Inscrições prorrogadas para a 3ª edição do Curso de Formação Continuada Escola da Terra
Jornalista: Luis Ricardo
O período de inscrição para a 3ª edição do Curso de Formação Continuada Escola da Terra foi prorrogado. Os(as) interessados(as) terão até esta sexta-feira (03) para se inscrever no curso clicando aqui. O resultado das inscrições e seleção de tutores(as) será publicado no dia 07 de novembro, no site da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF).
O curso, direcionado para professores(as) efetivos(as) e substitutos(as) e orientadores(as) educacionais que atuam nas regionais de ensino e em Escolas do Campo, terá carga horária de 180 horas e será desenvolvido e certificado pela Universidade de Brasília (UnB), com acompanhamento pedagógico da SEEDF.
Projeto da EC 12 de Ceilândia homenageia escritores de literatura infantil
Jornalista: Luis Ricardo
A Escola Classe 12 de Ceilândia promove, no dia 04 de novembro, a 2ª edição do Chocolate Literário, projeto que homenageia escritores(as) de literatura infantil, com ênfase nos(as) autores(as) locais. Durante a produção do projeto as turmas escolhem uma obra, fazem leituras, interpretações, releituras e pesquisam sobre a vida e obra dos(as) autores(as) que são convidados a realizar uma manhã de autógrafos na escola.
Este ano, sete autores serão homenageados: Alessandra Alexandria, Angela Lago (in memorian), Basilina Pereira, Dinorá Cançado, Francisco de Assis, Maga Merlinda e Refina Ferreira. Francisco Viana dos Santos Júnior, vice-diretor da EC 12 de Ceilândia, explica que durante o projeto as crianças conhecem as obras e realizam várias atividades em homenagem à literatura infantil. “Este projeto desenvolve a oralidade, estimula a leitura, amplia vocabulário e consequentemente ajuda na alfabetização. Além disso, estimula habilidades artísticas, individuais e coletivas, o trabalho em grupo e a socialização”, enfatiza.
O evento é aberto à comunidade e acontece das 9h às 12h.
Ato público contra a privatização da Rodoviária do Plano Piloto nesta quarta-feira, 1º/11
Jornalista: Maria Carla
CUT-DF realiza, nesta quarta-feira (1º/11), a partir das 16h, ato público contra a privatização da Rodoviária. Com o mote “Brasília não está à venda”, a Central informa que a concentração será nas proximidades do semáforo localizando na Plataforma Superior da Rodoviária, próximo ao Conjunto Nacional.
Participe! Contamos com a participação de todas e todos para mostrar ao governo Ibaneis que Brasília é um patrimônio público e não pode ser privatizada.
Projeto que representou o ensino médio de Ceilândia fica em primeiro lugar no DF
Jornalista: Luis Ricardo
O Centro de Ensino Médio 12 de Ceilândia fez bonito no 12º Circuito de Ciências das Escolas Públicas do Distrito Federal. Com a orientação dos professores de biologia Daniel Guedes e Gabriella Karoline, trabalhando com o tema O que fazer se encontrar uma serpente?, o projeto ficou em 2º lugar na etapa regional de Ceilândia e em 1º lugar na etapa distrital do mesmo circuito.
O PIC do CEM 12 de Ceilândia é uma ferramenta didática capaz de realizar atividades extraclasses que integram alunos(as) com interesses em comum, que é fazer e pensar Ciência de maneira inclusiva, uma vez que o projeto é desenvolvido na Sala de Recursos, utilizando o formato de inclusão reversa. Este projeto possibilita que os(as) estudantes realizem atividades bem diferentes das que são desenvolvidas em sala de aula, além de dar a possibilidade de conhecerem lugares novos por meio das saídas técnicas, que agregam em novas experiências, estimulando a aprendizagem através do lúdico conforme competências e habilidades da Base Nacional Comum Curricular.
