Mesa redonda debaterá a história das urnas eletrônicas no Brasil, dia 29/07

Próximo dia 29 de julho, integrando a programação do 72ª Reunião Anual da SBPC (Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência), a mesa redonda “História das urnas eletrônicas brasileiras”, que debaterá o livro Tudo o que você sempre quis saber sobre a urna eletrônica brasileira. A obra de autoria de Fernanda Soares Andrade foi publicada pelo SindCT (Sindicato Nacional dos Servidores Públicos Federais na Área de Ciência e Tecnologia do Setor Aeroespacial).

O evento contará com o ex-ministro Carlos Velloso do STF (Supremo Tribunal Federal) e do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) coordenando os trabalhos; além de Célio Castro Wermelinger, assessor da Secretaria de Modernização, Gestão Estratégica e Socioambiental do TSE; Avelino Francisco Zorzo, da Escola Politécnica da PUC-RS; e da autora do livro, Fernanda, como palestrantes. A mesa redonda acontece de 13h a 15h30 da sexta-feira, 29/07, no anfiteatro 10 da Universidade de Brasília, onde o encontro da SBPC acontecerá. Clique aqui para ver a programação completa.

O livro está disponível para download gratuito. Clique AQUI.

 

O livro

A cada dois anos, todo cidadão com mais de 16 anos, seja homem ou mulher, pode se dirigir as escolas e exercer um direito civil: o voto. As questões que atingem diretamente o cidadão ou cidadã são decididas pelas pessoas eleitas para ocupar os diversos cargos políticos nas esferas municipais, estaduais e federal.

O sistema informatizado de voto no Brasil, com a utilização da urna eletrônica, tem sido alvo de críticas, fake news e desinformação, ao longo do tempo. Após as eleições de 2018, os ataques à utilização da urna eletrônica se intensificaram. A utilização da urna eletrônica, segura e auditável, foi colocada em dúvida até mesmo pelo presidente da República. Parlamentares se mobilizaram para impedir seu uso e/ou modificar o sistema de voto com a impressão do voto, retornando aos tempos da votação por cédula de papel, quando as eleições sofreram mais fraudes.

Criada há 25 anos, a urna eletrônica teve papel fundamental na redemocratização do país. Foi desenvolvida a partir de uma série de princípios fundamentais e com a participação de especialistas e técnicos do Tribunal Superior Eleitoral e do Poder Executivo, dentre eles, servidores públicos das carreiras de ciência e tecnologia.

Para um resgate histórico, a jornalista do Sindicato Nacional dos Servidores Públicos Federais na Área de Ciência e Tecnologia do Setor Aeroespacial (SindCT), Fernanda Soares Andrade, foi convidada pela diretoria do sindicato a escrever um livro contando a história da criação da urna eletrônica brasileira e as mudanças que sua utilização trouxe ao longo dos anos. O livro tem também o objetivo de esclarecer a população sobre o funcionamento e segurança da urna, além de toda a lisura do processo eleitoral.

O livro foi redigido baseando-se em documentos do TSE e em depoimentos de pessoas que participaram do desenvolvimento da urna, como engenheiros e membros do TSE, como o ministro Carlos Velloso, ex-presidente do TSE, em cuja gestão se implantou a urna eletrônica.

A urna eletrônica brasileira representa a aplicação da ciência em benefício da sociedade, da independência e da soberania nacionais.

 

A autora

Fernanda Soares Andrade é jornalista profissional há 25 anos e assessora de imprensa do SindCT. Recebeu o prêmio Beth Lobo de Direitos Humanos das Mulheres oferecido pela Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo. Além de Tudo o que você sempre quis saber sobre a urna eletrônica brasileira, Fernanda é autora do livro A Solução Brasileira – História do Desenvolvimento do Motor a Álcool no DCTA, também publicado pelo SindCT; e de dez livros paradidáticos infantis publicados pela editora Todolivro.

Serviço

Mesa-redonda História das urnas eletrônicas brasileiras
Quando? Sexta-feira, 29 de julho, às 13h
Onde? Anfiteatro 10 no ICC, Universidade de Brasília

Com informações do Sindicato Nacional dos Servidores Públicos Federais na Área de Ciência e Tecnologia do Setor Aeroespacial (SindCT).

Ato político de abertura da Conape com marcha da educação

Dando início aos eventos do dia da II Conferência Nacional Popular de Educação (Conape), uma grande marcha pela educação tomou conta das ruas do bairro Tirol, em Natal (RN), na tarde desta sexta-feira (15/7).

