CEF 01 do Planalto promove projeto baseado no Fundo do mar

Uma experiência de estudantes do Centro de Ensino Fundamental 01 do Planalto com a temática Ciclo de água e sua importância para o planeta, trabalhada durante a Semana Mundial da Água, motivou os(as) alunos(as) do primeiro e segundo períodos da educação infantil a trabalharem o projeto Fundo do Mar. Utilizando músicas (de gotinha em gotinha), histórias contadas (meu mundinho azul) e filmes infantis (procurando Nemo), a temática foi trabalhada pelas turmas, acabando como uma culminância para o fim do primeiro bimestre.

Ao longo do ano o assunto ainda foi trabalhado como eixo transversal devido ao grande envolvimento da turma, trazendo como intuito ser o tema para o projeto final da educação infantil. Para esse projeto final (Fundo do mar) os(as) alunos(as) produziram polvos com rolos de papel higiênico, caranguejo com pratos de papelão, tartarugas com cumbucas de isopor e atividades impressas com retalhos de EVA.

Além de oferecer crescimento pedagógico para as crianças, o objetivo dos trabalhos foi conscientizar sobre a importância da água para o planeta e suas formas de vida, além de trabalhar os campos de experiências da BNCC, como no primeiro campo, o eu, o outro e o nós, através da importância da ação individual para o mundo coletivo; no segundo campo, o corpo, gestos e movimentos, através de apresentações de músicas nas culminâncias; no terceiro campo, traços, sons, cores e formas, através das atividades de colorir, recortar, colar e pintar; no quarto campo, escuta, fala, pensamento e imaginação, através das histórias e filmes da água e do fundo do mar; e o quinto campo, espaços, tempos, quantidades, relações e transformações, através das mudanças de ambiente para apresentações e organização de tempo para realização das atividades.

Marlete Pereira Evangelista Franco, coordenadora dos anos iniciais, explica que o projeto foi finalizado com a exposição Fundo do mar, com as atividades desenvolvidas pelas crianças, “que ficaram encantadas com o resultado final, assim como a comunidade escolar que esteve presente na exposição”.

Denise Magalhães, presente!

Quem conhece o César Augusto Magalhães sabe que não há coração maior. Educador da Escola Centro-Oeste de Formação Sindical da CUT – Apolônio de Carvalho, Cesinha é desses que acolhe, que convida com o sorriso, que arranca risada do mais rabugento. Ele é desses que a gente gostaria que a vida fosse muito, muito generosa. Mas há coisas que nem o tempo pode evitar.

Dona Denise Magalhães, mãe e companheira de jornada de Cesinha, partiu. “A braba”, como escreveu ele em um de seus posts nas redes sociais, nunca se eximiu de lutar pela vida, e embora não possa mais conviver aqui conosco, continua presente, eternizada pelas histórias, pelos exemplos, pelos amores que cultivou.

Dona Denise cumpriu sua tarefa e foi além: formou o Cesinha, um cara do bem. E não há nada mais caro para o mundo do que ter pessoas que se importam com a humanidade.

Cesinha, nós do Sinpro seguimos juntos com você! Estamos aqui, sempre, para retribuir todos os abraços, ensinamentos e alegrias que você nunca poupou em doar.

Dona Denise Magalhães, presente!

 

Despedida de Dona Denise Magalhães

Onde: CEMITÉRIO CAMPO DA ESPERANÇA – ASA SUL
CAPELA – 02

Quando: DIA 13 DE DEZEMBRO
VELÓRIO de 15h a 16h30
SEPULTAMENTO às 17h

Carateca de 9 anos precisa de ajuda para disputar campeonato mundial

Com apenas 9 anos, Sophia Lopes já coleciona mais de 30 medalhas e 6 troféus. Ela é a atual bicampeã brasileira de caratê na categoria sub-10 (faixa verde a preta) em duas modalidades recentemente, além de ser medalhista de ouro na luta por equipe no Campeonato Brasileiro realizado em 2022.

Moradora do Sol Nascente e aluna da EC 15 de Ceilândia, ela está classificada para o Mundial da modalidade que ocorrerá na Ilha de Malta na segunda quinzena de março de 2024. Porém, ela pede ajuda para custear as passagens, os equipamentos, as hospedagens para 8 dias, alimentação e transporte. Os custos estimados são de R$20 mil.

