Casa do Cantador recebe Odair José na 9ª Edição da Feira Cultural de Ceilândia

Neste sábado (09), as dependências da Casa do Cantador serão palco da 9ª Edição da Feira Cultural de Ceilândia, projeto que se consolidou como um dos principais eventos culturais da agenda do Distrito Federal. Com fomento da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec), a celebração envolve artistas da cultura popular da cidade, exposições de produtores locais da economia criativa e conta com a presença do cantor e compositor Odair José como atração nacional.

A Feira Cultural de Ceilândia nasceu com o propósito de destacar o valor da cultura no contrafluxo, oferecendo shows de alta qualidade de forma gratuita. Com 51 anos de história, Ceilândia é referência na cultura nordestina no DF, e o evento busca unir os ceilandenses em toda a sua diversidade musical, com ritmos que vão desde MPB, HIP-HOP, Samba, Forró, até Teatro de Mamulengo.

Com expositores de diversos segmentos como moda, arte, gastronomia e artesanato, a programação cultural promete entreter o público a partir das 15h com um line-up diversificado, para todos os gostos e idades. Entre os destaques estão apresentações de Rota 40, Rego Junior, Mamulengo Fuzuê, Lília Diniz, Diogo Logo, Amor Maior, Nanci Araújo, Caco de Cuia, encerrando com Odair José às 21h40.

À frente da ação, a produtora cultural Rosângela Dantas celebra a continuidade do projeto: “Estamos muito entusiasmados em realizar a 9ª edição da Feira Cultural de Ceilândia. Esta iniciativa é uma celebração da diversidade cultural presente em nossa cidade, e a cada edição buscamos superar as expectativas, proporcionando experiências únicas para todos os participantes. Acreditamos que a cultura é um pilar fundamental para o desenvolvimento de uma comunidade, e a Feira Cultural é uma maneira de destacar e fortalecer a identidade plural de Ceilândia”.

Além de celebrar a riqueza da música brasileira que norteia as raízes culturais de Ceilândia, a feira também se destaca por ter um olhar cuidadoso em relação a questões significativas. O evento se preocupa com a acessibilidade, contando com intérpretes de libras, estrutura para pessoas com deficiência, além de áudio descrição ao vivo para atender a diversidade de públicos. A 9ª edição da Feira Cultural é idealizada pela Artecei Produções Artísticas e Culturais, comprometida em promover a cultura e as artes no Distrito Federal.

 

Odair José, romântico no Palácio da Poesia

A 9ª edição promete superar as expectativas, trazendo uma programação renovada com o valor de artistas e produtores locais de Ceilândia, Sol Nascente e Pôr do Sol. Além disso, o evento contará com um show de encerramento de uma atração de renome nacional: Odair José.

Reconhecido como “O Terror das Empregadas e Bob Dylan do Central do Brasil” por suas letras românticas, o artista é um ícone da música popular brasileira, abordando temas profundos e cotidianos em suas canções. Com um repertório que atravessa gerações, Odair José enumera mais de 80 milhões de discos vendidos, entre álbuns originais, ao vivo, coletâneas e versões em espanhol. Entre os sucessos mais populares estão: “Pare de Tomar a Pílula” e “Vou tirar você deste lugar”.

 

Serviço: Feira Cultural de Ceilândia – 9ª Edição

Evento Gratuito

Data: 09 de dezembro

Hora: 15h

Local: Casa do Cantador – Ceilândia

Programação:

Rota 40 às 15h

Rego Junior às 15h50

Mamulengo Fuzuê às 16h40

Lília Diniz às 17h30

Diogo Logo às 18h20

Amor Maior às 19h10

Nanci Araújo às 20h

Caco de Cuia às 20h50

Odair José às 21h40

CEF 11 de Ceilândia realiza projeto multidisciplinar de Consciência Afro-indígena

Com o intuito de aumentar o estudo histórico, econômico, cultural e sociopolítico das etnias afro-indígenas brasileiras, tendo como base as leis 11.645/08, 10.639/03, 12.519/11 e 14.402/22, o CEF 11 de Ceilândia desenvolveu desde o início do ano, com as turmas de 8° e 9° anos um projeto multidisciplinar de consciência afro-indígena, com a culminância sendo realizada no dia 22 de novembro. Ele existe há 13 anos e envolve as disciplinas história, geografia e o setor de orientação pedagógica.

