Professora Marilene, presente!

É com imenso pesar que o Sinpro-DF informa o falecimento da professora aposentada Marilene Vieira Silva Rocha, nesse domingo (6/8). O sepultamento da professora será nesta segunda (7/8), às 17h, no Cemitério de Taguatinga.

Marilene Vieira Silva Rocha era professora de Geografia e de Libras na Escola Classe 21 de Taguatinga. Casada com o também professor aposentado Cláudio Ranier Rocha, Marilene utilizou a educação como ferramenta de transformação social e emancipação.

Professora Marilene Vieira deixa saudades, mas também o exemplo da dedicação pela construção de um mundo em que a educação é peça fundamental para romper com preconceitos e discriminações.

O Sinpro-DF lamenta a perda da professora e se solidariza com amigos e familiares da docente.

Professora Marilene Vieira Silva Rocha, presente!

 

 

Rotina de entregadores durante a pandemia é tema de documentário

Com lançamento marcado para o Festival de Gramado (de 11 a 19 de agosto) e transmissão ao vivo no Canal Brasil, o documentário “Da porta pra fora” conta o cotidiano de três entregadores por aplicativo de Brasília, no período do auge da pandemia da Covid-19. Em setembro, o filme chega a Brasília.

“Da porta pra fora” tem direção de Thiago Foresti, e retrata o cotidiano da cidade a partir da perspectiva desses trabalhadores, cuja atuação, apesar de ser considerada essencial para reduzir os índices de transmissão naquele período, é extremamente precarizada.

A obra

O documentário é um dos cinco escolhidos para o Festival de Gramado, entre mais de 170 produções. O filme retrata a rotina dos entregadores no período de março de 2020 a outubro de 2021. Os diversos acontecimentos do país se intercalam com o cotidiano e os acontecimentos das vidas dos três personagens.

“Eu morava numa kitnet na 716 Norte e ouvia o tempo inteiro as motos passando nas ruas. Nesse período estava todo mundo dentro de casa, só eles estavam na rua, aí tive a ideia de retratar o cotidiano da cidade por meio desses trabalhadores. Eram trabalhadores considerados essenciais, mas que também iam sofrer muito com a pandemia, a categoria deles aumentou muito, muitas pessoas ficaram desempregadas e acabaram procurando esse serviço de entregas, então, aconteceu muita coisa durante esse período que a gente retratou”, afirma Thiago Foresti, que na época trabalhava em home office.

O diretor então começou a sair e abordar os entregadores explicando a ideia do filme. Ao longo dos dias, Foresti e sua equipe receberam vários vídeos e foram escolhendo os personagens.

“A gente foi fazendo uma seleção de quem falava melhor com a câmera, quem tinha uma história mais interessante, quem estava mais disposto a entrar no projeto”, explicou Thiago. A exploração da categoria, a ilusão da autonomia e as mobilizações também foram temas abordados na obra.

 

Essencial, mas sem proteção

Sem a atenção adequada das empresas e do governo brasileiro, a categoria sofreu com a falta de equipamentos de segurança, ausência de direitos, amparo em caso de acidentes, aumento exponencial da competitividade em virtude do desemprego, falta de vacinação e várias outras questões. Não podiam adoecer, pois o trabalho com entregas era a única forma de sustento para suas famílias.

Marcos Nunes de Sousa, um dos motoboys que teve sua rotina retratada no documentário, conta que foi um processo doloroso, emocionante e muito satisfatório participar da produção, que ele classifica como “sensacional”.

“Quase perdi meu pai para a Covid nesse período, ele chegou a passar um mês internado.  A cada dia que passava a gente se dedicava mais em retratar nossa história. Foi muito difícil trabalhar naquele momento, mas se a gente não fosse pra rua, passava fome. A linha de frente da pandemia fomos nós. Se não tivéssemos trabalhado, quantas pessoas mais não teriam morrido naquele período?”.

Marcos relata também que passou muita fome nas longas jornadas de trabalho, enfrentou o frio e o medo, tanto do vírus quanto da violência. “Passei por tentativas de ser saqueado na rua, porque tinha pouca circulação de pessoas na rua e também pouco policiamento em determinado momento”, afirma.

