Afirmação infeliz do candidato do PSL é mais um desserviço para a democracia
Jornalista: Leticia
Em entrevista para uma afiliada da Rede Globo no último sábado (25), o candidato para presidente Jair Bolsonaro (PSL) soltou mais uma frase infeliz. O político disse que “um país que tem um Ministério Público do Trabalho atrapalhando não tem como ir pra frente”, pois segundo ele, “o maior incentivo que a gente pode dar com o setor produtivo é tirar o Estado do cangote do produtor”.
No dia seguinte, o procurador-geral do Trabalho Ronaldo Fleury emitiu nota, afirmando que as críticas de Bolsonaro “demonstram descaso com uma das mais importantes conquistas do processo de redemocratização do país” e enumerou conquistas do MPT, como o combate ao trabalho escravo e a liberdade sindical. A nota também diz que a declaração do candidato revela “desprezo institucional e preconceito contra os direitos sociais dos trabalhadores brasileiros”
O Sinpro se preocupa com o desprezo que o candidato apresenta perante as leis trabalhistas e pelas instituições que zelam por elas. Criticar a conduta do MPT é criticar todo o importante trabalho desempenhado pelo órgão, é um desserviço para a democracia.
Zeca Baleiro encerra 4ª edição da Feira Cultural de Ceilândia neste sábado (1). Entrada franca
Jornalista: Leticia
O segundo e último dia da 4ª edição da Feira Cultural de Ceilândia terá diversas atrações neste sábado (1), na Casa do Cantador do Brasil (QNM 32, Área Especial, Ceilândia Sul). O evento tem entrada franca e começa às 12h30 e só terminando no fim do dia, com o show de Zeca Baleiro e Trio Furazóio, às 22h30. O cantor maranhense apresenta em Ceilândia seu recente trabalho, o show “Forró do Safadinho”, apresentando forrós autorais e versões de clássicos de Luiz Gonzaga, Genival Lacerda, Jackson do Pandeiro e Roberto Carlos.
Às 20h, o evento contará com o show do rapper GOG. Nascido em Sobradinho, é um dos principais nomes do rap nacional e apresentará músicas do seu último álbum, “Mumm-Rá High Tech”.
Seguindo a tradição da cidade, conhecida por suas várias feiras populares, o evento propõe um ambiente cultural permeado pela diversidade musical da periferia e do Brasil, com cultural popular, rap, poesia e barraquinhas com produtos artesanais e da gastronomia popular. Confira abaixo a programação completa do dia 01/09:
12h30: Marília Abreu – Palhaça Felomena
13h20: Cumpadi Ancelmo – Poesia Matuta
14h10: Humberto Fernandes – Música Regional
15h00: Chico de Assis e João Santana – Repente
15h50: Mamulengo Fuzuê – Teatro de Bonecos
16h40: Som de Classe – Música Regional
17h30: Lília Diniz – Poesia Popular
18h20: Marcelo Café – Samba
19h10: Fuzuê Candango – Música Regional
20h00: GOG – Rap
20h50: Caco de Cuia – Forró Pé de Serra
21h40: Paulo Araújo – Música Regional
22h30: Zeca Baleiro e Trio Furazóio – Show Forró do Safadinho SERVIÇO
Feira Cultural de Ceilândia – 4ª edição
Quando: 18 de agosto e 1º de setembro
Onde: Casa do Cantador do Brasil – QNM 32 Área Especial, Ceilândia Sul
Horário: 12h30 às 00h
Entrada: Franca
Classificação: Livre
Site: www.artecei.com.br
Informações: 61 9.8124-1913
Terceirização na educação e os prejuízos para o ensino
Jornalista: Leticia
A recente notícia, publicada em meados de agosto no jornal Folha de S. Paulo, sobre a demissão de cerca de 130 enfermeiros e fisioterapeutas da Universidade Nove de Julho (Uninove), em São Paulo, deu mais uma amostra do impacto da reforma trabalhista sobre a educação. Contratados como supervisores de estágios das respectivas áreas e registrados no quadro de pessoal técnico administrativo da instituição, os trabalhadores dispensados foram substituídos por profissionais autônomos, troca facilitada pelas novas regras imputadas à Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e pela abertura à terceirizações desmedidas.
