleber Soares (*)

A frase do título, retirada de uma das composições de Renato Russo, sugere certa contradição. Contudo, neste fim de ano, a cena de uma multidão reunida em Paris materializou o que o poeta afirmava na canção. Milhares de pessoas, em frente à Torre Eiffel, fascinadas pela queima de fogos, apontavam os celulares no intuito de registrar cada explosão que iluminavam o céu. Compreensível o fascínio, mas, incômodo o fato de que cada pessoa agisse como se, apesar de outras pessoas ao lado, estivesse sozinha. A imagem parece mais uma aglomeração de celulares do que uma reunião de pessoas. Embora os corpos estivessem muito próximos, cada indivíduo se resumia a seu celular, e à incapacidade do aparelho para o afeto e humanidade. Essa cena chama atenção porque parece ser o emblema deste tempo histórico em que estamos vivenciando. O abraço, o aperto de mão e o toque de carinho foram substituídos pela impessoalidade do provável compartilhamento mediado pelo aparelho. Mas, o problema real não é o aparelho, é o déficit de humanidade que vivenciamos atualmente.

Com bem afirma o sociólogo e filósofo polonês Zygmunt Bauman na sua obra “Amor líquido”, vivemos num mundo em que tudo é líquido, ou seja, vivemos na cultura do descarte, e, nessa perspectiva, alimentar afetos requer tempo, e, tempo é dinheiro. Considerando a necessidade imperiosa em utilizar para ganhar dinheiro, é mais do que adequado fazer uma boa foto para demonstrar nas redes sociais que a vida vai bem do que despender tempo para compartilhar afetos. Nas redes sociais, nos grupos de relacionamentos virtuais, qualquer pessoa pode ser o que desejar, e uma boa foto é a comprovação de que, virtualmente, está tudo às mil maravilhas.  Há pesquisas que dão conta de que as pessoas, atualmente, ficam quase metade do tempo diário conectadas nas redes sociais e em grupos de relacionamentos virtuais. Dessa forma, a vida real é parte da vida virtual, transformando o indivíduo em uma personagem de sua própria existência. A questão é que o modo de vida virtual se assenta, sobre uma proposta de homogeneidade de comportamentos, de estética e de linguagens aos indivíduos. Essa ideia de homogeneidade que ganha força com a utilização massiva das redes sociais, vem, contudo, desde muito antes, alimentada pela proposta capitalista que estabelece modelos ideais de indivíduos. Uma vez que as redes são produzidas e alimentadas pela lógica capitalista cada indivíduo tenta demonstrar o quão próximo está dos modelos ideais ao postar fotos sobre viagens constantes, bens adquiridos, participação em grandes eventos etc. Todos os registros com muitos sorrisos e expressões padronizadas.

Nesse sentido, ao não compreenderem que os modelos ideias estabelecidos pelo sistema capitalista são baseados no consumo desenfreado, a maioria das pessoas aceita que a aparência é mais importante que a presença. Comportamento que ajuda a entender o porquê do fato de centenas de pessoas se reunirem em uma praça de Paris, fascinarem-se com o brilho dos fogos, mas, não se darem conta do (a) outro (a) que está ao seu lado. O distanciamento afetivo, apesar da proximidade física, é também causa da insensibilidade em relação ao sofrimento a que milhões de pessoas são submetidas em todas as partes do mundo. Há algumas décadas, a informação sobre infortúnios vivenciados por pessoas e comunidades mundo afora, demorava muito tempo para ser divulgada. Hoje, é instantânea. O mudo fica sabendo o que ocorre em qualquer lugar do planeta quase que em tempo real. Mesmo assim os sofrimentos não causam indignação ou, quando causam algum sentimento, ensejam uma indignação passageira. No Brasil, por exemplo, durante a pandemia do novo coronavírus, centenas de indígenas e populações carentes foram abandonados à própria sorte, ou óbvio infortúnio, pela insistência do ex-presidente da República, Jair Bolsonaro (PL), em desconsiderar a gravidade da covid-19. Nesse cenário de descaso, estima-se que se tivesse havido um processo célere de aquisição de vacinas e incentivo à vacinação em massa cerca de 400 mil vidas poderiam ter sido preservadas. Contudo, o Brasil perdeu mais de 700 mil vidas, o que representa, cerca de 10% das vítimas fatais em todo o mundo, sendo a população total do País pouco mais de 3% da população mundial. Vale ressaltar que, apesar desse fato, o ex-presidente conseguiu mais de 30% dos votos dos eleitores brasileiros, que ao desconsiderarem a realidade objetiva optaram pelas versões e justificações disseminadas através das redes sociais.