Para iniciar o processo de investigação científica os(as) estudantes foram divididos em grupos conforme o interesse na pesquisa: coleta de informações em ambientes virtuais e com fontes confiáveis; definição de estratégias de pesquisa, e organização da escrita científica, no qual buscaram informações em sites de universidades, sites governamentais e artigos acadêmicos. Os temas foram discutidos nos encontros quinzenais, que acontecem em horário contrário ao turno de estudo para produção científica e saídas de campo. Em seguida foi realizada uma aula prática no serpentário do Zoológico, com uma ambientação de como o serpentário foi projetado, separando as serpentes peçonhentas das não peçonhentas. Os(as) alunos tiveram acesso à área restrita, aos biólogos, tratadores e tiveram interação com as serpentes.
Para a terceira etapa do projeto, que será representar o DF na Feira de Ciência Nacional, a escola ampliará a pesquisa para os hospitais públicos e lançará um livro de utilidade pública sobre como proceder com acidentes ofídicos. Nele estarão contidas as principais serpentes do cerrado e suas dentições, os tipos de soro, listagem dos hospitais e alguns cuidados a serem tomados para evitar e caso aconteça, como proceder com a vítima até a chegada ao hospital.
Depoimento de alguns estudantes que participaram do projeto:
“Ano passado, quando iniciei o ensino médio, estava entusiasmada com as coisas que teria contato nessa nova fase, mas nunca imaginei que o que começou com um “clube de ciências” tomaria essa proporção. Chega ser assustador pra mim o reconhecimento que estamos conseguindo, dentro e fora da escola. Para mim é uma responsabilidade, mas, acima disso, muito significativo na minha vida. São experiências únicas que estou tendo, a oportunidade de vivenciar no 2º ano, é muito bom ver algo tão importante crescendo assim, e imensamente prazeroso me encontrar nesse projeto em cada reunião, discussões, ideias, apresentações, objetivos e conquistas. Para mim, a medalha que recebi vai ser pra sempre uma lembrança de como nossos esforços valeram a pena, e a camiseta do PIC (Projeto de Iniciação Científica) um simbolismo de todo impacto que teve nesse momento da minha vida”.
Driellen Nathaly de Souza Mendes
“Eu acredito que a experiência do projeto me deixou mais competente, mais seguro e mais preparado. Não só aprendi sobre o tema em si, mas também sobre metodologia, métodos de pesquisa e sobre as habilidades sociais e de comunicação que o projeto requer.
Fiz novos amigos, descobri novos temas, e ainda mais sobre mim mesmo. Ficar em grupo, realizar pesquisa em grupo, interagir com professores e fazer apresentações foram coisas que expandiram meu horizonte e me ajudaram a evoluir como pessoa e como estudante”.
Luis Felipe Batista de Andrade Caboclo
“Estou gostando muito desse projeto, que está me dando oportunidades muito boas, por exemplo: conhecimentos que eu não tinha sobre as serpentes, a importância delas para o meio ambiente, além de ter feito algumas amizades nesse projeto. O PIC também foi convocado para a fase distrital no Circuito de Ciências e com isso a gente recebeu uma medalha da fase anterior. Foi uma oportunidade inesquecível e que venham novas oportunidades incríveis como essa.
Feira do CED 16 de Ceilândia promove a cidadania e reforça a importância da EJA
Jornalista: sindicato
Já tradicional no calendário escolar do CED 16 de Ceilândia, entre os dias 24 e 26 de outubro ocorreu a Feira Cultural dos alunos da EJA. Organizada desde 2010 (não ocorreu apenas durante a pandemia), é uma demanda do corpo docente e discente, porque é um espaço para que o(a) aluno(a) possa desempenhar e mostrar suas habilidades, fugindo das aulas tradicionais, não importando se ele(a) está à frente do palco, ou nos bastidores.
“Ele abre espaço para que os alunos possam ser protagonistas e construtores do conhecimento. Eles são instigados a fazer a pesquisa, a buscar outras formas de se apresentar (porque a única restrição que nós fazemos são os seminários repetitivos e chatos), a gente desafia os estudantes a apresentar o tema com teatro, com jogral, com vídeo, encenação, testemunho e eles são extremamente criativos e nos surpreende bastante. Mesmo quem não se envolve diretamente, tem a galera da coxia, que está trabalhando, a gente abre espaço para a diversidade, nem todo aluno gosta de ir à frente falar, mas ele pode ser o ponto de apoio em relação à pesquisa, produção de material, cada um tem seu espaço, tem seu talento valorizado e respeitado. A gente vê que na EJA os alunos quando desafiados para mostrarem seus talentos, eles se alegram”, diz Wellington Nascimento dos Santos, coordenador da escola.