A própria notícia informa que mesmo a assistência nas homologações pelo Sindicato dos Auxiliares de Administração Escolar de São Paulo (Saaesp) só foi possível porque a entidade representante da categoria conseguiu manter na convenção coletiva cláusula com essa exigência. Caso contrário, a reforma trabalhista teria retirado até mesmo esse direito de representação sindical dos trabalhadores.
A terceirização assombrava os estabelecimentos de ensino antes mesmo das novas normas trabalhistas. Em 2013, a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino — Contee lançou a Campanha Nacional de Valorização dos Trabalhadores e Trabalhadoras em Educação, em que técnicos administrativos do ensino privado de todo o país se uniram em protesto contra a terceirização nas escolas. Na época, as centrais sindicais estavam mobilizadas no combate generalizado à terceirização e às propostas que visavam regulamentá-la sem atender as exigências trabalhistas, em especial o então Projeto de Lei 4.330/2004.
O que mudou em cinco anos é que a Lei 13.429/2017, originária do ainda mais antigo PL 4.302/1998, de forma mais nociva do que propunha o PL 4.330, escancarou a terceirização em todas as atividades econômicas, substituiu o contrato de trabalho por prazo indeterminado pelo temporário com duração de até nove meses a cada ano — o que implica o fim do aviso prévio, da multa do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) e das férias — e reduziu os demais direitos a patamares do início do século XX. A lei também põe fim às categorias profissionais, substituindo-as por terceirizados sem representação sindical específica.
Além de representar a supressão dos direitos dos trabalhadores, que têm salários rebaixados, perda de benefícios sociais e redução da representação sindical, nos estabelecimentos de ensino a terceirização também compromete a própria qualidade da educação, visto que o projeto pedagógico de cada escola depende da ligação direta e forte com os trabalhadores das instituições. O exemplo da Uninove não deixa dúvidas quanto a isso. Ao terceirizar os postos de supervisores de estágios, a própria qualidade desse passo imprescindível para a formação de enfermeiros e fisioterapeutas fica comprometida.
Numa instituição de ensino, a terceirização significa a exclusão da possibilidade de integração entre trabalhadores e estudantes. A questão é que não foi só a terceirização que foi liberada de maneira irrestrita, inclusive para as atividades-fim das empresas. As novas modalidades de contratação, como o contrato temporário e o intermitente precarizam ainda mais as relações e as condições de trabalho de uma categoria que, seja nas escolas de educação básica, seja nas instituições de ensino superior, sempre teve que lutar, inclusive, para ser reconhecida enquanto educadora. Um retrocesso para os direitos trabalhistas e para o próprio direito à educação. João Batista da Silveira é secretário de ensino, advogado, professor de História e membro das diretorias executivas da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino (Contee), da Federação Sindical dos Auxiliares de Administração Escolar no Estado de Minas Gerais (Fesaaemg) e do Sindicado dos Auxiliares de Administração Escolar de Minas Gerais (Saaemg)
(da Carta Educação)
24 de agosto de 1954: Getúlio se mata com um tiro no coração
Jornalista: Maria Carla
Os ideais nacionalistas do ex-presidente Getúlio Vargas, que governou com políticas desenvolvimentistas favoráveis ao Brasil, com empresas nacionais e patrimônio público gerido pelo Estado, não agradaram aos Estados Unidos da América (EUA). Vargas fez um governo quase que democrático. Sob pressão dos trabalhadores organizados em sindicatos e partidos políticos do campo da esquerda, criou o Ministério do Trabalho, instituiu regras trabalhistas e legalizou a existência dos sindicatos no Brasil.
Nada disso agradou os EUA. Para os megaempresários estadunidenses e o governo norte-americano, era mais lucrativo para eles que o povo brasileiro continuasse no modelo escravagista de relação de trabalho e as riquezas nacionais apropriadas e expropriadas por eles. E que o Brasil permanecesse uma colônia, ou seja: um Brazil.
