SINTET se solidariza à greve da educação pública do DF

O Sindicato dos Trabalhadores em Educação no Estado do Tocantins (SINTET) manifestou seu irrestrito apoio e solidariedade à greve legítima dos(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais da rede pública do Distrito Federal. Em carta direcionada ao Sindicato, o SINTET reconhece que o movimento paredista ultrapassa a pauta salarial e orçamentária, tratando-se de uma luta essencial pela valorização da educação pública, pela dignidade dos(as) profissionais da educação e pela garantia de direitos fundamentais historicamente conquistados.

O documento repudia as tentativas do governo Ibaneis-Celina e da Secretaria de Educação do DF de criminalizar o movimento grevista por meio de judicializações arbitrárias, aplicação de multas abusivas e ameaças de corte de ponto. Tais práticas, reforça a nota, não apenas afrontam o direito constitucional de greve, como expõem o autoritarismo de uma gestão que prioriza a repressão em detrimento do diálogo.

Clique aqui e confira a carta na íntegra.

SINSEPEAP apoia a greve dos professores do DF

O Sindicato dos Servidores Públicos em Educação no Amapá (SINSEPEAP) manifestou apoio à greve dos(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais de escolas públicas do Distrito Federal. A ação fortalece a lista de solidariedade.

Em carta direcionada ao Sinpro, a entidade sindical repudia as ameaças e pressões autoritárias que vêm sendo praticadas pelo governo Ibaneis-Celina contra o movimento grevista, a exemplo do anúncio de corte de ponto e outras formas de intimidação.

 O documento ainda ressalta que as ameaças são graves violações ao direito constitucional de greve, instrumento legítimo de luta dos(as) trabalhadores(as), sobretudo diante da ausência de diálogo e da recusa em atender às justas reivindicações da categoria magistério público, que cobra valorização profissional, melhorias nas condições de trabalho e respeito à educação pública.

 Clique aqui e confira a carta na íntegra.

Diretora do Sinpro fala sobre greve da educação no programa Faixa Livre

A diretora do Sinpro Márcia Gilda é uma das convidadas do programa Faixa Livre desta quarta (4/6). No encontro, a sindicalista vai falar sobre a greve da educação no DF, abordando os motivos que empurram a categoria à paralisação, o descaso do governo Ibaneis-Celina com o magistério, o apoio de lideranças e organizações ao movimento, além de outros pontos sobre o tema.

O programa vai ao ar às 10h e pode ser acompanhado pelo link abaixo. O historiador Mauro Iasi e o professor de Geopolítica do Instituto de Relações Internacionais e Defesa da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) também participarão do episódio.

CLIQUE AQUI PARA OUVIR. 

Greve da educação

Professores(as) e orientadores(as) da rede pública de ensino iniciaram greve na última segunda (2/6) e seguem cobrando do governo local o atendimento às demandas urgentes da categoria, que visam valorização dos profissionais e melhorias na educação.

“É fundamental que sigamos denunciando o descaso e a truculência de Ibaneis-Celina com a educação pública do DF e com professores e orientadores, que mesmo com tantos obstáculos, seguem construindo o futuro de nossos estudantes”, disse Márcia Gilda.

Faixa Livre

No ar há mais de 30 anos, o programa Faixa Livre aborda temas como política, economia, meio ambiente, educação e assuntos atuais de interesse da classe trabalhadora.

SINDSEPEM/VAL apoia greve da educação

A greve dos(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais segue recebendo apoio. As manifestações criticam a tentativa de criminalização do movimento por parte do governo Ibaneis-Celina e reafirmam que a paralisação é legítima, necessária e amparada pela lei.

A seguir, nota de apoio do Sindicato dos Servidores Públicos e Empresas Públicas Municipais de Valparaíso de Goiás (SINDSEPEM/VAL). Para a entidade “educação pública, gratuita e de qualidade só se faz com profissionais respeitados, remunerados com justiça e com condições dignas de trabalho”

Leia nota completa abaixo.

O Sindicato dos Servidores Públicos e Empresas Públicas Municipais de Valparaíso de Goiás (SINDSEPEM/VAL) expressa total apoio à greve dos professores e orientadores educacionais da rede pública do Distrito Federal, iniciada no dia 2 de junho de 2025, sob coordenação do Sinpro-DF.

A decisão dos profissionais da educação de cruzar os braços é legítima e amparada pela Constituição Federal, que em seu artigo 9º garante o direito de greve como instrumento de luta dos trabalhadores. Quando o Estado se nega ao diálogo e impõe cortes de ponto e multas milionárias contra os sindicatos, torna letra morta esse direito fundamental, atacando diretamente a democracia e a organização sindical.

É inadmissível que, em pleno cumprimento do Plano Nacional de Educação (PNE), a Meta 17 — que trata da equiparação salarial dos profissionais do magistério aos demais com mesma escolaridade e jornada — continue sendo ignorada. O GDF, ao descumprir o piso nacional para profissionais com formação de nível médio, perpetua a desigualdade e a desvalorização do magistério.