 

Fragilidade

Keliane Alves, a única mulher que participou do documentário como personagem, era rodoviária e delegada de base do Sindicato que representa a categoria até poucos meses antes da pandemia. A jovem, que também é cantora, sofreu um acidente durante o período de gravação, o que a impossibilitou de trabalhar por um tempo.

“A gente mostra tudo ali, as nossas fraquezas. Chegou o momento de deixar a câmera ligada e as coisas iam acontecendo”, relata Keliane, que teve que vender a moto por motivos financeiros e diz que hoje está pensando em voltar a trabalhar como entregadora.

“Me vejo como uma lutadora, que continua tentando vencer e conquistar as minhas coisas”. Assim como vários outros trabalhadores, Keliane não teve ajuda da empresa para a qual prestava serviços por conta do acidente sofrido, uma vez que não há vínculo trabalhista nessa relação de trabalho por aplicativo.

“No que eu avisei que tinha sofrido o acidente, eles só falaram para que assim que eu pudesse me dirigisse até a Central onde ficam os pacotes para devolver os pacotes. Eu não tive ajuda nenhuma, e esse foi um dos motivos de eu ter saído dos aplicativos. Depois de duas semanas voltei a rodar, mas quando você fica muito afastado, não tem mais a mesma procura. Quando voltei, as viagens não estavam mais compensando, aí realmente eu tive que vender a moto”, explicou Keliane.

 

Reconhecimento

Mais conhecido como Sorriso, o motoboy Alessandro da Conceição veio a se transformar em um dos principais ativistas pelos direitos dos entregadores por aplicativo e liderou uma série de mobilizações.

O trabalhador afirma que é uma grande emoção ter o cotidiano de sua categoria retratado no documentário. “É uma felicidade e uma honra muito grande poder estar lá. Nossa profissão gera bastante risco, a pandemia veio causando muito medo na sociedade por se tratar de uma doença muito contagiosa e perigosa. A gente levava remédios, comida, conseguia manter a economia”, afirmou Sorriso.

 

Vaquinha para Gramado

Os três entregadores retratados no documentário “Da porta pra fora” querem ir a Gramado, e criaram uma vaquinha para arrecadar fundos. A iniciativa contou com o apoio de diversas entidades, entre elas, a CUT-DF, que tem apoiado e lutado pelos direitos da categoria desde o início da profissão no DF.

Com a vaquinha, eles viabilizaram as passagens para o Rio Grande do Sul. A CUT-DF pagou diárias de alimentação e hospedagem no mesmo hotel que o diretor do filme ficará, como informa Rodrigo Rodrigues, presidente da CUT-DF: “esperamos que esse filme sirva como um alerta para a realidade da precarização do trabalho e contribua para as lutas dessa categoria, que tanto padece pela falta de direitos e vínculos trabalhistas”, afirmou o presidente da CUT-DF, Rodrigo Rodrigues.

O lançamento da obra será transmitido ao vivo pelo Canal Brasil.

Veja o trailer do documentário

II Encontro Empodera Aris será neste sábado (5) na EC 66 do Sol Nascente

A Universidade de Brasília (UnB), o Fórum em Defesa das Águas, o Sinpro-DF e outras entidades dos movimentos sindical e popular que participam do projeto Vida & Água para ARIS (Áreas de Regularização de Interesse Social) do DF e Entorno realizarão, neste sábado (5/8), o II Encontro Empodera Aris (II EnPODERARIS), das 9h às 12h, na Escola Classe 66, do Sol Nascente.

O Sinpro informa que o II EnPODERARIS está com as inscrições abertas e que os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais interessados(as) em conhecer a metodologia do projeto também podem participar remotamente por meio do canal do Projeto Aris no YouTube.

 

 

“O evento tem o objetivo de mobilizar e empoderar as famílias mais vulneráveis das 53 Aris do Distrito Federal, articulando forças populares para reivindicar seus direitos. A iniciativa é voltada para áreas de relevante interesse social que possuem uma população com menos de cinco salários mínimos e sem acesso à água potável e saneamento básico. Este segundo encontro articulará a parte sul do Distrito Federal, que contém 19 Aris”, informa Perci Coelho de Souza, professor do Departamento de Serviço Social da UnB e membro da coordenação colegiada do Projeto Vida & Água para ARIS.

