A Universidade de Brasília promove na próxima quinta-feira, dia 02 de março, uma Aula da Saudade em homenagem ao professor Joaquim Dol, referência em desenvolvimento da linguagem. A palestra será realizada a partir das 8h, no Auditório do Centro de Desenvolvimento Tecnológico da UnB (CDT/UnB), e a inscrição pode ser feita até o dia 1º de março, clicando aqui.
O evento contará com apresentação cultural, ateliê com fotos do Joaquim Dolz no Brasil, roda de homenagem de colegas que atuam no Brasil e no exterior, conferência plenária, apresentação de pôsteres e lançamento de livros. Os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais pagam uma taxa de R$ 50 a R$ 125 para participar da palestra.
Professor de didática de línguas e formação de professores(as) na Universidade de Genebra, desde 1980 ele tem pesquisado o ensino e aprendizagem de línguas sob a perspectiva do interacionismo sociodiscursivo. Os mais populares entre esses estudos são os trabalhos sobre ensino da produção oral e escrita, gêneros textuais, sequências didáticas, dificuldades de aprendizagem e análise da atividade docente. Durante anos dirigiu pesquisas sobre a formação de professores(as) de didática de francês na Universidade de Genebra e trabalhou com didática de espanhol.
As inscrições para o programa A Vida em Palavras, a ser ministrado no dia 28/2 (próxima terça-feira) foram prorrogadas até o dia 27/2 (próxima segunda-feira). O programa faz parte do projeto Janeiro Branco, da Secretaria de Saúde do Trabalhador do Sinpro, numa parceria com a Secretaria de Políticas para Mulheres Educadoras do sindicato.
As inscrições estão abertas para toda a categoria e podem ser feitas clicando aqui. Os(as) participantes receberão certificado.
O encontro será uma oportunidade para falar sobre Saúde mental e gênero, no dia 28 de fevereiro, das 16 às 18h, na sede do Sinpro (SIG). Para discorrer a respeito da temática foi convidada a professora doutora Valeska Zanello, do departamento de Psicologia Clínica da Universidade de Brasília (UnB) na área de saúde mental e gênero.
Com este projeto, a ideia do sindicato é oferecer encontros todos os meses, de forma presencial, com o objetivo de falar sobre temas relevantes para os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais, como por exemplo cansaço, esgotamento físico e mental, desânimo, tristeza intensa, depressão, ansiedade, Burnout e outros sintomas que afetam diretamente a saúde da nossa categoria.
Curso de extensão – Vamos conversar sobre feminismos?
Jornalista: Luis Ricardo
A Universidade de Brasília (UnB) abriu o período de inscrição para mais um curso de extensão. Todas as quartas-feiras, às 19h, a UnB promove “Nossas conversas: Feminismos”, que será realizado quinzenalmente por meio de lives no perfil do Instagram da professora Debora Diniz (@debora_d_diniz) e no perfil do Instagram da professora Lilia Schwarcz (@liliaschwarcz). As inscrições estão abertas até o dia 26 de fevereiro e podem ser feitas clicando aqui.
Ao todo serão 10 encontros, durante os meses de março a junho, sobre temas centrais dos feminismos, movimentos de mulheres e suas interseccinalidades. O papo continuará no canal do telegram @nossasconversass, com a participação de pessoas com experiências diversas. As aulas podem ser assistidas ao vivo ou posteriormente no IGTV. Todas as aulas são gravadas.
Após cada aula os(as) participantes encontrarão no https://linktr.ee/debora_d_diniz um formulário de avaliação sobre o conteúdo da aula com 01 questão de múltipla escolha. O formulário deverá deve respondido para que a presença seja computada e o certificado entregue ao final do curso. O formulário de avaliação ficará disponível até às 18h da aula seguinte à aula ministrada. O formulário de frequência deve ser preenchido utilizando o nome completo sem abreviações e supressões e e-mail registrado no SIGAA/SIGEventos. As informações inseridas no questionário de frequência devem ser idênticas às que foram inseridas no formulário de cadastro no SIGAA Eventos UnB.