O projeto contou com a elaboração de cartazes, jogos, slides, barracas gastronômicas, teatros de bonecos, desenhos, resumos, além de caracterização de personalidades históricas que valorizam a composição étnica afro-indígena.

Nas turmas de 8° ano, ele abordou as lendas folclóricas africanas e indígena, que deram origem a formação sociopolítica, econômica e cultural do povo brasileiro. Cada turma através da arte de contar histórias, recebeu uma lenda afro-indígena através de um sorteio e deste modo, dividindo a turma em grupos, abordou por meio de exposições de cartazes, banners, pinturas, dança, teatro, explicações orais (contando histórias), formulando jogos temáticos (cruzadinha, caça palavras, quiz, trilhas, jogo da memória), a produção da lenda no projeto afro-indigena.

As turmas de 9° ano produziram uma barraca gastronômica, com comidas típicas da cultura afro-indígena brasileira. Além de trabalhar o empreendedorismo, o lucros das vendas do que foi produzido pelos estudantes, foi revertido para os mesmos financiarem as comemorações da formatura. 

E na culminância, o projeto contou também com o desfile da beleza afro-indígena brasileira, premiando os ganhadores e ganhadoras até o terceiro lugar, que teve a participação de cerca de 30 estudantes do matutino e vespertino do 6º ao 9º anos, organizado pela orientadora Ana Freire e pela professora de história Tatiane Brunes Santos.

Ao final, todos saem ganhando, como atesta Tatiane. “Além do conhecimento teórico que os(as) estudantes adquirirem durante todo o processo de produção do projeto, ele ensina a todos(as) discentes o quanto é valoroso trabalhar o empreendedorismo, pois ao fazer a venda dos produtos, eles aprendem a dividir o lucro final, de forma cooperativista. Bem como auxiliam os estudantes com notas baixas durante o semestre a melhorar o seu desempenho avaliativo. Além disso, como é um trabalho árduo, eles se sentem mais fortes e valorizados, porque montar um projeto com barracas, ornamentação e vendas, é cansativo. Mas ao final, o índice de estudantes que ficariam em recuperação diminui muito, por causa da pontuação de ações como essas feitas nas escolas”.

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Tese aborda a Percepção do professor regente sobre a formação e orientação colaborativa do professor da sala de recursos

A professora da rede pública de ensino do DF, Edilene Francisco de Carvalho convida a categoria para banca de defesa de Mestrado, que acontecerá nesta sexta-feira (08), às 14h30, na Sala de Reunião 1 (Prédio FE3 – Faculdade de Educação da UnB). A educadora traz como tema da tese: Percepção do(a) professor(a) regente sobre a formação e orientação colaborativa do(a) professor(a) da Sala de Recursos.

Participam da banca examinadora a professora Dra. Alia Maria Barrios González (FE/UnB), professora Dra. Fatima Ali Abdalah Agdel Cader (SEEDF), o professor Dr. Educardo Olivio Ravagni Nicolini (FE/UnB) e a professora Dra. Katilen Machado Vicente Squarisi.

Estudantes de escolas públicas de Taguatinga são premiados no 4º Concurso de Redação da CRET

A Coordenação Regional de Ensino de Taguatinga (CRET) promoveu no dia 04 de dezembro a Cerimônia de Premiação do 4º Concurso de Redação da CRET e Lançamento da Coletânea dos trabalhos finalistas. O concurso é uma realização anual destinada a todos(as) os(as) alunos(as) e profissionais da educação da rede público de ensino de Taguatinga; com natureza exclusivamente educacional, cultural, recreativa e participação voluntária. O projeto tem o objetivo de valorizar e estimular o pensamento, a criatividade, a leitura e o desenvolvimento das diversas linguagens.

O 4º Concurso de Redação da CRET teve como tema Eu, cientista no mundo!, escolha feita em razão de valorizar a ciência em todos os campos e estimular a participação das escolas no Circuito de Ciências das escolas públicas. No total foram 239 trabalhos inscritos em 8 categorias: pintura (ensino especial e educação infantil), fábula ilustrada (2º e 3º anos), biografia/autobiografia(4º e 5º anos), história em quadrinhos (6º e 7º anos), poema (8º e 9º anos), texto dissertativo-argumentativo (ensino médio) e relato de práticas (servidores da educação).

