Inscrições para o programa de Mestrado em Geografia terminam nessa sexta (28)
Jornalista: Luis Ricardo
A Comissão Acadêmica Nacional do Mestrado Profissional em Ensino de Geografia em Rede Nacional (PROFGEO) abre as inscrições para o Exame Nacional de Acesso (ENA) 2022. O processo seletivo será executado pela Coordenadoria de Pós-Graduação, da Pró-Reitoria de Pós-Graduação da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), ofertando 106 vagas, distribuídas entre as instituições associadas, dentre elas a Universidade de Brasília (UnB) e o Instituto Federal de Brasília (IFB). A inscrição pode ser feita até essa sexta-feira (28) pelo site www.inscricaoposgraduacao.unb.br.
O PROFGEO tem como objetivo proporcionar formação geográfica consistente, atualizada e relevante ao exercício da docência na Educação Básica, visando dar ao egresso a qualificação para o exercício profissional de professor de Geografia, outorgando-lhe o título de Mestre em Ensino de Geografia. As aulas poderão ser ministradas de segunda a sábado, de forma presencial, remota ou à distância, conforme determinação da Comissão Acadêmica Institucional de cada uma das unidades que integram a Rede Nacional.
Requisitos para participar da seleção
Poderão participar do Exame Nacional de Acesso aqueles(as) que tiverem diploma de curso superior de licenciatura em Geografia, devidamente registrado no Ministério da Educação, e os(as) que atuam como professor ou professora da rede pública de Geografia em qualquer ano da Educação Básica. A prova será realizada no dia 26 de novembro de 2022, às 14h.
É com grande tristeza e pesar que o Sinpro informa o falecimento do professor Leandro Pereira da Silva. O educador faleceu de causas naturais, na segunda-feira (24), aos 38 anos, deixando familiares, amigos(as) e companheiros(as) de magistério saudosos(as).
Leandro era professor de Educação Física no Centro Educacional Myriam Ervilha, em Samambaia, e é descrito pelos amigos e colegas de trabalho como uma pessoa alegre e sorridente, alguém que amava a profissão. O sepultamento foi realizado ontem no Cemitério Campo da Esperança, em Taguatinga.
O sindicato presta toda solidariedade aos familiares e amigos neste momento de dor.
Heloísa Starling é a convidada do último encontro do projeto Diálogos Contemporâneos que acontece hoje
Jornalista: Danielle Freire
Acontece hoje (25), o último encontro do projeto Diálogos Contemporâneos, com a presença da historiadora Heloísa Starling. O encontro acontecerá no Museu Nacional, às 19h, e tem como tema “A linguagem da destruição da democracia no Brasil”.
Não há necessidade de inscrição. Para quem vai assistir às conferências presencialmente, os ingressos serão distribuídos no Museu Nacional, a partir das 18h do dia de cada conferência, por ordem de chegada e apenas um por pessoa. Para aqueles(as) que não puderem comparecer presencialmente, as conferências serão transmitidas ao vivo pelo canal da AACIC no YouTube.
Além da conferência gratuita no Museu da República, todos os convidados visitarão uma escola ou universidade para conversar sobre suas obras. A Universidade Católica de Brasília é quem receberá a visita de Heloísa Starling.
A convidada
Heloísa Starling é historiadora, cientista política e professora titular do Departamento de História da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas da UFMG. É autora de “Os senhores das Gerais” (1986), “Lembranças do Brasil” (1999), “Brasil: uma biografia” (2018), “A bailarina da morte: A gripe espanhola no Brasil” (2020), “Linguagem da destruição: A democracia brasileira em crise”, entre outros.
Manifesto pede punição de Bolsonaro por crime contra direito das crianças e adolescentes
Jornalista: Vanessa Galassi
Entidades da sociedade civil e parlamentares lançaram nesta segunda-feira (24/10), em ato na PUC-SP, o “Manifesto pela dignidade da infância e em repúdio a ações e omissões da autoridade pública diante de violações de direitos”. No documento, os signatários pedem punição do atual presidente da República e candidato à reeleição Jair Bolsonaro pelos crimes cometidos no caso em que ele afirma que “pintou um clima” com meninas venezuelanas de 14 e 15 anos ao visitar a cidade de São Sebastião, que fica pouco mais de 21 quilômetros de Brasília.
