Inscrições abertas para bolsas de estudo MEXT, no Japão

O Ministério da Educação, Cultura, Esporte, Ciência e Tecnologia (MEXT) do governo japonês oferece bolsas de estudos para estudantes estrangeiros que buscam uma formação profissional no Japão. As inscrições são gratuitas e estão abertas de 1 a 21 de junho (com entrega presencial de documentos; caso o envio seja pelos correios, a data de postagem deve ser até 14 de junho).

Os candidatos a cursos de nível superior, técnico ou profissionalizante em instituições de ensino do Japão devem ter ensino médio completo ou previsão de formatura até março de 2024, e idade máxima de 24 anos.

É necessário domínio da língua inglesa e conhecimentos da língua japonesa. A seleção é realizada através de análise documental, provas escritas e entrevista.

Os cursos começam em abril de 2024 e o apoio do governo japonês é integral, incluindo passagem aérea, isenção de taxas escolares e auxílio de custo mensal para despesas durante toda a duração do programa, além de curso preparatório de língua japonesa e outras disciplinas, durante o primeiro ano.

Para saber mais sobre o regulamento, os cursos disponíveis e como se inscrever, acesse: https://www.br.emb-japan.go.jp/itpr_pt/graduacao.html. Para outras dúvidas, acesse o canal da Embaixada do Japão no Brasil, onde há uma série de vídeos com depoimentos e explicações para as perguntas mais frequentes. Dúvidas também podem ser encaminhadas para o e-mail cultural.japao@bs.mofa.go.jp.

Professor soluciona problemas de geometria online para quem vai fazer Enem

O professor Wellington Santos oferece, gratuitamente, em seu canal do YouTube, aulas com resolução de exercícios de matemática com foco em goemetria.

Com o título “Matemática é linda” (@matematicaelinda), o canal está nas redes desde 2014. “São atividades para o Enem e demais vestibulares de um nível médio e alto de dificuldade”, afirma.

Segundo ele, geralmente, não existe na Internet a solução para esses tipos de exercícios. Ele informa que os vídos ajudam muito os(as) estudantes que estão se preparando para o Enem.

Confira, a seguir, alguns vídeos.

 

https://www.youtube.com/@amatematicaelinda

 

 

 

 

Professora interpreta “Vovó Rosalinda” e encena performance digital em Libras para surdos

A professora Rosa Pires realiza uma performance digital com o título “O Silêncio que vos fala”, com Vovó Rosalinda, e a disponibiliza em canal do YouTube (confira o link no final desta matéria). Professora de Artes na Escola Bilíngue Libras Português Escrito de Taguatinga (EBT), da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEE-DF), Rosa interpreta Vovó Rosalinda – uma personagem criada por ela mesma – e encena uma performance digital para crianças e jovens surdos (as).

A performance em vídeo é apresentada em Libras e voltada à educação inclusiva para crianças e jovens surdos. Segundo ela, “a apresentação é composta por elementos visuais que auxilia na compreensão e aprendizagem da pessoa surda, além de trazer elementos do teatro. A proposta surgiu durante a minha imersão na cultura surda”.

A professora Rosa Pires leciona Artes na EBT/SEE-DF desde 2017. Ela explica que a ideia inicial era contar histórias em Libras para crianças surdas e contribuir, por meio da Arte, para uma educação ampla e interativa de forma a promover o protagonismo do sujeito surdo, logo evolui para o projeto de mestrado profissional em Artes na Universidade de Brasília (UnB).

“A performance é a finalização de um projeto de mestrado da UnB em Artes. A temática da dissertação é uma pesquisa que busca averiguar qual a importância da Arte na educação inclusiva e como atividades artísticas na escola podem contribuir para promover  o protagonismo do indivíduo surdo”, explica a professora.

Ela informa que essa amostra em vídeo-performance traz a personagem da Vovó Rosalinda demonstrando a importância da Arte para abordar temáticas, como família, inclusão, afeto, acolhimento, respeito e valores. “A forma teatral com que se apresenta a personagem demonstra o poder do lúdico em encantar e despertar a atenção das pessoas para temas tão sensíveis e importante para nossa sociedade como a inclusão e o preconceito”.

