Desconto em planos de saúde: atenção para o horário dos plantões

O Sinpro informa que os valores referentes às tabelas do plano de saúde SulAmérica foram atualizados. As novidades estão em vigor desde o dia 01 de agosto de 2018. Na nova tabela de valores por faixa etária, o reajuste foi de 13,67%, abaixo da inflação médica da SulAmerica.
Para ter acesso à nova tabela clique no link abaixo.
O convênio com essas operadoras permite ao(à) professor(a) e ao(à) orientador(a) educacional ter desconto no plano de saúde, assim como ocorre em lojas, salões de beleza, academias, e outras empresas conveniadas ao Sinpro.
Procure os corretores de plantão ou ligue para 3037-2411/99101-8268 (Kryvo Corretora)/ 3622-3319 (MCS Corretora) / 98601-9801

Mirlei – 98570-6602

Fabiola – 99105-4267

Para quem quiser entender os planos da SulAmérica e Quallity/Prosaúde, acesso o link abaixo.
 
http://www.sinprodf.org.br/desconto-em-planos-de-saude-confira-o-tira-duvidas/

Vigilantes entram em greve por tempo indeterminado


O Sindicato dos Vigilantes realizou assembleia com a categoria dos vigilantes nesta quarta-feira (28) e decidiu entrar em greve por tempo indeterminado. Durante a assembleia os diretores do Sindesv-DF fizeram um relato da audiência no Ministério Público do Trabalho, informando que o MPT propôs a intermediação no impasse com a realização de audiências individuais com cada sindicato (patronal e sindical) para a discussão das negociações. Além da segurança da manutenção de direitos históricos, os(as) trabalhadores(as) vigilantes do DF também reivindicam reajuste salarial de 3,1% nos salários e 6,8% no tíquete alimentação – que hoje é de R$ 34,11.
A diretoria colegiada do Sinpro apoia a luta dos vigilantes e orienta que as escolas públicas do Distrito Federal não substituam os companheiros por professores(as) e orientadores(as) – readaptados ou não – nas funções que cabem a estes servidores. Uma forma de abreviar a greve e ajudar os vigilantes no processo de negociação é não fazer a substituição destes profissionais, assim como os professores não gostam de ser substituídos quando estão em greve.

Professores(as) aposentados(as) decidem manter ocupação

Após onze horas de ocupação do gabinete do Secretário de Estado de Educação do Governo de Brasília, no Edifício Phenícia (Asa Norte), os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais aposentados(as) decidiram manter o movimento. A ocupação não tem hora nem dia para acabar.
O grupo de aposentados(as) ocupou o gabinete em resposta ao calote do governo Rollemberg em relação às pecúnias de todos(os) os(as) professores(as) e orientadores(as) que se aposentaram após o dia 8 de março de 2016. Mais de 2.700 educadores(as) aposentados(as) aguardam que Rollemberg cumpra a Lei e pague o que é devido. Em 2018, a previsão é de que mais 1.400 educadores(as) se aposentem e a insegurança quanto ao recebimento da pecúnia da licença-prêmio é generalizada.
Uma reunião com o secretário da Casa Civil chegou a ser agendada para a manhã desta quinta-feira (01), mas foi cancelada pelo grupo de aposentados devido à ingerência do GDF, que condicionou a reunião à desocupação. “O governo está mantendo sua posição de condicionar a reunião à nossa saída. O fato de marcar uma reunião não garante nenhum avanço, motivo de mantermos a ocupação”, explica a diretora do Sinpro Rosilene Corrêa. “Esta luta é de todos. Quem ainda não está aqui, vai se aposentar. Portanto, a união de todos e todas é que vai garantir nossa vitória”, garante Rosilene.
 