O envolvimento foi de cerca de 90% dos estudantes. Neste ano, o tema foi a mulher, “em virtude da crescente violência contra as mulheres, que são diuturnamente violentadas, agredidas, sofrendo maus-tratos. A escalada da violência nesses últimos 5 anos no Distrito Federal foi exorbitante e acendeu este alerta em nós”, disse Wellington.
Para ele, o maior retorno deste projeto para escola é a valorização do(a) aluno(a) enquanto pessoa. “Nós tivemos nesta última edição da feira, muitos testemunhos, algumas alunas vieram procurar a direção para falar dos seus problemas familiares, até foi proposto pra escola abrir um espaço de acolhimento, de escuta ativa, onde o aluno(a) possa nos procurar e a gente vai buscar os meios legais de encaminhamento e de dar uma solução e um espaço para que os alunos possam ser ouvidos”, afirma.
Outra conquista é a permanência dos estudantes na EJA em um momento tão desfavorável. “Este projeto me emocionou bastante, me fez chorar em vários momentos nas apresentações, porque nós temos um governo que tem trabalhado diuturnamente para destruir a EJA, porque ele não vê com bons olhos os alunos da EJA serem escolarizados, orientados, tendo uma possibilidade de ascensão social. Para o GDF, o conjunto da EJA é só mais um número e incomoda, pelo governador que nós temos agora no DF, então diante disso, a gente consegue mostrar para a sociedade o valor da EJA, a importância do aluno, com testemunhos maravilhosos”, diz Wellington.
Foi realizada uma avaliação no início do ano e a coordenação da escola constatou que há um crescimento, um desenvolvimento escolar dos alunos desde que começam no segundo segmento da EJA até sair do terceiro segmento (ambos oferecidos no CED 16). O coordenador não tem dúvidas de que este projeto tem papel nesta construção.
E na construção por um país melhor, a EJA cumpre um papel importantíssimo para a sociedade. “A EJA só pode deixar de existir quando o nosso país se tornar um país justo, que dá oportunidade a todos e que todos possam ter a escolarização na idade certa. Enquanto isso não acontece, a gente tem uma demanda muito grande de pessoas que não sabem, ou não têm conhecimento das escolas que estão abertas à noite e que podem acolhê-las e dar oportunidade de continuidade dos estudos e da realização do sonho de ter um diploma, da realização pessoal, de galgar dias melhores para elas”, finaliza.
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Despertar o empreendedorismo e a autonomia das crianças, com cada turma sendo uma empresa e desenvolvendo seu plano de negócios. Isso não apenas foi possível, como viável e bem-sucedido. É o JEPP (Jovens Empreendedores Primeiros Passos), iniciativa do Sebrae para desenvolver o ensino empreendedor no país em escolas públicas e particulares, que atuou na Escola Classe Arniqueira. O ápice e término deste projeto ocorreu no último sábado (28), com a 1ª Feira Empreendendo para Aprender, mas é um trabalho que durou meses. Katia Souza Rodrigues Antunes, vice-diretora da escola, dá mais detalhes do projeto e do seu desenvolvimento.
“A proposta é incentivar os alunos a buscar o autoconhecimento e novas aprendizagens relacionadas ao empreendedorismo e também trabalhar com a coletividade, dando autonomia para o aluno, trabalhando estas habilidades nos estudantes de ensino fundamental I”, diz.
O(a) professor(a), junto com sua turma (cada turma é uma empresa) “criou o plano de negócios, eles escolheram o que iriam fazer, fizeram o planejamento financeiro, definiram um capital inicial, estudaram os custos que iam girar em torno do negócio. Eles também aprendem a entender a parte burocrática, a fazer marketing, divulgação, enfim tudo o que envolve o negócio”, explica a diretora.
