MA: Sindeducação se une à OAB-MA e demais conselhos na luta contra a PEC 108/2019

O Sindeducação participou de uma reunião a convite da Ordem dos Advogados do Brasil – OABMA, para discutir a implantação do Fórum dos Conselhos Regionais das Profissões. Além do sindicato, representantes de nove conselhos de classe no Maranhão debateram a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 108/2019, do Governo Federal, que, se aprovada e sancionada, poderá enfraquecer ou até mesmo levar a extinção desses conselhos.

A reunião teve por objetivo, ainda, a montagem de um conselho que arregimente todas as entidades e associações atingidas pela PEC que juntas somarão forças contra essa proposta que afeta diretamente milhares de trabalhadores em todo o Brasil. “Mais uma vez a OAB Maranhão sai em defesa dos direitos dos cidadãos e assume seu protagonismo ao encampar a criação desse ‘Conselhão’ que reunirá diversas entidades de classe do estado. Precisamos assegurar a garantia dos conselhos e das profissões regulamentadas, o que significa a defesa direta dos direitos dos cidadãos e da sociedade civil como um todo. Avalio de maneira muito positiva essa reunião que contou com a participação de mais de 10 conselhos de classe que representam uma parte significativa da nossa sociedade”, afirmou o presidente da OAB Maranhão, Thiago Diaz.

A professora Elisabeth Castelo Branco, presidente do Sindeducação, agradeceu o convite da OAB para integrar o conselho, e ressaltou que a representação dos professores de São Luís no órgão é de relevada importância em razão de sua importância na luta em defesa dos direitos da sociedade por uma Educação Pública, gratuita e de qualidade, e pelas garantias sociais dos profissionais do Magistério, dentre outros.

“Parabenizamos a OAB Maranhão pela iniciativa e por mais uma vez se antecipar em discussões tão essenciais na atual conjuntura política”, ressaltou a sindicalista.

A segunda tesoureira do Sindeducação, professora Nathália Karoline, também participou do encontro. Além do sindicato, a dirigente é membro titular do Conselho Municipal de Alimentação Escolar, e suplente do Conselho Municipal de Educação.

ENTENDA – Incomodada com o teor e os riscos que a PEC 108 traz para a sociedade, a Seccional da Ordem criou a Comissão de Estudos para Implantação do Fórum dos Conselhos Regionais das Profissões que fez um levantamento e também a busca por um modelo de regimento para o “Conselhão” do Maranhão, bem como ficou responsável pela reunião das entidades de classes afetadas pela PEC.

“O intuito principal é juntar força para ajudar a sociedade neste momento de instabilidade que estamos vivendo. Para isso, precisamos do apoio de outros atores sociais que também estão lutando em sua frente. Assim, resolvemos chamá-los para que possamos manter todos reunidos e fortalecer ainda mais na busca por esse pleito” apontou Ananda Farias, presidente Comissão de Estudos para Implantação do Fórum dos Conselhos Regionais das Profissões e secretária-geral da OAB Maranhão.

Na oportunidade, os presidentes e representantes dos conselhos, presentes na reunião, destacaram que a proposta do ministro Paulo Guedes é ilegítima e atingirá não só os conselhos, mas toda a sociedade. “A presença maciça dos conselhos representa a liderança da OAB nesse processo. No Maranhão, estaremos todos lutando contra essa PEC que não tem nenhuma legitimidade. É importante dizer para os conselhos de classe, que eles existem não somente em defesa dos profissionais, mas também em defesa da sociedade. Precisamos repensar, estabelecer uma reflexão diante desta PEC que nos conduzirá a dias melhores”, afirmou o presidente do Conselho Regional de Administração, Samuel Melo Júnior.

