Feliz Natal e um Ano Novo repleto de unidade, solidariedade e luta
Jornalista: Vanessa Galassi
Unidade. Essa foi uma das práticas mais intensas da categoria do Magistério Público neste ano de 2023. A solidariedade entre os(as) profissionais da nossa categoria para atingir um objetivo comum se fez firme, e enfrentou com coragem todos os ataques que sofremos.
Não foi fácil, a gente sabe. Mesmo que a esperança tenha despontado em nível nacional, a investida contra a educação pública bancada por quem considera esse direito humano uma mercadoria foi severa, inclusive aqui no DF.
Não recuamos. Fomos valentes e seguimos, lado a lado.
Ainda há um longo caminho a ser percorrido. Lutar pela educação pública popular, laica, inclusiva e de qualidade socialmente referenciada é lutar por um Brasil e por um DF em que todas as pessoas, sem distinção, tenham oportunidades, direitos e liberdade.
Que neste Natal, possamos refletir sobre a necessidade de fazer da nossa unidade uma crescente e, dessa forma, garantir um futuro de justiça social. Que estejamos prontos para 2024, cientes de que a solidariedade deve ser o princípio de uma vida melhor. E será!
Mulheres reunidas na vivência do combate à violência de gênero
Jornalista: Letícia Sallorenzo
No último sábado (9/12), foi realizado o encontro de mulheres com vivências, imersão e formação. O encontro foi a culminância dos 21 dias de ativismo pelo fim da violência contra as mulheres. Dividiu-se em dois momentos, um individual e outro político e coletivo.
Realizado na chácara do Sinpro, o evento começou com atividades de autocuidado, autorreflexão e autofortalecimento. Nesse momento de imersão interior, foi oferecido às cerca de 70 participantes um escalda-pés com ervas aromáticas, e as mulheres refletiram sobre suas individualidades, fortalezas, medos, desejos e sonhos.
A segunda parte do encontro foi de formação política, sobre feminismo e patriarcado. Com os índices de violência urbana, as participantes construíram uma árvore de luta, em que as raízes representam as tradições do patriarcado; o tronco são as ações para se romper com essa cultura, e os frutos seriam os resultados dessa revolução feminista, a partir dessa nova realidade.
“Há uma força dentro de cada uma de nós mulheres. Porque desde pequenas somos obrigadas a criar estratégias para vencer o machismo e a misoginia, seja reagindo à imposição do trabalho doméstico, seja sabendo que estudar é nossa melhor saída. O encontro de mulheres de 2023 foi uma maneira de fazer com que cada mulher reencontre com essa sua força interior e se conecte com ela na rede de solidariedade, na sororidade. Uma pela outra sempre!”, declarou a coordenadora da secretaria de Assuntos e Políticas para Mulheres Educadoras, Mônica Caldeira.
TV Sinpro Especial aborda o desrespeito com a comunidade de Olhos D’Água
Jornalista: Luis Ricardo
O TV Sinpro desta terça-feira (05) está especial, e traz para a mesa de debate o desrespeito que a comunidade de Olhos D’Água vem sofrendo. O programa terá a participação de Djalma Valois Filho, agente cultural de Olhos D’Água; Áurea Lúcia Maia Queiroz, cofundadora do bloco carnavalesco Pinto Caipira; Iolanda Rocha, educadora e socioambientalista; da artesã Hilda Freire; de Mariana de Bulhões, presidente da ACORDE, diretora do Memorial Olhos D’água e pedagoga, além da diretora do Sinpro Luciana Custódio.
A comunidade de Olhos D’Água, localizada na região de Alexânia, tem se revoltado após o prefeito da cidade proibir a realização da Feira do Troca na Praça Santo Antônio. A revolta da população começou depois do padre da paróquia local solicitar à prefeitura que a Feira seja impedida de acontecer em seu local tradicional, o que tem revoltado a cidade e todos que conhecem a história de Olhos D’Água.
A grande maioria da comunidade defende a tradição da Feira do Troca, que movimenta o comércio e o artesanato local a cada seis meses, sempre no primeiro fim de semana de junho e dezembro. O debate é importante também para mostrar a importância da cultura de Olhos D’Água e pelo fato de muitos(as) moradores(as) do Distrito Federal se territorializarem à região, inclusive com grande frequência de professores(as) e orientadores(as) educacionais da capital federal no local.
O programa será transmitido às 19h com transmissão pelo Youtube e Facebook do Sinpro-DF. Confira!
Tabela do Sinpro calcula remuneração de CT’s com 1/6 da Gaped incorporada
Jornalista: Vanessa Galassi
Professores(as) em regime de contrato temporário poderão utilizar tabela disponibilizada pelo Sinpro-DF para calcular a remuneração recebida em novembro, com a incorporação de 1/6 da Gaped. Confira AQUI
Essa é primeira parcela da incorporação da gratificação, e incidirá na Folha 10, paga no 5º dia útil deste mês. A tabela do Sinpro ainda considera a primeira parcela do reajuste salarial de 6%. O pagamento desse reajuste será finalizado em julho de 2025, totalizando 18%.
