No Brasil e no mundo trabalhadores estão mais felizes com o trabalho remoto

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Portal CUT – Escrito por: Redação CUT | Editado por: Rosely Rocha

 

O levantamento de uma plataforma norte-americana, a Frameable, que analisou dados de diversas pesquisas, mostra que os trabalhadores e trabalhadoras preferem o trabalho remoto, sendo que a maioria quer o híbrido com dias ou horas divididas entre o presencial e em casa, de preferência com mais tempo de trabalho remoto.

Embora esses dados sejam dos Estados Unidos e diferem do Brasil em que a maioria prefere mais tempo de trabalho remoto, o trabalhador brasileiro deve ficar atento ao que os empresários decidirem ao redor do mundo. Normalmente as decisões de grandes empresas refletem em como suas multinacionais e transacionais vão se comportar através do mundo.

A maioria dos trabalhadores dos EUA trabalha em modelo híbrido, sendo que 35% podem realizar suas atividades em casa em período integral e 23% cumprem expediente em casa em meio período. Quando os empregadores oferecem algum grau de trabalho remoto, 87% dos funcionários trabalham remotamente pelo menos um dia por semana, o que significa que apenas 13% rejeitam a flexibilidade. A maioria (58%) fica em casa pelo menos três dias por semana. O levantamento da Frameable foi publicado pelo Valor Econômico.

No Brasil o fenômeno também é sentido. Aqui a proporção de profissionais satisfeitos com o home office aumentou de 64% em 2020 para 73% em 2021. Além da satisfação geral, 81% se consideraram na mesma medida ou mais produtivos em 2021. Em 2020 eram 73%. E a intenção de continuar em home-office após a pandemia aumentou de 70% para 78% de um ano para o outro.

Mentalidade do empresariado

Nos EUA o receio das grandes empresas é que a volta do trabalho presencial provoque uma onda de demissões caso o desejo do trabalhador não seja aceito. Pelo menos 50% dos trabalhadores dos EUA são desistentes silenciosos, o que é causado por empregadores que não fornecem expectativas claras de trabalho e oportunidades de aprendizado e crescimento para sua equipe, além de não demonstrarem que se importam com seus funcionários, mostrou a pesquisa Gallup.

No Brasil 2,9 milhões de trabalhadores pediram demissão de janeiro a maio deste ano, mas a maioria dos pedidos voluntários de demissão é de profissionais com mais tempo de estudo que atua na área de tecnologia da informação.

Aqui, por questões culturais, de acordo com a pesquisadora Sylvia Hartmann da Faculdade de Economia e Administração da Universidade de São Paulo (FEA-.USP), “ o que impede empresas de adotar o home office é a mentalidade de gestores e chefias que têm a necessidade de fazer uma gestão mais voltada para o controle do trabalhador, ter todos ao mesmo tempo no mesmo lugar. Nos escritórios há uma ilusão de que é um trabalho em equipe, de que existe colaboração, de que a gestão é adequada. É muito mais um controle”, disse Hartmann em entrevista ao PortalCUT.

Leia mais: Apesar do home office ser mais produtivo, empresas resistem a adotar novo modelo

Futuro do trabalho remoto

Ao mesmo tempo, os dados da Survey of Working Arrangements and Attitudes revelam que, ao olhar para o futuro, 31,7% dos funcionários dos EUA querem trabalhar em casa cinco dias por semana e 16% preferem jornadas em tempo integral no escritório. No entanto, 27% dos empregadores planejam não oferecer flexibilidade no local de trabalho pós-Covid e 22%.

De acordo com a pesquisadora, quando analisados fatores como o desenvolvimento econômico do país, o avanço tecnológico e a capacidade das empresas para oferecerem o home office, o Brasil tem cerca 25% de postos de trabalho com potencial para o formato não presencial de trabalho, mas apenas 10% estão em prática.

Direitos dos trabalhadores brasileiros

Em agosto deste ano, o Congresso Nacional aprovou regras para o teletrabalho ou trabalho remoto, tem pelo menos três normas prejudiciais aos trabalhadores: duas que aumentam a jornada de trabalho, sem o pagamento de horas extras e a que tira o poder de negociação coletiva.

Leia mais Novas regras para o teletrabalho podem estender jornada, sem pagamento de hora extra

Durante a pandemia algumas empresas chegaram a cortar benefícios como vale transporte e vale alimentação dos trabalhadores.  Mesmo antes da pandemia, o home office já era motivo de preocupação para o movimento sindical. Por isso, em abril do ano passado, a CUT lançou guia de negociação para garantir direitos neste formato de trabalho.

 Leia mais: CUT lança guia de negociação para garantir direitos dos trabalhadores em home office

Fonte: CUT

Senado eleito é conservador, mas não impedirá ações de governo progressista

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Portal CUT – Escrito por: Redação CUT/Texto: André Accarini | Editado por: Rosely Rocha

 

O perfil do Senado, após as eleições do último domingo (2), assumiu ainda mais as características ideológicas alinhadas ao centro-direita. Levantamento feito pelo Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap), mostra que, com os candidatos eleitos, a Casa permanecerá predominantemente conservadora e liberal.

Segundo avaliação dos analistas políticos do Diap, Neuriberg Faria e André Santos, com a nova configuração, o ex-presidente Lula (PT), se eleito, ‘herdaria uma oposição mais forte no Senado”. No entanto, eles ressaltam que há a possibilidade de uma negociação com legendas independentes e com mais facilidade de compor a governabilidade.

Entre os independentes estão o PSD (com 10 senadores), MDB (9), PSDB (4) e Pros (1), totalizando 24 senadores.

Já a oposição é formada por PT (9), PSB (2), PDT (2), Cidadania e Rede com (1) cada. Totalizando 15 senadores. Somadas as duas bancadas, são 39 senadores.

Em 2022, a eleição renova 1/3 das cadeiras do Senado. De acordo com o Diap, a nova composição da casa terá 28 novos senadores (Veja a lista abaixo). Atualmente, o Senado tem mais aliados a Bolsonaro, 42 dos 81 senadores. Os partidos apoiadores são União com 11 senadores, PP (com 7), Podemos (6), Republicanos (3) e PSC (1).

Veja ao final da matéria também a relação de deputados federais eleitos em 2022

Leia mais: Índice de renovação na Câmara Federal é de 44,05%, segundo o Diap

No gráfico abaixo, por partido, estão os atuais senadores eleitos em 2014 e cujo mandato vai até 2023. Os senadores que foram eleitos em 2018 com mandato até 2027, além do total de reeleitos e novos senadores.

Partidos Mandato

2015-2023

Mandato

2019-2027

Reeleitos Novos Bancada
PL 2 6 2 6 14
UNIÃO 2 6 1 4 11
PSD 3 8 2   10
MDB 4 8   1 9
PT 2 5   4 9
PP 4 4   3 7
PODEMOS 2 6     6
PSDB 2 4     4
REPUBLICANOS   1   2 3
PDT 1 2     2
PSB 1 1   1 2
CIDADANIA   1     1
PROS 1 1     1
PSC 1     1 1
REDE   1     1
PTB 2       0
Total 27 54     81

Veja quem como fica o Senado a partir de 2023 (candidatos eleitos por estado, em ordem alfabética):

  • Acre: Alan Rick (União Brasil)
  • Alagoas: Renan Filho (MDB)
  • Amapá: Davi Alcolumbre (União Brasil)
  • Amazonas: Omar Aziz (PSD)
  • Bahia: Otto Alencar (PSD)
  • Ceará: Camilo Santana (PT)
  • Distrito Federal: Damares Alves (Republicanos)
  • Espírito Santo: Magno Malta (PL)
  • Goiás: Wilder Morais (PL)
  • Maranhão: Flávio Dino (PSB)
  • Mato Grosso: Wellington Fagundes (PL)
  • Mato Grosso do Sul: Tereza Cristina (PP)
  • Minas Gerais: Cleitinho (PSC)
  • Pará: Beto Faro (PT)
  • Paraíba: Efraim Filho (União Brasil)
  • Paraná: Sergio Moro (União Brasil)
  • Piauí: Wellington Dias (PT)
  • Pernambuco: Teresa Leitão (PT)
  • Rio de Janeiro: Romário (PL)
  • Rio Grande do Norte: Rogério Marinho (PL)
  • Rio Grande do Sul: Hamilton Mourão (Republicanos)
  • Rondônia: Jaime Bagattoli (PL)
  • Roraima: Hiran Gonçalves (PP)
  • Santa Catarina: Jorge Seif (PL)
  • São Paulo: Astronauta Marcos Pontes (PL)
  • Sergipe: Laércio (PP)
  • Tocantins: Dorinha (União)

Índice de renovação

Dos 27 senadores eleitos, 70% são novos parlamentares na Casa. Apenas cinco renovaram seus mandatos. São eles Omar Aziz (PSD/AM), Davi Alcolumbre (União/AP), Otto Alencar (PSD/BA), Wellington Fagundes (PL/MT), e Romário (PL/RJ).

Álvaro Dias (Podemos/PR), Rose de Freitas (MDB/ES), Roberto Rocha (PTB/MA), Telmário Mota (Pros/RR), Dário Berger (PSB/SC), Acir Gurgacz (PDT/RO), Kátia Abreu (PP/TO) e Alexandre Silveira (PSD/MG) não foram reeleitos.

Em 2018, quando 2/3 (54 senadores) disputaram vaga, mias de 85% dos senadores se reelgeram.