Às 14:30, os(as) participantes da Conape se reuniram em frente ao Campus Natal-Central do Instituto Federal do Rio Grande do Norte (IFRN), no cruzamento das avenidas Salgado Filho e Nevaldo Rocha. Houve participação de orquestra de frevo e de grupo de Maracatu.

A delegação de Brasília esteve presente na marcha, que contou também com a participação do presidente licenciado da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), Heleno Araújo, e do presidente em exercício da entidade, Roberto Leão.

Também participaram da marcha a governadora Fátima Bezerra e a ex-senadora pelo PT de Rondônia Fátima Cleide.

A caminhada seguiu até a Praça da Árvore, em Mirassol, onde ocorreu o ato político com apresentações culturais.

A II Conferência Nacional Popular de Educação – CONAPE 2022 acontece entre os dias 15 e 17 de julho, no Centro de Convenções de Natal. O evento tem objetivo a defesa do Plano Nacional de Educação (PNE), da agenda de instituição do Sistema Nacional de Educação (SNE), do Estado democrático de direito e dos direitos sociais.

O tema dessa edição é “Reconstruir o país: a retomada do Estado democrático de direito e a defesa da educação pública e popular, com gestão pública, gratuita, democrática, laica, inclusiva e de qualidade social para todos/as/es”, e como lema “Educação pública e popular se constrói com Democracia e Participação Social: nenhum direito a menos e em defesa do legado de Paulo Freire”.

Concurso público para professor em Goiás: 5.050 vagas

Começam dia 14 de agosto e vão até 12 de setembro as inscrições para o concurso público para professor do governo de Goiás. Os salários variam de R$ 1.971,69 a R$ 3.943,37, fora benefícios. O certame prevê o preenchimento de 5.050 vagas de professor nível III do quadro permanente do magistério da Secretaria de Estado da Educação (Seduc).

O processo seletivo ocorre em três etapas: prova de títulos classificatória e provas objetivas e provas discursivas, de caráter eliminatório e classificatório. A primeira fase do concurso será no dia 25 de setembro. Os aprovados já começam a trabalhar em 2023.

O concurso terá 10 vagas para professores(as) de línguas Indígenas (4 para Tapuia, 4 para Karajá e 2 para Xavante), 26 vagas para professores Quilombolas, 8 para instrutor de libras, 2 para instrutor de braile e 30 vagas para intérpretes de libras. Este será o maior concurso realizado na Educação nos últimos 12 anos em Goiás.

Embora a rede pública estadual de Goiás tenha 60% do quadro do magistério composto por profissionais efetivos e 40% por contratos temporários, os salários praticamente se equivalem, pois o último reajuste dos temporários foi de 119,34%.

A taxa de inscrição para o concurso é de R$ 100.

Todas as informações sobre o concurso estão disponíveis no site do Instituto Americano de Desenvolvimento – Iades, instituição responsável pela organização do certame.

 

 

 

MATÉRIA EM LIBRAS

Concessão de aptidão: hoje é o último dia

Atenção! Os(as) servidores(as) matriculados(as) que pretendem se inscrever no processo de concessão da Declaração de Aptidão tem até as 23:59 de hoje, quinta-feira 14 de julho, para fazê-lo.

O servidor deverá acessar este link aqui, seguir as orientações para a realização do cadastro e, depois, efetivar a inscrição na(s) aptidão(ões) desejada(s). No ato da inscrição, o servidor deverá preencher corretamente seus dados e demais informações solicitadas, pelos quais é totalmente responsável.

De acordo com as informações da circular nº 65/2022 da SEE/SUBIN, será permitida uma única inscrição por matrícula do servidor, com a possibilidade de escolher até 3 (três) áreas para concessão da Declaração de Aptidão.

Para cada área pleiteada, no ato da inscrição, deverão ser anexadas as cópias legíveis, frente e verso, de toda a documentação exigida.

Quem atuou até o ano de 2020 e não possui a aptidão cadastrada no SIGEP deverá anexar, no ato da inscrição, a Declaração de Atuação, assinada por um membro da equipe gestora da Unidade Escolar, além dos demais certificados de cursos e documentos exigidos para cada área pleiteada, passar pela fase de análise documental, ficando dispensado da etapa de entrevista com banca examinadora. Excetuam-se os casos em que o servidor atuou na Escola Bilíngue Libras/Português Escrito, o qual deverá ser submetido, obrigatoriamente, ao procedimento de concessão da Declaração de Aptidão.