A incorporação da Gaped é uma das conquistas da Greve da Educação, realizada neste ano. A gratificação será incorporada em seis parcelas de 5% cada (outubro 2023; janeiro 2024; janeiro de 2025 e janeiro 2026).
A ferramenta disponibilizada pelo Sinpro é fundamental, já que a remuneração dos(as) professores(as) em regime de contrato temporário é determinada com base em legislações que estabelecem o pagamento por hora-aula, dificultando o cálculo do valor final.
Para calcular a remuneração paga em novembro, siga o passo a passo:
1 – No campo “turno de trabalho”, selecione a opção diurno ou noturno, de acordo com a sua jornada.
2 – Insira o mês trabalhado no campo “mês referente”.
3 – Insira o número de dias trabalhados no campo correspondente. Os dias considerados são de segunda a sexta-feira, incluindo feriados.
4 – Insira o número de aulas ministradas por semana no local referente. Neste campo, professores(as) de Atividades que atuam na jornada ampliada devem digitar o número de 30 aulas. Isso porque esse é o número correspondente à grade cheia de 25 horas-relógio semanais.
*Professores que não têm grade-cheia, ou seja, não ministram 30 aulas por semana, podem conferir a quantidade de aulas pela grade horária disponibilizada no Khronos, Sistema Integrado de Gestão de Pessoas utilizado pela Secretaria de Educação do DF.
Remanejamento externo: divulgação das carências sai hoje
Jornalista: Letícia Sallorenzo
Neste início de novembro começam a correr os prazos para a etapa de remanejamento externo. O resultado final geral do procedimento de remanejamento será divulgado pela SUGEP no dia 29 de novembro.
Hoje à noite a Sugep deve divulgar as carências para o remanejamento externo, e de hoje até sexta-feira (3/11) é possível apresentar recursos para as carências do remanejamento externo, via processo SEI.
A divulgação final das carências para o remanejamento externo ocorre no dia 8 de novembro, e nos dias 9 e 10 o(a) servidor(a) interessado(a) deve enviar a lista de carências para participação no remanejamento externo. O resultado preliminar sai em 13 de novembro, o período de recursos vai até 14 de novembro e o resultado final do remanejamento externo sai no dia 21 de novembro. O resultado final geral do procedimento de remanejamento 2023/2024 será divulgado no dia 29 de novembro.
De 29 de novembro a 8 de dezembro, é o período para homologar o procedimento: o servidor deverá apresentar comprovante de bloqueio no Procedimento de Remanejamento Interno/Externo 2023/2024, e entregar a documentação para validação da pontuação para o Procedimento de Distribuição de Turmas/Carga Horária/Atribuição de Atendimentos na UE/UEE/ENE de destino.
Para participar do procedimento e acompanhar as fases constantes no processo, os(as) interessados(as) devem acessar o Sistema Integrado de Gestão de Pessoas (SIGEP).
Cuidado! Novo golpe na praça menciona processo de FGTS
Jornalista: Letícia Sallorenzo
São incontáveis mensagens falsas no WhatsApp enviadas a professores(aS) e orientaodres(as) educacionais por golpistas. A mais recente mensagem fraudulenta fala sobre o processo referente ao FGTS, que é movido pelo escritório Gomes de Mattos, que não tem sede em Brasília, logo não tem telefone com DDD 61. A mensagem falsa usa números de telefone que não são do escritório.
Reiteramos que, de maneira nenhuma, sob nenhuma hipótese, o sinpro pede depósito de dinheiro para liberação de valores de qualquer natureza.
Em caso de dúvidas, entre diretamente em contato com o Sinpro, nos seguintes telefones:
SIG
3343-4200 / 3343-4201
Taguatinga
3562-4011 / 3562-4856
Gama
3384-8476 / 3556-9105
Planaltina
3388-5144
Confira a mais recente mensagem fraudulenta:
SINPRO-DF Analistas-Tributários ⚖️
Bom Dia. Sr.(a)
CPF:
Comunicamos sobre a liberação do seu processo que foi movido pelo departamento jurídico do SINPRO-DF. A ação foi julgada procedente dando direito a todos os credores no início da década de 1990 após anos de luta do sinpro-df O motivo do meu contato é para informar que o seu Processo referente ao (FGTS) sabendo da ilegalidade cometida pela caixa econômica federal está em fase de Liberação com data prevista para Hoje 11/10/2023.
