Participe da rifa solidária da professora Rafa

Rafaela Farias é professora em regime de contrato temporário na rede pública do DF. Em julho último, ela passou por uma tragédia pessoal, um triste acidente que a fez perder a filha. Sua sobrinha sofreu danos graves e continua na UTI. O marido de Rafaela, que também é professor em contrato temporário, está em recuperação, com problemas nas mãos e no joelho; e ela mesma quebrou o fêmur em dois lugares.

Atualmente, Rafa e seu marido estão arcando com altos custos com medicamentos e tratamentos médicos para se recuperarem. Como são professores temporários, as limitações são muitas! Por isso, ela lançou uma rifa solidária para ajudar a arcar com esses custos.

Colabore participando! “Contamos com a ajuda e generosidade de cada um de vocês. Sua participação fará toda a diferença nesse momento de superação e reconstrução da nossa família”, diz Rafaela.

O sorteio será realizado dia 11 de outubro. O primeiro lugar será premiado com R$500, e o segundo lugar receberá R$200.

Clique aqui para participar da rifa:

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Estudantes da EC Sonhém de Cima protagonizam Projeto Folia do Livro Encantado

FOTOS: Professor Sérgio Teixeira e Joelma Bomfim/Sinpro-DF

 

 

Uma novidade pedagógica agitou a vida dos(as) estudantes do 5º Ano da Escola Classe Sonhém de Cima, situada no Assentamento Contagem, na Fercal. A turma toda participou do Projeto Folia do Livro Encantado, idealizado pelo professor de Atividades Sérgio Luiz Teixeira, mestre em Educação do Campo e membro do Fórum Distrital de Educação do Campo e do Fórum Nacional de Educação do Campo. “É a primeira vez que realizamos este projeto”, informa o professor.

A proposta e o objetivo pedagógicos do projeto é levar os(as) estudantes a conhecer a cultura secular da Folia do Divino Espírito Santo e promover um espaço-tempo de leitura para as crianças que participam dessa manifestação cultural por meio de rodas de prosas e leituras, contação de histórias e registro dos desenhos e dos depoimentos dos(as) participantes.

“A interação das agências formativas e educativas camponesas com a Folia do Divino Espírito Santo e a EC Sonhém de Cima possibilita um partilhar de saberes, fazeres e valores humanos que contribuirão para o desenvolvimento intelectual e cultural dos(as) estudantes”, explica Sérgio Teixeira.

 

 

Projeto

Nos dias 6 e 7 de setembro, os(as) estudantes do 5º Ano participaram da Folia em Louvor ao Divino Espírito Santo, uma festa cultural realizada há mais de 30 anos na Fercal, que acontece sempre no mês de setembro. A Fercal aderiu à tradição realizada, secularmente, em Planaltina e em toda a região norte do Estado de Goiás. Atualmente, a tradição envolve várias cidades-satélites do Distrito Federal.

“A minha turma de 5º Ano participou apenas por dois dias: na quarta-feira de tarde para verem os preparativos; e na quinta-feira (7), com atividades realizadas com as crianças, filhos e filhas dos foliões, que, tradicionalmente, participam da festa. Observamos como eram feitos os preparativos e registrar todo processo de como são feitos os preparativos da folia, como seria o assentamento, o local da janta, como se organizam as cozinheiras etc.”, disse.

Ele conta também que conversaram com os(as) organizadores(as) da folia para registrar as tarefas de cada um. Por exemplo, bem emblemático da tradição é a presença do caixeiro, que toca a caixa para anunciar tudo o que tem na festa. Há também o guia da folia, que, este ano, foi o senhor Elvécio, que acolheu a equipe e permitiu a participação da escola. Há os(as) regentes, que organizam todo o processo desde a alimentação até o assentamento; os(as) pouseiros(as), que são as famílias que recebem os foliões durante uma noite; o alfere, que é o personagem que está pagando a promessa e tem a incumbência principal de carregar a Bandeira do Divino em todo o giro da folia”, explica o professor.

 

 

Tradição

Trata-se de uma festa católica que já integra a expressão cultural do povo brasileiro, cujo roteiro é formado pela celebração católica realizada num altar, as rezas e a apresentação da catira ou cateretê – uma dança do folclore brasileiro em que o ritmo musical é marcado pela batida dos pés e mãos dos(as) dançarinos(as). Com suas raízes em Goiás, norte de Minas e interior de São Paulo, a catira tem influências indígenas, africanas e europeias.

A catira é a última etapa da festa, no entanto, no dia da participação dos(as) estudantes da EC Sonhém de Cima, um grupo dançou para eles(as) e, além disso, cada estudante foi recebido(a) e agraciado(a) com o lenço e o broche – símbolos que dão a eles e elas a denominação de foliões(ãs). “Antes da pandemia essa mesma folia passou na escola, com outro alferes, mas a gente não registou”, informa.

