CED 02 do Cruzeiro promove Feira Cultural sobre a Copa do Mundo
Jornalista: Luis Ricardo
O Centro Educacional 02 do Cruzeiro resolveu unir a cultura com o amor ao futebol. Na última sexta-feira (11), estudantes do CED e seus professores(as) realizaram o projeto Feira Cultural, com a apresentação de trabalhos referentes a cada país que participará da Copa do Mundo de 2022. Alguns estudantes vestiram roupas típicas dos países participantes e apresentaram culinária, cultura e costumes das nações que estarão presentes na Copa do Qatar.
Para a diretora do Sinpro Regina Célia, ao unir cultura e esporte a atividade ganha a atenção dos estudantes, contribuindo assim para a construção diária de uma aprendizagem significativa na perspectiva de uma Educação de qualidade.
A Feira Cultural já é uma tradição no Centro Educacional 02, pois oferece aos(às) alunos(as) a possibilidade de trabalhar a criatividade e a imaginação, além de reforçar o conteúdo pedagógico de forma lúdica e mais ampla.
Educação transformadora e antirracista com Feijoada no Gama
Jornalista: Letícia Sallorenzo
A Escola Classe 18 do Gama recebeu a comunidade escolar no último sábado (12/11) para a realização da Expo Família. Trata-se de uma ação pedagógica para integrar a comunidade e exibir os trabalhos realizados pelos alunos durante o ano letivo de 2022, dentro do movimento pedagógico Educação Transformadora e Antirracista que perpassou por todos os projetos da escola, principalmente o projeto Alfaletrar:
“O projeto traz elementos de literatura, letramento e alfabetização. Esses componentes são usados como auxílio na alfabetização dos alunos”, explica o professor Thiago Pereira Paz, diretor da EC18 do Gama. “No processo de educação transformadora e antirracista, o projeto Alfaletrar é usado para trabalhar literaturas com temáticas e representatividades de pessoas pretas e indígenas como protagonistas das histórias. Trazemos à escola autores dos livros com essas temáticas, e seus livros são usados em sequências didáticas”, explica o diretor
Foi uma manhã repleta de aprendizado, com diálogos, apresentações e exposições dos trabalhos dos alunos, ação, social, oficina, música e desfiles.
As famílias participaram de oficinas de samba e de turbantes abayomi, e assistiram às apresentações e exposições dos trabalhos dos alunos.
O evento se encerrou com uma feijoada para toda a comunidade.
Proem trabalha projeto Reconhecendo nossa Identidade
Jornalista: Luis Ricardo
A Importância sobre o reconhecimento da identidade foi o tema da Mostra Proem, projeto apresentado na última sexta-feira (11) pela Escola do Parque da Cidade. Trabalhando o projeto SER – eixo do PPP da escola – durante todo o ano, a escola trabalhou, além da identidade dos indivíduos, direitos humanos, cidadania e temas envolvendo estudantes com vulnerabilidade. A partir deste projeto os(as) estudantes trabalharam as ilhas pedagógicas e o projeto SER foi a culminância dessas ilhas.
Segundo o diretor do Proem, Isaac de Souza, o debate sobre essa temática é importante para o enriquecimento pedagógico dos(as) alunos(as). Isaac ainda ressalta que a Mostra também abordou questões referentes à Consciência Negra. “Dentro desta perspectiva da questão do ser humano, os alunos trabalharam e fizeram a culminância com a visão da Consciência Negra, além de ser uma culminância do projeto do ano”, ressalta o diretor.
Além da apresentação de trabalhos, a Mostra teve convidados especiais, exemplo do poeta Sóter e da professora Renata Parreira, que falou sobre a Consciência Negra, a apresentação do teatro de sombras com A lenda dos Baobás, e o caminho O Racismo Sutil Por Trás das Palavras, onde estudantes e convidados passavam por um caminho e liam expressões racistas e falas que poderiam substituí-las. No horário do almoço foi servida uma feijoada, seguido pelo projeto Hora da Beleza e apresentação de grupos musicais.
Adolescentes pedem ajuda para participar de torneios em São Paulo
Jornalista: Letícia Sallorenzo
As atletas adolescentes atendidas pela Justiça da Infância e da Juventude do Distrito Federal precisam com urgência de ajuda financeira para participar de dois torneios de futebol feminino na cidade de São Paulo: o I Festival Centro Olímpico de Futebol Feminino e a Copa Integração no Centro de Treinamento Santa Cruz – SP, que acontecem entre os dias 19 e 21 de novembro.
