Festival Latinidades chega aos 18 anos com a voz das mulheres negras

 

 

De 23 a 31 de julho, o Festival Latinidades — o maior encontro de mulheres negras da América Latina — retorna a Brasília com extensa programação em defesa da temática racial, econômica, ancestral e cultural. Em 2025, a 18ª edição celebra o “Julho das Pretas”, em alusão ao Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha, comemorado em 25 de julho.

O festival enfatiza ainda a conexão entre cultura e justiça social — por meio de discussões sobre tributação, reparação econômica e luta das mulheres negras —, posicionando-se como ferramenta de mobilização política e social. Confira aqui também matéria da CUT sobre o Julho das Pretas.

“Em 2025, o festival completa 18 anos e articula as suas atividades em torno do tema ‘Mulheres negras movem o mundo’. O objetivo é reconhecer e celebrar o impacto das mulheres negras na sociedade, nas famílias brasileiras, na cultura, na economia, na política e nas ciências”, informa Patrícia Guimarães, arte-educadora, professora aposentada da Secretaria de Educação do DF e integrante da equipe de mobilidade do Festival Latinidades.

Ela explica que o tema deste ano é mais do que uma celebração. “É uma afirmação política, poética e ancestral de que que não há transformação real sem o protagonismo das mulheres negras. Celebrar mulheres negras que movem o mundo é entender que o que nos move é ancestral, urgente e inegociável. É reconhecer que se o mundo gira é porque somos parte fundamental deste movimento”.

A abertura oficial do Festival Latinidades será precedida por um pré-evento no dia 12 de julho (sábado), das 9h às 15h, no Museu da República. Neste dia, será realizado o debate “Saúde mental: quem cuida de quem produz?”, em parceria com a Casa Afrolatinas, com práticas ancestrais, cozinha afetiva de Conceição Matias e dados sobre o setor cultural negro.

Em 22 de julho, às 19h, o festival oficial começa com a inauguração da exposição “Alumbramento”, no Museu Nacional da República. A mostra coletiva, com curadoria de Nathalia Grilo, transforma a Galeria 3 em um espaço sensorial inspirado no cosmograma bantu Dikenga, celebrando a criação como prática de dignidade e fé.

A programação 2025, totalmente gratuita (com ingressos limitados por lotes), reúne shows, debates, cinema, literatura, teatro, dança, feira e formação. Os destaques musicais já confirmados incluem Zezé Motta com Malía; Karol Conká; IAMDDB; Isa Marques; Larissa Luz com o show “Rock In Gil” (homenageando Gilberto Gil); Nessa Preppy, artista afro-caribenha de Trinidad & Tobago.

Inscrições e retirada de ingressos em https://www.latinidades.com.br/

PROGRAMAÇÃO 

Principais eventos

23/7 | 19h – “Pequeno Manual Antirracista – A Peça”, adaptação teatral da obra de Djamila Ribeiro, no Sesc Taguatinga.

24/7 | 17h–19h – Roda de conversa “Justiça Fiscal e Reparação para Mulheres Negras”, com apresentação do “Guia Desigualdade no Bolso” (Inesc), no Auditório II do Museu Nacional.

25/7 | 17h–19h – “Lélia González: memória e ancestralidade”, recital e roda com Elisa Lucinda, Macaé Evaristo, Dulce Pereira e Melina de Lima, no Auditório II do Museu Nacional.

26/7 | 14h–18h – “Julho das Pretas que escrevem”: sarau, literatura e oficina infantojuvenil no Museu Nacional.

26/7 | 14h–17h – “Latinidades Kids – Festival Infantil de Breaking Kurumim”, no Anexo do Museu Nacional.

26/7 | shows à noite – apresentações de IAMDDB, Larissa Luz, Nessa Preppy e mais.

De 23 a 31 de julho, haverá ainda a “Mostra Audiovisual Cine Afrolatinas”, que inclui o documentário “Bam Bam: a história de Sister Nancy”, encontro com criadoras negras e lançamento do livro “Empoderadas”, de Renata Martins e Juliana Vicente . Acesse o Instagram do festival e fique por dentro: https://www.instagram.com/festivallatinidades/

Programação completa em https://www.latinidades.com.br/.

