Lançamento da revista Jacobin Brasil nesta quarta-feira (2)

Pela primeira vez, a revista Jacobin Brasil realiza o lançamento de uma edição impressa no Distrito Federal. O evento será nesta quarta-feira (2/8), às 19h, no restaurante Tia Zélia, situado na Vila Planalto, Acampamento Pacheco Fernandes. Na ocasião, haverá um debate acerca da temática desta sexta edição intitulada Jacobin Brasil Esquerda & Poder.

A Mesa tem como foco central o debate estratégico da esquerda, especialmente à luz do início do governo Lula III e da, ainda presente, ameaça fascista sobre o País. “Como a Jacobin possui uma ética propositiva, focaremos também em pensar táticas e pautas que possam contribuir na convergência das lutas do campo progressista”, informa Marcos Queiroz, informa Marcos Queiroz, editor-chefe da Jacobin Brasil, professor do Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa (IDP), doutor em Direito pela Universidade de Brasília (UnB), com sanduíche na Universidad Nacional de Colombia e na Duke University

A Mesa será formada por ele mesmo, Marcos Queiroz, como mediador, e os seguintes participantes: Fábio Félix (deputado distrital pelo PSOL); Adriana Erthal Abdenur (Assessora Especial do Presidente da República) e Rita de Oliveira (secretária executiva do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania).

Queiroz informa que a Jacobin surgiu no Brasil, em 2019, para animar e oxigenar o debate da esquerda socialista. “Desde a nossa primeira edição, temos tentado resgatar e mobilizar temas fundamentais do campo progressista, como a atualidade do marxismo, a importância de Paulo Freire e as relações entre ecologia e luta de classes. Estou substituindo as nossas duas primeiras editoras, Sabrina Fernandes e Aline Klein, e essa sexta edição tenta levar o legado delas adiante”, informa o editor.

Segundo ele,  “como está colocado no editorial desta edição, após 10 anos das Jornadas de Junho de 2013 e diante da vitória eleitoral de 2022 e do início do governo Lula III, o nosso foco é debater o que aprendemos com esses últimos anos e como podemos e devemos fazer para empurrar o poder à esquerda, tracionando-o para abrir caminhos a vitórias mais profundas e duradouras”.

Esses foram os questionamentos que acompanharam todos os convites realizados aos autores e às autoras desta edição. “Assim, a edição funciona como um ecossistema de análises, propostas e táticas para a mudança social, na acepção empregada por Rodrigo Nunes em seu texto “Por uma ecologia da práxis”. Numa aproximação com que Antonio Bispo dos Santos chama de “confluência”, trata-se de uma aposta política baseada no respeito, no diálogo e na convergência de diferentes caminhos para derrotar as artimanhas da classe dominante”.

Colaboradores da sexta edição

Entre todas as edições brasileiras, esta é a que traz o maior número de contribuições. Dentre os autores e autoras, destacam-se Ailton Krenak (filósofo e ativista do movimento socioambiental e de defesa dos direitos indígenas), Breno Altman (jornalista e fundador do site Opera Mundi), Juliane Furno (professora de economia da UERJ e assessora da presidência do BNDES), Fábio Felix (deputado distrital do PSOL e mais votado da história do DF), Rosa Amorim (deputada estadual do MST pelo PT/PE) e Vladimir Safatle (filósofo).

O editor-geral diz ainda que a equipe da Jacobin espera que o lançamento em Brasília seja um espaço de confluência e estreitamento de laços da Jacobin com a esquerda presente no Distrito Federal, para compartilharmos não só discussões sobre estratégia política, mas também afetos e visões de mundo. Que dele também sejam reforçadas e surjam alianças e processos de camaradagem.

“Gostaria apenas de reforçar o convite do lançamento para os e as camaradas do Distrito Federal. Será lindo contar com a presença de vocês e seguir estreitando laços, afetos e lutas”, convida.

