EC 01 de Taguatinga realiza Feira Literária “Minha Escola lê”

Na próxima quarta-feira, dia primeiro de novembro, a Escola Classe 01 de Taguatinga fará sua primeira Feira Literária, batizada de “Minha Escola lê”, das 8 às 12h.

O evento é aberto a toda a comunidade escolar. Vai ter contação de histórias, apresentações teatrais e, principalmente, dos trabalhos que as crianças desenvolveram ao longo do ano letivo, que estarão em exposição nas salas de aula e no pátio da escola.

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O projeto foi todo idealizado por duas professoras readaptadas, e que atuam na biblioteca da escola: Tatiana Santana e Luciana Dias. “Cada turma trabalhou com um autor brasileiro, ao longo de todo o ano letivo. Na feira Literária, vamos apresentar o resultado desse projeto”, conta Tatiana.

Veja o vídeo-convite da Feira Literária feito pelo professor Eduardo Rodrigues.

 

Curso analisa o papel das plataformas digitais nas lutas políticas e sociais

Qual o papel das plataformas digitais nas atuais lutas políticas e sociais? Esse e outros questionamentos o DiraCom – Direito à Comunicação e Democracia propõe debater em seu primeiro curso presencial, intitulado “Plataformas e Democracia: quando o Capital dá o tom e os Algoritmos, o compasso”, realizado em parceria com o projeto de Obscom-Plataformas, do Observatório de Economia e Comunicação da Universidade Federal de Sergipe (OBSCOM-UFS), com financiamento da FAPESP.

O curso será realizado entre os dias 17 e 19 de novembro, no auditório do Sindicato de Jornalistas Profissionais do Distrito Federal, em Brasília (DF). As inscrições são gratuitas e devem ser feitas previamente, pois as vagas são limitadas. Aberto a qualquer pessoa que se interessar, o evento tem como público-alvo especialmente jornalistas, militantes de movimentos sociais e sindicais, integrantes de organizações da sociedade civil, estudantes e pesquisadores/as. Serão emitidos certificados de participação no curso.

A programação será aberta, no dia 17, com o painel “A disputa política em meio à plataformização da vida”. No sábado, 18, serão discutidos os seguintes temas: “Plataformas e sistemas algorítmicos: água no moinho da extrema direita” e “O cenário internacional da regulação de plataformas”. Também haverá momento dedicado ao diálogo coletivo sobre os impactos das questões abordadas nas mesas no cotidiano das organizações e da população em geral. No domingo, 19, caminhos possíveis para a afirmação de direitos serão discutidos. Em um primeiro momento, “Brasil: regulação: amarras, desafios e saídas”, depois “Rupturas e recriação: caminhos para a soberania tecnológica”.

Inscreva-se

As grandes plataformas digitais são atores políticos e econômicos de extrema relevância no cenário atual, cujos interesses incidem diretamente na configuração das relações entre os países e nas lutas políticas e sociais locais. As constantes interferências desses grupos em processos eleitorais e no debate público, como visto, no Brasil, por ocasião da discussão sobre o Projeto de Lei 2630, ilustram seus impactos para as democracias. Diante disso, o curso tem por objetivo oferecer uma discussão atualizada sobre poder e comunicação, considerando antigos e novos desafios, como a configuração de monopólios e a operação opaca a partir de algoritmos, que viabilizam novas formas de exercício de poder.

Essa situação tem gerado proposições de regras e outras saídas que levem à reconfiguração da internet, com vistas à democratização de fato das tecnologias e ao aproveitamento de seu potencial pelos mais diversos setores. Trata-se de uma agenda atual que consideramos importante ser debatida entre jornalistas, acadêmicos e militantes de movimentos sociais e sindicais para fortalecer as lutas relacionadas aos direitos humanos e à democracia, no cenário atual de digitalização do espaço público.