Enquanto isso, aqui, em território nacional, a elite latifundiária e industrial, subserviente, nunca hesitou em obedecer aos comandos do país imperialista. Não é à toa que o sociólogo Jessé Souza a chama de “elite do atraso”. Sempre ganhou muito dinheiro para trair o Brasil e subjugar a classe trabalhadora.
A carta-testamento de Getúlio Vargas denuncia isso. Tanto é que não se trata de uma carta de um suicida, e sim de uma carta-testamento: “uma reação a uma campanha subterrânea dos grupos internacionais, aliados aos grupos nacionais, para bloquear a legislação trabalhista e o projeto desenvolvimentista”.
Semelhante a 2016, o golpe de 1954 era para impedir a emancipação da classe trabalhadora e a apropriação das riquezas nacionais pelo próprio povo brasileiro. Mas, naquela época, o povo reagiu a essa interferência norte-americana. A comoção nacional, com a morte de Vargas, tornou-se cólera contra as Forças Armadas e as empresas estrangeiras que habitavam solo brasileiro.
“Atualmente, a prisão de um ex-presidente, do campo democrático-popular, defensor dos interesses nacionais e da classe trabalhadora mostra a ação clara dos interessados em colonizar o Brasil e a tentativa arbitrária de repetir, hoje, 1954, 1964 e outros golpes aplicados na América Latina”, compara Cláudio Antunes, diretor de Imprensa do Sinpro-DF.
Os EUA não param. Com a colaboração da elite financeira e militar brasileira, nunca aceitaram a implantação de um projeto democrático, popular e desenvolvimentista no Brasil. Em 1964, para retirar o ex-presidente João Goulart do poder, mais uma vez, acionou os militares para aplicar um golpe de Estado que durou 21 anos.
Em 1985, ano que terminou a ditadura, a nação foi devolvida quase que totalmente desmontada pelos interesses imperialistas dos EUA e da elite militar e civil brasileira. Mas o povo reconstruiu o país. Em menos de uma década, entre 2002 e 2015, o país se desenvolveu. Alcançou o pleno emprego. O país ia muito bem nos BRICS etc. Descobriu o pré-sal e estava investindo parte dos recursos financeiros provenientes desse mineral em seu próprio desenvolvimento.
Todavia, novamente a interferência dos Estados Unidos com um golpe de Estado, aplicado em 2016, sustentado pela Operação Lava Jato e pela elite financeira e latifundiária nacionais. As consequências do golpe de 2016 estão aí: a reforma trabalhista para desmontar a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), do governo Vargas; a reforma do ensino médio – um projeto semelhante ao MEC-USAID, de 1968, que foi rejeitado e veementemente combatido na fim da década de 1960; e a entrega do pré-sal e de outras riquezas nacionais. Confira, a seguir, matéria do site Memorial da Democracia, publicado na Carta Capital, sobre o golpe de 1954.
24 de agosto de 1954: Getúlio se mata com um tiro no coração
Suicídio interrompe golpe, que já era comemorado com campanha por Lacerda
Créditos da foto: Velório de Getúlio Vargas no palácio do Catete
De manhã cedo, o presidente Getúlio Vargas, de pijamas, sai do seu quarto no palácio do Catete, vai até o gabinete de trabalho e volta com um envelope. Pouco tempo depois, ouve-se um tiro. O filho, Lutero, corre para os aposentos do pai, seguido pela irmã, Alzira, e pela mãe, Darci. Encontram Getúlio caído na cama, com um revólver Colt calibre 32 perto da mão direita. Na altura do coração, um buraco da bala e uma mancha de sangue. Encostado no abajur, sobre o criado-mudo, estava o envelope contendo a carta que, datilografada na véspera por um amigo, explica o gesto — não é um lamento, mas um manifesto político.