O certificado de extensão será emitido mediante frequência mínima de 75%, aferida pelas respostas aos exercícios referentes a cada aula. 75% de frequência corresponde a 8 encontros. A carga horária do certificado será de 50 horas, referentes a um curso modalidade atualização.
O Sinpro lamenta e informa, com pesar, a morte da professora aposentada Maria da Penha Magalhães, 93 anos. O velório será entre 8h e 10h desta quinta-feira (23/2), na Capela Especial n° 01, do Campo da Esperança, na Asa Sul. O sepultamento será às 10h30.
Professora da rede pública de ensino do Distrito Federal, Penha sempre esteve presente na luta do Sinpro. A ex-diretora do sindicato, Sílvia Canabrava, conta que a professora Penha frequentava o sindicato e estava em todas as atividades desde a época da atuação da professora Isabel Portuguez na entidade. “Os aposentados e as aposentadas devem seguir o exemplo da Penha. Ela deixará muitas saudades em nossos corações”, afirma Silvia.
A diretoria colegiada lamenta profundamente a perda de Maria da Penha e se solidariza com a dor da família e dos amigos.
Sesc-DF oferece programação especial para o Carnaval
Jornalista: Luis Ricardo
É quase carnaval e a folia já está garantida no Sesc-DF. Até a próxima terça-feira (21), as unidades do Gama, Taguatinga Sul, Taguatinga Norte, Ceilândia e Guará realizarão diversas atividades carnavalescas para toda a família aproveitar a temporada. Além dos tradicionais bailes e marchinhas, os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais interessados(as) poderão aproveitar oficinas de confecção de máscaras e fantasias; bingo recreativo; brincadeiras retro; bailinho de carnaval com desfile infantil das fantasias, e muito mais.
Confira a programação completa:
GAMA
14 a 17/02/2023 (terça a sexta): realização das oficinas de confecção de máscaras e fantasias com os clientes das aulas sistemáticas, frequentadores do dia-a-dia, e desafios no restaurante.
18/02 (Sábado): Bingo recreativo, desafio do dia e circuito de brincadeiras retro.
19/02 (Domingo): contratação de DJ com som mecânico e pedal kart com 05 carrinhos; contratação de oficina do grupo patubatê;
21/02 (Terça-feira): Contratação de banda, pintura de rosto, festival de picolé e o bailinho de carnaval com desfile infantil das fantasias, sendo premiada a melhor fantasia e brinquedos infláveis.
CEILÂNDIA
19/02 – DJ, Banda Musical, Brinquedos Infláveis, Pintura de rosto,
Recreação dirigida com educadores físicos, Oficinas de viseiras, máscaras e pintura livre, Bailinho de carnaval infantil, Hidro recreativa e Bingo recreativo.
21/02 – – DJ; Banda Musical, Brinquedos Infláveis, Pintura de rosto, – Recreação dirigida com educadores físicos, Oficinas de viseiras, máscaras e pintura livre, Bailinho de carnaval infantil, hidro recreativa e Bingo recreativo.
14 a 18/02 – Atividades dirigidas durante as aulas sistemática com o tema carnaval
GUARÁ
19 e 21/02 – DJ (dia19/02), Banda Musical (dia21/02), jogos de salão, brinquedos infláveis, pedal kart, pintura de rosto e atividades recreativas.
14 a 18/02 – Atividades dirigidas durante as aulas sistemática com o tema carnaval
TAGUATINGA SUL
19/02 – DJ, Matine Infantil, desfile de fantasia, brinquedo inflável, oficina de máscara e cupcake, contação de histórias e oficina Bibliosesc, hidro folia e recreação dirigida.
21/02 – Banda Musical, Matine Infantil, desfile de fantasia, brinquedo inflável, oficina de máscara e cupcake, contação de histórias e oficina bibliosesc, hidro folia e recreação dirigida.