Também participaram da reunião além dos representantes da OAB Maranhão, Thiago Diaz, Ananda Farias e Rômulo Chagas, os representantes do CRECI-MA, Francisco de Assis Cordeiro, Elídio Costa Fernandes da Silva; representantes do CRC-MA, João Conrado de A. Carvalho, Ismael de Vasconcelos Veras e Bruno Henrique M. de Oliveira; representantes do CRESS-MA, Joseth Marya de A Silva e Célia Soares Martins; representantes do COREN-MA, Kathleen Gadelha Marques; do CORECON, Luiz Augusto L. Espíndola e Heric Santos Hossoé, do CRM-MA, Regina Lúcia Moreira Lima Leite e Antônio José Garcia Pinheiro, do CRA-MA, José Samuel de M. Melo Júnior; e o representante do CAU-MA, José Raimundo Oliveira Júnior.

Fonte: Sidieducação/MA com informações da OAB/MA

Obra literária retrata relações interpessoais em crianças

A professora aposentada Cilsa Tavares convida os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais para o lançamento do livro A Enfezada Melissa. O evento será realizado no dia 13 de setembro, às 19h, no Carpe Diem (104 Sul).

A obra retrata a situação de muitos meninos e meninas de nossa sociedade. É uma história de uma pré-adolescente que, em crise existencial, não lidava bem com as relações interpessoais e passou a desenvolver o ódio em seu coração.

Movimento pelo plantio de árvores

Com o objetivo de plantar um milhão de árvores em um dia, o Movimento Tempo de Plantar 2019 promove a Gincana Verde. Fruto de uma iniciativa comunitária que envolve diversos segmentos da sociedade civil organizada, a Gincana convida todos os envolvidos para um Grande Mutirão de Plantio no dia 8 de dezembro.

Para participar é necessário formar o seu próprio comitê de plantio, no qual você poderá envolver amigos e familiares nesta que promete ser a empreitada do ano na região. Você poderá fazê-lo através deste link. São necessárias até 5 pessoas por cidade ou região administrativa, podendo haver mais de um comitê.

Os Membros da Coordenação do Comitê de Plantio precisam participar de algumas oficinas preparatórias para o grande evento final, tendo em vista o desenvolvimento de metodologias colaborativas.

 

Confira a agenda:

Dia: 30/8 (sexta-feira) das 19h – 22h.

Dia 31/8 (sábado) das 9h – 18h

Dia 1/9 (domingo) das 9h – 13h.

Local: Memorial dos Povos Indígenas | Praça do Buriti | Brasília | DF

 

O que vai ter?

Planejamento e orientações sobre plantio de árvores em áreas urbanas e/ou rurais.

 

Serão 5 vagas por cidade, se a cidade tiver mais de um comitê de plantio. Vamos distribuir entre os comitês.

A oficina de planejamento será só para as pessoas que compõem a coordenação do plantio na cidade. As pessoas que compõem a Coordenação do Comitê de Plantio, já estão inscritas automaticamente na oficina. Pedimos que confirmem a presença. A oficina de planejamento com a utilização de ferramentas, como “Dragon Dreaming” será gratuita. Pedimos uma colaboração para o lanche, refeição e material (dentro do ponto de equilíbrio de cada um).

É de fundamental importância a participação de ao menos um representante de cada comitê nas oficinas para que de maneira autônoma e sendo corresponsáveis pela ação, possamos consolidar esta, que é de fundamental importância para o nosso bioma cerrado e para a nossa existência e permanência em nossa “mãe terra”.

Vamos amá-la! Somos apenas bolhas d’água e sem ela e o que esta nos proporciona, não somos nada.

Para plantar um milhão de árvores em um dia, vamos precisar de todo mundo.

 

Adolescentes de escolas públicas do DF têm aulas sobre prevenção à violência contra a mulher

Alunas das escolas públicas do Distrito Federal, com idade entre 14 e 18 anos, estão recebendo aulas sobre “Prevenção à Violência contra a Mulher”. Por meio de um projeto sem custos para as instituições de ensino (saiba mais abaixo), a especialista em segurança, treinamento e defesa pessoal para mulheres Vanessa Ribeiro visita os colégios e conversa com as adolescentes.