A carta-testamento não deixava dúvida sobre como o suicídio deveria ser entendido: era uma reação a uma campanha subterrânea dos grupos internacionais, aliados aos grupos nacionais, para bloquear a legislação trabalhista e o projeto desenvolvimentista. “Se as aves de rapina querem o sangue de alguém, querem continuar sugando o povo brasileiro, eu ofereço em holocausto a minha vida”, dizia a carta, que concluía: “Serenamente dou o meu primeiro passo no caminho da eternidade e saio da vida para entrar para a história.”
Naquele momento, seu maior adversário, Carlos Lacerda (UDN), ferido no pé dias antes no atentado da rua Tonelero, comemorava com champanha o golpe que parecia vitorioso.
Horas antes, uma reunião de oficiais de alta patente recusara a proposta de Getúlio de licenciar-se da Presidência enquanto se desenrolasse o Inquérito Policial Militar (IPM) sobre o atentado. Brigadeiros, almirantes e generais foram taxativos: só aceitariam a renúncia.
Certo de que vencera o último round na luta contra Getúlio, Lacerda vociferou numa emissora de rádio: “Aqui estou, no dia da redenção nacional […] para declarar que esse covarde, esse pusilânime, não está licenciado, está é deposto, o lugar dele é no Galeão [palco do IPM] ou no estrangeiro, e deve apodrecer na cadeia!”
Getúlio estava encurralado. Às duas horas da manhã, numa reunião ministerial, ouvira dos ministros militares que os oficiais das três armas haviam se unido em torno do manifesto dos brigadeiros que pedia sua renúncia. Às seis horas, dois oficiais da Aeronáutica foram ao Catete convocar Benjamim, irmão de Getúlio, para depor no Galeão.
Pouco antes do suicídio, o presidente recebera a notícia de que o comando das Forças Armadas havia se somado ao movimento pela sua renúncia imediata.
Getúlio cumpriu então o que havia prometido ao país dias antes. Eleito pelo povo, só sairia morto do palácio do Catete. Por volta das oito horas da manhã, suicidou-se com um tiro no peito.
A notícia, veiculada pouco depois pelas rádios, chocou o país. A população, revoltada, saiu às ruas para expressar sua indignação e homenagear o presidente morto.
No Rio de Janeiro, capital da República, uma multidão amargurada, revoltada e colérica passou a percorrer as ruas, armada com paus, pedras e fúria. Arrancou dos postes propaganda da oposição, quebrou as vidraças da Standart Oil, apedrejou a fachada da embaixada dos Estados Unidos e os prédios onde funcionavam os jornais “O Globo” e “Tribuna da Imprensa”. Para arrematar, incendiou os caminhões que distribuíam esses jornais. Só a “Ultima Hora”, que era favorável ao governo Vargas, pôde circular naquele dia.
Horas depois, em frente ao palácio do Catete, um milhão de pessoas tentava ver o corpo do presidente. Muitos choravam compulsivamente, outros desmaiavam, e havia aqueles que, ao entrar na sala onde acontecia o velório, se agarravam ao caixão.
Às oito e meia da manhã do dia 25, a multidão acompanhou o corpo de Getúlio até o aeroporto Santos Dumont, em um gigantesco cortejo que se desenrolava pela praia do Flamengo, do Russel até a avenida Beira-Mar.
Quando o avião da Cruzeiro do Sul desapareceu no céu rumo a São Borja, aconteceu o inevitável: as pessoas perceberam que estavam em frente ao quartel da 3ª Zona Aérea. O que era dor virou cólera, e a multidão avançou contra a guarnição da força militar que era escancaradamente oposição ao governo Vargas. Os soldados da Aeronáutica, aterrorizados, dispararam contra a população civil desarmada durante 15 minutos. No tumulto, mulheres e crianças foram pisoteadas, uma pessoa morreu e muita gente saiu ferida.
A comoção nacional transformou inteiramente a situação política. Os golpistas tiveram de recuar às pressas. As tropas voltaram aos quartéis, e os líderes da oposição, inclusive Lacerda, preferiram se esconder da fúria popular.