14 a 18/02 – Atividades dirigidas durante as aulas sistemática com o tema carnaval
TAGUATINGA NORTE
19 e 21/02 – DJ (dia19 E 21/02), jogos de salão, brinquedos infláveis, pintura de rosto, oficina de mascará, hidro recreativa, ações educação e saúde e odontologia, gincanas aquáticas e atividades recreativas.
14 a 18/02 – Atividades dirigidas durante as aulas sistemática com o tema carnaval.
Sociólogo egresso do sistema prisional publica “Francas Palavras” pela Avá Editora
Jornalista: Maria Carla
“Francas palavras” é o título do primeiro livro de Emerson Franco publicado pela Avá Editora. Sociólogo, educador, poeta, escritor, palestrante e morador de Santa Maria (DF), Emerson Franco lança obra com uma coletânea de “escrevivências” dele mesmo, que é egresso do sistema prisional do Distrito Federal. A proposta é inspirar jovens e adolescentes da periferia a fazerem uma revolução pela educação.
O lançamento oficial está previsto para o mês de março, mas a pré-venda já está aberta para viabilizar os custos de impressão do livro, com o apoio do próprio público. No release enviado à imprensa, Emerson diz que “Francas palavras” foi escrito em prosa rimada e influenciado pelo RAP. Na obra, ele aborda temas considerados tabus com o intuito de dialogar com adolescentes e jovens da periferia.
‘Francas Palavras’ impressiona pela abordagem honesta de temas considerados tabu, além disso, trata de temas como injustiça social, redenção e segunda chance, tecendo reflexões sobre a visão de crime e sobre os sistemas penitenciário e socioeducativo no Brasil. O livro será lançado no 17/3, 19h, na Paradeiro – Livraria, Café e Cozinha Afetiva, localizada na Asa Norte
Uma história do nosso dia a dia
Emerson Franco cumpriu quase 7 anos de prisão em regime fechado, após condenação a 17 anos em segurança máxima, quando tinha apenas 19 anos. Foi na escrita que o autor encontrou um refúgio para reescrever sua história e superar os longos dias em sua cela no “Cascavel”, apelido da unidade de segurança máxima da Papuda. “Eu pegava jornal, passava creme dental, esperava secar e escrevia por cima”, conta ele.
Desde que saiu do sistema prisional, Emerson buscou refazer seu caminho, visitando escolas públicas da periferia para contar sua experiência e inspirar jovens a estudarem e não passarem pelas mesmas agruras. O ponto de virada foi quando a sua primeira filha nasceu e, junto com ela, um novo Emerson: um professor de Sociologia engajado, arte-educador, educador social e idealizador do projeto “Papo Franco”, que já passou por mais de 325 escolas públicas do DF.
Na Avá, editora independente criada no Distrito Federal e dedicada à democratização da literatura e do livro, Emerson preparou o lançamento de “Francas Palavras”, com data prevista para o dia 17/03, na Paradeiro – Livraria, Café e Cozinha Afetiva, localizada na Asa Norte. Até lá, o autor convida o público a realizar a pré-compra do livro, ação que irá viabilizar parte dos custos de impressão e distribuição da obra.
Morador de Santa Maria Sul (DF), hoje ele é pai de Catharina e Manuela e professor de sociologia, educador social e idealizador do projeto “Papo Franco”, que já atendeu a um total de 32 mil estudantes da rede pública de ensino no DF com palestras socioeducativas. É também agente cultural, arte-educador, palestrante, pesquisador, poeta e escritor. Foi assessor parlamentar na Câmera Legislativa do DF (CLDF) entre 2019 e 2022.
Sinopse do livro
“Sejamos francos, este é um livro extraordinário e inesquecível no qual o autor Emerson Franco reúne uma coletânea de escrevivências sobre injustiças, redenção e segundas chances em meio à epidemia do encarceramento em massa importada dos Estados Unidos da América, que possui como alvos prioritários pretos, pobres e periféricos. ‘Francas Palavras’ é um retrato divisor de águas da vida à sombra da falta de oportunidades, da violência e do medo em pleno Distrito Federal, assim como um contundente testemunho da necessidade do Brasil repensar sua visão/ação perante o crime e os sistemas penitenciário e socioeducativo.” Por Guilherme Antônio de Oliveira, bacharel em Direito, autista, abolicionista penal e ativista pelo desencarceramento.