Câmara dos Deputados

Ainda de acordo com o levantamento, a composição da Câmara após as eleições também seguirá as características alinhadas à direita. No entanto, os assessores políticos do Diap reforçam que a esquerda e centro esquerda obtiveram vitórias importantes.

Uma delas o aumento da bancada em relação a atual e a outra, a expressiva votação de candidatos que representam segmentos sociais e minorias como ocorreu para São Paulo, com a eleição de Guilherme Boulos (Psol), deputado mais votado do estado.

Confira os nomes dos eleitos por estados e partidos políticos

RELAÇÃO DOS DEPUTADOS FEDERAIS ELEITOS
CANDIDATO PARTIDO UF RESULTADO
ANTÔNIA LÚCIA REPUBLICANOS AC Reeleito
SOCORRO NERI PP AC Eleito
MEIRE SERAFIM União AC Eleito
CORONEL ULYSSES União AC Eleito
ZEZINHO BARBARY PP AC Eleito
GERLEN DINIZ PP AC Eleito
ROBERTO DUARTE REPUBLICANOS AC Eleito
DR EDUARDO VELLOSO União AC Eleito
ARTHUR LIRA PP AL Reeleito
ISNALDO BULHÕES JR. MDB AL Reeleito
MARX BELTRÃO PP AL Reeleito
PAULÃO PT AL Reeleito
ALFREDO GASPAR União AL Eleito
LUCIANO AMARAL PV AL Eleito
DANIEL BARBOSA PP AL Eleito
DELEGADO FABIO COSTA PP AL Eleito
RAFAEL BRITO MDB AL Eleito
ÁTILA LINS PSD AM Reeleito
CAPITÃO ALBERTO NETO PL AM Reeleito
SIDNEY LEITE PSD AM Reeleito
SILAS CÂMARA REPUBLICANOS AM Reeleito
ADAIL FILHO REPUBLICANOS AM Eleito
SAULLO VIANNA União AM Eleito
FAUSTO SANTOS JR União AM Eleito
AMOM MANDEL CIDADANIA AM Eleito
ACÁCIO FAVACHO MDB AP Reeleito
VINICIUS GURGEL PL AP Eleito
 JOSENILDO PDT AP Eleito
DORINALDO MALAFAIA PDT AP Eleito
SONIZE BARBOSA PL AP Eleito
PROFESSORA GORETH PDT AP Eleito
DR. PUPIO MDB AP Eleito
SILVIA WAIÃPI PL AP Eleito
ADOLFO VIANA PSDB BA Reeleito
AFONSO FLORENCE PT BA Reeleito
ALEX SANTANA REPUBLICANOS BA Reeleito
ALICE PORTUGAL PCdoB BA Reeleito
ANTONIO BRITO PSD BA Reeleito
ARTHUR OLIVEIRA MAIA União BA Reeleito
BACELAR PV BA Reeleito
CLAUDIO CAJADO PP BA Reeleito
DANIEL ALMEIDA PCdoB BA Reeleito
ELMAR NASCIMENTO União BA Reeleito
FÉLIX MENDONÇA JÚNIOR PDT BA Reeleito
JOÃO CARLOS BACELAR PL BA Reeleito
JORGE SOLLA PT BA Reeleito
JOSÉ ROCHA União BA Reeleito
JOSEILDO RAMOS PT BA Reeleito
LEUR LOMANTO JÚNIOR União BA Reeleito
LÍDICE DA MATA PSB BA Reeleito
MÁRCIO MARINHO REPUBLICANOS BA Reeleito
MÁRIO NEGROMONTE JR. PP BA Reeleito
OTTO ALENCAR FILHO PSD BA Reeleito
PASTOR SARGENTO ISIDÓRIO AVANTE BA Reeleito
PAULO AZI União BA Reeleito
PAULO MAGALHÃES PSD BA Reeleito
RAIMUNDO COSTA Podemos BA Reeleito
SÉRGIO BRITO PSD BA Reeleito
VALMIR ASSUNÇÃO PT BA Reeleito
WALDENOR PEREIRA PT BA Reeleito
ZÉ NETO PT BA Reeleito
DIEGO CORONEL PSD BA Eleito
NETO CARLETTO PP BA Eleito
ROBERTA ROMA PL BA Eleito
LÉO PRATES PDT BA Eleito
DEPUTADO DAL União BA Eleito
GABRIEL NUNES PSD BA Eleito
RICARDO MAIA MDB BA Eleito
IVONEIDE CAETANO PT BA Eleito
JOÃO LEÃO PP BA Eleito
CAPITÃO ALDEN PL BA Eleito
ROGERIA SANTOS REPUBLICANOS BA Eleito
AJ ALBUQUERQUE PP CE Reeleito
ANDRÉ FIGUEIREDO PDT CE Reeleito
CÉLIO STUDART PSD CE Reeleito
DANILO FORTE União CE Reeleito
DOMINGOS NETO PSD CE Reeleito
DR. JAZIEL PL CE Reeleito
EDUARDO BISMARCK PDT CE Reeleito
IDILVAN ALENCAR PDT CE Reeleito
JOSÉ AIRTON FÉLIX CIRILO PT CE Reeleito
JOSÉ GUIMARÃES PT CE Reeleito
JÚNIOR MANO PL CE Reeleito
LUIZIANNE LINS PT CE Reeleito
MAURO BENEVIDES FILHO PDT CE Reeleito
MOSES RODRIGUES União CE Eleito
ROBÉRIO MONTEIRO PDT CE Reeleito
ANDRÉ FERNANDES PL CE Eleito
EUNÍCIO MDB CE Eleito
MATHEUS NORONHA PL CE Eleito
FERNANDA PESSOA União CE Eleito
LUIZ GASTÃO PSD CE Eleito
YURY DO PAREDÃO PL CE Eleito
DAYANY DO CAPITÃO União CE Eleito
BIA KICIS PL DF Reeleito
ERIKA KOKAY PT DF Reeleito
JULIO CESAR RIBEIRO REPUBLICANOS DF Reeleito
FRED LINHARES REPUBLICANOS DF Eleito
RAFAEL PRUDENTE MDB DF Eleito
PROFESSOR REGINALDO VERAS PV DF Eleito
FRAGA PL DF Eleito
GILVAN MAXIMO REPUBLICANOS DF Eleito
AMARO NETO REPUBLICANOS ES Reeleito
DA VITORIA PP ES Reeleito
EVAIR VIEIRA DE MELO PP ES Reeleito
HELDER SALOMÃO PT ES Reeleito
PAULO FOLETTO PSB ES Reeleito
GILVAN PL ES Eleito
GILSON DANIEL PODE ES Eleito
DR. VICTOR PODE ES Eleito
JACK ROCHA PT ES Eleito
MESSIAS DONATO REPUBLICANOS ES Eleito
ADRIANO DO BALDY PP GO Reeleito
CÉLIO SILVEIRA MDB GO Reeleito
DR. ZACHARIAS CALIL União GO Reeleito
FLÁVIA MORAIS PDT GO Reeleito
GLAUSTIN DA FOKUS PSC GO Reeleito
JOSÉ NELTO PP GO Reeleito
MAGDA MOFATTO PL GO Reeleito
PROFESSOR ALCIDES PL GO Reeleito
RUBENS OTONI PT GO Reeleito
SILVYE ALVES União GO Eleito
GUSTAVO GAYER PL GO Eleito
DELEGADA ADRIANA ACCORSI PT GO Eleito
MARUSSA BOLDRIN MDB GO Eleito
DANIEL AGROBOM PL GO Eleito
JEFERSON RODRIGUES REPUBLICANOS GO Eleito
DR. ISMAEL ALEXANDRINO PSD GO Eleito
LÊDA BORGES PSDB GO Eleito
ALUISIO MENDES PSC MA Reeleito
ANDRÉ FUFUCA PP MA Reeleito
CLEBER VERDE REPUBLICANOS MA Reeleito
JOSIMAR MARANHÃOZINHO PL MA Reeleito
JOSIVALDO JP PSD MA Reeleito
JUNIOR LOURENÇO PL MA Reeleito
JUSCELINO FILHO União MA Reeleito
MÁRCIO JERRY PCdoB MA Reeleito
MARRECA FILHO PATRIOTA MA Reeleito
PASTOR GIL PL MA Reeleito
PEDRO LUCAS FERNANDES União MA Reeleito
RUBENS PEREIRA JÚNIOR PT MA Reeleito
DETINHA PL MA Eleito
DUARTE PSB MA Eleito
AMANDA GENTIL PP MA Eleito
ROSEANA SARNEY MDB MA Eleito
FÁBIO MACEDO PODE MA Eleito
MÁRCIO HONAISER PDT MA Eleito
AÉCIO NEVES PSDB MG Reeleito
ANDRÉ JANONES AVANTE MG Reeleito
DELEGADO MARCELO FREITAS União MG Reeleito
DIEGO ANDRADE PSD MG Reeleito
DIMAS FABIANO PP MG Reeleito
DOMINGOS SÁVIO PL MG Reeleito
DR. FREDERICO PATRIOTA MG Reeleito
EMIDINHO MADEIRA PL MG Reeleito
EROS BIONDINI PL MG Reeleito
EUCLYDES PETTERSEN PSC MG Reeleito
FRED COSTA PATRIOTA MG Reeleito
GILBERTO ABRAMO REPUBLICANOS MG Reeleito
GREYCE ELIAS AVANTE MG Reeleito
HERCÍLIO COELHO DINIZ MDB MG Reeleito