Outros personagens também compõem o repertório para apresentações artísticas e performances em vídeos, outras informações estão disponíveis no site. “A ideia do projeto em formato de performance digital é a abrangência que tem hoje a cultura que compõem o ciberespaço. Essa apresentação extrapola as paredes que delimitam o espaço físico da sala de aula, atingindo pessoas de todo Brasil que tem hoje a Libras como segunda língua. É possível também mostrar para os não-surdos como a língua de sinais pode ser expressiva e dinâmica, despertando o interesse na aprendizagem e aquisição dessa língua, o que pode facilitar cada vez mais a comunicação do surdo e promover sua inclusão na sociedade”, afirma.

A Escola Bilíngue Libras Português Escrito de Taguatinga é voltada para estudantes surdos(as) da rede pública de ensino que tem como primeira língua a Libras. Há 25 anos, ela se dedica à Arte-educação. É mestranda em Artes pela Universidade de Brasília (UnB); especialista em Libras e Arte Intermidiática Digital, licenciada em Artes Cênicas pela Faculdade Dulcina de Moraes (FADM/DF) e em Artes Visuais pela Universidade Federal de Goiás (UFG).  “Minha disciplina é Artes. Embora esteja há 25 anos na educação, foi no Ensino Especial que me encontrei”, finaliza.

A professora produz seu próprio site: https://www.rosapires.com.br/ e divulga sua Arte no Instagram: @rosapires76. Confira, a seguir, o vídeo que está disponível no canal do Youtube:

Câmara dos Deputados realiza audiência pública sobre EJA

A Câmara dos Deputados promove, na segunda-feira (12/6), uma audiência pública para debater a Educação de Jovens e Adultos (EJA), abordando a apresentação do diagnóstico e problematização.

A audiência ocorre das 14h às 17h, no Plenário 10 – Comissão de Educação – Anexo II – Câmara dos Deputados.

Presenças confirmadas:

RITA DE CÁSSIA PACHECO GONÇALVES – Coordenadora Nacional Do Fórum de Educação de Jovens e Adultos – EJA no Brasil

JOSÉ CELESTINO LOURENÇO – Secretário de Cultura da CUT

JAQUELINE PEREIRA VENTURA – Professora Pesquisadora sobre a Educação de Jovens e Adultos da ANPED

CLAUDIA BORGES COSTA – Diretora de Políticas de Alfabetização e Educação de Jovens e Adultos, da SECADI/MEC

GETÚLIO MARQUES FERREIRA – Secretário de Educação Profissional e Tecnológica – SETEC/MEC

MAGNO LAVIGNE – Secretário de Qualificação e Fomento à Geração de Emprego e Renda – Ministério do Trabalho e Emprego

RENATO PEIXOTO DAGNINO – Professor Pesquisador do Instituto de Estudos Avançados da Universidade Estadual de Campinas – IDEA/Unicamp

Serviço

Audiência pública sobre EJA – Apresentação do diagnóstico e problematização
Data: 12 de junho de 2023 – segunda-feira.
Horário: 14 às 17 horas.
Local: Plenário 10 – Comissão de Educação – Anexo II – Câmara dos Deputados.

Projeto “Cliquei minha escola num Poema” promete agitar Sobradinho

Promover na comunidade escolar o direito à ocupação dos seus espaços e territórios, a fim de se construir um olhar mais humanizado sobre eles, garantindo a interação entre homem e meio ambiente. Com este objetivo, o professor Cleiton Rodrigues Torres, do Centro de Ensino Médio 01 de Sobradinho, desenvolveu o projeto “Cliquei minha escola num Poema”, com apoio do diretor Rafael Urzedo.

A ideia é tão simples quanto extremamente criativa.

“Buscamos olhar de forma poética os espaços e territórios da escola, ou seja, tornar lugares e olhares comuns em arte”, enfatiza Cleiton.

Unindo fotografia e poesia, os alunos são levados ao fortalecimento de seus conceitos sobre o ambiente em que estão inseridos e fortalecem a ideia de pertencimento dos espaços escolares.

Confeccionados por estudantes dos 1º e 2º anos do Novo Ensino Médio, os fotopoemas ou fotopoesias estarão expostos em breve na Biblioteca Escolar Comunitária Espaço Rui Barbosa (BECERB), na Quadra 04, Área Especial 04 , em Sobradinho – “um espaço educacional cuja a existência há décadas contribui com a História de nossa cidade. É um aparelho cultural e educacional aberto a toda comunidade e que abrigou gerações de estudantes que passaram por suas dependências e que foram por ela influenciados e que a influenciaram”, explica o professor Cleiton Rodrigues. 