Getúlio, o “pai dos pobres”, havia partido. O povo estava de luto, mas vigilante. Nas ruas, deixava claro que não aceitaria ver os inimigos do presidente, que o haviam levado à morte, dando novamente as cartas no Brasil. *Publicado originalmente no Memorial da Democracia
Senado reconhece que determinação da ONU sobre Lula tem de ser obedecida
Jornalista: Luis Ricardo
O presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), afirmou por meio de nota oficial divulgada, na noite desta quinta-feira (23), que “o Brasil é signatário do Pacto Internacional sobre Direitos Civis e Políticos e de seus Protocolos Facultativos, assinados na ONU em 16 de dezembro de 1966”.
Segundo a nota, o tratado foi aprovado pela Câmara dos Deputados e pelo Senado em 2009 e está “em pleno vigor”.
A nota do presidente do Senado é uma resposta à presidente do PT, senadora Gleisi Hoffmann, que usou o Twitter para pedir uma manifestação do Congresso Nacional a respeito de decisão do Comitê de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU), que determinou que o Estado Brasileiro “tome todas as medidas necessárias para permitir que Lula desfrute e exercite seus direitos políticos como candidato nas eleições presidenciais deste ano”.
O ex-presidente Lula é mantido preso político na sede da Superintendência da Polícia Federal, em Curitiba, desde 7 de abril, após confirmação da condenação em segunda instância no caso do tríplex do Guarujá. A condenação se baseou em uma denúncia nunca confirmada de que uma reforma feita no tríplex por uma construtora teria beneficiado o ex-presidente.
A defesa de Lula vem denunciado desde então que o julgamento do ex-presidente é uma farsa, que não foi encontrada nenhuma contrapartida para os supostos atos de corrupção atribuídos a ele e que tudo não passa de uma manobra para impedi-lo de ser candidato. Leia a íntegra da nota do presidente do Senado: NOTA PÚBLICA
Em atenção à solicitação da Presidente do Partido dos Trabalhadores, o Presidente do Senado Federal informa que o Brasil é signatário do “Pacto Internacional sobre Direitos Civis e Políticos” e de seus Protocolos Facultativos, assinados na ONU em 16 de dezembro de 1966.
O tratado internacional tramitou na Câmara e no Senado entre janeiro de 2006 e junho de 2009, sendo aprovado em ambas as Casas, e foi promulgado pelo Decreto Legislativo nº 311, de 2009, conforme publicado no Diário Oficial da União de 17 de junho de 2009, encontrando-se em pleno vigor. Senador Eunício Oliveira Presidente do Senado Federal
O projeto Preconceito não tem Graça, realizado pela Cooperativa Central Base de Apoio do Sistema ECOSOL no Distrito Federal, realiza o Fórum Bullying e Direitos Humanos. O evento acontece na Sala de Treinamento do Conjunto Nacional (Ala Norte, 3º Piso – ao lado da Administração do shopping), às 15h desse sábado (25), e terá a participação de vários palestrantes, dentre eles a diretora do Sinpro Elbia Pires.
O objetivo do projeto é falar um pouco sobre os dois temas (bullying e direitos humanos), aproximando a temática da população.
Palestras:
Maurício Pestana – Cartunista, editor da Revista Raça e jornalista especializado em Direitos Humanos e Cidadania;
Renata Callaça Gadioli dos Santos – Prof. Dra. em Desenvolvimento em Sociedade e Cooperação Internacional (UNB) e em Geografia do Desenvolvimento (Universidade de Paris). Integra a Equipe de Gerência de Direitos e Humanos e Diversidade da SUBEB/SEDF;
Elbia Pires de Almeida – Professora da Rede Pública, Diretora do SINPRO-DF e Coordenadora da Secretaria sobre Assuntos de Raça e Sexualidade;
Cesar Achkar – Arte-Educador com especialidade em Artes Plásticas, Membro da Associação Brasiliense de Deficientes Visuais – ABDV.
OAB-DF realiza, em setembro, ciclo de conversas sobre o direito à cidade
Jornalista: Maria Carla
A OAB-DF realizará, no dia 25 de setembro, o “Ciclo de Conversa sobre o direito à Cidade: Capoeira, Negritude e Brasilidade”. O evento ocorrerá no Plenário do 4º Andar do prédio da OAB-DF, situado na SEPN 516, Bloco B, Lote 7, em Brasília-DF.