Sobre a Avá Editora – publicando autorias diversas
A AVÁ é uma editora in(ter)dependente do Distrito Federal, que tem costurado uma linha editorial singular e plural. Foi criada em maio de 2018 e tem mais de 130 livros materializados de forma criativa e relacional. A editora nasceu para fomentar a democratização da literatura e do livro por meio de publicações independentes e artesanais. Seu grande diferencial é a autora ou o autor ser convidada(o) a pensar a concepção artística e a materialidade do próprio livro juntamente com o corpo editorial, além do lançamento e da distribuição da obra publicada.
SERVIÇO
Pré-venda e lançamento do livro “Francas Palavras”
Sinpro recebe lançamento de curta sobre o rombo da dívida pública
Jornalista: Letícia Sallorenzo
O auditório do Sinpro no SIG recebe, no dia 1º/3 às 19h, o lançamento nacional do curta-metragem O Complô. O documentário, baseado em livro homônimo do Deputado Federal Constituinte Hermes Zaneti, revela manobras políticas por trás da dívida pública brasileira.
Após a sessão, haverá um debate com os convidados sobre esse esquema que beneficia os rentistas e as instituições, enquanto retira dinheiro do orçamento em educação, saúde e políticas públicas. Hermes Zaneti, Luiz Alberto Cassol e Roseli Faria (Analista de Planejamento e Orçamento) já estão confirmados para o debate.
A discussão sobre a gestão da dívida pública é um dos temas mais interditados dentro da sociedade brasileira. Na maior parte das vezes é “naturalizada” como um problema técnico-econômico a ser gerenciado de maneira responsável. O pagamento dos juros sobre o estoque da dívida enriquece os agentes financeiros e as elites, além de colaborar com a precarização da oferta e qualidade dos serviços públicos.
No período da feitura da Constituição de 1988, o Deputado Federal Constituinte Hermes Zaneti tentou estabelecer um artigo que auditasse as origens e o crescimento da dívida pública brasileira, que ultrapassou R$ 7,1 trilhões em 2022. As propostas foram barradas na época, mas inspiraram, 35 anos depois, a criação do curta-metragem O Complô.
Essa história tem raízes nos anos 70 e 80, que passou pelos debates e envolveu tramas às claras e às escuras na Assembleia Nacional Constituinte, em momentos narrados e fartamente documentados no livro “O complô – como o sistema financeiro e seus agentes políticos sequestraram a economia brasileira” (Verbena Editora; 280p., 2017), de Hermes Zaneti.
Contar essa história e revelar essas tramas é também desmascarar a narrativa daqueles atores que tentam vender para a sociedade que os nossos direitos sociais, conforme aprovados pela Assembleia Constituinte e dispostos na Constituição Federal de 1988 não cabem no orçamento público, e, portanto, teríamos que escolher entre aceitar a precária prestação de serviços públicos de saúde, educação, previdência, assistência social, transporte, moradia e cultura como vem ocorrendo, ou pagar para ter acesso ao serviços de melhor qualidade (escolas privadas, planos de saúde e de previdência privada, etc).
Educação inclusiva e a valorização da educação especial
Jornalista: Letícia Sallorenzo
A diretora do Sinpro Luciana Custódio participou do seminário promovido pelo deputado distrital Fábio Félix para discutir a educação inclusiva no DF. O evento ocorreu na última sexta-feira (10/02), e contou com a presença de especialistas, representantes de associações ligadas ao tema e integrantes da SEE-DF.
Luciana participou da segunda mesa de debates: “Iniciativas previstas para inclusão em 2023”, mediada por Ana Medrado.
