Dia Internacional do Trabalhador volta às ruas em 2022

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Portal CUT – Escrito por: Redação CUT/Texto: André Accarini | Editado por: Marize Muniz

 

Este ano, os eventos do 1° de Maio, Dia Internacional do Trabalhador, voltam a ser presenciais, depois de dois anos da pandemia que matou mais de 662 mil brasileiros – muitos morreram por falta da vacina que o governo de Jair Bolsonaro (PL) demorou a comprar.

Em São Paulo, o ato será unitário e vai reunir a CUT e as principais centrais sindicais do país, na Praça Charles Muller (Pacaembu), a partir das 10h da manhã. A expectativa é de que 100 mil pessoas passem pela praça durante todo o dia. Além de Daniela Mercury, já estão confirmadas as presenças de Leci Brandão, Francisco El Hombre, Dexter e DJ KL Jay. Outras atrações e intervenções serão divulgadas posteriormente.

O evento será transmitido ao vivo para todo o Brasil pelo portal e redes da CUT (@CUTBrasil), centrais sindicais e pela TVT, nas redes sociais (@RedeTVT).

TVT também transmitirá em sinal aberto pela TV, em São Paulo, no canal 44.1 e no ABC pelo canal 512 da Net.

Além de São Paulo, a programação do Dia Internacional do Trabalhador inclui eventos em diversas cidades onde atos estão sendo organizados.

1° de Maio em 2022

Sem nada a comemorar pelo menos desde o golpe de 2016, que destituiu a presidenta Dilma Rousseff e impôs aos trabalhadores uma agenda de retirada de direitos previdenciários (com a reforma Previdenciária de Bolsonaro, aprovada em 2019) e a trabalhista do ilegítimo Michel Temer (MDB-SP), a data será de reflexão sobre o mundo do trabalho e também de luta contra os ataques aos direitos.

Recentemente, as centrais sindicais divulgaram a Pauta da Classe Trabalhadora, documento unitário das centrais aprovado na Conferência da Classe Trabalhadora 2022 (Conclat-2022), em 7 abril, com 63 reivindicações e propostas que vão orientar os debates do dia 1º de Maio.

Entre as propostas estão desenvolvimento sustentável com geração e emprego e renda. Emprego decente, afirmam os sindicalistas. Isso porque, além das altas taxas de desemprego, os trabalhadores sofrem com empregos precários sem carteira assinada e a informalidade que disparou depois de 2016.

Leia Mais: Índice de desemprego fica em 11,2% e atinge 12 milhões de trabalhadores

A preocupação não é só com trabalhadores formais, os sindicalistas querem assistência, proteção social e direitos trabalhistas para categorias como os motoristas de aplicativos, ‘profissão’ que cresceu durante a pandemia, muito em função da migração de profissionais desempregados de outras áreas. Ou seja, trabalhadores que ficaram sem renda e sem emprego por falta de uma política de proteção do Estado, por falta de investimentos públicos.

Democracia acima de tudo

Neste 1° de Maio, a classe trabalhadora também leva às ruas o grito por democracia, duramente atacada pelo governo Bolsonaro como forma de cercear direitos dos trabalhadores, além de ser estratégia para se perpetuar no poder. Bolsonaro já fez diversos ataques às instituições democráticas brasileiras como o Supremo Tribunal Federal (STF) e à própria urna eletrônica, principal instrumento do povo brasileiro para exercer cidadania, suscitando dúvidas sobre sua segurança e, com isso, dúvidas também sobre ele querer dar um golpe e cancelar as eleições.

“A democracia é o regime que mais protege o povo. Em todos os regimes de exceção quem mais sofreu foi a classe trabalhadora porque os golpes sempre têm uma motivação civil, de interesse da elite econômica. É por isso que nós sempre vamos defender a democracia com todas as nossas forças”, diz Vagner Freitas, vice-presidente da CUT.

Para o dirigente, o que incomodou a elite e resultou no golpe foi a trajetória de ascensão econômica e social proporcionada pelas políticas públicas implementadas pelo governo do ex-presidente Lula.

“Toda vez que o povo sobe um degrau na escala da ascensão social, como ocorreu nos governos de Getúlio Vargas e Lula, a elite ataca a democracia para retirar direitos do povo”, afirma o vice-presidente da CUT.

Por isso, destaca, a importância deste 1° de Maio: “Estamos em um ano atípico, de tudo ou nada, e é a classe trabalhadora que tem a voz e o poder de mudar a situação que vivemos. Este 1° de Maio é um marco porque depois de muito tempo de isolamento, o povo estará nas ruas novamente e será o nosso recado de que venceremos a batalha contra o ataque aos nossos direitos”, conclui Vagner Freitas, em uma referência às eleições de outubro deste ano que vai escolher no novo presidente da República. 