O professor da UnB também explica e alerta para o fato de que o II EnPODERARIS “visa, ainda, a oportunizar a participação das populações dessas 53 Aris no processo de revisão do Plano Diretor de Ordenamento Territorial do Distrito Federal (PDOT) que tende a invisibilizar os direitos humanos e sociais violados e esquecidos desde 2009”.

O PDOT é obrigatório por Lei Federal e, justamente por isso, o Projeto Aris está articulado com parlamentares da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) na criação da Frente Parlamentar em Defesa da Serrinha do Paranoá, cujo lançamento ocorreu na manhã desta sexta-feira (4/8), na sala da Comissão Itamar Pinheiro. “Este momento é importante para mostrarmos nossa insatisfação com o descaso do Governo do Distrito Federal com a região e conta a especulação imobiliária na Serrinha”, afirma Coelho.

“Estamos articulados com o evento na CLDF de criação da Frente Parlamentar em defesa da Serrinho  do Paranoá porque nosso propósito é também constituirmos uma Frente Parlamentar em defesa das Aris, ja que o novo PDOT será votado na CLDF”, informa.

O II Encontro Empodera Aris tem também como objetivo antecipar a mobilização popular que mora em condições de emergência sanitária nas Aris do DF e Entorno para se prepararem para qualificar sua intervenção na agenda de consulta pública a ser promovida pelo GDF em atenção à Lei federal que obriga a atualização em 10 anos sobre os PDOT.

O projeto Vida & Água para ARIS existe desde 2020 por meio de Edital da Reitoria da UnB para pesquisas enfrentarem os impactos da pandemia da covid-19 no Distrito Federal. O Sinpro foi uma das primeiras parcerias do projeto. “E também, por meio do Sinpro-DF, temos um programa quinzenal na TV Comunitária de Brasília”, finaliza Perci Coelho. Confira, no link a seguir, o programa quinzenal na TV Comunitária de Brasília.

 

  

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Aconchego – Grupo de Apoio a Convivência Familiar e Comunitária

Fundada em Brasília em dezembro de 1997, o Grupo de Apoio à Convivência Familiar e Comunitária (Aconchego) sempre teve como missão promover ações e tecnologias sociais transformadoras em prol da convivência familiar e comunitária de crianças e adolescentes em acolhimento institucional. Filiado aos Grupos de Apoio à Adoção, o Aconchego é reconhecido como referência em Brasília e conta com grande projeção nacional na criação de tecnologias sociais com vistas à garantia do direito das crianças e adolescentes à convivência familiar e comunitária, por meio de ações de intervenção com potencial para a transformação social e cultural.

Pensado para dar conta de situações específicas em que se necessita prover cuidado e proteção, temporários para crianças/adolescentes afastados judicialmente de seus núcleos familiares devido a violações de direitos sofridas, sem que elas percam o direito à convivência comunitária e familiar, a Família Acolhedora é um serviço de acolhimento previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente.

Esse serviço consiste na inserção dessas(es) crianças/adolescentes em residências de famílias voluntárias, selecionadas, cadastradas, capacitadas e acompanhadas por uma equipe interprofissional do serviço família acolhedora. O acolhimento é temporário, por meio de medida protetiva, e dura até decisão judicial pela reintegração da criança/adolescente à família de origem ou pelo encaminhamento para adoção.

O objetivo é garantir a continuidade da convivência familiar e comunitária e oferecer cuidado e proteção individualizados a crianças/adolescentes que precisam ser afastados de seus pais ou responsáveis por determinado período. O serviço conta com a parceria de famílias da sociedade civil que se dispõe a abrir suas casas e rotinas para o acolhimento temporário de crianças ou adolescentes. Qualquer configuração familiar é bem-vinda.

Faça parte da rede de doações e profissionais voluntários. Precisamos constantemente de profissionais de saúde (pediatras, dentistas, o‑almologistas, psicólogos, etc.) e doações de itens de higiene (fraldas, fórmula infantil Aptamil, lenços umedecidos, etc.)

Mais informações pelos telefones 3963 5049 / 3964 5048 / 99166 2649 e pelo e-mail familiaacolhedora.aconchego@gmail.com.

Clique aqui e confira um pouco do Grupo Aconchego. 

