Cineclube Bancário apresenta quatro filmes este mês

O Cineclube dos Bancários oferecerá quatro produções cinematográficas nacionais de qualidade durante o mês de março. O filme A Hora da Estrela vai inaugurar as projeções nesta segunda-feira (04), narrando a história de uma migrante nordestina semi-analfabeta que trabalha como datilógrafa numa pequena firma e vive numa pensão. Ela conhece o também nordestino Olímpico, um operário metalúrgico, e os dois começam a namorar. No dia 11 de março será a vez de Gonzaga – de pai para filho. Baseada em conversas realizadas entre pai e filho, essa é a história do cantor e sanfoneiro Luiz Gonzaga, também conhecido como O Rei do Baião ou Gonzagão, e de seu filho, popularmente chamado de Gonzaguinha. Quem se importa, de Maura Mourão, será exibido no dia 18 de março. O documentário investiga as iniciativas de 19 empreendedores sociais pelo mundo, dentre eles o prêmio Nobel da Paz, Muhammad Yunus.

Já no dia 25 de março será a vez de Até que a sorte nos separe. Dirigido por Roberto Santucci, a comédia retrata a história de um pai de família comum que vê sua vida virar de ponta a cabeça após ganhar na loteria. Os filmes tem entrada franca e são exibidos no Teatro dos Bancários (EQS 314/315 – Asa Sul), sempre às 20h.

A saga de um candango

Misto de ficção e realidade o romance “A saga de um candango” conta a trajetória dos verdadeiros heróis da epopeia que foi a construção de Brasília, num contraponto da realidade oficial. Tratados quase como escravos, entre sangue, suor e mortes, os operários, os candangos, constroem em tempo recorde a nova capital do Brasil, mas depois são expulsos para a periferia da cidade, sem moradia, entregues à fome e à miséria, esquecidos pelos políticos e autoridades.
O livro, de autoria do professor do CEd 06 e do CEF 13 de Ceilândia, Vicente de Melo,  pode ser adquirido pelo site www.editorabarauna.com.br ou pelos telefones 3376-8417 ou 8134-4400 ou ainda diretamente com o autor no Centro Educacional 06 de Ceilândia.

Sinpro apoia luta contra a homofobia

A Universidade de Brasília (UnB) foi palco de mais um caso de homofobia. Na última semana uma estudante de agronomia foi espancada em um dos estacionamentos do campus. Segundo a vítima, entre murros e chutes os agressores gritavam frases ofensivas. O Sinpro repudia atos de lesbofobia/homofobia e luta pelo fim de casos de violência como os que têm acontecido na UnB. No início do semestre o centro acadêmico de direito foi pichado com frases agressivas, sem contar casos de ameaças veladas sofridas pelos estudantes diariamente e os casos de estupro no campus.

A sociedade, a população e os estudantes têm se solidarizado com ações contra a intolerância, e fazem coro juntamente com a comunidade acadêmica para exigir uma política de educação na universidade de combate à lesbofobia, homofobia, transfobia, além de punir e coibir trotes com atos violentos e opressores dentro dos campus. Na última sexta-feira (22) mais de 300 estudantes se reuniram no Ceubinho para discutir os casos de opressão da universidade. Na reunião foi encaminhada uma carta com 24 reivindicações dos estudantes à reitoria da UnB.
A universidade é um local de repensar e refletir uma nova sociedade, onde se tem em seu pilar a quebra de preconceitos e combate a qualquer tipo de opressão e violência. Chega de violência contra homossexuais, lésbicas, transexuais, travestis, mulheres e negros.

Brasília sedia Primeiro Encontro Nacional do Movimento de Mulheres Camponesas

O Movimento de Mulheres Camponesas (MMC) realiza, de 18 a 21 de fevereiro, no Parque da Cidade, seu Primeiro Encontro Nacional com o lema: “Na sociedade que a gente quer, basta de violência contra a mulher”. A Secretaria de Mulheres do Sinpro participará do Encontro, que reunirá cerca de 5 mil mulheres camponesas vindas de 22 estados brasileiros. O evento ainda contará com a participação de dezenas de representantes de entidades nacionais e internacionais de apoio e que assumem à luta das mulheres. Será um momento muito importante para todas nós, de troca de conhecimento, intercâmbio cultural, exposição de artesanatos e culinária das regiões, além da apresentação de danças típicas.