O evento

Se por um lado, o Dia 1° de Maio é uma data de consciência política, por outro é de celebração, mas também com essa característica. Assim como todas as expressões artísticas de grandes nomes (como Chico Buarque, Caetano e Gilberto Gil), durante a ditadura militar no Brasil (1964-1985) levavam música, poesia e conscientização à população, este ano, o 1° de Maio também vai trazer ao público shows de artistas engajados na luta pela democracia, como Daniela Mercury e Leci Brandão, entre outros.

Outras atrações e intervenções culturais serão divulgadas posteriormente.

Convocação

Nesta terça-feira (19), a partir das 10h, a CUT e centrais estarão na Praça Ramos de Azevedo (Teatro Municipal), na capital paulista, entregando panfletos à população, alusivos ao 1° de Maio no Pacaembu, com todas informações como horários e atrações. 

Fonte: CUT

CUT e Sinpro realizam oficina sobre direitos reprodutivos, dia 23

Direito ao corpo e direitos reprodutivos serão tema de oficina realizada pela Central Única dos(as) Trabalhadores(as) do DF (CUT-DF) e do Sinpro-DF, neste sábado (23/4). A atividade será realizada das 9h às 13h, no auditório Paulo Freire do sindicato (SIG). A oficina é gratuita. Para se inscrever, basta ser mulher. Acesse o link de inscrição https://bit.ly/3JVqRai

A oficina sobre direitos reprodutivos terá momento de facilitação e de troca, além de avaliação da rede de atendimento ofertada às mulheres do DF.

“Direitos reprodutivos são direitos humanos. E como todos os outros direitos humanos, os reprodutivos também devem ser abordados nas escolas. Por isso nós enquanto formadoras, como professoras, como orientadores educacionais, como mulheres, temos que ter formação dessa pauta para poder tratar sobre o assunto em sala de aula’, explica a diretora do Sinpro-DF Vilmara do Carmo.

A secretária de Mulheres da CUT-DF, Thaísa Magalhães, afirma que tratar de direitos reprodutivos é tratar da vida das mulheres. “Quando a gente fala de direitos reprodutivos, a gente fala também da vida das mulheres. Muitas mulheres são vítimas de violência e chegam a morrer porque têm vetado o acesso aos direitos reprodutivos ou sequer sabem que têm direito a eles. Se a luta é pela vida, os direitos reprodutivos devem ser debatidos.”

Mais informações sobre a Oficina sobre Direitos Reprodutivos com Danielly Maciel, pelo telefone 9992-3398.

Bolsonaro impõe sigilo de reuniões com pastores envolvidos no bolsolão do MEC

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Portal CUT – Escrito por: Redação RBA

 

A preocupação do governo de Jair Bolsonaro (PL) com as denúncias de corrupção é tamanha que não basta tentar barrar a CPI do MEC. Agora o governo impõe sigilo em informações relativas aos encontros do presidente com os pastores Gilmar Santos e Arilton Moura. Ambos são investigados pela Polícia Federal após denúncias de operarem esquema de cobrança de propinas no Ministério da Educação. Inclusive com pedido de barras de ouro para ajudar na liberação de recursos da pasta.

Segundo reportagem publicada nesta quarta-feira (13) pelo jornal O Globo, o Gabinete de Segurança Institucional (GSI), chefiado pelo ministro Augusto Heleno, se manifestou de maneira contrária ao fornecimento de informações via Lei de Acesso a Informação. O GSI alegou que a informação solicitada “poderia colocar em risco a vida do presidente da República e de seus familiares”.

O veículo quis aprofundar informações sobre a frequência de visitas a Bolsonaro dos religiosos que agiam no MEC. Mas a agenda presidencial divulgada omite informações e detalhes. Por exemplo, Bolsonaro se encontrou hoje com representantes da Assembleia de Deus em café da manhã. Mas a reunião não estava prevista em sua agenda oficial, segundo o portal Metrópoles. Participaram ainda ministros e parlamentares evangélicos, além da primeira-dama, Michelle Bolsonaro, e da ex-ministra e pastora Damares Alves.
 
Bancada da Bíblia

O Globo já havia apurado que os pastores tinham acesso também ao Congresso. Nos últimos quatro anos, Arilton Moura esteve pelo menos 90 vezes na Câmara, visitando gabinetes de 10 diferentes parlamentares, de diferentes partidos. Entre eles, Eduardo Bolsonaro.

Conforme registros de visitantes da Câmara, em 16 de outubro de 2019, Moura informou que iria ao gabinete 350 no Anexo IV, ocupado pelo deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP). Dois dias depois, o pastor acompanhou o seu colega Gilmar Santos em um encontro com o presidente no Palácio do Planalto.
 