Projeto propõe aprendizagem sobre educação fiscal

Estão abertas até o dia 10 de agosto as inscrições para o EnCena, novo projeto do Programa de Educação Fiscal do Distrito Federal (PEF/DF). Promovido pelas secretarias de Educação e de Economia, Controladoria-Geral do DF (CGDF) e pela Receita Federal, o EnCena é um projeto de educação gamificada voltado para a rede pública de ensino do DF, que funciona por meio de um aplicativo contendo trilhas de aprendizagem, conteúdos em formato de games e jogos interativos.

A proposta é relacionar tecnologia e produção audiovisual como estratégias de transposição didática dos conteúdos da temática de educação fiscal. Além de aprender de forma lúdica, os participantes serão premiados. Podem participar estudantes e professores do ensino fundamental e médio da rede pública de ensino do DF.

O PEF/DF foi criado em 1998 para disseminar conhecimentos sobre educação fiscal, que propõe contribuir com a formação para a cidadania por meio de dois eixos estruturantes: a função social do tributo e o controle social, cujo objetivo é harmonizar a relação Estado-cidadão.

O programa é elaborado pelo Projeto de Desenvolvimento Fazendário do Distrito Federal (Prodefaz), no âmbito do Programa de Apoio à Gestão e Integração dos Fiscos no Brasil (Profisco-DF), com financiamento do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e contrapartida do Governo do Distrito Federal.

O EnCena é resultado das lições aprendidas ao longo do trabalho desenvolvido com a temática de Educação Fiscal, sendo este um tema transversal, conforme a Resolução nº 7/2010 – CNE, que aborda assuntos diversos e interligados necessários à formação para a cidadania fiscal, tais como: Estado; tributos; orçamento, finanças e gestão pública; ética; controle social e outros, bem como, dialoga com diversos objetos dos respectivos componentes curriculares e áreas de conhecimento.

Há dois níveis de jogo: a etapa “Portas Abertas à Cidadania”, voltada para 5º ao 7º ano do Ensino Fundamental, e a etapa De Olho na Educação, voltada para estudantes a partir do 8º  ano do Ensino Fundamental e Ensino Médio.

Os participantes concorrem a um celular.

Inscrições abertas para o 7º Encontro de Terapias Integrativas

Já está aberto o período de inscrições para o 7º Encontro de Terapias Integrativas, que será realizado na próxima segunda-feira (07), das 9h às 12h30, na sede do Sinpro (SIG). O Encontro é promovido por um grupo de educadores(as) aposentados(as) e filiados ao sindicato de forma independente e tem a preocupação de construir políticas de saúde para os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais aposentados(as).

Terapias Integrativas são combinações de terapias que se integram a um determinado tratamento e indicadas de maneira coordenada com o tratamento tradicional. As Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (PICS) são recursos terapêuticos que buscam a prevenção de doenças e a recuperação da saúde, com ênfase na escuta acolhedora, no desenvolvimento do vínculo terapêutico e na integração do ser humano com o meio ambiente e a sociedade. As práticas foram institucionalizadas por meio da Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares no SUS (PNPIC).

As vagas são limitadas. e faça sua inscrição antecipadamente.

 

Programação:

9h – I QI Gong

9h30 – Diálogos sobre os meridianos

10h10 – lanche compartilhado

10h25 – Diálogos sobre a saúde alimentar

11h – Roda de terapia comunitária

12h – Avaliação

 

Mais informações pelo telefone 99212-9716.

Professor licenciado do GDF estreia em teatros da América Latina

A peça Übercapitalismo sai dos palcos de Brasília rumo à América Latina. O espetáculo começa a turnê internacional na próxima semana, com apresentações agendadas em Buenos Aires e La Plata, na Argentina, além da Cidade do México, no México. A ideia é fazer pensar bastante sobre os efeitos do capitalismo contemporâneo.

A obra é a estreia do professor licenciado da rede distrital Rodolfo Godoi como dramaturgo e diretor. Rodolfo mergulha nas complexidades e contradições do sistema econômico atual, e explora suas consequências sociais e políticas. Com uma abordagem teatral envolvente e uma narrativa provocadora, a peça estimula uma reflexão crítica sobre as desigualdades e questões éticas relacionadas ao mundo do trabalho.

No elenco, Abaetê Queiroz interpreta um Coach Financeiro, e Lupe Leal dá vida ao Entregador de Aplicativo, retratando as dificuldades enfrentadas pelos trabalhadores dessa área e abordando questões como as novas formas de precarização do trabalho.