A diretora do Sinpro lembrou que educação inclusiva amplia o conceito de educação especial, pois significa dizer que todo e qualquer aluno que tenha dificuldades de aprendizagem ou de adaptação ao ambiente escolar precisa de ações que o ajudem a permanecer na escola, e não se evadir. A inclusão vem para ampliar o conceito de educação especial, que é uma modalidade transversal de toda a educação básica, da educação infantil até a faculdade, e para a vida toda.
Para Luciana, é preciso pensar a educação inclusiva também na perspectiva de quem não tem condições de aprender por viver em vulnerabilidade social. Desde moradores de comunidades carentes, expostos à realidade da falta de saneamento básico e cotidiano de violência, passando pelos filhos de casais homoafetivos que sofrem com discriminação no ambiente escolar. “Tudo é a nossa ação prática e a nossa luta diária” em sala de aula, já que o estado insiste em se fazer ausente dessas realidades. A diretora do Sinpro defende que a SEE-DF deve definir ações em rede com as secretarias de Saúde e Desenvolvimento Social.
Ela lembrou ainda das consequências da ausência de estrutura do Estado no sistema de ensino e na educação especial, que se traduzem nas dificuldades do dia a dia de uma sala de aula com mais de 30 alunos: “O TDAH sai correndo da sala, e o DMU pode cair da cadeira e se machucar, e você tem que parar a sua aula para trocar outro, porque não tem monitor. Isso faz a gente sofrer, claro. Mas vamos ser contra a inclusão? Claro que não! Sou professora da rede pública há 29 anos, e não me lembro de quando foi fácil. ”
Lutas indissociáveis
A dirigente do Sinpro explica que não basta garantir o acesso dos estudantes especiais à escola. Há que se garantir, também, as condições de permanência, acessibilidade, estrutura e recursos humanos suficientes para propiciar aos estudantes as aprendizagens ativas a partir de metodológicas ativas.
Luciana se recusa a perceber os alunos como números: são estudantes, e com necessidades inúmeras. Se o Estado guiar sua política educacional apenas por uma lógica quantitativa, a escola vai se tornar um mero depósito de alunos.
Para a diretora do Sinpro, não há como dissociar as lutas da educação inclusiva das lutas da categoria como um todo. Luciana explica que não existe luta por estratégia de matrícula se não existe luta por construção de escolas; não existe luta por redução de alunos por turma sem lutar por concurso público para preenchimento de vagas efetivas – para o magistério ou para monitoria. Os temas estão correlacionados.
“Quando a gente fala em lutar pela redução do número de alunos nas escolas, a gente precisa lutar por construção de escolas; quando a gente fala que precisamos de condições, não podemos naturalizar o ano letivo de 2022, que contou com 14 mil profissionais em regime de contrato temporário – lembrando que estamos falando, também, a favor desses profissionais, pois eles ocupam vagas de profissionais efetivos. A aprovação em concurso deveria ocorrer para uma vaga efetiva, e não temporária”.
Para a diretora do Sinpro, defender a educação inclusiva e a educação especial é, ao final das contas, defender a educação pública, de qualidade e socialmente referenciada, que compreenda o estudante como aluno não deste ou daquela professor(a), mas da escola inteira.
Sucateamento é projeto
Luciana lembrou das dificuldades de luta em meio a um projeto de governo (que acaba de ser reeleito, portanto referendado pela maioria dos eleitores do Distrito Federal) que promove desinvestimento e sucateamento da educação. Como incluir os debates da educação especial num governo cujo projeto é o desmonte da educação? “Os professores são vistos pela família e pela sociedade como cuidadores, mas somos profissionais muito bem formados na área de educação inclusiva/profissional! ”
Luciana lembra que as lutas do Sindicato, para além de questões salariais, também englobam condições de trabalho, estratégia de matrícula, concurso para o magistério público para o preenchimento de vagas efetivas, e não apenas para formação de cadastro de contratos temporários. A dirigente lembrou que, no ano letivo de 2022, de 23 mil profissionais regentes nas escolas do GDF, 14 mil estão sob regime de contrato temporário. “No CEF 04 do Paranoá, por exemplo, a equipe de gestores era composta por profissionais efetivos, o restante do corpo docente era de contratos temporários”.