Os 5 finalistas de cada categoria foram conhecidos no mês de outubro e iniciaram as correções de seus textos para a publicação no livro.

 

Confira os primeiros colocados:

Relato de Práticas para os Profissionais da Educação

Vencedora: Ozenilde Santos do Nascimento

Escola Classe 12 de Taguatinga

 

Pintura para estudantes do Ensino Especial

Vencedor: João Vitor Ribeiro da Silva

Centro de Ensino 12 de Taguatinga

 

Pintura para estudantes da Educação Infantil

Vencedora: Sara Kethelly Gomes da Silva

Escola Classe 02 da Vicente Pires

 

Fábula Ilustrada

Vencedora: Ana Júlia Oliveira de Souza

Escola Classe 26 de Setembro

 

Biografia/autobiografia

Vencedor: Maicol Santiago Moncera Aristizábal

Escola Classe 18 de Taguatinga

 

História em Quadrinhos

Vencedora: Júlia Liz de Oliveira Batista

Centro de Ensino Fundamental Vila Areal

 

Poema

Vencedora: Gabriela Patrícia Oliveira Scatambuli

Centro de Ensino Fundamental 12 de Taguatinga

 

Texto Dissertativo argumentativo

Vencedora: Beatriz dos Santos Barros

Núcleo de Altas Habilidades CEMAB

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EPAT realiza Sarau de Canto na Semana da Música

Inserido dentro do PPP da EPAT (Escola Parque Anísio Teixeira), em Ceilândia, a Semana da Música ocorre desde 2016 na escola, já o Sarau de Canto, que faz parte deste projeto (assim como as oficinas de teclado, violino, violão e guitarra) chegou na segunda edição, na noite do dia 29 de novembro para cerca de 150 pessoas no auditório da escola, que fizeram uma recepção calorosa.

“O Sarau, assim como todas as apresentações da Semana da Música, é a culminância do semestre letivo na escola. Podemos considerar que foi um semestre de ensaio dos estudantes, considerando que temos alunos que já fazem parte da oficina de canto há anos”, diz César Augusto de Souza Oliveira, professor e coordenador pedagógico da área de música da escola.

O evento teve aproximadamente 3 horas de duração, com a participação de 18 alunos(as) de 13 a 18 anos de idade. Alguns cantaram uma música, outros mais de uma, de acordo com a programação feita pela professora de canto.

“A seleção (de quem se apresenta) é feita pela professora de canto durante o semestre, de acordo com o desenvolvimento dos alunos. O repertório, composto por covers, abrange os mais diversos gêneros: samba, MPB, musical, música sacra, música de concerto”, afirma César. O evento também contou com a presença do Coral Shalom.

O professor observa que “no campo da música, os alunos têm um bom desenvolvimento musical, por vezes bem rápido. Nas outras áreas eles desenvolvem muito a inteligência emocional e a comunicação, além de auxiliar no rendimento escolar dos alunos por expandirem também o foco e a concentração”. 

O coral, formado pelos(as) alunos(as) de canto da EPAT se apresentam neste mês na Igreja Batista Central Brasil de Brasília (11/12, às 19h30), no Hospital Regional de Ceilândia (13/12, às 14h) e na Regional de Ensino de Ceilândia (14/12, às 14h).

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CEF 20 de Ceilândia realiza culminância do projeto Consciência Negra

Estudantes, educadores(as) e a comunidade escolar do Centro de Ensino Fundamental 20 de Ceilândia fizeram uma grande festa durante a culminância do projeto Consciência Negra. No dia 29 de novembro a escola realizou o evento, promovendo a conscientização e valorização da cultura afro-brasileira, bem como a reflexão sobre a diversidade e o combate ao racismo estrutural, em consonância com a Lei 10.639/2003.

Ao longo do mês de novembro diversos trabalhos foram realizados com os(as) alunos(as) de forma interdisciplinar. Professores(as) de todos os componentes curriculares se uniram para desenvolver reflexões importantes nesta temática, com a exposição de trabalhos de produção biográfica de personalidades e profissionais da instituição; fotografias de alunos(as) e educadores(as); criação de um censo com dados comparativos da realidade da comunidade escolar com dados do Brasil e EUA; sala-museu; oficina de tranças e cachos; criação de curta-metragem autoral; exibição de filmes; exposição de pinturas; jograis; capoeira e apresentações de dança.