Fonte: CUT

Governo quer transformar Embrapa em balcão de negócios de venda de pesquisas

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Portal CUT – Escrito por: Rosely Rocha | Editado por: Marize Muniz

 

O processo de privatização da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), reconhecida pelos serviços de excelência que presta ao setor, vem sendo “disfarçado” pela atual gestão da estatal, presidida por Celso Luiz Moretti.

A nova investida de Moretti, denunciam dirigentes do Sindicato Nacional dos Trabalhadores de Pesquisa e Desenvolvimento Agropecuário (Sinpaf), filiado à CUT, é um projeto que prevê a cobrança por pesquisas feitas na Embrapa.  

Ao contrário do que a leitura apressada da proposta possa dar a entender, a cobrança é ruim para o Brasil e para os brasileiros, afirmam categoricamente os pesquisadores que estão na direção do Sinpaf.

Chamado de “Transforma Embrapa”, o projeto permite que empresas privadas tenham acesso aos produtos das pesquisas públicas, tendo seus resultados revertidos em lucro financeiro e exclusivo, em detrimento do imenso lucro social gerado para toda a sociedade brasileira, como ocorre atualmente.

Caso seja implantada, a proposta, que já foi aprovada pelo Conselho de Administração da Embrapa (Consad), vai prejudicar principalmente a agricultura familiar e os pequenos produtores, que produzem cerca de 70% da alimentação consumida pela população brasileira. Isso geraria, inclusive, uma crise de soberania alimentar, dizem os pesquisadores.

“Uma grande empresa poderá pedir uma pesquisa sobre o arroz ou o feijão para melhorar a qualidade de seus produtos. O pequeno agricultor não terá acesso ao resultado dessa pesquisa feita por uma empresa pública, mantida com recursos da União, nem poderá utilizar em sua lavoura”, explica Marcus Vinicius Sidoruk Vidal, presidente do Sinpaf. 

“A Embrapa é pública”, reforça ele, complementando: “E deveria continuar pesquisando a melhoria da agricultura para todos, não para uma ou duas empresas que queiram dominar o mercado”.

O dirigente acusa ainda a atual gestão de falta de transparência em sua proposta, já que os trabalhadores e trabalhadoras não foram chamados para debater o projeto.

O sindicato denunciou ainda que o caminho para converter a Embrapa em uma grande corporação privada seria a criação de um amplo centro de serviços compartilhados, aliado a uma drástica redução de custos com vigilância armada, limpeza, água, energia e pessoas, essas últimas por meio de um eventual plano de demissão incentivada e pelo desligamento daquelas que forem completando 75 anos.

Leia mais: OIT intervém junto ao governo federal por práticas antissindicais na Embrapa  

Outro ponto polêmico apontado pelo sindicalista é que essa proposta foi elaborada por uma empresa de consultoria, regiamente remunerada com recursos “doados desinteressadamente” pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e a Organização das Cooperativas do Brasil (OCB).

“Todo esse processo é estranho e pouco transparente, mas evidencia a tentativa despudorada de transformar a empresa em um balcão de negócios, facilitando a apropriação privada da estrutura e da inteligência construídas por décadas de investimentos públicos”, diz em nota o Sinpaf.

É uma privatização velada, vai vender as pesquisas, para quem financiou. Será um balcão de negócios, acabando com o caráter público da Embrapa

– Marcus Vinicius Sidoruk Vidal

Campanha em defesa da Embrapa

O Sinpaf vem reforçando sua campanha contra o desmonte da Embrapa, com a colocação de dois outdoors nas proximidades do aeroporto de Brasília, na última terça-feira (12).

A Diretoria Nacional do Sinpaf também disponibilizou artes de faixas e outdoors na página da campanha no site, para que as Seções Sindicais em todo o país possam divulgar o Desmonte da Embrapa nas suas localidades e nas unidades da empresa.

Faça o download do material aqui

No próximo dia 26, quando a estatal fará 49 anos, haverá uma audiência pública na Câmara Federal, onde os pesquisadores falarão em defesa da Embrapa.

“Esse será um espaço importante para que possamos contrapor a essa proposta de desmonte da Embrapa.  Para isso estamos convidando todas as entidades sindicais, federações, confederações e movimento dos sem-terra, da agricultura familiar para que se unam a nós em defesa desta empresa pública de fundamental importância para o país”, diz Vidal.

Leia mais: Entenda como a privatização da Embrapa pode fazer preços de alimentos subirem

Fonte: CUT

Confira os locais de votação das eleições do Sinpro-DF

Nos dias 25 e 26 de maio, o Sinpro-DF realizará eleições para escolher a nova diretoria do sindicato e Conselho Fiscal para o triênio 2022-2025. Pelo edital de convocação, serão disponibilizadas 21 urnas fixas, sendo quatro na sede e subsedes do sindicato e 17 escolas em diversas regiões administrativas do DF.