Ao todo são 30 atletas do sexo feminino, entre 12 e 18 anos, residentes em comunidades com os menores IDHs (Índice de Desenvolvimento Humano) do DF. Nesse grupo estão jovens em situação de vulnerabilidade social atendidas pela Vara da Infância e da Juventude do DF (VIJ-DF), vinculadas a entidades de acolhimento por serem vítimas de violação de direitos, e egressas do sistema socioeducativo em processo de reintegração social.
As jovens treinam na Rede Gol Transformando Vidas, que integra projetos desportivos, educacionais, de profissionalização e promoção das famílias da ONG Transforma Vidas Ações Sociais e Humanitárias. A Rede Gol é parceira da Rede Solidária Anjos do Amanhã, programa social da VIJ-DF, que direciona talentos e recursos da sociedade às necessidades de crianças e adolescentes atendidos pela Justiça Infantojuvenil do DF.
Os torneios estão próximos e ainda não há recursos financeiros suficientes para custear o deslocamento e a hospedagem das jovens.
Dados para doação financeira por PIX
As doações em dinheiro estão sendo centralizadas na conta da coordenadora de Políticas e Atenção à Saúde de Jovens e Adolescentes.
Chave CNPJ: 12648152000184 (Associação Transforma Vidas Ações Sociais e Humanitárias). Pede-se o envio do comprovante de depósito para o número 61 99658-0889, visando facilitar o controle financeiro.
Concurso do IESB premia docentes da educação básica do DF
Jornalista: Letícia Sallorenzo
O Instituto Eda Coutinho, do Iesb, lançou o Prêmio Professor Inovador, em parceria com a Cátedra Unesco – Educação, Meio Ambiente e Cidadania. O objetivo é premiar docentes da educação básica do Distrito Federal (DF) que apresentem para a sociedade os seus projetos, práticas, ações ou ideias inovadoras e de sucesso em suas trajetórias profissionais.
Para participar, o interessado deve ser professor da educação básica do DF, pública ou privada; professor efetivo ou temporário; comprovar seu vínculo com a escola; e apresentar projeto, prática, ação ou ideia inovadora de sucesso.
A seleção e a análise do material serão realizadas por uma comissão formada por gestores educacionais, professores e convidados especiais, com experiência em inovação. Serão considerados no processo de análise e seleção, a capacidade técnico-científica, pedagógica e acadêmica da proposta, sua viabilidade/aplicabilidade, apresentação e originalidade.
O Comitê avaliará os melhores cases. Os três primeiros colocados receberão prêmios de 5 mil, 3 mil e 2 mil reais, respectivamente.
A premiação ocorre no dia 5 de dezembro, no Centro Universitário IESB.
Lançado em 2013 pelo Centro Universitário IESB, o Instituto Eda Coutinho tem como finalidade desenvolver oportunidades de fomento à educação por meio de projetos e de parcerias que buscam a implementação de ações educacionais, ambientais, culturais, além da geração de novos empreendimentos, promovendo consultorias, criação de negócios, pesquisa e capacitação profissional.
Escola do Riacho Fundo conclui projeto “lixo zero”
Jornalista: Letícia Sallorenzo
Foi realizada na manhã desta quinta-feira (10/11) a cerimônia de encerramento do projeto Lixo Zero do Centro Educacional Agrourbano Ipê, no Riacho Fundo. O Programa tem por objetivo reduzir o descarte dos rejeitos a até 10%, a partir do máximo aproveitamento dos resíduos orgânicos e recicláveis considerados os 90% restantes.
Trata-se de projeto piloto de educação ambiental do SLU, desenvolvido em parceria com a Agência de Cooperação Internacional do Japão (JICA). O projeto começou em 2019, com o treinamento de servidores do SLU no Japão, em curso sobre gestão de lixos sólidos, para aplicação em terras candangas.
O CED Agrourbano Ipê foi escolhido por já ser pioneiro em trabalhos com educação ambiental e sustentabilidade. Começou a ser implementado em 2020, mas foi paralisado por conta da pandemia de Covid-19 e da suspensão das aulas presenciais. Quando as aulas voltaram, o projeto foi retomado.