Entenda a pecúnia
A cada cinco anos de efetivo exercício, os (as) professores (as) e orientadores (as) educacionais têm direito a três meses de licença-prêmio por assiduidade. Mas na época, esses (as) trabalhadores (as) não usufruíram dessas licenças, porque foram impedidos pela Secretaria de Educação, uma vez que a mesma teria que contratar profissionais para substituí-los (as) e não por opção destes (as) educadores (as). A Lei n°840/2011 determina que após a publicação de aposentadoria do (a) servidor (a), as licenças-prêmio não usufruídas se transformam em pecúnia e o GDF deve pagá-las em até 60 dias. Porém Rollemberg desrespeita a Lei e não paga o que é devido.

Conheça o projeto “Autoras que Contam e Encantam”

A professora aposentada da rede pública Débora Bianca, ao lado de Giulieny Matos e Lair Franca criaram o projeto “Autoras que Contam e Encantam”. O objetivo é mostrar para as crianças (até o 5° ano do ensino fundamental) que os livros são coisas boas e que as histórias são motivos de alegria, superação e conforto. As autoras divulgam suas obras através de rodas de conversa e contações das histórias para os pequenos.
As obras são divididas por temas e por cada faixa etária. Débora Bianca escreveu os livros “A Mala Mágica da Filó” (temas: valores, solidariedade, bondade e sustentabilidade) e “Por Dentro da Mala Mágica da Filó” (abordando os valores, bondade, família e atitudes positivas).
Já Giulieny Matos é autora de “A Menina Derretida” (choro, superação, família, cotidiano, retorno às aulas), “A Menina Tagarela” (comunicação, expressão, brincar, fala) e “O Cardápio Maluco” (família, alimentação, cotidiano, diversão). Lair Franca escreveu “A Florzinha Encolhida”, “Lentes Mágicas”, “Mariela Quer Ser Modelo” e “O Ciclismo Realizando Sonhos”.
As autoras, com trabalhos semelhantes, se reúnem para apresentar as histórias e entreter as crianças, em uma divertida atividade pedagógica.
A aquisição mínima é de 20 livros por escola e o investimento é de R$ 20 por cada obra.
Mais informações a respeito na página do projeto no Facebook. Os contatos das autoras são os seguintes:
Lair Franca: 61 9 8458-1451 e lairfranca@gmail.com
Débora Bianca: 61 9 9691-8075 e dbxcarreira@gmail.com
Giulieny Matos: 61 9 8131-6214 e giulieny.autora@gmail.com
Mais informações abaixo:

Centrais expõem ao novo presidente do TST críticas à reforma trabalhista

No primeiro dia após a posse na presidência do Tribunal Superior do Trabalho (TST), nesta terça-feira (27), o ministro João Batista Brito Pereira recebeu representantes de centrais, confederações, federações e sindicatos. Os dirigentes entregaram documento em que mostram sua insatisfação com a Lei 13.467, de “reforma” da legislação trabalhista, e esperam que a nova gestão esteja mais aberta ao diálogo que a anterior.
O secretário de Assuntos Jurídicos da CUT, Valeir Ertle, viu no encontro “um sinal positivo de abertura de diálogo, uma porta que havia sido fechada para o movimento sindical pelo ex-presidente do Tribunal Ives Gandra”. O antecessor de Brito Pereira é criticado pelos sindicalistas por seu posicionamento pró-reforma e, segundo eles, favorável aos empresários.
No encontro, Brito Pereira lembrou que uma comissão interna do TST vai discutir a adaptação das normas da Casa à nova lei. “Ele nos garantiu que a jurisprudência da Corte será alterada progressivamente e ressaltou a importância de a comissão especial promover uma audiência pública para os ministros ouvirem de maneira ampla todos os interessados”, disse Valeir.
“Ele se comprometeu com a vontade da maioria dos ministros, disse que vai realizar várias audiências públicas para debater a revisão da nova lei trabalhista e ainda acrescentou que acha que a jurisprudência tem de ser construída de baixo para cima, e não o contrário, como pensava Gandra”, acrescentou o dirigente da CUT.
O presidente da CTB, Adilson Araújo, observou que várias ações diretas de inconstitucionalidade no Supremo Tribunal Federal (STF) questionam a lei que entrou em vigor em 11 de novembro. “Vamos resistir a essa falsa modernização das relações de trabalho, onde os patrões defendem uma agenda regressiva para reduzir o custo da mão de obra e rebaixar direitos duramente conquistados”, afirmou o dirigente.
“Sentimos que ele (Brito) não irá se curvar a imposições da nova lei. A disposição ao debate amplo e ao diálogo com o movimento sindical ficou clara. Tanto que esse foi seu primeiro ato após a posse”, lembrou o 1º secretário da Força Sindical, Sérgio Luiz Leite, o Serginho. “O presidente Brito assegurou que a Corte quer ouvir os trabalhadores na questão das jurisprudências e fazer uma discussão mais aprofundada.”
“As portas do Tribunal estarão sempre abertas para o diálogo, seja com as entidades de representação profissional, seja com a classe empresarial”, afirmou o novo presidente. “Somos um colegiado, e vou levar as ideias apresentadas nesse encontro aos demais ministros.”
(da Rede Brasil Atual)