Ainda segundo o edital de convocação das eleições do Sinpro-DF, “outros locais de votação de urnas fixas, além de urnas itinerantes que percorrem locais de trabalho e seus roteiros, serão definidos pela Comissão Eleitoral”. O grupo foi eleito em assembleia realizada dia 9 de abril.

Nas sedes e subsedes do Sinpro-DF, a votação poderá ser realizada das 8h às 20h. Na escolas, o horário de votação será de 8h às 17h para as unidades escolares de turno diurno, e de 8h às 20h para as de turno noturno.

 


Veja abaixo os locais de votação

Sede e subsedes do Sinpro DF
SIG – SIG Quadra 6 Lote 2260 – Setor Gráfico
Planaltina – Av. Independência Quadra 05 Lote 18 – Vila Vicentina
Gama – Área Especial 20/21 Salas 42 e 44. Ed. Alternativo Center – Setor Central
Taguatinga – CNB 04 Lote 03 Loja 01

Escolas
Centro de Ensino Especial de Brazlândia (CENE-BRAZ)
EC 45 Ceilândia
CEM 02 Ceilândia
CEM 01 Guará (GG)
CEM Urso Branco do Núcleo Bandeirante (CEMUB)
CEM 01 do Paranoá
CEM Setor Oeste do Plano Piloto (CEMSO)
CEF GAN do Plano Piloto
CEF 101 do Recanto das Emas
CEM 01 do Riacho Fundo I
CED 01 do Riacho Fundo II
CEE 01 de Samambaia
CAIC Unesco de São Sebastião
Escola Classe 11 de Sobradinho
CEM Ave Branca de Taguatinga (CEMAB)
CED 06 de Taguatinga
Centro de Ensino Especial de Santa Maria

Governo Bolsonaro autoriza 52 ‘escolas fake’ em reduto de ministro do Centrão

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Portal CUT – Escrito por: Redação CUT | Editado por: Marize Muniz

 

O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), presidido por Marcelo Lopes da Ponte, que foi chefe de gabinete do ministro-chefe da Casa Civil, Ciro Nogueira (PP), liberou R$ 172,5 milhões para a construção de 52 “escolas fake” no Piauí, segundo denúncia publicada no jornal o Estado de S Paulo desta terça-feira (12).

Até agora, de acordo com a reportagem, só foram garantidos R$ 15,6 milhões, ou 9,09% do total que o governo precisará desembolsar. Proporcionalmente, o Piauí obteve reserva orçamentária maior do que a média dos demais Estados, que ficou em 3,8%. 

Com os novos contratos para novas obras, fechados em sua maioria com prefeituras piauienses comandadas pelo Progressistas, o PP, partido do ministro, foram abandonas obra já iniciadas de 99 colégios, creches e quadras poliesportivas. Desse total, em 51 dos casos não há desembolso do FNDE porque as obras foram iniciadas em governos passados. Pela legislação, essas obras deveriam ter prioridade. Nos outros 48 casos, o contrato para construção foi encerrado sem que as obras fossem concluídas, o que deixa pelas cidades esqueletos de escolas. 

Os números mostram que Ciro Nogueira usa dinheiro da educação para turbinar a campanha eleitoral de aliados no seu reduto eleitoral, diz a reportagem. Entre as candidaturas está a da sua ex-mulher Iracema Portella, citam repórteres Julia Affonso, Breno Pires e André Shalders, que assinam a matéria.

A caneta usada em todas essas liberações milionárias de verbas sem transparência, sem controle e sem acompanhamento, está nas mãos de Marcelo Lopes da Ponte, indicado por Ciro e apadrinhado pelo presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, também do PP e também autor de diversas emendas de relator que destinou vernas do órgão para aliados em Alagoas. Algumas dessas emendas foram para destinar recursos para a compra de kits de robótica para escolas que não têm internet, nem computador ou sequer água.

Foi uma canetada de Marcelo Ponte também que autorizou a construção de 2 mil novas escolas apesar de haver 3,5 mil obras paradas.

A estratégia, afirmam os repórteres do Estadão, garante a deputados aliados alardear em suas bases a conquista de obras que, na prática, não serão executadas por falta de previsão orçamentária.

Confira aqui a íntegra da reportagem. 

Fonte: CUT

Congresso Nacional e TST recebem da CUT e demais centrais a agenda dos trabalhadores

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Portal CUT – Escrito por: Redação CUT / Rosely Rocha | Editado por: Marize Muniz

 

A Agenda Sindical 2022, separada em dois documentos “Agenda Legislativa e a Agenda Jurídica”, foi entregue pelo presidente nacional da CUT, Sérgio Nobre, e das demais centrais sindicais que debateram e construíram os textos, a parlamentares de oposição ao governo de Jair Bolsonaro (PL), no início da tarde desta terça-feira (12), no Congresso Nacional, em Brasília.