O professor da SEEDF Leonardo Teruyuki Hatano, que leciona ciências nas turmas finais do EFII e biologia no ensino médio, explica que a JICA forneceu todo o equipamento para a implementação do projeto e financiou todo o projeto.
Pelo projeto, os resíduos recicláveis são separados e armazenados na nossa estação de recicláveis e, após uma boa quantidade reunida, será destinado a uma cooperativa de reciclagem. Outro objetivo do projeto é realizar atividades de sensibilização da comunidade escolar. “No final, a meta é reduzir para no máximo 10% de material a ser descartado como rejeito.”
Ao longo desses 2 anos, uma série de atividades foram realizadas, a começar pela sensibilização do corpo docente e dos funcionários, a análise gravimétrica, sensibilização dos alunos, o que acontece com o planeta se não houver a separação dos resíduos, e o trabalho com os alunos dos conceitos dos 3R’s (Reduzir, Reaproveitar e Reciclar) em sala de aula.
A seguir, os alunos realizaram uma dinâmica a partir dos resíduos por eles gerados, para serem separados de acordo com o conceito dos 3R’s. Também fizeram atividades de compostagem e plantação de horta. Com as atividades desenvolvidas na escola espera-se que os alunos levem para seu dia a dia todo o aprendizado adquirido. O aprendizado será medido através dos seguintes indicadores:
Projeto Gente da Nossa Terra apresenta movimento de arte: Fachada Mutante
Jornalista: Luis Ricardo
Estudantes do Centro de Ensino Médio 01 de Sobradinho (Ginásio) promovem uma homenagem ao artista plástico Toninho de Souza fazendo uma Fachada Mutante batizada Pelo Olho da Arara. A Fachada Mutante será feita na Biblioteca Escolar Comunitária Espaço Rui Barbosa e faz um tributo ao artista, que radicado em Sobradinho, fez desta cidade o seu porto seguro, de onde partem todos os seus “navios de criatividade” e inquietação.
Em quatro décadas, o jovem artista recebeu seu primeiro prêmio Aquisição no III Salão Naval de Artes Plásticas do DF, tendo seu trabalho julgado por um dos grandes mestre e expoente da arte brasileira, Rubem Valentim. Desde sua chegada a Brasília, Toninho espalhou suas obras por diversas partes do mundo, desde instituições culturais no Brasil, a acervos particulares na Espanha, Alemanha, Chile, França, Japão, Itália, Colômbia, Estados Unidos, dentre outros.
O professor Cleiton Torres explica que a atividade mostra releituras das obras do Toninho e durante a homenagem, o artista fará parte da exposição juntamente com os estudantes. “A Fachada é uma ação dentro de um projeto maior chamado Gente da Nossa Terra, da Biblioteca. É uma justa homenagem àquele que tanto fez pela cultura brasileira e escolheu Brasília como seu porto seguro”, ressalta.
A exposição será realizada no dia 16 de novembro, na Biblioteca Escolar Comunitária Espaço Rui Barbosa (Quadra 04 Área Especial 04, Sobradinho), às 10h.
A comédia de William Shakespeare Sonho de uma noite de verão ganha versão em coreografia de balé, jazz e dança contemporânea. As apresentações, gratuitas, ocorrem nos dias 11, 12 e 13 de novembro, no teatro Sesc Newton Rossi, no Centro Atividades Sesc Ceilândia. Em cena temos a participação das alunas matriculadas nos cursos sistemáticos de Ballet, Jazz e Contemporâneo, da Unidade Presidente Dutra/SCS.
Com profundo pesar, o Sinpro informa o falecimento da professora pioneira Maria de Lourdes Moura Lima Rocha, e convida, a pedido da família, para a Missa de sétimo dia, que será realizada neste sábado (12/11), às 18h30, na Paróquia de São Judas Tadeu, na 908 Sul.
A professora Maria de Lourdes faleceu em decorrência de uma pneumonia e foi sepultada na Praça dos Pioneiros do Campo da Esperança, na Asa Sul, no dia 8 de novembro. Aposentada desde os anos 1990, ela foi uma das professoras pioneiras que ingressaram na rede pública de ensino no primeiro concurso público para o magistério público realizado no Distrito Federal.