É importante lembrar que hoje é o último dia em que apenas a apresentação da declaração de atuação será suficiente para cadastrar no Sigep a aptidão do servidor. A partir do ano que vem, todas as concessões de aptidão passarão por entrevista e inscrição para entrevista.

Professor Sergio Rubens Ribeiro lança Densidade Crescente na Casinha de Sapê nesta quinta-feira

O professor Sergio Rubens Ribeiro lança seu livro de estreia, Densidade Crescente na Casinha de Sapê, amanhã, no Feitiço das Artes (CLN 306) a partir das 18h.

Publicado pela editora Uiclap, o livro tem 112 páginas de mensagens poéticas, algumas curtas, outras longas, algumas com pequenas rimas, trocadilhos e outras apenas pesando o senso crítico, com algumas abstrações, valorizando palavras mais sonoras, tentando sair de atmosferas reais a fictícias, nesse caso mais plásticas, tocando a sensibilidade, não a lógica.

Na noite de autógrafos haverá ainda um show da banda Groove80+.

 

Serviço:

Noite de Autógrafos

Sérgio Rubens Ribeiro

Densidade Crescente na Casinha de Sapê

Feitiço das Artes: CLN 306

Data e hora: 14/7 às 18h

Webinários Gpdes/UnB abordam as possibilidades decolonizadoras e transgressivas das artes

O Grupo Educação Saberes e Decolonialidades (Gpdes/UnB) vai realizar dois webnários no dia 27 de julho, um às 10 horas e outro às 17 horas. Serão duas transmissões ao vivo e gratuita pelo YouTube, com emissão de certificado para ouvintes.

Os eventos reúnem artistas pesquisadores com diferentes trajetórias para conversar sobre como suas ações artísticas tem um potencial de decolonização de corpos, mentes e práticas.

Quando a arte decoloniza o mundo – 27/07 às 10:00

Andréa Nascimento é historiadora e pesquisadora há 21 anos da trajetória social do multiartista e pai de santo Joãozinho da Goméia.

Laurene Ataide é socióloga, paraense, guardiã do Cordão de Pássaro Colibri de Outeiro. Trabalha com projetos de criação, revitalização e resgate da manifestação da Cultura Popular dos Pássaros Juninos do Pará.

Meimei Bastos é autora do livro “Um verso e mei”, educadora, atriz, coordenadora do Campeonato de Poesia Falada do DF e Entorno e do Slam Q’brada. Atua em diversos movimentos sociais, promovendo eventos especialmente direcionados à população negra e periférica.

Mediador/debatedor:

Lurian Lima é professor de História da Música, doutor em História na Universidade Federal Fluminense (UFF), integrante dos grupos CULTNA/LABHOI (UFF), GTEP/ANPUH.

 

 

Corpos Transgressivos – 27/07 às 17:00

Auá Mendes é indígena do Povo Mura, Artista, Manauara do Amazonas, formada em Tecnologia em Design Gráfico pela FAMETRO. Atualmente é mestranda profissional em Design pela UFAM. Designer gráfica, ilustradora e grafiteira.

Estela Lapponi é performer e videoartista paulistana. Tem como foco de investigação artística o discurso do corpo com deficiência, a prática performativa e relacional e o trânsito entre as linguagens visuais e cênicas. Desde 2009 realiza práticas investigativas a partir do conceito que criou: Corpo Intruso e sua performatividade Zuleika Brit.

Jussara Belchior é bailarina gorda. Trabalha também como diretora, coreógrafa e pesquisadora de práticas e escritas em dança contemporânea. Doutoranda pelo PPGT – UDESC (bolsista CAPES).

Marcelo Ubuntu é ator e performer. Doutorando em Artes Cênicas na UNIRIO. Pesquisa as artes cênicas das/nas margens como o teatro na prisão, teatro na/de rua e comunidades, as interfaces do hiv-aids na cena, Performance e poéticas do cuidado.

Mediadora/debatedora: Juliana Liconti é doutoranda em artes cênicas na UNIRIO e investiga pedagogias performativas, que são práticas que conjugam teoria e prática, forma e conteúdo, arte e vida, estética e política a fim de desestabilizar normatividades sociais.