A insensibilidade ao outro somada ao fascínio pelo objeto tem construído uma sociedade do ilusionismo e insensível, uma sociedade sem afeto, em que ter e parecer é mais importante do que ser. Ao abdicar da condição de ser, o indivíduo perde a perspectiva de humanidade, colocando-se na condição de “coisa” incapaz de afeto e de sentimentos de pertencimento a uma comunidade de seres humanos. Perde o sentido da importância do coletivo. A humanidade que produziu tantos avanços tecnológicos, que potencializou o espírito humano por meio da arte e da cultura, tem, hoje, o grande desafio de construir a dimensão humanista do afeto, da generosidade, da alteridade e da indignação frente a toda ação que ameaça ou destrói a vida. É preciso substituir a distância alimentada pelo individualismo e pelo consumismo desenfreado, pelos afetos que se materializam na vida em comunidade e no acolhimento das necessidades individuais como necessidades coletivas.

(*) Por Cleber Soares, professor da rede pública de ensino do Distrito Federal e diretor do Sinpro-DF.

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11 de janeiro – Dia do Combate à Poluição por Agrotóxicos

Uma alimentação saudável ajuda a proteger contra a má nutrição, bem como no combate a uma série de doenças crônicas, tais como diabetes, doenças cardiovasculares, Acidente Vascular Cerebral (AVC) e câncer. Esta, aliás, tem sido uma das grandes batalhas travadas nos últimos séculos e o dia 11 de janeiro reforça esta luta, data em que se comemora o Dia do Combate à Poluição por Agrotóxicos.

Determinada por meio do Decreto nº 98.816, que determina mais rigor no registro, controle, inspeção e fiscalização de agrotóxicos, seus componentes e produtos derivados, a data joga um sinal de alerta sobre os agrotóxicos, substâncias utilizadas na agricultura, áreas de pastagens, ambientes urbanos, hídricos e industriais, com o objetivo de controlar insetos, plantas daninhas e ampliar a produtividade. Camuflado na ideia de uma suposta “proteção”, o produto traz uma série de malefícios para a saúde.

Ao entrar em contato com a terra, os pesticidas contaminam o solo e reduzem sua fertilidade devido à perda de nutrientes. Ao atingir os lençóis freáticos, contaminam a água. Tudo isso pode levar à morte de insetos polinizadores e aos inimigos naturais das pragas, além de levar ao surgimento de novas pragas e à resistência dos insetos.

Se considerarmos todo risco causado pelo uso desordenado dessas substâncias e todos os problemas ao meio ambiente e à saúde humana, a data não é motivo de comemoração, pois apesar de toda preocupação, o Brasil se coloca como recordista mundial no consumo dessas substâncias nocivas. O fato se coloca como um importante ponto de reflexão sobre o uso indiscriminado de agrotóxicos e uma necessidade urgente de se buscar formas de, ao menos, mitigar os danos sociais, ambientais e econômicos.

A Organização das Nações Unidas (ONU) traçou como meta a redução do uso de agrotóxicos até 2030, reduzindo substancialmente o número de mortes e doenças causadas pelo uso, diminuindo a contaminação e poluição do ar, água e solos. O Sinpro reforça esta meta e enfatiza a necessidade de se priorizar a saúde da população e a diminuição do uso de agrotóxicos.

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Nova tentativa de golpe. Fique atento e não caia nessa

Criminosos voltaram a encaminhar mensagem para a categoria se passando pelo Sinpro-DF. Na nova tentativa de golpe os estelionatários enviam uma mensagem via WhatsApp informando sobre uma suposta liberação do processo movido pelo departamento jurídico do sindicato, onde foi solicitada a entrega e a correção dos valores referente às ações ajuizadas, requerendo o pagamento do vale alimentação do período em que ficou suspenso.