IGOR TIMO PODE MG Reeleito
JUNIO AMARAL PL MG Reeleito
LAFAYETTE DE ANDRADA REPUBLICANOS MG Reeleito
LEONARDO MONTEIRO PT MG Reeleito
LINCOLN PORTELA PL MG Reeleito
LUIS TIBÉ AVANTE MG Reeleito
MARCELO ÁLVARO ANTÔNIO PL MG Reeleito
MÁRIO HERINGER PDT MG Reeleito
MISAEL VARELLA PSD MG Reeleito
NEWTON CARDOSO JR MDB MG Reeleito
ODAIR CUNHA PT MG Reeleito
PADRE JOÃO PT MG Reeleito
PATRUS ANANIAS PT MG Reeleito
PAULO ABI-ACKEL PSDB MG Reeleito
PAULO GUEDES PT MG Reeleito
PINHEIRINHO PP MG Reeleito
REGINALDO LOPES PT MG Reeleito
RODRIGO DE CASTRO União MG Reeleito
ROGÉRIO CORREIA PT MG Reeleito
STEFANO AGUIAR PSD MG Reeleito
WELITON PRADO PROS MG Reeleito
ZÉ SILVA SOLIDARIEDADE MG Reeleito
ZÉ VITOR PL MG Reeleito
BETO PEREIRA PSDB MS Reeleito
DAGOBERTO NOGUEIRA PSDB MS Reeleito
DR. LUIZ OVANDO PP MS Reeleito
VANDER LOUBET PT MS Reeleito
MARCOS POLLON PL MS Eleito
DR. GERALDO RESENDE PSDB MS Eleito
CAMILA JARA PT MS Eleito
RODOLFO NOGUEIRA PL MS Eleito
EMANUEL PINHEIRO NETO MDB MT Reeleito
JOSÉ MEDEIROS PL MT Reeleito
JUAREZ COSTA MDB MT Reeleito
FÁBIO GARCIA UNIÃO MT Eleito
ABÍLIO PL MT Eleito
AMÁLIA BARROS PL MT Eleito
CORONEL FERNANDA PL MT Eleito
 CORONEL ASSIS UNIÃO MT Eleito
AIRTON FALEIRO PT PA Reeleito
CELSO SABINO União PA Reeleito
DELEGADO ÉDER MAURO PL PA Reeleito
ELCIONE BARBALHO MDB PA Reeleito
JOAQUIM PASSARINHO PL PA Reeleito
JOSÉ PRIANTE MDB PA Reeleito
JÚNIOR FERRARI PSD PA Reeleito
OLIVAL MARQUES MDB PA Reeleito
ALESSANDRA HABER CARVALHO SANTOS MDB PA Eleito
RENILCE CONCEIÇÃO NICODEMOS DE ALBUQUERQUE MDB PA Eleito
DIVANDA FURTADO FARO PT PA Eleito
ANTONIO LEOCADIO DOS SANTOS MDB PA Eleito
KENISTON DE JESUS DOS SANTOS MDB PA Eleito
ANDREIA BRITO GONÇALVES SIQUEIRA MDB PA Eleito
LENILDO MENDES DOS SANTOS SERTÃO PL PA Eleito
HENDERSON LIRA PINTO MDB PA Eleito
RAIMUNDO JOSE PEREIRA DOS SANTOS PSD PA Eleito
AGUINALDO RIBEIRO PP PB Eleito
DAMIÃO FELICIANO União PB Reeleito
GERVÁSIO MAIA PSB PB Reeleito
HUGO MOTTA REPUBLICANOS PB Reeleito
RUY CARNEIRO PSC PB Reeleito
WELLINGTON ROBERTO PL PB Reeleito
WILSON SANTIAGO Republicanos PB Reeleito
GILBERTO GOMES DA SILVA PP PB Eleito
FRANCISCO EMERSON ASSIS DE LUCENA PP PB Eleito
ROMERO RODRIGUES VEIGA PSC PB Eleito
CÁSSIO MURILO GALDINO DE ARAÚJO REPUBLICANOS PB Eleito
LUIZ COUTO PT PB Eleito
ANDRÉ FERREIRA PL PE Reeleito
AUGUSTO COUTINHO REPUBLICANOS PE Reeleito
CARLOS VERAS PT PE Reeleito
EDUARDO DA FONTE PP PE Reeleito
FELIPE CARRERAS PSB PE Reeleito
FERNANDO COELHO FILHO União PE Reeleito
FERNANDO MONTEIRO PP PE Reeleito
FERNANDO RODOLFO PL PE Reeleito
LUCIANO BIVAR União PE Reeleito
PASTOR EURICO PL PE Reeleito
RENILDO CALHEIROS PCdoB PE Reeleito
SILVIO COSTA FILHO REPUBLICANOS PE Reeleito
TÚLIO GADÊLHA REDE PE Reeleito
CLARISSA TÉRCIO PP PE Eleito
PEDRO CAMPOS PSB PE Eleito
WALDEMAR OLIVEIRA AVANTE PE Eleito
CLODOALDO MAGALHÃES PV PE Eleito
MARIA ARRAES SOLIDARIEDADE PE Eleito
IZA ARRUDA MDB PE Eleito
ERIBERTO MEDEIROS PSB PE Eleito
LULA DA FONTE PP PE Eleito
LUCAS RAMOS PSB PE Eleito
GUILHERME UCHOA JUNIOR PSB PE Eleito
CORONEL MEIRA PL PE Eleito
MENDONÇA FILHO UNIÃO PE Eleito
FLÁVIO NOGUEIRA PT PI Reeleito
JÚLIO CESAR PSD PI Reeleito
MARCOS AURÉLIO SAMPAIO PSD PI Reeleito
REJANE DIAS PT PI Reeleito
DR. FRANCISCO PT PI Eleito
CASTRO NETO PSD PI Eleito
JULIO ARCOVERDE PP PI Eleito
FLORENTINO NETO PT PI Eleito
ATILA PP PI Eleito
JADYEL DA JUPI PV PI Eleito
ALIEL MACHADO PV PR Reeleito
DIEGO GARCIA REPUBLICANOS PR Reeleito
ENIO VERRI PT PR Reeleito
FELIPE FRANCISCHINI União PR Reeleito
FILIPE BARROS PL PR Reeleito
GIACOBO PL PR Reeleito
GLEISI HOFFMANN PT PR Reeleito
LEANDRE PSD PR Reeleito
LUCIANO DUCCI PSB PR Reeleito
LUISA CANZIANI PSD PR Reeleito
LUIZ NISHIMORI PSD PR Reeleito
PEDRO LUPION PP PR Reeleito
RICARDO BARROS PP PR Reeleito
SANDRO ALEX PSD PR Reeleito
SARGENTO FAHUR PSD PR Reeleito
SERGIO SOUZA MDB PR Reeleito
TONINHO WANDSCHEER PROS PR Reeleito
VERMELHO PL PR Reeleito
ZECA DIRCEU PT PR Reeleito
DELTAN MARTINAZZO DALLAGNOL PODE PR Eleito
CARLOS ALBERTO GEBRIM PRETO PSD PR Eleito
MATHEUS ARAUJO LAIOLA UNIÃO PR Eleito
ANA CAROLINA MOURA MELO DARTORA PT PR Eleito
SEBASTIÃO HENRIQUE DE MEDEIROS PP PR Eleito
ANTONIO TADEU VENERI PT PR Eleito
PAULO HENRIQUE COLETTI FERNANDES PSD PR Eleito
GERALDO GABRIEL MENDES UNIÃO PR Eleito
DILCEU JOÃO SPERAFICO PP PR Eleito
NELSON FERNANDO PADOVANI UNIÃO PR Eleito
CARLOS ALBERTO RICHA PSDB PR Eleito
ALTINEU CÔRTES PL RJ Reeleito
AUREO RIBEIRO SOLIDARIEDADE RJ Reeleito
BENEDITA DA SILVA PT RJ Reeleito
CARLOS JORDY PL RJ Reeleito
CHIQUINHO BRAZÃO União RJ Reeleito
CHRIS TONIETTO PL RJ Reeleito
DANIELA DO WAGUINHO União RJ Reeleito
DR. LUIZ ANTONIO TEIXEIRA JR. PP RJ Reeleito
GLAUBER BRAGA PSOL RJ Reeleito
GUTEMBERG REIS MDB RJ Reeleito
HELIO LOPES PL RJ Reeleito
HUGO LEAL PSD RJ Reeleito
JANDIRA FEGHALI PCdoB RJ Reeleito
JORGE BRAZ REPUBLICANOS RJ Reeleito
JULIO LOPES PP RJ Eleito
JUNINHO DO PNEU União RJ Reeleito
LUIZ LIMA PL RJ Reeleito
MARCOS SOARES União RJ Reeleito
OTONI DE PAULA MDB RJ Reeleito
PEDRO PAULO PSD RJ Reeleito
ROSANGELA GOMES REPUBLICANOS RJ Reeleito
SORAYA SANTOS PL RJ Reeleito
SÓSTENES CAVALCANTE PL RJ Reeleito
TALÍRIA PETRONE PSOL RJ Reeleito
GENERAL PAZUELLO PL RJ Eleito
TARCÍSIO MOTTA PSOL RJ Eleito
LINDBERGH FARIAS PT RJ Eleito
CHICO ALENCAR PSOL RJ Eleito
WASHINGTON QUAQUÁ PT RJ Eleito
MARCELO CRIVELLA REPUBLICANOS RJ Eleito
DANIEL SORANZ PSD RJ Eleito
ROBERTO MONTEIRO PAI PL RJ Eleito
MAX PROS RJ Eleito
LUCIANO VIEIRA PL RJ Eleito
DANI CUNHA União RJ Eleito
MARCELO QUEIROZ PP RJ Eleito
BANDEIRA DE MELLO PSB RJ Eleito
MARCOS TAVARES PDT RJ Eleito
DELEGADO RAMAGEM PL RJ Eleito
PASTOR HENRIQUE VIEIRA PSOL RJ Eleito
MURILLO GOUVEA União RJ Eleito