“Pintou um Clima”: Parlamentares e entidades lançam manifesto sobre ataques de Bolsonaro (Foto: Sara Costa)
“A sociedade civil organizada em defesa da infância, parlamentares, famílias, mães e pais de crianças e adolescentes, cidadãs e cidadãos brasileiros que reconhecem seu dever legal e ético para com a proteção integral das meninos e meninos, vêm a público denunciar os crimes cometidos pelo Sr. Jair Bolsonaro contra os direitos das crianças e adolescentes em nosso país e exigir que esses crimes não fiquem impunes, pois nenhuma autoridade política nacional está acima da Constituição Federal, do Estatuto da Criança e do Adolescente e da Convenção de Direitos da Criança das Nações Unidas, tratado que o Brasil é signatário”, traz trecho do documento.
No texto, as organizações ainda esclarecem que, como traz os dispositivos legais, nenhuma criança ou adolescente “se prostitui ou faz programa”, “sendo, nessas circunstâncias sempre considerada vítimas pela condição de exploração sexual”. Isso porque, no caso das meninas venezuelanas, Bolsonaro disse: “(…) meninas bonitinhas de 14, 15 anos se arrumam no sábado para que? Ganhar a vida”.
O manifesto ainda reflete que o dever moral e legal do presidente da República ao tomar conhecimento de possível exploração sexual seria “denunciar e encaminhar o caso para investigação no Sistema de Garantia dos Direitos da Criança e do Adolescente”. “Mas o atual Presidente fez o contrário: ‘supôs’ que as meninas estavam em situação de abuso e exploração sexual, violou o ECA e a Lei da Escuta Protegida, expôs as mesmas a condição vexatória, fomentou estigmas contra a população imigrante e promoveu uma perversa banalização das violações de direitos em nosso país.”
O documento lançado nesta segunda ainda recorda que o atual governo federal “cortou recursos no orçamento público para a prevenção e o enfrentamento do abuso e da exploração sexual de crianças e adolescentes”. Matéria publicada no Brasil de Fato mostra a queda brutal no investimento na área. Enquanto em 2014 o orçamento federal para serviços de proteção social especial foi de R$ 1,1 bilhão, o orçamento de 2023 enviado pelo Executivo ao Congresso prevê apenas R$ 15 milhões para a proteção de crianças de adolescentes.
“Não nos calaremos diante dos crimes cometidos pelo atual Presidente da República contra a infância”, finaliza o “Manifesto pela dignidade da infância e em repúdio a ações e omissões da autoridade pública diante de violações de direitos”.
Abaixo, leia a íntegra do manifesto.
MANIFESTO PELA DIGNIDADE DA INFÂNCIA E EM REPÚDIO A AÇÕES E OMISSÕES DA AUTORIDADE PÚBLICA DIANTE DE VIOLAÇÕES DE DIREITOS
Este Manifesto é por todas as meninas e meninos. Em respeito àquelas e àqueles que já foram e estão sendo vítimas da exploração sexual e para que nenhuma criança ou adolescente venha sofrer tal violência.
A sociedade civil organizada em defesa da infância, parlamentares, famílias, mães e pais de crianças e adolescentes, cidadãs e cidadãos brasileiros que reconhecem seu dever legal e ético para com a proteção integral das meninos e meninos, vêm a público denunciar os crimes cometidos pelo Sr. Jair Bolsonaro contra os direitos das crianças e adolescentes em nosso país e exigir que esses crimes não fiquem impunes, pois nenhuma autoridade política nacional está acima da Constituição Federal, do Estatuto da Criança e do Adolescente e da Convenção de Direitos da Criança das Nações Unidas, tratado que o Brasil é signatário.
