Diretora toma posse como membra benemérita da AIAB

Na manhã do último sábado (04/11), na EC 12 de Ceilândia, a diretora Alessandra Lemes foi convidada e foi empossada como membra benemérita da AIAB (Academia Inclusiva de Autores Brasilienses).

A posse ocorreu em um momento oportuno, o Chocolate Literário. Evento em que a escola convida escritores da literatura infantil brasiliense para que sejam homenageados pelos(as) alunos(as) com leituras, interpretações e releituras da vida e obras dos convidados. A segunda edição transcorria normalmente até que em um determinado momento os escritores presentes, (inclusive três que são membros da AIAB), chamaram a diretora, para ir à frente, onde estavam, ao lado deles..

“Eu pensei que eles fossem falar sobre eles, para a comunidade presente no evento. Foi uma surpresa gigantesca”, declarou Alessandra. Naquele momento, ela foi oficialmente convidada e já tomou posse na academia.

A AIAB é uma associação que representa os escritores de Brasília, que busca dar inclusão e estímulo às pessoas com deficiência, principalmente visual, na literatura.

Diretora da escola há 13 anos, Alessandra também é escritora (com obras poéticas), psicóloga, musicista e pedagoga, com 26 anos de atuação no magistério. Mas principalmente, uma lutadora pela inclusão. “No nosso PPP nossa missão é toda voltada para a educação inclusiva, para que os alunos estejam felizes nesse ambiente, que seja alfabetizador, que traga alegria para eles”, conta a diretora”.

Além do Chocolate Literário, um dos maiores projetos de inclusão da escola é a Festa Junina da Família. “Nós estamos em um ambiente em que há muitas creches e abrigos. Então nós não podemos fazer uma festa para o dia das mães e/ou dos pais, porque muitas das nossas crianças não tem pai e/ou mãe, então a festa da família engloba e é destinada para todos, os cuidadores, ou só quem tem a avó, o avô ou o tio”, diz Alessandra.

Estudantes do CEF 602 do Recanto das Emas promovem a 6ª edição do Festival de Curtas

O Centro de Ensino Fundamental 602 do Recanto das Emas promoveu uma grande festa no dia 1º de novembro, com a realização da 6ª edição do Festival de Curtas da escola, no Cine Brasília. Durante a cerimônia os(as) estudantes dos anos finais do Ensino Fundamental exibiram e foram premiados por suas produções audiovisuais.

Idealizado e coordenado pelo professor de Arte Edmar de Oliveira, o projeto é realizado desde 2016 e a partir de 2017 passou a integrar o Projeto Político Pedagógico da escola. A partir daí foi aplicado de forma gradual com as turmas, acrescentando novas categorias de produções. Atualmente os estudantes do 6° ano produzem animações em Stop Motion, as turmas de 7° ano criam releituras de videoclipes e os 8° e 9° anos produzem curtas-metragens de ficção ou documentário.

Além das produções deste ano, o Festival exibiu um vídeo com depoimentos de ex-estudantes do CEF 602, que participaram de outras edições do projeto. Entre os depoimentos estão o do ex-estudante Marcos Camargo, que além de participar e ser premiado em outra edição do projeto, também foi premiado em duas edições do Festival de Curtas das Escolas Públicas do DF.

No decorrer dos bimestres os(as) estudantes são apresentados à linguagem audiovisual, conhecendo elementos importantes relacionados à produção de roteiros, planos e enquadramentos, etapas de produção audiovisual, além da apreciação e debates de cenas e filmes. Após esse processo, cada grupo de estudantes produz o seu próprio curta-metragem.

O professor Edmar de Oliveira ressalta que o projeto já produziu filmes premiados, que participaram de outros festivais do DF, como o Festival de Curtas das Escolas Públicas do DF, Festival de Cinema do Paranoá e Festival Taguatinga de Cinema. “O Festival se tornou um grande evento, que envolve a comunidade escolar e visa proporcionar o protagonismo dos nossos estudantes. Nossas salas são repletas de criatividade. Temos várias histórias prontas para virar roteiro e logo em seguida se tornar um produto audiovisual. Nossos estudantes artistas expressam, por meio do audiovisual, alguns de seus desejos, interesses, dúvidas e protestos, sem contar a percepção que vão ganhando em torno de novas profissões”, finaliza.