Várias novidades cercaram a cena da Folia do Divino Espírito Santo este ano. Além da participação dos(as) estudantes, foi a primeira vez na história que uma mulher fez o papel de “alferes”. A primeira alfere da história da Folia do Divino foi Emily Pedrina e sua família, a pessoa que irá organizar a festa. A alfere é a personagem que paga a promessa.

 

 

Participação

“Eu a conheci antes da pandemia da covid-19 e nesse período já tinha interesse em acompanhar a folia de forma pedagógica e materializar esse contexto histórico. Como o primeiro pouso da folia deste ano ia acontecer na chácara ao lado da escola, no dia 6 de setembro, levei os estudantes para acompanhar o primeiro dia para que entendessem de todo o processo de preparação da festa”, conta Sérgio.

“Peguei esse gancho da folia e, no dia 7 de setembro, segundo dia, levamos alguns livros para as crianças que participam da folia. Pedimos também para que as crianças contassem e desenhassem mostrando o que foi a folia para eles. Os filhos e as filhas dos foliões contaram e desenharam o que é a folia para eles. Nesse caso, minha turma, de 5º Ano, acompanharam os trabalhos desde a organização até um dia da folia no pouso, que é uma chácara em que os foliões chegam à noite e ficam até o outro dia depois do almoço. Daí vão para outro pouso. Tudo isso para nossos estudantes entenderem como é feita a logística da festa”, informa.

Este ano, cerca de 300 foliões e foliãs, todos e todas a cavalo, participaram do evento. Sérgio diz que a Folia do Divino é um evento muito grande. “No sábado, por exemplo, havia mais de mil pessoas participando”. O professor conta que pretende repetir a atividade em outubro deste ano, na Folia de Nossa Senhora Aparecida. “No final, pretendemos fazer um livro escrito pelos(as) estudantes e também um documentário com o Sinpro-DF”, finaliza.

A direção da escola deu todo o apoio ao trabalho. Atualmente, a diretora da EC Sonhém de Cima é a professora Maria do Socorro Xavier Rodrigues Ritter; a vice-diretora é Maria Valdenice Souza; a coordenadora é Maria Zeneide do Nascimento Santana e o coordenador da Educação Integral é o professor Roberto Veríssimo. “Agradeço também a professora Ana Beatriz, pelo apoio; à alfere Emily; ao guia da folia, senhor Elvécio, que permitiu e acolheu nosso projeto; bem como o senhor Vanderlucio Alarcão, presidente associção do Grupo de Folia Cavaleiro do Divino”, finaliza

Ester precisa de sua ajuda para realizar uma cirurgia

Portadora de cardiopatia e pneumopatia crônica em razão da estenose congênita das veias pulmonares, que favorece quadros de infecção pulmonar repetidos, Ester, de apenas 2 anos, precisa de fazer uma cirurgia para continuar viva. A família está com um pedido de ajuda na Internet para realizar a cirurgia da Ester. Basta depoisitar qualquer quantia no PIX 61 992194433 (celular) no nome de Rodrigo Costa dos Santos.

Segundo informações da família, a situação dessa criança condição foi adquirida ainda na formação e foi diagnosticada uma parte dessa condição ainda na gestação. Ao longo desses 2 anos foram muitas idas na emergência, acompanhamentos com pneumologista e com o cardiologista e o quadro dela vem se agravando.

Para se ter uma ideia da complexidade do caso dela, o médico levou 90 dias para definir a conduta cirúrgica. Foi dada entrada no plano de saúde para autorização do procedimento no dia 23/06/2023. O plano autorizou o procedimento com exatos 15 dias, no dia 07/07/2023. Porém, de lá para cá ainda não liberou todos os materiais, atrasando o procedimento. O quadro clínico da Ester vem se agravando e a urgência dessa cirurgia é imprescindível.

“A forma que encontramos para acelerar o processo foi dar entrada na justiça e diante disso precisamos da ajuda de vocês para arcar com as despesas com o advogado. Contamos com sua ajuda! Deus abençoe sua vida”, afirma o pai, Rodrigo Santos.

Psicóloga defende educação sexual como proteção contra abuso, de forma lúdica

No livro recém-lançado “Educação Sexual Protetiva”, de Quézia Aguiar, a autora convida pais, educadores e profissionais da Saúde Mental para uma discussão importante sobre a necessidade de uma educação sexual protetiva. A ideia é fazer da educação sexual uma ferramenta para que crianças e adolescentes possam construir uma percepção saudável de sua sexualidade, compreendendo-a não apenas nos aspectos biológicos, mas também de forma mais ampliada, considerando o valor das relações humanas, o amor, o cuidado e o sentido de propósito.