Serviço
Quando: 23 a 31 de julho de 2025
Onde: Museu Nacional da República (Setor Cultural Sul), Brasília, e Sesc Taguatinga
Ingresso: gratuito — necessário retirada antecipada por lotes (primeiro inseto já aberto; segundo lote via newsletter). Retirada de ingressos em https://www.latinidades.com.br/

 

 

 

 

Conflitos escancaram escalada de violência nas escolas públicas

A crescente onda de violência e fundamentalismos nas escolas do Distrito Federal tem comprometido o ambiente acadêmico e gerado tensão no cotidiano de professores(as) e orientadores(as) educacionais, o que piora a qualidade de vida e as condições de trabalho da categoria. Em diferentes unidades da rede pública, há registros de casos de assédio moral, agressões verbais e até físicas de estudante e familiares contra os(as) profissionais da educação. Somente no primeiro semestre deste ano, o Sinpro-DF recebeu pelo menos seis denúncias de ataques a docentes envolvendo estudantes e familiares.

Os casos foram registrados em escolas como o Centro de Ensino Médio Ave Branca (CEMAB), Taguatinga Sul; o Centro Educacional Vale do Amanhecer, Planaltina; o Centro Educacional 03 do Guará (CED 03); o Centro de Ensino Especial de Deficientes Visuais (CEEDV), Asa Sul; e o Centro de Ensino Médio Júlia Kubitschek (CEMJK). Também chegaram ao sindicato relatos de violência em escolas do Riacho Fundo e da Escola Técnica de Santa Maria.

Em algumas ocorrências, os episódios de violência partiram não apenas de estudantes, mas também de familiares. Em vários casos, o fator agravante foi a presença de fundamentalismos, sobretudo religiosos, que têm acirrado conflitos e desrespeitado o espaço escolar. Um exemplo desses casos de violência ocorreu, recentemente, no CED 03 do Guará, em que um professor foi hostilizado por estudantes e teve sua imagem exposta nas redes sociais, gerando uma repercussão distorcida dos fatos.

O vídeo que circulou nas plataformas digitais mostra o docente sendo verbalmente humilhado e agredido por um grupo de alunos. Um deles chega a ofendê-lo diretamente, o que desencadeou uma reação que, fora do contexto, viralizou.

A comunidade escolar, no entanto, se mobilizou prontamente em apoio ao professor. Em nota pública, professores(as) e o Conselho Escolar destacaram a conduta exemplar do professor Adão Aparecido de Oliveira, que atua há mais de duas décadas com dedicação à educação pública.

O Sinpro ressalta sua preocupação com essa sucessão de violências e afirma que, dentre os fatores que contribuem para essa situação alarmante, estão a falta do Batalhão Escola para garantir segurança nas adjacências das escolas, a ausência de punições mais severas para estudantes violentos, a falta de compromisso da família com a educação, além de questões sociais e econômicas. O sindicato manifesta sua solidariedade a todos(as) os(as) educadores(as) vítimas de violência nas escolas e cobra da Secretaria de Estado de Educação do DF (SEEDF) ações efetivas para garantir a segurança e a valorização dos profissionais.

Para isso, faz-se urgente fortalecer a gestão democrática para assegurar a integridade física, moral, emocional e profissional de quem atua no chão da escola e criar um ambiente de respeito mútuo e proteção a quem faz a escola pública acontecer todos os dias. Confira, a seguir, a carta de apoio da equipe docente do CED 03 do Guará ao professor Adão.

CARTA DE APOIO DO CED 03

Nós, Professores do Centro Educacional 03 – CED 03, pertencente à Coordenação Regional de Ensino do Guará – CRE, braço da Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal – SEEDF, manifestamo-nos acerca da postura e do profissionalismo do Professor Adão Aparecido de Oliveira.

Ao longo de sua trajetória como Educador, ele sempre teve imagem e conduta ilibadas, comprometido com o seu ofício, há 22 (vinte e dois) anos na SEEDF, desde o ano de 2006, lotado nesta Unidade Escolar.

Ressaltamos que se trata de um Professor altamente preparado e correto nas suas atividades pedagógicas. Em nenhuma outra ocasião, há registros de quaisquer intercorrências envolvendo o docente em suas atribuições.

É questão de justiça que a comunidade escolar e as autoridades competentes levem em consideração o bom histórico do profissional.
Nunca tendo sido investigado em procedimentos apuratórios por má conduta nem por questão alguma.
A legislação avançou no quesito de filmagens em locais de trabalho, em especial de servidores públicos no exercício da função, caso da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) nº 13.709/2018, inclusive quanto ao uso de imagens e sua publicização.