Os trabalhadores da educação têm convivido com anos de perdas acumuladas. Não houve aumentos reais nos governos anteriores e agora enfrentam um cenário de repressão e negação de direitos. Valorizar a educação é valorizar quem a constrói cotidianamente, dentro e fora da sala de aula.

O SINDSEPEM/VAL se solidariza com a mobilização do Sinpro-DF e reafirma seu compromisso com a luta pela valorização dos servidores públicos em todas as esferas. Educação pública, gratuita e de qualidade só se faz com profissionais respeitados, remunerados com justiça e com condições dignas de trabalho.

Nenhum direito a menos. Toda solidariedade à greve da educação.

SINDSEPEM/VAL – Sindicato dos Servidores Públicos e Empresas Públicas Municipais de Valparaíso de Goiás

Nota de pesar | Marita Moura Monteiro

É com profundo pesar que informamos o falecimento da professora aposentada Marita Moura Monteiro, aos 82 anos, no último sábado (31/5).

Marita lecionou Português na regional do Plano Piloto, onde também trabalhou com estudantes surdos.

A professora deixa um legado de compromisso, generosidade e luta por uma escola digna para todos.

Marita Moura Monteiro, presente!

ObsEB apoia greve da educação

As manifestações de apoio à greve dos(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais não param de chegar. Em todas elas, a declaração de que a greve é justa, legal, necessária; e que o governo Ibaneis-Celina ultrapassa todos os limites ao criminalizar o movimento, aplicar multa milionária e, mais uma vez, tratar a educação sem respeito. A seguir, a nota do Observatório de Educação Básica (ObsEB), vinculado à Faculdade de Educação – Universidade de Brasília (FE/UnB).

NOTA DE APOIO ÀS/AOS PROFESSORAS/RES E ORIENTADORAS/RES EDUCACIONAIS DA REDE PÚBLICA DE ENSINO DO DISTRITO FEDERAL

O Observatório de Educação Básica (ObsEB), vinculado à Faculdade de Educação – Universidade de Brasília (FE/UnB), espaço de natureza política, científica, acadêmica e social, defende a educação pública, gratuita, laica, de qualidade social e democrática. Com base nesses princípios, vem a público manifestar solidariedade às professoras/res e orientadoras/res educacionais da rede pública de ensino do Distrito Federal, em greve desde o dia 02 de junho de 2025, por melhores salários, carreira, condições de trabalho e valorização profissional.

Ao mesmo tempo, repudiar a judicialização do movimento grevista, uma afronta ao previsto na Constituição Federal de 1988, artigo 9º, que garante o direito de greve a todos os trabalhadores, como mecanismo de busca de garantia de direitos da classe trabalhadora; e conclamar as autoridades distritais a buscarem os meios para o atendimento das reivindicações salarias das/os trabalhadoras/es da Educação.

São educadoras/res que lutam pelo cumprimento da Meta 17 do Plano Distrital de Educação – PDE (2014-2024) que prevê a valorização dos profissionais da educação da Rede Pública de Educação Básica, ativos e aposentados, de forma a equiparar seu vencimento básico, no mínimo, à média da remuneração das demais carreiras de servidores públicos do Distrito Federal, com nível de escolaridade equivalente. Meta esta que deveria ter sido cumprida até o sexto ano do PDE.

A educação pública, gratuita e de qualidade social é direito constitucional de milhares de crianças, jovens e adultos da Capital Federal e deve ser garantida com respeito, salário digno e valorização dos profissionais da Educação básica pública.

Cumprimento de decisão judicial

Em cumprimento a decisão judicial, o Sinpro através de seus canais oficiais de comunicação, publica e dá amplo conhecimento à decisão da desembargadora Lucimeire Maria da Silva, do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT).

Decisão judicial

NOTA DE PESAR | Professora Cida, presente!

É com profundo pesar que informamos o falecimento da professora aposentada Maria Aparecida Bezerra da Silva, carinhosamente conhecida como Cida, aos 58 anos, dia 31 de maio, no Hospital Universitário de Brasília (HUB). O velório será neste domingo (1º/6), às 13h, no Cemitério Campo da Esperança, Sobradinho II – Templo Ecumênico. Sepultamento está marcado para 15h.

Cida dedicou sua vida à educação pública do Distrito Federal, deixando um legado de compromisso, generosidade e luta por uma escola digna para todos. Atuou na EC 14 de Sobradinho II, foi diretora do Caic e se aposentou na EC 01 de Sobradinho, espaços em que acolheu gerações de estudantes e colegas professores.

Sua trajetória foi marcada pela garra e solidariedade: das caronas que oferecia aos colegas no tempo do PIE/UnB, à firmeza com que conduziu sua vida profissional, sempre com dedicação incansável. Em momentos difíceis, como nas greves em defesa da categoria, estava lado a lado com quem acreditava na justiça e na valorização do magistério.

Aos familiares, amigos, alunos e colegas de profissão, o Sinpro expressa seus mais sinceros sentimentos. Que a memória da professora Cida permaneça viva em cada sala de aula que ajudou a construir e em cada vida que tocou.

Professora Cida, presente!