Os fraudários ainda relatam que processo está em fase de liberação com data prevista para esta quarta-feira (10), pedindo para entrar em contato com o escritório de assessoria jurídica do Sinpro-DF, Roberto Gomes Ferreira Advogado Associados para dar finalidade ao processo e expedição do alvará de pagamento através do telefone (61) 99834-9759. É preciso ficar atento e não cair em mais esta tentativa de golpe. O Sinpro NUNCA solicita qualquer quantia em dinheiro para liberação de pagamento.

O Sinpro orienta a bloquear o número que entrou em contato e a denunciá-lo. Além disto, NUNCA deposite qualquer quantia em dinheiro. O sindicato não pede dinheiro para liberação de precatório.

Confira a seguir uma lista de mensagens falsas que vêm sendo enviadas à categoria por golpistas e estelionatários:

 

Golpe 1

Criminosos entram em contato com professores(as) e orientadores(as) educacionais aposentados(as) informando sobre atualizações no processo de piso salarial e correções monetárias. Os golpistas, que se passam por funcionários do Escritório Resende Mori e Fontes, dizem que a suposta atualização, que na verdade é mais um golpe, diz respeito à cobrança de juros, correção monetária e pelo atraso do pagamento da folha salarial de 2015. Sob o argumento de liberar os valores das ações coletivas e repasse dos pagamentos em atraso, os criminosos pedem para que o(a) professor(a) ou orientador(a) educacional entre em contato com o suposto escritório. Ao ligar, o(a) aposentado(a) é informado que para receber o suposto valor deve depositar um valor na conta para o pagamento de custas advocatícias. O Sinpro volta a afirmar que nem o sindicato, nem os escritórios de advocacia ligados a ele, solicita que sejam feitos depósitos para liberação de valores. A Secretaria de Assuntos Jurídicos ainda ressalta que sindicato não tem processos referentes a piso salarial. Portanto, fique atento e não caia neste golpe.

 

Golpe 2

Uma mensagem enviada por WhatsApp, com foto de perfil com a marca do Sinpro, por um número que não é do sindicato, (61) 99872-4892, informa sobre o assunto: LIBERAÇÃO DO PRECATÓRIO EM FASE DE PAGAMENTO EM REGIME ESPECIAL, com os nomes dos advogados Drª Maria Rosali Barros ou Dr. Lucas Mori, indicando os números (61) 4042-0924 | WhatsApp: (61) 99840-3650 como contatos. Ao final, os golpistas colocam a observação falsa de que o sindicato não está atendendo presencialmente, em virtude os período pandêmico. Fique atento(a)! Isso é golpe! O Sinpro-DF está atendendo, normalmente, de forma presencial, das 8h às 17h, nas sedes e subsedes.

 

Golpe 3

Criminosos ligam para a casa de educadores(as) informando que foi liberado o alvará de precatório para pagamento. Em seguida, dizem que a vítima tem mais de R$ 100 mil para receber, pedem para ligar no número 99639-2111 e solicitam depósito de um valor na conta: NEXT 237 – AG: 3728 – CONTA 609240-3 (Anderson Fabio de Oliveira – CPF: 031.729.793-77). É importante ficar atento, pois a conversa é feita em aplicativo com perfil que leva a foto do logo do Sinpro-DF.

 

Golpe 4

Para o furto via telefone, usam vários nomes. O nome “Cláudia Maria Rodrigues”, que utiliza o telefone fixo 3181-0041 e o celular/WhatsApp, 96519820, é um dos denunciados pela categoria. O Sinpro-DF informa que o nome “Cláudia Maria Rodrigues”, utilizado pela quadrilha, pertence a uma advogada que também está sendo duramente prejudicada pelo bando. Ela avisou ao Sinpro-DF que já denunciou o caso à polícia e tem Boletim de Ocorrência para comprovar o uso indevido do nome dela. O outro nome usado é “Leonardo Mota” (Núcleo Bancário), com o telefone 3181-0285. Um terceiro nome identificado é “Dr. Marcelo Ricardo”, com o número de telefone 99849-7364.