O livro também contribui com ferramentas e possibilidades lúdicas para que as crianças possam desenvolver habilidades protetivas em relação ao abuso sexual. Uma das ferramentas lúdicas mais poderosas é a literatura infantil. Por isso, a autora oferece um caminho lúdico, didático e detalhado dos aspectos importantes que pais e educadores podem abordar de forma lúdica e não invasiva.

Sobre a autora:

Quezia Aguiar é formada em Pedagogia pela Universidade de Brasília e em Psicologia pelo IESB. É pós-graduada em Psicopedagogia e tem vasta experiência na educação de crianças e adolescentes e na orientação de pais e educadores. Atua no SEAA – Serviço Especializado de Apoio à Aprendizagem da SEEDF, como professora da SAA – Sala de Apoio à Aprendizagem, com atendimento grupal a crianças com Transtornos Funcionais. Também trabalha como psicoterapeuta de adolescentes e adultos.

Suas pesquisas têm como foco a infância e adolescência; O abuso sexual e a traumatização; A formação de vínculos familiares saudáveis; Educação Emocional.

Nota de Pesar: Carlos Walter Porto-Gonçalves

Por Clerton Evaristo*

 

A geografia brasileira perdeu uma de suas grandes referências. Dedicado às questões socioambientais, o geógrafo Carlos Walter Porto-Gonçalves construiu uma obra essencial para o pensamento geográfico brasileiro, tornando-se referência em escala nacional e internacional.

Para quem teve a felicidade de assistir seus cursos, fica o exemplo de dedicação ao trabalho do geógrafo que uniu com sabedoria e paixão os elementos da geografia física à complexidade da geografia humana. E foi como humanista que nos legou obras, tais como:

1. Paixão da Terra – ensaios críticos de Ecologia e Geografia;

2. Os (des)caminhos do meio ambiente;

3. Amazônia, Amazônias;

4. O desafio ambiental; 

4. A nova (des)ordem mundial; 

5. A globalização da natureza e a natureza da globalização;

6. Da geografia às geo-grafias: um mundo em busca de novas territorialidades.

Entre muitas honrarias recebidas, Carlos Walter ganhou o Prêmio Chico Mendes em Ciência e Tecnologia do Ministério do Meio Ambiente (CARBONO BRASIL, 2004); e em 2008, em Cuba, o Prêmio Casa de las Américas.

Formado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), foi docente na UFF, Universidade Federal Fluminense, e ex-presidente da AGB – Associação de Geógrafos Brasileiros -, sua dedicação à educação nos deixa um exemplo de lutas que nos inspira para continuarmos seu trabalho dia a dia, no campo e na cidade, da floresta para o asfalto, da sala de aula ao parlamento, na perspectiva de construção de um mundo mais harmônico onde todos e todas possam ser felizes.

Carlos Walter, presente!

 

* Clerton Evaristo é professor de Geografia da SEEDF e ex-diretor do Sinpro-DF.

Grêmio do CEF 04 de Sobradinho toma posse

O novo grêmio do CEF 04 de Sobradinho tomou posse num evento no dia 1º de setembro, num evento no Ginásio de Esportes de Sobradinho. A posse da diretoria do grêmio foi antecedida da final do Campeonato Interclasse da escola.

“Essa já foi a primeira ação do grêmio: solicitou que a final do Campeonato Interclasse fosse disputada não na escola, mas no Ginásio de Esportes de Sobradinho”, conta a orientadora educacional da escola, professora Juliana Rabelo“

Juliana explicou que a direção da escola percebeu os alunos apáticos, alheios e querendo sair da escola. “Eles precisavam se tornar protagonistas da escola, se sentirem parte da escola, e precisávamos saber deles o que estava desagradando a eles no ambiente escolar. Daí sugerimos que os representantes das turmas se organizassem para a escola eleger um grêmio. E o processo eleitoral começou”.

Três chapas concorreram, e toda a escola foi mobilizada com a ação. O processo eleitoral se concluiu no dia 17 de agosto, e a chapa eleita tomou posse no evento após a final do Campeonato Interclasse. O mandato do grêmio vai até o final do ano letivo de 2024.

“Mesmo antes da posse do grêmio os alunos já nos apresentaram uma série de demandas. O comportamento mudou da água pro vinho, eles se sentem de fato parte da comunidade”, comemora a orientadora.

Para além do projeto político-pedagógico, a participação de estudantes via instrumentos de organização social como os grêmios estudantis, é importante para garantir, de forma efetiva, a Gestão Democrática para além dos limites da escola. As escolas devem não só garantir como também estimular a participação dos estudantes em organizações estudantis.

 

CEE 01 de Taguatinga comemora 50 anos

O CEE 01 de Taguatinga celebrou os 50 anos de existência com muita festa, bolo e apresentações no último sábado (1/9).

A festa contou com várias apresentações típicas da cultura brasileira, como o boi bumbá e roda de capoeira.

