Estudantes da EC 403 Norte dão aula sobre educação climática na Câmara dos Deputados

Gael, Débora, Gusttavo e Pedro foram o ponto alto da audiência pública sobre educação climática, realizada pelas Comissões de Meio Ambiente e de Educação da Câmara dos Deputados. Estudantes do 5º ano da Escola Classe 403 Norte, os alunos da professora Kathleen de Oliveira mostraram, nessa quinta-feira (28/9), os problemas ambientais pelos quais o Brasil e o mundo passam e como superar essa crise.

Diante de muita gente grande, eles foram convictos ao ressaltar que, quando se trata de questões ambientais, “estamos diante de uma emergência global”.

“Precisamos urgentemente realizar mudanças em favor da continuidade da vida. Não temos mais tempo para esperar!”, alertaram. Para mudar os rumos do país e promover a proteção ambiental, os estudantes indicam a necessidade de “vontade política”.

O quarteto ainda destacou o ataque ao bioma Cerrado, considerado o berço das águas por abrigar as nascentes de importantes bacias hidrográficas da América do Sul. “E o que estamos fazendo? Estamos trocando uma das vegetações mais antigas do mundo por imensas plantações de monocultura de soja e milho, inclusive com incentivos governamentais para o uso de agrotóxicos”, denunciaram.

Como encaminhamentos, Gael, Débora, Gusttavo e Pedro, que representaram ali a voz das crianças do Brasil, reforçaram a necessidade de “leis severas para os que desmatam, e incentivos para os que preservam as florestas”; “investimento nos órgãos de proteção ambiental” e “proteção das terras indígenas contra os garimpeiros e madeireiros”.

“Progresso jamais pode ser sinônimo de destruição”, concluíram os estudantes da Escola Classe 403 Norte.

A audiência pública foi solicitada pela deputada Socorro Neri (PP-AC), que contou com o apoio dos deputados Nilto Tatto (PT-SP), Moses Rodrigues (União-CE), Gilson Daniel (Podemos-ES), Professora Goreth (PDT-AP) e Daniel Barbosa (PP-AL). Ela e eles acreditam que a conscientização sobre questões ambientais precisa ser transversal com a educação em todas as etapas.

 

Profmat abre inscrições para mestrado em 2024

Está aberto, e termina na próxima sexta-feira (6/10), o período de inscrições para o Exame Nacional de Acesso ao Mestrado Profissional em Matemática em Rede Nacional (Profmat) 2024. A iniciativa visa a proporcionar formação matemática aprofundada relevante para o exercício da docência na Educação Básica, especialmente a professores(as) que busquem aprimoramento da formação profissional.

Podem se inscrever no exame, professores(as) em exercício da docência de Matemática na Educação Básica das redes pública e privada, portadores(as) de diploma de curso de graduação reconhecido pelo Ministério da Educação (MEC), em qualquer área, respeitando-se as normas de cada Instituição Associada.

Interessados(as) têm até às 17h (horário de Brasília) do dia 6 de outubro para registrarem sua inscrição no site profmat-sbm.org.br  ou direto no link https://ena.profmat-sbm.org.br/info.php. São 1.800 vagas ofertadas por 98 instituições de todo o Brasil para o ingresso no Profmat em março de 2024. A prova busca comprovar o domínio matemático dos(as) candidatos(as) e consistirá de 30 questões de múltipla escolha.

A avaliação será realizada no dia 21 de outubro de 2023, em caráter presencial, iniciando-se às 14h com término às 17h. O edital completo, com todos os detalhes do Exame Nacional de Acesso ao Profmat em 2024, está disponível neste link. https://profmat-sbm.org.br/ingresso-2024/

 

Sobre o Profmat

O Profmat é um programa de Mestrado semipresencial na área de Matemática com oferta nacional. É formado por uma rede de Instituições de Ensino Superior, no contexto da Universidade Aberta do Brasil/Coordenação de Aperfeiçoamento Pessoal de Nível Superior (Capes), e coordenado pela Sociedade Brasileira de Matemática (SBM), com apoio do Instituto de Matemática Pura e Aplicada (IMPA).