No final do dia será entregue aos presidentes da Câmara, Arthur Lira (PP), e do Senado Rodrigo Pacheco, (PSD). Já a Jurídica foi entregue ao presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), ministro Emmanoel Pereira. 

As agendas, disse Sérgio Nobre ao PortalCUT, “devem servir como bandeira, guia e instrumento de luta de toda a classe trabalhadora para o próximo período”.

“Preocupa-nos a agenda de desmonte do Estado, porque ao longo da nossa história, todos os períodos em que o país cresceu com geração de emprego foi com o planejamento do Estado e o investimento forte do Estado, porque a iniciativa privada ajuda, mas ela não tem condições de fazer os investimentos que o país precisa”, disse o presidente nacional da CUT na cerimônia de entrega aos deputados.

“E as estatais brasileiras são o instrumento de desenvolvimento do nosso país”, complementou  Sérgio Nobre.

Participaram da entrega da Agenda Legislativa, que inclui as propostas da reforma tributária, reforma do Estado e privatizações, o meio ambiente e a democracia, os presidentes da Força Sindical, UGT, CTB, CSB, NCST, Intersindical Central da Classe Trabalhadora, Intersindical Instrumento de Luta, CSP-Conlutas e Pública Central do Servidor.

Segundo eles, nesta edição da Agenda Legislativa das Centrais Sindicais no Congresso Nacional, estão destacadas 36 proposições em fase avançada de tramitação legislativa, sendo 22 em tramitação na Câmara dos Deputados e 14 no Senado Federal, e que impactam diretamente os trabalhadores e as trabalhadoras em diferentes aspectos do mundo do laboral, do movimento sindical e do sistema de relações de trabalho.

Para cada medida ou projeto destacado na Agenda, as centrais indicam o seu posicionamento favorável ou contrário e as suas recomendações sobre cada proposição em tramitação no Congresso Nacional.

O secretário de Assuntos Jurídicos da CUT Nacional, presente ao evento destacou que tanto as conversas com os parlamentares como com o presidente do TST foram construtivas no sentido de abrir um diálogo em defesa da classe trabalhadora.

“Nós reivindicamos que os direitos dos trabalhadores sejam mantidos e que alguns dos projetos que estão tramitando pelo Congresso sejam rejeitados e outros adequados às necessidades da classe trabalhadora. Neste sentido, nós também conversamos com o ministro Pereira, em que colocamos nossa preocupação com o fato do Supremo Tribunal Federal [STF] estar ‘invadindo’ competências que são do TST, julgando ações que dizem respeito ao Trabalho”, contou Valeir.

Segundo o dirigente, a Agenda Jurídica também será entregue aos ministros do Supremo, com data a ser marcada.

Oposição apoia Agenda dos trabalhadores

Durante a entrega aos parlamentares, o líder do Partido dos Trabalhadores, Reginaldo Lopes, (PT-MG), defendeu uma política de valorização do salário mínimo para promover a retomada da economia em um cenário de inflação.

“O País precisa proteger os trabalhadores. A inflação deste mês de março é a maior dos últimos 30 anos e está comendo todo o poder de compra do povo que tem menor renda. Aqueles que vivem da especulação estão protegidos”, afirmou.

O deputado Alencar Santana (PT-SP) acusou o governo de retirar direitos dos trabalhadores. “Este governo em nenhum momento se preocupou com o emprego, não tem nenhuma pauta de desenvolvimento e inclusão. Falar em direitos virou palavrão”, criticou.

Já a deputada Professora Rosa Neide (PT-MT) chamou a atenção para as propostas que devem beneficiar mulheres, como o projeto que promove a igualdade salarial (PL 1558/21). “Fico muito feliz que as centrais defendam esta agenda”, elogiou.

JOÃO ABREU / PT NA CÂMARAJoão Abreu / PT na Câmara

Os depoimentos dos parlamentares foram publicados pela Agência Câmara de Notícias.

Leia mais: Sérgio Nobre: agenda deve ser bandeira e instrumento de luta dos trabalhadores

Fonte: CUT

Povos indígenas e a luta pela vida é tema do TV Sinpro desta quarta (13)

Nesta quarta-feira (13), o TV Sinpro será dedicado à pauta indígena. No bate-papo, serão tratadas as lutas dos povos indígenas e a influência disso na vida de toda população brasileira. O TV Sinpro será ao vivo, às 19h, com transmissão pela TV Comunitária (Canal 12 na NET) e redes sociais do sindicato (Facebook, Instagram, Youtube)

Para tratar do tema, participarão as lideranças indígenas Agnelo Temrité, Cacique Guerrero Xavante; Crisanto Rudzö, presidente da Federação dos Povos e Organizações Indígenas do Mato Grosso (Fepoimt); Lucio Waane e Luis Carlos Xavante, também da federação, e Maurício Ye’kwana, diretor da Hutukara Associação Yanomami do Estado de Roraima. A mediação será da professora Luciana Custódio, dirigente do Sinpro-DF.