“Até o quimono nós precisaremos comprar. Ela tem, mas para a disputa do mundial, é necessário um específico, pois é um torneio internacional, só pode ter a bandeira do Brasil e a logo da CNKB (Confederação Nacional de Karatê do Brasil)”, explica a mãe, Katlen Lopes. 

Para conhecer mais da trajetória da atleta, clique aqui. Empresas interessadas em patrociná-la, podem entrar em contato com a própria mãe, no telefone (61) 98563-8250. 

Quem puder doar, a chave pix é o CPF: 012.523.471-62 (Katlen Lopes).

PL que transforma programa de bolsas de iniciação à docência em lei entra na pauta da Câmara

O Fórum Nacional dos Coordenadores Institucionais do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência e Programa de Residência Pedagógica (Forpibid/RP) está promovendo um abaixo-assinado para a aprovação do Projeto de Lei 3.970/2021. O PL visa converter o Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID) e o Programa Residência Pedagógica (PRP) em lei, transformando o programa em uma política de Estado, o que garantirá a sua manutenção independente da mudança de governo.

O PIBID é um programa que atende mais de 80 mil bolsistas em todo o país e se coloca como a melhor política pública para formação docente produzida pelo Brasil nos últimos 20 anos. O Programa é crucial no aprimoramento da qualidade do ensino nas escolas públicas, promovendo uma interação mais estreita entre teoria e prática na formação de futuros(as) docentes, e é fruto de intenso diálogo entre o relator, deputado Rogério Correia, o Forpibid/RP, o Ministério da Educação e a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoa de Nível Superior (CAPES).

Com a iminente votação do PL pelos(as) deputados(as) federais, a participação de toda a categoria magistério público será fundamental para a aprovação deste projeto tão necessário para a educação brasileira.

Esta decisão impactará não apenas o presente, mas também o futuro de milhões de estudantes e professores(as) em nosso país. Clique aqui e participe!

CED Stella dos Cherubins homenageia professor por 20 anos do projeto Anjos Cênicos

O pátio central do CED Stella dos Cherubins, em Planaltina, ficou cheio na manhã de quarta-feira (06/12), quando o professor Donne Pitalurgh foi homenageado pelos 20 anos de Anjos Cênicos, projeto que ele desenvolve na escola.

“É muito difícil a gente ter uma sequência em projetos quando se muda muito de professor. Então são 20 anos conseguindo segurar este mesmo projeto em sala de aula e em todo este período ele ainda marca as vidas dos estudantes. Tivemos alguns relatos de alunos que fizeram teatro neste ano, e que também fizeram nos anos de  2004, 2008 e 2014”, diz Mara Müller, coordenadora da escola. 

Ela diz que alguns testemunhos muito foram emocionantes, inclusive de uma ex-aluna que pensava em se matar, pois ela “já tinha perdido o sentido da vida, mas com o trabalho que ele estava fazendo, ela voltou a ver razão em viver. Ela disse que lembra até hoje o quanto foi grandioso esse trabalho que ele desenvolveu, que fez com que ela saísse do mundinho isolado que estava e ampliou os próprios horizontes, porque ela começou a se comunicar com as pessoas, o que inclusive facilitou para a vida profissional dela também”.

De acordo com Mara, “Donne a cada ano tem que se renovar, não consegue aplicar as mesmas técnicas, modificar para buscar, conquistar e convencer o estudante de que ele é capaz de fazer artes cênicas, sim, então é um trabalho muito bacana que ele faz e o resultado é diferente a cada ano e nos impressiona sempre que a gente assiste”.

Donne Pitalurgh afirma que “a celebração dos 20 anos do projeto Anjos Cênicos, feita pela escola, me deixou imensamente feliz pelo reconhecimento do trabalho. Fiquei muito emocionado com os depoimentos, pois eles me deram a certeza de que todo esforço para se construir uma escola pública de qualidade e solidária não é em vão. Mas, principalmente, porque é um trabalho partilhado, feito por muitas cabeças e mãos, e que sempre contou com enorme engajamento por parte dos estudantes. Se não fosse assim, não duraria tanto tempo. Portanto, só posso agradecer a direção da escola, a supervisão, a coordenação, os servidores e aos alunos por esta parceria”.