Atualmente, o Profmat conta com 106 instituições associadas, que garantem que o programa tenha abrangência nacional. Além disso, são elas que asseguram o caráter de gratuidade do Programa, e são responsáveis, por intermédio das respectivas Coordenações Acadêmicas Institucionais, por toda a coordenação das atividades do Profmat, descritas no Regimento do Profmat e suas normas.

O Profmat foi recomendado pela Capes, reconhecido pelo Conselho Nacional de Educação (CNE) e validado pelo Ministério da Educação (MEC) com nota 5 (nota máxima para programas de mestrado).

Festival de Dança do CED 06 do Gama inova com releitura coreográfica

A edição 2023 do Festival de Dança do CED 06 do Gama provou, mais uma vez, que a iniciativa é sucesso e veio para ficar. Criado pelo professor de educação física Juliano Menezes, o projeto é executado juntamente com os professores de educação física e todos os(as) professores(as) das demais disciplinas.

Realizado na quadra da própria escola, o festival faz parte do Projeto Político-Pedagógico (PPP) da escola e mobiliza todas as 24 turmas do Ensino Médio. Este ano, a escola pôs apresentou a quarta edição do festival no sábado (23/9), trazendo novas reeleituras das danças por meio das várias expressões artísticas com a própria dança”.

“A proposta com esse projeto é levar a dança como expressão artística, trazer conhecimento de movimento do corpo para as aulas de educação física e maior interação entre os(as) estudantes de suas respectivas salas”, afirma Sebastião Junior, professor de física e, atualmente, diretor do CED 06 do Gama. Ele informa que o Festival de Dança é “uma atividade de crescimento e conhecimento para os nossos alunos”.

Apresentação Alladin: dança como desenvolvimento corporal

O auditório do corpo de Bombeiros do Distrito Federal recebeu no dia 20 de setembro o espetáculo Alladin, do Centro de Ensino Especial 01 de Brasília. O espetáculo é a culminância do trabalho pedagógico desenvolvido no Projeto Inclusive Danço, que trabalha a dança como meio de desenvolvimento corporal e também de inclusão social.

O projeto Inclusive Danço começou em 2013, e com a dança proporciona condições de comunicação expressiva aos estudantes. A ideia é ressignificar conceitos, estabelecer novos caminhos e novas descobertas. Os estudantes são os protagonistas da criação.

“O projeto não se prende a técnicas, mas sim à apropriação do conhecer-se e pertencer-se”, explica a professora Neliane Maria, coordenadora pedagógica do CEE 01.

E a apresentação Aladdin também celebrou a vida profissional das professoras que o desenvolveram: Ana Cíntia Santos Rezende e Cássia Cristina Santos Carvalho dedicaram suas vidas ao atendimento educacional especializado, nas aulas de Educação Física e de expressão corporal.

Todas as fotos desse evento estão em álbum no Facebook do Sinpro.

VEJA O ÁLBUM

Professora da SEE-DF promove rifa para apresentar pesquisa em evento da ISME

A professora de música Lorena Aires Felipe está promovendo uma rifa para financiar sua participação na XIV Conferência Regional da América Latina e Pan-Americana de Educação Musical da International Society for Music Education (ISME), que ocorrerá, na próxima semana, entre 3 e 6 de outubro, no Chile.