Além de mostrarem seus talentos e melhorar a autoestima, os(as) estudantes evidenciaram a profundidade de suas reflexões sobre a importância do combate ao racismo estrutural, a valorização da cultura afro-brasileira e a necessidade de se romper com padrões discriminatórios impostos pela sociedade.

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Prosa ao Pé do Ouvido conversa com membros da comissão do PAS e suas atualizações

Nos canais da Eape no Youtube e Spotify, está no ar a terceira edição do programa “Prosa ao Pé do Ouvido”, que conta na equipe com Pedro Artur Melo, responsável pela pesquisa e da apresentação do programa. É ele quem explica que na verdade é o terceiro episódio no Youtube, mas já o quarto programa produzido, pois antes desses três, teve um apenas em formato de áudio. “Saiu em outubro do ano passado, em comemoração ao Dia do professor e escolhemos falar sobre o livro “Ensinando a Transgredir – A Educação como Prática da Liberdade”, de Bell Hooks. Foi bem bacana, pois esse episódio abriu uma ponte de diálogo com a revista Com Censo, a revista científica da Secretaria de Educação. Recebemos um artigo publicado na revista sobre o mesmo livro e gerou algumas reflexões sobre aproximação do podcast com a revista e consequentemente sobre divulgação científica”.

A ideia de Pedro é realizar no Youtube um programa por mês, porém “nem sempre é possível, pois temos que conciliar com as atividades de formação e coordenação que fazemos na Eape. Bem como estamos sujeitos a alteração nas agendas dos convidados que por alguma contingência da vida precisam desmarcar ou remarcar a gravação”.

Em relação aos convidados, a terceira edição do programa recebeu membros que estão na comissão do PAS (Programa de Avaliação Seriada): Eloísa Pilati, professora da UnB e diretora da Diretoria de Planejamento e Acompanhamento Pedagógico das Licenciaturas (DAPLI); Ana Paulo Prado, professora de língua portuguesa e mestranda em linguística na UnB; Sabrina Cerqueira, professora de licenciatura de língua espanhola e professora da pós-graduação de linguística aplicada e Leonardo Castro de Carvalho, professor de geografia da SEEDF, colaborador e redator do Currículo em Movimento e mestrando em Geografia.

De acordo com Pedro, “estudando para fazer esse programa e depois realizando a entrevista com os participantes, eu cheguei à constatação que o PAS e a Universidade de Brasília estão fazendo um ótimo trabalho em realizar uma prova que solicita ao estudante um pensamento crítico voltado à ação. Ou seja, um processo consciente de tomada de autonomia de alguém que participa na sociedade e que não dissocia a teoria da prática. Nossa conversa girou em torno desta ideia, e usamos como fio condutor a matriz de obras do PAS e última atualização do programa. Links com mais informações sobre o tema podem ser encontrados na descrição do episódio no Youtube”.

Para o apresentador, “a grande novidade é que qualquer pessoa, de qualquer idade, desde que concluiu o ensino médio pode fazer o PAS. E essa decisão vem da premissa de continuar democratizando o acesso à universidade pública neste país brutalmente desigual que vivemos. Outra coisa bacana de mencionar é que a matriz de obras do PAS pode ser uma atividade coletiva compartilhada, seja dentro da família dos estudantes, seja entre amigos. Essa pode ser uma maneira de incentivar jovens que vão passar pela prova e fazer algo em comum com eles”.

Ele ressalta que “uma de nossas ideias fundamentais é fazer circular saberes relevantes, através do diálogo, para toda rede. Também fica o convite para todo aquele ou aquela que tem uma ideia bacana, um projeto, etc e que gostaria de mostrar para a rede como todo para nos procurar, para que possamos pensar juntos um programa a ser realizado, pelo e-mail pedroartur@gmail.com .

A equipe do programa é formada por Paulo Duro na direção; Daniel Fama na direção de fotografia; Yeda Gabriel na produção e still; Alexandre Furtado e Luiz de Almeida (Luizão) como operadores de câmera; Bruno Batista como assistente de câmera; Flávia Oliveira na edição, montagem e finalização; Luiz Carlos (Lucs) no Motion Design e Pedro Artur Melo, responsável pela pesquisa e da apresentação do programa.