Sinpro

Sinpro sugere modelo de bilhete escolar para famílias dos estudantes

Professores(as) e orientadores(as) educacionais da rede pública do DF entram em greve por tempo indeterminado a partir do dia 2 de junho. A mobilização, decidida em assembleia da categoria, é uma resposta ao descaso do governo Ibaneis-Celina com as pautas do magistério público que visam à qualidade da educação pública e à valorização de seus profissionais.

Explicar esse cenário às famílias dos(as) estudantes é essencial para fortalecer a nossa greve e contar com o apoio da sociedade: a maior prejudicada com a política de desinvestimento na educação aplicada pelo Governo do Distrito Federal.

Pensando nisso, o Sinpro apresenta um modelo de bilhete para ser enviado pela escola a mães, pais e responsáveis dos(as) estudantes. Orientamos que o comunicado seja afixado nas agendas dos alunos ou enviado em grupos de WhatsApp. 

 

Veja abaixo:

Querido pai, mãe ou responsável,

A partir do dia 2 de junho, entraremos em greve por tempo indeterminado. Sabemos o quanto o fechamento das escolas impacta a vida da população, especialmente das famílias e dos estudantes. Mas lembramos que a paralisação foi nosso último recurso diante do descaso do GDF com a educação pública e seus profissionais.

Estamos em greve para que seu(sua) filho(a) tenha acesso a um ensino de qualidade, com escolas bem estruturadas, merenda de qualidade, salas de aula sem superlotação, equipes adequadas para lidar com estudantes com transtorno e/ou deficiência, além de tantos outros direitos que estão sendo negligenciados e que, acima de qualquer coisa, prejudicam você e sua criança/adolescente.

Há tempos, temos tentado buscar do governo Ibaneis-Celina uma proposta sobre as nossas demandas, que incluem muito mais que pautas financeiras. Entretanto, seguimos sem respostas. Agora, a normalidade do ano letivo está nas mãos do GDF.

Pedimos sua compreensão e, sobretudo, seu apoio para, juntos, exigirmos a responsabilização de quem é o causador da greve. Entendemos que não há educação de qualidade sem a valorização dos profissionais que estão nas escolas todos os dias colaborando com a construção do futuro dos estudantes.

A nossa luta é por nós, por vocês, pelos nossos estudantes e por toda a sociedade. Quando o magistério para, a sociedade precisa escutar. 

Cuidar da educação é construir o futuro!

MATÉRIAS EM LIBRAS

Publicado originalmente dia 29 de maio de 2025

Aposentados e pensionistas nascidos em junho: fiquem atentos à prova de vida

Começa hoje (1º/6) a prova de vida de professores(as) e orientadores(as) educacionais aposentados(as) e pensionistas que fazem aniversário em junho. A comprovação anual no mês de nascimento é obrigatória para o pagamento regular de aposentadorias e pensões.

O procedimento pode ser realizado de forma presencial ou virtual. No formato presencial, basta ir pessoalmente a qualquer Agência do BRB. Se a preferência for pelo formato virtual, o procedimento deverá ser feito pelo aplicativo Prova de Vida GDF (disponível nas lojas da iOS e Android).

Aplicativo Prova de Vida GDF

O aplicativo Prova de Vida GDF oferece agilidade no atendimento e comodidade nessa tarefa anual. Para realizar a prova de vida por meio digital, os(as) aposentados(as) e pensionistas precisam baixar o aplicativo Prova de Vida GDF, inserir o CPF e confirmar alguns dados. Após essa etapa, serão solicitadas a captura do documento do(a) beneficiário(a) e uma foto selfie com boa qualidade, tirada em ambiente iluminado.

Para finalizar, o(a) usuário(a) deve informar endereço, número do telefone celular e e-mail. Após preencher e enviar todas as informações, os(as) aposentados(as) receberão um e-mail com a confirmação do resultado da criação dessa conta (login) no aplicativo da prova de vida. Clique nos botões abaixo e baixe o aplicativo de acordo com o tipo do sistema operacional do celular em que será realizada a prova de vida.

 

APP PARA ANDROID

 

APP PARA iOS

 

Outras formas de fazer a prova de vida

Aposentados(as) e pensionistas impedidos(as) de comparecer presencialmente em qualquer agência do BRB por motivo de doença – e sem acesso a aplicativo de celular, podem solicitar a visita domiciliar para fazer a prova de vida. O pedido deve ser feito pelo email agendamento@iprev.df.gov.br e, anexo, atestado médico comprovando a enfermidade.

Beneficiários(as) com mais de 90 anos, também podem fazer a solicitação pelo e-mail agendamento@iprev.df.gov.br.

Para brasileiros(as) residentes no exterior, a prova de vida deve ser encaminhada por meio de consulado ou da representação diplomática do Brasil no país em que reside. Basta encaminhar ao Iprev correspondência com declaração de comparecimento emitida pela representação do país, com cópia dos documentos autenticados. Caso não haja representação, a pessoa deve acessar o Formulário Específico de Atestado de Vida disponível no site https://www.iprev.df.gov.br/prova-de-vida/.

 

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