Übercapitalismo estreou no Festival Cena Contemporânea em 2022 e foi encenada em diversas escolas da rede distrital. As apresentações em Buenos Aires ocorrerão no Teatro El Sábato, na cidade de La Plata na Casa Unclan, e na Cidade do México, as sessões acontecerão no Teatro El Milagro. O projeto tem como objetivo ampliar o alcance de sua mensagem e gerar debates significativos sobre as estruturas econômicas e sociais que moldam nossas vidas.

Essa oportunidade de compartilhar Übercapitalismo com plateias internacionais é resultado do apoio recebido do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC), que reconhece a importância de projetos artísticos como esse na promoção do diálogo e da reflexão sobre questões sociais.

“O coach representa a ideologia meritocrática, essa falsa ideia de que basta as pessoas se esforçarem para conseguir o que quiserem, pois o mundo é uma grande competição. O entregador, num primeiro momento, entra no “jogo da meritocracia”, tenta lidar com as regras do aplicativo, mas em seguida os dois personagens entram em conflito”, conta Rodolfo, que é diretor e roteirista da peça.

“Eu escrevi Übercapitalismo” em 2020. Para mim é uma questão muito atual, atravessada pelos mesmos problemas de sempre. Ideologias que só aumentam a exploração do trabalhador, disfarçada de liberdade”, completa.

 

Em livros, professora da rede aborda toda vivência adquirida em sala de aula

A literatura voltada para a educação infantil tem sido o caminho trilhado pela professora Maíra Basso Motta para relatar sua vivência em sala de aula e até mesmo em casa. Doutora em literatura brasileira, mãe de três filhas e professora de Língua Portuguesa, a educadora da rede pública de ensino do Distrito Federal escreveu uma série de livros que conversam com suas experiências enquanto professora e mãe.

Dentre as obras escritas por Maíra estão Tablito, o tablet aflito!; George, o caracol que não sabia que tinha poderes especiais; Marina tem medo de vacina; Uma história para meu avô; Ganhei um irmão! E agora?; O bolo tá pronto? Histórias sobre a maternidade; e Larissa boa de bola. “Eu acredito que a literatura é um caminho para a emancipação humana, para um processo humanizador e uma ponte para vários outros aprendizados”, ressalta.

Em formato e-book, as obras estimulam a curiosidade, a imaginação, a criatividade e ainda ajudam no desenvolvimento da atenção, concentração, vocabulário, memória e raciocínio, além de aguçar a descoberta de sentimentos e como lidar com alguns problemas vividos pelo público alvo. Confira abaixo um breve resumo das obras e o link para adquiri-los.

 

Tablito, o tablet aflito! –  Tablito é um tablet bastante usado por um menino chamado Pedro. Os dois se divertem muito juntos, até que os pais de Pedro começam a perceber que o garoto está passando dos limites e perdendo a interação com o mundo real.

Enquanto isso, Tablito começa a sentir os efeitos do uso constante e do desgaste do tempo, ficando mais lento e com sua tela escurecendo. Essa experiência faz com que ele questione seu próprio estado de saúde e começa a implorar pro Pedro sair de casa pra brincar um pouco.

Indicado para aquelas crianças que não saem da frente das telas!

 

George, o caracol que não sabia que tinha poderes especiais – Um livro para falar sobre autoestima e diversidade com as crianças. George, o personagem desse livro, gosta muito de contar suas aventuras.

Mas, a melhor história que ele contou foi sobre uma grande amizade que ele fez com os bichinhos do jardim, a borboleta, o sapo e o lagarto. Amizade tão boa que ensinou ao caracol uma coisa muito importante: conhecer a si mesmo. Antes de conhecer esses amigos, George não sabia do que era capaz. Esse livro contribui para que pais e filhos superem desafios juntos e também é indicado para professores utilizarem em sala de aula e tratarem sobre temas como diversidade e valorização.

 

Marina tem medo de vacina: trabalha sobre questões de saúde. Esta história trata da necessidade de enfrentarmos nossos medos. A personagem deste livro, a Marina, não tem medo de quase nada, exceto de uma coisa: vacina. Toda vez que precisa ser vacinada, ela entra em pânico! Porém, sua mãe e seu pai estão determinados a ajudá-la. Marina descobrirá muitas coisas importantes e vai precisar tomar uma decisão.

Venha conhecer Marina e descobrir porquê a vacina é tão necessária para nossa saúde e a dos outros também!