LAURA CARNEIRO PSD RJ Eleito
DIMAS GADELHA PT RJ Eleito
BEBETO PTB RJ Eleito
REIMONT PT RJ Eleito
SARGENTO PORTUGAL PODE RJ Eleito
BENES LEOCÁDIO União RN Reeleito
GENERAL GIRÃO PL RN Reeleito
JOÃO MAIA PL RN Reeleito
NATÁLIA BONAVIDES PT RN Reeleito
ROBINSON FARIA PL RN Eleito
MINEIRO PT RN Eleito
PAULINHO FREIRE UNIÃO RN Eleito
SARGENTO GONÇALVES PL RN Eleito
CORONEL CHRISÓSTOMO PL RO Reeleito
LUCIO MOSQUINI MDB RO Reeleito
SILVIA CRISTINA PL RO Reeleito
FERNANDO RODRIGUES MÁXIMO UNIÃO RO Eleito
MAURICIO FONSECA RIBEIRO CARVALHO DE MORAES UNIÃO RO Eleito
THIAGO LEITE FLORES PEREIRA MDB RO Eleito
CRISTIANE LOPES DA LUZ BENARROSH UNIÃO RO Eleito
JOSÉ EURIPEDES CLEMENTE UNIÃO RO Eleito
JHONATAN DE JESUS REPUBLICANOS RR Reeleito
NICOLETTI União RR Reeleito
HELENA DA ASATUR MDB RR Eleito
DUDA RAMOS MDB RR Eleito
DEFENSOR STÉLIO DENER REPUBLICANOS RR Eleito
ALBUQUERQUE REPUBLICANOS RR Eleito
ZÉ HAROLDO CATHEDRAL PSD RR Eleito
PASTOR DINIZ UNIÃO RR Eleito
AFONSO HAMM PP RS Reeleito
AFONSO MOTTA PDT RS Reeleito
ALCEU MOREIRA MDB RS Reeleito
BOHN GASS PT RS Reeleito
CARLOS GOMES REPUBLICANOS RS Reeleito
COVATTI FILHO PP RS Reeleito
DANIEL TRZECIAK PSDB RS Reeleito
DANRLEI DE DEUS HINTERHOLZ PSD RS Reeleito
FERNANDA MELCHIONNA PSOL RS Reeleito
GIOVANI CHERINI PL RS Reeleito
HEITOR SCHUCH PSB RS Reeleito
LUCAS REDECKER PSDB RS Reeleito
MARCEL VAN HATTEM NOVO RS Reeleito
MARCELO MORAES PL RS Reeleito
MÁRCIO BIOLCHI MDB RS Reeleito
MARCON PT RS Reeleito
MARIA DO ROSÁRIO PT RS Reeleito
MARLON SANTOS PL RS Reeleito
OSMAR TERRA MDB RS Reeleito
PAULO PIMENTA PT RS Reeleito
PEDRO WESTPHALEN PP RS Reeleito
POMPEO DE MATTOS PDT RS Reeleito
SANDERSON PL RS Reeleito
TENENTE CORONEL ZUCCO Republicanos RS Eleito
MAURICIO MARCON PODE RS Eleito
ANY ORTIZ CIDADANIA RS Eleito
ALEXANDRE LINDENMEYER PT RS Eleito
DAIANA SANTOS PCdoB RS Eleito
CARLOS CHIODINI MDB SC Reeleito
CARMEN ZANOTTO CIDADANIA SC Reeleito
CAROLINE DE TONI PL SC Reeleito
DANIEL FREITAS PL SC Reeleito
FABIO SCHIOCHET União SC Reeleito
GILSON MARQUES NOVO SC Reeleito
PEDRO UCZAI PT SC Reeleito
RICARDO GUIDI PSD SC Reeleito
JORGE GOETTEN PL SC Eleito
ANA PAULA LIMA PT SC Eleito
JULIA ZANATTA PL SC Eleito
ISMAEL PSD SC Eleito
COBALCHINI MDB SC Eleito
DANIELA REINEHR PL SC Eleito
ZÉ TROVÃO PL SC Eleito
 RAFAEL PEZENTI MDB SC Eleito
FABIO REIS PSD SE Reeleito
GUSTINHO RIBEIRO Republicanos SE Reeleito
YANDRA DE ANDRÉ União SE Eleito
ICARO DE VALMIR PL SE Eleito
RODRIGO VALADARES União SE Eleito
THIAGO DE JOALDO PP SE Eleito
DELEGADA KATARINA PSD SE Eleito
DELEGADO ANDRE DAVID Republicanos SE Eleito
ADRIANA VENTURA NOVO SP Reeleito
ALENCAR SANTANA BRAGA PT SP Reeleito
ALEX MANENTE CIDADANIA SP Reeleito
ALEXANDRE LEITE União SP Reeleito
ALEXANDRE PADILHA PT SP Reeleito
ARLINDO CHINAGLIA PT SP Reeleito
ARNALDO JARDIM CIDADANIA SP Reeleito
BALEIA ROSSI MDB SP Reeleito
CAPITÃO AUGUSTO PL SP Reeleito
CARLA ZAMBELLI PL SP Reeleito
CARLOS SAMPAIO PSDB SP Reeleito
CARLOS ZARATTINI PT SP Reeleito
CELSO RUSSOMANNO REPUBLICANOS SP Reeleito
CEZINHA DE MADUREIRA PSD SP Reeleito
DAVID SOARES União SP Reeleito
EDUARDO BOLSONARO PL SP Reeleito
FAUSTO PINATO PP SP Reeleito
GILBERTO NASCIMENTO PSC SP Reeleito
GUILHERME DERRITE PL SP Reeleito
JEFFERSON CAMPOS PL SP Reeleito
KIM KATAGUIRI União SP Reeleito
LUIZ CARLOS MOTTA PL SP Reeleito
LUIZ PHILIPPE DE ORLEANS E BRAGANÇA PL SP Reeleito
LUIZA ERUNDINA PSOL SP Reeleito
MARCIO ALVINO PL SP Reeleito
MARCO BERTAIOLLI PSD SP Reeleito
MARCOS PEREIRA REPUBLICANOS SP Reeleito
MARIA ROSAS REPUBLICANOS SP Reeleito
MIGUEL LOMBARDI PL SP Reeleito
MILTON VIEIRA REPUBLICANOS SP Reeleito
NILTO TATTO PT SP Reeleito
PAULO FREIRE COSTA PL SP Reeleito
PAULO TEIXEIRA PT SP Reeleito
PR. MARCO FELICIANO PL SP Reeleito
RENATA ABREU PODE SP Eleito
RICARDO SILVA PSD SP Reeleito
ROSANA VALLE PL SP Reeleito
RUI FALCÃO PT SP Reeleito
SÂMIA BOMFIM PSOL SP Reeleito
TABATA AMARAL PSB SP Reeleito
TIRIRICA PL SP Reeleito
VINICIUS CARVALHO REPUBLICANOS SP Reeleito
VITOR LIPPI PSDB SP Reeleito
GUILHERME BOULOS PSOL SP Eleito
RICARDO SALLES PL SP Eleito
DELEGADO BRUNO LIMA PP SP Eleito
ERIKA HILTON PSOL SP Eleito
DELEGADO PALUMBO MDB SP Eleito
MARINA SILVA REDE SP Eleito
FABIO TERUEL MDB SP Eleito
ROSÂNGELA MORO UNIÃO SP Eleito
DELEGADO DA CUNHA PP SP Eleito
FELIPE BECARI UNIÃO SP Eleito
PAULO ALEXANDRE BARBOSA PSDB SP Eleito
KIKO CELEGUIM PT SP Eleito
JILMAR TATTO PT SP Eleito
SÔNIA GUAJAJARA PSOL SP Eleito
LUIZ MARINHO PT SP Eleito
BRUNO GANEM PODE SP Eleito
MAURICIO NEVES PP SP Eleito
JULIANA CARDOSO PT SP Eleito
MARIO FRIAS PL SP Eleito
ALBERTO MOURÃO MDB SP Eleito
MARCELO LIMA SOLIDARIEDADE SP Eleito
RODRIGO GAMBALE PODE SP Eleito
SIMONE MARQUETTO MDB SP Eleito
MARANGONI UNIÃO SP Eleito
JONAS DONIZETTE PSB SP Eleito
 ANTONIO CARLOS RODRIGUES PL SP Eleito
DELEGADO PAULO BILYNSKYJ PL SP Eleito
CARLOS HENRIQUE GAGUIM União TO Reeleito
ELI BORGES PL TO Reeleito
LÁZARO BOTELHO PP TO Reeleito
VICENTINHO JÚNIOR PP TO Reeleito
TOINHO ANDRADE REPUBLICANOS TO Eleito
ALEXANDRE GUIMARÃES REPUBLICANOS TO Eleito
RICARDO AYRES REPUBLICANOS TO Eleito
FILIPE MARTINS PL TO Eleito
ANA PAULA JUNQUEIRA LEAO PP MG Eleito
ANA PIMENTEL PT MG Eleito
BRUNO FARIAS AVANTE MG Eleito
CÉLIA XAKRIABÁ PSOL MG Eleito
DANDARA PT MG Eleito
DELEGADA IONE BARBOSA AVANTE MG Eleito
DUDA SALABERT PDT MG Eleito
LUIZ FERNANDO PSD MG Eleito
MAURICIO DO VOLEI PL MG Eleito
MIGUEL ÂNGELO PT MG Eleito
NELY AQUINO PODE MG Eleito
NIKOLAS FERREIRA PL MG Eleito
PEDRO AIHARA Patriota MG Eleito
RAFAEL SIMOES UNIÃO MG Eleito
ROSÂNGELA REIS PL MG Eleito
SAMUEL VIANA PL MG Eleito
BUSATO União RS Eleito
DENISE PESSÔA PT RS Eleito
FRANCIANE BAYER Republicanos RS Eleito