Os(as) participantes da rifa vão concorrer a dois prêmios: o primeiro é de R$ 300,00; e, o segundo, de R$ 150,00. O sorteio será pela Loteria Federal: primeiro prêmio será dia 25/10/23; segundo prêmio, 1º/11/23. Para participar, os(as) interessados(as) devem escolher um ou mais números entre 000 e 999 e efetuar o pagamento pelo PIX (61) 99610-1027 (no nome da professora) ou pelo QR Code, a seguir. O valor de cada número é R$ 10,00. Assim, escolhido(s) o(s) número(s), a pessoa deve enviá-lo(s) para o mesmo número do celular do PIX, juntamente com o comprovante de pagamento. (Matéria continua após o QR Code)

Ela lançou um vídeo intitulado “Patrocine ciência e educação”. Clique no link a seguir, assista e particpe! https://www.instagram.com/stories/highlights/18028590796618791/

Nas redes de Internet, ela explica os motivos da rifa: “Olá, me chamo Lorena, sou professora de música na Secretaria de Educação do Distrito Federal e estou cursando Mestrado Profissional na Universidade de Brasília. Um dos artigos que escrevi foi selecionado para ser apresentado e publicado nos anais da XIV Conferência Regional da América Latina e Pan-Americana de Educação Musical da ISME que irá acontecer em outubro em Santiago no Chile. Minha pesquisa está voltada para a minha prática como educadora que visa um trabalho interdisciplinar, humanizador, dialógico e crítico”, escreve.

Na mensagem, além de convidar a todos(as) a se somarem a ela nesse projeto, ajudando a patrocinar a viagem, ela explica que quanto mais rifas a pessoa comprar, mais a estará ajudando a compartilhar e a buscar novas ferramentas de aprendizagens, “e ainda estará concorrendo a dois prêmios, conto com você!”

Atualmente afastada para estudo, Lorena desenvolveu a coleta de dados quando estava lotada na Escola Parque 313/314 Sul. Atualmente, está na fase final do trabalho acadêmico. Para a pesquisa desse mestrado, ela elaborou, juntamente com outros(as) professores(as) de teatro, artes visuais e música, uma produção integrada de teatro musical.  

“Sou professora de música e, por meio desse estudo de caso, investigo um trabalho interdisciplinar, integrado entre disciplinas, desenvolvido por crianças. Nesse estudo, estou analisando o desenvolvimento da consciência crítica das crianças em face dessa integração entre professores, justamente porque na maioria das escolas a arte propõe um trabalho pedagógico em que a disciplina arte passe pelas quatro disciplinas, mas não oferece um quadro que tenha professores especializados. Geralmente, só tem um professor para artes que não tem formação em todas as áreas”, explica.

Ou seja, o estudo analisa a integração e como essa integração pode acontecer de uma forma muito mais profunda quando tem a presença dos professores específicos dessas quatro disciplinas, trabalhando de forma interdisciplinar. O artigo selecionado para ser apresentado na XIV Conferência Regional da América Latina e Pan-Americana de Educação Musical traz alguns resultados da pesquisa.

Ela tentou patrocínio pela Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAP-DF), mas não conseguiu. Com isso, colegas e amigos(as) a incentivaram a fazer uma rifa. Participe! Patrocine a ciência e a educação! Quanto mais pesquisas na área, mais a Educação pública se fortalece.

Saiba como foi o Sarau Cultural do CEI 01 de Brazlândia

O 9º Sarau Cultural do CEI 01 de Brazlândia aconteceu dias 21 e 22 de setembro, com a participação de toda a comunidade escolar. Este ano, o foco do trabalho foram contos, e as crianças apresentaram histórias que foram trabalhadas ao longo do ano letivo.

O evento está inserido dentro da proposta pedagógica da escola, e representa a culminância de um processo que dura o ano todo, com diversas ações voltadas à abordagem artística e cultural.

O objetivo principal desse processo é que os alunos e alunas se apropriem desse repertório de forma prazerosa, construindo sua identidade cultural no âmbito coletivo e individual, rompendo preconceitos culturais e formando cidadãos críticos e conscientes de seu papel na sociedade.

Agraciada com Moção de Aplauso e Louvor, APAE-DF é reconhecida pela OMDDH

A Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais no Distrito Federal (APAE-DF) foi agraciada com uma “Moção de Aplauso e Louvor” pela Organização Mundial dos Defensores dos Direitos Humanos (OMDDH). A honraria foi entregue durante o 2º Evento Cívico Cultural da OMDDH, realizado por meio de videoconferência, no sábado (23), em celebração ao Dia Internacional da Paz.