 

Golpe 5

Para extorquir dinheiro das vítimas, a pessoa que realiza a chamada se passa por diretor, ex-diretor ou funcionário da Secretaria de Assuntos Jurídicos, Trabalhistas e Socioeconômicos do Sinpro-DF. Segundo denúncias realizadas ao Sindicato, em alguns casos, o golpista se apresenta como Dr. Daniel ou Dr. Dimas, e chega a utilizar em sua foto de perfil de WhatsApp a logomarca do Sinpro-DF. Em seguida, o farsante solicita depósito em conta bancária vinculada a uma suposta pessoa com nome de Priscila.

 

Golpe 6

Outra modalidade é o golpe com transferência por PIX. Assim como os outros métodos, o golpista solicita um valor para liberar uma quantia à vítima. No caso de transferência por PIX, não há um sistema de retorno ou cancelamento do envio.

 

Golpe 7

Nesta modalidade, o golpista envia à vítima, via WhatsApp ou e-mail, documento simulando papel timbrado do Tribunal de Justiça do DF e Territórios (TJDFT). O documento ainda leva o nome de dirigentes do Sinpro-DF. No último relatado ao Sinpro-DF, constava o nome da dirigente Silvia Canabrava. O envio é feito posteriormente a uma ligação, em que o criminoso confirma vários dados da vítima, como nome completo, CPF e nome do pai e da mãe.

 

Golpe 8

O golpe mais recente consiste no envio de carta nominal, com logomarca de escritório de advocacia fantasma. O documento falso é enviado pelos Correios e traz uma série de argumentos jurídicos bem fundamentados, além de endereço de e-mail, telefones e assinatura com registro da OAB.

 

Golpe 9

O primeiro golpe de 2022 chega por WhatsApp e vem supostamente do “Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios, DF”. É nominal, informa que o pagamento do precatório referente ao processo da pessoa está liberado para a data de hoje, “primeira ou segunda parcela”. O titular deverá entrar em contato com uma “Dra. CHRYSTIANE MAIA GUERCO FARIA LUCAS MORI (OAB: 38015/DF)” para solicitação do recolhimento dos alvarás de liberação do precatório, nos telefones (061) 99687-2994 ou (061) 99667-9219 (outros números também são usados nesse golpe), e se a pessoa não entrar em contato até às 15h, deverá esperar “uma segunda chamada com carência de tempo de 5 a 10 anos”. Mas é golpe.

 

Golpe 10

Na nova modalidade criminosa, os bandidos ligam pelo telefone 3322-1515 – contato oficial do Banco de Brasília (BRB), mas clonado – informando que o banco fez um PIX por engano para a conta do(a) professor(a) ou orientador(a) educacional, solicitando a devolução do valor. Além deste procedimento, os estelionatários também ligam dizendo ser de uma empresa jurídica ligada ao BRB, fazendo a cobrança de tarifas não pagas. Na maioria das vezes, os falsários enviam um link ou pedem dados para “corrigir o problema” e até mesmo solicitando dinheiro. Não abra o link, não forneça dados ou transfira qualquer quantia em dinheiro. Trata-se de um golpe!

 

Golpe 11

Em mais uma versão utilizada pelos estelionatários, um professor foi contatado e informado que havia sido autorizado o pagamento de R$ 108 mil referente ao precatório do Ticket Alimentação, ação movida por um suposto escritório jurídico do Sinpro. Porém, para receber o dinheiro, o educador deveria pagar as taxas, valor totalmente indevido, uma vez que o sindicato nunca solicita nenhum tipo de transação bancária para que professores(as) e orientadores(as) educacionais recebam vantagens financeiras. Para identificar se a ligação é um golpe, basta ficar atento ao pedido de qualquer tipo de taxa/valor/dinheiro para recebimento de precatório. Caso a pessoa peça dinheiro, tenha a certeza que se trata de um golpe!