Os membros do Conselho Escolar do Centro Educacional 03 – CED 03, Guará, órgão de natureza consultiva, fiscalizadora, mobilizadora, deliberativa e representativa da comunidade escolar, conforme estabelece a Lei nº 4.751, de 07 de fevereiro de 2012, corroboram a excelente conduta do Professor Adão Aparecido de Oliveira na execução de suas atividades pedagógicas: em sala de aula, nos projetos interdisciplinares e na convivência diária. Ele sempre teve postura respeitosa, colaborativa e irrepreensível em conformidade com o desenvolvimento das iniciativas escolares desta Unidade Escolar.

Portanto, o grupo de Professores do Centro Educacional 03 – CED 03 Guará manifesta apoio ao Professor. É fundamental que lhe seja garantido o direito ao contraditório e à ampla defesa em todas as esferas de apuração.

Por fim, os Professores do CED 03 colocam-se à disposição das autoridades para colaborar com a devida apuração em qualquer tempo.

Brasília, DF, 05 de julho de 2025.

Nota de pesar | Nilza Maria Martins

Com profundo pesar, a diretoria colegiada do Sinpro-DF informa o falecimento da professora Nilza Maria Martins, professora de atividades do CED 01 de Brasília. Ela faleceu neste domingo (6/7) aos 60 anos. 

Nilza, professora aposentada da Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal (SEE-DF), construiu uma trajetória profissional marcada pela dedicação e pelo compromisso social. Sua jornada educacional teve início na Regional de Ceilândia, onde desenvolveu suas primeiras experiências como educadora.

Como alfabetizadora dedicada, Nilza compreendeu desde cedo a importância fundamental de abrir as portas do conhecimento para aqueles que buscavam dar os primeiros passos no mundo das letras. Sua paixão pelo ensino da leitura e escrita transformou inúmeras vidas, oferecendo a seus alunos não apenas conhecimento, mas também esperança e dedicação.
Nos últimos anos de sua carreira docente, Nilza abraçou um desafio ainda maior: dedicar-se à Educação de Jovens e Adultos (EJA) no sistema prisional. Esta escolha demonstra sua coragem e seu profundo senso de justiça social, levando educação para aqueles que mais precisavam de uma segunda chance.

Trabalhar no ambiente prisional exige não apenas competência técnica, mas também sensibilidade humana, paciência e a capacidade de enxergar além das circunstâncias. Nilza soube transformar salas de aula em espaços de transformação e dignidade.

Nilza deixa um legado de persistência e fé em dias melhores para todos, todas e todes. Sua trajetória profissional é um testemunho vivo de que a educação é, verdadeiramente, um ato de amor e resistência.

Sua dedicação incansável, especialmente junto aos mais vulneráveis, demonstra que educar é muito mais do que transmitir conhecimento – é acreditar no potencial humano de transformação e crescimento, independentemente das circunstâncias.

Nilza representa o melhor da educação brasileira: uma professora que nunca desistiu de acreditar no poder transformador da educação e na capacidade de cada pessoa de escrever uma nova história.

O Sinpro expressa suas condolências à família e aos amigos da professora Nilza.

Professora Nilza, presente!

Nota de pesar | Elizinete Maria Chaves

Com profundo pesar, a diretoria colegiada do Sinpro-DF informa o falecimento da professora Elizinete Maria Chaves, aos 80 anos. Elizinete foi alfabetizadora e Bibliotecária Escola Classe 16 Rui Barbosa, no Setor “O” do Gama.

O velório e sepultamento serão na tarde deste domingo (6/7), a partir das 13h30, na capela 6 do Cemitério Campo da Esperança da Asa Sul. O sepultamento será às 16h.

O Sinpro expressa suas condolências à família e aos amigos da professora Elizinete.

Professora Elizinete, presente!

Pesquisadora da UnB lança coletânea “Mulheres e Dinheiro” no dia 10/7

Na próxima quinta-feira, 10 de julho, às 18h, o restaurante Fausto e Manoel do Pontão do Lago Sul recebe o lançamento da coletânea “Mulheres e Dinheiro”. Organizado pela professora Carla Antloga (UnB) e as pesquisadoras Mariana Escrivão, Ariana Lana Carvalho, Janaína Bosa e Michella Chechinel Reis, a publicação explora desde as barreiras históricas até os desafios contemporâneos da relação das mulheres com o dinheiro. A professora aposentada da SEEDF Khrissley Guimarães Lopes é autora de um dos capítulos da coletânea.