Em apoio à UNB, universidades públicas oferecem cursos sobre o golpe de 2016

Ao menos 10 universidades públicas possuem interesse em ministrar cursos sobre o golpe de 2016, que destituiu a presidenta eleita Dilma Rousseff (PT) sem haver crime de responsabilidade, deixando o vice, Michel Temer (MDB), em seu lugar no Palácio do Planalto. A pioneira foi a Universidade de Brasília (UnB). A tentativa de censura por parte do ministro da Educação, Mendonça Filho, fez a comunidade acadêmica se mobilizar em apoio à instituição da capital federal.
O Departamento de Ciência Política da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) foi o primeiro que saiu em defesa da UnB. A instituição, em nota, afirmou “irrestrita solidariedade ao professor e pesquisador Luís Felipe Miguel, da UnB, que ministrará neste semestre a disciplina ‘O golpe de 2016 e o futuro da democracia no Brasil’”. A universidade no interior de São Paulo oferecerá a mesma matéria para os alunos interessados.
A Universidade Federal do Amazonas (Ufam) ministrará uma disciplina similar, com outro nome “Golpes de Estado, autoritarismo e repressão no Brasil republicano”. “Vivemos sob tempos sombrios. O avanço das forças conservadoras sobre o conjunto de direitos que haviam sido conquistados pelos trabalhadores se faz constante”, afirmou, ao portal Manaus de Fato, o professor do Departamento de História da Ufam César Augusto Bulbolz.
“Tentativas de cerceamento das atividades artísticas e acadêmicas estão virando rotina. A exposição cancelada no Santander, a performance no MAM, os protestos contra a visita de Judith Butler e, agora, a ameaça do Ministério da Educação (MEC) de proibição da disciplina ofertada demonstram que a democracia está em risco e que devemos reagir de forma enérgica contra essas constantes tentativas de censura e aos ataques à autonomia intelectual e às artes”, completou.
Já a Universidade Federal da Bahia (UFBA) oferecerá a disciplina “Tópicos Especiais em História: O golpe de 2016 e o futuro da democracia no Brasil”. A iniciativa partiu de mais de 20 professores de diferentes disciplinas das áreas de humanidades. A responsabilidade por ministrar a matéria será do Departamento de História da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas (FFCH). Além dos alunos, a disciplina estará aberta para o público geral cursá-la como ouvinte.
Outra universidade que saiu em defesa da UnB e deve ministrar uma disciplina similar foi a Universidade Estadual da Paraíba (UEPB). “Ministro de Estado não deve ocupar o cargo para derrubar a autonomia universitária”, criticou o professor Agassiz Almeida, da UEPB, em entrevista ao portal ParlamentoPB.
Enquanto mais universidades saem em defesa da liberdade de cátedra e da autonomia universitária, os estudantes aguardam para cursar as disciplinas sobre o golpe de 2016. Na UnB, já existe lista de espera para a matéria.
Também demonstraram interesse em ministrar matéria similar, até o momento, as seguintes instituições: Universidade Federal de Sergipe (UFS), Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ), Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) e Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).
(da Rede Brasil Atual)