Fonte: CUT

Índice de renovação na Câmara Federal é de 44,05%, segundo o Diap

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Portal CUT – Escrito por: Redação CUT/Texto: Rosely Rocha | Editado por: Marize Muniz

 

O índice de renovação na Câmara dos Deputados nesta eleição foi de 44,05%, segundo cálculo feitos pelos Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap). Em números proporcionais, a renovação ficou dentro da média histórica de 45,78% das últimas seis eleições para a Câmara.

Foram eleitos 226 deputados novos e reeleitos 287, de um total de 446 candidatos à reeleição. Ou seja, 64,34% dos deputados que se candidataram foram reeleitos.

A renovação, de acordo com analistas do Diap, pode ser considerada relativa porque houve o fenômeno da circulação de poder com o ingresso ou retorno de ex-deputados federais, estaduais, senadores e além de governadores, prefeitos conhecidos na política.

Quatro eleições tiveram o menor índice de renovação: 1998, 2002, 2010 e 2022. Nesses anos o percentual de renovação na Câmara ficou abaixo de 45%, de acordo com histórico feito pelo Diap. Até então, a eleição com maior número de novos rostos havia sido a de 1990, com 61,82% de renovação.

Esses índices levam em consideração os deputados federais em exercício de mandato sendo titulares, efetivos e os suplentes. A Câmara dos Deputados, diferentemente do Diap, considera todos os deputados que assumiram o mandato em algum momento da legislatura.

Bancadas com maior número de deputados

A Federação PT/PC do B e PV aumentou em 11 o número de parlamentares, de 68 para 79. O PL foi o que mais cresceu, com 23 novos eleitos. De 76 foi para 99. Confira abaixo a variação por partido.

 

BANCADA ELEITA NA CÂMARA DOS DEPUTADOS
Partido Bancada Atual Bancada Eleita Variação
PL 76 99 23
PT/PCDOB/PV 68 79 11
UNIÃO BRASIL 51 59 8
PP 58 47 -11
REPUBLICANOS 44 42 -2
MDB 37 42 5
PSD 46 42 -4
PSDB/CIDADANIA 29 18 -11
PDT 19 17 -2
PSB 24 14 -10
PSOL/REDE 10 14 4
PODEMOS 9 12 3
AVANTE 6 7 1
PSC 8 6 -2
PATRIOTA 5 4 -1
SD 8 4 -4
PROS 4 3 -1
NOVO 8 3 -5
PTB 3 1 -2
TOTAL 513

Fonte: Diap

O que esperar deles?

Esses números, segundo o Diap, representam de forma geral um futuro Congresso, sendo mais ideológico à direita, mais conservador e mais liberal, quanto a agenda dos costumes e na defesa do Estado mínimo em relação à economia, respectivamente.

Governabilidade de Lula e Bolsonaro

Apesar da maioria do novo Congresso Nacional defender pautas mais conservadoras, reportagem da Folha mostra que Lula eleito num segundo turno, tem chances de governabilidade, já que tem a seu favor 222 deputados, na soma com os demais partidos progressistas.

Segundo a Folha, a coligação pró-Lula (PT, PC DO B, PV, PSOL, Rede, PSB, PROS, Avante, Solidariedade e Agir) tem 120 parlamentares; os com tendência pró-Lula (PSD, MDB e PDT) somam 102, totalizando 222 parlamentares.

A oposição, que não faz parte da Federação do PT, manteve praticamente o mesmo tamanho. O MDB cresceu (de 37 para 42); O PSB perdeu 10 cadeiras (de 24 para 14) e o PSDB perdeu nove de seus 22 parlamentares, caindo para 13. 

Por outro lado, o chamado “centrão” estagnou por perder 18 cadeiras na Câmara: PP do atual presidente da Casa, Arthur Lira; dos Republicanos de Marcos Pereira; do PTB de Roberto Jefferson e do PSC do Pastor Everaldo. Entre esses, o PP perdeu mais deputados, de 58 foi para 47 – queda de 11 cadeiras.

Os partidos pró-Bolsonaro (PTB, PSC e Patriota) tem 16 cadeiras. Sua coligação (PL, Republicanos e PP) tem 178 deputados, totalizando 194 – 28 a menos do que os pró-Lula.

Para ter maioria precisaria do apoio de partidos que não têm raiz” bolsonarista” e isto pode ser feito, ao contar com parlamentares de partidos que não se identificam com a extrema direita.

Os partidos que não têm, segundo o jornal, uma tendência nem para Lula, nem Bolsonaro são: União Brasil, PSDB, Cidadania, PMN, DC, Podemos, PRTB, Novo, UP, PSTU, PCB, PCO, PMB. Juntos eles somam 97 deputados federais. O total de parlamentares na Câmara Federal é de 513.

Senado Federal

O PT elegeu 4 senadores, entre eles os ex-governadores Camilo Santana (CE) e Wellington Dias (PI), além de contar com o apoio do ex-governador do Maranhão Flávio Dino (PSB), que também irá para o Senado.

Mais cinco candidatos do PL foram eleitos ao Senado subindo sua bancada para 14.  O Republicanos, da coligação de Bolsonaro, também ganhou mais duas cadeiras, indo de 1 para 3 senadores. PP (-1) e PTB (-2) tiveram queda.

Fonte: CUT

Abstenção recorde: 31 milhões de brasileiros não votaram nas eleições 2022

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Portal CUT – Escrito por: Andre Accarini | Editado por: Marize Muniz

 

O índice de abstenção, eleitores que se negaram a fazer opções políticas, aumentou em 0,6 ponto percentual de 2018 para 2022. Passou de 20,3% há quatro anos para 20,9% no pleito deste domingo (2).

Um total de 32,76 milhões de brasileiros aptos a votar não compareceu às urnas para votar nos candidatos a presidente, senador, deputado estadual ou federal e governador.

São eleitores que acabam deixando que outras pessoas decidam em seu lugar o futuro do país, diz o secretário de Administração e Finanças da CUT, o professor Ariovaldo de Camargo.

“Em uma eleição polarizada com duas representações totalmente opostas sobre qual país vai surgir a partir de 30 de outubro, é preciso se informar e entender melhor o que se passa na eleição. E cada um dos brasileiros tem de assumir o papel no processo eleitoral, votando e dando sua participação para que a democracia se fortaleça”, diz o dirigente. Ele se refere à decisão em 2° turno, a ser realizada no fim do mês, que definirá qual candidato terá maioria dos votos – se o ex-presidente Lula (PT) ou o presidente Jair Bolsonaro (PL), candidato à reeleição, os mais votados no primeiro turno.

Por isso, reforça Ariovaldo, “é importante opinar sobre o processo de decisão sobre quem deve conduzir o país”.

Esta é a eleição mais importante da história do país porque temos dois extremos. Parcela da sua sociedade, a grande maioria, fez escolha pelo projeto voltado ao povo, mais social, e parcela minoritária, mais conservadora, pelo projeto em que o Estado está menos presente, cuidando menos da vida das pessoas

– Ariovaldo de Camargo

Lula conquistou 57.179.064 dos votos válidos, faltaram apenas 1,8 milhão para ser para eleito no primeiro turno, o que poderia ter acontecido se a abstenção tivesse sido menor. Já Bolsonaro teve 51.052.598 dos votos válidos. 

Além dos mais de 32 milhões que não votaram, do total de 156,4 milhões de eleitores aptos, cerca de 3,4 milhões anularam o voto e 1,9 milhão votaram em branco, totalizando 4,4% dos votos totais.

Esses grupos também deixaram nas mãos dos outros a decisão sobre o futuro do país, ressalta Ari.

O dirigente lembra que, em 2020, no auge da pandemia, com milhares de brasileiros morrendo sem a vacina que o presidente demorou a comprar, muitos dos que se omitiram, se arrependeram amargamente, mas já não havia o que fazer.

Mais pobres definem a eleição

Historicamente é a população de mais baixa renda a que mais deixa de comparecer às urnas. E, por ser maioria dos brasileiros, é a população que tem maior potencial de definir o resultado das urnas.

Os fatores que explicam o não comparecimento às urnas são vários, mas passam principalmente por questões econômicas. Muitos eleitores são obrigados a pagar transporte público ou privado para o deslocamento até a seção eleitoral. Poucas cidades oferecem transporte gratuito no dia da eleição.