 

Uma história para meu avô: Livro que fala sobre um menino comum, o João, que como todo menino, gostava de brincar e tinha como melhor companhia o vovô Bento. Juntos, gostavam de conversar, colorir e jogar bola! João era uma criança muito feliz até que um dia experimenta uma tristeza que nunca tinha sentido antes, a dor da perda, da ausência…

Este personagem cativante vai descobrir uma forma para lidar com a tristeza.

Livro Indicado para falar sobre o luto com as crianças.

 

Ganhei um irmão! E agora? – A obra trata do ciúmes entre o irmã mais velha e o recém-nascido.

Aurora por muito tempo foi filha única e, por isso, reinava em sua vidinha encantada! Mas, sua mãe lhe deu de presente um irmãozinho e a menina vai ter que aprender a dividir os brinquedos, a atenção e o colo da mãe. Ela também vai conhecer um sentimento novo: o ciúme! 

Venha conhecer Aurora e, junto com ela, aprender um pouquinho sobre o amor.

 

O bolo tá pronto? Histórias sobre a maternidade. Gravidez, relação mãe e filhos, dores e prazeres de ser mãe: tem tudo isso neste livro. Uma reunião de histórias que trazem um pouco da minha experiência e do que aprendo diariamente com minhas filhas. Recomendado a todas as mães e futuras mães, para que riam e se emocionem com os textos que estão aqui.

 

Larissa boa de bola. Já pensou você ter um sonho e as pessoas falarem que este sonho não é pra você? Com a personagem deste livro aconteceu isso. Imagine só que Larissa amava futebol e se inspirava nas jogadoras da seleção brasileira, mas precisou enfrentar alguns obstáculos para conseguir o que queria.

 

Filarmônica de Brasília faz apresentação gratuita para docentes

No próximo dia 5 de agosto, às 18h na Concha Acústica, a Orquestra Filarmônica de Brasília (OFB) dedica uma apresentação com temas clássicos e chorinhos aos e às docentes que voltaram do recesso. A entrada para professores(as) é gratuita.

Estão convidados(as) professores(as), orientadores(as), profissionais da rede pública, privada e mesmo docentes universitários, da ativa ou aposentados(as).

No programa, a obra O Carnaval dos Animais, do compositor francês Saint Saens, temas de balé de Tchaikovsky e, para fechar, o choro sinfônico com a participação do bandolinista Hamilton de Holanda, vencedor do Grammy 2022 na categoria Álbum Instrumental.

“Trata-se de um concerto pra todas as idades, famílias e para todos os gostos num final de tarde à beira do lago Paranoá , na Concha Acústica.”, conta o professor Thiago Francis que, além de professor música do CEF 11 do Gama, é maestro da OFB.

“Toda vez que faço um concerto com a OFB, eu gosto de envolver alunos e professores que nunca tiveram experiência com orquestra num concerto temático”, conta o professor/maestro.

 

Professor não paga

Os homenageados da tarde entram de graça no show.

Docentes em geral têm direito a um par de ingressos por CPF. Para retirar os ingressos, acesse este link, registre na bilheteria digital seu e-mail e CPF e insira o código promocional alunosinfonico03.

Os organizadores do evento pedem que se leve um pacote de absorventes íntimos. Os produtos arrecadados serão distribuídos para os banheiros das escolas públicas do DF.

 

 

Reitora da UnB é eleita para a presidência da Andifes

A Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes) elegeu, nesta sexta-feira (28), a nova diretoria executiva para a gestão 2023-2024. Por 38 a 28, a reitora da Universidade de Brasília (UnB), Márcia Abrahão Moura, se elegeu presidente da entidade, com o apoio da atual diretoria. Em oposição a ela concorreu a reitora da Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB), Joana Guimarães, apoiada pelo Secretário-Executivo da Associação, Gustavo Balduíno.

É a primeira vez que um reitor da UnB presidirá a Associação, responsável por intermediar a relação das universidades com o governo federal e as associações dos(as) servidores(as) dessas instituições de ensino. Márcia Abrahão é reitora desde 2016, quando foi a primeira mulher eleita para comandar a instituição. Docente do Instituto de Geologia (IG), ela já exerceu funções na Andifes, onde ocupou o cargo de 2ª vice-presidente entre 2021 e 2022.

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