No corredor principal da escola, uma grande exposição com os trabalhos dos alunos, comemorando o aniversário da escola.

“O CEE 01 de Taguatinga faz 50 anos de trabalho pedagógico junto aos alunos PCDs com um atendimento especializado de professores aptos a atender às mais diversas deficiências. O êxito desse trabalho é reconhecido pelas famílias e por toda comunidade escolar. O aniversário da escola não só foi um sucesso de público como a interação entre a escola e as famílias foi o ponto alto da festa”, destacou o professor Alberto Ribeiro, dirigente do Sinpro.

O evento contou com a presença dos deputados Chico Vigilante e Reginaldo Veras.

No final também teve bolo de parabéns.

Veja o álbum

Mulheres Indígenas do Tocantins pedem ajuda para Marcha

As mulheres indígenas do Tocantins pedem ajuda para participar da III Marcha das Mulheres Indígenas do Brasil, com o tema “Mulheres Biomas em Defesa da Biodiversidade pelas Raízes Ancestrais”.

O evento acontece na próxima semana, aqui em Brasília, entre os dias 11 e 13 de setembro.

Durante a III Marcha das Mulheres Indígenas, em Brasília (DF), será realizada a audiência pública “A Condição Social e Econômica das Mulheres Indígenas do Tocantins”. A audiência vai ocorrer no dia 12 de setembro, às 9h30, e os senadores e deputados federais do Tocantins foram convidados a participar dela.

As contribuições para as mulheres indígenas do Tocantins podem ser enviadas para o pix comunicaindtins@gmail.com

CEM 02 de Ceilândia: 50 anos

No dia 6 de setembro (quarta-feira), o CEM02 chega aos 50 anos de dedicação à educação e ao desenvolvimento da comunidade de Ceilândia, no Distrito Federal. Fundada em 1973, a escola tem sido um farol de conhecimento e oportunidades para gerações de estudantes. Seu compromisso com a excelência educacional, aliado à paixão de seus educadores e à determinação de seus alunos, tornou-se uma parte essencial do tecido da comunidade de Ceilândia.

O CEM 02 tem se destacado não apenas por sua longa e distinta trajetória, mas também por sua contribuição significativa para o crescimento acadêmico e cultural da região. A escola sempre buscou promover a educação de qualidade, preparando seus alunos para os desafios do mundo moderno.

Os 50 anos do CEM 02 estão sendo celebrados com uma série de eventos ao longo do ano letivo de 2023, incluindo atividades culturais e esportivas, bem como a inauguração de novas instalações que garantirão um ambiente de aprendizado ainda mais propício.

A celebração do 50º aniversário do CEM 02 é um lembrete do impacto duradouro da educação e do papel fundamental que as escolas desempenham na formação de futuras gerações. É uma ocasião para refletir sobre as conquistas passadas e, ao mesmo tempo, olhar com entusiasmo para o futuro, para os próximos 50 anos de excelência educacional no CEM 02 de Ceilândia.

Oficinas no CEF 08 do Gama promovem visibilidade da comunidade surda

O CEF 08 do Gama aproveitou o último fim de semana para dar início às comemorações do Setembro azul, em prol da visibilidade da comunidade surda. Foi um fim de semana repleto de oficinas de expressão corporal. As oficinas foram promovidas pelo MID – Movimento Internacional de Dança.

A comunidade escolar surda da escola do Gama participou da oficina “Dança e expressividade em Libras” realizada pela professora surda, atriz, performer e professora Renata Rezende, no espaço Companhia Lábios da Lua.

À noite, foi a vez de João Lima oferecer a oficina Mobilidade Isolada e Integrada e seus usos na Criação de Movimento (Dança Contemporânea), um estudo da natureza da mobilidade Articular e seus aspectos integrados e isolados, como ponto de partida para a produção de movimento, percebendo suas diferentes qualidades expressivas e aplicando em uma breve composição.

No sábado, foi a vez de Luiz Gusmão ministrar as Práticas de Dança Contemporânea e Improvisação, para aproximar estudantes do ensino médio da Dança. Nesse mesmo dia, à tarde, a oficina Práticas Corporais: Improvisação, ministrada por Bruno Ricardo, a partir do Hip Hop, tem como mote de desenvolvimento a improvisação que será estimulada através de vocabulário de movimento, uso de musical e identificação de timbres em relação ao movimento, dinâmica de exploração de espaço.

Setembro azul e a comunidade surda

O setembro azul é o mês de visibilidade para a comunidade surda. A escolha dessa cor é uma homenagem aos surdos que enfrentaram o nazismo da Segunda Guerra Mundial. Eles eram identificados com uma faixa de cor azul no braço.
O mês de setembro marca a luta pela visibilidade da comunidade surda brasileira, em especial, o povo surdo pela busca de garantia de direitos, lutas e conquistas.

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