O curso “Plataformas e Democracia: quando o Capital dá o tom e os Algoritmos, o compasso” propõe também discutir práticas de comunicação, considerando limites e possibilidades de intervenção política nas mídias digitais, detalhar a regulação das plataformas na América Latina e na União Europeia, bem como refletir sobre as relações transversais com outros temas, entre os quais o trabalho no jornalismo, a produção de tecnologias comunitárias e o ativismo digital.

 

PROGRAMAÇÃO

 

DIA 1 – 17 DE NOVEMBRO DE 2023

18h30 – Abertura e saudações

19h30-21h30 – A disputa política em meio à plataformização da vida

Ementa: As mudanças atuais nas dinâmicas de comunicação fazem parte de uma transformação mais geral do capitalismo. Diante dessa transformação, qual lugar o Brasil ocupa nesse cenário marcado pela desigualdade? Como algoritmos opacos incidem sobre a constituição de formas de poder? Diante desse cenário, como tratar os impasses para as organizações e movimentos sociais engajados na disputa política?

César Bolaño (UFS)

Helena Martins (DiraCom/UFC/UFS)

Rodolfo Avelino (Insper / Coletivo Digital)

Janelson Ferreira (MST)

Moderação: Lizely Borges (DiraCom)

 

DIA 2 – 18 DE NOVEMBRO DE 2023

9h às 12h – Plataformas e sistemas algorítmicos: água no moinho da extrema direita

Ementa: Discutir o funcionamento das plataformas digitais, com ênfase sobre a formação dos seus modelos de negócios baseados na extração, processamento e tratamento de dados pessoais e comportamentais. Como esse modelo de negócios configura uma afinidade eletiva com os interesses da extrema direita? Aprofundar a análise sobre a dinâmica dos sistemas algorítmicos na moderação de contas e conteúdos e sua relação com incentivos à produção e distribuição de conteúdos violentos. Refletir sobre o impacto do cenário atual da internet para a intervenção política, sobretudo de mulheres negras, setor da população mais atacado nas redes.

Alexandre Arns Gonzales (DiraCom/UnB)

João Guilherme Santos (INCT.CC/Democracia em Xeque)

Talíria Petrone (Deputada Federal) (a confirmar)

Moderação: Marcos Urupá (DiraCom)

12h30 às 14h – Almoço

14h às 15:45 – Dinâmica: Como esse cenário afeta cada espaço de atuação?

Mediação: DiraCom e Jubileu Sul

16h15 às 18h – O cenário internacional da regulação de plataformas digitais

Ementa:Abordar o estado atual do debate internacional sobre regulação das plataformas digitais, considerando a geopolítica e como as diferentes perspectivas se expressam em problemas associados a conteúdos desinformativos, remuneração de jornalistas e de outros produtores/as e concorrência. Dar ênfase nas regulações propostas na América Latina e na União Europeia; e nas formas de mobilização da sociedade com vistas ao enfrentamento às grandes plataformas digitais.

Gustavo Gomez (Observacom-URU) (online)

Elsa Silva (Universidade do Minho) (online)

Luciano Mazza (Ministério de Relações Exteriores)

Bruna Martins (Global Coalition for Tech Justice) (online)

Moderação: Pedro Rafael Vilela (DiraCom)

 

DIA 3 – 19 DE NOVEMBRO DE 2023

9h às 11h30 – Brasil: regulação, amarras, desafios e saídas

Ementa: Discutir o estado atual do debate regulatório das plataformas digitais no Brasil, a partir da disputa política em torno do PL 2630, bem como agendas que ainda não ganharam centralidade no debate público, como medidas para a garantia da concorrência e da soberania popular. Discutir o arranjo regulatório no Brasil. O intuito é mapear pautas que devam integrar um programa popular para as comunicações, observando o que está e não está posto.