Entre em contato com o escritório de acessória jurídica da Sinpro-DF ,GOMES DE MATTOS & Advogados Associados para dar Finalidade ao processo e expedição do alvará de pagamento através dos telefones citados
☎️Contato ou WhatsApp:Mauro Gomes de Mattos (61)99845-3057 Atenção: número falso! Não atenda! Bloqueie!
O jurídico do Sinpro-DF requer o contato imediato dos credores notificados na data de hoje, com finalidade na liberação das ações coletivas.
Por isso, fique atento(a) para não cair no golpe. Se você receber uma mensagem de WhatsApp ou até mesmo uma ligação telefônica informando sobre uma possível liberação de pagamento de qualquer natureza, pode ser uma tentativa de estelionato. O Sinpro orienta a bloquear o número que entrou em contato e a denunciá-lo.
Confira a seguir uma lista de mensagens falsas que vêm sendo enviadas à categoria por golpistas e estelionatários
Golpe 1
Criminosos entram em contato com professores(as) e orientadores(as) educacionais aposentados(as) informando sobre atualizações no processo de piso salarial e correções monetárias. Os golpistas, que se passam por funcionários do Escritório Resende Mori e Fontes, dizem que a suposta atualização, que na verdade é mais um golpe, diz respeito à cobrança de juros, correção monetária e pelo atraso do pagamento da folha salarial de 2015. Sob o argumento de liberar os valores das ações coletivas e repasse dos pagamentos em atraso, os criminosos pedem para que o(a) professor(a) ou orientador(a) educacional entre em contato com o suposto escritório. Ao ligar, o(a) aposentado(a) é informado que para receber o suposto valor deve depositar um valor na conta para o pagamento de custas advocatícias. O Sinpro volta a afirmar que nem o sindicato, nem os escritórios de advocacia ligados a ele, solicita que sejam feitos depósitos para liberação de valores. A Secretaria de Assuntos Jurídicos ainda ressalta que sindicato não tem processos referentes a piso salarial. Portanto, fique atento e não caia neste golpe.
Golpe 2
Uma mensagem enviada por WhatsApp, com foto de perfil com a marca do Sinpro, por um número que não é do sindicato, (61) 99872-4892, informa sobre o assunto: LIBERAÇÃO DO PRECATÓRIO EM FASE DE PAGAMENTO EM REGIME ESPECIAL, com os nomes dos advogados Drª Maria Rosali Barros ou Dr. Lucas Mori, indicando os números (61) 4042-0924 | WhatsApp: (61) 99840-3650 como contatos. Ao final, os golpistas colocam a observação falsa de que o sindicato não está atendendo presencialmente, em virtude os período pandêmico. Fique atento(a)! Isso é golpe! O Sinpro-DF está atendendo, normalmente, de forma presencial, das 8h às 17h, nas sedes e subsedes.
Golpe 3
Criminosos ligam para a casa de educadores(as) informando que foi liberado o alvará de precatório para pagamento. Em seguida, dizem que a vítima tem mais de R$ 100 mil para receber, pedem para ligar no número 99639-2111 e solicitam depósito de um valor na conta: NEXT 237 – AG: 3728 – CONTA 609240-3 (Anderson Fabio de Oliveira – CPF: 031.729.793-77). É importante ficar atento, pois a conversa é feita em aplicativo com perfil que leva a foto do logo do Sinpro-DF.
Golpe 4
Para o furto via telefone, usam vários nomes. O nome “Cláudia Maria Rodrigues”, que utiliza o telefone fixo 3181-0041 e o celular/WhatsApp, 96519820, é um dos denunciados pela categoria. O Sinpro-DF informa que o nome “Cláudia Maria Rodrigues”, utilizado pela quadrilha, pertence a uma advogada que também está sendo duramente prejudicada pelo bando. Ela avisou ao Sinpro-DF que já denunciou o caso à polícia e tem Boletim de Ocorrência para comprovar o uso indevido do nome dela. O outro nome usado é “Leonardo Mota” (Núcleo Bancário), com o telefone 3181-0285. Um terceiro nome identificado é “Dr. Marcelo Ricardo”, com o número de telefone 99849-7364.
Golpe 5
Para extorquir dinheiro das vítimas, a pessoa que realiza a chamada se passa por diretor, ex-diretor ou funcionário da Secretaria de Assuntos Jurídicos, Trabalhistas e Socioeconômicos do Sinpro-DF. Segundo denúncias realizadas ao Sindicato, em alguns casos, o golpista se apresenta como Dr. Daniel ou Dr. Dimas, e chega a utilizar em sua foto de perfil de WhatsApp a logomarca do Sinpro-DF. Em seguida, o farsante solicita depósito em conta bancária vinculada a uma suposta pessoa com nome de Priscila.
Golpe 6
Outra modalidade é o golpe com transferência por PIX. Assim como os outros métodos, o golpista solicita um valor para liberar uma quantia à vítima. No caso de transferência por PIX, não há um sistema de retorno ou cancelamento do envio.