As palestras são sobre ações preventivas, identificação dos tipos mais comuns de violência, situações de agressão e possíveis agressores, como evitar se tornar vulnerável e também como agir, de forma segura, nas redes sociais.

Segundo Vanessa, os encontros também trabalham com a autoestima e o encorajamento para que mulheres – em qualquer idade – reconheçam, denunciem e se afastem de relações abusivas.

De acordo a Secretaria de Segurança Pública (SSP) do Distrito Federal, de janeiro a novembro de 2018, o número de ocorrências contra a mulher aumentou 50% em relação ao mesmo período de 2017. O feminicídio cresceu 16% nos cinco primeiros meses de 2019.

G1 acompanha os casos de feminicídio registrados no DF desde o início do ano. Até a última terça-feira foram registrados 17 casos.

Mulheres em Segurança

As ações do projeto são exclusivas para meninas. De acordo com os organizadores, é preciso “dar a elas toda a liberdade para fazer perguntas e falar a respeito do tema”.

São duas palestras, com duração aproximada de 1h30 cada uma. Participam professoras e alunas do ensino médio da rede pública. Durante os encontros, os grupos também recebem a cartilha “Mulheres em Segurança”.

O projeto “Defesa das Mulheres” é realizado pelo Instituto Bogéa de Educação, Esporte e Música (IBEM) e tem apoio institucional do Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos e da Secretaria Nacional de Políticas para Mulheres e conta também com a participação da professora Francis Moreira.

Para participar

Até o final de agosto, pelo menos dez escolas públicas do DF devem receber o projeto. Mas, segundo o coordenador Fernando Matos, ainda há vagas para mais oito escolas participarem da ação.

As instituições de ensino interessadas podem entrar contato pelo Whatsapp (61) 98402-3093.

Livros mostram que é possível ensinar matemática de forma lúdica

A Paco Editorial lança neste final de semana, duas obras literárias: Metodologias de Ensino em Matemática – Ações Lúdicas Volume 11 e Metodologias de Ensino em Matemática – Ações na Educação Inclusiva. As obras fazem parte da série que foi idealizada e concretizada a partir das produções realizadas por estudantes e professores do curso de especialização em Metodologias do Ensino de Matemática da UnB-UAB-CEAD, decorrentes de suas pesquisas e resultados apresentados em artigos e monografias de conclusão de curso.

Os livros mostram a constante e crescente busca por novas metodologias para o ensino de matemática, que promovam um aprendizado mais eficiente com menos entraves e dificuldades enfrentadas pelos estudantes. Na primeira obra os autores trazem experiências exitosas e propostas metodológicas sobre ensino de matemática focando o aspecto lúdico. Essa é uma discussão presente nas pesquisas e nos encontros acadêmicos de Educação Matemática.

Nesse contexto, insere-se o lúdico, por sua importância no ensino em geral, e na matemática em particular, por ser presente e constatado a partir das experiências práticas vivenciadas por professores e estudantes. A partir disso, idealizamos mais esse volume, com o objetivo de oferecer à comunidade acadêmica voltada para o ensino de matemática uma produção lúcida, aplicável e com precedentes de sucesso em sua aplicação.

Mais informações pelo site www.pacolivros.com.br.

 

Escolas públicas de Ceilândia abrem inscrição para EJA

A Regional de Ensino de Ceilândia está com as inscrições abertas para a Educação de Jovens e Adultos (EJA) do segundo semestre de 2019. Entre as unidades escolares disponíveis estão os centros de Ensino Médio 3, 4 e 9; os centros de Ensino Fundamental 13, 4, 2, 20, 25 e Boa Esperança; os centros Educacionais 6, 7, 14, 11, 16 e o Incra 9; além da Escola Classe 66.