O livro é uma obra que promete transformar a relação das mulheres com o universo financeiro. É composto de dois volumes: “Desvendando o que nos foi tirado” e “Desafios e possibilidades”. A coletânea nasce com o propósito de desmistificar, educar e, acima de tudo, promover a autonomia feminina.

 

Carla Antloga é a idealizadora e organizadora da coletânea “Mulheres e Dinheiro”. Psicóloga, com mestrado e doutorado em Psicologia Social, do Trabalho e das Organizações, e pós-doutorado focado na filosofia do trabalho e nos desafios contemporâneos do trabalho feminino, ela lidera o Grupo de Estudos e Pesquisas em Psicodinâmica do Trabalho Feminino.

“Esta obra nasceu de uma inquietação e de um desejo coletivo de mudança. Queremos que cada mulher, ao ler estas páginas, sinta-se vista, compreendida e, acima de tudo, poderosa para tomar as rédeas de sua vida financeira. Não é apenas um livro sobre finanças, é um manifesto pela liberdade e pela autonomia. Um convite para que juntas possamos reescrever nossa história econômica”, conta a professora e pesquisadora.

Prorrogadas as inscrições para o III Prêmio Paulo Freire de Educação

O Sinpro informa que as inscrições para o III Prêmio Paulo Freire de Educação (PPFE) estão prorrogadas até o dia 24 de agosto.  As inscrições estão disponíveis para profissionais de educação, professores(as), estudantes, familiares de estudantes, estudiosos(as), ativistas pelo direito à educação e comunidades escolares, em geral. As inscrições podem ser feitas pelo site do PPFE.

 

Inscreva-se aqui

 

 

A iniciativa é da Câmara Legislativa do Distrito Federal, por meio do deputado distrital Gabriel Magno (PT). Capitaneada pela Comissão de Educação e Cultura (CEC) da Casa, a premiação seleciona projetos inovadores que contribuem para incrementar, enriquecer e solucionar desafios do campo educacional.

Entre os requisitos, os(as) candidatos(as) devem ter em sua trajetória ações que abordem o direito à educação, a gestão escolar democrática, o Plano Distrital de Educação e/ou projetos político-pedagógicos que impactem os territórios onde as instituições educativas se inserem.

 

Para participar da 3ª edição do Prêmio, os projetos precisam ser inscritos em uma das seguintes temáticas:

– Educação sobre história e cultura afro-brasileira, indígena e antirracista;

– Promoção da inclusão e diversidade na educação;

– Cultura de paz;

– Educação ambiental e patrimonial;

– Práxis transformadoras nas áreas do conhecimento e na formação continuada;

– Proteção da criança e do adolescente;

– Inclusão digital;

– Interação entre escola e comunidade

 

A CEC selecionará três finalistas de cada um dos eixos temáticos. No dia 25 de setembro, a Câmara realizará sessão solene para a entrega do Prêmio, com homenagens aos vencedores.

 

Serviço:

III Prêmio Paulo Freire de educação

🗓️ Inscrições: de 5 de maio a 5 de julho

📌 Saiba mais sobre o prêmio: www.cl.df.gov.br/premio-paulo-freire

📌 Inscreva-se aqui: bit.ly/4jAI4IQ

❔Dúvidas: envie e-mail para premiopaulofreire@cl.df.gov.br

 

Com informações da Agência CLDF

 

Educação em destaque | Diretor do Sinpro fala sobre greve da educação e avanços para o magistério

O episódio #123 do podcast Educação em Destaque traz uma entrevista com o diretor do Sinpro Cleber Soares. No programa, que vai ao ar nesta sexta (4/7), às 12h, o sindicalista vai falar sobre a greve da educação e os avanços conquistados pelo movimento e fará uma avaliação do processo eleitoral que elegeu a nova diretoria do Sindicato.

Apresentado por Francisco Domingues, o podcast Educação em Destaque é publicado semanalmente, com novos episódios todas as sextas-feiras, ao meio-dia. A produção é da Destaque 61 – Assessoria e Consultoria em Educação e Comunicação.