Na conclusão de sua fala, Luciana afirmou que só vai existir inclusão educacional quando houver inclusão social, e lembrou Paulo Freire: “É pedagógico debater a fome. Ninguém aprende com fome. É pedagógico debater inclusão. É pedagógico lutar contra qualquer forma de exclusão. Ser professor e não lutar é uma contradição pedagógica”.
Ao final do evento, o deputado Fábio Felix sugeriu a criação de um Grupo de Trabalho, constituído pelos presentes no evento, para posteriormente se reunir com a Frente Parlamentar da Educação Inclusiva e elaborar estratégia de diálogo com o poder executivo.
Projeto valoriza expressão e trajetórias de adolescentes em conflito com a lei
Jornalista: sindicato
Está em curso o projeto “Nas Quebras da Socioeducação”. Voltado para adolescentes em cumprimento de medidas socioeducativas de internação e do meio aberto, a proposta é desconstruir preconceitos e ressignificar o mundo, de forma a possibilitar a mudança de perspectiva desses adolescentes. A próxima etapa do “Nas Quebras da Socioeducação” será no próximo dia 16, com um ciclo de oficinas.
O projeto é elaborado pela Associação Poesia nas Quebradas, idealizado pela professora e poeta Ravena Carmo. Além dos ciclos de oficinas, o “Nas Quebras da Socioeducação” ainda realiza passeio afroturístico, seminário e lançamento de livro escrito pelos adolescentes em conflito com a lei. “A ideia é promover atividades de fortalecimento da capacidade de expressão e reconstrução de trajetórias através do protagonismo do público-alvo”, afirma a organização do projeto. A maioria das atividades é voltada para adolescentes em conflito com a lei, mas também há agenda aberta à sociedade.
Entre as ferramentas pedagógicas utilizadas, o “Nas Quebras da Socioeducação” aposta no hip hop, literatura marginal, rap, grafite, breaking e discotecagem.
Associação Poesia nas Quebradas
Desde 2015, a Associação Poesia nas Quebradas realiza nas ruas de Planaltina-DF projetos e ações com dedicação à projeção e ao fortalecimento do hip-hop, além de valorizar os elementos da
linguagem e da cultura periférica. A iniciativa é da professora e poeta Ravena Carmo.
Mais informações sobre o “Nas Quebras da Socioeducação” pelo endereço eletrônico contato.poesianasquebradas@gmail.com
Em livro, professor aposentado apresenta alternativas para cuidar bem do corpo e da alma
Jornalista: sindicato
Nesta quinta-feira (16), das 14h às 18h, o professor aposentado de Educação Física, Francisco das Chagas, estará no Sinpro (SIG) para divulgar seu livro Universidade do Caminho. As lições, baseadas na Teobiopsicopedagogia Atômica e Quântica, serão dadas por meio da leitura da obra e os(as) interessados(as) poderão experimentar alternativas para cuidar bem do corpo e da alma.
Com um conteúdo recheado de sentimentos e superpoderes especiais, a obra pode ser visualizada por meio do conhecimento adquirido pela alegria de viver bem e feliz. O livro oferece uma didática motivadora para ser trabalhado o autoconhecimento. A proposta do modelo de Educação Atômica e Quântica, explica o professor, é mostrar um diálogo onde tudo é energia e tudo vibra. “No universo atômico e quântico, todas as síndromes adquiridas pelos sentimentos e emoções da Força de Paridade de Gênero precisam ser compreendidas para que o ser humano seja entendido como um ser trino: Corpo-Mente-Energia”.
Ainda de acordo com o professor, os pensamentos, sentimentos e as emoções são trabalhados pelas partículas moleculares atômicas que recebem e emitem energia que cria o mundo físico. “O maior objetivo do ensino teobiopsicodagógico atômico e quântico é despertar esse observador, conscientemente”, enfatiza Francisco.