Mais informações pelos telefones 3901-6645 e 3901-6646.

Recadastramento de servidores da ativa do GDF começa na segunda-feira (26)

Servidores ativos do Distrito Federal devem ficar atentos. Começa, na próxima segunda-feira (26/08/2019), o recadastramento do funcionalismo público local. A medida vale tanto para efetivos quanto comissionados da administração direta, autárquica e fundacional do Governo do Distrito Federal (GDF). Os primeiros a atualizarem os dados serão os trabalhadores das empresas públicas.

A atualização dos dados do Sistema Único de Gestão de Recursos Humanos (SIGRH) não é feita desde 2011, quando foi realizado o último recenseamento.

O recadastramento atinge cerca de 130 mil servidores e será concluído no prazo de nove meses. Trabalhadores temporários, afastados, licenciados e que estão cedidos para outros entes federativos também precisam informar seus dados ao governo.

Aqueles que não atualizarem os dados, poderão ter o salário bloqueado ou até suspenso. O procedimento vai até abril de 2020, conforme o cronograma abaixo:

Fonte: Metrópoles

SEDF revisa quantitativo de servidores

O quantitativo de se servidores nas escolas do Distrito Federal foi revisado pela Secretaria de Estado de Educação (SEDF) em função de algumas escolas estarem sem supervisores, bem como divulgando a relação das competências para proceder com a distribuição das funções gratificadas de Supervisor das
unidades escolares da rede pública de ensino. O Palácio do Buriti deu autonomia de quatro meses e a Secretaria fez a modulação da situação. Confira no documento abaixo:

Portaria Supervisores.

 

Deputados concluem votação da minirreforma trabalhista e prejudicam ainda mais a classe trabalhadora

Deputados concluem votação da minirreforma trabalhista e prejudicam ainda mais a classe trabalhadora

Na noite de quarta-feira (14), os deputados federais da bancada governista aprovaram a Medida Provisória (MP) da Liberdade Econômica (MP 881/2019). De autoria do governo Bolsonaro, a MP viola a Constituição, aprofunda reforma trabalhista e acaba com vários direitos, como o ao descanso semanal e à hora extra.

Ela acaba com direitos trabalhistas consagrados, como, por exemplo, determina o fim das restrições de trabalho aos domingos e feriados, acabando também o pagamento em dobro do tempo trabalhado nesses dias se a folga for marcada em outro dia da semana.

A MP da Liberdade Econômica trata direitos trabalhistas como burocracias e entraves e aprofunda a reforma trabalhista ao desregulamentar o trabalho no Brasil. Ela limitar o poder de regulação do Estado sobre a atividade econômica e diminui a atuação do Fisco.

Na votação dessa quarta, partidos de oposição apresentaram destaques tentando barrar a mudança e manter as regras atuais da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT – Decreto-Lei 5.452/43), mas todos foram rejeitados durante a sessão e ficou mantido o texto-base aprovado na forma de emenda do relator, deputado Jerônimo Goergen (PP-RS).

Na terça (13), durante uma audiência pública sobre a MP, realizada no Senado Federal, especialistas ouvidos pela Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) contestaram a constitucionalidade da MP.

Valeir Ertle, secretário de Assuntos Jurídicos da Central Única dos Trabalhadores (CUT) afirmou que a MP não cumpre os requisitos de relevância e urgência exigidos pela Constituição e classificou o texto aprovado na Câmara de “Frankenstein”. Ele disse que a CUT é favorável a projetos que reduzam a burocracia sobre as empresas, mas não esta MP, que, segundo ele, leva o país à “selvageria” na negociação com os trabalhadores.

Viviane Maria Leite de Faria, diretora legislativa da Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra), disse que a MP viola a Constituição ao suprimir direitos que não deveriam nem sequer estar sendo discutidos. E considera ilegais os termos da MP que excluem da proteção laboral os trabalhadores que recebem mais do que 30 salários mínimos.