Conheça a revista Jacobin

A Jacobin surgiu em setembro de 2010, nos Estados Unidos. A Jacobin Brasil existe desde 2019. Nesses 4 anos no Brasil, além das seis revistas impressas, publicamos mais de 1.600 artigos no nosso site, que foram acessados gratuitamente por mais de 3 milhões de pessoas. A Jacobin é uma revista de cultura socialista.

Ela faz parte de uma rede internacional de revistas irmãs, que existe em vários países, e se caracteriam por uma análise de nosso tempo a partir de uma perspectiva de classe e pela tentativa de construir um projeto atualizado da classe trabalhadora para transformação da realidade.

“Nesse sentido, ela não é uma revista de uma organização, de uma tendência ou nem sequer de uma tradição dentro da esquerda. Ela professa o que, às vezes, a gente chama de ‘ecumenismo socialista’: ela é multiconfessional”, explica Victor Ximenes Marques, professor da Universidade Federal do ABC, editor associado e um dos membros fundadores da revista Jacobin.

Assim, o(a/e) leitor(a/e) encontra, na produção do conteúdo dessa revista, colaboradores(as) do PSOL, PT, PCB, de outros tipos de organizações e pessoas não filiadas, autonomistas, que participam da confecção do periódico.

Este número de lançamento no Distrito Federal, em particular, chama-se Esquerda & Poder e se propõe a fazer um debate estratégico no marco dos 10 anos das chamadas Jornadas de Junho de 2013, tentando entender a relação da esquerda com o poder, durante esse momento, ou seja, nesse arco que vai desse momento de agitação de massas até o retorno a um governo progressista de centro-esquerda após a derrota eleitoral do bolsonarismo.

“O que aprendemos com esse arco? Como é que ele pode nos ajudar a pensar para a frente? Quais são as lições e quais são as tarefas da esquerda agora que temos novamente um governo de centro-esquerdas?”. Análises e respostas a essas e outras questões fazem parte desta edição de lançamento no Distrito Federal.

A revista chegou no Brasil, primeiramente, como uma plataforma web, e existe na Internet, mas ainda em 2019, houve o lançamento de uma edição impressa. Desde então ela tem duas edições impressas por ano.

Segundo Marques, ela surge num momento de uma profunda crise política e também na esteira da campanha de solidariedade pela liberdade do presidente Lula, que acompanhamos desde o primeiro momento; pelo enfrentamento da extrema direita, agora na arena eleitoral; e para marcar o contraponto de defesa dos valores, dos símbolos, da luta histórica dos socialistas no momento em que a Presidência da República estava sendo ocupada por forças, abertamente, hostis ao socialismo, fazendo campanhas de divulgação contra o socialismo.

“Queríamos marcar esse contraponto e dizer que os socialistas estão aqui, estão vivos, não temos medo e vamos levantar nossas bandeiras, nossas ideias, defender nossa tradição histórica. E é assim que a Jacobin aparece, num primeiro momento, no Brasil: travando a batalha de ideias e fazendo um trabalho, por um lado, de agitação e de propaganda em defesa dos valores e do projeto socialista; e, em segundo lugar, oferecendo um espaço de formulação, sobretudo de uma formulação estratégica que poderia abarcar uma variedade da esquerda socialista em que a gente poderia atender melhor as nossas divergências e, na melhor das hipóteses, construir algumas sínteses”, afirma o professor da Universidade do ABC.

Lançamentos das edições impressas

A cada 2 meses, sai uma edição impressa da revista e, cada vez que é lançada uma nova edição impressa, a equipe da revista realiza atividades de lançamento. Essa vai ser a primeira atividade que vamos fazer em Brasília e é muito adequado porque esta é uma edição que discute especificamente esquerda e poder.

“Abrimos com um editorial, de autoria do editor-chefe, Marcos Queiroz, cujo título é “A batalha da Alvorada”, fazendo uma menção a nossas pretensões históricas de um novo dia, de um novo mundo, de um novo tempo que vem, mas também à batalha muito específica em torno da Esplanada dos Ministérios e do Palácio da Alvorada, uma região que ficou marcada, inclusive, com a tentativa de inssurreição fascista, uma tentativa de golpe da extrema direita de 8 de janeiro de 2023, e que mostra que tem ainda um embate, uma polarização na sociedade que o nosso governo tem grandes tarefas”, informa.