Orlando Silva (Deputado Federal)

Paulo Rená (Coalizão de Direitos na Rede)

Renata Mielli (Comitê Gestor da Internet)

Bia Barbosa (DiraCom)

Secretaria de Políticas Digitais (SPDIGI)

Moderação: Murilo Ramos (UnB e Obscom-Plataformas/UFS)

11h30 às 14h – Almoço

14h às 15:30 – Rupturas e recriações: caminhos para a soberania tecnológica

Ementa: Considerando a necessidade de repensar a internet, analisaremos como as plataformas digitais se tornaram os principais atores da rede e discutiremos como construir condições para exercício de uma soberania popular digital, tendo em vista o papel do Estado e da sociedade civil.

Jonas Valente (online)

Gabriel Simeone (Núcleo de Tecnologia do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto – MTST)

Bruna Zanolli (Rhizomatica)

Juce Rocha (Jubileu Sul)

Mediação: DiraCom

15h30 – Outras saídas coletivas

Mediação: DiraCom

16h30 – Avaliação conjunta do curso e encerramento

 

LOCAL DO EVENTO

 Auditório do Sindicato dos Jornalistas do DF – ed. City Offices Jornalista Carlos Castello Br – SIG Quadra 2 Lotes 420/430/440, Asa Norte, Brasília – Distrito Federal

Seminário dialoga sobre a utilização das tecnologias em contextos educativos

Educadores(as), pesquisadores(as) e profissionais da tecnologia participaram do III Seminário Educação e Tecnologias: Centros de Referência em Tecnologia Educacional, Inovação e Prática Educativa, evento promovido pela Secretaria de Educação do DF (SEEDF), por meio dos Centros de Referência em Tecnologia Educacional (CRTE). Nos dias 17 e 19 de outubro os(as) participantes dialogaram a respeito de experiências significativas, formação continuada e utilização das Tecnologias Digitais de Informação e Comunicação (TDIC) em contextos educativos.

Adriana Moura, coordenadora do Centro de Referência em Tecnologia Educacional (CRTE) do Guará, comenta que o Seminário foi uma excelente oportunidade para que educadores, pesquisadores e profissionais da área compartilhassem suas práticas, projetos e reflexões sobre o uso das TDICs, permitindo que todos pudessem aprender com as melhores práticas e abordagens inovadoras, fortalecendo o uso efetivo das tecnologias em suas práticas educativas.

No dia 17 ocorreram oficinas online com temas atuais, instigantes e relacionados ao evento, enquanto que no dia 19 a Profª Drª Odete Sidericoudes (UNOPAR) e a Profª Drª Andrea Cristina Versuti (UNB) realizaram palestras e os(as) educadores(as) ainda participaram de oficinas. “Este evento foi promovido por todos os centros de referência em tecnologia educacional e trouxe uma série de experiências para a formação continuada dos professores para o uso das tecnologias. Isto é de grande importância para o dia-a-dia pedagógico e no buscar por uma educação de qualidade”, ressalta.

A Casa Ieda renasce, agora no Plano Piloto

Um espaço para acolhimento, proteção, orientação, lazer e cultura, está de volta para as mulheres em situação de vulnerabilidade no Distrito Federal. Renasce a ocupação de mulheres da Casa Ieda. As portas já estão abertas agora em novo endereço: na Asa Sul (SGAS 603, Lote 21 – L2 Sul, ao lado da Escola Superior do MP).

Foi uma trajetória difícil e turbulenta após a desocupação no Guará. Há um ano, a casa começou um trabalho de acolhimento para mulheres em situação de violência. Apesar da oposição do GDF em não valorizar um trabalho tão importante (só em 2023, já são 29 os casos de feminicídio no DF), elas prosseguiram mesmo sem o espaço físico.

“O GDF em nenhum momento se preocupou em negociar conosco, em tentar manter um movimento civil organizado que tem como objetivo a prevenção de feminicídio e que é um espaço de acolhimento, de abrigo para mulheres em situação de violência doméstica. Simplesmente tiraram a gente da casa e preferiram destruir o espaço em vez de nos manter por lá até nos realocar em outro espaço”, diz Samara Mineiro, coordenadora do Movimento Luta de Classes (um dos movimentos que atuam junto com o Movimento Olga Benario).