 

Golpe 12

No dia 11 de novembro, o Sinpro recebeu denúncias de que várias pessoas da categoria estão recebendo mensagem de WhatsApp sobre um falso pagamento de precatório. A pessoa da mensagem diz que é do escritório de advocacia e tenta aplicar o crime de estelionato. Uma das vítimas percebeu a tentativa de golpe e avisou o Sinpro que recebeu a mensagem pelo WhatsApp do próprio celular e também pelo da filha dela. “Desconfiei, pois o número era diferente do que eu tinha na Procuração do escritório dos advogados Resende – Mori Fontes –. Liguei para o escritório e a moça que me atendeu me disse ser golpe. O telefone era totalmente diferente dos telefones do escritório. Fiz o print da mensagem e enviei para o e-mail que ela me indicou”. A mensagem inicia com o nome do escritório e o da vítima e segue um texto dizendo que “a Câmara de conciliação de PRECATÓRIOS, informa o resultado do julgamento das propostas de acordo do ultimo loto, nos termos do edital (21/06/2021)”. É escrito assim mesmo, repleto de erros gritantes de português e, após isso, prossegue com um texto repleto de informações erradas.

 

Golpe 13

Supostos parentes fazendo pedidos de envio de PIX de um telefone “provisório” parece não ter mais tanto efeito no mundo dos golpes bancários. Agora, a pergunta feita pelos golpistas é: reconhece esse PIX feito da sua conta bancária? A estratégia é a seguinte: é feita uma chamada telefônica supostamente do BRB, de um número que realmente coincide com o do banco (3322-1515). Na ligação, a funcionária fake pergunta se a vítima reconhece uma transferência via PIX realizada de sua conta bancária. Ao negar a transação, a vítima recebe um número de protocolo e é encaminhada para um pseudo “setor responsável pela segurança bancária”. O golpista que se passa pelo responsável do “setor” solicita que a vítima abra o aplicativo do BRB, mantenha-o aberto, vá até a loja de aplicativos e baixe a atualização do app do banco. Ao fazer a atualização, o golpista consegue todos os dados pessoais e bancários da vítima. Outra estratégia é pedir para que a vítima desligue e ligue de volta para o BRB, no número 3322-1515. Quando a pessoa realiza a chamada, o golpista intercepta a ligação e captura dados solicitados, como senha bancária numérica e dados como data de nascimento e CPF. É importante lembrar que os bancos não entram em contato por telefone com correntistas. Dados pessoais e bancários, de forma alguma, devem ser passados via telefone ou qualquer outra forma de comunicação não presencial. O Sinpro ainda reforça que não solicita qualquer depósito bancário para liberação de processos jurídicos.

Golpe 14

⚖️RESENDE MORI HUTCHISON ADVOCACIA⚖️

 

Olá Boa Tarde  Sr.(a):

CPF:

Processo:

Devedor(a): DISTRITO FEDERAL

Nosso comunicado é referente a liberação dó seu precatório que se encontra em fase de pagamento.

 

Entre em contato com Dr. Lucas Mori De Resende, para solicitar o recolhimento dos alvarás de liberação, que estão sendo solicitados e exigidos no processo mencionado acima.

 

Entre em contato diretamente com o advogado responsável para maiores informações.

 

WHATSAPP (61) 996789224

 

Horários de atendimento!

Segunda a Sexta-feira

  • 08:00 as 17:00hr

 

Atenciosamente Lais Chaves Assessora Jurídica

 

Golpe 15

No novo golpe, estelionatários têm utilizado o nome do escritório Resende, Mori e Hutchison Advocacia, de funcionários do escritório e até mesmo do advogado Lucas Mori para tentar aplicar golpes na categoria.

Na nova modalidade, os golpistas entram em contato com professores(as) e orientadores(as) educacionais, identificam-se como funcionários(as) do escritório ou como o próprio advogado Lucas Mori, que presta serviços ao Sinpro, com informações sobre o último lote de precatórios. Esses dados não procedem.

Após informar alguns dados e dizer que o(a) educador(a) já tem direito a resgatar o valor do precatório, os criminosos solicitam o pagamento de taxas para que a quantia seja disponibilizada. Não caia nessa! Isso é golpe. Confira, a seguir, outras mensagens golpistas que chegaram nos celulares de educadores(as) recentemente.

O Sinpro JAMAIS pede qualquer quantia em dinheiro para a liberação de precatórios ou solicita qualquer depósito bancário para a liberação de processos jurídicos.