O trabalho entre os(as) professores(as) com as crianças é como se eles fossem realmente criar uma empresa de verdade. Aí ao final, eles produzem os produtos, cada sala de aula criou o seu, com materiais recicláveis, pois o projeto também visa trabalhar a sustentabilidade.
Para a escola também são muitos os benefícios. “A gente prepara o(a) aluno(a) para o mercado de trabalho. Sei que eles ainda são muito pequenos (10 turmas envolvidas do 1° ao 5º ano, com cerca de 250 estudantes) mas eles já começam a ter uma pequena vivência sobre isso, pois tudo o que a criança aprende na escola, ela leva pra família e tendo em vista que a gente tem muitas famílias empreendedoras na região, que têm seus próprios negócios, as crianças aprendem a desenvolver habilidades socioemocionais (a gente utiliza esse projeto pra trabalhar questões do nosso currículo a esse respeito), contribui na formação cidadã do(a) aluno(a) e favorece a aprendizagem de uma forma mais lúdica e prática”, aponta Kátia.
A feira foi o resultado de todo o trabalho no semestre, com a consultoria, capacitação, apoio pedagógico e todo material de divulgação fornecido pelo Sebrae. A vice-diretora se orgulhou do retorno que o projeto proporcionou. “Foi maravilhoso. O(a) professor(a) de cada turma fará com os alunos a prestação de contas, quanto gastaram, quanto receberam e quanto foi o lucro (que ocorreu). E quem vai decidir com o que será investido são as crianças. O resultado foi ótimo e muito elogiado pelas famílias, os pais participaram, se envolveram, auxiliaram os(as) professores(as), as crianças ofereciam os produtos, foi um dos melhores projetos que já vi acontecer dentro de uma escola, pois o resultado realmente foi muito envolvente, entre família, escola e comunidade. As crianças amaram”.
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O Sinpro-DF manifesta profundo pesar pelo falecimento do professor José Miranda de Oliveira Filho, da CRE de Sobradinho, aos 65 anos. Aposentado da Secretaria de Estado da Educação do Distrito Federal (SEE-DF) desde setembro de 2017, ele era professor de biologia da SEE-DF desde 1982. Faleceu em casa, nesse domingo (29/10), em consequência de um infarto.
A família informa que o sepultamento foi realizado nessa segunda-feira (30), no Campo da Esperança, em Sobradinho. Mesmo aposentado, ele continuou trabalhando como voluntário e dirigia, ainda segundo informações da família, as Obras Sociais Jerônimo Candinho, que tem convênio com a SEE-DF.
O Sinpro se solidariza com seus familiares, amigos(as) e colegas e reitera seu profundo respeito ao professor, desejando que ele descanse em paz e a família encontre resiliência para seguir em frente. Professor José Miranda, presente!
Estudantes do CEM 804 participam do 8º Festival de Teatro
Jornalista: Luis Ricardo
O Centro de Ensino Médio 804 do Recanto das Emas tem inovado quando o quesito é incentivar os(as) estudantes a conhecerem o mundo das artes, contextualizando suas vivências em nome da luta contra qualquer tipo de preconceito. E o trabalho tem colhido frutos positivos, já que o grupo Formigueiro de Teatro, formado por estudantes e ex-alunos(as) do CEM está entre as escolas públicas que participaram do 8° Festival Estudantil de Teatro Amador – FESTA. O Festival aconteceu no dia 23 de outubro, no Teatro dos Bancários.
No ano passado o grupo realizou o espetáculo Sabe por quê tu não deu bola?, a partir dos relatos em que os estudantes foram vítimas ou tiveram acesso. A temática central parte do racismo contra os diversos gêneros, como LGBTQIAPN+ e mulheres, além de retratar diversas formas em que colocam as pessoas pretas/negras em condição de subalternidade. Além de debater esta temática tão atual e necessária, o espetáculo traz um grande repertório musical dando visibilidade aos artistas pretos brasileiros. O método utilizado para a construção deste espetáculo foi o do teatrólogo Augusto Boal, a partir da técnica Cena Fórum do Teatro do Oprimido.