De acordo com ela, “mesmo sem o espaço físico da casa, o Movimento de Mulheres Olga Benario se manteve no combate contra o feminicídio. Então foram feitas as atividades da Casa Ieda itinerante. Havia o atendimento psicológico, médico, jurídico para as mulheres em situação de vulnerabilidade em diversos lugares do DF, de forma itinerante. Mas era um atendimento que era limitado, pela ausência do espaço físico. Não era possível abrigar mulheres, por exemplo”. 

A casa itinerante atendeu mulheres em algumas comunidades, como no Sol Nascente e PSul (Ceilândia) e Arapoanga (Planaltina), até encontrarem um outro local permanente. “A procura do local é o que a gente faz sempre para todas as ocupações: são imóveis que são esquecidos pelo governo, que estão em boa condição de uso, mas que não tem o investimento do Estado para o funcionamento. Então a gente ocupa esses espaços e começa a fazer dele uso permanente, faz a cumprir a função social que todo ímovel tem que ter de acordo com a Constituição”, explica Natty Mendes, coordenadora da ocupação Ieda Santos Delgado.

A importância de novamente ter um local, para Natty, é porque agora “as mulheres começam a ter um local de referência para ir e nós começamos a ter um espaço para o acolhimento. Porque hoje, a Casa da Mulher Brasileira da Asa Norte está fechada. E a Casa Brasileira da Mulher em Ceilândia é insuficiente para a demanda que Brasília tem. Então esse é mais um local para as mulheres serem acolhidas”. 

Samara explica que “a gente não quer tomar o espaço do poder público. Nós somos um movimento civil organizado, que tem o objetivo de colaborar na proteção das mulheres, mas a gente acha indispensável a atuação junto com o poder público, então é muito importante que a gente tenha este espaço físico para poder continuar atuando cada vez mais, porque no DF e no Brasil é indispensável este trabalho”.

Natty reforça, que além dos atendimentos, “as mulheres têm acesso à cultura, lazer, política, para que elas também lutem pela vida de mais mulheres, para que o movimento se torne mais forte e que nós possamos construir juntas uma sociedade que vá garantir o nosso direito à vida e também de educação, moradia e alimentação. Então precisamos fazer desta ocupação um lugar de resistência, onde as mulheres se fortaleçam e enfim, fiquem vivas”.

Inspirado em iniciativa do Sinpro, professor idealiza concurso de desenho no CEF 25 da Ceilândia

Professor Laércio Ferreira dos Santos está há mais de uma década na rede pública de ensino do DF. Há dois anos na sala de recursos do Centro de Ensino Fundamental 25 da Ceilândia, o docente transformou em concurso de desenho uma demanda urgente: a criação de um ambiente escolar acessível e inclusivo.

Mestre em Educação Especial, professor Laércio conta que a ideia do I Concurso de Desenho do CEF 25 foi prontamente abraçada pela gestão da unidade escolar e demais professores(as). Nesta primeira edição, o evento que culminou com o Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência, celebrado em 21 de setembro, teve como tema a inclusão de pessoas com deficiência nas escolas públicas.

Professor Laércio Ferreira dos Santos

Foram cerca de 180 inscrições. Os 35 trabalhos mais bem avaliados entraram em um caderno que será publicado pelo CEF 25. Desse grupo, os três primeiros lugares foram premiados.

Desenhos que trazem desde críticas contra a falta de acessibilidade das escolas públicas às pessoas com deficiência até a convivência integrada entre alunos e alunas com e sem deficiência foram selecionados por uma Comissão Julgadora. Entre as integrantes, as professoras de Artes Wendy Michelle do Nascimento e Rosana Almeida, que não só analisaram os trabalhos, mas se envolvem intensamente no projeto.