Anjos Cênicos é composto por apresentações teatrais por várias turmas com textos escritos pelo professor. A proposta é interdisciplinar, partindo de músicas, dança, teatro de sombras, poemas e várias outras linguagens, abordando assuntos sugeridos por disciplinas que vão desde História, Língua Portuguesa e Sociologia, até Espanhol, Matemática e Química. O teatro fortalece a autoestima dos(as) alunos(as) e melhora a comunicação e segurança deles para falar em público. Desde 2003, cerca de 10 mil adolescentes já participaram do projeto na escola.

Para ver as fotos no álbum do Facebook do Sinpro, clique aqui.

Mulheres reunidas na vivência do combate à violência de gênero

No último sábado (9/12), foi realizado o encontro de mulheres com vivências, imersão e formação. O encontro foi a culminância dos 21 dias de ativismo pelo fim da violência contra as mulheres. Dividiu-se em dois momentos, um individual e outro político e coletivo.

Realizado na chácara do Sinpro, o evento começou com atividades de autocuidado, autorreflexão e autofortalecimento. Nesse momento de imersão interior, foi oferecido às cerca de 70 participantes um escalda-pés com ervas aromáticas, e as mulheres refletiram sobre suas individualidades, fortalezas, medos, desejos e sonhos.

A segunda parte do encontro foi de formação política, sobre feminismo e patriarcado. Com os índices de violência urbana, as participantes construíram uma árvore de luta, em que as raízes representam as tradições do patriarcado; o tronco são as ações para se romper com essa cultura, e os frutos seriam os resultados dessa revolução feminista, a partir dessa nova realidade.

“Há uma força dentro de cada uma de nós mulheres. Porque desde pequenas somos obrigadas a criar estratégias para vencer o machismo e a misoginia, seja reagindo à imposição do trabalho doméstico, seja sabendo que estudar é nossa melhor saída. O encontro de mulheres de 2023 foi uma maneira de fazer com que cada mulher reencontre com essa sua força interior e se conecte com ela na rede de solidariedade, na sororidade. Uma pela outra sempre!”, declarou a coordenadora da secretaria de Assuntos e Políticas para Mulheres Educadoras, Mônica Caldeira.

VEJA O ÁLBUM

Na EC 303 de São Sebastião, a diversidade é internacional

A Escola Classe 303 de São Sebastião tem uma peculiaridade com relação às demais da rede distrital. No mês de novembro, além da valorização da cultura negra e afro-brasileira, a escola aproveita para valorizar e enaltecer a diversidade de culturas latino-americanas e africanas.

“Temos alunos ganeses, venezuelanos e colombianos”, conta a diretora Carem Oliveira dos Santos. “A Festa das Nações é a forma que a escola encontrou de acolher não só a educação antirracista como valorizar as crianças que vêm de outros países.”

Neste ano, a culminância do projeto ocorreu no dia 18 de novembro, com uma evento aberto a toda a comunidade. Houve pesquisas sobre biografias de mulheres negras e suas contribuições para a sociedade, a busca pela ancestralidade, conscientização sobre expressões racistas, exposições sobre brincadeiras típicas da Venezuela (o Gurrufío), apresentação da dança da Waka Waka (tema da Copa do Mundo da África do Sul de 2010, interpretada originalmente pela cantora colombiana Shakira) e uma animada roda de capoeira.

“Os pais e responsáveis participaram das apresentações e ainda teve um pai participando de uma roda de capoeira”, comemora a diretora.

“Fizemos uma pesquisa e descobrimos que nossa comunidade escolar tem maioria de pessoas negras. Percebemos que, muitas vezes, as crianças não se sentem pertencentes, com seus cabelos, narizes e tom de pele. Estamos trabalhando o reconhecimento desse pertencimento desde o ano passado. Neste ano, esse trabalho ganhou bastante visibilidade com a Festa das Nações. As professoras e os professores da escola contam que as crianças estão se percebendo e se reconhecendo nos livros adotados, por exemplo. Também os estudantes de outras nacionalidades, ao trazerem para dentro da escola suas culturas e tradições, demonstram empolgação, identificação e pertencimento. Isso tudo se traduz em autoaceitação e autoestima”, conta a professora Carem.