Marques diz que o governo Lula não é um governo só da esquerda, mas é um governo que tem socialistas dentro. “Nós da Jacobin defendemos uma espécie de atuação combinada, fortalecendo os movimentos extraparlamentares,a mobilização de rua, a pressão da classe trabalhadora organizada por fora das instituições, mas também o engajamento com a institucionalidade, com os partidos, inclusive com as eleições. E temos vários segmentos da esquerda que apontam caminhos, estratégias e táticas diferentes e nós queremos dialogar com essa diversidade. Nesta edição, há participação de pessoas de vários partidos, como, por exemplo, do PT, justamente que se colocam mostrando o que se tem por fazer agora no governo. Assim, achamos muito adequado que, para discutir esquerda e poder, fizessemos, pela primeira vez, uma atividade em Brasília, contando com a presença de pessoas que trabalham no Parlamento e que estão dentro do governo também”.

Para acessar o site, clique no link a seguir: https://jacobin.com.br/

E aqui está a página da atual edição, onde alguns textos podem ser acessados gratuitamente: https://jacobin.com.br/revista/

 

No CCBB, a história dos holandeses no Brasil tem ingressos gratuitos para escolas

A peça teatral Babilônia Tropical estreia dia 3 de agosto no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB). Sua história tem como pano de fundo a presença holandesa no nordeste brasileiro na primeira metade do século XVII. O espetáculo conta com um programa de formação de plateia, e assim terá sessão com ingressos especiais para ONGs, escolas, universidades e instituições durante esta temporada. No primeiro sábado da temporada brasiliense, haverá um debate sobre como abordar a História do Brasil em peças teatrais.

Os interessados em obter os ingressos podem entrar em contato via WhatsAssp com:

  • Julia Tolentino 61 98257-5405
  • Gabriel Lopes – 21 96936-9515

O debate

No dia 5 de agosto, sábado,  às 17:30, haverá um debate antes da exibição da peça. A ideia é promover uma conversa sobre os desafios de se abordar a história do Brasil numa obra teatral e a percepção de que o passado permanece vivo e operante em nossas vidas. E análise dos mecanismos históricos que reforçam os estereótipos nas relações etnoraciais em nossa Sociedade.”

A mediação e interlocução do debate estará a cargo de Glaucia Verena, diretora geral e fundadora LabVoz Graduada, Mestre e Doutoranda na Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. Cientista, especialista em Voz com trabalhos publicados em revistas internacionais. Formação musical na ULM em piano e canto lírico. Desenvolve construção de comunicação inclusiva e diversidade em instituições e processos artísticos. Além disso é fundadora do primeiro coletivo negro na Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, Núcleo Ayé, que promove pertencimento, letramento racial e posicionamento político institucional e é Diretora de Diversidade na Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia.

 

A peça

Babilônia Tropical conta a história da presença holandesa no Brasil no século XVII a partir do olhar de uma mulher que existiu, chamada Anna Paes. Filha de um dono de engenho de Pernambuco, estudou mais do que era permitido às mulheres do seu tempo. Casou-se aos dezoito anos, mas o marido morreu três meses depois numa batalha contra os holandeses. Com a morte do pai na sequência, ela se vê na condição de maior liberdade que uma mulher pôde experimentar na sociedade de então: livre dos jugos do pai e do marido.

Respirando os ares de modernidade e liberdade trazidos pelos holandeses, ela assume a administração do Engenho Casa Forte e vive intensamente a tentativa de construção de uma sociedade civilizada – com todas as contradições que esta ideia traz em si – num lugar até então distante e esquecido do centro das decisões que afetavam o resto do mundo, a Europa.

Anna Paes adota o calvinismo ao se casar com um holandês, mas, com a vitória do movimento de resistência luso-brasileiro, tem seus bens confiscados e é obrigada a partir.