Professor Laércio conta que o I Concurso de Desenho do CEF 25 “foi inspirado no Concurso de Redação e Desenho do Sinpro”. Mas o mais interessante dessa parte da história remete à premiação dos três primeiros lugares. Não pelo prêmio em si, mas pela forma como ele foi garantido.

 

Da esquerda para a direita, as professoras de Artes Wendy Michelle do Nascimento e Rosana Almeida, que integraram a Comissão Julgadora do I Concurso de Desenho do CEF 25 de Ceilândia

“Fui o professor vencedor do 3º lugar do Concurso de Redação e Desenho do Sinpro. Com o prêmio que recebi, R$ 500, comprei a premiação dos estudantes vencedores do I Concurso de Desenho do CEF 25”, conta professor Laércio.

Empolgado, o professor diz que a intenção é inserir a categoria redação no Concurso de Desenho do CEF 25, além de realizar a atividade anualmente, sempre com a abordagem da diversidade e dos direitos.

Projeto da EC 25 de Ceilândia fomenta a criatividade e a imaginação dos alunos

Até onde vai a criatividade e a imaginação de uma criança? A escola é o lugar propício para se descobrir este e outros pontos, e com esta intenção a Escola Classe 25 de Ceilândia promoveu uma Feira Cultural entre os(as) estudantes da unidade escolar.

Transformando papéis e imagens em arte e aprendizado, o projeto realizado anualmente pela EC oferece à família e à comunidade escolar a oportunidade de visualizar todo o crescimento do(a) aluno(a), seja ele(a) no conhecimento, nas habilidades ou na construção social como indivíduo. Adriana Miranda Lopes, diretora da Escola Classe, lembra que as atividades culturais não são somente uma forma de lazer para o cidadão, servem para o crescimento pessoal, conhecimento da diversidade cultural, tornando uma pessoa mais segura, confiante, crítica e criativa, fato que torna os projetos culturais de grande importância, além de prazerosas.

A Feira Cultural estimula os(as) estudantes a valorizarem o conhecimento científico e interdisciplinar, despertando o interesse pelo aprendizado, proporcionando um momento de vivência entre as famílias e a escola. “Todo o material pedagógico tem os alunos como protagonistas de sua construção, pois eles participam ativamente do processo, vivenciando cada detalhe para a construção do conhecimento. O professor tem um papel de extrema importância, pois é ele quem tem um olhar diferenciado para cada aluno, respeitando suas particularidades. É ele quem reconhece cada esforço, cada desenvolvimento individual e todo o carinho dedicado ao trabalho”, explica Adriana Miranda.

Com todo este processo o(a) aluno(a) é beneficiado(a) não somente com relação aos conteúdos, mas principalmente com o trabalho individual e em equipe.

VEJA O ÁLBUM

Observatório da Educação Básica da UnB debate os onze anos da lei de Gestão Democrática do sistema público de ensino do DF

Os onze anos da lei de Gestão Democrática do sistema público de ensino do Distrito Federal é o tema de debate do Observatório da Educação Básica da Faculdade de Educação da Universidade de Brasília (ObsEB/UnB). A atividade será realizada no dia 26 de outubro, das 18h30 às 20h30, com transmissão ao vivo no canal do Observatório no YouTube (https://bit.ly/3supAAA) e pelo endereço do ObsEB no Instagram: @obsebfeunb: (https://www.instagram.com/obsebfeunb/).

O debate contará com a participação da professora Msc. Vânia Rego, da Secretaria de Educação do DF, Profa. Dra. Olgamir Amância – Decana de Extensão da UnB; Prof. Dr. Erasto Fortes Mendonça – FE-UnB / Coordenador-Geral de Políticas Educacionais em Direitos Humanos/MEC, e terá a mediação da Profa. Dra. Edileuza Fernandes – Faculdade de Educação/ObsEB – UnB. A parte técnica fica a cargo do Prof. Osvaldo Lima.