O programa é apoiado por: Sindicato dos professores do Distrito Federal (Sinpro-DF); Clínica Saberes Neuropsico; Sindicato Nacional dos Técnicos de Nível Superior da IFES (ATENS-SN); Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE); Federação de Sindicatos de Professores e Professoras de Instituições Federais de Ensino Superior e Ensino Básico, Técnico e Tecnológico (Proifes Federação); Sindicato dos Professores em Estabelecimentos Particulares de Ensino no Distrito Federal (Sinproep-DF); Confederação Nacional dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino (Contee).

Assista aqui :

 

Caderno traz 400 propostas de emendas antirracistas ao PNE

Com a presença de inúmeras entidades representativas da sociedade civil, dentre elas o Sinpro, a Frente parlamentar antirracismo apresentou formalmente à Câmara Federal o Caderno PNE Antirracista, uma coletânea de mais de 400 propostas de educação antirracista a serem incluídas no Plano Nacional de Educação, que está em fase de elaboração. Representaram o Sinpro a diretora Ana Cristina Machado e João Macedo, membro da diretoria eleita para o próximo mandato.

Baixe o PDF aqui

O lançamento aconteceu na Câmara Federal, no dia 1º de julho, em seminário da Comissão da Amazônia e dos Povos Originários. O caderno foi entregue, ao final do evento, para o relator da comissão especial da Câmara que analisa o PNE, deputado Moses Rodrigues (União-CE).

Democratização do acesso ao ensino, o reconhecimento da história afro-indígena brasileira e a capacitação de educadores para enfrentar o racismo estrutural são os pontos principais das 400 sugestões de emendas listadas no caderno.

O ensino de história e cultura afrobrasileiras é lei no Brasil desde 2003. Mas poucos avanços foram feitos nesse sentido. Entidades da sociedade civil alertam já terem identificado cerca de 18 emendas ao PNE frontalmente contrárias à equidade no ensino e contra a lei de cotas.

A representante da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) e do Movimento Negro Unificado (MNU), Ieda Leal, foi direta e enfática na defesa das propostas do caderno e da educação antirracista: “Escola antirracista tem que existir, porque racismo é crime”.

“O caderno antiracista para o novo PNE mobiliza propostas significativas de uma educação para todas as pessoas, considerando seus marcadores sociais. É um documento necessário para o enfrentamento ao racismo na sociedade brasileira”, observou João Macedo.

Com Agência Câmara de Notícias

Confira a circular que regulamenta a marcação de abono e TRE no período de reposição

Foi publicada nessa terça (1º/7) a circular Nº 27/2025, que dispõe sobre a utilização de abono e TRE no período de reposição dos dias parados na greve da educação.

Como já havia sido divulgado pelo Sinpro, professores(as) e orientadores(as) educacionais poderão gozar os benefícios nesse período. No entanto, de acordo com a publicação da Secretaria de Educação (SEEDF), as solicitações deverão ser analisadas pela chefia imediata, com base na legislação vigente e em critérios administrativos pertinentes à organização dos trabalhos.

O objetivo é assegurar a organização do calendário escolar e o direito dos(as) educadores(as) ao usufruto regular dos abonos previstos dentro dos parâmetros legais e sem prejuízo às atividades escolares.

Leia a circular aqui.

GDF Saúde faz orientações sobre permanência no plano mesmo após perda de vínculo com o GDF

O Sinpro informa que os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais que perderam o vínculo funcional com o Governo do Distrito Federal (GDF) terão assegurado o direito de permanência no plano GDF Saúde por até 1 ano como titular optante e nas condições dispostas em regulamento. Educadores(as) em contratação temporária também terão direito.

Porém, com a impossibilidade de efetuar o desconto em folha de pagamento devido à perda de vínculo com o GDF, a cobrança de mensalidade e de coparticipações será realizada por meio de cobrança bancária (boleto). O boleto e a linha digitável para pagamento podem ser obtidos pelo portal do beneficiário e através do aplicativo do GDF Saúde.

Confira o passo-a-passo para garantir o vínculo com o plano de saúde:

 

O Sinpro lembra que os(as) beneficiários(as) devem ficar atentos à chegada do boleto, que pode ser feita por e-mail, aplicativo ou portal do beneficiário. Caso o pagamento não seja realizado até a data de vencimento, será necessário que o(a) professor(a) ou orientador(a) educacional procure o INAS para solicitar a segunda via do boleto.

Mais informações pelo telefone (61) 3521-5331.

Clique aqui e confira o documento na íntegra.

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