Com sucesso de público e crítica em sua estreia em maio, em Belo Horizonte, Minas Gerais, o
espetáculo tem cenas que revelam lugares mais oblíquos do racismo, justamente por parte
daquelas personagens que se veem como artistas ‘antirracistas.

Com duração de aproximadamente 80 minutos, “Babilônia Tropical” oferece ao público uma
experiência sensorial rica e instigante, com música ao vivo e recursos audiovisuais, utilizando
desde imagens de arquivos históricos até filmagens realizadas em estúdio por uma equipe
audiovisual, com imagens de grande impacto e beleza.

O projeto recebeu apoio da Embaixada dos Países Baixos para o desenvolvimento da
dramaturgia, o que possibilitou uma viagem do autor Marcos Damigo a Pernambuco, bem como a
participação do historiador Daniel Breda no processo de pesquisa, além de uma primeira imersão
com o elenco da peça em 2022.

Babilônia Tropical estará em cartaz de 3 a 27 de agosto, sempre de quinta a sábado às às 19h30 e aos domingos, às 18h. Classificação 14 anos.

Após a temporada em Brasília, a peça segue para o CCBB do Rio de Janeiro e de São Paulo.

SERVIÇO
Babilônia Tropical – A Nostalgia do Açúcar Gênero: Drama Histórico
Temporada: 03 a 27 de agosto
Horário: Quinta a Sábado, 19h30 | Dom, 18h
Classificação indicativa: 14 anos
Duração do espetáculo: 84 minutos

 

CAIXA Cultural apresenta programação expositiva e audiovisual do Museu das Mulheres

De 1º de agosto a 10 de setembro, a CAIXA Cultural Brasília recebe a Programação expositiva e audiovisual do Museu das Mulheres. Com curadoria de Sissa Aneleh Batista de Assis (diretora do Museu das Mulheres), a programação celebrará as contribuições das mulheres pioneiras nas artes plásticas de Brasília por meio da Mostra Coletiva “Trajetórias Femininas – Primeira Geração de Artistas Plásticas de Brasília”.

Além disso, também serão exibidos filmes produzidos por cineastas mulheres abordando o protagonismo feminino negro na direção de cinema documentário em Brasília, presentes na Mostra de Cinema “Elas Estão na Direção”. Tais iniciativas reafirmam a importância em promover a visibilidade e a valorização do trabalho artístico de mulheres, caracterizado pela originalidade da pesquisa em linguagens artísticas, uso de técnicas inovadoras e temáticas do universo feminino.

Este projeto é realizado com o patrocínio do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF) e o apoio da CAIXA e Governo Federal.

 

Serviço:

Trajetórias Femininas – Primeira Geração de Artistas Plásticas de Brasília

Obras de | Betty Bettiol, Helena Lopes, Lêda Watson, Marlene Godoy, Naura Timm e Ray di Castro

Curadoria | Sissa Aneleh

Galeria Vitrine | Caixa Cultural Brasília

Abertura para convidadas/os | 1º de agosto, das 19h às 22h

Visitação | a partir de 2 de agosto até 10 de setembro

Entrada | Gratuita

Classificação indicativa | Livre para todos os públicos

 

A mostra coletiva “Trajetórias Femininas – Primeira Geração de Artistas Plásticas de Brasilia” oferece um recorte histórico, geracional e temporal que destaca a atuação pioneira de mulheres artistas plásticas em Brasília. A mostra reúne 60 obras de arte, proporcionando uma visão panorâmica da pesquisa artística realizada por cada artista, ao passo que apresenta as principais precursoras do cenário artístico feminino que se formou na construção da capital federal. Com obras de Betty Bettiol, Helena Lopes, Lêda Watson, Marlene Godoy, Naura Timm e Ray di Castro, a exposição representa um recorte da história da arte produzida por mulheres que se mudaram para o Distrito Federal, onde iniciaram suas produções ou deram continuidade a elas. Essas artistas compõem um grupo notável, entre 75 anos  e 90 anos de idade, que apresenta produção artística contínua e carreira que ultrapassa 40 anos de contribuição à Arte Brasileira, além de inovarem ao criar técnicas e usar as novas tecnologias, como a arte digital desde o surgimento desta linguagem artística.