Golpe 7
Nesta modalidade, o golpista envia à vítima, via WhatsApp ou e-mail, documento simulando papel timbrado do Tribunal de Justiça do DF e Territórios (TJDFT). O documento ainda leva o nome de dirigentes do Sinpro-DF. No último relatado ao Sinpro-DF, constava o nome da dirigente Silvia Canabrava. O envio é feito posteriormente a uma ligação, em que o criminoso confirma vários dados da vítima, como nome completo, CPF e nome do pai e da mãe.
Golpe 8
O golpe mais recente consiste no envio de carta nominal, com logomarca de escritório de advocacia fantasma. O documento falso é enviado pelos Correios e traz uma série de argumentos jurídicos bem fundamentados, além de endereço de e-mail, telefones e assinatura com registro da OAB.
Golpe 9
O primeiro golpe de 2022 chega por WhatsApp e vem supostamente do “Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios, DF”. É nominal, informa que o pagamento do precatório referente ao processo da pessoa está liberado para a data de hoje, “primeira ou segunda parcela”. O titular deverá entrar em contato com uma “Dra. CHRYSTIANE MAIA GUERCO FARIA LUCAS MORI (OAB: 38015/DF)” para solicitação do recolhimento dos alvarás de liberação do precatório, nos telefones (061) 99687-2994 ou (061) 99667-9219 (outros números também são usados nesse golpe), e se a pessoa não entrar em contato até às 15h, deverá esperar “uma segunda chamada com carência de tempo de 5 a 10 anos”. Mas é golpe.
Golpe 10
Na nova modalidade criminosa, os bandidos ligam pelo telefone 3322-1515 – contato oficial do Banco de Brasília (BRB), mas clonado – informando que o banco fez um PIX por engano para a conta do(a) professor(a) ou orientador(a) educacional, solicitando a devolução do valor. Além deste procedimento, os estelionatários também ligam dizendo ser de uma empresa jurídica ligada ao BRB, fazendo a cobrança de tarifas não pagas. Na maioria das vezes, os falsários enviam um link ou pedem dados para “corrigir o problema” e até mesmo solicitando dinheiro. Não abra o link, não forneça dados ou transfira qualquer quantia em dinheiro. Trata-se de um golpe!
Golpe 11
Em mais uma versão utilizada pelos estelionatários, um professor foi contatado e informado que havia sido autorizado o pagamento de R$ 108 mil referente ao precatório do Ticket Alimentação, ação movida por um suposto escritório jurídico do Sinpro. Porém, para receber o dinheiro, o educador deveria pagar as taxas, valor totalmente indevido, uma vez que o sindicato nunca solicita nenhum tipo de transação bancária para que professores(as) e orientadores(as) educacionais recebam vantagens financeiras. Para identificar se a ligação é um golpe, basta ficar atento ao pedido de qualquer tipo de taxa/valor/dinheiro para recebimento de precatório. Caso a pessoa peça dinheiro, tenha a certeza que se trata de um golpe!
Golpe 12
No dia 11 de novembro, o Sinpro recebeu denúncias de que várias pessoas da categoria estão recebendo mensagem de WhatsApp sobre um falso pagamento de precatório. A pessoa da mensagem diz que é do escritório de advocacia e tenta aplicar o crime de estelionato. Uma das vítimas percebeu a tentativa de golpe e avisou o Sinpro que recebeu a mensagem pelo WhatsApp do próprio celular e também pelo da filha dela. “Desconfiei, pois o número era diferente do que eu tinha na Procuração do escritório dos advogados Resende – Mori Fontes –. Liguei para o escritório e a moça que me atendeu me disse ser golpe. O telefone era totalmente diferente dos telefones do escritório. Fiz o print da mensagem e enviei para o e-mail que ela me indicou”. A mensagem inicia com o nome do escritório e o da vítima e segue um texto dizendo que “a Câmara de conciliação de PRECATÓRIOS, informa o resultado do julgamento das propostas de acordo do ultimo loto, nos termos do edital (21/06/2021)”. É escrito assim mesmo, repleto de erros gritantes de português e, após isso, prossegue com um texto repleto de informações erradas.