Elite que ataca as universidades é avessa à liberdade política

O ato do MEC de tentar coibir a liberdade acadêmica ilustra tristemente a tradição do mandonismo da província
A história do Brasil republicano é a história da persistência autoritária. Essa condição explica tanto as inúmeras rupturas institucionais vividas, bem como a incidência de despotismos setoriais, como os que vitimam as universidades recentemente.
A referência autoritária ganha sua face original no mandonismo dos coronéis da Primeira República. Trata-se da transposição da lógica do patriarcado rural à realidade urbana: a disposição de ocupar com o mesmo primitivismo o poder político das cidades, manejar como seus os meios do Estado e dominar qualquer livre expressão do pensamento.
Essa tradição sobrevive nos dias atuais, expressa em tantas dinastias políticas que povoam o Congresso Nacional, tantos filhos (e filhas), até netos e bisnetos, e, desde o golpe parlamentar de 2016, estes rebentos foram catapultados ao Executivo nacional.
Uma vítima escolhida de imediato: a educação pública. A ralé brasileira, que adentrava os sagrados espaços da universidade, tidos como privilégio da classe média branca, poderia vir a ser esclarecida sobre a realidade brasileira, sua secular história de opressão racista, machista e oligárquica? Um risco!
A campanha imbecilizante do “Escola Sem Partido” alastrou-se como praga: censura às práticas pedagógicas, aos conteúdos curriculares, combate à categoria de gênero, culminando com a Reforma do Ensino Médio, que torna péssimo o que já é muito ruim.
Essa excrescência agora alcança as universidades no que elas têm de mais definidor: a autonomia. O MEC aciona o Ministério Público por conta de um curso de pós-graduação em Ciência Política da UnB, e o próprio Ministério Público aciona a Unifesp a respeito de uma pesquisa desenvolvida há décadas.
Universidades são formações sociais, quase milenares no Ocidente, constituídas no final da Idade Média separando-se da Igreja, para a instalação de uma esfera pública autônoma a fim de garantir exatamente o exercício da liberdade do pensamento e da expressão intelectual.
É claro que as universidades não são espaços democráticos, pois não oferecem acesso universal a todos e sua própria organização específica, fortemente hierarquizada, estabelece escalas de valores que pouco têm a ver com equidade. Não obstante, o espaço acadêmico é, por natureza, plural e aberto à dúvida e ao debate.
Talvez estas características, numa sociedade tão avessa à liberdade política como sempre foi a sociedade brasileira, expliquem o caráter tardio das universidades entre nós, inauguradas apenas na década de 1930, e só interiorizadas pelo Brasil profundo há poucos anos.
O ato do MEC de tentar coibir a liberdade acadêmica – agravado pelos tuites sem propósito do próprio Ministro da Educação – ilustra tristemente a tradição do mandonismo da província.
Fosse apenas pelo pitoresco, não mereceria mais que o escárnio nas redes sociais. Somado à ofensiva desencadeada contra as universidades públicas, pelo cerceamento de seus recursos ou abusos cometidos pelo aparato judicial, o episódio merece mais atenção.
Reflexões importantes no campo da Ciência Política desvelam a disposição autoritária como o elemento distintivo do neoliberalismo atual. Categorias centrais das “democracias burguesas”, como a legitimação das elites dirigentes pelo voto popular são, agora, desvalorizadas.
À vista dessa ressurgência autoritária no mundo e no Brasil (hoje às voltas com uma intervenção militar nos bairros populares do Rio de Janeiro), devemos assegurar que seja resguardada a autonomia acadêmica, espaço precioso de liberdade nestes duros tempos em que lutamos pela reconstrução da democracia no Brasil.
Margarida Salomão é presidente da Frente Parlamentar em Defesa das Universidades Federais, deputada federal (PT-MG), professora e pesquisadora universitária, e foi reitora da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) por dois mandatos consecutivos.
Fonte: Carta Capital