 

Programação paralela da mostra de artistas plásticas

Durante o período da mostra, serão realizadas conversas com artistas com interpretação em Libras nos dias 17/08 e 24/08, às 19h30, e visita guiada com a curadora da mostra no dia 02/09, às 16h, na Galeria Vitrine. A programação estará disponível no site http://www.museudasmulheres.com.br  e no  instagram | @‌museudasmulheres_oficial.

A entrada é gratuita e livre para todos os públicos.

 

Elas Estão na Direção

Mostra de cinema produzido por mulheres negras

Filmes de | Edileuza Penha, Marisol Kadiegi e Jamila Terra

Curadoria | Sissa Aneleh

Sessões | 1º, 8, 15 e 22 de agosto e 5 de setembro, às 19h.

 

Sessão especial dia 12 de agosto às 16h, seguida de conversa com as cineastas e curadora às 18h com tradutora intérprete de libras

Onde | Auditório da CAIXA Cultural Brasília

Entrada | Gratuita

Classificação indicativa | Livre para todos os públicos

Retirada de ingressos na bilheteria da CAIXA Cultural Brasília

 

A mostra “Elas estão na Direção” apresenta documentários de curta e longa metragem realizados por mulheres cineastas negras. Os filmes selecionados foram realizados por diretoras pertencentes a três gerações diferentes. Ao longo da mostra serão apresentados o curta-metragem Filhas de Lavadeiras, de Edileuza Penha; o longa-metragem Xinguilamento, a Força dos Ancestrais, de Marisol Kadiegi; e o curta-metragem Bayo – palavra tecendo alegria, de Jamila Terra.

 

Serviço:

Programação expositiva e audiovisual do Museu das Mulheres

Mostra de artes visuais | Trajetórias Femininas – Primeira Geração de Artistas Plásticas de Brasília

Obras de | Betty Bettiol, Helena Lopes, Lêda Watson, Marlene Godoy, Naura Timm e Ray di Castro

Curadoria | Sissa Aneleh

Galeria Vitrine | CAIXA Cultural Brasília

Visitação | De terça a domingo, das 9h às 21h

Entrada | Gratuita

Classificação indicativa | Livre para todos os públicos

 

Elas Estão na Direção

Mostra de cinema produzido por mulheres negras

Filmes de | Edileuza Penha, Marisol Kadiegi e Jamila Terra

Curadoria | Sissa Aneleh

Onde | Auditório da CAIXA Cultural Brasília

Sessões | 1º, 8, 15 e 22 de agosto e 5 de setembro, às 19h

 

Sessão especial dia 12 de agosto às 16h, seguida de conversa com as cineastas e curadora às 18h

Classificação indicativa | Livre para todos os públicos

Acesso para pessoas com deficiência

Informações | (61) 3206-9448 e (61) 3206-9449 | www.caixacultural.gov.br

Entrada | Franca

Patrocínio | Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF)

Apoio | CAIXA e Governo Federal

Site | http://www.museudasmulheres.com.br

Instagram | @‌museudasmulheres_oficial

Kailash Satyarthi, Prêmio Nobel da Paz, faz conferência em Brasília

A Coordenadoria Nacional de Combate ao Trabalho Infantil e de Promoção e Defesa dos Direitos de Crianças e Adolescentes (COORDINFÂNCIA), do Ministério Público do Trabalho, convida os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais para conferência do ativista e Prêmio Nobel da Paz, Kailash Satyarthi. O evento será realizado no dia 04 de agosto, às 8h30, na sede da Procuradoria Geral do Trabalho (Auditório do Centro Empresarial CNC, 2º subsolo – SAUN, Quadra 5, Lote C, Torre A).

O ativista abandonou a carreira na engenharia para combater o trabalho infantil na Índia. Desde 1990 já libertou mais de 80 mil crianças do trabalho infantil e da escravidão, ajudando-as na reintegração social e na reinserção na educação. É um defensor de infâncias e adolescências dignas e da educação como direito absoluto e instrumento de transformação.