Em tempo: O fotopoema é uma criação artística que mescla duas artes: a fotografia e o poema. É uma criação artística que parte da fotografia para o texto (poema). O fotopoema constitui-se da junção da poesia em si e da fotografia, nele encontram-se um poema sob uma imagem, o que muitas vezes já fala por si, causando um maior impacto no leitor.

Confira outra obra (são quase 200):

Pedagoga Adrielly, a 12ª vítima de feminicídio no DF em 2023

A 12ª vítima de feminicídio do DF neste ano era pedagoga, e lecionava no CEF 418 de Santa Maria. Na noite de sexta-feira (2/6), Adrielly Thauana foi assassinada a facadas por Josmar Junio, que tentou se matar em seguida e foi encaminhado ao Hospital do Regional Gama (HRG), onde segue internado. Adrielly é natural do Piauí, e será enterrada em seu estado natal.

A diretora do CEF 418, Gabriela Lima da Silva, lamenta muito a perda da colega: “Adrielly, você fará falta para nós, aqui no Cef 418, tenha a certeza disso. Estamos todos muito tristes com a sua partida. É difícil aceitar que não teremos mais seu sorriso em nossas manhãs, mas sabemos que você já não está mais sofrendo, está em um lugar melhor e certamente sorrindo para Deus.”

Em todo o ano de 2022, o Distrito Federal registrou 17 feminicídios. Em 2023, até o início de junho, já foram registrados 12 feminicídios na Capital Federal – de 25 tentativas de feminicídio. Mas, dos 12 assassinos das (ex-?) companheiras, 10 estão presos, um se matou e apenas um segue foragido.

O feminicídio é problema endêmico no Brasil – e em vários outros países. Por que, para tantos homens, dispor da vida de uma mulher como se fosse um objeto, ou coisa menor / inferior, é algo tão natural? Encontramos a resposta numa combinação histórica e social de cultura machista com ascensão de pautas conservadoras e morais.

Promover a reflexão sobre o papel da mulher na escola e na sociedade é tarefa também do sindicato. E você? Já levou suas turmas a refletirem sobre isso?

“É função da escola escancarar essa naturalização da violência contra mulheres. É nossa função, como educadores e educadoras, mostrar aos estudantes a ausência de justificativa para o tratamento dispensado às mulheres por vários homens (e mulheres também) em pleno século XXI”, lembra Mônica Caldeira, coordenadora da secretaria de mulheres educadoras do Sinpro. “Qual a correlação entre o conservadorismo, o machismo e a punição aos corpos das mulheres? Qual a correlação entre as pautas morais e as pautas de costumes e a punição à existência das mulheres”, lembra a diretora do Sinpro.

A Professora Adrielly foi a 37ª vítima (entre fatais e quase fatais), apenas nos casos reportados de feminicídio. Muitos outros não foram reportados, e muitas outras expressões de machismo tão presente em nossa sociedade se dão de diversas formas.

Adrielly Thauana, presente! Descanse em paz.

Festa Junina angaria fundos para Ação Social de Natal 2023

O Distrito Clandestino e a Equipe Natal Radical convidam professores(as), orientadores(as) educacionais e toda a comunidade para sua tradicional Festa Junina com bingo, comidas típicas e muita diversão. A programação será no dia 17 de junho, a partir das 17h, no estacionamento da QR 206 (Conjunto 8, Samambaia Norte) e terá como objetivo angariar fundos para a Ação Social de Natal 2023. As escolas atendidas pelo projeto Natal Radical 2023 serão a Escola Classe 111 de Samambaia e a Escola Classe Guariroba.

O projeto Natal Radical teve início em 2015, na Escola Classe 419 de Samambaia. Desde então, todo ano (exceto na pandemia) o grupo escolhe uma escola em uma área mais carente da capital federal e os(as) alunos(as) escrevem cartinhas para o seu padrinho ou madrinha. Cada cartinha é escolhida, apadrinhada com todo carinho e presenteia-se com o que a criança pediu.

Além de levar alegria e demonstrar carinho por aqueles(as) que carecem de alguma coisa, o projeto leva esperança às crianças. A página do Natal Radical no Instagram é @natalradical.

Participe!

Clique aqui e confira o vídeo da festa. 