Ainda na audiência pública, Márcio Amazonas Cabral de Andrade, procurador do trabalho, considerou a MP uma tentativa desleal, disfarçada e irresponsável de promover uma nova reforma trabalhista, atacando as instituições da República, notadamente, a independência do Ministério Público do Trabalho.

POR QUE A MP PREJUDICA OS TRABALHADORES
Ao retirar dos trabalhadores o direito histórico à regulação do Estado sobre a atividade econômica, a MP permite o trabalho em qualquer dia da semana, incluindo domingos e feriados, sem o pagamento de horas extras ou adicionais.

No texto aprovado, o descanso aos domingos foi garantido apenas uma vez a cada quatro semanas. Contudo, na proposta original do governo Bolsonaro, o descanso aos domingos seria garantido uma vez a cada sete semanas. Pelas regras atuais, o trabalhado é autorizado apenas em domingos alternados com pagamento de horas extras.

O diretor técnico do Dieese, Clemente Ganz Lúcio, explicou à revista Brasil Atual, que a folga semanal correspondente, antes definida por acordos com sindicatos, agora será determinada pelo próprio empregador e avisa que essa nova regra retira o sindicato da regulação e dá às empresas total autonomia para fazer do jeito que quiserem.

Ele explicou que a MP da “liberdade econômica” pode ser considerada um mecanismo que dá ao patronato o direito de impor suas próprias regras e retirar o poder dos sindicatos, deixando o trabalhador totalmente desprotegido.

Ganz afirma que “a regra é muito ruim porque tira o sindicato da regulação e dá às empresas total autonomia para fazer do jeito que quiserem. Tem gente que queria mudança. E elas estão chegando. Eu acho que é uma regressão”, criticou.

“Se com a reforma trabalhista do governo ilegítimo de Michel Temer voltamos ao início do século 20, com a MP da Liberdade Econômica regressamos para o século 19, quando a classe trabalhadora enfrentava longas jornadas de trabalho de mais de 20 horas diárias em locais sem condições de trabalho, baixos salários, não havia nenhum direito trabalhista, sobretudo o direito ao descanso semanal e à hora extra”, explica Cláudio Antunes, diretor do Sinpro-DF.

BANCADA PATRONAL

Antunes diz que, embora haja um movimento retrógrado nas políticas públicas e trabalhistas em todo o mundo, o Brasil segue um caminho pior porque a classe trabalhadora quase não tem representantes no Congresso Nacional.

“Precisamos colocar nos Poderes Executivo e Legislativo representantes da classe trabalhadora e formar maioria que nos represente, afinal, na sociedade, somos maiorias. Também precisamos tomar conta do Poder Judiciário e colocar ali, sobretudo  nas instâncias mais poderosas desse terceiro poder, juristas comprometidos com a classe trabalhadora”, analisa o diretor.

Nesta 56ª Legislatura (atual composição da Câmara dos Deputados), a maior bancada é a patronal. Confira, no infográfico, retirado do site da própria Casa Legislativa como está, hoje, a representação desigual e o porquê dessa legislatura retroagir tanto nos direitos dos trabalhadores.

https://www.camara.leg.br/internet/agencia/infograficos-html5/composicaocamara2019/index.html#text3

 

A intervenção militar nas escolas não é o caminho para melhorar a educação.

A intervenção militar imposta pelo Governo do Distrito Federal à educação pública do DF demonstra como a militarização afeta na função social que a escola pública precisa ter.

Um espaço criado para se pensar, se criticar, divertir, e aprender. Optar pela militarização como imposições de regras e padronizações, afeta pedagogicamente no processo de aprendizagem, do ensino público.

A escola é um ambiente de diversidade, um espaço que precisa ter identidades, e a cara do aluno, crenças e costumes que precisam ser respeitados.

Fatos da atual realidade representado no vídeo abaixo:

https://youtu.be/U0mqs4OIBKI

 

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