O Observatório de Educação Básica da FE-UnB é um espaço democrático de articulação com a sociedade que oportuniza o diálogo com profissionais da Educação Básica e Superior; pesquisadores(as) da Universidade de Brasília (UnB) e de outras instituições de educação superior; entidades representativas de estudantes e professores(as); Secretaria de Educação do DF/Escola de Aperfeiçoamento do Profissional da Educação; Fundação para o Desenvolvimento da Educação (FDE); Associações de pais, mães ou responsáveis; Sindicatos e Conselhos de Educação, e demais interessados em questões relacionadas à Educação básica.

 

Clique aqui para acessar o canal do Observatório no Youtube. 

Publicado originalmente no dia 21 de outubro.

Inscrições abertas para a seleção de mestrado profissional em ensino das ciências ambientais

Estão abertas as inscrições para o processo seletivo de candidatos(as) ao curso de mestrado profissional do PROFCIAMB (Programa de Pós-Graduação em Rede Nacional para Ensino das Ciências Ambientais), para o primeiro período letivo de 2024. As inscrições vão até o dia 11 de novembro, após o(a) interessado(a) realizar o pagamento da taxa de inscrição no valor de R$100 neste endereço.

O pagamento da taxa é feito por meio de Guia de Recolhimento da União (GRU). Para emissão do boleto bancário, o(a) candidato(a) deverá acessar este link  e gerar a GRU. Estão isentos de pagamento de taxa de inscrição servidores da Fundação Universidade de Brasília, bem como pessoas de baixa renda ou de grupos hipossuficientes, mediante solicitação circunstanciada, a ser analisada pela comissão de seleção e manifestação de dispensa dos recursos pela chefia da Unidade Acadêmica. O período para o pedido de isenção de taxa de inscrição vai até às 18h do dia 3 de novembro. O resultado será divulgado no dia 6 de novembro, às 17h30 no site .

A inscrição compreende no preenchimento pelo(a) candidato(a) dos dados pessoais e acadêmicos solicitados online, acompanhados dos documentos comprobatórios. Poderão se inscrever candidatos(as) brasileiros(as) e estrangeiros(as) residentes no Brasil.

Os(as) candidatos(as) devem possuir, preferencialmente, vínculo institucional na rede pública (federal, estadual e municipal) ou privada de ensino, ou ainda com espaços não formais de ensino (museus, jardins botânicos, instituições de pesquisa, centros de ciências e similares). 

Poderão se inscrever no processo seletivo candidatos(as) em fase de conclusão de curso de graduação, desde que possam concluir o curso até o primeiro dia do período letivo de ingresso no curso, de acordo com o calendário acadêmico aprovado pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão da UnB disponível aqui.

O processo de seleção será composto pelas seguintes etapas: prova de conhecimentos (20/11), prova de compreensão de textos em língua inglesa (24/11), avaliação do Curriculum Lattes (27 e 28/11), avaliação do pré-projeto (27 e 28/11) e entrevista individual (04 a 06/12)

Todas as informações podem ser obtidas no edital, disponível aqui.

PROFCIAMB

O PROFCIAMB (Programa de Pós-Graduação em Rede Nacional para Ensino das Ciências Ambientais) em mestrado profissional, Conceito 4 – CAPES, conta com a participação de nove instituições de ensino superior (UnB, USP, UFPR, UFPE, UEM, UFPA, UFAM, UEFS e UFSE) sendo coordenado pela Escola de Engenharia de São Carlos da Universidade de São Paulo.

O programa é voltado  para a formação de professores(as) que atuam nos ensinos fundamental, médio e na EJA (educação de jovens e adultos), além de profissionais que desenvolvam e executem atividades de ensino, extensão e divulgação de ciências, e também daqueles que atuam em espaços não formais de ensino, como museus, jardins botânicos, parques ecológicos e similares.  O objetivo é aprimorar as atividades destes profissionais na educação, formal ou informal, em cidadãos sensíveis ao seus papéis no contexto socioambiental.