Maria Paula Vasconcelos Taunay, ex-aluna dela, conta que a professora Lourdes se inscreveu e foi aprovada no “concurso nacional para professores, promovido pela Comissão de Administração do Sistema Educacional de Brasília, o histórico Caseb”.
Quem foi a professora Lourdes?
Inicialmente, lecionou no ensino primário, “mas sua carreira ganhou notoriedade no campo de formação de normalistas, como professora de Didática na Escola Normal de Brasília, na qual foi professora e diretora da Escola de Aplicação lecionando para gerações inteiras de professores do Distrito Federal. Confira, a seguir, o texto sobre ela escrito por Maria Paula:
Começou a trabalhar na Escola Normal, quando ainda era apelidada de “Sibéria”. Mais tarde, entre junho de 1963 até 1975 desempenhou funções como diretora da Escola de Aplicação, onde contribuiu para o desenvolvimento de um modelo escolar inovador, em espaços organizados em módulos, a saber: a escola de educação, a escola de aplicação e o jardim de infância.
Lourdes Moura nasceu em Araguari, Minas Gerais em 09 de julho de 1927, casou-se em Araguari e teve três filhos. Desde sua chegada, se estabeleceu no bloco residencial para professores, uma quadra fechada que lembra uma vila e ali sua família cresceu junto aos filhos de outros colegas, com as portas abertas e de forma sempre atenciosa e amorosa.
Iniciou seus estudos em sua cidade natal onde fez o Curso de Formação de Professores Primários. Posteriormente, em Goiânia, lecionou no Ginásio Vera Cruz e na escola de Aplicação da Faculdade de Filosofia da Universidade Católica de Goiânia, onde também se graduou em História, Geografia e Estudos Sociais. Especializou-se em Didática em Belo Horizonte pelo INPE.
A professora Lourdes Moura, Tia Lourdes, como era conhecida foi orientadora de estágio nos ensinava a dar aula, falava da postura, da entonação da voz, da segurança e da atitude docente, nos orientava a planejar no caderno arrumado, com letra bonita, margens regulares, encapado e bem cuidado. Dizia para anotar tudo conforme as etapas de observação, participação e regência.
Lourdes Moura era muito míope e precisava encostar meu caderno na ponta do seu nariz para ler o capricho do plano de aula antes e depois da lição. A ela indaguei como fazer quando a aula não dá certo ou quando sobra ou falta tempo, e ela, do fundo de suas lentes e sabedoria garrafais, respondeu: – “planos são feitos para dar errado e para repensar o que foi feito”.
Foi assim, e hoje, vejo que paisagem linda essa professora inspiradora me mostrou ainda tão jovem.
Enquanto professores somos responsáveis por cuidar da nossa história.
Os estudantes do CASEB, Elefante Branco, Escola Normal de Brasília e também os do MOBRAL, alunos de Lourdes Moura saúdam a sua memória por reconhecimento de quem apreendeu a arte da pedagogia, na família e na escola.
Gratidão pelo muito que ensinou a nossa gente.
Texto de Maria Paula Vasconcelos Taunay, ex-aluna da Professora Lourdes Moura.
Projeto social leva cursos para comunidade carente do DF
Jornalista: Luis Ricardo
Um projeto social realizado pela Cia do Lacre e pela Casa da Mãe Preta do Brasil, em parceria com Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), realiza uma série de cursos para a comunidade carente do Distrito Federal. Por meio de cursos práticos de Ponto Russo, Tecelagem, prática de Fuxico, Crochê no lacre, Cerâmica, curso prático de corte e costura, dentre outros, o projeto se coloca como um instrumento de apoio para que esse grupo possa aprender novas técnicas, complementando sua renda familiar.
Para uma das organizadoras, o projeto tem como objetivo formar mulheres com uma profissão, que gere renda para o seu próprio sustentar. As oficinas têm, também, o objetivo de relaxamento, terapia do convívio com outras mulheres, fazendo uma integração social e bem-estar. Além dos cursos serão disponibilizadas palestras e exposições.
Os cursos serão realizados no Museu Vivo sempre Candanga/Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Conjunto HJKO Lote D – Núcleo Bandeirante). As inscrições são gratuitas e mais informações podem ser obtidas pelo telefone (61) 99611-7025 (Michele).