Golpe 13
Supostos parentes fazendo pedidos de envio de PIX de um telefone “provisório” parece não ter mais tanto efeito no mundo dos golpes bancários. Agora, a pergunta feita pelos golpistas é: reconhece esse PIX feito da sua conta bancária? A estratégia é a seguinte: é feita uma chamada telefônica supostamente do BRB, de um número que realmente coincide com o do banco (3322-1515). Na ligação, a funcionária fake pergunta se a vítima reconhece uma transferência via PIX realizada de sua conta bancária. Ao negar a transação, a vítima recebe um número de protocolo e é encaminhada para um pseudo “setor responsável pela segurança bancária”. O golpista que se passa pelo responsável do “setor” solicita que a vítima abra o aplicativo do BRB, mantenha-o aberto, vá até a loja de aplicativos e baixe a atualização do app do banco. Ao fazer a atualização, o golpista consegue todos os dados pessoais e bancários da vítima. Outra estratégia é pedir para que a vítima desligue e ligue de volta para o BRB, no número 3322-1515. Quando a pessoa realiza a chamada, o golpista intercepta a ligação e captura dados solicitados, como senha bancária numérica e dados como data de nascimento e CPF. É importante lembrar que os bancos não entram em contato por telefone com correntistas. Dados pessoais e bancários, de forma alguma, devem ser passados via telefone ou qualquer outra forma de comunicação não presencial. O Sinpro ainda reforça que não solicita qualquer depósito bancário para liberação de processos jurídicos.
Golpe 14
⚖️RESENDE MORI HUTCHISON ADVOCACIA⚖️
Olá Boa Tarde Sr.(a):
CPF:
Processo:
Devedor(a): DISTRITO FEDERAL
Nosso comunicado é referente a liberação dó seu precatório que se encontra em fase de pagamento.
Entre em contato com Dr. Lucas Mori De Resende, para solicitar o recolhimento dos alvarás de liberação, que estão sendo solicitados e exigidos no processo mencionado acima.
Entre em contato diretamente com o advogado responsável para maiores informações.
WHATSAPP (61) 996789224
Horários de atendimento!
Segunda a Sexta-feira
08:00 as 17:00hr
Atenciosamente Lais Chaves Assessora Jurídica
Golpe 15
No novo golpe, estelionatários têm utilizado o nome do escritório Resende, Mori e Hutchison Advocacia, de funcionários do escritório e até mesmo do advogado Lucas Mori para tentar aplicar golpes na categoria.
Na nova modalidade, os golpistas entram em contato com professores(as) e orientadores(as) educacionais, identificam-se como funcionários(as) do escritório ou como o próprio advogado Lucas Mori, que presta serviços ao Sinpro, com informações sobre o último lote de precatórios. Esses dados não procedem.
Após informar alguns dados e dizer que o(a) educador(a) já tem direito a resgatar o valor do precatório, os criminosos solicitam o pagamento de taxas para que a quantia seja disponibilizada. Não caia nessa! Isso é golpe. Confira, a seguir, outras mensagens golpistas que chegaram nos celulares de educadores(as) recentemente.
O Sinpro JAMAIS pede qualquer quantia em dinheiro para a liberação de precatórios ou solicita qualquer depósito bancário para a liberação de processos jurídicos.
É importante também saber que os(as) advogados(as) somente entram em contato para agendar atendimentos, que ocorrem na sede e subsedes do Sinpro, ou de forma virtual, sem cobrar qualquer valor. Em caso de dúvidas, ligue para o sindicato ou para o escritório Resende Mori e Hutchison Advocacia (3031-4400 – WhatsApp).
Golpe 16
Olá, Bom Dia Sr(a). Sou Andressa Vidal secretária do escritório Resende Mori Hutchison Advogados Associados.
Estou entrando em contato em nome do escritório para notificar sobre a liberação do processo N: X DISTRITO FEDERAL.
Precatório autorizado para pagamento em virtude (MP) – (Medida Provisória) para maiores informações entre em contato com os Advogados citados á baixo. Dr. Lucas Mori de Resende (OAB/DF 38.015) ou com o Dr. Julio Cesar Borges de Resende (OAB/DF 85.83) Através do Whatsapp ou ligações.
Telefone Móvel
061 9 9679-3262 Telefone Fixo
061 3235-2340 horário de Atendimento
(Segunda a sexta-feira)
09:00 – 18:00 Endereço
Ed. Denasa, SCS Q. 1 BL K Sala 601/603 – Asa Sul, Brasília – DF, 70398-900. (Ramal 013)
Golpe 17
⚖️ Escritório Resende Mori e Hutchison Advocacia
Me chamo Amanda Peçanha, secretária do Dr. Lucas Mori De Resende (OAB: 38.633/DF).
Sr. (a)
A câmara de conciliação informa o resultado do julgamento das propostas de acordo do lote (03), nos termos do edital (21/06/2021).
As propostas deferidas poderão ser objeto de recurso administrativo, prazo de dez (10) dias úteis, em petição física direcionada a câmara de conciliação de precatório, com protocolo no posto de atendimento da procuradoria Geral do Município, (Estado) localizado Edifício-sede da Codeplan (ao lado do edifício-sede da PGDF) – Térreo Endereço: SAM, Bloco “H”, Térreo – Entrada independente, à direita da portaria principal SAM Ed. Sede – Asa Norte, DF, 70620-000
Dr.Lucas Mori solicita contato o mais breve possível.