Oito profissionais da associação e professoras da Secretaria de Estado da Educação do Distrito Federal (SEE-DF) foram condecoradas com o “Mérito Educacional 2023”. São elas as professoras Kelly Assunção Colares, Cláudia Conceição Valente Bittencourt, Cleide Barbosa Vaz, Lucrécia Maria de Deus Vieira, Suzana Elisa Borges Dias, Marilene da Paixão Costa Alves e Mariza Soares Silva, e a coordenadora-técnica, Mônica Kanegae.

“Essa moção significa muito para a APAE porque nos mostra que estamos no caminho certo da inclusão social e ao promover o atendimento da pessoa com deficiência intelectual e múltipla, aqui no DF, com foco na empregabilidade, no desenvolvimento das habilidades e competências para o mundo do trabalho e também com foco no envelhecimento com qualidade de vida porque os nossos atendidos com deficiência intelectual e múltipla que chegam aqui a partir dos 14 anos e eles envelhecem”, afirma Kelly Assunção Colares, coordenadora geral de Educação da APAE-DF.

A professora observa que o envelhecimento chega mais cedo para as pessoas com deficiência intelectual e múltipla, síndrome de down. “Por isso, essa dificuldade dado o envelhecimento e temos, para isso, o programa APAE Bem Viver, que promove justamente atividades para que esse envelhecimento ocorra com qualidade de vida”, informa.

Ela afirma, ainda, que as(os) professoras(es) da SEE-DF que atuam na APAE-DF desenvolvem um trabalho de excelência em todos os sentidos, principalmente, quando o assunto é inclusão laboral, e explica: “Deixamos claro que a APAE-DF não é uma escola. Somos uma associação parceira das escolas da rede pública de ensino e fazemos um trabalho complementar. Assim, os(as) mais de 700 atendidos(as) vai, primeiro, para a escola, e, depois, vêm para a APAE para fazer, justamente, essa preparação e serem insertos(as) no mercado de trabalho. E, lá na frente, no processo de envelhecimento, temos os professores da rede fazendo esse trabalho de excelência, lutando contra o preconceito, contra o capacitismo e incluindo as pessoas com deficiência intelectual e múltipla e síndrome de down na sociedade”

Reconhecimento

A moção conferida à APAE-DF foi um reconhecimento aos atendimentos especializados e gratuitos oferecidos às pessoas com deficiências intelectual e múltipla, nas áreas de educação profissional, inclusão no trabalho, arte, esporte, cultura e lazer. Nas redes sociais, a APAE-DF informou que o anúncio foi feito à nossa equipe do Programa de Conservação de Bens Culturais, que repassou as informações. “As homenageadas já receberam o link de acesso ao evento on-line, que, infelizmente, não está mais disponível ao público em geral. Nossa diretora pedagógica, Gloria Dias Leite, representou a Diretoria Executiva a pedido da presidência da entidade”, disse.

Glória Leite recebeu a moção em nome de todos(as) os associados(as), amigos e colaboradores e, em seu discurso de agradecimento, destacou a importância desse reconhecimento para uma instituição que, “ao longo de quase 60 anos de história, tem se empenhado na garantia da autonomia e inclusão social de jovens e adultos com deficiências intelectual e múltipla”.

Em nota publicada em seu site, a APAE-DF contou que, durante o evento, a OMDDH reconheceu e homenageou autoridades e personalidades que se destacaram, nacional e internacionalmente, nos anos de 2022 e 2023, pelo notável serviço prestado no Brasil e no exterior.

Iguaci Luiz de Gouveia Junior, presidente da OMDDH, afirmou que o evento teve o objetivo principal de reunir, reconhecer e honrar as diversas autoridades, instituições e pessoas que realizam trabalhos voluntários em prol do desenvolvimento social, humanitário, educacional, cultural e de promoção de uma cultura de paz e dos direitos humanos.