Para mais informções, acompanhe as redes sociais do Gpdes/UnB

Unidade na luta: trabalhadores e trabalhadoras defendem a Petrobras para o povo brasileiro

Nesta terça (12), trabalhadoras e trabalhadores promoveram o “Ato Nacional em Defesa do Pré-Sal para a Educação” no auditório Nereu Ramos, na Câmara dos Deputados em Brasília (DF). Ao longo do protesto, dirigentes e parlamentares alertaram sobre os problemas do Projeto de Lei 1.583/2022 do presidente Jair Bolsonaro (PL), que privatiza áreas do pré-sal e tira dinheiro da educação e saúde. A mobilização foi promovida pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), com a Fedaração Única dos Petroleiros (FUP) e outras entidades, dentre os quais o Sinpro-DF.

Estamos aqui para dizer ao Congresso Nacional que não vote esse PL, [1.583/2022] que foi enviado pelo governo Bolsonaro, que trata da questão do pré-sal. É um assalto, é um roubo a nossa soberania, é a entrega de bandeja o que resta de exploração de pré-sal às petroleiras internacionais e ainda nega a participação das empresas brasileiras no processo de venda”, avalia o presidente interino da CNTE, Roberto Leão.

O professor Leão acrescenta que o governo quer vender áreas de exploração por um preço muito abaixo dos interesses da Petrobras, o que prejudica a população: “Ele propõe o fim do Fundo Social e e deste fundo sai uma parcela significativa do investimento para a educação pública brasileira e para a saúde. É bom que fique claro, não é so a educação, mas a saúde também será afetada. Duas políticas públicas tremendamente necessárias para a vida com diginidade do povo brasileiro”.

A secretária de combate ao racismo da CNTE, Ieda Leal, esteve presente no evento e reforçou: “Nós queremos que nosso país de fato seja resgatado das mãos dessas pessoas que tanto querem destruir o país. CNTE, CUT, FUP, movimento negro, nós nos organizamos para defender a Petrobras porque ela é nossa e vamos continuar lutando para que o pré-sal seja de fato um investimento na nossa educação e na nossa saúde”.

A secretária de organização da CNTE, Marilda de Abreu, também participou do ato: “Estamos hoje aqui em Brasília para defender a soberania nacional da Petrobras porque isso vai impactar diretamente na vida dos profissionais da educação. É de suma importância a não venda da Petrobras para a nossa situação nacional dos trabalhadores em educação. A luta não acaba e nós continuamos a luta porque o projeto caminha na Câmara Federal e nós precisamos barrar. É a nossa cidadania e a nossa dignidade que estão em jogo”.

Saiba mais sobre o PL 1.583/2022

Caso seja aprovado, o projeto de lei de Bolsonaro (PL 1.583/2022) vai acabar com o Fundo Social, criado em 2010 pelo governo da presidenta Dilma Rousseff (PT), que é um fundo soberano destinado a receber a parcela dos recursos do pré-sal que cabem ao governo federal, como royalties e participações especiais.

Pelo projeto, o governo pretende antecipar a venda de toda a sua participação em áreas ainda não licitadas no Pré-sal ao valor de R$ 398 bilhões, e sem a participação das empresas públicas nacionais, exatamente num momento de alta nos preços dos combustíveis que não será devidamente contabilizada nesta operação de lesa-pátria.

Mas a proposta do governo não para por aí. O projeto também prevê acabar com a vinculação do Fundo Social do Pré-sal para as áreas sociais de educação, saúde, ciência e tecnologia, cultura, esporte, meio ambiente, retirando, nesta única operação, quase R$ 200 bilhões apenas da educação.

“Nós queremos que o Congresso Nacional preste muita atenção no que vai votar. É contra os interesses do país e contra os interesses do povo brasileiro votar o projeto de Bolsonaro. Essa luta não se encerra aqui, ela continua e vamos lutar com todas as energias para que esse projeto não ande. Parlamentares que votam contra os interesses do povo não merecem o voto da população. Vamos cobrar nas urnas!”, finalizou o presidente interino da CNTE, Roberto Leão.

(Com informações do site da CNTE)

TV Sinpro: confirmada a presença de Alessandro Sorriso

O representante da categoria dos entregadores por aplicativo no DF, Alessandro Sorriso Conceição, confirmou presença no TV Sinpro de daqui a pouco (às 15h).

O programa de hoje será transmitido ao vivo do Ponto de Apoio ao Trabalhador, que já está em operação na área central de Brasília. Trata-se de uma parceria entre CUT-DF, Sinpro, Sindilegis e Sindicato dos Bancários: um local onde trabalhadores de aplicativos podem descansar, beber água e recarregar o celular.