É importante também saber que os(as) advogados(as) somente entram em contato para agendar atendimentos, que ocorrem na sede e subsedes do Sinpro, ou de forma virtual, sem cobrar qualquer valor. Em caso de dúvidas, ligue para o sindicato ou para o escritório Resende Mori e Hutchison Advocacia (3031-4400 – WhatsApp).

 

Golpe 16

Olá, Bom Dia Sr(a). Sou Andressa Vidal secretária do escritório Resende Mori Hutchison Advogados Associados.
Estou entrando em contato em nome do escritório para notificar sobre a liberação do processo N: X DISTRITO FEDERAL.
Precatório autorizado para pagamento em virtude (MP)(Medida Provisória) para maiores informações entre em contato com os Advogados citados á baixo. Dr. Lucas Mori de Resende (OAB/DF 38.015) ou com o Dr. Julio Cesar Borges de Resende (OAB/DF 85.83) Através do Whatsapp ou ligações.

Telefone Móvel
061 9 9679-3262
Telefone Fixo
061 3235-2340
horário de Atendimento
(Segunda a sexta-feira)
09:00 – 18:00
Endereço
Ed. Denasa, SCS Q. 1 BL K Sala 601/603 – Asa Sul, Brasília – DF, 70398-900.
(Ramal 013)

 

Golpe 17

⚖️ Escritório Resende Mori e Hutchison Advocacia

Me chamo Amanda Peçanha, secretária do Dr. Lucas Mori De Resende (OAB: 38.633/DF).

Sr. (a)

A câmara de conciliação informa o resultado do julgamento das propostas de acordo do lote (03), nos termos do edital (21/06/2021).

As propostas deferidas poderão ser objeto de recurso administrativo, prazo de dez (10) dias úteis, em petição física direcionada a câmara de conciliação de precatório, com protocolo no posto de atendimento da procuradoria Geral do Município, (Estado) localizado Edifício-sede da Codeplan (ao lado do edifício-sede da PGDF) – Térreo Endereço: SAM, Bloco “H”, Térreo – Entrada independente, à direita da portaria principal SAM Ed. Sede – Asa Norte, DF, 70620-000

Dr.Lucas Mori solicita contato o mais breve possível.

Entrar em contato nos telefones abaixo:

☎️ (61) 99640-8379 (Whatsapp) Atenção: número falso! Não atenda! Bloqueie!

 

 

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Lançado edital de processo seletivo para afastamento remunerado para estudos

O Sinpro informa que já está aberto o processo seletivo para afastamento remunerado para estudos (1º semestre de 2024, em período integral ou parcial) para professores(as) e orientadores(as) educacionais. Os(as) interessados(as) poderão utilizar o afastamento para participar de programa de pós-graduação stricto sensu. O edital encontra-se regido nos termos da Lei Complementar nº 840/2011, que dispõem sobre o afastamento remunerado para estudos na Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF). As inscrições podem ser feitas de 11 a 31 de janeiro de 2024 para participar da 1ª etapa e de 15 a 31 de março de 2024 para a 2ª etapa.

O processo seletivo será realizado pela SEEDF, por meio da Subsecretaria de Formação Continuada dos Profissionais da Educação (EAPE). Serão ofertadas, para o 1º semestre de 2024, ao servidor em regime laboral de 20 (vinte) ou de 40 (quarenta) horas semanais, 111 vagas distribuídas da seguinte forma: 78 vagas para mestrado e 33 vagas para doutorado e pós-doutorado. O processo seletivo ocorre em duas etapas, que são independentes e as vagas para a 2ª etapa serão remanescentes da 1ª etapa.

Dentre as necessidades para participar do processo seletivo, o(a) servidor(a) deverá estar em efetivo exercício na Secretaria de Educação há pelo menos três anos consecutivos para mestrado e quatro anos consecutivos para doutorado ou pós-doutorado; e estar inscrito, admitido ou matriculado em curso compatível com a habilitação ou área de atuação do servidor. A Comissão de afastamento remunerado para estudos analisará a documentação e o projeto de pesquisa do(a) educador(a), acompanhará a vida acadêmica, licenças, suspensões, prorrogações, alterações de projetos e cancelamentos, emitirá parecer acerca da solicitação de afastamento e, finalmente, encaminhará o processo à pasta para deliberação superior.