UnB realiza Recital Bailados Pianísticos

A Universidade de Brasília (UnB) promove nesta quinta-feira (26), às 18h, o Recital Bailados Pianísticos, com o pianista Danilo Cabral tocando obras de Robert Schumann e Claude Debussy. O recital será no Auditório MUS e a entrada é gratuita.

A obra revela uma linda declaração de amor e guerra, com a apresentação de uma curva dramática, com referências poéticas inusitadas da dança e da Comédia dell’Art. Schumann dedicou essa Sonata a Clara, pianista fabulosa, em um momento em que ambos estavam separados pelo pai da moça, que não permitia o relacionamento. Para casar com Clara e concretizar o desejo dos apaixonados, Schumann teve que entrar na justiça, declarando uma guerra pessoal contra o pai da moça, que também fora seu mestre no piano.

Não perca!

Serviço:

Data: Quinta-feira (26)

Horário: 18h

Local: Auditório MUS, na UnB

Terror Literário no Halloween na Biblioteca Nacional de Brasília

Os(as) amantes de histórias de terror terão a oportunidade de ouvir autores(as) de Brasília lendo contos ou trechos de obras ficcionais mais extensas, com direito a bate-papo, sessão coletiva de autógrafos e sorteio de livros. Às 19h30 do dia 31 de outubro, na Biblioteca Nacional de Brasília, os(as) interessados(as) poderão participar da 1ª edição do Terror Literário e conferir esta e muitas outras atrações. A entrada é gratuita.

Dentre os(as) autores(as) confirmados no evento do Instituto Fazer o Bem, que tem a parceria da Biblioteca Nacional de Brasília (BNB) e do Sindicato dos Escritores do DF, estão Bruna Presmic, Bruno Bucis, Carol Castro, Gilbson Alencar, J.P. Silva, Marcelo Araújo, Rodrigo Duhau e Sarah Schmorantz. O presidente do Instituto Fazer o Bem, Marcos Linhares, afirma que será uma iniciativa literária rica e bem original. “Levaremos boa literatura no dia do Halloween com um recorte singular da produção brasiliense. Apresentaremos autoras e autores que têm produzido nesse gênero literário que está efervescente no Brasil nos últimos anos, tanto que já alcançou as plataformas nacionais e internacionais de Streaming, e que já conta com uma editora especializada, a Darkside”, observou Marcos, que também é escritor.

Marmenha Rosário, diretora da Biblioteca Nacional de Brasília, ressalta que o evento tem contribuído na valorização da literatura brasiliense e seus escritores, e também trazido excelentes eventos para a programação cultural da BNB. “Vai ser muito legal participar deste evento relacionado à literatura de horror e ao Halloween. Desde criança, sou fascinado por esse universo fantástico e sobrenatural. É legal que este evento tenha como palco espaço tão importante para a cultura como a Biblioteca Nacional e seja organizado por instituições que vêm trabalhando pelos autores no DF, caso do Instituto Fazer o Bem e o Sindicato dos Escritores do DF”, enfatizou o escritor Marcelo Araújo.

 

Autores

Bruna Presmic nasceu em Brasília, em 1982. É formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pelo Centro Universitário da Cidade do Rio de Janeiro. Também cursou graduação em Direito, na mesma instituição. É especialista em redes sociais e acredita que sempre haverá espaço para inteligência humanizada na internet. É autora de**“Contos Sombrios Sem Final Feliz”.**

 