“Várias capitais não deram transporte público, mas é preciso entender que fica mais caro para a vida a não participação do processo do que fazer o esforço pessoal de comparecer às urnas”, diz Ariovaldo.

O dirigente ainda ressalta que o Estado deveria arcar com essas políticas de passe livre e que, lamentavelmente, “os que mais sofrem com a falta dessas políticas, de um Estado presente, são aqueles que estão deixando de fazer a escolha por uma candidatura que defende o inverso”.

Ou seja, o Estado não protege essas pessoas e é justamente elas que deveriam exercer seu papel democrático de escolher um candidato que as proteja.

Projeção para 2° Turno

Em 2018, o índice de abstenção no 2° turno das eleições presidenciais foi maior que no 1° turno. E foi a maior desde 1998. Nas eleições passadas, cerca de 31,3 milhões de brasileiros não votaram na segunda etapa. O número foi mais da metade dos votos totais recebidos por Bolsonaro naquele ano.

Mesmo partindo desses dados – que são recorrentes em todas as eleições – as chances de o atual presidente ser derrotado são maiores do que uma possível vitória dele. Isso porque os números das urnas em 2022 mostram a força do ex-presidente Lula.

Os números dão demonstração de muita força de Lula. Ele não foi eleito por menos de 2% do total, o que significa que está próximo de alcançar 50% + 1 dos votos

– Ariovaldo de Camargo

A história das eleições aponta uma tendência dominante, diz o dirigente. “Aquele que vence no 1° turno, ainda que não tenha 50% + ‘, em todas as eleições foi vencedor no 2° turno”.  

E ele reforça que o resultado deste ano é um dos melhores em todas as eleições e acrescenta que a disputa é contra um candidato que é presidente da República. “Quem tá feliz com o governo, já votou porque quer a continuidade”, ele afirma.

Por isso, prossegue, é difícil que Bolsonaro consiga reverter o quadro. “Não é qualquer coisa reverter 5%. E agora estamos falando do real, do consolidado nas urnas, não de pesquisas”, ele pontua.  

De onde devem vir os votos

Para Ariovaldo, além de conscientizar os eleitores que habitualmente se abstém de votar, basta que os votos dos eleitores que não escolheram Bolsonaro no 1° turno sejam migrados para o ex-presidente Lula. “Como os que votaram em Simone Tebet e Ciro Gomes. Basta que parte desses votos venha para Lula e ele será eleito”.

Ainda sobre a abstenção, ele reforça que diminuir o percentual “é importante para que se possa ter a maioria decidindo o futuro do país”.

Militância aguerrida

“A vitória no 1° turno era algo que estava no radar, mas não aconteceu. Agora, a vitória no 2° turno tem que estar ainda mais dentro de cada um. Tem que transformar esse processo de 2° turno em ‘eleição da vida daqueles que tem perspectiva de mudar o futuro’”, diz Ariovaldo.

Ele ressalta que a realidade é distinta de todas as eleições para enaltecer a força do campo progressista em 2022, dado pela expressiva votação obtida pelo ex-presidente. “Não é qualquer coisa Lula, depois de tudo o que passou, estar à frente no 1° turno. E é primeira vez que um presidente que disputa reeleição não ganha no primeiro turno”, diz se referindo a Bolsonaro.

Sentimento

Para o dirigente, o resultado, ainda que postergado para o 2° turno, já é uma demonstração de que a campanha “é vitoriosa porque quebra paradigmas do passado e tende a ser no 2° turno, porque a população sabe a diferença entre uma candidatura fascista e uma candidatura voltada ao social”, diz Ariovaldo.

O dirigente elenca diversos fatores que caracterizaram o atual governo, entre eles, o desdém à pandemia e às mais de 685 mil mortes por Covid-19, a precária economia, o desemprego, a precarização e retirada de direitos trabalhistas e, em especial, à fome que atinge 33 milhões de brasileiros.

Fonte: CUT

Eleições seguras: TSE proíbe porte de armas entre os dias 1º e 3 de outubro

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Portal CUT – Escrito por: Redação CUT | Editado por: Marize Muniz

 

O Plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou por unanimidade (7 a 0), nesta quinta-feira (29), resolução que proíbe o transporte de armas e munições, em todo o território nacional, por Colecionadores, Atiradores e Caçadores (CACs) durante as eleições, nas 24 horas que antecedem o pleito e nas 24 horas que o sucedem. No caso do primeiro turno da eleição, em 2 de outubro, a proibição será entre os dias 1º e 3 de outubro.

Quem descumprir a regra poderá ser detido por porte ilegal de armas e responder a crimes eleitorais, segundo o TSE.

A determinação atende ao pedido feito pela Coalizão em Defesa do Sistema Eleitoral, coletivo que reúne mais de 200 entidades representativas dos mais diversos setores e categorias da sociedade civil, que se reuniu com o presidente do TSE, Alexandre de Moraes, na última segunda (26).

Segundo Moraes, a licença para CAC é como “habeas corpus preventivo” para que pessoas carreguem armas de fogo, inclusive de grosso calibre. “Principalmente pela grande aglomeração de pessoas [nas eleições], não se justifica essa verdadeira licença geral”, afirmou o presidente do TSE. 

No dia 5 de setembro, o ministro do Supremo Tribunal Federa (STF) Edson Fachin restringiu liminarmente o número de armas e munições que podem ser obtidas pelos caçadores, atiradores e colecionadores (CACs). O argumento do ministro foi o aumento do risco de violência política na campanha eleitoral. Nove dias depois, o Exército suspendeu a autorização da compra de armas de uso restrito, como o fuzil, para os CACs. 

Depois, segundo o TSE, os chefes de Polícia Civil em todas as unidades da federação sugeriram a proibição do funcionamento dos clubes de tiro, para evitar a circulação de armas de fogo durante as eleições. Essa providência tinha sido sugerida ainda por parlamentares e entidades, como a CUT e demais centrais sindicais.

Fomos ao TSE exigir segurança e liberdade para eleitor votar, disse presidente da CUT

Violência política

“A medida tem por objetivo proteger o exercício do voto de toda e qualquer ameaça, concreta ou potencial”, diz o TSE. “Além disso busca prevenir confrontos armados derivados da violência política. Eleições livres e pacíficas são da essência da democracia.”

O tribunal lembra ainda que o Código Eleitoral “prevê diversas hipóteses de poder de polícia em favor da Justiça Eleitoral”. E cita decisão recente do Supremo Tribunal Federal que declarou inconstitucional decreto do presidente da República ampliando a quantidade de aquisição e porte de armas de fogo de uso restrito por colecionadores, atiradores e caçadores, os chamados CACs.

Estabilidade

Brasil terá cerca de 100 observadores internacionais nas eleições deste ano, um recorde. Moraes, que recebeu os observadores, garantiu que a Justiça Eleitoral vai assegurar o “exercício da democracia (…) de maneira segura, transparente e confiável”. Assim, ele afirmou que a democracia brasileira vive seu maior período de estabilidade. “As eleições no país são limpas, seguras e transparentes.”

Entre os observadores, estão integrantes do Instituto Internacional para Democracia e Assistência Eleitoral (Idea Internacional). Estão no Brasil a ex-presidente da Costa Rica Laura Chinchilla, a ex-vice da Colômbia Marta Lucía Ramírez, a senadora uruguaia Mónica Xavier, o secretário-geral Kevin Casas-Zamora e o diretor regional para América Latina, Daniel Zovatto. Segundo o TSE, também estarão presentes convidados de Portugal, da Rússia, da França e da Espanha.

Com informações da Associação Brasileira dos Jurisdtas pela Democracia (ABDJ) e da RBA

Fonte: CUT

TSE mudou locais de votação em todo o país. Veja como conferir sua seção

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Portal CUT – Escrito por: Redação CUT | Editado por: Marize Muniz

 

A Justiça Eleitoral mudou locais de votação em pelo menos 17 estados e no Distrito Federal, mas há outros casos de adequações na distribuição dos mais de 156 milhões de eleitores aptos a votar nas eleições deste ano em todas as unidades da Federação. As mudanças ocorrem por várias razões, entre elas, problemas estruturais, reformas ou fechamento de estabelecimentos e prédios.

A Justiça Eleitoral alerta que todos os eleitores devem confirir onde está a sua seção antes de sair de casa, mesmo que sempre tenha votado no mesmo local. Confira abaixo o passo a passo para fazer a consulta.

São Paulo

Na cidade de São Paulo foram feitas mudanças nos locais de votação de 85 mil eleitores do Rio Pequeno, Campo Limpo e Perdizes.

No Campo Limpo, zona sul da cidade, foi fechado o maior centro de votação que funcionava no Centro Universitário Anhanguera – 25 mil eleitores que votavam no local foram  redistribuídos para três outros locais de votação. No Rio Pequeno, zona oeste paulistana, foram fechados 19 locais de votação, onde votavam 50 mil pessoas que foram redistribuídas para outros 17 locais. Em Perdizes, também na zona oeste, foram desativados quatro locais de votação – 16 mil eleitores do bairro vão votar na Faculdade Oswaldo Cruz e na Uninove – Campus Memorial. 

Em Pernambuco, foram alterados 92 locais de votação.

Em Santa Catarina, 51 municípios tiveram deslocamento de seções eleitorais para endereços diferentes dos utilizados em pleitos anteriores.

Consulta antecipada

Para consultar o local de votação com antecedência, o eleitor tem várias opções.