Fundada em 20 de agosto de 1964, a APAE-DF é uma organização da sociedade civil – sem fins lucrativos – que promove ações em favor de jovens e adultos com deficiência intelectual (associada ou não a outras deficiências). A OMDDH, por sua vez, é uma entidade sem fins lucrativos, fundada em 2013, para promover ações humanitárias, assistenciais e beneficentes. Sua sede está localizada em Belford Roxo, Rio de Janeiro,  e é presidida pelo professor Iguaci Luiz de Gouveia Junior. A OMDDH é signatária do Pacto Global da Organização das Nações Unidas (ONU), reforçando seu compromisso com os princípios dos direitos humanos.

Com informações do site da APAE-DF

Alunas do Urso Branco conquistam ouro na estadual da Olimpíada Brasileira de Geografia

Uma equipe do CEM Urso Branco, do Núcleo Bandeirante, se classificou para a fase nacional da 8ª Olimpíada Brasileira de Geografia (OBG) de 2023. Orientadas pela professora Ilka Hostensky, Maria Eduarda Macedo, 17 anos, Helena Massae, 16, e Ana Beatriz Ferreira Guerra, 16, do segundo ano, conquistaram o primeiro lugar da etapa estadual, disputada online em agosto.

A etapa consistiu em quatro fases com provas classificatórias sobre geografia geral, física, humana, política e atualidades. A fase nacional acontece em novembro na cidade de Campinas (SP).

“Estamos felizes, emocionadas, comemoramos muito. Afinal foram dias de muita dedicação, com formação de grupo de estudos no Whatsapp. A nossa professora trouxe provas anteriores da olimpíada para gente se familiarizar melhor com a avaliação e no final deu tudo certo, passamos!”, lembra a aluna Ana Beatriz.

Formada por fases estaduais online, uma nacional e outra internacional presencial, a OBG é pensada para os estudantes regularmente matriculados em escolas públicas ou privadas do Brasil. As equipes são formadas por três alunos e um professor orientador.

Os membros das equipes recebem certificado de participação e medalhas de ouro, prata e bronze, de acordo com a classificação de cada grupo nas provas. No caso da equipe do CEM Urso Branco, a premiação foi a melhor possível: ouro para as três competidoras, que se intitulam na competição de “As apocalípticas”.

A professora de geografia e orientadora da equipe, Ilka Hostensky, fala sobre a importância do projeto para a educação pública do Distrito Federal. “Eu fico muito feliz em ver essas meninas representando a nossa escola. Esse projeto vem para trazer visibilidade para educação pública, que consegue realizar trabalhos de qualidade e formação de excelentes estudantes”, conta Ilka Hostensky. “É um trabalho que vem para mostrar que o Distrito Federal tem professores capacitados e alunos qualificados, fico muito lisonjeada ”, finaliza.

A fase nacional acontece de 27 de novembro a 1º de dezembro, na Universidade Estadual de Campinas (Unicap), em Campinas (SP). Durante a fase presencial, além das provas, os participantes fazem atividades em campo. A fase internacional da olimpíada será em 2024.

(Com informações da SEE-DF)

Negra Li no Operárias das Artes, neste sábado (30)

A 4ª edição do Operárias das Artes traz para Ceilândia a cantora Negra Li e várias outras atrações musicais, teatrais, poesias, DJs. O evento será neste sábado (30/9), a partir das 15h, na Casa do Cantador (QNN Quadra 32 Área Especial G – Ceilândia). A entrada é gratuita, e a classificação indicativa, livre.

Com 25 anos de carreira, a cantora, rapper, compositora e atriz brasileira Negra Li é uma das grandes expressões da música brasileira. Para o Operárias das Artes, ela trará os antigos sucessos do HipHop, como “Olha o Menino” e “Favela Vive”, além de cantar hits como “ Você vai estar na Minha” e “Vai na Fé”.