Entrar em contato nos telefones abaixo:
☎️ (61) 99640-8379 (Whatsapp) Atenção: número falso! Não atenda! Bloqueie!
Taxa de desemprego recua para 8,3%, o menor nível desde 2015
Jornalista: Luis Ricardo
Portal CUT – Escrito por: Vitor Nuzzi, da RBA
A taxa de desemprego recuou para 8,3% no trimestre encerrado em maio, após 8,6% em fevereiro e 9,8% em igual período do ano passado. É a menor desde 2015, de acordo com a Pesquisa Nacional de Amostra por Domicílios (Pnad) Contínua do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgada nesta sexta-feira (30). O número de desempregados caiu para 8,945 milhões, queda de 15,9% em um ano.
A diminuição do desemprego não se dá pela criação de postos de trabalho, mas pelo menor número de pessoas procurando uma ocupação. “Esse recuo no trimestre foi mais influenciado pela queda do número de pessoas procurando trabalho do que por aumento expressivo de trabalhadores. Foi a menor pressão no mercado de trabalho que provocou a redução na taxa de desocupação”, afirma Adriana Beringuy, coordenadora de Pesquisas por Amostra de Domicílio do IBGE.
Os trabalhadores por conta própria são 25,219 milhões. Também estável no trimestre e com queda de 1,7% em relação a 2022. Igualmente sem variação, o número de trabalhadores domésticos foi de 5,731 milhões. Os empregados no setor público totalizam 12,064 milhões, com alta de 2,8% no trimestre e de 3,9% na comparação anual.
Mais de 38 milhões na informalidade
A taxa de informalidade segue elevada. Corresponde a 38,9% da população ocupada, mesmo número do trimestre anterior. Há um ano, chegava a 40,1%. São 38,3 milhões de trabalhadores nessa situação. Já os subutilizados, pessoas que gostariam de trabalhar mais, somam 20,7 milhões, com taxa de 18,2%, menor no trimestre e no ano.
Ainda pela Pnad Contínua, o total de desalentados caiu para 3,726 milhões, -6,2% em três meses e -14,3% na comparação anual. Eles representam 3,4% da força de trabalho.
Com e sem carteira assinada
Assim, o total de ocupados (estimado em 98,4 milhões) ficou estável no trimestre. E teve pequena alta, de 0,9%, em relação a igual período de 2022. Já a população fora da força de trabalho (67,136 milhões) cresceu 0,6% e 3,6%, respectivamente.
De acordo com a pesquisa, o número de empregados com carteira de trabalho no setor privado foi de 36,826 milhões. Ficou estável ante o trimestre anterior e cresceu 3,5% em um ano. Por sua vez, os empregados sem carteira somam 12,933 milhões, estável nas duas comparações.
Os trabalhadores por conta própria são 25,219 milhões. Também estável no trimestre e com queda de 1,7% em relação a 2022. Igualmente sem variação, o número de trabalhadores domésticos foi de 5,731 milhões. Os empregados no setor público totalizam 12,064 milhões, com alta de 2,8% no trimestre e de 3,9% na comparação anual.
Mais de 38 milhões na informalidade
A taxa de informalidade segue elevada. Corresponde a 38,9% da população ocupada, mesmo número do trimestre anterior. Há um ano, chegava a 40,1%. São 38,3 milhões de trabalhadores nessa situação. Já os subutilizados, pessoas que gostariam de trabalhar mais, somam 20,7 milhões, com taxa de 18,2%, menor no trimestre e no ano.
Ainda pela Pnad Contínua, o total de desalentados caiu para 3,726 milhões, -6,2% em três meses e -14,3% na comparação anual. Eles representam 3,4% da força de trabalho.
Renda cresce na comparação com 2022
Entre os setores, na comparação com igual período de 2022, algumas áreas de serviços tiveram crescimento, como administração pública e seguridade social, atividades financeiras, transporte e armazenagem. O emprego caiu na agricultura (-6,2%) e na construção (-3,7%) e permaneceu estável tanto na indústria como no comércio.
Estimado em R$ 2.901, o rendimento médio ficou estável no trimestre e cresceu 6,6% em 12 meses. A massa de rendimentos soma R$ 280,9 bilhões, aumento de 7,9% na comparação anual.
Bolsonaro inelegível é vitória da classe trabalhadora, diz Sérgio Nobre
Jornalista: Luis Ricardo
Portal CUT – Escrito por: Redação CUT
Com o término do julgamento pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que condenou o ex-presidente Jair Bolsonaro a não poder disputar eleições até o ano de 2030, o presidente nacional da CUT, Sérgio Nobre, se pronunciou afirmando que a decisão representa uma vitória para a classe trabalhadora, mas que a luta para que responda por seus crimes continua.