O “Prosa ao Pé do Ouvido” pode ser assistido aqui.

Sindicato das(os) psicólogas(os) convida para posse da chapa eleita

O Sindicatos das Psicólogas e Psicólogos do DF convida para a Cerimônia de Posse da Chapa 01, Avanço e Transparência, que conduzirá a gestão do Sindicato no decurso 2023-2026. O evento ocorre no próximo dia 11 de dezembro (segunda-feira), às 19:30 no Auditório do Sinpro-DF no SIG.

De acordo com o sindicato, será um momento marcante, de união da categoria e comemoração de um grande passo para a Psicologia no DF.

Chapa eleita

A eleição no sindicato ocorreu em novembro. A Chapa 1, Avanço e Transparência, reúne psicólogas e psicólogos dos mais variados segmentos da categoria de profissionais da psicologia atuantes no DF.

 

Estudantes da Escola Parque 303/304 Norte promovem o espetáculo O Museu Misterioso

Nesta sexta-feira (08), às 17h30, a arte vai transbordar no Auditório da Escola Parque 303/304 Norte. Como parte do trabalho final de ano letivo, os(as) estudantes promoverão o espetáculo O Museu Misterioso, regado a muita música, danças e artes visuais. A entrada é gratuita.

Anderson de Souza, professor de Teatro da escola, explica que o espetáculo foi criado por meio de um processo de dramaturgia coletiva pelos(as) educadores(as) e alunos(as), é totalmente autoral e com o tema escolhido pelos(as) próprios(as) estudantes do 4º ano. Além disto, foi organizado de forma interdisciplinar com professores de Teatro, Música, Artes Visuais e Educação Física.

O espetáculo aborda como um simples passeio de escola se transforma em uma aventura mágica dentro de um museu. Diante de muitos mistérios e desafios, os estudantes precisam entrar dentro dos quadros e descobrir seus maiores segredos. Suspense, charadas, música, canto, dança e muita diversão conduzem a narrativa do espetáculo. “Muito mais que aprendizagem de conteúdo escolar, é um aprendizado para a vida, porque todo este conteúdo ajudará em vários momentos de suas vidas. Além disto, o projeto trabalha foco, concentração, trabalho em equipe, senso de responsabilidade e a questão da exposição. Tudo isto é enriquecedor e despertador”, afirma Anderson.

A apresentação será às 17h30, no Auditório da Escola Parque 303/304 Norte.

 

Professores:

Teatro: Wanderson de Sousa
Música: Filipe Campos
Artes Visuais: Sônia Sant’anna
Educação Física: Luciane Vanelli

CED 01 do Itapoã implementa Terapia Comunitária Integrativa

Diante de várias demandas de dor e sofrimento dos(as) estudantes, pontos que afetam diretamente a questão pedagógica, duas professoras do Centro Educacional 01 do Itapoã implementaram a Terapia Comunitária Integrativa (TCI) na unidade escolar. A partir dos relatos de alunos(as) e até mesmo dos(as) educadores(as), as professoras Cláudia Simone Ferreira e Alice Câmara começaram a fazer rodas de terapia.

O objetivo foi criar um espaço de partilha e de escuta de inquietações do cotidiano e daquilo que traz sofrimento. Em formato de roda, os(as) participantes se reúnem e partilham problemas e soluções, conquistas, superações e fortalecem a autoestima e o autoconhecimento. “A terapia comunitária é um instrumento de construção de redes solidárias. É uma prática integrativa de saúde reconhecida pelo SUS. Foi criada pelo psiquiatra, antropólogo, teólogo e terapeuta em família, Dr. Adalberto Barreto, que juntou o saber científico com o saber popular”, explica Cláudia Simone, complementando que a prática está presente em vários países. “Dividir sentimentos com os(as) outros(as) ajuda a diminuir a ansiedade. Quem fala, cura”.

Casos de violências e de abusos fazem parte da rotina de alguns estudantes. “Percebemos que os nossos estudantes passam por muitas situações difíceis, com depressão, ansiedade, automutilação, abusos de toda espécie, e esta foi uma forma que encontramos para acolhê-los e onde serão escutados, tendo a oportunidade de encontrar uma saída para todos estes problemas”, comenta a professora Alice Câmara.

A Terapia Comunitária Integrativa acontece toda quinta-feira, às 10h30, no horário contrário às aulas.

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