Clique aqui e confira o edital na íntegra.

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Liberado o cronograma de contratação temporária e concessão de aptidão

O cronograma de contratação temporária e concessão de aptidão foi liberado e, a partir desta sexta-feira (12/1), a Secretaria de Estado da Educação do Distrito Federal (SEE-DF) inicia o processo de contratação temporária com a entrega da documentação.

As orientações, as datas e os procedimentos estão na Circular nº 2/2024, divulgada nessa terça-feira (9). O sindicato lembra a todos e todas que, na quarta-feira (3/1), a SEE-DF divulgou o nome de 43.596 classificados(as) que comporão o banco de professores(as) substitutos(as) que poderão ser contratados(as) durante o ano letivo de 2024, à medida que surgirem carências temporárias nas escolas da rede distrital. < https://www.educacao.df.gov.br/classificacao-de-professores-substitutos-temporarios-e-divulgada/>

O Sinpro recomenda a todos(as) a ficarem atentos(as) ao cronograma, ao calendário e aos procedimentos nas próximas semanas para não perderem prazos. Também lembra que todo esse processo da contratação temporária para suprimento de carências que integra o Programa Carência Zero 2024 é resultado da luta histórica do sindicato porque, antes, esse processo não existia. No lugar disso, em meados dos anos 1990 e início dos anos 2000, havia um esquema de indicação que transformava a seleção temporária em cabide de emprego.

Para ajudar na transparência desse processo e deixar mais limpa a convocação, o seguinte parágrafo foi acrescentado na Circular: “Não haverá horário específico para o suprimento de carências do Ensino Especial, carências mistas e/ou carências que necessitem de aptidão. Ou seja, todas as carências serão ofertadas ao mesmo tempo, respeitando o componente curricular e turno, conforme cronograma”. (Vide item 5.10 da Circular 2/2024).

Dentre as datas importantes indicadas no documento da SEE-DF, o Sinpro destaca e adianta as seguintes:

12/01– Divulgação do cronograma para entrega da documentação
22 a 26/01 – Semana para entrega da documentação a seguir horário e dias marcados
Até 26/01 – Cronograma para bloqueio de carência
A partir 29/01 – Bloqueio de carência

Concessão de aptidão

A partir do dia 12 de janeiro, a SEE-DF disponibiliza o cronograma para o procedimento de entrega de documentação para concessão de aptidão. Entre os dias 15 e 19 de janeiro, será o recolhimento da documentação e banca examinadora para concessão de aptidão.

Os(as) candidatos(as) que possuem aptidões cadastradas no sistema Sigep Kronos, terão as suas aptidões automaticamente cadastradas para o ano de 2024, não sendo necessário passar por nova entrega de documentação e banca de aptidão.

O Sinpro ressalta que professores(as) que não possuem aptidão e que não participarem desse processo de aptidão entre 15 e 19 de janeiro, possivelmente, não terão outra oportunidade até o ano de 2026 de fazer o procedimento de aptidão.

Programa Carência Zero 2024

O sindicato informa que, segundo a circular supracitada, o início da contratação temporária para o suprimento de carências na rede e gestão do Programa Carência Zero 2024 será a partir de 29 de janeiro de 2024, às 10h. Demais orientações sobre este e outros itens podem ser consultadas na própria circular, disponibilizada no link a seguir < https://sinpro25.sinprodf.org.br/wp-content/uploads/2024/01/Circular2CarenciaZero.pdf> . Também pode ser acessada clicando na imagem no fim desta nota.

Nomeação e concurso público

O Sinpro entende a importância de professores substitutos para a rede na atuação em vagas, especificamente, temporárias e que o GDF deve priorizar as nomeações dos(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais do concurso de 2022 e considera inaceitável o que está acontecendo, afinal, as 776 nomeações de professores(as) e, 20 de orientadores(as) educacionais, não suprem a demanda da rede.

É necessário que o governo Ibaneis cumpra o acordo de suspensão de greve e apresente, urgentemente, o cronograma de nomeações dos(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais aprovados(as) para as vagas imediatas e cadastro reserva. E, definitivamente, cumpra a lei e encerre com essa lógica perversa de colocar contratação temporária como regra em vez de concurso público.

 

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