VEJA O ÁLBUM

Brasília PIS é lançado na UnB Ceilândia

Com o intuito de produzir conhecimento em Práticas Integrativas em Saúde (PIS) e fortalecer a UnB como uma universidade que promove o bem-estar e a saúde,  na segunda-feira (6) foi lançado o projeto de extensão Brasília PIS, no campus Ceilândia.

Ele é uma parceria entre a UnB, a Secretaria de Saúde do DF e a Câmara dos Deputados e será sediado no campus Ceilândia. O PIS visa várias singularidades, tendo em perspectiva as dimensões da inovação, do cuidado e da vivência. O estudo demanda uma série de experiências e contribuições teóricas. A FCE-UnB possui vários cursos de graduação na área da saúde com linhas de pesquisa e disciplinas relacionadas com práticas integrativas e promoção à saúde.

Já o Observatório de Prática Integrativa Brasília PIS foi criado como quem fará a produção e difusão de pesquisas, formações e informações sobre as práticas integrativas em saúde, sendo estruturado pelo Brasília PIS por cinco eixos: mapeamento, capacitação, atendimento, pesquisa e apresentação de resultados (eventos e publicações).

Rodrigo Teixeira, diretor do Sinpro em Assuntos de Saúde do Trabalhador, esteve presente ao lado da também diretora do Sindicato, Fátima de Almeida. “Participamos, eu e a Fátima, do evento de lançamento do Observatório do PIS – Prática Integrativa de Saúde, promovida pela UnB, campus Ceilândia. É uma atividade muito valiosa de saúde e que nós podemos fazer parcerias para beneficiar nossa categoria. A Secretaria de Saúde do Sinpro, da qual faço parte, tem buscado alternativas em que possa ajudar nossa gente”, afirma.

O diretor também ressaltou, que “na ocasião,  a ex-diretora do Sinpro, professora Eliceuda França, durante sua fala, me apresentou oficialmente como membro do Conselho da FCE-UnB, representando o MOPUC (Movimento Pró-Universidade Pública em Ceilândia), que há quase duas décadas faz a luta pela UnB em Ceilândia.  Para mim é motivo de muito orgulho, ser dirigente do Sinpro e do MOPUC, numa representação dentro da UnB, fortalecendo laços com a educação e a comunidade”.

O evento também contou com a participação artística (voz e violão) de Jairo Mendonça, ex-diretor do Sinpro.

Biblioteca Agostinho da Silva tem evento de lançamento nesta quarta (8) na UnB

Na noite desta quarta-feira (08/11) a partir das 19h na Faculdade de Educação da UnB (Campus Asa Norte), Sala dos Papirus (Prédio FE 01), ocorre o lançamento da Biblioteca Agostinho da Silva, com as coleções “Educação, Reinvenção e Liberdade – Tomo I: Educar para a vida”, que traz as ideias (e projetos) – do filósofo sobre educação. E “Filosofia enquanto Poesia”, com três livros e vários artigos de Agostinho e ensaios de outros importantes intelectuais.

Na abertura, participarão Márcia Abrahão Moura (Reitora da UnB), Luís Faro Ramos (Embaixador de Portugal no Brasil), Carlos Henrique de Carvalho (Pró-Reitor de Pesquisa e Pós-Graduação da UFU), Liliane Campos Machado (Diretora da FAE – UnB), Danielle Pamplona Nogueira (Vice-Diretora da FAE-UnB), Amon Pinho (Diretor da Cátedra Agostinho da Silva – UFU) e Ana Clara Medeiros (Diretora da Cátedra Agostinho da Silva – UFU).

Em seguida, serão feitas exposições e diálogos por José Geraldo Sousa Júnior (FD – UnB), Celso Amorim (Presidência da República – Assuntos Internacionais), Maria Luíza Pereira (FAE – UnB), Marcus Mota (IDA – UnB), Romana Valente e Amon Pinho (diretores da Cátedra Agostinho da Silva – UFU).