Os outros entrevistados do programa serão o presidente da CUT-DF, Rodrigo Rodrigues, que vai contar sobre essa iniciativa inédita entre centrais sindicais, e Carolina Moniz, professora da SEDF que trabalha em regime de contrato temporário e vai demonstrar como a realidade desses professores em contrato temporário se aproxima da realidade da precarização da função dos trabalhadores de aplicativo.

A diretora da secretaria de comunicação do Sinpro-DF, Letícia Montandon, também participa do programa. A questão da precarização das relações de trabalho também será abordada no programa.

O TV Sinpro vai ao ar na TV Comunitária e no canal do Sinpro no Youtube, na quarta-feira, 13 de julho, às 15h. Não perca!

Unidade de Internação de Santa Maria realizou o VI Festival de Música no sábado (8)

 

A Unidade de Internação do Sistema Socioeducativo promoveu, na sexta-feira (8), a sexta edição do seu Festival de Música. Com o título VI Festival de Música da Unidade de Internação de Santa Maria: No Ritmo da Socioeducação “Mulheres Inspiradoras”,  o tema foi inspirado no projeto de mesmo nome da professora Gina Vieira.

 

Além das apresentações dos socioeducandos, a rapper Lívia Cruz (SP) fez a abertura do festival e a mestre de cerimônia foi Ingrid Bomfim. O Festival de Música é uma parceria do Projeto RAP (Ressocialização, Autonomia e Protagonismo) com o Núcleo de Ensino da UISM, a Secretaria de Justiça e Cidadania, a Coordenação Regional de Ensino de Santa Maria, o Sindicato dos Professores do Distrito Federal (Sinpro-DF) e a Associação Respeito e Atitude (AREA).

 

Confira e compartilhe as fotos no álbum do Facebook e do Instagram.

Pautas bomba na pauta da câmara na 3ª-feira: PEC do Medo do Lula e PL 5.594

Semana explosiva na Câmara dos Deputados. Três pautas bomba, muito importantes para nossa categoria, serão votadas  esta semana. A PEC do medo do Lula, que institui Estado de Emergência; o PL 5.594, que torna a profissão do magistério essencial e proíbe a categoria de fazer greve. tem também a votação do Projeto de Lei nº 1.583/2022, contra o qual haverá um ato no Salão Verde da Câmara amanhã às 14h.

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PEC do Medo do Lula

O plenário da Casa analisa a partir das 13:55 a PEC do Medo do Lula, a alteração constitucional promovida pelo governo Bolsonaro para oferecer seguros e benefícios que não seriam oferecidos se o presidente não se sentisse ameaçado pelo pré-candidato do PT à presidência da República, Luiz Inácio Lula da Silva, que está à frente nas pesquisas de intenção de voto, com grandes chances de levar a contenda já no primeiro turno.

Se aprovada, essa emenda constitucional instituirá estado de emergência até o final do ano, e vai gerar R$ 41,25 bilhões de despesas extras, acima do teto de gastos, até 31 de dezembro, divididos entre benefícios sociais e econômicos.

O estado de emergência é criado sob o argumento de que a disparada do preço dos combustíveis, nos mercados externos e interno, provoca a deterioração do poder de compra da população e penaliza os mais vulneráveis. Na prática, a decretação do estado de emergência serve para que os gastos com a ampliação dos benefícios sociais não violem a legislação eleitoral. Pela Lei das Eleições, não pode haver concessão de novos benefícios ou distribuição de valores em ano eleitoral, a não ser em casos excepcionais. Um desses casos é o estado de emergência.

As despesas excepcionais não estarão sujeitas às principais regras fiscais vigentes, como o regime de teto de gastos, a regra de ouro e a meta de resultado primário.

A PEC 1/22 é oriunda do Senado e incorpora a PEC 15/22, sobre estímulos tributários aos biocombustíveis, na forma de um substitutivo.

Os partidos contrários à PEC alegaram que a proposta possui “caráter eleitoreiro”, pois o aumento dos benefícios sociais só vai vigorar este ano.

 Os seguintes benefícios estão previstos:

Auxílio Brasil: R$ 26 bilhões

Auxílio Gás dos Brasileiros: R$ 1,05 bilhão

Auxílio para caminhoneiros: R$5,4 bilhões

Alimenta Brasil: R$ 500 milhões

Gratuidade para idosos: R$ 2.5 bilhões

Auxílio para taxistas: R$2 bilhões

Créditos para etanol: R$ 3,8 bilhões

 

PL 5.594 em votação na Comissão de Educação

Está prevista para amanhã 12/07 às 13h no plenário 10 a reunião da Comissão de Educação da Câmara dos Deputados, que deve levar a votação o PL 5594/2020. Esse projeto de Lei é de autoria das deputadas Adriana Ventura (NOVO-SP), Aline Sleutjes (PSL-PR) e Paula Belmonte (CIDADANIA-DF) e visa transformar a educação presencial em atividade essencial para impedir a categoria do magistério em todo o País de fazer greve, além de obrigar a educação presencial mesmo em situação pandêmica.