O mediador será Álisson Lopes, presidente da Comissão da Memória da Verdade da OAB/DF e professor de história, juntamente com os palestrantes Cláudio Queiroz (Mestre Danadinho) – doutor em arquitetura, professor da UnB e mestre em capoeira; e Thiago Baldez – professor de educação física e de capoeira na SEEDF. O ciclo de conversa oferecerá certificação de 3h/a em contrapartida à doação de 1kg de alimento não perecível.
Maiores informações pelo site www.oabdf.org.br/eventos; pelo e-mail eventos@oabdf.com; pelo WhatsApp (61) 99879-7373; pelo Twitter @oabdf_oficial; e pelo Instagram, @oabdf.
Confira a seguir:
Ao longo desta quarta-feira 10 de outubro, a Secretaria de Educação (SEEDF) divulgará as carências que farão parte da segunda etapa do Remanejamento Interno 2018/2019. Além disso, a SEE/DF abrirá um prazo para que os docentes possam solicitar recursos de carências. Entretanto, o Sinpro relembra que eventuais solicitações deverão ser fundamentadas.
Mais informações a respeito do concurso aqui:
O Concurso de Remanejamento 2019 destina-se a professores(as) e orientadores(as) educacionais que desejam mudar o seu local de exercício e também para regularizar a situação de exercício que algumas pessoas precisam fazer por estar de forma provisória na escola. O Sinpro-DF destaca que a fase de aquisição de aptidões para atuar em componentes especiais já foi concluída e, por isso, nós iremos, nesta apresentação, apenas citar as datas e os momentos seguintes que antecedem as escolhas das carências.
Professores (as) novatos(as)
Conforme o Sinpro-DF informou anteriormente, os(as) professores(as) novatos(as) contratados este ano devem fazer o concurso de remanejamento porque estão sem lotação e sem exercício definido. Sem participar do concurso de remanejamento, não poderão participar, em 2019, dos procedimentos de escolha de turma que envolve a contagem de pontos. Excetuam-se dessa observação, os(as) professores(as) novatos(as) que foram encaminhados(as) para os Centros de Educação Profissional, no seu devido componente curricular.
A diretoria colegiada orienta a todos(as) os(as) professores(as), indistintamente, antigos(as) e novatos(as), que façam a leitura dos documentos do Concurso de Remanejamento: Portaria 204/2018; Circular 190/2018 e o Edital nº 35/2018. E continuem acompanhando no site e no Facebook do Sinpro-DF as orientações sobre esse concurso. Aquisição de aptidão
Terminaram no dia 17/8, as entrevistas agendadas para que professores adquiram aptidões para atuar no componente especial. Ao adquiri-las, elas serão lançadas no Sigep (sigep.df.se.gov.br) e, a partir desse lançamento, o(a) professor(a) fica habilitado(a) durante o Remanejamento para escolher esses componentes.
Nos dias 4 e 5 de outubro, a secretaria abriu temporariamente outro período para obtenção de aquisição de aptidão. Quem já teve a aptidão lançada no SIGEP já pode usar agora nesta segunda etapa. Quem participou da primeira etapa do remanejamento pode participar da segunda ?
Sim, quem participou da primeira etapa do remanejamento também poderá participar da segunda. Quais carências serão apresentadas na segunda etapa ?
Serão apresentadas carências que não foram bloqueadas na primeira etapa, bem como novas carências originadas da movimentação que ocorreu na primeira. Neste caso, apenas as carências que eram definitivas e que foram apresentadas no inicio do ano, no procedimento de escolha de turma, e que o ocupante dela se movimentou na primeira fase do remanejamento serão incluídas no remanejamento interno de segunda etapa. Além disso, a Secretaria apresentará carências oriundas de aposentadorias que ocorreram entre 1º de agosto e 1º outubro. Envio da lista
O envio da lista para o remanejamento interno segunda etapa só será possível a partir de 19 de outubro. Servidor PCD (Pessoas com Deficiência)
Os(as) servidores(as) PCD devem verificar se no Sigep consta a condição de PCD. Caso não conste, devem entrar no SEI e solicitar a regularização da sua condição. Para isso, devem anexar relatório médico ou agendar a perícia médica na SubSaúde para regularizar sua condição.