Cerca de 8 mil indígenas participam do 18° Acampamento Terra Livre, iniciado dia 4 de abril. Os mais de 120 povos de todo Brasil têm uma pauta histórica extensa em defesa de seus direitos. Entretanto, desde o golpe de 2016, avançam projetos contrários aos avanços que vinham sendo feitos.

Neste ano, um dos mais graves é o projetos de lei 191/2020, de autoria do governo Bolsonaro. No texto, o governo federal pretende abrir as terras indígenas para a exploração da mineração, hidrelétricas e grandes projetos de infraestrutura. O PL tramita em regime de urgência no Congresso Nacional.

No dia 5 de abril, os indígenas, em parceria com a Frente Parlamentar Mista em Defesa dos Direitos dos Povos Indígenas (FPMDDPI), realizaram lançamento da carta aberta contra o PL 191/2020.

“Não procede a justificativa usada pelo governo Bolsonaro para pedir o regime de urgência para esse projeto: o de que a guerra na Ucrânia poderia ameaçar a agricultura brasileira, uma vez que a Rússia é uma das principais fornecedoras de fertilizantes para o Brasil. Conforme estudo do Laboratório de Gestão de Serviços Ambientais da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), cerca de 2/3 das reservas nacionais de potássio, principal insumo para a produção de fertilizantes, estão fora da Amazônia Legal, que concentra 98% das terras indígenas homologadas no país”, diz trecho da carta aberta (leia íntegra no fim da matéria).

MATÉRIA EM LIBRAS

FGTS: Consulta a saque de R$ 1.000 está liberada, mas 79% das contas têm só R$ 175

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Portal CUT – Escrito por: Marize Muniz | Editado por: Marize Muniz

 

A partir desta sexta-feira (8) os trabalhadores e as trabalhadoras formais, com carteira assinada, poderão consultar se têm saldo em suas contas individuais do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Em caso positivo, poderão fazer um saque extra de até R$ 1.000, a partir do dia 20 de abril, quando o dinheiro começa a ser liberado, de acordo com a data de nascimento. Veja calendário abaixo.

O representante da CUT no Conselho Curador do FGTS José Abelha Neto, alerta, no entanto, que apenas trabalhadores com salários altos e em empregos estáveis, conseguirão sacar quantias próximas a R$ 1.000. Segundo ele79% das contas têm apenas R$ 175 de saldo.

Seja um saldo de R$ 1.000 ou menos, o saque extra não vai aliviar o endividamento das famílias brasileiras e só beneficiará quem tem bons empregos e, portanto, um saldo maior nas contas do FGTS, ressalta o economista do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), Clovis Scherer, assessor da CUT Nacional no Conselho Curador do FGTS.

“Sacar o FGTS agora é como tirar da poupança para pagar as contas do dia a dia. Quem sai prejudicado é o trabalhador que, na hora do desemprego, em que mais precisará de uma reserva financeira ficará praticamente sem nada para sobreviver até arrumar um outro trabalho”, diz Clovis.

Com a economia capenga, inflação em disparada, desemprego atingindo 12 milhões de pessoas e sem proposta de desenvolvimento econômico e social, o governo de Jair Bolsonaro (PL), mais uma vez, libera recursos que pertencem aos trabalhadores para injetar dinheiro no mercado interno. A expectativa é de que 42 milhões de brasileiros saquem e injetem de R$ 30 bilhões na economia.

Confira abaixo tudo sobre o saque extra do FGTS

Onde posso fazer a consulta?

O trabalhador pode fazer a consulta pelo app FGTS (disponível na Google Play e na App Store), em agências da Caixa Econômica Federal ou pelo site oficial da Caixa.

O que as agências ou apps vão informar?

. se tem saldo

. o valor a ser creditado

. a data do crédito na conta poupança social digital.

Nas agências ou nos apps, os trabalhadores poderão, ainda, fazer alterações cadastrais para a criação da conta poupança digital.

O que acontece se trabalhador não quiser sacar?

O trabalhador que tem saldo e não deseja fazer o saque extra tem de informar nos apps ou na agência que não quer o dinheiro agora. Neste caso, o dinheiro vai continuar na conta individual do FGTS do trabalhador.

Se o valor disponível for creditado automaticamente na conta poupança normal ou poupança social digital da Caixa, o trabalhador pode solicitar o retorno do valor creditado para a conta FGTS nas agências ou por meio dos apps.

O que trabalhador pode consultar no site?

Pode consultar se tem direito ao saque extra.

A data de crédito na Conta Poupança Social Digital.

Qual o valor do saque?

O valor máximo do saque é de até R$ 1.000 por trabalhador, considerando a soma dos saldos disponíveis em suas contas do FGTS.

Quem tiver mais de R$ 1.000 nas contas receberá apenas os R$ 1.000.