“A decisão do TSE, que, nesta sexta-feira, 30 de junho, tornou Jair Bolsonaro inelegível, com a perda dos direitos políticos por oito anos, até 2030, é uma vitória da democracia, das instituições e, principalmente, da classe trabalhadora, que foi tão atacada pelo ex-presidente durante seu governo. A classe trabalhadora, porém, não vai parar de lutar até que Bolsonaro pague por todos os crimes que cometeu, em especial pela morte de milhares de brasileiros e brasileiras, em consequência do negacionismo, da corrupção e da incompetência no enfrentamento à pandemia de Covid-19. A luta continua”, disse o presidente nacional da CUT
O voto final do julgamento foi dado pelo presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Alexandre de Moraes, no início da tarde. Bolsonaro foi condenado por abuso de poder e uso indevido dos meios de comunicação.
Em sua fala, Moraes, reiterou várias vezes que ataques à democracia, com uso de milícias para propagar fake news, não se configura como ‘liberdade de expressão’.
“O então presidente da República ataca a Justiça Eleitoral, que o elege há 40 anos. Isso não é exercício da liberdade de expressão. Isso é conduta vedada e ao fazer isso utilizando do cargo do presidente da República, do dinheiro público, da estrutura do Alvorada, é abuso de poder”, disse o ministro.
O voto de minerva que já indicava a decisão da maioria dos ministros, foi dado na manhã desta sexta-feira, por uma mulher, a vice-presidente do TSE, ministra Carmen Lucia.
Ao justificar seu voto, a ministra afirmou que Bolsonaro cometeu ataques graves e contundentes a ministros do STF e do TSE, com informações já refutadas.
Segundo a ministra, é possível haver críticas ao Judiciário, mas não pode um servidor público, em um espaço público, fazer “achaques” contra ministros, como se não estivesse atingindo a própria instituição. “Não há democracia sem Poder Judiciário independente”, afirmou Carmen Lucia.
Nas redes sociais, o fato de o julgamento ter sido iniciado com o voto de um homem negro, o ministro e relator Benedito Gonçalves, e ter sido decidido por uma mulher, ministra Carmen Lucia, é “extremamente simbólico”, já que são dois segmentos da população que foram duramente atacados durante seu mandato.
No Twitter o assunto BOLSONARO INELEGÍVEL chegou ao topo das menções com mais de 270 mil postagens logo após o julgamento. Veja algumas das postagens:
Em ritmo menor, emprego formal tem 155 mil vagas a mais em maio. No ano são 865 mil
Jornalista: Luis Ricardo
Portal CUT – Escrito por: RBA
O mercado de trabalho abriu 155.270 vagas de emprego formal em maio, segundo o “novo” Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado nesta quinta-feira (29) pelo ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho. É o saldo entre admissões com carteira e demissões. No ano, o total de empregos formais atinge 865.360. Com isso, o estoque chegou a 43.309.785. Os dados mensais mostram redução do ritmo de crescimento percentual neste ano.
“Considerando a evolução positiva nos números do emprego formal, arrisco que chegaremos a mais de 2 milhões de empregos até o final do ano”, avaliou o ministro durante entrevista coletiva. Em outra ocasião, ele já havia estimado o possível saldo anual em 2,2 milhões de vagas.
De acordo com os dados do Caged, o emprego cresceu em maio nas cinco atividades econômicas pesquisadas e em 23 das 27 unidades da federação. No ano, o resultado praticamente se repete, com resultado positivo nos cinco grupos de atividade e em 24 das 27 unidades.
Serviços concentram vagas
Com 83.915 vagas a mais, o setor de serviços respondeu por mais da metade do saldo de maio. Em seguida, a construção civil abriu 27.958 postos de trabalho. Depois vêm agropecuária (19.559 empregos formais), comércio (15.412) e indústria (8.429).
De janeiro a maio, os serviços também predominam, com saldo total de 521.540 vagas – mais de 60% do total. O grupo que inclui administração pública, seguridade e educação soma 227.099 vagas. Na sequência, construção (148.630), indústria (123.694) e comércio (11.841).
Além disso, o salário médio de admissão foi R$ 2.004,57. Menor do que em abril (R$ 2.022,83), mas maior do que o registrado em maio de 2022 (R$ 1.969,02). Como costuma acontecer, o salário médio de quem deixa o mercado (R$ 2.082,98) é maior do que o de quem entra.
Os movimentos sindicais e os sociais que promovem a Jornada de Lutas contra os Juros Altos, realizarão um mutirão de mobilizações entre os dias 30 de junho (sexta) e 2 de julho (domingo), em todo o país.
A atividade é parte das ações organizadas pelos Comitês Populares de Luta para discutir com a população o impacto da manutenção dos juros em 13,75% após mais uma reunião do Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) no último dia 21.