Tiago Borges Leal, professor de Artes da Secretaria de Educação do DF, comenta que o grupo Formigueiro de Teatro tem o objetivo de elevar e ampliar a cultura no cenário brasiliense. “Através do contato com a arte podemos proporcionar o acesso à cultura, ampliação de debates e formação crítica e social. Além disso, muitos estudantes estão no cenário artístico em busca de oportunidades e este grupo, que atua com diversas temáticas desde 2018 nas comunidades do Recanto das Emas e do Riacho Fundo 2, contribui muito para que outras pessoas vejam o trabalho desses artistas”, explica o professor, agradecendo o apoio das professoras Rosa Vasconcelos, Raíssa Costa, Juliana Soares e Fabiana Rodrigues.
Projeto cultural promove cinco apresentações poético-musicais
Jornalista: Luis Ricardo
O projeto cultural Poetas Convidam realiza nesta terça-feira (31), a partir das 20h, cinco apresentações poético-musicais realizadas pelos poetas Gustavo Rabelo, Alessandro Eloy Braga e Tiago de Carvalho. O evento será no Centro de Ensino Médio JK, na Candangolândia, e tem a duração de 60 a 80 minutos.
Além de show com canções e poemas autorais, haverá um(a) poeta do Distrito Federal convidado(a) para apresentar suas obras e compartilhar suas experiências de escrita com os jovens estudantes de Brasília. Durante a apresentação ainda serão doados livros de poesia de autoria de escritores do DF ao público presente e às bibliotecas das respectivas escolas.
O Museu Nacional será palco do sétimo Calendrag, no próximo dia 22 de novembro, às 19 horas. O primeiro calendário com o intuito de vir à tona à arte drag tornando-a atuante em questões políticas e sociais foi o do ano de 2018, poucos meses após o surgimento do coletivo Distrito Drag, associação civil que é quem idealizou e faz toda a produção.
“Um dos maiores objetivos é dar visibilidade à arte transformista como um todo, inclusive para debater questões não somente do campo cultural e artístico, mas também social e político. Por isso que nós tivemos em todas as nossas edições representantes da comunidade LGBTQIA+ como um todo que não necessariamente utilizam da arte drag, da arte transformista. Damos voz e visibilidade para todos os artistas que complementam a nossa comunidade, como também homens e mulheres trans”, diz Victor Baliane, coordenador artístico do Distrito Drag.
Cada mês do ano vem com uma foto. Toda a escolha das artistas, do figurino, dos fotógrafos, tudo é debatido pelo coletivo. “A produção do calendário é por etapas. Nos reunimos, discutimos o que já foi feito,e o que nós podemos levar para a comunidade como uma discussão não só cultural, mas social e política também. Pensamos em como essas fotos vão chegar nas pessoas. Nós discutimos o tema das fotos e depois disso, nós selecionamos as artistas, até hoje nenhuma se repetiu. Então idealizamos o figurino de cada foto, selecionamos os fotógrafos, os figurinistas, desenvolvemos os looks, realizamos as fotos e a pós-produção”, conta Victor.
A expectativa é grande para o próximo dia 22, pois “o evento de lançamento é o mais esperado, porque é muito lindo, ninguém ainda viu as fotos, que só nós publicizamos no dia mesmo do evento, então está todo mundo ansioso e é sempre uma grande emoção. Cada mês que é revelado do calendrag, nós chamamos no palco a artista que está estampando o mês, o fotógrafo, quem produziu o figurino… Sempre é o momento de celebração. E teremos atrações locais, artistas transformistas que vão fazer shows (Carrie Myers, Ginger Mc.Gaffney, Licorice Impéria, Linda Brondi), relata o coordenador.
De acordo com Victor, projetos como calendrag são vitais para a cena. “Graças aos projetos que nos envolvemos que nós mantemos a sede e colocamos cada vez mais artistas LGBTQIA+ para trabalhar, produzir, ganhar dinheiro e para levar a nossa cultura para sociedade de modo geral”.