Bruno Bucis é um escritor e jornalista da periferia de Brasília-DF. Seu livro mais recente, a coletânea de poemas “iço a cabeça ou desço o braço”, foi lançado pela Toma Aí Um Poema em agosto de 2023. É mestrando em literatura latino-americana na UBA (Universidade de Buenos Aires). Apresenta um podcast de crítica literária, o livrAL, dedicado aos livros latino-americanos contemporâneos. Na literatura, Seu primeiro livro, o juvenil “Noites de Sol” foi lançado em 2017 pela Tagore Editora. No ano seguinte, sua novela inédita “Brigue como um morto” foi premiada com o 2º lugar em um edital do MinC. Textos curtos de sua autoria foram premiados também pelo Itaú Cultural, pela Universidade de Salamanca, pela Feira do Livro de Anápolis e pelo Cidade Infundada. Em 2021, lançou a podsérie de comédia “Saída de Emergência”, criada a quatro mãos com Ítalo Damasceno, financiada coletivamente pela plataforma Benfeitoria, e em 2022 foi selecionado pela Incubadora DAO-Portugal para uma residência de escrita. Atualmente trabalha em novos livros e roteiros para áudio.

 

Carol Castro é uma internacionalista brasiliense e autora dos livros: “LINA”, um romance do gênero terror contada na serra catarinense que será publicado em 2024; e “O Cemitério Envidraçado”, uma novela de terror contada em Brasília, ainda não publicada. Carol tem minicontos de terror e mistério publicados em antologias, escritos sombrios publicados no WattPad e um perfil literário no Instagram.

 

Gilbson Alencar, além de escritor, é jornalista, coordenador da comunicação social da Justiça Federal em Brasília, conselheiro no Conselho Regional de Cultura do Plano Piloto e sócio da gravadora @‌ogro.producoes. Atualmente, está licenciado da função de presidente do Sindescritores. De 2013 a 2017, atuou como professor universitário. Também é escritor da Academia de Letras do Brasil (ALB/DF) e da Febacla. É autor dos livros “Voos 1907 e 3054: a construção dos discursos pós-desastres aéreos da Gol e da TAM” e “Brutos e Flores”. Seus poemas e contos já foram publicados em diversas antologias nacionais e internacionais.

 

J.P. Silva é escritor, professor de inglês e músico. Nascido em 1998, no Distrito Federal, escreve desde criança. Em suas obras, é comum a mistura entre o real e o fantástico. É autor do romance “O Paraíso dos Pássaros”, e dos livros de contos “Garrafa!” e “A mulher de olhos arregalados”.

 

Marcelo Araújo nasceu no Rio em 1970 e é formado em Jornalismo pela UnB. Trabalhou em veículos como Jornal de Brasília, Rádio Cultura FM e Correio Braziliense. Publicou cinco livros de ficção: Não Abra – Contos de Terror, Pedaço Malpassado, A Maldição de Fio Vilela, A Testinha de Gabá e Casa dos Sons. Também participou de várias antologias de contos. Desde 2020, produz e apresenta o projeto A Live, no Instagram. Nesta série, realizou mais de 250 entrevistas com personalidades, principalmente da Cultura, do Brasil e do exterior.

 

Rodrigo Duhau é brasiliense, jornalista, historiador, escritor, mestre em Ciência Política. Assessor de Comunicação da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ). Autor de três livros: Luz, Câmera, Repressão; Pintura Morta (contos),  Estrada do Além (poesias) e As Gavetas do Necrotério (contos). Escreve contos e microcontos de horror/terror/suspense. Às vezes, aventura-se no erótico.

 

Sarah Schmorantz é uma escritora gaúcha, apaixonada por literatura desde criança. Desde os 10 anos de idade, escreve romances, embora a maioria inacabados. Sua primeira publicação foi “O Mundo por Francine B”, em 2017, quando tinha 21 anos, no ano seguinte lançou a obra “Espelho”, e tempos mais tarde, resgatou um romance da gaveta que foi escrito aos seus 16 anos “Céu de Gris”. A sua última publicação, “O Sopro da Brenha” foi uma aventura no gênero thriller, no qual a autora afirma, convicta, ter se encontrado.

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