Quem tiver menos de R$ 1.000 receberá todo o valor que estiver no fundo.

Valores que estiverem bloqueados na conta do FGTS não poderão ser sacados porque são usados como garantia de empréstimos, como é o caso da modalidade, também criada por Bolsonaro para resolver problemas na economia, chamada de saque-aniversário.

Se o trabalhador tiver mais de uma conta do FGTS, o saque é feito na seguinte ordem:

. primeiro, das contas relativas a empregos antigos, começando pela conta que tiver o menor saldo;

. em seguida, as demais contas, iniciando pela que tiver menor saldo.

Por que o trabalhador tem mais de uma conta nlo FGTS?

Quando o trabalhador é demitido sem justa causa pode sacar o saldo do FGTS da empresa de onde está saindo a qualquer momento.

Já quem pediu demissão ou foi demitido por justa causa, só pode sacar depois de três anos sem emprego com carteira assinada. Se uma conta for ativada, ou seja, ele conseguir um emprego nesses três anos, ele não pode sacar e fica com duas contas, a do emprego que saiu (conta inativa) e a do que conseguiu depois (conta ativa).

E quando posso sacar se nunca sou demitido ou, se sou, consigo emprego formal rapidamente?

Nesses casos, o trabalhador pode sacar o FGTS quando se aposentar, comprar  casa própria ou usar para amortização do saldo de empréstimo habitacional. Pode também sacar em caso de doença grave em estágio terminal na família,  calamidade pública como as enchentes que destruíam moradias, e por idade a partir de 70 anos.

Quando posso sacar esse dinheiro extra do FGTS?

Os valores começam a ser pagos em 20 de abril e variam de acordo com a data de nascimento do trabalhador.

O dinheiro será depositado no aplicativo Caixa Tem e os trabalhadores poderão movimentá-lo pelo próprio aplicativo, por meio do pagamento de boleto, transferências bancárias (inclusive Pix), pagamentos em maquininhas (com QR Code), transações com cartão virtual de débito e saque com token em terminais de autoatendimento e lotéricas.

Confira o calendário de pagamento do saque extra do FGTS

Mês de nascimento Data do depósito
Janeiro 20 de abril
Fevereiro 30 de abril
Março 04 de maio
Abril 11 de maio
Maio 14 de maio
Junho 18 de maio
Julho 21 de maio
Agosto 25 de maio
Setembro 28 de maio
Outubro 01 de junho
Novembro 08 de junho
Dezembro 15 de junho

Quem tem direito ao FGTS?

. Trabalhadores regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT)

. Trabalhadores rurais

. Trabalhadores intermitentes e temporários (trabalhadores urbanos contratados por uma empresa para prestar serviços por determinado período)

. Trabalhadores avulsos (quem presta serviços a várias empresas, mas é contratado por um sindicato e, por isso, não tem vínculo empregatício, como estivadores)

. Atletas profissionais (como os jogadores de futebol)

. Empregados domésticos (de forma obrigatória desde 1º/10/2015)

. Safreiros (operários rurais que trabalham apenas no período de colheita).

Fonte: CUT 

Atos #BolsonaroNuncaMais deste sábado (9) já estão confirmados em 60 cidades

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Portal CUT – Escrito por: Redação CUT | Editado por: Marize Muniz

 

Brasileiros e brasileiras estão organizados para ocupar as ruas de várias cidades, neste sábado, 9 de abril, para protestar contra o governo de Jair Bolsonaro (PL), responsável pela disparada da inflação, altas taxas de desemprego e de trabalho precário, sem direitos e a volta da fome e da miséria.

Os atos #BolsonaroNuncaMais, organizados por entidades como a CUT e movimentos populares que integram as frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo já estão confirmados em 60 cidades (veja relação abaixo).

“Este ano é um ano decisivo para as nossas vidas, é o ano que vai definir que futuro queremos para o nosso país, para nós, nossas famílias e todo o povo brasileiro”, alerta Secretária0Geral da CUT, Carmen Foro.

“Por isso, estar nas ruas protestando e denunciando o governo Bolsonaro, além de um ato de resistência é um ato de conscientização da população sobre a tragédia que vivemos”, complementa a dirigente.

E motivos para protestar não faltam, é carestia, é falta de trabalho decente e bem remunerado, a fome que afeta mais de 20 milhões de brasileiros, os altos preços dos combustíveis que se refletem em toda a economia brasileira corroendo cada vez mais o poder de comprar dos brasileiros, em especial os mais pobres, pontua Carmen.

“O Brasil vive hoje o pior momento de sua história, um período que começou com o golpe de 2016 contra Dilma Rousseff e que fez o país chegar no fundo do poço com Bolsonaro. Nunca o pais foi tão assolado por ataques a direitos, falta de investimentos no básico como saúde, nunca tivemos um presidente que fosse tão desumano como Bolsonaro. Basta ver o enfrentamento à pandemia”, diz a Secretária-Geral da CUT.