Em 1999, Kailash comandou a marcha global, que durou pouco mais de 6 meses e percorreu 103 países. Sua iniciativa culminou, anos mais tarde, na elaboração da Convenção nº 182 da OIT, que trata da proibição e abolição das piores formas de trabalho infantil, hoje ratificada por mais de 180 países.

A confirmação de presença poderá ser encaminhada para o e-mail mpt.coordinfancia.correio@mpt.mp.br. Participe!

Dia 1º de agosto: dia do ato em prol da regulamentação da licença-paternidade

Os coletivos Grupo de Mulheres do Brasil/Brasília, Elas Pedem Vista, liBertha, Elas Discutem realizam, no dia 1º de agosto, às 16h, um ato público em prol da regulamentação da licença-paternidade no Brasil. O ato é aberto à participação de todos e todas e será realizado no hall da taquigrafia, no Anexo II da Câmara dos Deputados.

“A quem interessa a regulamentação da licença-paternidade no Brasil? Aos pais, que criam mais vínculos com seus filhos; às mães, que passam a dividir melhor a responsabilidade pelos cuidados; e aos próprios filhos, que se beneficiam dessa presença”, afirma o grupo Elas Discutem em postagem no Instagram.

Segundo o Elas Discutem, “embora seja um direito fundamental previsto na Constituição desde 1988, o Congresso Nacional pouco se preocupou com ele. Somente agora, em 2023, é que a Câmara dos Deputados finalmente criou um Grupo de Trabalho para dar o devido encaminhamento ao assunto!”

Também está em curso na Suprema Corte (Supremo Tribunal Federal – STF) o julgamento da Ação Direta de Inconstitucionalidade por Omissão (ADO) 20, em que se decidirá se o Legislativo está ou não em mora e quais seriam as consequências práticas disso.

O ato conta com o apoio da Secretaria da Mulher da Câmara dos Deputados e da Gráfica Movimento. O Sinpro-DF também se une à defesa da licença-paternidade e convida a quem puder a participar do ato em prol dessa regulamentação no dia 1º de agosto, às 16h, no hall da taquigrafia (Anexo II da Câmara dos Deputados).

“Esta é uma pauta de todos e de todas nós. Por isso, os coletivos Grupo Mulheres do Brasil, Elas Pedem Vista, LiBertha e Elas Discutem se uniram e contam com o valioso apoio da Secretaria da Mulher e da Gráfica Movimento. Precisamos de vocês!”

 

 

 
 
 
 
 
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CED 6 de Ceilândia apresenta uma Odisseia Cultural

Há dez anos o Centro Educacional 6 de Ceilândia promove um projeto que incentiva os(as) estudantes a passarem por processos importantes e necessários do trajeto pedagógico: lembrar, compreender, aplicar, analisar, avaliar e criar. Em 2009, com intuito de melhorar as práticas avaliativas da escola, o grupo de professores(as) e orientadores(as) educacionais pensou em um projeto ousado: em vez de uma turma com oito pequenos grupos apresentando cada um seu trabalho em uma disciplina específica, a formação de uma escola com 32 macro grupos apresentando seus trabalhos de forma transdisciplinar. Nascia aí o projeto Odisseia Cultural.

Por meio da Odisseia Cultural, os(as) alunos(as) têm total liberdade para tratar quaisquer assuntos com abordagens pedagógicas e/ou artísticas. Nos últimos anos o projeto debateu temas como pertinentes, exemplo do Holocausto, LGBTQIA+Fobia, 100 anos do Samba, Fernando Pessoa, História de Ceilândia, Higiene Básica, entre outros. Este ano o projeto ocorreu de 15 a 22 de julho.