1 – No site do TSE

A verificação pode ser feita no portal do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), na aba Eleitor e Eleições, na parte superior da página. Em seguida, deve-se clicar na opção Local de votação/zonas eleitorais

Em seguidar clicar em “consulta a local de votação

Para fazaer a consulta, eleitor pode digitar nome, número do título de eleitor ou CPF;

– depois data de nascimento; 

– na sequência nome da mãe.

– Clica em consulta

Feito isso, uma página aparcerá em sua tela com todos os seus dados, inclusive número da zona eleitoral e da seção, além da escola onde o eleitor vota com o endereço no final.

2 – e-Título

Outra opção é o aplicativo e-Título.

Pela ferramenta, basta fazer o login com suas informações e, em seguida, ir em Onde votar.

Uma nova tela se abrirá, com os dados sobre a seção, zona e o endereço.

Na maioria dos locais, o aplicativo oferece ainda o serviço de georreferenciamento, indicando em um mapa a localização da seção eleitoral.

Vale lembrar que o aplicativo não poderá ser baixado no dia da eleição, devendo ser instalado e configurado ao menos até o sábado anterior ao pleito.

Leia mais: Termina neste sábado (1º) prazo para baixar ou atualizar o e-Título

Chatbot

Neste ano, o TSE criou, em parceria com o WhatsApp, um assistente virtual por meio do qual o eleitor pode perguntar onde fica seu local de votação.

Para isso, basta enviar um “oi” para o número +55 61 996371078 no WhatsApp ou clicar no link https://wa.me/556196371078 e salvar o contato para receber os conteúdos do bot.

A consulta ao local de votação deve ser feita da seguinte forma:

– no menu principal, basta clicar em Acesse o Chatbot,

– em seguida, ver tópicos, 

– depois, dentro de Serviços ao Eleitor, escolha a opção Local de votação.

A partir daí, a consulta pode ser feita pelo nome completo, título de eleitor ou CPF.

“Ao inserir qualquer um desses dados, juntamente com a data de nascimento e o nome completo da mãe, o aplicativo apresentará o resultado, com as informações sobre o domicílio eleitoral – zona, seção, local, endereço e município – e com um mapa que indica, com precisão, o local onde a eleitora e o eleitor devem comparecer para votar no dia 2 de outubro, primeiro turno das Eleições 2022”, explica o TSE.

Com informações do site do TSE e da Agência Brasil.

Fonte: CUT 

Saiba tudo sobre o e-Título e fique atento ao prazo para baixar aplicativo do TSE

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Portal CUT – Escrito por: Redação CUT | Editado por: Marize Muniz

 

e-Título é um aplicativo móvel onde todos os brasileiros e brasileiras aptos a votar têm acesso a versão digital do título de eleitor. Com o e-Título, o eleitor acessa rapidamente dados como o número de inscrição do título de eleitor, a situação eleitoral e local de votação, com número da zona eleitoral e seção, além de um QR Code que serve para validar as informações.

Todos os eleitores podem baixar o aplicativo sem pagar nada e, quem cadastrou a biometria não precisa apresentar documento impresso com foto para votar.

Leia mais: Quem não cadastrou biometria tem de levar documento com foto para votar

Mas, atenção: a emissão ou atualização do e-Título deve ser feita antes do dia 2 de outubro, quando ocorre o primeiro turno das Eleições 2022, que vai escolher o novo presidente da República, senadores, governadores, deputados federais e estaduais.

De acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o aplicativo vai ficar suspenso até o dia 5 de setembro, quando os eleitores poderão voltar a baixa para um eventual segundo turno das eleições, marcado para o dia 30 de outubro.

Baixe agora o e-Título. Aplicativo está disponível nos sistemas iOS e Android. (Veja passo a passo abaixo).

Depois de fazer o download, é necessário validar o cadastro e liberar o uso do documento.

O TSE orienta o eleitor a prestar atenção ao realizar os procedimentos para evitar possíveis erros, pois o aumento da demanda pode sobrecarregar o sistema.

Como usar o e-Título?

O e-Título está pode ser baixado em celulares Android e em iPhones, este pelo sistema iOS.

Ao abrir o aplicativo pela primeira vez, o eleitor deve clicar em “Próximo”, depois em “Começar no e-Título”, aceitar os termos de uso do aplicativo.

Depois é só seguir um passo a passo bem simples, confira:

  1. Insira nome, data de nascimento, CPF ou número de inscrição do título impresso, nome da mãe e do pai, se constar no RG, e clique em “Entrar no e-Título”;
  2. Responda a três questões para confirmar sua identidade – o aplicativo pede a alternativa correta em perguntas sobre informações como documento de identificação, cidade natal, estado, endereço, grau de instrução e número de telefone;
  3. Crie uma senha – caso você já tenha usado o e-Título, insira a senha criada anteriormente; se esqueceu a senha, clique em “Esqueci minha senha” e obtenha uma nova;
  4. O aplicativo pode mostrar uma tela para ativar o desbloqueio com o leitor de impressão digital do celular;
  5. Os dados do seu título de eleitor estarão disponíveis na aba “e-Título”.

Posso votar só com o e-Título?

O eleitor pode levar apenas o celular com o e-Título se tiver feito a biometria na Justiça Eleitoral. Se a foto do eleitor não estiver aparecendo no aplicativo, é preciso mostrar um documento com foto para ter acesso a urna e votar, como carteira de identidade,  carteira de trabalho, carteira nacional de habilitação, passaporte ou equivalente, carteira de categoria profissional reconhecida por lei ou certificado de reservista.

Leia mais: Saiba que documentos levar no dia 2 de outubro para votar

Lembre-se que o título de eleitor impresso não tem foto. Para votar com o título no papel é obrigatório apresentar um dos documentos da lista acima.

Onde encontro dados sobre minha zona eleitoral no e-Título

Ao abrir o aplicativo clique em “Onde votar” e veja  dados de seu local de votação.

E mais, se clicar na  opção “Ver rotas”, o aplicativo abre um mapa e indica o trajeto do seu endereço até a sua zona eleitoral.

 

É proibido entrar com celular na cabine de votação/leve sua cola em um papelzinho

Este ano, está proibido entrar com o celular na cabine de votação. Eleitor deverá deixar aparelho com mesários após desligarem aparelho.

O eleitor que não entregar o aparelho cometerá um crime eleitoral. O juiz eleitoral será avisado e deverá chamar a Polícia Militar.

Por isso, é importante o eleitor levar sua cola com os números dos candidatos em quem vai votar escrita em um pedaço de papel.

TSE proíbe celular nas cabines de votação, mas eleitor pode levar cola – CUT – Central Única dos Trabalhadores

e-Título também permite justificar, caso você tenha problemas e não consiga votar

O eleitor pode usar o aplicativo para justificar a ausência, emitir guia para pagamento de eventuais taxas por débitos eleitorais e emitir certidões de quitação eleitoral e de “nada consta” para crimes eleitorais. Todas essas funcionalidades estão disponíveis na aba “Mais opções”.

O voto é obrigatório no Brasil. Saiba o que fazer se não conseguir votar

Fonte: CUT

Votação no domingo (2) seguirá horário de Brasília. Veja onde começa mais cedo

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Portal CUT – Escrito por: Redação CUT | Editado por: Marize Muniz

 

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) unificou o horário de votação em todo o Brasil e, no próximo domingo, dia 2 de outubro, primeiro turno da eleição, todas as seções eleitorais do país funcionarão das 8h às 17h do horário de Brasília. A única exceção é Fernando de Noronha (PE), onde votação será das 9h às 18h. Veja abaixo horários de votação em cada cidade com fuso horário diferente do de Brasília.

O Brasil tem quatro fusos horários. Nos GMT -2, GMT -4 e GMT -5 os horários são atrasados em relação ao GMT-3, que é o fuso horário oficial do país, conhecido como horário de Brasília. A explicação é que “como o país está localizado inteiramente no hemisfério ocidental, ou oeste, todos os seus horários se encontram atrasados em relação à zona inicial, que tem como centro o Meridiano de Greenwich.

No dia da eleição todos os eleitores de municípios com fusos diferentes terão de levantar mais cedo para votar e participar da festa da democracia, com o presidente nacional da CUT, Sérgio  Nobre, define a data.“Vamos votar com alegria nessa festa da democracia”, disse o dirigente.

Onde tem fuso horário

No dia da eleição, precisam ficar atentos aos horários de votação eleitores e eleitoras de todos os municípios do Acre, de Mato Grosso, de Mato Grosso do Sul, de Rondônia e de Roraima.

No Amazonas, a medida vale para os 62 municípios que se dividem em dois fusos (veja baixo).

Em Pernambuco, o distrito de Fernando de Noronha também precisará se adaptar ao horário diferenciado.

Veja como será o horário de votação conforme o fuso local

– Acre: das 6h às 15h (abre e fecha duas horas antes em relação à Brasília).

– Amazonas, em 11 municípios, o horário será das 6h às 15h. Confira as cidadesAmaturá, Atalaia do Norte, Benjamin Constant, Eirunepé, Envira, Guajará, Ipixuna, Itamarati, Jutaí, Tabatinga e São Paulo de Olivença.