Agostinho da Silva (1906-1994) foi um filósofo, poeta e escritor luso-brasileiro. Nasceu na cidade de Porto (Portugal) e após ser censurado e perseguido pela ditadura de Antônio Salazar, veio para a América do Sul, morando no Brasil por mais de 20 anos. Lecionou em universidades, traduziu autores clássicos, foi articulista e produziu ensaios e novelas. Retornou a Portugal em 1969, com o acirramento da ditadura brasileira.

A entrada é franca.

Projeto pedagógico do CEM 804 do Recanto das Emas intensifica busca pelo conhecimento

Ler, escrever e desenhar representam o acesso às informações, à ampliação do vocabulário, o desenvolvimento da criticidade e o interesse na busca pelo conhecimento sobre assuntos variados que, além de instigar o(a) estudante a pensar criticamente sobre diversas questões, pode impulsionar suas relações sociais. Esta questão tem sido uma preocupação constante no Centro de Ensino Médio 804 do Recanto das Emas, que tem utilizado esta diretriz como projeto pedagógico.

Realizado de março a novembro, Ler, escrever e desenhar é um projeto pedagógico que faz referência ao valor da identidade para os(as) estudantes do CEM 804. No projeto os(as) alunos(as), por meio da leitura, compartilharam experiências, interesses, memórias, conquistas, sentimentos e emoções. Para finalizar o período de pesquisa, os(as) estudantes realizarão uma vernissage no mês de dezembro, onde serão mostradas todas as atividades produzidas.

O projeto traz como objetivo ampliar o repertório de histórias conhecidas; desenvolver a linguagem, criar possibilidades pedagógicas criativas e estimulantes para o aluno; permitir a troca de ideias, conceitos e entendimentos entre os participantes; enriquecer o vocabulário; construir o hábito de ouvir histórias e sentir prazer nas situações que envolvem leitura de história. Além disto, propõe realizar leituras orais e silenciosas de histórias; interpretar histórias lidas; desenvolver as habilidades linguísticas: falar, escutar, ler e escrever; auxiliar o aluno no processo de construção da sua identidade e na formação de valores próprios; e tornar a hora de contar a história um momento que represente uma quebra na rotina diária, um momento de prazer.

Dentre as atividades que serão feitas durante a vernissage estão bambolês com as competências da BNCC; poemas em desenhos no tecido; telas a partir de livros literários; e fotografias em porta retratos.

Canal no Youtube de professor tira dúvidas de alunos em geometria

O Enem começou neste último final de semana. A segunda parte dos exames, será no próximo domingo (12/11), inclusive com a prova de matemática. Para ajudar os(as) estudantes, o professor Wellington Santos, do CED 16 de Ceilândia, criou há cerca de três anos um canal no Youtube, chamado “A Matemática É Linda”. O foco dele é em geometria.

“Agora para o Enem de 2023 eu fiz uma playlist com exercícios resolvidos das questões de geometria dos exames anteriores. Não é só a resolução da questão que eu abordo. Também as técnicas de como resolver as questões, de interpretação, e de realização de cálculos sem o uso da calculadora, algo que os alunos têm dificuldade”, conta.

Já são mais de 200 inscritos, com 82 vídeos postados até o momento. O professor diz que também resolve “questões de cálculo para quem está na universidade, alguma dúvida específica de algum aluno. Pois não basta apenas resolver a questão, o aluno precisa entender os caminhos, e esse é o canal que consegui abrir para que eles pudessem ter acesso ao conteúdo revisado, com as atividades feitas da maneira correta e uma explicação bem detalhada e didática”.

Para acessar o canal, clique aqui.

Livro infantil de professora será lançado dia 11 em Planaltina

“Anastácia, olhos cor do céu”, é o segundo livro da professora da SEDF e contadora de histórias Ana Paula Almeida. Moradora de Planaltina de Goiás e professora de atividades do terceiro ano no CEF Juscelino Kubitschek, em Planaltina, ela lançará o livro na própria escola, no dia 11 de novembro, em uma culminância do projeto literário “JK Lê”, das 8h às 11h. A obra estará à venda no local por R$39 ou também pode ser adquirida aqui

O livro conta a história de Anastácia, uma menina negra de seis anos, que é curiosa, encantadora e sensível. Ao perguntar para a mãe a origem dos olhos azuis, a resposta é uma narrativa de amor, resistência, luta e perseverança. A obra faz refletir sobre a importância de todos conhecerem suas próprias raízes, valorizando a ancestralidade. 