 

Projeto Meu Corpo Nossa Dança encerra Ciclo de 2023 no Centro de Ensino Fundamental Zilda Arns

A Coletiva Corpo Consciente realizou, de 13 de abril a 05 de setembro de 2023, o projeto Meu Corpo Nossa Dança no Centro de Ensino Fundamental Zilda Arns, no Itapoã. Ao todo, 12 encontros foram realizados, quando os(as) alunos(as) trabalharam consciência corporal e práticas terapêuticas com orientação das psicólogas Clara Costa, Ívina Paiva e Thaís Germano.

A ideia central do projeto é ser um espaço seguro e acolhedor para estudantes aprofundarem o autoconhecimento através da dança, trabalharem questões comuns em rodas de conversa, desenvolverem o diálogo aberto e consciente sobre suas vivências e produzirem performances corporais que representem tanto o processo individual quanto o coletivo, desenvolvendo assim estratégias de autocuidado.

 

Documentário e curtas

O projeto originou um documentário criado pelos(as) próprios(as) estudantes, em parceria com voluntários do Coletivo Da Barragem pra Cá para registro da performance final. Clique aqui e confira o documentário.

Centro de Ensino Médio 01 do Gama promove Café Cultural

Estudantes e educadores(as) do Centro de Ensino Médio 01 do Gama participaram de um Café Cultural na última quarta-feira (06). O projeto marcou a culminância da trilha A vida é uma arte sem fim, que oferece aos(às) alunos(as) com algum tipo de deficiência o acesso a diversas culturas.

Durante o Café Cultural os(as) estudantes e educadores(as) tiveram a oportunidade de tomar um café colonial ouvindo poesia, contos, crônicas e danças produzidas pelos(as) próprios(as) alunos(as), além de ter acesso a um diálogo entre culturas. “Durante o nosso Café Cultural foi enfatizado que a escrita é um processo, sendo que qualquer um pode escrever em qualquer tipologia textual, exemplo do conto, poesia e crônica”, explica a professora de Português Janice Costa Alves, comentando que um dos contos lidos foi escrito por um aluno com deficiência.

Além de desfrutarem do Café Cultural, os alunos visitaram a exposição A construção da cidadania: refletindo sobre o trabalho, inspirada na mostra “Trabalhadores”, do fotógrafo Sebastião Salgado, considerado como uma referência mundial para a chamada fotografia humanista, que além de retratar diferentes hábitos e culturas, denuncia as desigualdades sociais e exploração de diferentes povos ao redor do mundo. A exposição foi composta por fotos autorais dos alunos, que problematizaram o cenário atual do trabalho no Brasil, marcado por um processo de precarização e pelo aumento das taxas de informalidade.

Todos(as) os(as) alunos(as) receberam uma caixa presente com três livros.

Projeto do CEMEIT desperta interesse pela pesquisa

O Centro de Ensino Médio Escola Industrial de Taguatinga (CEMEIT) promoveu mais uma Exposição Cultural Científica. Neste ano, os(as) estudantes montaram diversos estandes que abordaram temas como escravidão moderna; doenças degenerativas e possibilidades de cura; saúde mental e redes sociais; educação para o futuro e sustentabilidade.

De acordo com a gestão da unidade escolar, a Exposição Cultural Científica, além de incentivar os estudantes a se aprofundarem no mundo da ciência e da cultura, ainda desperta nos(as) alunos(as) o gosto pela pesquisa.

Além de elaborarem toda a decoração dos estandes, os(as) estudantes envolvidos no projeto também realizaram conversas sobre a pesquisa do tema abordado com quem visitava os espaços.

A ideia dos(as) organizadores(as) é fazer com que os(as) estudantes sintam-se parte “do meio onde vivem e possam fazer a diferença neste meio”.

Clique aqui para ver o álbum de fotos do evento

Acessar o conteúdo