Ana Carolina, coordenadora do CED 6, ressalta que o trabalho pedagógico nesta atividade requer mediação e orientação, a fim de tornar o projeto cada vez mais interessante e consistente, sendo vital que toda a comunidade escolar esteja envolvida no processo. “O que torna mais interessante o projeto é que cada turma decide sobre qual tema vai falar e de que forma apresentar. Esse ano, por exemplo, nós tivemos um trabalho que falava sobre racismo e eles optaram por fazer um documentário entrevistando os alunos, professores e profissionais da escola, com uma apresentação teatral. Também foi proposto um tema pensando sobre a morte do ponto de vista biológico, filosófico, religioso e matemático”, analisa a professora, lembrando que o projeto foi idealizado pelo vice-diretor Ricardo Jardim Medeiros.

A professora lembra que o processo de escolha do tema não fácil. Durante o percurso os(as) alunos(as) discutem, debatem, brigam e nem sempre a sala toda concorda com a ideia que venceu. Os(as) estudantes então precisam lidar com as expectativas da idealização e as frustrações da realização. “Nem tudo o que se imagina se concretiza, além da necessidade de saber encaixar seu talento no trabalho e saber fazer as coisas em equipe. Mas após a apresentação é incrível como os outros colegas, os professores percebem os estudantes com uma maior admiração”, explica.

Para o professor e coordenador do CED, Valter Halyson Leal da Silva, “se tivermos que resumir a essência da Odisseia em uma síntese, esta seria Liberdade de espaços formados e temas”.

 

CUT promove live nesta segunda (24) sobre 32 anos da Lei de Cotas para PCD

A promulgação da lei 8.123/91 completa 32 anos nesta segunda-feira (24) e a CUT promoverá um debate ao vivo que discutirá dificuldades, desafios e alternativas para ampliar a inclusão das pessoas com deficiência (PCDs) no mercado de trabalho.

O encontro organizado pela Secretária Nacional de Políticas Sociais e Direitos Humanos da CUT e pelo coletivo Nacional dos Trabalhadores e Trabalhadoras com Deficiência da Central tratará de questões como a proposta desenvolvida pela CUT em parceria com Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) para que sindicatos possam ter acesso a informações e acompanhar o cumprimento da lei.

O programa foi apresentado ao ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, no dia 22 de junho, como uma forma de analisar se a empresas com mais 100 empregados e empregadas têm reservado de 2% a 5% das vagas para a contratação de pessoas desse grupo, conforme determina a norma.

O encontro desta segunda contará com a secretária nacional de Políticas Sociais e Direitos Humanos da CUT, Jandyra Uehara, os representantes da coordenação do Coletivo Nacional dos Trabalhadores e Trabalhadoras com Deficiência da CUT, Maria Cleide, a Cleidinha, e Carlos Maciel, o ex-conselheiro do Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência (Conade), Isaias Dias, a diretora dos direitos da pessoas com deficiência da Secretaria Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência (SNDPD), Naira Gaspar, e o técnico do Dieese Gustavo Monteiro.

A discussão sobre a inclusão das PCDs é fundamental no momento em que a classe trabalhadora luta por medidas que garantam condições dignas de trabalho após seis anos dos governos do ex-presidente golpista Michel Temer (MDB) e do ex-presidente inelegível Jair Bolsonaro (PL), que elegeram os direitos trabalhistas como inimigos.

De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgados em 2022, sete em cada 10 pessoas com deficiência estão fora do mercado de trabalho.

Para quem está empregado, o salário médio é R$ 1 mil menor do que os demais. Enquanto as pessoas com deficiência recebiam em média R$ 1.639 mensais, o rendimento médio das pessoas sem deficiência era de R$ 2.619.

Ainda de acordo com o relatório, o Brasil possuía em 2019, 17,2 milhões de pessoas com alguma deficiência, o equivalente a quase 10% da população brasileira. Para acompanhar a live, acesses os canais da CUT.

Facebook – https://www.facebook.com/cutbrasil

 

https://www.youtube.com/watch?v=4E6va6UmbGE

Documento tira-dúvidas sobre aposentadoria tem atualizações

Está atualizado no site do Sinpro (clique aqui para ver) o documento tira-dúvidas sobre aposentadoria por idade e tempo de contribuição.

A cartilha foi originalmente elaborada em 2021, e é uma produção da Secretaria de Assuntos dos Aposentados do sindicato, que a preparou um “tira-dúvidas”, com base nas leis vigentes e atuais, para orientar professores(as)/orientadores(as) prestes a se aposentarem.