Os(as) que ingressaram na SEEDF e que no concurso público já realizaram a identificação como PCD podem usar esse argumento para que seja regularizada a situação no Sigep porque se a pessoa já entrou pelo concurso público como PCD, não precisa nem passar por nova perícia porque já passou antes. Readaptados(as)
Professores(as) e orientadores(as) educacionais readaptados(as) devem verificar, no Sigep, se a sua condição já consta como readaptado(a).
Os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais que se readaptaram mais recentemente deve estar atentos para isso ou não poderão participar do Concurso de Remanejamento. Dados funcionais, jornada de trabalho, cadastro de forma geral
Todos(as) os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais que desejam participar do Concurso de Remanejamento devem observar se o SEI está atualizado com seus dados, habilitação, aptidão, carga horária, local de exercício, para que, no processo de remanejamento, dados conflitantes não impeçam que o(a) professor(a) e orientador(a) façam o bloqueio. Após o dia 20 de agosto não será mais possível alterar esses dados. Casos especiais
Todos(as) devem fazer a manifestação até o dia 20 de agosto.
Remanejados a pedido:
Os(as) professores(as) que ao longo de 2018 ou de anos anteriores se remanejaram a pedido (ex oficio) e desejam participar do Remanejamento Interno de sua Regional de origem devem manifestar, no Sigep, conforme o edital prevê, interesse de participar do remanejamento interno, caso contrário o sistema não permitirá que ele participe do remanejamento interno de sua regional de origem.
Exemplo: a lotação do professor é na Regional do Gama, mas ele fez remanejamento a pedido para o Guará e deseja participar do remanejamento interno do Gama em que possui lotação. Ele deve entrar no Sigep e fazer essa solicitação para que no processo de remanejamento seja autorizado que ele participe do remanejamento interno do Gama. Ao fazer uma escolha de carência no Gama, o professor fica obrigado, em 2019, a atuar no Gama.
Afastamento remunerado para estudo:
Professores(as) e orientadores(as) educacionais afastados(as) com remuneração para estudos e retorno previsto para janeiro de 2019 devem manifestar no Sigep interesse em participar do Concurso de Remanejamento, caso contrário não poderão participar.
20H + 20H
Professores(as) que atuam 20h + 20h devem verificar se no Sigep essa carga horária está descrita corretamente como 20h + 20h. Caso apareça no Sigep a identificação de que o(a) professor(a) é 40h Diurno, esse(a) professor(a) deve solicitar, no Sigep, que seja feita a atualização dessa informação. Se o(a) professor(a) que hoje atua como 20h + 20h não fizer essa modificação terá dificuldades de fazer o bloqueio das carências durante o remanejamento. Mais detalhes, ler o Edital nº 35.
Mini mostra de teatro Língua de Trapo a partir do dia 23/08 no CEF 04 de Planaltina. Participe!
Jornalista: Leticia
De 23/08 a 04/09, no Teatro Língua de Trapo do CEF 04 de Planaltina, ocorre a Mini Mostra de Teatro Língua de Trapo, com os espetáculos “O Caminho das Águas” (nos dias 24, 25, 26 e 27/08) e “A Aurora da Minha Vida” (dias 31/08, 01, 02 e 04/09), além da exposição permanente “A Face do Cerrado”.
Os ingressos custam R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia). Participe!
CUT Brasília lançou Plataforma da Classe Trabalhadora para as Eleições de 2018 nesta segunda (20)
Jornalista: Maria Carla
O lançamento ocorreu no Teatro dos Bancários, a partir das 19h desta segunda-feira (20). Candidatos de vários partidos ao governo e a outros cargos dos Poderes Legislativos distrital e federal compareceram ao ato. A Plataforma CUT da Classe Trabalhadora para as Eleições 2018 reúne as demandas dos trabalhadores do Distrito Federal apontadas pelos sindicatos.