Além de Negra Li, também sobem ao palco Martinha do Coco, Dree K, Lina Rehem, Rejane Pitanga, Josiane Araújo, Alessandra Barros, Maria Eugênia Felix, Lene Matos, Laady B, DJ Kashu e DJ Lunary. Uma curiosidade é sobre Rejane Pitanga. Ela é professora aposentada da rede pública de ensino do DF, já foi dirigente do Sinpro-DF e presidenta da Central Única dos Trabalhadores do DF (CUT-DF).

A idealizadora do Quartas Operárias, Nanci Araújo, afirma que as produções culturais protagonizadas por mulheres têm como objetivo fazer transitar a questão de gênero em ambientes de formação de ideias e valores.

“Nossa quarta edição continua a marcar a posição do protagonismo feminino não só nos palcos, mas na vida, pois ainda há tanto a ser feito em termos de respeito e oportunidades. A poesia, o teatro e a música podem e devem ser utilizados no Distrito Federal como poderosos instrumentos de estímulo à criação de uma nova cultura de equidade de gênero”, afirma.

Campanha Solidária
O evento sempre realiza uma campanha solidária. E nesta 4º edição, serão arrecadados absorventes, itens de higiene íntima e alimentos não perecíveis, com o intuito de ajudar pessoas, principalmente mulheres e meninas, em situação de vulnerabilidade.

Programação

Sábado 30/09/2023
15h – 15h40 Espetáculo Infantil “Adivinha, Adivinhão” com Alessandra Barros da Cia Voar Teatro de Bonecos
15h50 – 16h30 Espetáculo “Desamadascom Maria Eugênia
16h40 às 17h20 Rejane Pitanga
17h30 às 18h10 Josiane Araújo
18h20 às 19h Lene Matos 
19h10 às 19h50 Lina Rehem  
20h – 20h40 Laady B
20h50 – 21h30 Martinha do Coco
21h40 – 22h20 Dree-K
22h30 Negra Li

 


Com informações do Mais DF Notícias

Arte no Totem percorre escolas do Gama

Após ser recebido por escolas públicas de Brazlândia durante a III Semana Integrada do Cerrado, a web-exposição Arte no Totem percorre escolas do Gama. O projeto traz desenhos, pinturas, esculturas, objetos, fotografias, videoartes, performances, gravuras e instalações que dialogam com questões ambientais e culturais relativas ao Cerrado.

A primeira escola do Gama a receber a web-exposição foi a CED Casa Grande. Lá, o Arte no Totem chegou nessa terça-feira (26). Em seguida, a partir do dia 28, serão os alunos e as alunas do CED 06 do Gama que terão acesso aos materiais. Ainda na cidade, de 29 de setembro a 7 de outubro, a exposição Arte no Totem ficará no hall da administração local, em desfile que comemora o aniversário do Gama.

Com curadoria da professora da rede pública de ensino Luciany Osório e de Artur Cabral, do Medialab UnB, a web-exposição traz as mostras “Rebrota” e “Regime de Fogo” que, juntas, agrupam o trabalho de mais de 60 artistas de todo o Brasil. Entre eles, jovens artistas e nomes conhecidos, como o de Ricardo Stuckert.
“É disponibilizado um totem no centro do pátio das escolas. Nele, os estudantes poderão acessar as exposições, os artistas, a biografia; ler o texto curatorial das obras”, explica Luciany Osório.

Pela qualidade e inovação da exposição, o Arte no Totem irá também para a o Instituto Federal de Goiás, nos dias 18 e 19 de outubro. “A exposição será visitada por estudantes do estado inteiro”, diz professora Luciany.
A ideia dos idealizadores da web-exposição é levar a proposta a todo DF e o Brasil. Entretanto, o projeto é realizado com recursos próprios. “A gente, por enquanto, não tem nenhum tipo de financiamento. Então, a gente depende de parcerias para poder levar a exposição para outros espaços”, explica Luciany Osório.

Para a recepção do projeto Arte no Totem é necessário apenas que a escola forneça acesso à internet wi-fi ou cabeada. O totem ficará instalado em cada escola por um período de dois dias. Mais informações acesse http://www.medialab.unb.br/index.php

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