– Ainda no Amazonas, em outros 51 municípios o horário será das 7h às 16h (abre e fecha uma hora antes em relação a Brasília)

– Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rondônia e Roraima: das 7h às 16h

– Fernando de Noronha (PE): das 9h às 18h
(abre e fecha uma hora após em relação a Brasília)

Divulgação dos resultados começará às 17h

Com a unificação do horário de votação, a apuração dos resultados para todos os cargos deve ter início  a partir das 17h da hora oficial de Brasília.

Importante lembrar que a votação termina às 17h, mas eleitores que ainda estiverem na fila para votar após esse horário poderão exercer o direito ao voto.

Nas eleições anteriores, a Justiça Eleitoral começava a divulgar a apuração somente após o término do horário de votação no Acre, cujo fuso horário está duas horas atrás do fuso de Brasília. O objetivo era evitar que a difusão dos dados pudesse influenciar pessoas que votavam em localidades com seções eleitorais ainda em funcionamento.

Fonte: CUT

Curso pré-militar ensina crianças e adolescentes a matar e torturar

“Interrogatório é muito fácil de fazer, a gente pega o marginal e bate nele até morrer”, ensina, entre outros horrores, o curso pré-militar
 
551COMPART.
Curso pré-militar faz lavagem cerebral para tornar violentas as crianças
Curso pré-militar faz lavagem cerebral para tornar violentas as crianças

Trata-se de uma cena repulsiva. O professor de uma escola pré-militar no Recife (Pernambuco), diante de um batalhão de jovens estudantes, inclusive crianças, grita mensagens violentíssimas, que são repetidas por eles. “Matarei pela cidade, seja aleijado ou criança, menininho ou mulher. Sangue frio em minha veia congelou meu coração. Eu não tenho sentimento, nem tampouco compaixão. Interrogatório é muito fácil de fazer, a gente pega o marginal e bate nele até morrer. Quero banhar-me numa piscina de sangue, sangue dos mortos. Esse sangue eu já bebi…”

A maioria dos estudantes traja roupas com estampa de camuflagem, usa coturnos, e marcha, enquanto grita as abominações.

O vídeo que publicamos nesta reportagem é estarrecedor. Trata-se de lavagem cerebral das crianças, instruindo-as para que sejam violentas e cruéis. Lucas (assim o chamaremos, porque ele não quer se identificar) enviou-nos as imagens. Ele descreveu a cena, que se passou no sábado passado (24) no centro de Recife. “Quando vi as crianças atrás, pequenininhas ainda, me deu uma angústia e raiva por não poder intervir. E o pior é que havia várias mães dos pequenos soldados, admirando tudo, achando bonita a preparação dos filhos”.

Segundo Lucas, o mesmo professor gritou também palavras de apoio à eleição de Jair Bolsonaro, que eram repetidas pelos alunos. Essas cenas, entretanto, não foram gravadas em vídeo.

Pedagogia da morte no pré-militar

A escola pré-militar em que esses alunos estão matriculados chama-se Unibe-Asprem. É uma instituição privada. No site da escola, lê-se que se trata de “Preparatório Militar focado no desenvolvimento do aluno em todas as frentes importantes para aprovação”. Esses estudantes recebem treinamento intensivo para fazer as provas militares, e assim entrar na carreira militar. Acampamentos “preparados para mostrar aos nossos alunos o desafio e a glória de ser um militar”, treinamento físico e “apoio psicológico” são oferecidos.

A Unibe está espalhada por todo o país. Funciona sempre nas proximidades de bases militares. O currículo ensinado pelo professor às crianças, certamente está de acordo com os requisitos da carreira militar. Essas são as Forças Armadas brasileiras: golpistas, cruéis, bolsonaristas. Essas são as Forças Armadas brasileiras, que ainda consideram o assassinato e a tortura parte de seu trabalho. Uma vergonha nacional.

Saiba o que é voto útil e porque ele é importante para a democracia

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Portal CUT – Escrito por: Andre Accarini e Marize Muniz | Editado por: Marize Muniz

 

Na reta final da campanha para as eleições 2022, a disputa pelo chamado voto útil para presidente da República tem ganhando repercussão e atraído a curiosidade dos eleitores.

É que este ano, o voto útil pode eleger o ex-presidente Lula (PT) já no primeiro turno, acabando com a tensão de uma das campanhas mais agressivas da história.

De acordo com todas as pesquisas eleitorais, o petista tem mais de 50% dos votos válidos. A eleição é definida em primeiro turno, quando um dos candidatos consegue 50% dos votos válidos mais um, totalizando a maioria dos votos. O cálculo é feito considerando apenas os votos válidos. Brancos e nulos não entram no cálculo, de acordo com critério da Justiça Eleitoral.

Esses dados levaram o PT e adeptos da eleição de Lula a fazer uma campanha pelo voto útil para, como se diz no meio político “liquidar a fatura no primeiro turno”.

Mas o que significa mesmo o termo ‘voto útil’? ainda questionam alguns eleitores.  O voto útil, segundo os especialistas, é uma tática utilizada para convencer o eleitor a votar em candidato que não é necessariamente a sua primeira opção, com o objetivo de terminar logo o processo eleitoral.

As opiniões sobre o voto útil se dividem na sociedade, principalmente, entre os candidatos sem chance de vencer o pelito, mas “faz parte do jogo político democrático”, explica a professora e cientista política da Universidade Federal de São Carlos (Ufscar), Maria do Socorro Sousa Braga.

Segundo a professora, historicamente, o voto útil aparece quando há contextos políticos como o atual no Brasil, de polarização extrema da direita contra a esquerda. “Já existia a tendência à polarização e sempre se observou as duas candidaturas [Lula e Bolsonaro] se sobressaindo e as outras não chegando a dois dígitos”, ela diz.

Em uma disputa em que se tem duas forças, a tendência é o eleitor “não querer desperdiçar o voto e a tendência é migrar para uma das forças, em especial para quem temais chances de ocupar o cargo”, acrescenta a cientista política.

O voto útil é e sempre foi bastante legítimo. Não pode ser considerado uma atitude antidemocrática

– Maria do Socorro Sousa Braga

Seguindo a mesma linha de raciocínio da professora, o secretário de Administração e Finanças da CUT, Ariovaldo de Camargo, afirma que o voto, acima de tudo, é uma escolha individual do eleitor.

“Em toda a democracia, o processo de escolha é individual. Cada um faz a sua opção. E faz parte do processo eleitoral democrático o candidato pedir votos para si”, diz o dirigente reforçando que a decisão final é sempre do eleitor.

Ari lembra que o fenômeno do voto útil tanto é natural que já aconteceu em outras eleições. “Isso já foi usado em 2018. A candidatura de Geraldo Alckmin derreteu na última semana antes do primeiro turno porque os votos foram transferidos para quem estava mais à frente, inclusive o próprio Ciro Gomes [candidato a presidente pelo PDT], que hoje ataca o voto útil, acabou sendo beneficiado e tendo mais votos do que sua candidatura comportava”.  

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Ainda que seja considerado por cientistas políticos como uma disputa justa e parte da democracia, o voto útil é criticado, em especial por candidatos que não conseguiram projeção nas pesquisas.

É o caso, nessas eleições, de Ciro e da senadora  Simone Tebet (MDB-MS), que atacaram a mobilização feita por diversas personalidades em favor do voto útil em Lula.  

“Normalmente, quem é contrário é justamente o candidato ou são os candidatos da ‘terceira via’ porque querem mostrar que têm fôlego para as próximas eleições. E na atual conjuntura, contrário também é o próprio Bolsonaro porque uma derrota no 1° turno será o pior dos pesadelos para ele”, diz Maria do Socorro Braga.

Em geral, os candidatos que figuram em posições em que a chance de crescimento é remota, têm por objetivo adquirir o que se chama de ‘capital político’. Desta maneira, mantendo-se em posições estáveis, ainda que abaixo de dois dígitos nas pesquisas de intenção de voto, conseguem se tornar mais conhecidos para eleições futuras.

“Essa é uma reclamação de candidaturas que não decolaram, não conseguiram se colocar alternativa, por isso, é natural que reclamem porque são seus votos que se deslocam para o primeiro colocado nas pesquisas, no caso, o ex-presidente Lula”, afirma Ariovaldo de Camargo.

Vitória no primeiro turno reforça a democracia

O dirigente explica ainda que uma votação expressiva no 1° turno, com mais de 50% dos votos, pode consolidar uma posição da sociedade sobre qual é a condução política desejada pela maioria.

“Determina que política a sociedade quer para o país. É uma demonstração de que a sociedade já fez a sua escolha, ainda que tenha se valido do voto útil. Mostra que a maioria dos eleitores quer um futuro diferente do que há hoje”, diz o dirigente

Decidir uma eleição em 1° turno é sinal sólido de qual é o desejo da maioria. É o movimento democrático mais intenso que pode acontecer nesse momento em que o país enfrenta ameaças sérias à democracia

– Ariovaldo de Camargo

Voto útil nas pesquisas

A última pesquisa Idec (antigo Ibope), divulgada nesta segunda-feira (26) mostra que 83% dos eleitores brasileiros afirmam estar decididos em quem irão votar nessas eleições. Os que afirmam que ainda podem mudar de voto são 17%.

Entre os eleitores de Lula, 90% dizem que a decisão de votar no petista é final. Nos que apontaram que vão votar em Bolsonaro, o percentual é 87%.

Os eleitores de Ciro Gomes e de Simone Tebet são os menos decididos sobre seu voto. Entre os eleitores do pedetista, 48% afirmam que ainda podem mudar de voto. O percentual de Tebet é de 45%.

Fonte: CUT

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