CLDF promove audiência pública sobre a gestão das águas do DF

Por iniciativa do deputado Gabriel Magno (PT), a Câmara Legislativa do Distrito Federal realiza no dia mundial do meio ambiente (próxima segunda-feira, 5/6), às 19h, audiência pública sobre as águas do DF.

A ideia do evento é discutir a gestão das águas do DF para todas as formas de vida e seu habitat, bem como para alcançarmos o direito à água potável para todos e todas, conforme a agenda 2030 da ONU.

 

 

“Memória Viva do curso A Arte de Contar Histórias ”: professora lança documentário na CRE do Núcleo Bandeirante

“De quantas histórias se faz uma história? Quantos enredos haverá nela?” Essas e outras indagações dão o tom ao documentário “Memória Viva do curso A Arte de Contar Historias”, de autoria de Cristina Aparecida Leite, professora de Português da rede pública de ensino e atuante, desde 2008, nas Oficinas Pedagógicas. A estreia do documentário ocorreu, nessa quarta-feira (31), no auditório da Coordenação Regional de Ensino (CRE) do Núcleo Bandeirante, entre 13h30 e 16h.

O filme faz parte da pesquisa de doutoramento da professora Cristina sobre o curso “A Arte de Contar Histórias”, ministrado pelos Centros de Vivências Lúdicas Oficinas Pedagógicas da Secretaria de Estado da Educação do Distrito Federal (SEE-DF). Ela explica que o lançamento teve como objetivo a apreciação, pelo grupo dos professores e professoras formadoras das Oficinas Pedagógicas, que estão contribuindo para que ela organize a história que está sendo contada. O evento contou com a participação do coordenador da CRE, Mauro Rocha e do chefe da UNIEB, Afrânio Barros, do Núcleo Bandeirante, além das anfitriãs da Oficina, Professoras Simone Moura e Karla Machado.

Também estiveram presentes Maria das Graças, subsecretaria da EAPE,  e sua assessora Maria Cristina; Luciana Ribeiro, diretora da DIOP; Luana Mendes (EAPE), gerente da GDOL; Lucas Baeta, coordenador das Oficinas Pedagógicas; professores formadores das 14 Regionais de Ensino que estão na ativa e vários(as) aposentados(as), e, ainda, alguns cursistas egressos da formação que estão colaborando com a pesquisa de doutoramento da professora Cristina Leite. Houve cerca de 80 participantes ao todo.

“Importante mencionar que grande parte do grupo focal da minha pesquisa são professoras e professores formadores aposentados que fazem parte desta narrativa. É um grupo tão engajado que, mesmo após aposentados, permanecem vinculados a esta história, pois sabem da sua importância para a educação pública. São inúmeros os relatos de professores e professoras cursistas de todas as Regionais de Ensino que mencionam terem sua trajetória transformada pela participação nos cursos das Oficinas Pedagógicas”, afirma a professora.

Estreia intimista – Ela informa também que essa estreia foi mais intimista, justamente, para apreciação do documentário por quem participa da história, que é, em essência, coletiva. “Escolhi não contar esta história sozinha justamente por isso. Os interlocutores da minha pesquisa estão acompanhando todo o processo. É uma pesquisa COM eles e não sobre eles. Por isso, este momento foi tão importante. Ainda vou considerar os apontamentos feitos e, caso seja necessário, faremos os ajustes no material para poder lançar para toda a rede, em um outro momento, fazendo um lançamento oficial, aberto para toda a rede pública de ensino, convidando todos que já passaram por esta formação, exatos 3.909 professores e professoras de todas as Regionais”, diz Cristina.

Segundo ela, embora ainda em desenvolvimento, a pesquisa já permitiu evidenciar que o curso contribui para enriquecimento da prática pedagógica de professores de diferentes etapas (desde a educação infantil até o ensino médio), diferentes modalidades (EJA, educação profissional, ensino especial) e diferentes disciplinas, incluindo professores das áreas das exatas, como matemática, biologia e física. Tudo isso devido ao poder de transformar e de humanizar que as histórias possuem. O curso ainda contribui com a trajetória de muitos professores que passam pela readaptação e precisam encontrar novas formas de atuar, vivificando os espaços das salas de leitura e bibliotecas escolares.