A autora escreveu esta obra, pois “como contadora de histórias, sou apaixonada por livros infantis que trabalham com o tema da consciência negra. Acredito que eu tenha a necessidade de abordar ancestralidade, cultura e a história afro-brasileira de várias formas. Não somente enfatizar a cor da pele, mas valorizar sua identidade ancestral”.

Com o livro, Ana Paula anseia que ele contribua para “que as crianças negras sintam-se representadas, respeitadas e empoderadas”.

Culminância de projeto literário reúne 400 pessoas na EC Chapadinha

Para desenvolver os(as) alunos(as) pelo gosto da leitura, da escrita e da oralidade, o projeto Mundo da Leitura foi implementado em 2008 na EC Chapadinha, em Brazlândia. A partir de março, com cada turma recebendo uma maleta viajante (com lápis, lápis de cor, borracha, caderno, livro literário, cola e tesoura), o estudante a cada dois dias a leva para casa e com sua família faz a leitura do livro e um breve resumo e desenho sobre ele.

Já em setembro, “escolhemos uma autora com suas obras e cada turma desenvolve um trabalho a ser exposto em murais e no dia da culminância, no final do mês de outubro ou novembro todos os trabalhos são expostos. Neste dia, os alunos realizam apresentações literárias e contratamos escritoras que comparecem com suas obras e acontece a tarde de autógrafos”, conta Jacirene de Oliveira Morais, diretora da escola. São cerca de 250 estudantes que participam do projeto, desde a educação infantil até o quinto ano do ensino fundamental.

Este evento final, que ocorreu no dia 31 de outubro, contou com a participação da comunidade (cerca de 400 pessoas), alunos(as), professores(as) e coordenadores(as) intermediários(as) da Regional de Ensino de Brazlândia. A diretora afirma que “aproveitamos o projeto Ciranda Rural com o espetáculo literário ‘Baú de Histórias’, que percorre as Escolas do Campo, onde ocorreu várias contações de histórias pelo grupo Paepalanthus e a escritora Rose Costa apresentou, ‘Dona Rose tem Gatos’, sua nova obra”.

Os resultados do projeto são ótimos, o que reflete nos anseios dos próprios pais e responsáveis. “A comunidade escolar se sente inserida neste projeto, e já fica à espera deste evento, que faz parte de nosso projeto político-pedagógico. As crianças vêm demonstrando um maior gosto pela leitura, facilidade na oralidade e na escrita”, diz Jacirene.

Para ver as fotos do álbum do Facebook do Sinpro clique aqui.

Nota de pesar | Isabelle Guirelli

O Sinpro-DF informa e manifesta profundo pesar pelo falecimento da professora Isabelle Guirelli, aos 43 anos. A professora foi sepultada, na manhã desta sexta-feira (3/11), no cemitério Campo da Esperança  da Asa Sul. Lecionava basquete no CID Cruzeiro. Segundo informações das redes sociais da própria atleta, ela lutava contra um câncer.

Jogadora e treinadora, ela foi multicampeã de basquete. Foi atleta das seleções de base, fez parte das comissões técnicas das seleções femininas e seguiu carreira como professora da Secretaria de Estado da Educação do Distrito Federal (SEE-DF). Ainda segundo informações do perfil dela nas redes sociais, Isabelle iniciou sua carreira na Escola Santo Antônio, em que cursou seu Ensino Fundamental.

Apresentou um projeto e conseguiu criar um time. Participou de campeonatos com bons resultados. Nos 10 anos em que trabalhou na escola, treinou equipes para jogos escolares no Distrito Federal, conquistou títulos e participou de olimpíadas escolares em Poços de Caldas, em 2008.