As pessoas dignas do nosso país estão estarrecidas pela forma perversa e abusiva utilizada pelo Presidente da República ao referir-se a meninas que segundo ele, teriam 14 e 15 anos e “estariam se arrumando para programas”. A naturalidade com que o Presidente trata o fato que ele próprio relata, desrespeita toda a norma legal brasileira, para qual nenhuma criança ou adolescente “se prostitui ou faz programa”, sendo, nessas circunstâncias sempre considerada vítimas pela condição de exploração sexual.
Tão ou mais grave é o fato de um homem adulto e investido de poder colocar-se diante de meninas, de acordo com seu relato, apresentando tal cena com a expressão “pintou um clima”, que em tal contexto não está associada à proteção das crianças, mas sim a erotização a partir de seu olhar de adulto.
Necessário frisar que o Sr. Presidente não tomou qualquer medida cabível para proteção das meninas ou para responsabilização de agressores que possivelmente frequentassem esse lugar que ao “pedir pra entrar”, ele próprio julgou e divulgou como destinado à exploração sexual.
Ademais, desmentido que as meninas estivessem em condição de exploração sexual, fica claro que foi o Sr. Jair Bolsonaro quem tratou as meninas de forma sexualizada. Neste caso, independentemente do que aconteceu no local e data da tal visita de moto, o que deve ser rigorosamente investigado, ele expôs à condição vexatória e degradante meninas com 14 ou 15 anos. Por este tratamento, já fere o Estatuto da Criança e Adolescente e outras normas legais brasileiras.
Ou seja, o Presidente da República, ao tomar conhecimento de possível violação de direitos humanos de crianças e adolescentes, não cumpriu seu dever moral e legal de denunciar e encaminhar o caso para investigação no Sistema de Garantia dos Direitos da Criança e do Adolescente. Mas o atual Presidente fez o contrário: “supôs” que as meninas estavam em situação de abuso e exploração sexual, violou o ECA e a Lei da Escuta Protegida, expôs as mesmas a condição vexatória, fomentou estigmas contra a população imigrante e promoveu uma perversa banalização das violações de direitos em nosso país.
Com o único objetivo de se autopromover eleitoralmente, Jair Bolsonaro usou do cargo que ocupa para cometer crimes contra a infância, previstos nos Arts. 4º e 5º do ECA (Lei 8.069/1990), no Art. 20º da Lei º 9.459/1997 e no Art. 13º da Lei da Escuta Protegida (Lei nº 13.431/2017), e no Art. 319 do Código Penal, pois prevaricou; e são essas ações e omissões que não podem ficar impunes. Tal legislação obriga a todos a denunciar nos canais institucionais as possíveis violações de direitos de crianças e adolescentes, bem como protegê-las em suas especificidades, como são as crianças imigrantes. Por este motivo, nós parlamentares, sociedade civil, famílias, mães e pais de crianças e adolescentes, há décadas assumimos o compromisso pela salvaguarda de direitos das meninas e dos meninos de todas as formas de violência, em especial o combate ao abuso e à exploração sexual. Não nos calaremos diante dos crimes cometidos pelo atual Presidente da República contra a infância.
Recordamos também que o atual governo federal cortou recursos no orçamento público para a prevenção e o enfrentamento do abuso e da exploração sexual de crianças e adolescentes, bem como impediu a participação e o controle social, impedindo o funcionamento do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente e o cumprimento de suas atribuições. A violência sexual pode ser prevenida e isso começa no orçamento público e na participação e controle social!
Ao descumprir o Art. 227 da Constituição Federal de 1988 e o Estatuto da Criança e do Adolescente, o governo federal desconsiderou a absoluta prioridade com que o tema deve ser tratado nas políticas públicas, além de enfraquecer o Sistema de Garantia de Direitos da Criança e do Adolescente e o Disque 100, o principal canal de denúncias de violação de direitos humanos em nosso país.
É preciso dar um basta em tantas violações de direitos das crianças e adolescentes. Por ação ou omissão, nenhuma das nossas filhas e filhos, nenhuma criança ou adolescente, podem ser vítimas de qualquer tipo de violência! Juntos e juntas, construímos uma das mais completas legislações, promovemos políticas públicas e um sistema de garantias de defesa e proteção aos direitos. Construímos a campanha FAÇA BONITO!, contra o abuso e à exploração sexual, e a Lei da Escuta Protegida, que garante que meninos e meninas não sejam revitimizados pelas autoridades públicas.