Contação de histórias – “Contribui para a cena artística-cultural do DF, pois, após a formação, muitos continuam contando histórias para além dos espaços escolares, formam grupos de contação de histórias e vemos nascer muitos escritores egressos desta experiência. Aos aposentados, o curso oferece nova possibilidade de atuação, seja profissionalmente ou em trabalhos voluntários, espalhando as histórias, tão necessárias, especialmente neste momento pós pandemia em que precisamos reencontrar o que nos une como humanos: o olho no olho, a emoção e a imaginação criadora. Todas estas são percepções que a pesquisa em andamento, com a participação ativa de mais de 100 profissionais já me permitiram perceber”, informa.

Cristina destaca a importante presença do Sinpro-DF na trajetória de sucesso deste curso. “É importante mencionar que a pesquisa mostrou que o SINPRO-DF se faz presente nesta trajetória de sucesso, no movimento embrionário para o curso se estruturar, quando ofereceu formação continuada ministrada pelo Mestre Zezito (in memoriam), da qual muitas professoras formadoras das Oficinas Pedagógicas participaram e trouxeram esses saberes para o curso ir sendo constituído. A primeira turma aconteceu em 1999”, lembra.

Oficinas Pedagógicas –  Cristina diz  que o nome “Oficinas Pedagógicas” gera ambiguidade e que ele foi alterado, em 2018, para que a categoria entendesse o que é esse trabalho. As Oficinas Pedagógicas são espaços de formação continuada em que se busca, sempre, trabalhar teoria e prática interligados.

“É uma formação que é diferente. Trata-se de um trabalho vanguardista, que nasceu em 1986 e une teoria e prática em suas propostas e, por isso, faz tanto sucesso entre os professores e as professoras. Em 2018, teve uma portaria, que rege até hoje, que mudou esse nome para Centros de Vivências Lúdicas Oficinas Pedagógicas. No entanto, popularmente, esses espaços são conhecidos como Oficinas Pedagógicas”, explica. Ela se afastou do CVLOP de Samambaia quando foi para o doutorado.

Atualmente, existem 14 Centros de Vivências Lúdicas Oficinas Pedagógicas (CVLOP), com equipes compostas por cerca de três professores(as) formadores(as), que oferecem os cursos aos(às) demais professores(as) da rede. Confira os locais dos CVLOP.

CVLOP de Brazlândia

CVLOP de Ceilândia

CVLOP do Gama

CVLOP do Guará

CVLOP do Núcleo Bandeirante

CVLOP do Paranoá

CVLOP do Plano Piloto/ Cruzeiro

CVLOP de Planaltina

CVLOP do Recanto das Emas

CVLOP de Santa Maria

CVLOP de Sobradinho

CVLOP de São Sebastião

CVLOP de Taguatinga

CVLOP de Samambaia.

Peça: Grande Sertão Veredas – Uma Kizomba Periférica

A Semente Cia de Teatro apresenta a peça Grande Sertão Veredas – Uma Kizomba Periférica, entre os dias 2 e 24 de junho, no Espaço Semente (entre a rodoviária e a biblioteca pública do Gama/DF), sempre às 20h, com entrada gratuita.

De acordo com os organizadores, a peça adentra o universo de Guimarães Rosa “para oferecer ao público uma ousada releitura de um dos grandes clássicos da literatura brasileira. No espetáculo o sertão é o terreiro e as personagens marginais do romance adquirem protagonismo inédito, em uma proposta escancaradamente macumbística que incorpora elementos da estética diaspórica africana, como a música e a religião”.

“Kizomba” é um termo que, em banto, significa “festejo”. É neste clima de festa de terreiro que os intérpretes/médiuns deixam chegar em seus corpos esses personagens/entidades para narrar passagens da vida de Riobaldo.

“A história é contada numa perspectiva metafísica, seguindo conselho do próprio Guimarães Rosa que sempre nos convoca a encarar seus escritos como base poética – ou trampolim – para o salto transcendental. É pela brecha entre o real e o imaginário que os seus personagens ganham textura e densidade, é na encruzilhada do medo e da coragem que o pacto se faz. O sertão é dentro de nós, boa viagem jagunços”, alertam os produtores.

Serviço

Data – 02 a 24 de junho de 2023 – Sexta – Sábado e Domingo

Horário – 20h

Local – Espaço Semente – Entre a rodoviária e a biblioteca pública do Gama/DF.

Entrada gratuita – Os ingressos serão distribuídos no Espaço Semente sempre com uma hora de antecedência ao início do espetáculo. Sujeito à lotação da sala: 70 lugares.

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