Veja os locais onde manifestações já estão confirmadas

Acre:

Rio Branco – Mercado Velho, 16h

Alagoas

Maceió – Praça dos Martírios, 9h

Amapá

Macapá – Praça da Bandeira, 16h 

Bahia

Salvador – Concentração no Campo Grande, 14h
Ilhéus – Praça do Teatro no Centro Histório, às 12h
Itabuna – Praça Adami, às 9h
Feira de Santana – Estacionamento em frente à prefeitura, 8h30

Ceará

Fortaleza – às 15h, na Praça Portugal

Distrito Federal

Brasília – Museu da República, 16h

Goiás

Goiânia, a concentração será às 16h na Praça do Trabalhador.
Jataí – Praça Tenente Diomar Menezes- às 8h
Rio Verde – Rotatória do Cristo Redentos, às 9h

Minas Gerais

Belo Horizonte, ato será na- Praça Afonso Arinos, ás 9h30.
Barbacena – Praça São Sebastião, 8h30
Juiz de Fora – Parque Halfel, às 10h
Montes Claros – Mercado Municipal, às 8h

Mato Grosso do Sul

Campo Grande, a concentração do ato será Avenida Afonso Pena esquina com a Rua 14 de Julho, às 9h.

Maranhão

São Luís – Praça João Lisboa, 9h
Imperatriz – Calçadão, Centro, 9h
Santa Inês – Praça das Laranjeiras, 8h

Pará

Belém – Escadinha da Presidente Vargas, às 8h

Paraíba

João Pessoa – Ponto dos Cem Réis, 9H

Paraná

Em Curitiba, capital paranaense, o ato irá ocorrer na Praça Generoso Marques, com concentração às 14h30.
Cascavel – Em frente a Catedral, 9h
Foz do Iguaçu – Praça da Bíblia, às 18h
Umuarama – Praça Arthur Thomas, 10h
Turvo:  Praça 31 de Outubro, às 14h

Pernambuco

Recife – a concentração ocorrerá no Parque Treze de Maio, Rua Santa Isabel, a partir das 09h. O final da caminhada será na Praça do Carmo.

Piauí

Teresina – ato na Praça da Liberdade, ás 8h.
Paranaíba – ato em frente à UFDPar,l às 8h30

Rio Grande do Norte

Natal – ato será às 8h00, na Praça Gentil Ferreira, no Alecrim.

Rio Grande do Sul

Na capital gaúcha haverá concentração, às 15h, no Largo Glênio Peres, seguido de caminhada até o Largo Zumbi dos Palmares, com a participação de trabalhadores, trabalhadoras, estudantes, desempregados, donas de casa e população em geral.

Caxias do Sul – Praça Dante Alighieri, às 9h30
Novo Hamburgo – Praça do Imigrante, 10h
Pelotas – Mercado Público, 10h
Rio Grande – Largo Dr. Pio, Centro, às 10h
Santa Maria – Praça Saldanha Marinho, 14h
São Leopoldo – Estação São Leopoldo, às 14h
Santana do Livramento – Parque Internacional, às 9h30
Tramandaí – Praça da Tainha, às 15h

Rio de Janeiro

No Rio, a concentração começa às 10h, na Candelária e caminhada até a Cinelândia.

Campo dos Goytacazes – UFF Campos, 9h

Santa Catarina

Em Florianópolis, ato será no Largo da Alfândega, às 9h.
Joinville – Praça da Bandeira, 14h

São Paulo

Na capital paulista, a manifestação está prevista para ocorrer na Praça da República, no centro, com concentração a partir das 14h.

Carapicuíba – Calçadão da Av. Rui Barbosa | 10h
Botucatu – Praça do Bosque, 14h
Jaguariúna – Campinas Largo do Rosário, 9h
Marília – Praça da Ilha, em frente a Galeria Atenas, 9h30
Mogi das Cruzes – Largo do Rosário, às 10h
Osasco – Estação de Osasco, 12h30
Ribeirão Preto – Esplanada Theatro Pedro II, 9h
Santos – Estação da Cidadania, Av. Ana Costa 340, às 16h
São Carlos – Ato às 9h (local a confirmar)
Estação da Cidadania, Av. Ana Costa 340, 16h
São Vicente – Praça Barão, 10h
Sorocaba – Boulevard Braguinha x Barão de Rio Branco, às 9h30

Sergipe

Em Aracaju, o ato será na Praça Eventos do Mecardo, no central da capita sergipana, às 8h.

Outros países

Suíça
Zurique: Flashmob e ato Rua ao lado da casa do Povo em frente a praça Nenhuma a Menos. Klimarkirche, Wibichstrasse 43, ZH | 17h (horário local)  

Fonte: CUT

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