O material está atualizado com as mais recentes leis vigentes, para orientar a categoria com o passo a passo do roteiro da aposentadoria.

“A ideia aqui é facilitar a vida de quem precisa entrar com o processo de aposentadoria. As informações estão condensadas e reunidas num só lugar”, informa a coordenadora da Secretaria de aposentados, Elineide Rodrigues.

O PDF com a nova cartilha do Sinpro já está disponível aqui no site. Clique aqui e baixe o texto.

MATÉRIA EM LIBRAS

Prazo de inscrição para especialização Ciência é 10 é prorrogado

A Universidade de Brasília (UnB) prorrogou para 31 de julho o prazo de inscrição para a especialização Ciência é 10, ofertada na modalidade de educação a distância (EaD) pela Universidade Aberta do Brasil (UAB)/UnB e coordenada pelo Instituto de Física da UnB. A pós é voltada para professores(as) graduados(as) em Ciências, Biologia, Física ou Química que atuam nas redes pública e privada de educação e ministram aulas de ciências no Ensino Fundamental II (6º ao 9º ano).

O curso é estruturado em quatro eixos temáticos (Vida, Ambiente, Universo e Tecnologia) e propõe formar docentes com uma visão crítica e investigativa. São 200 vagas disponíveis, distribuídas nos seguintes polos de apoio da UAB: Águas Lindas de Goiás (GO), Anápolis (GO), Brasília/Asa Norte (DF), Formosa (GO), Gama (DF), Luziânia (GO), Planaltina (GO) e Santo Antônio do Descoberto (GO).

As inscrições poderão ser feitas até o dia 31 de julho clicando aqui

Oficina de escrita criativa de ficção científica no Sesi Lab

Você já imaginou como estará o mundo daqui a 30, 50, 80 anos? Que tal escrever sobre isso?

“Objetos do futuro” é uma oficina de escrita criativa para interessados em ficção científica. Durante o encontro, os participantes serão convidados a fabular futuros possíveis através de narrativas e especulações orientadas pelos escritores Alexey Dodsworth, Lu Ain-Zaila, Trudruá Dorrico e Cristina Laisaitis.

Serão duas oficinas gratuitas, uma no dia 22 outra no dia 23 de julho (sábado e domingo), no Espaço Maker do Sesi Lab (no Setor de Diversões Sul, ao lado da Rodoviária do Plano Piloto). Para participar, é necessário chegar com 30 minutos de antecedência e retirar senha na recepção do museu. Indicada para pessoas acima de 12 anos.

 

Festival O Futuro das Profissões

A oficina de escrita criativa é um dos eventos do Festival O Futuro das Profissões. A programação do festival ocupará o Túnel, o Experimento Lab e o Espaço Maker. O público-alvo são adolescentes e jovens e o público em geral interessados com as mudanças no mundo do trabalho.

Profissionais com perfis diversos foram escalados para dialogar com o público de Brasília sobre tendências, novas profissões e o futuro do próprio trabalho – como criatividade, inteligência artificial, novas tecnologias, inclusão, habilidades emocionais e novas profissões. “Nos workshops, exploraremos o metaverso e escritas criativas sobre o futuro. Ainda teremos uma mesa redonda para um balanço e aprofundamento da experiência da exposição temporária com a participação de cientistas, curadores e do Nexo Jornal, nosso parceiro de conteúdo”, explica a gerente-executiva de Cultura do Serviço Social da Indústria (SESI), Claudia Ramalho.

Mesmo gratuita, a participação no festival requer emissão de ingressos na plataforma Sympla ou na bilheteria física do museu. Somente não é exigido ingresso na programação realizada no Túnel, por ser área pública revitalizada, com capacidade para receber até 100 pessoas sentadas e sujeita a lotação. Já para as atividades no Experimento Lab e no Espaço Maker, os ingressos são necessários e limitados, e com participação garantida por ordem de chegada.

Mais informações sobre o evento, clique aqui  

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