O órgão ligado ao Banco Central (BC) é responsável por definir os índices em reuniões que ocorrem habitualmente a cada 45 dias.
A secretária de Mobilização e Relação com os Movimentos Sociais da CUT, Janeslei Albuquerque, destacou que desde o Dia Nacional de Lutas contra as Altas Taxas de Juros, em 16 de junho, quando a jornada foi lançada.
No último dia 20, manifestações em frente à sede do Banco Central em todo o país levantaram a discussão sobre como o presidente do BC, o bolsonarista Roberto Campos Neto, tem trabalhado para frear o desenvolvimento e impedir que indicadores positivos como a elevação do Produto Interno Bruto (PIB) e a queda da inflação, promovam a retomada do crescimento.
“O Banco Central é independente em relação a quem? Pode ser ao governo, ao Congresso, mas é completamente submisso aos bancos e banqueiros? Temos um representante de Bolsonaro sabotando o crescimento do país, o desenvolvimento e o emprego e isso já é argumento suficiente para exonerar o Campos Neto”, afirma a dirigente.
Nesta quinta-feira (29), o presidente Lula voltou a criticar Campos Neto pelo juros altos e afirmou “ ele não entende absolutamente nada de país, não entende nada de povo, não tem sentimento com o sofrimento do povo, e mantém uma taxa de juros para atender aos interesses de quem? A quem que esse cidadão está servindo nesse momento? .
Todo mundo odeia Campos Neto
Nas redes, lideranças têm reafirmado o apoio à luta e ao mutirão. Para o dirigente do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), João Pedro Stédile, é preciso fazer um trabalho de base que deve incluir desde a distribuição de panfletos até a utilização de carros de som e assembleias públicas nas praças.
“A taxa de juros é o problema mais grave da economia brasileira. Ganhamos as eleições, colocamos o Lula no Palácio do Planalto, mas os bancos, que nunca gostaram dele, também colocaram um presidente antes das eleições, através do Bolsonaro, no Banco Central, e deram autonomia ao Banco que pode fazer o que quiser, independente do governo. Por conta das taxas de juros, muitos empréstimos de compras a prazo atingem hoje até 30%”, criticou.
A Presidenta do PT, a deputada federal Gleisi Hoffmann, ressalta a importância de lutar contra os juros e a política do Banco Central. “Vamos organizar diferentes atividades e dialogar com a população sobre os efeitos dos juros na vida das pessoas. Mostrar como os juros altos causam fome, desemprego, recessão, prejudicam as indústrias, o setor produtivo, deixando o povo endividado e o país sem investimentos”, explicou.
A mais recente delas aconteceu no dia 28, em frente à sede do Banco Central, em Brasília, com a participação de educadores como Hélio dos Santos e Douglas Belchior.
Outras organizações também já programaram protestos para datas posteriores ao mutirão, como os sindicatos da CUT em Sorocaba, no interior de São Paulo, que irão realizar protestos, no dia 8, a partir das 9 horas. A manifestação começar na Praça Frei Baraúna, região central da cidade, seguida de uma caminhada.
Para a CUT, o momento agora é de elevar a pressão junto ao Senado , que tem o poder de destituir Campos Neto, e de cobrar responsabilidade do Banco Central.
Roubo ao Brasil
A manutenção da Selic em patamares estratosféricos prejudica diretamente o país por que é base para todas as transações financeiras, desde empréstimos pessoais a juros do cartão de crédito, além de financiamentos destinados à produção.
Com isso, a decisão do Conselho Monetário afeta todo o setor produtivo e tem desagradado até mesmo organizações empresariais como a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).
Além disso, com a Selic alta, o governo federal é obrigado a dispor de recursos que poderiam ser destinados a áreas sociais para pagar títulos da dívida pública. A estimativa é que a União gaste R$ 600 bilhões com o serviço da dívida a cada ano
Segundo cálculos do próprio BC, para cada 1% de elevação da taxa de juros a dívida pública do país sobe em R$ 38 bilhões. De acordo com economistas, caso a taxa fosse reduzida em apenas meio ponto percentual durante um ano, isso já garantiria o orçamento de 2023 para o Programa Minha Casa Minha Vida.
Em 2022, os bancos lucraram R$ 106,7 bilhões e deixaram para trás um rastro de 78,3 % de famílias endividadas, das quais 29,1% estão inadimplentes e têm de conviver com juros estratosféricos que geram pessimismo também para empresas.
Segundo pesquisa realizada pelo Sindicato da Micro e Pequena Indústria do Estado de São Paulo (Simpi) e o Datafolha, as expectativas nunca foram tão ruins e 66% das empresas ouvidas disseram se sentir muito prejudicadas pelas taxas impostas pelo Banco Central.