Ela tomou gosto pelo ofício de treinadora e passou por diversas equipes. Em 2005, a professora concluiu sua Especialização em Treinamento Esportivo, pela Universidade de Brasília (UnB). Em maio de 2021, Isabelle foi certificada como técnica de basquete de base da World Association of Basketball Coaches (WABC), o que representou algo muito especial para ela e para o basquete do DF.

O Sinpro se solidariza com seus familiares, amigos(as), colegas e alunos(as) e  reitera seu profundo respeito à professora, desejando à ela o descanso eterno e, à família e amigos(as), a resiliência para seguir em frente.

 

Professora Isabelle, presente!

CEM 02 de Ceilândia realiza projeto que exalta negritude

Tudo começou quando os professores observavam que as alunas negras do CEM 02 de Ceilândia  escondiam os próprios cabelos debaixo de toucas e lenços, faziam procedimentos de alisamento químico, ou deixavam os mesmos presos, porque muitas tinham vergonha de mostrá-los, porque sofreram bullying, ou na infância ou mesmo na adolescência.

O projeto pedagógico inicialmente nomeado Crespas e Cacheadas, surgiu em 2015 e é um ensaio fotográfico que convida os(as) estudantes do ensino médio a participarem de sessões de fotografia, com toda a produção, maquiagem, com objetivo de valorização do perfil que antes eles(as) julgavam não terem o mesmo valor. Desde 2022, os meninos também participam e a escola renomeou para Cresp@s e Cachead@s. Neste ano, 15 fotógrafos participaram do projeto com cerca de 60 alunos(as).

“Muitos alunos e principalmente alunas vêm do ensino fundamental com muitos traumas e sequelas de bullying por conta da cor da pele e tipo de cabelo e quando entram na nossa escola, sabendo que há um projeto que valoriza o cabelo crespo ou cacheado, que há uma afirmação da beleza negra, elas se sentem fortalecidas e começam a se soltar. Isso tudo coincide com várias mudanças de comportamento e de afirmação”, afirma Gildenor Araújo, professor de história e coordenador do projeto.

Um dos propósitos do projeto é a valorização das culturas afro-brasileira e africana, a busca da ancestralidade, pois promove uma mudança de comportamento, aumenta a qualidade de vida, combate a baixa autoestima, quando o(a) jovem percebe o valor da sua identidade.

“Eu comecei a participar do projeto em 2022 como um dos fotógrafos. Começou como uma iniciativa de sala de aula para tratar de autoestima e posteriormente a atividade se ampliou, com apoio do professor Gildenor Araújo que fez uma proposta para que fosse construído um mural na escola para as fotos ficassem expostas o ano todo. Então me chamou muita atenção os alunos que estavam retratados nas fotos passarem ali quase que diariamente e ficarem ali admirando suas próprias fotos e chamarem os colegas para olharem também, era uma situação constante. Isso foi um ganho impressionante. Dar visibilidade para eles e eles também se sentirem visibilizados dentro do projeto”, diz Roberto Schiavini, coordenador pedagógico e professor de sociologia.

De acordo com Roberto, “a exposição faz com que a visibilidade se dê uma forma positiva (tem o maquiador, eles vêm paramentados, os fotógrafos têm todo o cuidado no tratamento das fotos), então isso gera um ótimo efeito. Um dos resultados mais diretos é o combate ao bullying, a retratação deles se dá de uma forma positivada”.

Cerca de 75 a 80 fotos vão para o mural, mas muitas outras são tiradas e os(as) alunos(as) recebem links para baixarem as próprias fotos, após autorização dos pais ou responsáveis para participarem do projeto. E o resultado, vai aos poucos também mudando esta relação dos estudantes com seus familiares.

“A juventude está muito carente de apoio familiar em decorrência das demandas de cada família com a correria pela sobrevivência. Muitas vezes, elas e eles não têm o apoio, a atenção. Isso é um comportamento que está alheio a classe social. Mas eu já recebi alguns feedbacks por parte das alunas e alunos que houve uma melhora nessa questão, porque muitos traziam essas negativas do seio da família”, diz Gildenor.

Para ver as fotos do álbum do Facebook do Sinpro clique aqui.

Fotos: Roberto Schiavini

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