O presidente interino da CUT Brasília, Rodrigo Rodrigues, abriu o evento e disse que o material elenca as principais pautas, por segmento, e foi entregue a cada um dos candidatos ao Governo do Distrito Federal (GDF). “Neste ato, trazemos o documento do qual destaco algumas coisas, como a implementação de salário mínimo regional baseado nos cálculos do Dieese e a geração de emprego e renda com Carteira de Trabalho assinada e estabilidade no DF, bem como a melhoria e a garantia da oferta de educação, saúde, segurança e todos os serviços públicos com qualidade para a população”, disse.
Rodrigues explicou que a Plataforma foi elaborada também para viabilizar a construção de uma relação mais igualitária entre o capital e o trabalho no DF e no Brasil. Agradeceu a presença dos candidatos e candidatas e informou que todas as candidaturas do DF foram convidadas e receberam uma cópia do documento. No evento, compareceram os candidatos ao GDF Júlio Miragaya (PT), Renan Rosa (PCO); Ibaneis Rocha (MDB), Keka Bagno (candidata à vice-governadora de Fátima Sousa – PSOL), Antônio Guillen (PSTU) e outros candidatos(as) a deputado(a) distrital, federal e a senador(a).
Rodrigo Britto, presidente da CUT Brasília, afastado para campanha eleitoral e anfitrião do Teatro dos Bancários, também fez um breve discurso, no qual declarou estar feliz e satisfeito com a presença de todos e todas. Lembrou da tradição de luta e conquistas do Sindicato dos Bancários na história da luta de classe do DF.
“O Sindicato dos Bancários, fundado em 1961, teve como fundador e primeiro presidente Adelino Cassis, que faleceu em 2011.Desde então o sindicato teve grandes e aguerridas lideranças sindicais que sempre estiveram na direção da CUT Brasília e também passaram pela presidência da Central. A CUT é o maior instrumento de luta da classe trabalhadora na América Latina”, disse.
Ele afirmou que a o conteúdo da plataforma é o espelho do que a classe trabalhadodra do DF espera para a capital do país e para o Brasil, tanto no Executivo quanto no Legislativo. “A plataforma significa o anseio da classe trabalhadora por menos desigualdades no DF e Entorno e que quem a assumir deverá tansformar o Distrito Federal e o Entorno em local de dignidade. E nós, do movimento sindical, iremos cobrar de quem assumi-la e, caso não cumpra, será cobrado por meio do enfrentamento”, alertou.
Britto disse que, para compor o documento, a Central realizou plenárias e assembleias participativas, bem como discussões nos coletivos, o que possibilitou uma audição o mais completa possível das entidades sindicais e cuidou para que todos os trabalhadores e trabalhadoras do DF fossem representados na coletânea.
Após Rodrigo Britto, os candidatos discursaram e puderam divulgar suas propostas para o GDF. Na avaliação dos dirigentes sindicais, os(as) eleitores(as) têm de ficar atentos para não ser enganados, como foram em 2016. “As eleições de 2018 não podem servir de apoio ao golpe como desejam os políticos, empresários e proprietários de meios de comunicação comprometidos com o golpe de Estado aplicado no país em 2016″, avisam. Eles alertam para o fato de que esse imenso grupo de políticos e empresários nacionais e estrangeiros que aplicaram o golpe buscam referendá-lo e consolidá-lo nas eleições deste ano.
Por isso, neste momento de aprofundamento do golpe, diante de toda a retirada de direitos, é preciso que a classe trabalhadora eleja candidatos que assumam o protagonismo na proposição de temas relevantes, em especial, no que se refere à garantia das conquistas trabalhistas e sociais. Por isso, a CUT Brasília lança uma plataforam que reafirma a Central e os seus sindicatos filiados como principais instrumentos de resistência e de luta da categoria no país”, Rodrigo Rodrigues.
Ao final do evento, os participantes se manifestaram com palavras de ordem, como “Lula livre!” e “Central Única dos Trabalhadores!” Confira aqui o material na íntegra