Neste momento, nos unimos à indignação das famílias atingidas pelo descaso com que o atual Presidente trata o tema e repudiamos as estratégias de coação às vítimas. Jamais aceitaremos o uso inescrupuloso do sofrimento de crianças e adolescentes com a finalidade de manutenção no poder.
É inaceitável a postura do Presidente da República e seus apoiadores(as) próximos(as) que violam a Doutrina de Proteção Integral e promovem uma verdadeira banalização da violência contra crianças e adolescentes, inclusive procurando-as para pressioná-las. Por isso, exigimos a imediata investigação e responsabilização. Ninguém, nenhuma pessoa ou instituição pode ser indiferente diante desta conduta pedofilizada e criminosa. Cabe ao Ministério Público e a Justiça agirem nessa situação emblemática para que ela não represente o incentivo aos que abusam e exploram a infância, sobretudo meninas que vivem ainda maior vulnerabilidade por sua condição de risco social, econômico ou discriminações por serem imigrantes, negras, indígenas ou de grupos étnicos vulneráveis. Não é aceitável qualquer omissão diante de condutas criminosas! Estamos em unidade na defesa de nossas crianças e adolescentes para cumprir o que elas mesmas já nos pediram: “Faça Bonito”!
Esquecer é Permitir, Lembrar é combater!
São Paulo, 24 de outubro de 2022
Comitê Nacional de Enfrentamento à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes
Deputada Federal Maria do Rosário – Coordenadora da Frente Parlamentar Mista de Promoção e Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente no Congresso Nacional
Coalizão Brasileira pelo fim da Violência contra Crianças e Adolescentes
Senador Humberto Costa – Presidente da Comissão de Direitos Humanos do Senado Federal
Deputado Federal Orlando Silva – Presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados
Itamar Júnior é o convidado do encontro de hoje do projeto Diálogos Contemporâneos
Jornalista: Danielle Freire
Acontece hoje (24), mais um encontro do projeto Diálogos Contemporâneos, com a presença do geógrafo Itamar Vieira Júnior. O encontro acontecerá no Museu Nacional, às 19h, e tem como tema “O povo negro e a formação da identidade brasileira”.
Não há necessidade de inscrição. Para quem vai assistir às conferências presencialmente, os ingressos serão distribuídos no Museu Nacional, a partir das 18h do dia de cada conferência, por ordem de chegada e apenas um por pessoa. Para aqueles(as) que não puderem comparecer presencialmente, as conferências serão transmitidas ao vivo pelo canal da AACIC no YouTube.
Além da conferência gratuita no Museu da República, todos os convidados visitarão uma escola ou universidade para conversar sobre suas obras. O IFB, Campus São Sebastião, é quem receberá a visita de Itamar Júnior.
O convidado
Iramar Júnior é geógrafo e doutor em estudos étnicos e africanos pela UFBA. Seu romance “Torto arado”, publicado pela Todavia em 2019, venceu o Prêmio Leya, recebeu também os prêmios Oceanos e Jabuti e está sendo traduzido para uma dezena de idiomas. Em 2021, lançou “Doramar ou a Odisseia: histórias” (Todavia). Trabalha como servidor público no Incra e está escrevendo um novo romance.
Professor lança obra SobreVoar ou A Imanência da Leveza
Jornalista: Luis Ricardo
O artista plástico e professor de Artes da rede pública de ensino do Distrito Federal, Valdério Costa, lança o livro SobreVoar ou a Imanência da Leveza, com textos e ilustrações/passarinhos de autoria do educador. O lançamento será nesse sábado (22), a partir das 13h, no Café Literário do Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade.
Uma das selecionadas para a Bienal do Livro de Brasília, a obra, editada pela John Herald Editora, traz poemas livres e gravuras de Valdério Costa, lotado na EAPE. Segundo educador, a obra foi produzida durante a pandemia. “Estes poemas/imagens de passarinhos compõem um pequeno mosaico de esperança, criatividade e resiliência, ante a solidão, a tristeza das perdas, o medo e o distanciamento que a pandemia trouxe”, ressalta.