O parecer do PL 5.594 foi lido na Comissão de Educação da Câmara dos Deputados na quarta-feira (6/7). O texto não foi aprovado, e os trabalhos de obstrução da oposição levaram ao encerramento da sessão. Houve, no entanto, a votação de um requerimento de retirada do PL 5.594 de pauta, e este requerimento foi rejeitado. Por isso, a Comissão de Educação leva a votação o projeto novamente na terça-feira, 12/7.

Diretores do Sinpro e da Central Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) foram à Câmara na semana passada, durante a última reunião da Comissão de Educação, para ajudar a oposição a fazer pressão nos deputados da Comissão de Educação. Nosso sindicato e nossa categoria precisam estar em vigília constante para evitar o sucateamento de nossas condições de trabalho.

Além de proibir o direito de greve da categoria ao transformar a educação em serviço essencial, o PL 5.594/20 também obriga professores(as) e estudantes a frequentarem a educação presencial em situação de pandemias, expondo toda a comunidade escolar aos riscos de contaminação e morte em casos de crises sanitárias. Atualmente, o País está mergulhado na pandemia do novo coronavírus, cujos surtos têm se repetido por falta de política pública séria de combate à Covid-19.

Mas enquanto o mundo está preparado para retomar o ensino remoto caso seja necessário, os parlamentares aliados do governo Jair Bolsonaro atuam para incentivar a morte de mais brasileiros em decorrência de crise sanitária. Afinal, ao aprovarem uma lei que obriga educação presencial, estão, propositadamente, dando continuidade ao genocídio que vem acontecendo no Brasil desde 2020 com a pandemia da Covid-19.

Esse projeto de Lei não beneficia a educação de forma alguma. Professores e estudantes são prejudicados porque estarão irreveresivelmente expostos à pandemia, sem direito de se proteger em quarentena – seja pandemia de Covid ou outra situação de emergência sanitária – e  a categoria do magistério, que não terá como expressar seu direito à greve.

O Sinpro segue no aguardo de uma notícia ou uma legislação positiva para a área da educação desde 2016. Tudo o que o governo Bolsonaro trouxe para nossa categoria foi perseguição, congelamento de salário e redução quase que total das verbas, passando por vetar financiamento para compra de equipamentos eletrônicos e Internet para alunos e professores em quarentena.

 

Defesa do pré-sal

O Sinpro-DF e a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) também chamam a categoria e toda a comunidade escolar para um ato público nacional em defesa do pré-sal para a educação a ser realizado nesta terça-feira, 12 de julho, às 14h, no Salão Verde da Câmara dos Deputados.

O ato será uma demonstração forte, explícita, grande e pública de que a comunidade escolar é contra o PL 1583/22), de autoria do governo Jair Bolsonaro (PL), que acaba com as vinculações ao Fundo Social do Pré-Sal para as áreas de educação, saúde e outras, retirando, nesta única operação, quase R$ 200 bilhões das políticas sociais.

O PL 1583/22, de Bolsonaro, acaba com o direito brasileiro de usufruir dos recursos financeiros advindos de suas próprias riquezas naturais para favorecer grupos capitalistas estrangeiros, rentistas, banqueiros e debenturistas do mercado financeiro, além de entregar as riquezas do Brasil a países estrangeiros.

 

Um dia após o outro o governo Jair Bolsonaro (PL) e sua bancada de apoio na Câmara dos Deputados e no Senado Federal atuam, sistematicamente, para agredir servidores(as) públicos(as), extinguir direitos trabalhistas até direitos humanos fundamentais para a vida. Agem como se fossem os proprietários do Estado nacional, da União, das riquezas nacionais e do Orçamento público.

É preciso enfrentar esse tipo de gente e impedir mais autoritarismos sobre nossos direitos e nosso País. A nossa união é a nossa força! Por isso, o Sinpro chama a categoria para fazer pressão contra os deputados.

(Com informações da Assessoria Parlamentar do Partido dos Trabalhadores)

 

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