ONU destaca luta por Paulo Freire como patrono da educação brasileira

“Estou muito feliz por saber que o lugar de Paulo Freire como patrono da educação brasileira permanece intacto”, afirma Mme. Koumbou Boly Barry
Em carta enviada nesta terça-feria 20 à Campanha Nacional pelo Direito à Educação, a relatora especial da Organização das Nações Unidas (ONU) para o Direito à Educação, Mme. Koumbou Boly Barry, parabenizou as instituições e organizações da sociedade civil que lutaram para que o nome de Paulo Freire fosse mantido como patrono da educação brasileira.
Em dezembro do ano passado, após tentativa de retirada de seu título proposta por movimentos ultraconservadores, a Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado Federal arquivou o pedido feito pelo Movimento Brasil Livre.

“Essa carta tem duas mensagens: primeiro, Paulo Freire é um patrimônio mundial e não pode ser desrespeitado no Brasil, sua terra. Segundo que a luta pelo direito à educação no Brasil tem sido vitoriosa e é reconhecida no mundo”, afirmou Daniel Cara, coordenador geral da Campanha Nacional pelo Direito à Educação.
No documento, a relatora explica que, no início de 2017, a convite da equipe da Campanha, pôde conhecer a biblioteca de Paulo Freire, na sede do Instituto Paulo Freire, em São Paulo. “Foi-me presenteada uma cópia em inglês do livro Pedagogia do Oprimido e, ao lê-lo, tive a impressão de que Paulo Freire estava comemorando nosso compromisso com a emancipação das mulheres e dos homens através da educação”, afirma.
Ela coloca ainda que “a pedagogia de Paulo Freire representa o caminho mais seguro para a liberdade e para a promoção de uma sociedade justa e digna para todos”, concluindo que ficou muito feliz em saber que o lugar de Paulo Freire como Patrono da educação brasileira permanece intacto, “respeitando a sua memória, legado e crenças”.
Em sua conclusão, Boly Barry encoraja fortemente o povo brasileiro a nunca parar de lutar por educação pública de qualidade gratuita para todos, sem discriminação, “como Paulo Freire nos ensinou”.

Professora Isabel Cristina Corgosinho ministra curso sobre o discurso amoroso na arte, filosofia e psicanálise

A partir do dia 20 de março, na Sede do Sinpro, a professora e doutora Isabel Cristina Corgosinho ministra o curso “O que é, o que quer, o que pode o discurso amoroso: Literatura, cinema e outras falas”. Será realizado sempre às terças-feiras, com turmas pela manhã (8h30 às 11h30) e tarde (14h às 17h). A carga horária é de 60h, entre março e junho. O valor consiste em 4 parcelas de R$ 125.
O objetivo do curso é “reconhecer nas faces dialógicas do discurso amoroso, presentes na arte,  na filosofia e na psicanálise, um contraponto na arena discursiva de ódio e violência nas redes e espaços sociais”.
As inscrições podem ser feitas pelo email corbela10@yahoo.com.br, ou pelo telefone (61) 9 8589-6898 ou ainda nas Sedes e Subsedes do Sinpro.
Mais informações a respeito do curso e ficha de inscrição nos abaixo:
FICHA DE INSCRIÇÃOlitcinema2018
CURSOVERSAOFINAL2018
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Professor da EC 218 de Santa Maria lança livro dia 16/03. Participe!

“Amber cresceu como filha única, sempre cercada de amor e dedicação. Uma adolescente comum, com os problemas, alegrias e dilemas iguais a de qualquer outra garota de treze anos. Pelo menos era isso que pensava até ver que o castelo de cartas, que era sua vida, se desfazer diante de seus olhos”. Este é o início da sinopse da obra “Amber 9”, primeiro romance de Nando Alves, escritor e professor da Escola Classe 218 de Santa Maria.
O lançamento do livro será no dia 16 de março, a partir das 14 horas, no Santa Maria Shopping.
Mais informações a respeito da obra aqui ou pelo telefone 61 9 9257 7762.
Participe!

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