Informações e confirmação de presença pelo e-mail secretaria@mmcbrasil.com.br, ou pelos telefones 3225-9978 e 9648-2195 (Rosângela).     Programação: Dia 18 de fevereiro 14h – Abertura oficial 16h – Mostra de Produção das Mulheres Camponesas Intervenções culturais   Dia 19 de fevereiro 10h30 – Plenária: Olhar sobre a realidade 14h – Plenária: Feminismo e as camponesas 20h – Show cultural   Dia 20 de fevereiro 9h – Plenária: Produção de alimentos saudáveis 14h – Plenária: Organicidade do MMC Intervenções culturais   Dia 21 de fevereiro 9h – Encerramento – Movimentação contra a violência

Matrículas para o Centro de Ensino Médio Elefante Branco estão abertas

O Centro de Ensino Médio Elefante Branco (CEMEB) está com as matrículas abertas até o dia 1º de março. Até esta data os interessados poderão se matricular no Ensino Médio Regular noturno público e gratuito. O CEMEB oferece biblioteca, passe livre estudantil, laboratórios de informática e de biologia, orientação para o PAS-UNB, Enem, vestibular UnB e sala de cinema. Há ainda a possibilidade de participar de estágio remunerado e de cursos profissionalizantes gratuitos (Pronatec).

 Faça já o seu cadastro pelo site http://goo.gL/d942r. Informações pelo e-mail queroestudar.cemeb@gmail.com ou pelos telefones 3901-8299, 3901-7617 e 3901-7616.
Endereço: W/5, SGAS Quadra 908 – Asa Sul, Plano Piloto – Brasília-DF.

MP questionará mudanças nos ciclos e semestralidade das escolas

A discussão em torno das mudanças no currículo do ensino público do Distrito Federal vai parar na Justiça. O Ministério Público do DF e Territórios (MPDFT) ajuizará uma ação questionando a urgência em instituir a medida ainda em 2013 e a pouca participação da comunidade escolar no debate. O Sindicato dos Professores também promete recorrer ao Judiciário contra a proposta do governo. Apesar disso, os questionamentos não devem chegar aos juízes antes do próximo dia 14 e o ano letivo de 2013 já vai começar dentro do novo sistema, garante o GDF.

Pelo planejamento do governo, os estudantes do ensino fundamental não serão mais avaliados a cada série, como acontece hoje a partir do 4º ano. A Secretaria de Educação vai ampliar o sistema de ciclos, já implantado da 1ª à 3ª série, para os dois anos subsequentes. Assim, somente no fim do 3º e do 5º anos, os alunos farão provas que poderão reprová-los. A outra mudança será no ensino médio, onde as disciplinas serão divididas de acordo com áreas de conhecimento e lecionadas por semestre. De acordo com o secretário de Educação, Denilson Bento da Costa, as alterações serão instituídas a partir do início do ano letivo, no dia 14. O governador Agnelo Queiroz disse, por meio do porta-voz, Ugo Braga, que concorda com o secretário de Educação, apesar da posição contrária do Conselho de Educação do DF.
Com informações do Correio Braziliense

Sejam bem-vindos/as professores/as!

Começamos hoje mais um ano letivo. Desfrutamos de merecidas férias e agora receberemos nossos alunos e alunas com a certeza da importância do trabalho que desenvolvemos para toda a sociedade. Retornamos  e temos consciência dos desafios que teremos que enfrentar em nossa campanha salarial e na luta por uma escola pública de qualidade para todas e todos.
Sejam bem- vindos, companheiros/as! Neste momento o Sinpro reafirma sua disposição de estar ao lado da categoria e de cada professor/a que tiver seu direito desrespeitado nas escolas, na certeza de que essa valorosa profissão merece toda a valorização que tem direito.

Nova reunião com o GDF neste sábado (02)

O Governo do Distrito Federal convidou a Comissão de Negociação do Sinpro para uma nova reunião, ao meio-dia deste sábado (02), no Palácio do Buriti.

GDF descumpre prazo e só paga 1/3 das férias e salário da categoria na segunda, 07

O Sinpro acabou de ser informado pela Secretaria de Educação do GDF que devido a problemas técnicos no repasse do pagamento de 1/3 de férias e do salário da categoria, os valores só serão creditados na segunda-feira (07). A secretaria afirmou que as providências para a resolução do problema já foram tomadas.

Mais uma vez o governo descumpre o prazo legal de 48h para o pagamento de 1/3 de férias da categoria, prejudicando professoras e professores.
 
 

2012 chega ao fim e os/as professores/as continuam sem reajuste

Durante o balanço de dois anos de governo o governador Agnelo Queiroz anunciou um aumento de 15.8% para algumas categorias de servidores públicos do GDF. Este percentual será dividido em três anos, a partir de 2013. Ele segue assim a orientação da área federal para a área de segurança.
No caso da Educação, há um compromisso de campanha de construir a isonomia salarial com outras carreiras de nível superior do GDF no seu mandato. Esse compromisso foi reafirmado posteriormente em acordo assinado. No caso federal a presidenta Dilma Roussef já garantiu aos professores um reajuste que varia de 25% a 45% dividido em três anos.
Na última reunião de negociação o secretário de Administração Wilmar Lacerda apontou para a continuidade das negociações a respeito da nossa pauta em janeiro. Nós, professores e professoras do ensino público, não aceitaremos mais enrolação e exigimos que as negociações sejam realizadas dentro da perspectiva da isonomia, porque a Educação não pode esperar.

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