Todos(as) que adquirirem o livro e ganharão um marca-páginas (desenhado na hora) ou uma min-xilo de passarinhos.
Ato em defesa das crianças e adolescentes acontece neste sábado (22)
Jornalista: Danielle Freire
O Centro de Formação e Cultura Nação Zumbi, Super Nova e Casa Paulo Freire convocam para ato em defesa das crianças e dos adolescentes, contra o abuso infantil e em repúdio a fala do atual presidente da república, Jair Bolsonaro, em relação às adolescentes venezuelanas. A concentração será amanhã (21/10), em frente ao Colégio Centrão, às 16h, a caminho do Skate Park, onde acontecerá um momento de fala das entidades envolvidas e de pessoas da comunidade de São Sebastião. A organização pedi aos participantes que estejam vestidos em roupas na cor branca.
A história de uma flor que ensina empatia e solidariedade enquanto buscava a eternidade
Jornalista: Luis Ricardo
A busca pela eternidade nunca foi efêmera, pelo menos para uma flor. Cansada de ver as flores desabrochando e em seguida morrendo no jardim onde vivia, a Flor Sempre Viva partiu buscando a vida eterna e distribuindo empatia, solidariedade e amor ao próximo por onde passava. É com este enredo que o professor aposentado José de Jesus Curado lança o livro Viva Viva Sempre-Viva.
“Diante da insatisfação de ver tantas plantas morrendo, ela achava que as flores, por serem bonitas e delicadas, deveriam permanecer eternamente no jardim. Por isto saiu em busca de um caminho que a levasse a encontrar a eternidade. Conversou com vários bichos que encontrou pelo caminho e a obra mostra essa saga em busca da vida eterna. É um livro que aborda empatia, solidariedade e amor ao próximo”, explica Jose Curado.
Os(as) interessados(as) podem adquirir o livro entrando em contato pelo telefone 99134-5301 ou pelo Instagram @poeta_docoracao.
CED 16 de Ceilândia promove debate sobre capacitismo
Jornalista: Luis Ricardo
A autoestima de uma estudante universitária do Distrito Federal com paralisia cerebral tem feito sucesso na internet. Aos 21 anos, Clara Marinho tem parte dos movimentos e a fala limitados devido à paralisia, mas desde o início da pandemia do novo Coronavírus a jovem publica vídeos falando sobre a sua rotina, dando dicas e conselhos e lições de auto aceitação. O exemplo dela motivou a direção do Centro Educacional 16 de Ceilândia a promover uma programação sobre Capacitismo – Inclusão em debate, convidando Clara para falar com os(as) estudantes.
Durante a palestra, Clara Marinho expôs sua vida, o que aprendeu com a deficiência, trouxe exemplos do que já viveu e ressaltou sobre a necessidade da política de cotas e da oportunidade para todos. “A Clara foi bem elucidativa no sentido de dizer que o deficiente precisa de voz e se considera voz de muitos por isso. Tem um canal no Instagram e no Youtube onde fala de capacitismo, inclusão, leis e da necessidade do respeito à pessoa com deficiência”, comenta a pedagoga Fernanda Fantini Vieira, complementando que a fala trouxe aprendizado, conhecimento e sobretudo motivação. “Uma fala bastante motivacional, principalmente neste momento que acabamos de sair da pandemia. Os alunos se sentiram representados, contemplados e perceberam o quanto é difícil um PCD conseguir um espaço dentro da nossa sociedade”.
O debate foi realizado na última terça-feira (18), das 11h às 13h30, no CED 16 de Ceilândia.
A professora Irma Loos conta com a sua generosidade para dar continuidade a um tratamento de saúde. Irma tem um tumor maligno e o medicamento utilizado custa em média 3,5 mil reais. Para ajudar a custear as despesas, ela está realizando uma vaquinha. A doação pode ser feita por PIX – Tipo de chave: CPF – 657.830.001-59 (Irma Celeste de Castro Loos). Qualquer quantia é de muita ajuda e de imenso valor.